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Aula industrialização e_transformações-territoriais_do_brasil_19-10-2012

  1. 1.  O DESENVOLVIMENTO URBANO-INDUSTRIAL:O DESENVOLVIMENTO URBANO-INDUSTRIAL: REDES TERRITORIAIS E MATRIZES ENERGÉTICAS DO BRASIL NO SÉCULOREDES TERRITORIAIS E MATRIZES ENERGÉTICAS DO BRASIL NO SÉCULO 2020 - A PRODUÇÃO DOS FIXOS E A ELABORAÇÃO DOS FLUXOS TERRITORIAIS- A PRODUÇÃO DOS FIXOS E A ELABORAÇÃO DOS FLUXOS TERRITORIAIS - INDUSTRIALIZAÇÃO POR SUBSTITUIÇÃO DE IMPORTAÇÕES- INDUSTRIALIZAÇÃO POR SUBSTITUIÇÃO DE IMPORTAÇÕES  A COMPOSIÇÃO DO ESPAÇO GEOGRÁFICO EM DIFERENTES PERÍODOS:A COMPOSIÇÃO DO ESPAÇO GEOGRÁFICO EM DIFERENTES PERÍODOS: DE GETÚLIO VARGAS AOS DIAS ATUAISDE GETÚLIO VARGAS AOS DIAS ATUAIS  1. A PRODUÇÃO DO TERRITÓRIO NA ERA VARGAS1. A PRODUÇÃO DO TERRITÓRIO NA ERA VARGAS - DESENVOLVIMENTISMO COM ÊNFASE NO MODELO URBANO-INDUSTRIAL- DESENVOLVIMENTISMO COM ÊNFASE NO MODELO URBANO-INDUSTRIAL - PRODUÇÃO ENERGÉTICA: BASE PARA A EXPANSÃO URBANO-- PRODUÇÃO ENERGÉTICA: BASE PARA A EXPANSÃO URBANO- INDUSTRIALINDUSTRIAL - POLÍTICAS TERRITORIAIS DA INDUSTRIALIZAÇÃO NO 2° GOVERNO- POLÍTICAS TERRITORIAIS DA INDUSTRIALIZAÇÃO NO 2° GOVERNO VARGASVARGAS  2. JUSCELINO KUBITSCHEK2. JUSCELINO KUBITSCHEK - A CONSTRUÇÃO DE SISTEMAS TÉCNICOS E A INTERIORIZAÇÃO DO- A CONSTRUÇÃO DE SISTEMAS TÉCNICOS E A INTERIORIZAÇÃO DO TERRITÓRIOTERRITÓRIO - A CRIAÇÃO DAS SUPERINTENDÊNCIAS DE DESENVOLVIMENTO- A CRIAÇÃO DAS SUPERINTENDÊNCIAS DE DESENVOLVIMENTO REGIONALREGIONAL - BRASÍLIA E OS NOVOS EIXOS DE DESENVOLVIMENTO- BRASÍLIA E OS NOVOS EIXOS DE DESENVOLVIMENTO
  2. 2.  3. A CONFIGURAÇÃO TERRITORIAL BRASILEIRA NA DITADURA MILITAR3. A CONFIGURAÇÃO TERRITORIAL BRASILEIRA NA DITADURA MILITAR - A ESPACIALIZAÇÃO DA POLÍTICA AGRÁRIA NA DITADURA MILITAR- A ESPACIALIZAÇÃO DA POLÍTICA AGRÁRIA NA DITADURA MILITAR - O PROGRAMA PRÓ ÁLCOOL- O PROGRAMA PRÓ ÁLCOOL - RECESSÃO INDUSTRIAL NO FINAL DA DITADURA MILITAR- RECESSÃO INDUSTRIAL NO FINAL DA DITADURA MILITAR  4. INDUSTRIALIZAÇÃO TERRITORIALMENTE CONCENTRADA4. INDUSTRIALIZAÇÃO TERRITORIALMENTE CONCENTRADA - AS HIDRELÉTRICAS- AS HIDRELÉTRICAS  5.A ATUAL COMPOSIÇÃO TERRITORIAL DO BRASIL5.A ATUAL COMPOSIÇÃO TERRITORIAL DO BRASIL - CRESCIMENTO URBANO E METROPOLIZAÇÃO, A REPRODUÇÃO DE- CRESCIMENTO URBANO E METROPOLIZAÇÃO, A REPRODUÇÃO DE DESIGUALDADEDESIGUALDADE - HIERARQUIA URBANA E METROPOLIZAÇÃO- HIERARQUIA URBANA E METROPOLIZAÇÃO - DESCONCENTRAÇÃO E RECONCENTRAÇÃO URBANA: AS TENDÊNCIAS- DESCONCENTRAÇÃO E RECONCENTRAÇÃO URBANA: AS TENDÊNCIAS ATUAISATUAIS - SÃO PAULO: METRÓPOLE NACIONAL, MEGACIDADE E CIDADE GLOBAL- SÃO PAULO: METRÓPOLE NACIONAL, MEGACIDADE E CIDADE GLOBAL - AS NOVAS ARTICULAÇÕES URBANAS- AS NOVAS ARTICULAÇÕES URBANAS
  3. 3. • No início da ditadura militar, em meados dos anos 60, o BrasilNo início da ditadura militar, em meados dos anos 60, o Brasil detinha o 43° PIB mundial, além de setores de transportes edetinha o 43° PIB mundial, além de setores de transportes e comunicações avançados e alta dívida externacomunicações avançados e alta dívida externa (3,7 bilhões de dólares).(3,7 bilhões de dólares).
  4. 4. • No início da ditadura militar, em meados dos anos 60, o BrasilNo início da ditadura militar, em meados dos anos 60, o Brasil detinha o 43° PIB mundial, além de setores de transportes edetinha o 43° PIB mundial, além de setores de transportes e comunicações avançados e alta dívida externacomunicações avançados e alta dívida externa (3,7 bilhões de dólares).(3,7 bilhões de dólares). • Em termos econômicos, a ditadura militar foi marcada por umEm termos econômicos, a ditadura militar foi marcada por um grande endividamento externo e por alguns anos de aquecimento,grande endividamento externo e por alguns anos de aquecimento, o chamado "milagre brasileiro", que ocorreu entre 1968 e 1973.o chamado "milagre brasileiro", que ocorreu entre 1968 e 1973.
  5. 5. • No início da ditadura militar, em meados dos anos 60, o BrasilNo início da ditadura militar, em meados dos anos 60, o Brasil detinha o 43° PIB mundial, além de setores de transportes edetinha o 43° PIB mundial, além de setores de transportes e comunicações avançados e alta dívida externacomunicações avançados e alta dívida externa (3,7 bilhões de dólares).(3,7 bilhões de dólares). • Em termos econômicos, a ditadura militar foi marcada por umEm termos econômicos, a ditadura militar foi marcada por um grande endividamento externo e por alguns anos de aquecimento,grande endividamento externo e por alguns anos de aquecimento, o chamado "milagre brasileiro", que ocorreu entre 1968 e 1973.o chamado "milagre brasileiro", que ocorreu entre 1968 e 1973. • O governo facilitou a entrada de investimentos estrangeiros em vários setores, comO governo facilitou a entrada de investimentos estrangeiros em vários setores, com destaque para a extração mineral (projetos Carajás, Jari e Trombetas, no Norte), masdestaque para a extração mineral (projetos Carajás, Jari e Trombetas, no Norte), mas também na indústria química e farmacêutica e na fabricação de máquinas e equipamentostambém na indústria química e farmacêutica e na fabricação de máquinas e equipamentos para a indústria de bens de consumo.para a indústria de bens de consumo.
  6. 6. • No início da ditadura militar, em meados dos anos 60, o BrasilNo início da ditadura militar, em meados dos anos 60, o Brasil detinha o 43° PIB mundial, além de setores de transportes edetinha o 43° PIB mundial, além de setores de transportes e comunicações avançados e alta dívida externacomunicações avançados e alta dívida externa (3,7 bilhões de dólares).(3,7 bilhões de dólares). • Em termos econômicos, a ditadura militar foi marcada por umEm termos econômicos, a ditadura militar foi marcada por um grande endividamento externo e por alguns anos de aquecimento,grande endividamento externo e por alguns anos de aquecimento, o chamado "milagre brasileiro", que ocorreu entre 1968 e 1973.o chamado "milagre brasileiro", que ocorreu entre 1968 e 1973. • O governo facilitou a entrada de investimentos estrangeiros em vários setores, comO governo facilitou a entrada de investimentos estrangeiros em vários setores, com destaque para a extração mineral (projetos Carajás, Jari e Trombetas, no Norte), masdestaque para a extração mineral (projetos Carajás, Jari e Trombetas, no Norte), mas também na indústria química e farmacêutica e na fabricação de máquinas e equipamentostambém na indústria química e farmacêutica e na fabricação de máquinas e equipamentos para a indústria de bens de consumo.para a indústria de bens de consumo. • O crescimento do setor produtivo, nessa época, viabilizou-se pelo congelamento dosO crescimento do setor produtivo, nessa época, viabilizou-se pelo congelamento dos salários e pelo re-investimento dos lucros na produção, o que contribuiu deveras para asalários e pelo re-investimento dos lucros na produção, o que contribuiu deveras para a concentração de renda no país.concentração de renda no país.
