• Em meados da década de 1960 o geógrafo Aziz Ab’Saber (falecido em 2012) concentrou-se
nos critérios climáticos e biogeog...
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• DOMÍNIO AMAZÔNICO
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• O mais abrangente
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• O mais abrangente
- Ocorre em áreas cobertas por florestas equatoriais tropicais
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• O mais abrangente
- Ocorre em áreas cobertas por florestas equatoriais tropicais
- São comuns os sol...
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• DOMÍNIO DO CERRADO
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• Neste domínio, as grandes chapadas (grandes superfícies horizontais a mais de 600
metros de altitud...
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• DOMÍNIO DOS MARES DE MORROS
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• Esta área apresenta um relevo bastante acidentado, onde os solos são geralmente pobres
em ...
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• DOMÍNIO DA CAATINGA
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• Também chamado de sub-árido nordestino, é uma região rebaixada topograficamente,
onde pela intensa...
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• DOMÍNIO DO PLANALTO DAS ARAUCÁRIAS
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• Ocupam do norte do Rio Grande do Sul até o nordeste do Paraná.
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• DOMÍNIO DAS PRADARIAS
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• Corresponde à área de coxilhas no Rio Grande do Sul, onde o relevo é suave, recoberto
por vegeta...
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• Esses domínios são muito amplos e, entre eles, ocorrem extensas áreas de transição cujos
solos têm características pecul...
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• 1. A FLORESTA AMAZÔNICA
• 1. A FLORESTA AMAZÔNICA
•Na floresta amazônica se encontra o maior banco genético (rica biodiversidade) do planeta.
• 1. A FLORESTA AMAZÔNICA
•Na floresta amazônica se encontra o maior banco genético (rica biodiversidade) do planeta.
• Po...
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• 2. A MATA ATLÂNTICA
• 2. A MATA ATLÂNTICA
• Assim como na Amazônia, observa-se na Mata Atlântica que a grande quantidade de
matéria orgânica q...
• 2. A MATA ATLÂNTICA
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• Na região Sudeste, ocorreu grande concentração geográfica da siderúrgicas instaladas no
território brasileiro, que se ut...
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território brasileiro, que se ut...
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• O funcionamento dessas duas usinas e da USIMINAS – que também demandou
desmatamento – em Minas Gerais, foi de fundamenta...
• O funcionamento dessas duas usinas e da USIMINAS – que também demandou
desmatamento – em Minas Gerais, foi de fundamenta...
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• 3. A MATA DE ARAUCÁRIAS
• 3. A MATA DE ARAUCÁRIAS
• A Mata dos Pinheirais ou Araucárias é uma mata muito homogênea, típica de clima
subtropical.
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subtropical.
•...
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Aula dominios morfoclimaticos_do_brasil_16-05-2012_parte1

  1. 1. • Em meados da década de 1960 o geógrafo Aziz Ab’Saber (falecido em 2012) concentrou-se nos critérios climáticos e biogeográficos para estudar o relevo brasileiro.
  2. 2. • Em meados da década de 1960 o geógrafo Aziz Ab’Saber (falecido em 2012) concentrou-se nos critérios climáticos e biogeográficos para estudar o relevo brasileiro. • Ab’Saber obteve uma síntese dos aspectos morfológicos do relevo com os tipos de clima e as espécies vegetais predominantes em cada unidade.
  3. 3. • Em meados da década de 1960 o geógrafo Aziz Ab’Saber (falecido em 2012) concentrou-se nos critérios climáticos e biogeográficos para estudar o relevo brasileiro. • Ab’Saber obteve uma síntese dos aspectos morfológicos do relevo com os tipos de clima e as espécies vegetais predominantes em cada unidade. • Daí vem o conceito de “domínios morfoclimáticos”.
