Miguel Torga<br />Trabalho Realizado por:<br />Ruben Carvalho nº 19 10ºD1<br />Tiago Lacão nº21 10ºD1<br />
Biografia<br /><ul><li>Miguel Torga, pseudónimo de Adolfo Correia Rocha, natural de São Martinho de Anta, concelho de Sabr...
Poeta, estreou com Ansiedade (1928), Rampa (1930) e Tributo (1931). Impôs o seu nome a partir de O Outro Livro de Job (193...
Outros livros de realce: Contos da Montanha (1941), Novos Contos da Montanha (1944), o romance Vindima (1945) e Pedras Lav...
Brinquedo<br />Foi um sonho que tive:Era uma grande estrela de papel,Um cordelE um menino de bibe.<br />O menino tinha lan...
Poema “Brinquedo”Análise da estrutura interna<br />Neste poema, o sujeito poético narra um sonho “Uma grande estrela de pa...
Estrutura externa<br /><ul><li>Poema constituído por três quadras.
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Tiago e ruben

1.445 visualizações

Publicada em

trabalho feito com coisas daqui, mas com coisas também minhas, acho que ta muito bom, sobre o poema brinquedo incluindo um video, recursos estilistos e analise do poema !

Publicada em: Turismo, Negócios
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.445
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
3
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
9
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Tiago e ruben

  1. 1. Miguel Torga<br />Trabalho Realizado por:<br />Ruben Carvalho nº 19 10ºD1<br />Tiago Lacão nº21 10ºD1<br />
  2. 2. Biografia<br /><ul><li>Miguel Torga, pseudónimo de Adolfo Correia Rocha, natural de São Martinho de Anta, concelho de Sabrosa, Alto Douro, 12 de Agosto de 1907. Em 1920, emigrou para o Brasil, após uma fugaz passagem pelo Seminário de Lamego. Retornou a Portugal em 1925 e em 1933 concluiu o curso na Faculdade de Medicina de Coimbra, onde se radicou como médico. Colaborador da Presença, desligou-se deste movimento para fundar as revistas Sinal (1930) e Manifesto (1936-1938) com outros escritores. Isolou-se depois de correntes e de grupos para percorrer caminho autónomo.
  3. 3. Poeta, estreou com Ansiedade (1928), Rampa (1930) e Tributo (1931). Impôs o seu nome a partir de O Outro Livro de Job (1936) e atingiria o seu apogeu em Poemas Ibéricos (1952) e Orfeu Rebelde (1958). Autor de ficção, estreou com Pão Ázimo (1931) e A Terceira Voz (1934). A sua colectânea Bichos (1940) constitui um marco do conto em Portugal.
  4. 4. Outros livros de realce: Contos da Montanha (1941), Novos Contos da Montanha (1944), o romance Vindima (1945) e Pedras Lavradas (1951). Em 1937 iniciou a série A Criação do Mundo, que em 1981, com O Sexto Dia da Criação do Mundo, atingia cinco volumes: ciclo cósmico de carácter autobiográfico. Em 1941 publicou o primeiro volume do Diário, cuja série abrangia 14 volumes em 1987; é nesse ciclo autobiográfico, expresso em prosa e verso, que a poesia de Torga atinge a sua plenitude. Filho de camponeses e ex-seminarista, afloram na sua obra as raízes telúricas (reflectidas até na escolha do pseudónimo) e os motivos de ordem bíblica que lhe povoam o imaginário. Entre outros prémios literários, conta-se o Prémio Camões, que recebeu em 1989.</li></li></ul><li>
  5. 5. Brinquedo<br />Foi um sonho que tive:Era uma grande estrela de papel,Um cordelE um menino de bibe.<br />O menino tinha lançado a estrelacom ar de quem semeia uma ilusão;e a estrela ia subindo, azul e amarela,presa pelo cordel à sua mão.<br />Mas tão alto subiuQue deixou de ser estrela de papel,e o menino ao vê-la assim, sorriue cortou-lhe o cordel.<br />
  6. 6. Poema “Brinquedo”Análise da estrutura interna<br />Neste poema, o sujeito poético narra um sonho “Uma grande estrela de papel/um cordel/e um menino de bibe”.<br /> Na segunda quadra estamos perante um sonho dentro de um sonho que, desde logo, se assume pelo gesto do menino de lançar a estrela de papel.<br /> Na terceira quadra a estrela transforma-se numa estrela verdadeira, visto que o sonho é capaz de operar qualquer transfiguração.<br /> A sua atitude final de cortar o cordel, implica que o menino já tinha concluído o que pretendia, a ilusão já fora semeada e o resultado conseguido.<br /> Neste poema verifica-se o regresso à infância, à idade da inocência, da ilusão, do sonho, traduzindo também um sentimento de enternecimento, de ternura pela tenra idade da personagem envolvida.<br />
  7. 7. Estrutura externa<br /><ul><li>Poema constituído por três quadras.
  8. 8. Quanto ao esquema rimático, a 1ª quadra obedece a uma rima a b b a (rima interpolada); a 2ª e 3ª a uma rima a b a b ( rimas cruzadas).</li></li></ul><li>Linguagem e Estilo<br /><ul><li>Escolha das palavras: inspiração genesiana e inovações báquicas.
  9. 9. Estilo poético: eloquência sóbria, viril, que entusiasma ou fadiga.
  10. 10. Uso de estrofes irregulares.
  11. 11. Recurso a verbos e tempos verbais
  12. 12. Figuras de estilo: antítese, metáfora e adjectivação.</li>

×