  7. 7. • No final da ditadura militar, o país tinha o 8° PIB do mundo, no entanto, para viabilizar a integração nacional e o crescimento industrial, as grandes obras de engenharia fomentaram o aumento da dívida externa, que saltou para 95 bilhões de dólares. Dívida externa brasileiraDívida externa brasileira Em 1964:Em 1964: US$ 3,7 bilhõesUS$ 3,7 bilhões Em 1985:Em 1985: US$ 95 bilhõesUS$ 95 bilhões 0 20 40 60 80 100 Dívida Externa, em bilhões de dólares 1964 1985
  8. 8. • No final da ditadura militar, o país tinha o 8° PIB do mundo, no entanto, para viabilizar a integração nacional e o crescimento industrial, as grandes obras de engenharia fomentaram o aumento da dívida externa, que saltou para 95 bilhões de dólares. Podemos citar como exemplos: Dívida externa brasileiraDívida externa brasileira Em 1964:Em 1964: US$ 3,7 bilhõesUS$ 3,7 bilhões Em 1985:Em 1985: US$ 95 bilhõesUS$ 95 bilhões 0 20 40 60 80 100 Dívida Externa, em bilhões de dólares 1964 1985
  9. 9. • No final da ditadura militar, o país tinha o 8° PIB do mundo, no entanto, para viabilizar a integração nacional e o crescimento industrial, as grandes obras de engenharia fomentaram o aumento da dívida externa, que saltou para 95 bilhões de dólares. Podemos citar como exemplos: - A construção da Rodovia Transamazônica, Dívida externa brasileiraDívida externa brasileira Em 1964:Em 1964: US$ 3,7 bilhõesUS$ 3,7 bilhões Em 1985:Em 1985: US$ 95 bilhõesUS$ 95 bilhões 0 20 40 60 80 100 Dívida Externa, em bilhões de dólares 1964 1985
  10. 10. • No final da ditadura militar, o país tinha o 8° PIB do mundo, no entanto, para viabilizar a integração nacional e o crescimento industrial, as grandes obras de engenharia fomentaram o aumento da dívida externa, que saltou para 95 bilhões de dólares. Podemos citar como exemplos: - A construção da Rodovia Transamazônica, - A Ponte Rio-Niterói, Dívida externa brasileiraDívida externa brasileira Em 1964:Em 1964: US$ 3,7 bilhõesUS$ 3,7 bilhões Em 1985:Em 1985: US$ 95 bilhõesUS$ 95 bilhões 0 20 40 60 80 100 Dívida Externa, em bilhões de dólares 1964 1985
  11. 11. • No final da ditadura militar, o país tinha o 8° PIB do mundo, no entanto, para viabilizar a integração nacional e o crescimento industrial, as grandes obras de engenharia fomentaram o aumento da dívida externa, que saltou para 95 bilhões de dólares. Podemos citar como exemplos: - A construção da Rodovia Transamazônica, - A Ponte Rio-Niterói, - Várias usinas hidrelétricas (entre elas a de Itaipu), Dívida externa brasileiraDívida externa brasileira Em 1964:Em 1964: US$ 3,7 bilhõesUS$ 3,7 bilhões Em 1985:Em 1985: US$ 95 bilhõesUS$ 95 bilhões 0 20 40 60 80 100 Dívida Externa, em bilhões de dólares 1964 1985
  12. 12. • No final da ditadura militar, o país tinha o 8° PIB do mundo, no entanto, para viabilizar a integração nacional e o crescimento industrial, as grandes obras de engenharia fomentaram o aumento da dívida externa, que saltou para 95 bilhões de dólares. Podemos citar como exemplos: - A construção da Rodovia Transamazônica, - A Ponte Rio-Niterói, - Várias usinas hidrelétricas (entre elas a de Itaipu), - A instauração de projetos de mineração no Norte, Dívida externa brasileiraDívida externa brasileira Em 1964:Em 1964: US$ 3,7 bilhõesUS$ 3,7 bilhões Em 1985:Em 1985: US$ 95 bilhõesUS$ 95 bilhões 0 20 40 60 80 100 Dívida Externa, em bilhões de dólares 1964 1985
  13. 13. • No final da ditadura militar, o país tinha o 8° PIB do mundo, no entanto, para viabilizar a integração nacional e o crescimento industrial, as grandes obras de engenharia fomentaram o aumento da dívida externa, que saltou para 95 bilhões de dólares. Podemos citar como exemplos: - A construção da Rodovia Transamazônica, - A Ponte Rio-Niterói, - Várias usinas hidrelétricas (entre elas a de Itaipu), - A instauração de projetos de mineração no Norte, - Além do crescimento do parque industrial sediado no Sudeste. Dívida externa brasileiraDívida externa brasileira Em 1964:Em 1964: US$ 3,7 bilhõesUS$ 3,7 bilhões Em 1985:Em 1985: US$ 95 bilhõesUS$ 95 bilhões 0 20 40 60 80 100 Dívida Externa, em bilhões de dólares 1964 1985
  14. 14. • Através da SUDAM (Superintendência de Desenvolvimento daAtravés da SUDAM (Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia), a ditadura militar criou em 1967 a Zona Franca deAmazônia), a ditadura militar criou em 1967 a Zona Franca de Manaus, uma área de livre comércio voltado para a exportação.Manaus, uma área de livre comércio voltado para a exportação.
  15. 15. • Através da SUDAM (Superintendência de Desenvolvimento daAtravés da SUDAM (Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia), a ditadura militar criou em 1967 a Zona Franca deAmazônia), a ditadura militar criou em 1967 a Zona Franca de Manaus, uma área de livre comércio voltado para a exportação.Manaus, uma área de livre comércio voltado para a exportação. • A ideia estava em consonância com a política deA ideia estava em consonância com a política de desenvolvimento regional: por meios de incentivos fiscais,desenvolvimento regional: por meios de incentivos fiscais, a industrialização na Amazônia criaria empregos e gerariaa industrialização na Amazônia criaria empregos e geraria um novo núcleo de crescimento.um novo núcleo de crescimento.
  16. 16. • Através da SUDAM (Superintendência de Desenvolvimento daAtravés da SUDAM (Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia), a ditadura militar criou em 1967 a Zona Franca deAmazônia), a ditadura militar criou em 1967 a Zona Franca de Manaus, uma área de livre comércio voltado para a exportação.Manaus, uma área de livre comércio voltado para a exportação. • A ideia estava em consonância com a política deA ideia estava em consonância com a política de desenvolvimento regional: por meios de incentivos fiscais,desenvolvimento regional: por meios de incentivos fiscais, a industrialização na Amazônia criaria empregos e gerariaa industrialização na Amazônia criaria empregos e geraria um novo núcleo de crescimento.um novo núcleo de crescimento. • Hoje, a Zona Franca de Manaus, em vez de plataforma de exportação, atua como centro deHoje, a Zona Franca de Manaus, em vez de plataforma de exportação, atua como centro de distribuição de produtos importados para o interior do território brasileiro.distribuição de produtos importados para o interior do território brasileiro.
  17. 17. • Através da SUDAM (Superintendência de Desenvolvimento daAtravés da SUDAM (Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia), a ditadura militar criou em 1967 a Zona Franca deAmazônia), a ditadura militar criou em 1967 a Zona Franca de Manaus, uma área de livre comércio voltado para a exportação.Manaus, uma área de livre comércio voltado para a exportação. • A ideia estava em consonância com a política deA ideia estava em consonância com a política de desenvolvimento regional: por meios de incentivos fiscais,desenvolvimento regional: por meios de incentivos fiscais, a industrialização na Amazônia criaria empregos e gerariaa industrialização na Amazônia criaria empregos e geraria um novo núcleo de crescimento.um novo núcleo de crescimento. • Hoje, a Zona Franca de Manaus, em vez de plataforma de exportação, atua como centro deHoje, a Zona Franca de Manaus, em vez de plataforma de exportação, atua como centro de distribuição de produtos importados para o interior do território brasileiro.distribuição de produtos importados para o interior do território brasileiro. • Como continua recebendo incentivos fiscais, a região é responsável por cerca de 14,5%Como continua recebendo incentivos fiscais, a região é responsável por cerca de 14,5% dos impostos não pagos no país.dos impostos não pagos no país.
  18. 18. • O governo militar criou em 1964 o Estatuto da TerraO governo militar criou em 1964 o Estatuto da Terra e realizou um Censo Agropecuário.e realizou um Censo Agropecuário.
  19. 19. • O governo militar criou em 1964 o Estatuto da TerraO governo militar criou em 1964 o Estatuto da Terra e realizou um Censo Agropecuário.e realizou um Censo Agropecuário. • A "Reforma Agrária" proposta pelos militares não teve o objetivoA "Reforma Agrária" proposta pelos militares não teve o objetivo de redistribuir terras e alterar as relações rurais de produção.de redistribuir terras e alterar as relações rurais de produção.
  20. 20. • O governo militar criou em 1964 o Estatuto da TerraO governo militar criou em 1964 o Estatuto da Terra e realizou um Censo Agropecuário.e realizou um Censo Agropecuário. • A "Reforma Agrária" proposta pelos militares não teve o objetivoA "Reforma Agrária" proposta pelos militares não teve o objetivo de redistribuir terras e alterar as relações rurais de produção.de redistribuir terras e alterar as relações rurais de produção. • Na prática, revelou-se uma política de intervenção nas áreas deNa prática, revelou-se uma política de intervenção nas áreas de conflitos, minimizando as pressões populares que emanavam daquelas localidades.conflitos, minimizando as pressões populares que emanavam daquelas localidades.
  21. 21. • O governo militar criou em 1964 o Estatuto da TerraO governo militar criou em 1964 o Estatuto da Terra e realizou um Censo Agropecuário.e realizou um Censo Agropecuário. • A "Reforma Agrária" proposta pelos militares não teve o objetivoA "Reforma Agrária" proposta pelos militares não teve o objetivo de redistribuir terras e alterar as relações rurais de produção.de redistribuir terras e alterar as relações rurais de produção. • Na prática, revelou-se uma política de intervenção nas áreas deNa prática, revelou-se uma política de intervenção nas áreas de conflitos, minimizando as pressões populares que emanavam daquelas localidades.conflitos, minimizando as pressões populares que emanavam daquelas localidades. • O Estatuto da Terra de 1964 erigiu categorias para enquadrar as diferentes propriedadesO Estatuto da Terra de 1964 erigiu categorias para enquadrar as diferentes propriedades rurais do país.rurais do país.
  22. 22. • O governo militar criou em 1964 o Estatuto da TerraO governo militar criou em 1964 o Estatuto da Terra e realizou um Censo Agropecuário.e realizou um Censo Agropecuário. • A "Reforma Agrária" proposta pelos militares não teve o objetivoA "Reforma Agrária" proposta pelos militares não teve o objetivo de redistribuir terras e alterar as relações rurais de produção.de redistribuir terras e alterar as relações rurais de produção. • Na prática, revelou-se uma política de intervenção nas áreas deNa prática, revelou-se uma política de intervenção nas áreas de conflitos, minimizando as pressões populares que emanavam daquelas localidades.conflitos, minimizando as pressões populares que emanavam daquelas localidades. • O Estatuto da Terra de 1964 erigiu categorias para enquadrar as diferentes propriedadesO Estatuto da Terra de 1964 erigiu categorias para enquadrar as diferentes propriedades rurais do país.rurais do país. • Criaram-se os módulos rurais, que classificam os imóveis de acordo com a localização daCriaram-se os módulos rurais, que classificam os imóveis de acordo com a localização da propriedade, a fertilidade do solo e o tipo de produto a ser explorado.propriedade, a fertilidade do solo e o tipo de produto a ser explorado.
  23. 23. • O governo militar criou em 1964 o Estatuto da TerraO governo militar criou em 1964 o Estatuto da Terra e realizou um Censo Agropecuário.e realizou um Censo Agropecuário. • A "Reforma Agrária" proposta pelos militares não teve o objetivoA "Reforma Agrária" proposta pelos militares não teve o objetivo de redistribuir terras e alterar as relações rurais de produção.de redistribuir terras e alterar as relações rurais de produção. • Na prática, revelou-se uma política de intervenção nas áreas deNa prática, revelou-se uma política de intervenção nas áreas de conflitos, minimizando as pressões populares que emanavam daquelas localidades.conflitos, minimizando as pressões populares que emanavam daquelas localidades. • O Estatuto da Terra de 1964 erigiu categorias para enquadrar as diferentes propriedadesO Estatuto da Terra de 1964 erigiu categorias para enquadrar as diferentes propriedades rurais do país.rurais do país. • Criaram-se os módulos rurais, que classificam os imóveis de acordo com a localização daCriaram-se os módulos rurais, que classificam os imóveis de acordo com a localização da propriedade, a fertilidade do solo e o tipo de produto a ser explorado.propriedade, a fertilidade do solo e o tipo de produto a ser explorado. • Essa classificação baseia-se em fatores geográficos (e não em extensão), dada aEssa classificação baseia-se em fatores geográficos (e não em extensão), dada a continentalidade territorial brasileira, em que se encontram diferentes tipos de solo e decontinentalidade territorial brasileira, em que se encontram diferentes tipos de solo e de clima, caracterizando níveis diferenciados de produtividade.clima, caracterizando níveis diferenciados de produtividade.