  4. 4. • Em meados da década de 1960 o geógrafo Aziz Ab’Saber (falecido em 2012) concentrou-se nos critérios climáticos e biogeográficos para estudar o relevo brasileiro. • Ab’Saber obteve uma síntese dos aspectos morfológicos do relevo com os tipos de clima e as espécies vegetais predominantes em cada unidade. • Daí vem o conceito de “domínios morfoclimáticos”. • Vejamos quais são eles:
  5. 5. • Em meados da década de 1960 o geógrafo Aziz Ab’Saber (falecido em 2012) concentrou-se nos critérios climáticos e biogeográficos para estudar o relevo brasileiro. • Ab’Saber obteve uma síntese dos aspectos morfológicos do relevo com os tipos de clima e as espécies vegetais predominantes em cada unidade. • Daí vem o conceito de “domínios morfoclimáticos”. • Vejamos quais são eles: - Domínio Amazônico
  6. 6. • Em meados da década de 1960 o geógrafo Aziz Ab’Saber (falecido em 2012) concentrou-se nos critérios climáticos e biogeográficos para estudar o relevo brasileiro. • Ab’Saber obteve uma síntese dos aspectos morfológicos do relevo com os tipos de clima e as espécies vegetais predominantes em cada unidade. • Daí vem o conceito de “domínios morfoclimáticos”. • Vejamos quais são eles: - Domínio Amazônico - Domínio do Cerrado
  7. 7. • Em meados da década de 1960 o geógrafo Aziz Ab’Saber (falecido em 2012) concentrou-se nos critérios climáticos e biogeográficos para estudar o relevo brasileiro. • Ab’Saber obteve uma síntese dos aspectos morfológicos do relevo com os tipos de clima e as espécies vegetais predominantes em cada unidade. • Daí vem o conceito de “domínios morfoclimáticos”. • Vejamos quais são eles: - Domínio Amazônico - Domínio do Cerrado - Domínio dos Mares de Morros
  8. 8. • Em meados da década de 1960 o geógrafo Aziz Ab’Saber (falecido em 2012) concentrou-se nos critérios climáticos e biogeográficos para estudar o relevo brasileiro. • Ab’Saber obteve uma síntese dos aspectos morfológicos do relevo com os tipos de clima e as espécies vegetais predominantes em cada unidade. • Daí vem o conceito de “domínios morfoclimáticos”. • Vejamos quais são eles: - Domínio Amazônico - Domínio do Cerrado - Domínio dos Mares de Morros - Domínio da Caatinga
  9. 9. • Em meados da década de 1960 o geógrafo Aziz Ab’Saber (falecido em 2012) concentrou-se nos critérios climáticos e biogeográficos para estudar o relevo brasileiro. • Ab’Saber obteve uma síntese dos aspectos morfológicos do relevo com os tipos de clima e as espécies vegetais predominantes em cada unidade. • Daí vem o conceito de “domínios morfoclimáticos”. • Vejamos quais são eles: - Domínio Amazônico - Domínio do Cerrado - Domínio dos Mares de Morros - Domínio da Caatinga - Domínio do Planalto das Araucárias
  10. 10. • Em meados da década de 1960 o geógrafo Aziz Ab’Saber (falecido em 2012) concentrou-se nos critérios climáticos e biogeográficos para estudar o relevo brasileiro. • Ab’Saber obteve uma síntese dos aspectos morfológicos do relevo com os tipos de clima e as espécies vegetais predominantes em cada unidade. • Daí vem o conceito de “domínios morfoclimáticos”. • Vejamos quais são eles: - Domínio Amazônico - Domínio do Cerrado - Domínio dos Mares de Morros - Domínio da Caatinga - Domínio do Planalto das Araucárias - Domínio das Pradarias
  11. 11. • Em meados da década de 1960 o geógrafo Aziz Ab’Saber (falecido em 2012) concentrou-se nos critérios climáticos e biogeográficos para estudar o relevo brasileiro. • Ab’Saber obteve uma síntese dos aspectos morfológicos do relevo com os tipos de clima e as espécies vegetais predominantes em cada unidade. • Daí vem o conceito de “domínios morfoclimáticos”. • Vejamos quais são eles: - Domínio Amazônico - Domínio do Cerrado - Domínio dos Mares de Morros - Domínio da Caatinga - Domínio do Planalto das Araucárias - Domínio das Pradarias • A seguir vamos ver um por um.
  12. 12. • DOMÍNIO AMAZÔNICO
  13. 13. • DOMÍNIO AMAZÔNICO • O mais abrangente
  14. 14. • DOMÍNIO AMAZÔNICO • O mais abrangente - Ocorre em áreas cobertas por florestas equatoriais tropicais
  15. 15. • DOMÍNIO AMAZÔNICO • O mais abrangente - Ocorre em áreas cobertas por florestas equatoriais tropicais - São comuns os solos com alta saturação em alumínio
  16. 16. • DOMÍNIO AMAZÔNICO • O mais abrangente - Ocorre em áreas cobertas por florestas equatoriais tropicais - São comuns os solos com alta saturação em alumínio - Cuja espessa camada orgânica apresenta grande riqueza química.