  24. 24. • O governo militar criou em 1964 o Estatuto da TerraO governo militar criou em 1964 o Estatuto da Terra e realizou um Censo Agropecuário.e realizou um Censo Agropecuário. • A "Reforma Agrária" proposta pelos militares não teve o objetivoA "Reforma Agrária" proposta pelos militares não teve o objetivo de redistribuir terras e alterar as relações rurais de produção.de redistribuir terras e alterar as relações rurais de produção. • Na prática, revelou-se uma política de intervenção nas áreas deNa prática, revelou-se uma política de intervenção nas áreas de conflitos, minimizando as pressões populares que emanavam daquelas localidades.conflitos, minimizando as pressões populares que emanavam daquelas localidades. • O Estatuto da Terra de 1964 erigiu categorias para enquadrar as diferentes propriedadesO Estatuto da Terra de 1964 erigiu categorias para enquadrar as diferentes propriedades rurais do país.rurais do país. • Criaram-se os módulos rurais, que classificam os imóveis de acordo com a localização daCriaram-se os módulos rurais, que classificam os imóveis de acordo com a localização da propriedade, a fertilidade do solo e o tipo de produto a ser explorado.propriedade, a fertilidade do solo e o tipo de produto a ser explorado. • Essa classificação baseia-se em fatores geográficos (e não em extensão), dada aEssa classificação baseia-se em fatores geográficos (e não em extensão), dada a continentalidade territorial brasileira, em que se encontram diferentes tipos de solo e decontinentalidade territorial brasileira, em que se encontram diferentes tipos de solo e de clima, caracterizando níveis diferenciados de produtividade.clima, caracterizando níveis diferenciados de produtividade. • Um hectare de terra em regiões de terra roxa apresenta realidades agrícolas diversas deUm hectare de terra em regiões de terra roxa apresenta realidades agrícolas diversas de um hectare no sertão nordestino.um hectare no sertão nordestino.
  25. 25. • O Estatuto da Terra definiu 4 categorias de imóveis rurais:O Estatuto da Terra definiu 4 categorias de imóveis rurais:
  26. 26. • O Estatuto da Terra definiu 4 categorias de imóveis rurais:O Estatuto da Terra definiu 4 categorias de imóveis rurais: 1. MINIFÚNDIOS1. MINIFÚNDIOS • Todo Imóvel com área explorável inferior ao módulo ruralTodo Imóvel com área explorável inferior ao módulo rural fixado para a região.fixado para a região.
  27. 27. • O Estatuto da Terra definiu 4 categorias de imóveis rurais:O Estatuto da Terra definiu 4 categorias de imóveis rurais: 1. MINIFÚNDIOS1. MINIFÚNDIOS • Todo Imóvel com área explorável inferior ao módulo ruralTodo Imóvel com área explorável inferior ao módulo rural fixado para a região.fixado para a região. • São geralmente, as pequenas propriedades responsáveis pelo abastecimento do mercadoSão geralmente, as pequenas propriedades responsáveis pelo abastecimento do mercado interno.interno.
  28. 28. • O Estatuto da Terra definiu 4 categorias de imóveis rurais:O Estatuto da Terra definiu 4 categorias de imóveis rurais: 1. MINIFÚNDIOS1. MINIFÚNDIOS • Todo Imóvel com área explorável inferior ao módulo ruralTodo Imóvel com área explorável inferior ao módulo rural fixado para a região.fixado para a região. • São geralmente, as pequenas propriedades responsáveis pelo abastecimento do mercadoSão geralmente, as pequenas propriedades responsáveis pelo abastecimento do mercado interno.interno. 2. EMPRESA RURAL2. EMPRESA RURAL • Imóvel que apresente uma área de 1 a 600 vezes o módulo rural regional e que demonstraImóvel que apresente uma área de 1 a 600 vezes o módulo rural regional e que demonstra exploração adequada, vistas as possibilidades físicas da região.exploração adequada, vistas as possibilidades físicas da região.
  29. 29. • O Estatuto da Terra definiu 4 categorias de imóveis rurais:O Estatuto da Terra definiu 4 categorias de imóveis rurais: 1. MINIFÚNDIOS1. MINIFÚNDIOS • Todo Imóvel com área explorável inferior ao módulo ruralTodo Imóvel com área explorável inferior ao módulo rural fixado para a região.fixado para a região. • São geralmente, as pequenas propriedades responsáveis pelo abastecimento do mercadoSão geralmente, as pequenas propriedades responsáveis pelo abastecimento do mercado interno.interno. 2. EMPRESA RURAL2. EMPRESA RURAL • Imóvel que apresente uma área de 1 a 600 vezes o módulo rural regional e que demonstraImóvel que apresente uma área de 1 a 600 vezes o módulo rural regional e que demonstra exploração adequada, vistas as possibilidades físicas da região.exploração adequada, vistas as possibilidades físicas da região. • Um exemplo são as média propriedades que produzem sementes e insumos agrícolas paraUm exemplo são as média propriedades que produzem sementes e insumos agrícolas para as agroindústrias de cana, laranja, soja, voltadas para a exportação.as agroindústrias de cana, laranja, soja, voltadas para a exportação.
  30. 30. • O Estatuto da Terra definiu 4 categorias de imóveis rurais:O Estatuto da Terra definiu 4 categorias de imóveis rurais: 3. LATIFÚNDIO POR DIMENSÃO3. LATIFÚNDIO POR DIMENSÃO • Todo imóvel com área superior a 600 vezes o módulo ruralTodo imóvel com área superior a 600 vezes o módulo rural médio fixado para a respectiva região.médio fixado para a respectiva região.
  31. 31. • O Estatuto da Terra definiu 4 categorias de imóveis rurais:O Estatuto da Terra definiu 4 categorias de imóveis rurais: 3. LATIFÚNDIO POR DIMENSÃO3. LATIFÚNDIO POR DIMENSÃO • Todo imóvel com área superior a 600 vezes o módulo ruralTodo imóvel com área superior a 600 vezes o módulo rural médio fixado para a respectiva região.médio fixado para a respectiva região. • Geralmente são as agroindústrias que ocupam grandes dimensões territoriais.Geralmente são as agroindústrias que ocupam grandes dimensões territoriais.
  32. 32. • O Estatuto da Terra definiu 4 categorias de imóveis rurais:O Estatuto da Terra definiu 4 categorias de imóveis rurais: 3. LATIFÚNDIO POR DIMENSÃO3. LATIFÚNDIO POR DIMENSÃO • Todo imóvel com área superior a 600 vezes o módulo ruralTodo imóvel com área superior a 600 vezes o módulo rural médio fixado para a respectiva região.médio fixado para a respectiva região. • Geralmente são as agroindústrias que ocupam grandes dimensões territoriais.Geralmente são as agroindústrias que ocupam grandes dimensões territoriais. 4. LATIFÚNDIO POR EXPLORAÇÃO4. LATIFÚNDIO POR EXPLORAÇÃO • Todo imóvel com área igual ou inferior a 600 vezes o módulo rural da região, que seTodo imóvel com área igual ou inferior a 600 vezes o módulo rural da região, que se estruture com fins especulativos e/ou se apresente inadequada ou ineficientementeestruture com fins especulativos e/ou se apresente inadequada ou ineficientemente explorada em relação às condições físicas, sociais e econômicas locais.explorada em relação às condições físicas, sociais e econômicas locais.
  33. 33. • A reforma agrária dos ditadores militares nunca chegouA reforma agrária dos ditadores militares nunca chegou a se efetivar.a se efetivar.
  34. 34. • A reforma agrária dos ditadores militares nunca chegouA reforma agrária dos ditadores militares nunca chegou a se efetivar.a se efetivar. • Na década de 1960, via SUDAM, a ditadura militar incentivouNa década de 1960, via SUDAM, a ditadura militar incentivou os movimentos migratórios para a região amazônica por meioos movimentos migratórios para a região amazônica por meio de grandes projetos de colonização.de grandes projetos de colonização.
  35. 35. • A reforma agrária dos ditadores militares nunca chegouA reforma agrária dos ditadores militares nunca chegou a se efetivar.a se efetivar. • Na década de 1960, via SUDAM, a ditadura militar incentivouNa década de 1960, via SUDAM, a ditadura militar incentivou os movimentos migratórios para a região amazônica por meioos movimentos migratórios para a região amazônica por meio de grandes projetos de colonização.de grandes projetos de colonização. • Entretanto, os incentivos financeiros foram direcionados aos grandes projetosEntretanto, os incentivos financeiros foram direcionados aos grandes projetos agropecuários e não à possibilidade de os migrantes terem acesso á terra.agropecuários e não à possibilidade de os migrantes terem acesso á terra.
  36. 36. • Na Amazônia, a ditadura militar vendeu terras para estrangeirosNa Amazônia, a ditadura militar vendeu terras para estrangeiros e permitiu que banqueiros e industriais do Centro-Sul grilasseme permitiu que banqueiros e industriais do Centro-Sul grilassem terras indígenas e de posseiros, que se transformaram emterras indígenas e de posseiros, que se transformaram em grandes latifundiários.grandes latifundiários.
  37. 37. • Na Amazônia, a ditadura militar vendeu terras para estrangeirosNa Amazônia, a ditadura militar vendeu terras para estrangeiros e permitiu que banqueiros e industriais do Centro-Sul grilasseme permitiu que banqueiros e industriais do Centro-Sul grilassem terras indígenas e de posseiros, que se transformaram emterras indígenas e de posseiros, que se transformaram em grandes latifundiários.grandes latifundiários. • Isso despertou reações que levaram à instituição das atividadesIsso despertou reações que levaram à instituição das atividades de jagunços à serviço dos fazendeiros.de jagunços à serviço dos fazendeiros.
  38. 38. • Na Amazônia, a ditadura militar vendeu terras para estrangeirosNa Amazônia, a ditadura militar vendeu terras para estrangeiros e permitiu que banqueiros e industriais do Centro-Sul grilasseme permitiu que banqueiros e industriais do Centro-Sul grilassem terras indígenas e de posseiros, que se transformaram emterras indígenas e de posseiros, que se transformaram em grandes latifundiários.grandes latifundiários. • Isso despertou reações que levaram à instituição das atividadesIsso despertou reações que levaram à instituição das atividades de jagunços à serviço dos fazendeiros.de jagunços à serviço dos fazendeiros. • Nas décadas de 1970 e 1980, o país viveu momentos de grande violência no campo.Nas décadas de 1970 e 1980, o país viveu momentos de grande violência no campo.
  39. 39. • Na Amazônia, a ditadura militar vendeu terras para estrangeirosNa Amazônia, a ditadura militar vendeu terras para estrangeiros e permitiu que banqueiros e industriais do Centro-Sul grilasseme permitiu que banqueiros e industriais do Centro-Sul grilassem terras indígenas e de posseiros, que se transformaram emterras indígenas e de posseiros, que se transformaram em grandes latifundiários.grandes latifundiários. • Isso despertou reações que levaram à instituição das atividadesIsso despertou reações que levaram à instituição das atividades de jagunços à serviço dos fazendeiros.de jagunços à serviço dos fazendeiros. • Nas décadas de 1970 e 1980, o país viveu momentos de grande violência no campo.Nas décadas de 1970 e 1980, o país viveu momentos de grande violência no campo. • A região do "Bico do Papagaio", na fronteira entre Pará, Maranhão e norte de Tocantins (naA região do "Bico do Papagaio", na fronteira entre Pará, Maranhão e norte de Tocantins (na época, ainda Goiás) foi a mais sangrenta do país.época, ainda Goiás) foi a mais sangrenta do país.
  40. 40. • Na Amazônia, a ditadura militar vendeu terras para estrangeirosNa Amazônia, a ditadura militar vendeu terras para estrangeiros e permitiu que banqueiros e industriais do Centro-Sul grilasseme permitiu que banqueiros e industriais do Centro-Sul grilassem terras indígenas e de posseiros, que se transformaram emterras indígenas e de posseiros, que se transformaram em grandes latifundiários.grandes latifundiários. • Isso despertou reações que levaram à instituição das atividadesIsso despertou reações que levaram à instituição das atividades de jagunços à serviço dos fazendeiros.de jagunços à serviço dos fazendeiros. • Nas décadas de 1970 e 1980, o país viveu momentos de grande violência no campo.Nas décadas de 1970 e 1980, o país viveu momentos de grande violência no campo. • A região do "Bico do Papagaio", na fronteira entre Pará, Maranhão e norte de Tocantins (naA região do "Bico do Papagaio", na fronteira entre Pará, Maranhão e norte de Tocantins (na época, ainda Goiás) foi a mais sangrenta do país.época, ainda Goiás) foi a mais sangrenta do país. • Alí se concentrava grande parte dos projetos agropecuários da SUDAM.Alí se concentrava grande parte dos projetos agropecuários da SUDAM.
  41. 41. • Na Amazônia, a ditadura militar vendeu terras para estrangeirosNa Amazônia, a ditadura militar vendeu terras para estrangeiros e permitiu que banqueiros e industriais do Centro-Sul grilasseme permitiu que banqueiros e industriais do Centro-Sul grilassem terras indígenas e de posseiros, que se transformaram emterras indígenas e de posseiros, que se transformaram em grandes latifundiários.grandes latifundiários. • Isso despertou reações que levaram à instituição das atividadesIsso despertou reações que levaram à instituição das atividades de jagunços à serviço dos fazendeiros.de jagunços à serviço dos fazendeiros. • Nas décadas de 1970 e 1980, o país viveu momentos de grande violência no campo.Nas décadas de 1970 e 1980, o país viveu momentos de grande violência no campo. • A região do "Bico do Papagaio", na fronteira entre Pará, Maranhão e norte de Tocantins (naA região do "Bico do Papagaio", na fronteira entre Pará, Maranhão e norte de Tocantins (na época, ainda Goiás) foi a mais sangrenta do país.época, ainda Goiás) foi a mais sangrenta do país. • Alí se concentrava grande parte dos projetos agropecuários da SUDAM.Alí se concentrava grande parte dos projetos agropecuários da SUDAM. • Em 1984 surge o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), e no anoEm 1984 surge o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), e no ano seguinte, a organização dos fazendeiros UDR (União Democrática Ruralista).seguinte, a organização dos fazendeiros UDR (União Democrática Ruralista).
  42. 42. • Na Amazônia, a ditadura militar vendeu terras para estrangeirosNa Amazônia, a ditadura militar vendeu terras para estrangeiros e permitiu que banqueiros e industriais do Centro-Sul grilasseme permitiu que banqueiros e industriais do Centro-Sul grilassem terras indígenas e de posseiros, que se transformaram emterras indígenas e de posseiros, que se transformaram em grandes latifundiários.grandes latifundiários. • Isso despertou reações que levaram à instituição das atividadesIsso despertou reações que levaram à instituição das atividades de jagunços à serviço dos fazendeiros.de jagunços à serviço dos fazendeiros. • Nas décadas de 1970 e 1980, o país viveu momentos de grande violência no campo.Nas décadas de 1970 e 1980, o país viveu momentos de grande violência no campo. • A região do "Bico do Papagaio", na fronteira entre Pará, Maranhão e norte de Tocantins (naA região do "Bico do Papagaio", na fronteira entre Pará, Maranhão e norte de Tocantins (na época, ainda Goiás) foi a mais sangrenta do país.época, ainda Goiás) foi a mais sangrenta do país. • Alí se concentrava grande parte dos projetos agropecuários da SUDAM.Alí se concentrava grande parte dos projetos agropecuários da SUDAM. • Em 1984 surge o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), e no anoEm 1984 surge o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), e no ano seguinte, a organização dos fazendeiros UDR (União Democrática Ruralista).seguinte, a organização dos fazendeiros UDR (União Democrática Ruralista). • As duas organizações travam conflitos ainda hoje no meio rural brasileiro.As duas organizações travam conflitos ainda hoje no meio rural brasileiro.
  43. 43. • A ditadura militar promoveu também a expansão das fronteirasA ditadura militar promoveu também a expansão das fronteiras agrícolas, incentivando a monocultura de exportação.agrícolas, incentivando a monocultura de exportação.
  44. 44. • A ditadura militar promoveu também a expansão das fronteirasA ditadura militar promoveu também a expansão das fronteiras agrícolas, incentivando a monocultura de exportação.agrícolas, incentivando a monocultura de exportação. • Porém, os EUA elevaram a taxa de juros no mercadoPorém, os EUA elevaram a taxa de juros no mercado internacional, e os investimentos em países subdesenvolvidosinternacional, e os investimentos em países subdesenvolvidos diminuíram.diminuíram.
  45. 45. • A ditadura militar promoveu também a expansão das fronteirasA ditadura militar promoveu também a expansão das fronteiras agrícolas, incentivando a monocultura de exportação.agrícolas, incentivando a monocultura de exportação. • Porém, os EUA elevaram a taxa de juros no mercadoPorém, os EUA elevaram a taxa de juros no mercado internacional, e os investimentos em países subdesenvolvidosinternacional, e os investimentos em países subdesenvolvidos diminuíram.diminuíram. • Sobreveio, finalmente, a crise do petróleo de 1973, selando o término desse período deSobreveio, finalmente, a crise do petróleo de 1973, selando o término desse período de crescimento do setor produtivo da economia brasileira.crescimento do setor produtivo da economia brasileira.
  46. 46. • A ditadura militar promoveu também a expansão das fronteirasA ditadura militar promoveu também a expansão das fronteiras agrícolas, incentivando a monocultura de exportação.agrícolas, incentivando a monocultura de exportação. • Porém, os EUA elevaram a taxa de juros no mercadoPorém, os EUA elevaram a taxa de juros no mercado internacional, e os investimentos em países subdesenvolvidosinternacional, e os investimentos em países subdesenvolvidos diminuíram.diminuíram. • Sobreveio, finalmente, a crise do petróleo de 1973, selando o término desse período deSobreveio, finalmente, a crise do petróleo de 1973, selando o término desse período de crescimento do setor produtivo da economia brasileira.crescimento do setor produtivo da economia brasileira. • Após um conflito entre Israel e países árabes (Guerra do Yom Kippur), a OPEPApós um conflito entre Israel e países árabes (Guerra do Yom Kippur), a OPEP (Organização de Países Exportadores de Petróleo), formada em sua maioria por nações(Organização de Países Exportadores de Petróleo), formada em sua maioria por nações árabes, decidiram aumentar o preço do barril de petróleo, causando uma crise deárabes, decidiram aumentar o preço do barril de petróleo, causando uma crise de abastecimento nos países ocidentais, incluindo o Brasil.abastecimento nos países ocidentais, incluindo o Brasil.
  47. 47. • Em virtude da crise do petróleo de 1973, a ditadura militarEm virtude da crise do petróleo de 1973, a ditadura militar passou a incentivar a produção do álcool combustível parapassou a incentivar a produção do álcool combustível para substituir em parte a gasolina e minimizar a dependênciasubstituir em parte a gasolina e minimizar a dependência do petróleo estrangeiro.do petróleo estrangeiro.
  48. 48. • Em virtude da crise do petróleo de 1973, a ditadura militarEm virtude da crise do petróleo de 1973, a ditadura militar passou a incentivar a produção do álcool combustível parapassou a incentivar a produção do álcool combustível para substituir em parte a gasolina e minimizar a dependênciasubstituir em parte a gasolina e minimizar a dependência do petróleo estrangeiro.do petróleo estrangeiro. • Criou-se, então, o programa Pró-álcool.Criou-se, então, o programa Pró-álcool.
  49. 49. • Em virtude da crise do petróleo de 1973, a ditadura militarEm virtude da crise do petróleo de 1973, a ditadura militar passou a incentivar a produção do álcool combustível parapassou a incentivar a produção do álcool combustível para substituir em parte a gasolina e minimizar a dependênciasubstituir em parte a gasolina e minimizar a dependência do petróleo estrangeiro.do petróleo estrangeiro. • Criou-se, então, o programa Pró-álcool.Criou-se, então, o programa Pró-álcool. • O caráter urgente da implementação do programa contava com algumas vantagens, comoO caráter urgente da implementação do programa contava com algumas vantagens, como a existência de áreas produtoras de cana-de-açúcar e usinas de álcool e açúcar ema existência de áreas produtoras de cana-de-açúcar e usinas de álcool e açúcar em funcionamento.funcionamento.
  50. 50. • Em virtude da crise do petróleo de 1973, a ditadura militarEm virtude da crise do petróleo de 1973, a ditadura militar passou a incentivar a produção do álcool combustível parapassou a incentivar a produção do álcool combustível para substituir em parte a gasolina e minimizar a dependênciasubstituir em parte a gasolina e minimizar a dependência do petróleo estrangeiro.do petróleo estrangeiro. • Criou-se, então, o programa Pró-álcool.Criou-se, então, o programa Pró-álcool. • O caráter urgente da implementação do programa contava com algumas vantagens, comoO caráter urgente da implementação do programa contava com algumas vantagens, como a existência de áreas produtoras de cana-de-açúcar e usinas de álcool e açúcar ema existência de áreas produtoras de cana-de-açúcar e usinas de álcool e açúcar em funcionamento.funcionamento. • O governo economizaria, pois não precisaria iniciar o processo do nada.O governo economizaria, pois não precisaria iniciar o processo do nada.
  51. 51. • Em virtude da crise do petróleo de 1973, a ditadura militarEm virtude da crise do petróleo de 1973, a ditadura militar passou a incentivar a produção do álcool combustível parapassou a incentivar a produção do álcool combustível para substituir em parte a gasolina e minimizar a dependênciasubstituir em parte a gasolina e minimizar a dependência do petróleo estrangeiro.do petróleo estrangeiro. • Criou-se, então, o programa Pró-álcool.Criou-se, então, o programa Pró-álcool. • O caráter urgente da implementação do programa contava com algumas vantagens, comoO caráter urgente da implementação do programa contava com algumas vantagens, como a existência de áreas produtoras de cana-de-açúcar e usinas de álcool e açúcar ema existência de áreas produtoras de cana-de-açúcar e usinas de álcool e açúcar em funcionamento.funcionamento. • O governo economizaria, pois não precisaria iniciar o processo do nada.O governo economizaria, pois não precisaria iniciar o processo do nada. • Na década de 1970, a cultura da cana-de-açúcar no Brasil passava por dificuldades: asNa década de 1970, a cultura da cana-de-açúcar no Brasil passava por dificuldades: as usinas de açúcar e álcool não conseguiam bons preços no mercado internacional.usinas de açúcar e álcool não conseguiam bons preços no mercado internacional.