  17. 17. • DOMÍNIO AMAZÔNICO • O mais abrangente - Ocorre em áreas cobertas por florestas equatoriais tropicais - São comuns os solos com alta saturação em alumínio - Cuja espessa camada orgânica apresenta grande riqueza química. • Seu melhor uso são reservas extrativistas, uma vez que as queimadas causam o empobrecimento desses solos em curto prazo.
  18. 18. • DOMÍNIO AMAZÔNICO • O mais abrangente - Ocorre em áreas cobertas por florestas equatoriais tropicais - São comuns os solos com alta saturação em alumínio - Cuja espessa camada orgânica apresenta grande riqueza química. • Seu melhor uso são reservas extrativistas, uma vez que as queimadas causam o empobrecimento desses solos em curto prazo. • Por existir muita água na região, o solo é constantemente lavado (lixiviação), culminando com a decomposição das rochas e o transporte dos nutrientes.
  19. 19. • DOMÍNIO AMAZÔNICO • O mais abrangente - Ocorre em áreas cobertas por florestas equatoriais tropicais - São comuns os solos com alta saturação em alumínio - Cuja espessa camada orgânica apresenta grande riqueza química. • Seu melhor uso são reservas extrativistas, uma vez que as queimadas causam o empobrecimento desses solos em curto prazo. • Por existir muita água na região, o solo é constantemente lavado (lixiviação), culminando com a decomposição das rochas e o transporte dos nutrientes. • O solo não é, portanto, predominantemente indicado para atividades agrícolas.
  20. 20. • DOMÍNIO AMAZÔNICO • O mais abrangente - Ocorre em áreas cobertas por florestas equatoriais tropicais - São comuns os solos com alta saturação em alumínio - Cuja espessa camada orgânica apresenta grande riqueza química. • Seu melhor uso são reservas extrativistas, uma vez que as queimadas causam o empobrecimento desses solos em curto prazo. • Por existir muita água na região, o solo é constantemente lavado (lixiviação), culminando com a decomposição das rochas e o transporte dos nutrientes. • O solo não é, portanto, predominantemente indicado para atividades agrícolas. • Os produtos extrativistas vegetais com maior produção na Amazônia são:
  21. 21. • DOMÍNIO AMAZÔNICO • O mais abrangente - Ocorre em áreas cobertas por florestas equatoriais tropicais - São comuns os solos com alta saturação em alumínio - Cuja espessa camada orgânica apresenta grande riqueza química. • Seu melhor uso são reservas extrativistas, uma vez que as queimadas causam o empobrecimento desses solos em curto prazo. • Por existir muita água na região, o solo é constantemente lavado (lixiviação), culminando com a decomposição das rochas e o transporte dos nutrientes. • O solo não é, portanto, predominantemente indicado para atividades agrícolas. • Os produtos extrativistas vegetais com maior produção na Amazônia são: - Madeira
  22. 22. • DOMÍNIO AMAZÔNICO • O mais abrangente - Ocorre em áreas cobertas por florestas equatoriais tropicais - São comuns os solos com alta saturação em alumínio - Cuja espessa camada orgânica apresenta grande riqueza química. • Seu melhor uso são reservas extrativistas, uma vez que as queimadas causam o empobrecimento desses solos em curto prazo. • Por existir muita água na região, o solo é constantemente lavado (lixiviação), culminando com a decomposição das rochas e o transporte dos nutrientes. • O solo não é, portanto, predominantemente indicado para atividades agrícolas. • Os produtos extrativistas vegetais com maior produção na Amazônia são: - Madeira - Borracha
  23. 23. • DOMÍNIO AMAZÔNICO • O mais abrangente - Ocorre em áreas cobertas por florestas equatoriais tropicais - São comuns os solos com alta saturação em alumínio - Cuja espessa camada orgânica apresenta grande riqueza química. • Seu melhor uso são reservas extrativistas, uma vez que as queimadas causam o empobrecimento desses solos em curto prazo. • Por existir muita água na região, o solo é constantemente lavado (lixiviação), culminando com a decomposição das rochas e o transporte dos nutrientes. • O solo não é, portanto, predominantemente indicado para atividades agrícolas. • Os produtos extrativistas vegetais com maior produção na Amazônia são: - Madeira - Borracha - Castanha-do-Pará