  52. 52. • Em virtude da crise do petróleo de 1973, a ditadura militarEm virtude da crise do petróleo de 1973, a ditadura militar passou a incentivar a produção do álcool combustível parapassou a incentivar a produção do álcool combustível para substituir em parte a gasolina e minimizar a dependênciasubstituir em parte a gasolina e minimizar a dependência do petróleo estrangeiro.do petróleo estrangeiro. • Criou-se, então, o programa Pró-álcool.Criou-se, então, o programa Pró-álcool. • O caráter urgente da implementação do programa contava com algumas vantagens, comoO caráter urgente da implementação do programa contava com algumas vantagens, como a existência de áreas produtoras de cana-de-açúcar e usinas de álcool e açúcar ema existência de áreas produtoras de cana-de-açúcar e usinas de álcool e açúcar em funcionamento.funcionamento. • O governo economizaria, pois não precisaria iniciar o processo do nada.O governo economizaria, pois não precisaria iniciar o processo do nada. • Na década de 1970, a cultura da cana-de-açúcar no Brasil passava por dificuldades: asNa década de 1970, a cultura da cana-de-açúcar no Brasil passava por dificuldades: as usinas de açúcar e álcool não conseguiam bons preços no mercado internacional.usinas de açúcar e álcool não conseguiam bons preços no mercado internacional. • Implementado o pró-álcool, essas zonas de cultivo receberam um grande impulsoImplementado o pró-álcool, essas zonas de cultivo receberam um grande impulso econômico, o que promoveu a elevação da produção e do consumo de álcool combustíveleconômico, o que promoveu a elevação da produção e do consumo de álcool combustível no país.no país.
  53. 53. • No estado de São Paulo, destacou-se a região de Ribeirão Preto e Sertãozinho.No estado de São Paulo, destacou-se a região de Ribeirão Preto e Sertãozinho. Consumo de álcool combustível no BrasilConsumo de álcool combustível no Brasil 19751975 1%1% 19901990 44%44%
  54. 54. • No estado de São Paulo, destacou-se a região de Ribeirão Preto e Sertãozinho.No estado de São Paulo, destacou-se a região de Ribeirão Preto e Sertãozinho. • No estado do Rio de Janeiro, a região de Campos dos Goytacazes, no norte fluminenseNo estado do Rio de Janeiro, a região de Campos dos Goytacazes, no norte fluminense Consumo de álcool combustível no BrasilConsumo de álcool combustível no Brasil 19751975 1%1% 19901990 44%44%
  55. 55. • No estado de São Paulo, destacou-se a região de Ribeirão Preto e Sertãozinho.No estado de São Paulo, destacou-se a região de Ribeirão Preto e Sertãozinho. • No estado do Rio de Janeiro, a região de Campos dos Goytacazes, no norte fluminenseNo estado do Rio de Janeiro, a região de Campos dos Goytacazes, no norte fluminense • No Nordeste, o destaque fica para a Zona da Mata, a poucas dezenas de quilômetros doNo Nordeste, o destaque fica para a Zona da Mata, a poucas dezenas de quilômetros do litoral dos estados da Paraíba, Pernambuco, e Alagoas. Tradicional região produtora delitoral dos estados da Paraíba, Pernambuco, e Alagoas. Tradicional região produtora de cana-de-açúcar.cana-de-açúcar. Consumo de álcool combustível no BrasilConsumo de álcool combustível no Brasil 19751975 1%1% 19901990 44%44%
  56. 56. • Os anos finais da década de 1970 foram marcadosOs anos finais da década de 1970 foram marcados pela recessão econômica.pela recessão econômica.
  57. 57. • Os anos finais da década de 1970 foram marcadosOs anos finais da década de 1970 foram marcados pela recessão econômica.pela recessão econômica. • Procurando aquecer a economia, a ditadura militar lançou oProcurando aquecer a economia, a ditadura militar lançou o lema "exportar é o que importa", numa tentativa de incentivarlema "exportar é o que importa", numa tentativa de incentivar a produção industrial e promover a entrada de dólares viaa produção industrial e promover a entrada de dólares via setor produtivo.setor produtivo.
  58. 58. • Os anos finais da década de 1970 foram marcadosOs anos finais da década de 1970 foram marcados pela recessão econômica.pela recessão econômica. • Procurando aquecer a economia, a ditadura militar lançou oProcurando aquecer a economia, a ditadura militar lançou o lema "exportar é o que importa", numa tentativa de incentivarlema "exportar é o que importa", numa tentativa de incentivar a produção industrial e promover a entrada de dólares viaa produção industrial e promover a entrada de dólares via setor produtivo.setor produtivo. • Mas, como não havia investimento em tecnologia, os produtos nacionais tinham poucaMas, como não havia investimento em tecnologia, os produtos nacionais tinham pouca aceitação no mercado internacional.aceitação no mercado internacional.
  59. 59. • Os anos finais da década de 1970 foram marcadosOs anos finais da década de 1970 foram marcados pela recessão econômica.pela recessão econômica. • Procurando aquecer a economia, a ditadura militar lançou oProcurando aquecer a economia, a ditadura militar lançou o lema "exportar é o que importa", numa tentativa de incentivarlema "exportar é o que importa", numa tentativa de incentivar a produção industrial e promover a entrada de dólares viaa produção industrial e promover a entrada de dólares via setor produtivo.setor produtivo. • Mas, como não havia investimento em tecnologia, os produtos nacionais tinham poucaMas, como não havia investimento em tecnologia, os produtos nacionais tinham pouca aceitação no mercado internacional.aceitação no mercado internacional. • Para conseguir exportar nessas condições, o governo desviou o dinheiro endereçado aosPara conseguir exportar nessas condições, o governo desviou o dinheiro endereçado aos setores sociais e com ele subsidiou a exportação com preços baixos, tentava ganharsetores sociais e com ele subsidiou a exportação com preços baixos, tentava ganhar mercado.mercado.
  60. 60. • Os anos finais da década de 1970 foram marcadosOs anos finais da década de 1970 foram marcados pela recessão econômica.pela recessão econômica. • Procurando aquecer a economia, a ditadura militar lançou oProcurando aquecer a economia, a ditadura militar lançou o lema "exportar é o que importa", numa tentativa de incentivarlema "exportar é o que importa", numa tentativa de incentivar a produção industrial e promover a entrada de dólares viaa produção industrial e promover a entrada de dólares via setor produtivo.setor produtivo. • Mas, como não havia investimento em tecnologia, os produtos nacionais tinham poucaMas, como não havia investimento em tecnologia, os produtos nacionais tinham pouca aceitação no mercado internacional.aceitação no mercado internacional. • Para conseguir exportar nessas condições, o governo desviou o dinheiro endereçado aosPara conseguir exportar nessas condições, o governo desviou o dinheiro endereçado aos setores sociais e com ele subsidiou a exportação com preços baixos, tentava ganharsetores sociais e com ele subsidiou a exportação com preços baixos, tentava ganhar mercado.mercado. • Os resultados disso foram, mais uma vez, o arrocho salarial, o descaso com as políticasOs resultados disso foram, mais uma vez, o arrocho salarial, o descaso com as políticas ambientais, a desvalorização do câmbio.ambientais, a desvalorização do câmbio.
  61. 61. • Os anos finais da década de 1970 foram marcadosOs anos finais da década de 1970 foram marcados pela recessão econômica.pela recessão econômica. • Procurando aquecer a economia, a ditadura militar lançou oProcurando aquecer a economia, a ditadura militar lançou o lema "exportar é o que importa", numa tentativa de incentivarlema "exportar é o que importa", numa tentativa de incentivar a produção industrial e promover a entrada de dólares viaa produção industrial e promover a entrada de dólares via setor produtivo.setor produtivo. • Mas, como não havia investimento em tecnologia, os produtos nacionais tinham poucaMas, como não havia investimento em tecnologia, os produtos nacionais tinham pouca aceitação no mercado internacional.aceitação no mercado internacional. • Para conseguir exportar nessas condições, o governo desviou o dinheiro endereçado aosPara conseguir exportar nessas condições, o governo desviou o dinheiro endereçado aos setores sociais e com ele subsidiou a exportação com preços baixos, tentava ganharsetores sociais e com ele subsidiou a exportação com preços baixos, tentava ganhar mercado.mercado. • Os resultados disso foram, mais uma vez, o arrocho salarial, o descaso com as políticasOs resultados disso foram, mais uma vez, o arrocho salarial, o descaso com as políticas ambientais, a desvalorização do câmbio.ambientais, a desvalorização do câmbio. • Aumentaram os encargos sobre as importações e isso ocasionou o sucateamento daAumentaram os encargos sobre as importações e isso ocasionou o sucateamento da indústria nacional, que não conseguia se equipar nem, consequentemente, competir noindústria nacional, que não conseguia se equipar nem, consequentemente, competir no mercado internacional.mercado internacional.
  62. 62. • Frente a tamanha recessão, levantaram-se fortes organizaçõesFrente a tamanha recessão, levantaram-se fortes organizações sindicais no principal centro produtivo nacional.sindicais no principal centro produtivo nacional.
  63. 63. • Frente a tamanha recessão, levantaram-se fortes organizaçõesFrente a tamanha recessão, levantaram-se fortes organizações sindicais no principal centro produtivo nacional.sindicais no principal centro produtivo nacional. • O sindicato dos metalúrgicos do ABC Paulista (Santo André,O sindicato dos metalúrgicos do ABC Paulista (Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul) promoveu grevesSão Bernardo do Campo e São Caetano do Sul) promoveu greves apoiadas por vários setores progressistas, intelectuais e políticos.apoiadas por vários setores progressistas, intelectuais e políticos.
  64. 64. • Frente a tamanha recessão, levantaram-se fortes organizaçõesFrente a tamanha recessão, levantaram-se fortes organizações sindicais no principal centro produtivo nacional.sindicais no principal centro produtivo nacional. • O sindicato dos metalúrgicos do ABC Paulista (Santo André,O sindicato dos metalúrgicos do ABC Paulista (Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul) promoveu grevesSão Bernardo do Campo e São Caetano do Sul) promoveu greves apoiadas por vários setores progressistas, intelectuais e políticos.apoiadas por vários setores progressistas, intelectuais e políticos. • Entre os apoiadores do movimento estava o sociólogo Fernando Henrique Cardoso, queEntre os apoiadores do movimento estava o sociólogo Fernando Henrique Cardoso, que mais tarde governaria o Brasil por 8 anos (1995-2002).mais tarde governaria o Brasil por 8 anos (1995-2002).
  65. 65. • Frente a tamanha recessão, levantaram-se fortes organizaçõesFrente a tamanha recessão, levantaram-se fortes organizações sindicais no principal centro produtivo nacional.sindicais no principal centro produtivo nacional. • O sindicato dos metalúrgicos do ABC Paulista (Santo André,O sindicato dos metalúrgicos do ABC Paulista (Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul) promoveu grevesSão Bernardo do Campo e São Caetano do Sul) promoveu greves apoiadas por vários setores progressistas, intelectuais e políticos.apoiadas por vários setores progressistas, intelectuais e políticos. • Entre os apoiadores do movimento estava o sociólogo Fernando Henrique Cardoso, queEntre os apoiadores do movimento estava o sociólogo Fernando Henrique Cardoso, que mais tarde governaria o Brasil por 8 anos (1995-2002).mais tarde governaria o Brasil por 8 anos (1995-2002). • Em 1979, após liderar as greves a partir do sindicados dos metalúrgicos do ABC,Em 1979, após liderar as greves a partir do sindicados dos metalúrgicos do ABC, despontou um dos maiores líderes do país, Luiz Inácio Lula da Silva, que mais tarde tambémdespontou um dos maiores líderes do país, Luiz Inácio Lula da Silva, que mais tarde também governaria o país por 8 anos (2003-2010).governaria o país por 8 anos (2003-2010).