  24. 24. • DOMÍNIO AMAZÔNICO • O mais abrangente - Ocorre em áreas cobertas por florestas equatoriais tropicais - São comuns os solos com alta saturação em alumínio - Cuja espessa camada orgânica apresenta grande riqueza química. • Seu melhor uso são reservas extrativistas, uma vez que as queimadas causam o empobrecimento desses solos em curto prazo. • Por existir muita água na região, o solo é constantemente lavado (lixiviação), culminando com a decomposição das rochas e o transporte dos nutrientes. • O solo não é, portanto, predominantemente indicado para atividades agrícolas. • Os produtos extrativistas vegetais com maior produção na Amazônia são: - Madeira - Borracha - Castanha-do-Pará - Açaí
  25. 25. • DOMÍNIO AMAZÔNICO • O mais abrangente - Ocorre em áreas cobertas por florestas equatoriais tropicais - São comuns os solos com alta saturação em alumínio - Cuja espessa camada orgânica apresenta grande riqueza química. • Seu melhor uso são reservas extrativistas, uma vez que as queimadas causam o empobrecimento desses solos em curto prazo. • Por existir muita água na região, o solo é constantemente lavado (lixiviação), culminando com a decomposição das rochas e o transporte dos nutrientes. • O solo não é, portanto, predominantemente indicado para atividades agrícolas. • Os produtos extrativistas vegetais com maior produção na Amazônia são: - Madeira - Borracha - Castanha-do-Pará - Açaí - Guaraná
  26. 26. • DOMÍNIO AMAZÔNICO • O mais abrangente - Ocorre em áreas cobertas por florestas equatoriais tropicais - São comuns os solos com alta saturação em alumínio - Cuja espessa camada orgânica apresenta grande riqueza química. • Seu melhor uso são reservas extrativistas, uma vez que as queimadas causam o empobrecimento desses solos em curto prazo. • Por existir muita água na região, o solo é constantemente lavado (lixiviação), culminando com a decomposição das rochas e o transporte dos nutrientes. • O solo não é, portanto, predominantemente indicado para atividades agrícolas. • Os produtos extrativistas vegetais com maior produção na Amazônia são: - Madeira - Borracha - Castanha-do-Pará - Açaí - Guaraná • A extração da madeira está ocasionando um veloz processo de desmatamento da floresta.
  27. 27. • DOMÍNIO DO CERRADO
  28. 28. • DOMÍNIO DO CERRADO • Neste domínio, as grandes chapadas (grandes superfícies horizontais a mais de 600 metros de altitude formadas por camadas sedimentares) e trechos mais suaves são formados por solos com camada orgânica permeável e espessa.
  29. 29. • DOMÍNIO DO CERRADO • Neste domínio, as grandes chapadas (grandes superfícies horizontais a mais de 600 metros de altitude formadas por camadas sedimentares) e trechos mais suaves são formados por solos com camada orgânica permeável e espessa. • A areia é também comum; há evidências que ali já foi fundo de oceano.
  30. 30. • DOMÍNIO DO CERRADO • Neste domínio, as grandes chapadas (grandes superfícies horizontais a mais de 600 metros de altitude formadas por camadas sedimentares) e trechos mais suaves são formados por solos com camada orgânica permeável e espessa. • A areia é também comum; há evidências que ali já foi fundo de oceano. • Nos trechos mais acidentados, os solos são muito rasos, quase sem camada orgânica, e muito cascalhentos.
  31. 31. • DOMÍNIO DO CERRADO • Neste domínio, as grandes chapadas (grandes superfícies horizontais a mais de 600 metros de altitude formadas por camadas sedimentares) e trechos mais suaves são formados por solos com camada orgânica permeável e espessa. • A areia é também comum; há evidências que ali já foi fundo de oceano. • Nos trechos mais acidentados, os solos são muito rasos, quase sem camada orgânica, e muito cascalhentos. • O período seco é muito prolongado e a umidade relativa é baixa.
  32. 32. • DOMÍNIO DO CERRADO • Neste domínio, as grandes chapadas (grandes superfícies horizontais a mais de 600 metros de altitude formadas por camadas sedimentares) e trechos mais suaves são formados por solos com camada orgânica permeável e espessa. • A areia é também comum; há evidências que ali já foi fundo de oceano. • Nos trechos mais acidentados, os solos são muito rasos, quase sem camada orgânica, e muito cascalhentos. • O período seco é muito prolongado e a umidade relativa é baixa. • O uso predominante é de pastagens, mas é necessário incorporar corretivos e fertilizantes para otimizar a produção.