  66. 66. • Frente a tamanha recessão, levantaram-se fortes organizaçõesFrente a tamanha recessão, levantaram-se fortes organizações sindicais no principal centro produtivo nacional.sindicais no principal centro produtivo nacional. • O sindicato dos metalúrgicos do ABC Paulista (Santo André,O sindicato dos metalúrgicos do ABC Paulista (Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul) promoveu grevesSão Bernardo do Campo e São Caetano do Sul) promoveu greves apoiadas por vários setores progressistas, intelectuais e políticos.apoiadas por vários setores progressistas, intelectuais e políticos. • Entre os apoiadores do movimento estava o sociólogo Fernando Henrique Cardoso, queEntre os apoiadores do movimento estava o sociólogo Fernando Henrique Cardoso, que mais tarde governaria o Brasil por 8 anos (1995-2002).mais tarde governaria o Brasil por 8 anos (1995-2002). • Em 1979, após liderar as greves a partir do sindicados dos metalúrgicos do ABC,Em 1979, após liderar as greves a partir do sindicados dos metalúrgicos do ABC, despontou um dos maiores líderes do país, Luiz Inácio Lula da Silva, que mais tarde tambémdespontou um dos maiores líderes do país, Luiz Inácio Lula da Silva, que mais tarde também governaria o país por 8 anos (2003-2010).governaria o país por 8 anos (2003-2010). • Ainda em 1979, a 2ª crise do petróleo agravou a situação e o Brasil adentrou os anos 1980Ainda em 1979, a 2ª crise do petróleo agravou a situação e o Brasil adentrou os anos 1980 com índices inflacionários galopantes, chegando em meados da década a 70% mensais.com índices inflacionários galopantes, chegando em meados da década a 70% mensais.
  67. 67. • Frente a tamanha recessão, levantaram-se fortes organizaçõesFrente a tamanha recessão, levantaram-se fortes organizações sindicais no principal centro produtivo nacional.sindicais no principal centro produtivo nacional. • O sindicato dos metalúrgicos do ABC Paulista (Santo André,O sindicato dos metalúrgicos do ABC Paulista (Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul) promoveu grevesSão Bernardo do Campo e São Caetano do Sul) promoveu greves apoiadas por vários setores progressistas, intelectuais e políticos.apoiadas por vários setores progressistas, intelectuais e políticos. • Entre os apoiadores do movimento estava o sociólogo Fernando Henrique Cardoso, queEntre os apoiadores do movimento estava o sociólogo Fernando Henrique Cardoso, que mais tarde governaria o Brasil por 8 anos (1995-2002).mais tarde governaria o Brasil por 8 anos (1995-2002). • Em 1979, após liderar as greves a partir do sindicados dos metalúrgicos do ABC,Em 1979, após liderar as greves a partir do sindicados dos metalúrgicos do ABC, despontou um dos maiores líderes do país, Luiz Inácio Lula da Silva, que mais tarde tambémdespontou um dos maiores líderes do país, Luiz Inácio Lula da Silva, que mais tarde também governaria o país por 8 anos (2003-2010).governaria o país por 8 anos (2003-2010). • Ainda em 1979, a 2ª crise do petróleo agravou a situação e o Brasil adentrou os anos 1980Ainda em 1979, a 2ª crise do petróleo agravou a situação e o Brasil adentrou os anos 1980 com índices inflacionários galopantes, chegando em meados da década a 70% mensais.com índices inflacionários galopantes, chegando em meados da década a 70% mensais. • A década de 1980 no Brasil é economicamente apelidada como "a década perdida".A década de 1980 no Brasil é economicamente apelidada como "a década perdida".
  68. 68. • A ditadura militar procurou, então, aumentar desesperadamenteA ditadura militar procurou, então, aumentar desesperadamente o PIB: subsidiou empresas e estatizou outras, em todos os setores,o PIB: subsidiou empresas e estatizou outras, em todos os setores, por todo o território nacional.por todo o território nacional.
  69. 69. • A ditadura militar procurou, então, aumentar desesperadamenteA ditadura militar procurou, então, aumentar desesperadamente o PIB: subsidiou empresas e estatizou outras, em todos os setores,o PIB: subsidiou empresas e estatizou outras, em todos os setores, por todo o território nacional.por todo o território nacional. • Todavia, não conseguiu controlar as empresas estatizadas, jáTodavia, não conseguiu controlar as empresas estatizadas, já que a economia privada acabava por manejar as ações dasque a economia privada acabava por manejar as ações das estatais dada a cumplicidade de seus diretores com as grandesestatais dada a cumplicidade de seus diretores com as grandes corporações.corporações.
  70. 70. • A ditadura militar procurou, então, aumentar desesperadamenteA ditadura militar procurou, então, aumentar desesperadamente o PIB: subsidiou empresas e estatizou outras, em todos os setores,o PIB: subsidiou empresas e estatizou outras, em todos os setores, por todo o território nacional.por todo o território nacional. • Todavia, não conseguiu controlar as empresas estatizadas, jáTodavia, não conseguiu controlar as empresas estatizadas, já que a economia privada acabava por manejar as ações dasque a economia privada acabava por manejar as ações das estatais dada a cumplicidade de seus diretores com as grandesestatais dada a cumplicidade de seus diretores com as grandes corporações.corporações. • A década de 1980 foi marcada por grande recessão e pela crise da política do EstadoA década de 1980 foi marcada por grande recessão e pela crise da política do Estado desenvolvimentista.desenvolvimentista.
  71. 71. • A ditadura militar procurou, então, aumentar desesperadamenteA ditadura militar procurou, então, aumentar desesperadamente o PIB: subsidiou empresas e estatizou outras, em todos os setores,o PIB: subsidiou empresas e estatizou outras, em todos os setores, por todo o território nacional.por todo o território nacional. • Todavia, não conseguiu controlar as empresas estatizadas, jáTodavia, não conseguiu controlar as empresas estatizadas, já que a economia privada acabava por manejar as ações dasque a economia privada acabava por manejar as ações das estatais dada a cumplicidade de seus diretores com as grandesestatais dada a cumplicidade de seus diretores com as grandes corporações.corporações. • A década de 1980 foi marcada por grande recessão e pela crise da política do EstadoA década de 1980 foi marcada por grande recessão e pela crise da política do Estado desenvolvimentista.desenvolvimentista. • A abertura democrática, em 1985, e a nova Constituição Federal de 1988 permitiram ao paísA abertura democrática, em 1985, e a nova Constituição Federal de 1988 permitiram ao país efetivar novas políticas econômicas.efetivar novas políticas econômicas.
  72. 72. • A ditadura militar procurou, então, aumentar desesperadamenteA ditadura militar procurou, então, aumentar desesperadamente o PIB: subsidiou empresas e estatizou outras, em todos os setores,o PIB: subsidiou empresas e estatizou outras, em todos os setores, por todo o território nacional.por todo o território nacional. • Todavia, não conseguiu controlar as empresas estatizadas, jáTodavia, não conseguiu controlar as empresas estatizadas, já que a economia privada acabava por manejar as ações dasque a economia privada acabava por manejar as ações das estatais dada a cumplicidade de seus diretores com as grandesestatais dada a cumplicidade de seus diretores com as grandes corporações.corporações. • A década de 1980 foi marcada por grande recessão e pela crise da política do EstadoA década de 1980 foi marcada por grande recessão e pela crise da política do Estado desenvolvimentista.desenvolvimentista. • A abertura democrática, em 1985, e a nova Constituição Federal de 1988 permitiram ao paísA abertura democrática, em 1985, e a nova Constituição Federal de 1988 permitiram ao país efetivar novas políticas econômicas.efetivar novas políticas econômicas. • Com a eleição de Fernando Collor de Mello em 1989, promoveu-se no país uma políticaCom a eleição de Fernando Collor de Mello em 1989, promoveu-se no país uma política voltada para as privatizações das empresas estatais, ou seja, a abetura do territóriovoltada para as privatizações das empresas estatais, ou seja, a abetura do território brasileiro à globalização econômica.brasileiro à globalização econômica.
  73. 73. • A ditadura militar procurou, então, aumentar desesperadamenteA ditadura militar procurou, então, aumentar desesperadamente o PIB: subsidiou empresas e estatizou outras, em todos os setores,o PIB: subsidiou empresas e estatizou outras, em todos os setores, por todo o território nacional.por todo o território nacional. • Todavia, não conseguiu controlar as empresas estatizadas, jáTodavia, não conseguiu controlar as empresas estatizadas, já que a economia privada acabava por manejar as ações dasque a economia privada acabava por manejar as ações das estatais dada a cumplicidade de seus diretores com as grandesestatais dada a cumplicidade de seus diretores com as grandes corporações.corporações. • A década de 1980 foi marcada por grande recessão e pela crise da política do EstadoA década de 1980 foi marcada por grande recessão e pela crise da política do Estado desenvolvimentista.desenvolvimentista. • A abertura democrática, em 1985, e a nova Constituição Federal de 1988 permitiram ao paísA abertura democrática, em 1985, e a nova Constituição Federal de 1988 permitiram ao país efetivar novas políticas econômicas.efetivar novas políticas econômicas. • Com a eleição de Fernando Collor de Mello em 1989, promoveu-se no país uma políticaCom a eleição de Fernando Collor de Mello em 1989, promoveu-se no país uma política voltada para as privatizações das empresas estatais, ou seja, a abetura do territóriovoltada para as privatizações das empresas estatais, ou seja, a abetura do território brasileiro à globalização econômica.brasileiro à globalização econômica. • O Brasil passou a transferir para a iniciativa privada a responsabilidade de construir eO Brasil passou a transferir para a iniciativa privada a responsabilidade de construir e comandar, no território, todo o seu conteúdo técnico.comandar, no território, todo o seu conteúdo técnico.
  74. 74. • Entre os anos 1990 e 1992, houve queda no setor produtivoEntre os anos 1990 e 1992, houve queda no setor produtivo em razão, entre outros motivos, da fase de reestruturaçãoem razão, entre outros motivos, da fase de reestruturação econômico que o país atravessava.econômico que o país atravessava.
  75. 75. • Entre os anos 1990 e 1992, houve queda no setor produtivoEntre os anos 1990 e 1992, houve queda no setor produtivo em razão, entre outros motivos, da fase de reestruturaçãoem razão, entre outros motivos, da fase de reestruturação econômico que o país atravessava.econômico que o país atravessava. • Os novos investimentos mais uma vez se concentraram noOs novos investimentos mais uma vez se concentraram no Sudeste, que, por concentrar a maior parte desse conteúdoSudeste, que, por concentrar a maior parte desse conteúdo técnico territorial, apresentava menos risco aos investidorestécnico territorial, apresentava menos risco aos investidores do que as regiões com menor conteúdo técnico, nas quais os gastos com a construção dosdo que as regiões com menor conteúdo técnico, nas quais os gastos com a construção dos fixos territoriais (estradas, ferrovias, portos, hidrelétricas, aeroportos, etc) seriam altos, efixos territoriais (estradas, ferrovias, portos, hidrelétricas, aeroportos, etc) seriam altos, e sua conclusão demorada.sua conclusão demorada.