  33. 33. • DOMÍNIO DO CERRADO • Neste domínio, as grandes chapadas (grandes superfícies horizontais a mais de 600 metros de altitude formadas por camadas sedimentares) e trechos mais suaves são formados por solos com camada orgânica permeável e espessa. • A areia é também comum; há evidências que ali já foi fundo de oceano. • Nos trechos mais acidentados, os solos são muito rasos, quase sem camada orgânica, e muito cascalhentos. • O período seco é muito prolongado e a umidade relativa é baixa. • O uso predominante é de pastagens, mas é necessário incorporar corretivos e fertilizantes para otimizar a produção. • Ao longo das linhas de drenagem ocorrem florestas-galerias, ou seja, há vegetação densa nas margens dos rios.
  34. 34. • DOMÍNIO DOS MARES DE MORROS
  35. 35. • DOMÍNIO DOS MARES DE MORROS • Esta área apresenta um relevo bastante acidentado, onde os solos são geralmente pobres em nutrientes.
  36. 36. • DOMÍNIO DOS MARES DE MORROS • Esta área apresenta um relevo bastante acidentado, onde os solos são geralmente pobres em nutrientes. • Apesar desse relevo, encontram-se solos com camadas superficiais bastante resistentes à erosão
  37. 37. • DOMÍNIO DOS MARES DE MORROS • Esta área apresenta um relevo bastante acidentado, onde os solos são geralmente pobres em nutrientes. • Apesar desse relevo, encontram-se solos com camadas superficiais bastante resistentes à erosão • Porém ocorrem muitos delizamentos em razão de suas camadas interiores serem argilosas, pouco espessas e pouco coesas.
  38. 38. • DOMÍNIO DOS MARES DE MORROS • Esta área apresenta um relevo bastante acidentado, onde os solos são geralmente pobres em nutrientes. • Apesar desse relevo, encontram-se solos com camadas superficiais bastante resistentes à erosão • Porém ocorrem muitos delizamentos em razão de suas camadas interiores serem argilosas, pouco espessas e pouco coesas. • Neste domínio encontram-se pastagens e lavouras de café e, em algumas áreas, cana-de- açúcar.
  39. 39. • DOMÍNIO DOS MARES DE MORROS • Esta área apresenta um relevo bastante acidentado, onde os solos são geralmente pobres em nutrientes. • Apesar desse relevo, encontram-se solos com camadas superficiais bastante resistentes à erosão • Porém ocorrem muitos delizamentos em razão de suas camadas interiores serem argilosas, pouco espessas e pouco coesas. • Neste domínio encontram-se pastagens e lavouras de café e, em algumas áreas, cana-de- açúcar. • Em função da pluviosidade maior, é uma região bem provida de pequenos cursos d’água.
  40. 40. • DOMÍNIO DOS MARES DE MORROS • Esta área apresenta um relevo bastante acidentado, onde os solos são geralmente pobres em nutrientes. • Apesar desse relevo, encontram-se solos com camadas superficiais bastante resistentes à erosão • Porém ocorrem muitos delizamentos em razão de suas camadas interiores serem argilosas, pouco espessas e pouco coesas. • Neste domínio encontram-se pastagens e lavouras de café e, em algumas áreas, cana-de- açúcar. • Em função da pluviosidade maior, é uma região bem provida de pequenos cursos d’água. • É o domínio da maior parte do estado de São Paulo, e do litoral. Também é o domínio da região de Araraquara, embora aqui se inicia uma zona de transição com o Domínio do Cerrado.
  41. 41. • DOMÍNIO DA CAATINGA
  42. 42. • DOMÍNIO DA CAATINGA • Também chamado de sub-árido nordestino, é uma região rebaixada topograficamente, onde pela intensa remoção dos sedimentos associados ao afloramento de rochas encontram-se solos litólicos, ou seja, rochosos.
  43. 43. • DOMÍNIO DA CAATINGA • Também chamado de sub-árido nordestino, é uma região rebaixada topograficamente, onde pela intensa remoção dos sedimentos associados ao afloramento de rochas encontram-se solos litólicos, ou seja, rochosos. • Em áreas com muito acúmulo de sedimentos, desenvolvem-se solos pouco espessos.
  44. 44. • DOMÍNIO DA CAATINGA • Também chamado de sub-árido nordestino, é uma região rebaixada topograficamente, onde pela intensa remoção dos sedimentos associados ao afloramento de rochas encontram-se solos litólicos, ou seja, rochosos. • Em áreas com muito acúmulo de sedimentos, desenvolvem-se solos pouco espessos. • As pastagens e a cultura do algodão são os principais usos.
  45. 45. • DOMÍNIO DA CAATINGA • Também chamado de sub-árido nordestino, é uma região rebaixada topograficamente, onde pela intensa remoção dos sedimentos associados ao afloramento de rochas encontram-se solos litólicos, ou seja, rochosos. • Em áreas com muito acúmulo de sedimentos, desenvolvem-se solos pouco espessos. • As pastagens e a cultura do algodão são os principais usos. • São solos rasos e pedregosos, muito afetados pelo déficit hídrico (a conhecida “seca” do Nordeste).
  46. 46. • DOMÍNIO DO PLANALTO DAS ARAUCÁRIAS
  47. 47. • DOMÍNIO DO PLANALTO DAS ARAUCÁRIAS • Ocupam do norte do Rio Grande do Sul até o nordeste do Paraná.
  48. 48. • DOMÍNIO DO PLANALTO DAS ARAUCÁRIAS • Ocupam do norte do Rio Grande do Sul até o nordeste do Paraná. • As temperaturas são baixas e a deficiência de água também é menor.
  49. 49. • DOMÍNIO DO PLANALTO DAS ARAUCÁRIAS • Ocupam do norte do Rio Grande do Sul até o nordeste do Paraná. • As temperaturas são baixas e a deficiência de água também é menor. • Os solos contam com alto teor de matéria orgânica nos trechos mais suaves.
  50. 50. • DOMÍNIO DO PLANALTO DAS ARAUCÁRIAS • Ocupam do norte do Rio Grande do Sul até o nordeste do Paraná. • As temperaturas são baixas e a deficiência de água também é menor. • Os solos contam com alto teor de matéria orgânica nos trechos mais suaves. • O trigo e a soja tem sido bastante cultivados.
  51. 51. • DOMÍNIO DAS PRADARIAS
  52. 52. • DOMÍNIO DAS PRADARIAS • Corresponde à área de coxilhas no Rio Grande do Sul, onde o relevo é suave, recoberto por vegetação de gramíneas e matas que acompanham os trechos dos rios.
  53. 53. • DOMÍNIO DAS PRADARIAS • Corresponde à área de coxilhas no Rio Grande do Sul, onde o relevo é suave, recoberto por vegetação de gramíneas e matas que acompanham os trechos dos rios. • Também conhecido como “Pampas”.
  54. 54. • DOMÍNIO DAS PRADARIAS • Corresponde à área de coxilhas no Rio Grande do Sul, onde o relevo é suave, recoberto por vegetação de gramíneas e matas que acompanham os trechos dos rios. • Também conhecido como “Pampas”. • Na época mais quente (janeiro/fevereiro) é muito seco e, em grandes áreas, os solos são pouco profundos, têm problemas de drenagem.
  55. 55. • DOMÍNIO DAS PRADARIAS • Corresponde à área de coxilhas no Rio Grande do Sul, onde o relevo é suave, recoberto por vegetação de gramíneas e matas que acompanham os trechos dos rios. • Também conhecido como “Pampas”. • Na época mais quente (janeiro/fevereiro) é muito seco e, em grandes áreas, os solos são pouco profundos, têm problemas de drenagem. • Os solos tendem a ser bastante escuros.
  56. 56. • DOMÍNIO DAS PRADARIAS • Corresponde à área de coxilhas no Rio Grande do Sul, onde o relevo é suave, recoberto por vegetação de gramíneas e matas que acompanham os trechos dos rios. • Também conhecido como “Pampas”. • Na época mais quente (janeiro/fevereiro) é muito seco e, em grandes áreas, os solos são pouco profundos, têm problemas de drenagem. • Os solos tendem a ser bastante escuros. • O uso principal são pastagens extensivas, destinadas sobretudo para gado de raças europeias.
  57. 57. • Esses domínios são muito amplos e, entre eles, ocorrem extensas áreas de transição cujos solos têm características peculiares, ligadas a ocorrências ambientais e intervenções antrópicas (do homem).
  58. 58. • Esses domínios são muito amplos e, entre eles, ocorrem extensas áreas de transição cujos solos têm características peculiares, ligadas a ocorrências ambientais e intervenções antrópicas (do homem). • Atividades agrícolas, pastoris, extrativistas (como as de madeira e de minérios) e a urbanização são responsáveis pela transformação paisagística e, assim, do espaço geográfico em amplas áreas.