  76. 76. • Quanto aos seus aspectos técnicos e econômicos, as indústrias são classificadas em:Quanto aos seus aspectos técnicos e econômicos, as indústrias são classificadas em:
  77. 77. • Quanto aos seus aspectos técnicos e econômicos, as indústrias são classificadas em:Quanto aos seus aspectos técnicos e econômicos, as indústrias são classificadas em: A) Indústrias extrativistas e de beneficiamento, como as de extração mineralA) Indústrias extrativistas e de beneficiamento, como as de extração mineral
  78. 78. • Quanto aos seus aspectos técnicos e econômicos, as indústrias são classificadas em:Quanto aos seus aspectos técnicos e econômicos, as indústrias são classificadas em: A) Indústrias extrativistas e de beneficiamento, como as de extração mineralA) Indústrias extrativistas e de beneficiamento, como as de extração mineral B) Indústrias de transformação que, com o uso de tecnologias, alteram as propriedades dosB) Indústrias de transformação que, com o uso de tecnologias, alteram as propriedades dos produtosprodutos
  79. 79. • Quanto aos seus aspectos técnicos e econômicos, as indústrias são classificadas em:Quanto aos seus aspectos técnicos e econômicos, as indústrias são classificadas em: A) Indústrias extrativistas e de beneficiamento, como as de extração mineralA) Indústrias extrativistas e de beneficiamento, como as de extração mineral B) Indústrias de transformação que, com o uso de tecnologias, alteram as propriedades dosB) Indústrias de transformação que, com o uso de tecnologias, alteram as propriedades dos produtosprodutos - Indústrias de bens de produção de uso único (matérias-primas) ou de uso permanente- Indústrias de bens de produção de uso único (matérias-primas) ou de uso permanente (máquinas e equipamentos)(máquinas e equipamentos)
  80. 80. • Quanto aos seus aspectos técnicos e econômicos, as indústrias são classificadas em:Quanto aos seus aspectos técnicos e econômicos, as indústrias são classificadas em: A) Indústrias extrativistas e de beneficiamento, como as de extração mineralA) Indústrias extrativistas e de beneficiamento, como as de extração mineral B) Indústrias de transformação que, com o uso de tecnologias, alteram as propriedades dosB) Indústrias de transformação que, com o uso de tecnologias, alteram as propriedades dos produtosprodutos - Indústrias de bens de produção de uso único (matérias-primas) ou de uso permanente- Indústrias de bens de produção de uso único (matérias-primas) ou de uso permanente (máquinas e equipamentos)(máquinas e equipamentos) - Indústrias de bens de consumo não-duráveis, de consumo imediato, como alimentos,- Indústrias de bens de consumo não-duráveis, de consumo imediato, como alimentos, roupas, remédios, etcroupas, remédios, etc
  81. 81. • Quanto aos seus aspectos técnicos e econômicos, as indústrias são classificadas em:Quanto aos seus aspectos técnicos e econômicos, as indústrias são classificadas em: A) Indústrias extrativistas e de beneficiamento, como as de extração mineralA) Indústrias extrativistas e de beneficiamento, como as de extração mineral B) Indústrias de transformação que, com o uso de tecnologias, alteram as propriedades dosB) Indústrias de transformação que, com o uso de tecnologias, alteram as propriedades dos produtosprodutos - Indústrias de bens de produção de uso único (matérias-primas) ou de uso permanente- Indústrias de bens de produção de uso único (matérias-primas) ou de uso permanente (máquinas e equipamentos)(máquinas e equipamentos) - Indústrias de bens de consumo não-duráveis, de consumo imediato, como alimentos,- Indústrias de bens de consumo não-duráveis, de consumo imediato, como alimentos, roupas, remédios, etcroupas, remédios, etc - Indústrias de bens de consumo de uso durável, como eletrodomésticos e automóveis.- Indústrias de bens de consumo de uso durável, como eletrodomésticos e automóveis.
  82. 82. • Quanto aos seus aspectos técnicos e econômicos, as indústrias são classificadas em:Quanto aos seus aspectos técnicos e econômicos, as indústrias são classificadas em: A) Indústrias extrativistas e de beneficiamento, como as de extração mineralA) Indústrias extrativistas e de beneficiamento, como as de extração mineral B) Indústrias de transformação que, com o uso de tecnologias, alteram as propriedades dosB) Indústrias de transformação que, com o uso de tecnologias, alteram as propriedades dos produtosprodutos - Indústrias de bens de produção de uso único (matérias-primas) ou de uso permanente- Indústrias de bens de produção de uso único (matérias-primas) ou de uso permanente (máquinas e equipamentos)(máquinas e equipamentos) - Indústrias de bens de consumo não-duráveis, de consumo imediato, como alimentos,- Indústrias de bens de consumo não-duráveis, de consumo imediato, como alimentos, roupas, remédios, etcroupas, remédios, etc - Indústrias de bens de consumo de uso durável, como eletrodomésticos e automóveis.- Indústrias de bens de consumo de uso durável, como eletrodomésticos e automóveis. C) Indústria da construçãoC) Indústria da construção
  83. 83. • De acordo com cada ramo, as indústrias escolhem localidades que facilitem a suaDe acordo com cada ramo, as indústrias escolhem localidades que facilitem a sua produção.produção.
  84. 84. • De acordo com cada ramo, as indústrias escolhem localidades que facilitem a suaDe acordo com cada ramo, as indústrias escolhem localidades que facilitem a sua produção.produção. • Os fatores locacionais, como proximidade da fonte de matérias-primas, da rede deOs fatores locacionais, como proximidade da fonte de matérias-primas, da rede de transporte e do centro de consumo foram fundamentais para a instalação das indústrias notransporte e do centro de consumo foram fundamentais para a instalação das indústrias no território brasileiro.território brasileiro.
  85. 85. • De acordo com cada ramo, as indústrias escolhem localidades que facilitem a suaDe acordo com cada ramo, as indústrias escolhem localidades que facilitem a sua produção.produção. • Os fatores locacionais, como proximidade da fonte de matérias-primas, da rede deOs fatores locacionais, como proximidade da fonte de matérias-primas, da rede de transporte e do centro de consumo foram fundamentais para a instalação das indústrias notransporte e do centro de consumo foram fundamentais para a instalação das indústrias no território brasileiro.território brasileiro. • Grandes empresas mineradoras, a maioria multinacionais, estabeleceram-se junto àsGrandes empresas mineradoras, a maioria multinacionais, estabeleceram-se junto às maiores jazidas minerais do Brasil.maiores jazidas minerais do Brasil.
  86. 86. • De acordo com cada ramo, as indústrias escolhem localidades que facilitem a suaDe acordo com cada ramo, as indústrias escolhem localidades que facilitem a sua produção.produção. • Os fatores locacionais, como proximidade da fonte de matérias-primas, da rede deOs fatores locacionais, como proximidade da fonte de matérias-primas, da rede de transporte e do centro de consumo foram fundamentais para a instalação das indústrias notransporte e do centro de consumo foram fundamentais para a instalação das indústrias no território brasileiro.território brasileiro. • Grandes empresas mineradoras, a maioria multinacionais, estabeleceram-se junto àsGrandes empresas mineradoras, a maioria multinacionais, estabeleceram-se junto às maiores jazidas minerais do Brasil.maiores jazidas minerais do Brasil. • Algumas delas:Algumas delas:
  87. 87. • De acordo com cada ramo, as indústrias escolhem localidades que facilitem a suaDe acordo com cada ramo, as indústrias escolhem localidades que facilitem a sua produção.produção. • Os fatores locacionais, como proximidade da fonte de matérias-primas, da rede deOs fatores locacionais, como proximidade da fonte de matérias-primas, da rede de transporte e do centro de consumo foram fundamentais para a instalação das indústrias notransporte e do centro de consumo foram fundamentais para a instalação das indústrias no território brasileiro.território brasileiro. • Grandes empresas mineradoras, a maioria multinacionais, estabeleceram-se junto àsGrandes empresas mineradoras, a maioria multinacionais, estabeleceram-se junto às maiores jazidas minerais do Brasil.maiores jazidas minerais do Brasil. • Algumas delas:Algumas delas: - Em Minas Gerais, a multinacional Alcan (Aluminium Canadian Corp.) extrai bauxita nas- Em Minas Gerais, a multinacional Alcan (Aluminium Canadian Corp.) extrai bauxita nas proximidades de Ouro Preto, e a Companhia Vale do Rio Doce (Vale), privatizada em 1997,proximidades de Ouro Preto, e a Companhia Vale do Rio Doce (Vale), privatizada em 1997, exporta a maior parte de sua produção extraída do Quadrilátero Ferrífero.exporta a maior parte de sua produção extraída do Quadrilátero Ferrífero.
  88. 88. - Em Minas Gerais, a multinacional Alcan (Aluminium Canadian Corp.) extrai bauxita nas- Em Minas Gerais, a multinacional Alcan (Aluminium Canadian Corp.) extrai bauxita nas proximidades de Ouro Preto, e a Companhia Vale do Rio Doce (Vale), privatizada em 1997,proximidades de Ouro Preto, e a Companhia Vale do Rio Doce (Vale), privatizada em 1997, exporta a maior parte de sua produção extraída do Quadrilátero Ferrífero.exporta a maior parte de sua produção extraída do Quadrilátero Ferrífero.
  89. 89. - No Amapá, na Serra do Navio, a ICOMI (associação entre a multinacional Bethlehem Steel- No Amapá, na Serra do Navio, a ICOMI (associação entre a multinacional Bethlehem Steel e o grupo brasileiro Antunes) detém o controle de 30% da produção nacional de manganês ee o grupo brasileiro Antunes) detém o controle de 30% da produção nacional de manganês e de toda a reserva do mesmo minério no Mato Grosso (Maciço do Urucum)de toda a reserva do mesmo minério no Mato Grosso (Maciço do Urucum)
  90. 90. - No Amapá, na Serra do Navio, a ICOMI (associação entre a multinacional Bethlehem Steel- No Amapá, na Serra do Navio, a ICOMI (associação entre a multinacional Bethlehem Steel e o grupo brasileiro Antunes) detém o controle de 30% da produção nacional de manganês ee o grupo brasileiro Antunes) detém o controle de 30% da produção nacional de manganês e de toda a reserva do mesmo minério no Mato Grosso (Maciço do Urucum)de toda a reserva do mesmo minério no Mato Grosso (Maciço do Urucum) - Várias associações e consórcios de empresas de mineração, como...- Várias associações e consórcios de empresas de mineração, como... ...a Vale e a CMM (Companhia Meridional de Mineração), no Pará (Carajás)...a Vale e a CMM (Companhia Meridional de Mineração), no Pará (Carajás) ...e a MRN (Mineração Rio do Norte), formado pela Vale, Alcan, Shell (empresa anglo-...e a MRN (Mineração Rio do Norte), formado pela Vale, Alcan, Shell (empresa anglo- holandesa)holandesa) ...e CBA (Companhia Brasileira do Alumínio), empresa do Grupo Votorantim, que explora a...e CBA (Companhia Brasileira do Alumínio), empresa do Grupo Votorantim, que explora a bauxita no vale do Rio Trombetas, no Pará.bauxita no vale do Rio Trombetas, no Pará.
  91. 91. • Já as de transformação, como as siderúrgicas, concentram-se no Sudeste.Já as de transformação, como as siderúrgicas, concentram-se no Sudeste.
  92. 92. • Já as de transformação, como as siderúrgicas, concentram-se no Sudeste.Já as de transformação, como as siderúrgicas, concentram-se no Sudeste. • Podemos citar...Podemos citar... ...a Belgo Mineira, a USIMINAS e a Alcan, em Minas Gerais;...a Belgo Mineira, a USIMINAS e a Alcan, em Minas Gerais; ...a CSN no Rio de Janeiro...a CSN no Rio de Janeiro ...a COSIPA em São Paulo...a COSIPA em São Paulo
  93. 93. • Já as de transformação, como as siderúrgicas, concentram-se no Sudeste.Já as de transformação, como as siderúrgicas, concentram-se no Sudeste. • Podemos citar...Podemos citar... ...a Belgo Mineira, a USIMINAS e a Alcan, em Minas Gerais;...a Belgo Mineira, a USIMINAS e a Alcan, em Minas Gerais; ...a CSN no Rio de Janeiro...a CSN no Rio de Janeiro ...a COSIPA em São Paulo...a COSIPA em São Paulo • O mesmo ocorre com as indústrias de bens duráveis, cuja área de produção ocupouO mesmo ocorre com as indústrias de bens duráveis, cuja área de produção ocupou predominantemente as regiões urbanas do Sudeste.predominantemente as regiões urbanas do Sudeste.
  94. 94. • Já as de transformação, como as siderúrgicas, concentram-se no Sudeste.Já as de transformação, como as siderúrgicas, concentram-se no Sudeste. • Podemos citar...Podemos citar... ...a Belgo Mineira, a USIMINAS e a Alcan, em Minas Gerais;...a Belgo Mineira, a USIMINAS e a Alcan, em Minas Gerais; ...a CSN no Rio de Janeiro...a CSN no Rio de Janeiro ...a COSIPA em São Paulo...a COSIPA em São Paulo • O mesmo ocorre com as indústrias de bens duráveis, cuja área de produção ocupouO mesmo ocorre com as indústrias de bens duráveis, cuja área de produção ocupou predominantemente as regiões urbanas do Sudeste.predominantemente as regiões urbanas do Sudeste. • No começo da década de 2000 o Brasil apresentou um incremento maior nos setores dasNo começo da década de 2000 o Brasil apresentou um incremento maior nos setores das indústrias extrativistas de mineração do que nas de transformação.indústrias extrativistas de mineração do que nas de transformação.
  95. 95. • No Brasil, o principal pólo de crescimento industrial se erigiu na região Sudeste.No Brasil, o principal pólo de crescimento industrial se erigiu na região Sudeste.
  96. 96. • No Brasil, o principal pólo de crescimento industrial se erigiu na região Sudeste.No Brasil, o principal pólo de crescimento industrial se erigiu na região Sudeste. • Seu desenvolvimento se baseou no processo histórico e geográfico do país.Seu desenvolvimento se baseou no processo histórico e geográfico do país.
  97. 97. • No Brasil, o principal pólo de crescimento industrial se erigiu na região Sudeste.No Brasil, o principal pólo de crescimento industrial se erigiu na região Sudeste. • Seu desenvolvimento se baseou no processo histórico e geográfico do país.Seu desenvolvimento se baseou no processo histórico e geográfico do país. • A concentração industrial na região Sudeste é fruto das relações políticas e econômicasA concentração industrial na região Sudeste é fruto das relações políticas e econômicas forjadas no contexto de formação do país.forjadas no contexto de formação do país.
  98. 98. • No Brasil, o principal pólo de crescimento industrial se erigiu na região Sudeste.No Brasil, o principal pólo de crescimento industrial se erigiu na região Sudeste. • Seu desenvolvimento se baseou no processo histórico e geográfico do país.Seu desenvolvimento se baseou no processo histórico e geográfico do país. • A concentração industrial na região Sudeste é fruto das relações políticas e econômicasA concentração industrial na região Sudeste é fruto das relações políticas e econômicas forjadas no contexto de formação do país.forjadas no contexto de formação do país. • Aqui se concentrava o poder econômico ligado ao cultivo do café, cuja exportaçãoAqui se concentrava o poder econômico ligado ao cultivo do café, cuja exportação possibilitou intensos fluxos territoriais.possibilitou intensos fluxos territoriais.
  99. 99. • No Brasil, o principal pólo de crescimento industrial se erigiu na região Sudeste.No Brasil, o principal pólo de crescimento industrial se erigiu na região Sudeste. • Seu desenvolvimento se baseou no processo histórico e geográfico do país.Seu desenvolvimento se baseou no processo histórico e geográfico do país. • A concentração industrial na região Sudeste é fruto das relações políticas e econômicasA concentração industrial na região Sudeste é fruto das relações políticas e econômicas forjadas no contexto de formação do país.forjadas no contexto de formação do país. • Aqui se concentrava o poder econômico ligado ao cultivo do café, cuja exportaçãoAqui se concentrava o poder econômico ligado ao cultivo do café, cuja exportação possibilitou intensos fluxos territoriais.possibilitou intensos fluxos territoriais. • Construíram obras de infra-estrutura (objetos fixos) como as ferrovias que levavam aoConstruíram obras de infra-estrutura (objetos fixos) como as ferrovias que levavam ao porto de Santos.porto de Santos.
  100. 100. • No Brasil, o principal pólo de crescimento industrial se erigiu na região Sudeste.No Brasil, o principal pólo de crescimento industrial se erigiu na região Sudeste. • Seu desenvolvimento se baseou no processo histórico e geográfico do país.Seu desenvolvimento se baseou no processo histórico e geográfico do país. • A concentração industrial na região Sudeste é fruto das relações políticas e econômicasA concentração industrial na região Sudeste é fruto das relações políticas e econômicas forjadas no contexto de formação do país.forjadas no contexto de formação do país. • Aqui se concentrava o poder econômico ligado ao cultivo do café, cuja exportaçãoAqui se concentrava o poder econômico ligado ao cultivo do café, cuja exportação possibilitou intensos fluxos territoriais.possibilitou intensos fluxos territoriais. • Construíram obras de infra-estrutura (objetos fixos) como as ferrovias que levavam aoConstruíram obras de infra-estrutura (objetos fixos) como as ferrovias que levavam ao porto de Santos.porto de Santos. • Constituiu-se um grande centro de consumo na cidade de São Paulo.Constituiu-se um grande centro de consumo na cidade de São Paulo.
  101. 101. • No Brasil, o principal pólo de crescimento industrial se erigiu na região Sudeste.No Brasil, o principal pólo de crescimento industrial se erigiu na região Sudeste. • Seu desenvolvimento se baseou no processo histórico e geográfico do país.Seu desenvolvimento se baseou no processo histórico e geográfico do país. • A concentração industrial na região Sudeste é fruto das relações políticas e econômicasA concentração industrial na região Sudeste é fruto das relações políticas e econômicas forjadas no contexto de formação do país.forjadas no contexto de formação do país. • Aqui se concentrava o poder econômico ligado ao cultivo do café, cuja exportaçãoAqui se concentrava o poder econômico ligado ao cultivo do café, cuja exportação possibilitou intensos fluxos territoriais.possibilitou intensos fluxos territoriais. • Construíram obras de infra-estrutura (objetos fixos) como as ferrovias que levavam aoConstruíram obras de infra-estrutura (objetos fixos) como as ferrovias que levavam ao porto de Santos.porto de Santos. • Constituiu-se um grande centro de consumo na cidade de São Paulo.Constituiu-se um grande centro de consumo na cidade de São Paulo. • Esses fatores de localização foram determinantes na implementação das indústrias naEsses fatores de localização foram determinantes na implementação das indústrias na região.região.
  102. 102. • O Sudeste, principalmente São Paulo, configurou-se um pólo natural de crescimentoO Sudeste, principalmente São Paulo, configurou-se um pólo natural de crescimento industrial.industrial.
  103. 103. • O Sudeste, principalmente São Paulo, configurou-se um pólo natural de crescimentoO Sudeste, principalmente São Paulo, configurou-se um pólo natural de crescimento industrial.industrial. • Entretanto, durante a ditadura militar, surgiram os pólos artificiais, como a Zona Franca deEntretanto, durante a ditadura militar, surgiram os pólos artificiais, como a Zona Franca de Manaus, e o pólo petro-químico em Camaçari, na Bahia.Manaus, e o pólo petro-químico em Camaçari, na Bahia.
  104. 104. • O Sudeste, principalmente São Paulo, configurou-se um pólo natural de crescimentoO Sudeste, principalmente São Paulo, configurou-se um pólo natural de crescimento industrial.industrial. • Entretanto, durante a ditadura militar, surgiram os pólos artificiais, como a Zona Franca deEntretanto, durante a ditadura militar, surgiram os pólos artificiais, como a Zona Franca de Manaus, e o pólo petro-químico em Camaçari, na Bahia.Manaus, e o pólo petro-químico em Camaçari, na Bahia. • A criação dos pólos artificiais de crescimento não foi suficiente para promover umaA criação dos pólos artificiais de crescimento não foi suficiente para promover uma distribuição espacial mais equilibrada das indústrias.distribuição espacial mais equilibrada das indústrias.
  105. 105. • O Sudeste, principalmente São Paulo, configurou-se um pólo natural de crescimentoO Sudeste, principalmente São Paulo, configurou-se um pólo natural de crescimento industrial.industrial. • Entretanto, durante a ditadura militar, surgiram os pólos artificiais, como a Zona Franca deEntretanto, durante a ditadura militar, surgiram os pólos artificiais, como a Zona Franca de Manaus, e o pólo petro-químico em Camaçari, na Bahia.Manaus, e o pólo petro-químico em Camaçari, na Bahia. • A criação dos pólos artificiais de crescimento não foi suficiente para promover umaA criação dos pólos artificiais de crescimento não foi suficiente para promover uma distribuição espacial mais equilibrada das indústrias.distribuição espacial mais equilibrada das indústrias. • Na região Sudeste se concentraram os investimentos públicos para a construção deNa região Sudeste se concentraram os investimentos públicos para a construção de objetos de infra-estrutura voltadas à viabilização do funcionamento das indústrias.objetos de infra-estrutura voltadas à viabilização do funcionamento das indústrias.
  106. 106. • O Sudeste, principalmente São Paulo, configurou-se um pólo natural de crescimentoO Sudeste, principalmente São Paulo, configurou-se um pólo natural de crescimento industrial.industrial. • Entretanto, durante a ditadura militar, surgiram os pólos artificiais, como a Zona Franca deEntretanto, durante a ditadura militar, surgiram os pólos artificiais, como a Zona Franca de Manaus, e o pólo petro-químico em Camaçari, na Bahia.Manaus, e o pólo petro-químico em Camaçari, na Bahia. • A criação dos pólos artificiais de crescimento não foi suficiente para promover umaA criação dos pólos artificiais de crescimento não foi suficiente para promover uma distribuição espacial mais equilibrada das indústrias.distribuição espacial mais equilibrada das indústrias. • Na região Sudeste se concentraram os investimentos públicos para a construção deNa região Sudeste se concentraram os investimentos públicos para a construção de objetos de infra-estrutura voltadas à viabilização do funcionamento das indústrias.objetos de infra-estrutura voltadas à viabilização do funcionamento das indústrias. • Tal concentração apenas fez acentuar as desigualdades regionais no Brasil.Tal concentração apenas fez acentuar as desigualdades regionais no Brasil.

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