  59. 59. • Esses domínios são muito amplos e, entre eles, ocorrem extensas áreas de transição cujos solos têm características peculiares, ligadas a ocorrências ambientais e intervenções antrópicas (do homem). • Atividades agrícolas, pastoris, extrativistas (como as de madeira e de minérios) e a urbanização são responsáveis pela transformação paisagística e, assim, do espaço geográfico em amplas áreas. • Iniciam substituindo a cobertura vegetal natural e modificam o ritmo das relações entre as plantas e o solo, os solos e o relevo, e destes com o clima.
  60. 60. • Esses domínios são muito amplos e, entre eles, ocorrem extensas áreas de transição cujos solos têm características peculiares, ligadas a ocorrências ambientais e intervenções antrópicas (do homem). • Atividades agrícolas, pastoris, extrativistas (como as de madeira e de minérios) e a urbanização são responsáveis pela transformação paisagística e, assim, do espaço geográfico em amplas áreas. • Iniciam substituindo a cobertura vegetal natural e modificam o ritmo das relações entre as plantas e o solo, os solos e o relevo, e destes com o clima. • As formas de ocupação e produção do espaço geográfico no Brasil levaram a uma profunda transformação da vegetação original do país.
  61. 61. • 1. A FLORESTA AMAZÔNICA
  62. 62. • 1. A FLORESTA AMAZÔNICA •Na floresta amazônica se encontra o maior banco genético (rica biodiversidade) do planeta.
  63. 63. • 1. A FLORESTA AMAZÔNICA •Na floresta amazônica se encontra o maior banco genético (rica biodiversidade) do planeta. • Por isso, ela é foco de atração de grandes comunidades financeiras, que atuam para além da porção brasileira da floresta, uma vez que ela se estende para fora do Brasil, distribuindo-se por áreas dos territórios do Peru, da Bolívia, da Colômbia, da Venezuela, da Guiana, do Suriname e da Guiana Francesa.
  64. 64. • 1. A FLORESTA AMAZÔNICA •Na floresta amazônica se encontra o maior banco genético (rica biodiversidade) do planeta. • Por isso, ela é foco de atração de grandes comunidades financeiras, que atuam para além da porção brasileira da floresta, uma vez que ela se estende para fora do Brasil, distribuindo-se por áreas dos territórios do Peru, da Bolívia, da Colômbia, da Venezuela, da Guiana, do Suriname e da Guiana Francesa. • Ela abriga praticamente toda a região Norte do país, limitando-se no Centro-Oeste com a formação do Cerrado (norte do Mato Grosso) e, no Nordeste, com a Mata dos Cocais, numa faixa de transição com a Caatinga (Maranhão).
  65. 65. • 1. A FLORESTA AMAZÔNICA •Na floresta amazônica se encontra o maior banco genético (rica biodiversidade) do planeta. • Por isso, ela é foco de atração de grandes comunidades financeiras, que atuam para além da porção brasileira da floresta, uma vez que ela se estende para fora do Brasil, distribuindo-se por áreas dos territórios do Peru, da Bolívia, da Colômbia, da Venezuela, da Guiana, do Suriname e da Guiana Francesa. • Ela abriga praticamente toda a região Norte do país, limitando-se no Centro-Oeste com a formação do Cerrado (norte do Mato Grosso) e, no Nordeste, com a Mata dos Cocais, numa faixa de transição com a Caatinga (Maranhão). • Grandes projetos agropecuários engenhados pelo governo brasileiro – desde o governo militar de Ernesto Geisel (1974-1979) e seu projeto de colonização da Amazônia – receberam incentivos fiscais, o que facilitou a empresas nacionais e estrangeiras a compra de imensas áreas.
  66. 66. • 1. A FLORESTA AMAZÔNICA •Na floresta amazônica se encontra o maior banco genético (rica biodiversidade) do planeta. • Por isso, ela é foco de atração de grandes comunidades financeiras, que atuam para além da porção brasileira da floresta, uma vez que ela se estende para fora do Brasil, distribuindo-se por áreas dos territórios do Peru, da Bolívia, da Colômbia, da Venezuela, da Guiana, do Suriname e da Guiana Francesa. • Ela abriga praticamente toda a região Norte do país, limitando-se no Centro-Oeste com a formação do Cerrado (norte do Mato Grosso) e, no Nordeste, com a Mata dos Cocais, numa faixa de transição com a Caatinga (Maranhão). • Grandes projetos agropecuários engenhados pelo governo brasileiro – desde o governo militar de Ernesto Geisel (1974-1979) e seu projeto de colonização da Amazônia – receberam incentivos fiscais, o que facilitou a empresas nacionais e estrangeiras a compra de imensas áreas. • Outros grandes projetos de exploração mineral (projetos Jari e Carajás, por exemplo) e de extrativismo vegetal, como a exploração desregrada de madeira, também se efetivaram na região, o que vem intensificando o desmatamento da Amazônia.
  67. 67. • 2. A MATA ATLÂNTICA
  68. 68. • 2. A MATA ATLÂNTICA • Assim como na Amazônia, observa-se na Mata Atlântica que a grande quantidade de matéria orgânica que se deposita no solo é rapidamente absorvida pelas plantas nativas.
  69. 69. • 2. A MATA ATLÂNTICA • Assim como na Amazônia, observa-se na Mata Atlântica que a grande quantidade de matéria orgânica que se deposita no solo é rapidamente absorvida pelas plantas nativas. • Entretanto, tudo indica que solos de áreas da Mata Atlântica tenham maior aptidão para a agricultura – considerem-se as formas de ocupação agrícola que a mata abrigou.
  70. 70. • 2. A MATA ATLÂNTICA • Assim como na Amazônia, observa-se na Mata Atlântica que a grande quantidade de matéria orgânica que se deposita no solo é rapidamente absorvida pelas plantas nativas. • Entretanto, tudo indica que solos de áreas da Mata Atlântica tenham maior aptidão para a agricultura – considerem-se as formas de ocupação agrícola que a mata abrigou. • A expressão máxima disso é o papel histórico do cultivo do café no Brasil.
  71. 71. • 2. A MATA ATLÂNTICA • Assim como na Amazônia, observa-se na Mata Atlântica que a grande quantidade de matéria orgânica que se deposita no solo é rapidamente absorvida pelas plantas nativas. • Entretanto, tudo indica que solos de áreas da Mata Atlântica tenham maior aptidão para a agricultura – considerem-se as formas de ocupação agrícola que a mata abrigou. • A expressão máxima disso é o papel histórico do cultivo do café no Brasil. • Sua biodiversidade é proporcionada em parte pelas chuvas de convecção (próprias das zonas tropicais) e pela distribuição da umidade da Massa Polar Atlântica, cujos ventos esbarram nas serras que acompanham o litoral brasileiro.
  72. 72. • 2. A MATA ATLÂNTICA • Assim como na Amazônia, observa-se na Mata Atlântica que a grande quantidade de matéria orgânica que se deposita no solo é rapidamente absorvida pelas plantas nativas. • Entretanto, tudo indica que solos de áreas da Mata Atlântica tenham maior aptidão para a agricultura – considerem-se as formas de ocupação agrícola que a mata abrigou. • A expressão máxima disso é o papel histórico do cultivo do café no Brasil. • Sua biodiversidade é proporcionada em parte pelas chuvas de convecção (próprias das zonas tropicais) e pela distribuição da umidade da Massa Polar Atlântica, cujos ventos esbarram nas serras que acompanham o litoral brasileiro. • Disso decorrem os grandes volumes de água que recaem sobre a zona da Mata Atlântica.
  73. 73. • 2. A MATA ATLÂNTICA • Assim como na Amazônia, observa-se na Mata Atlântica que a grande quantidade de matéria orgânica que se deposita no solo é rapidamente absorvida pelas plantas nativas. • Entretanto, tudo indica que solos de áreas da Mata Atlântica tenham maior aptidão para a agricultura – considerem-se as formas de ocupação agrícola que a mata abrigou. • A expressão máxima disso é o papel histórico do cultivo do café no Brasil. • Sua biodiversidade é proporcionada em parte pelas chuvas de convecção (próprias das zonas tropicais) e pela distribuição da umidade da Massa Polar Atlântica, cujos ventos esbarram nas serras que acompanham o litoral brasileiro. • Disso decorrem os grandes volumes de água que recaem sobre a zona da Mata Atlântica. • Essa é a região que apresenta os maiores índices pluviométricos do país (um destaque: o litoral norte do estado de São Paulo).
  74. 74. • 2. A MATA ATLÂNTICA • Assim como na Amazônia, observa-se na Mata Atlântica que a grande quantidade de matéria orgânica que se deposita no solo é rapidamente absorvida pelas plantas nativas. • Entretanto, tudo indica que solos de áreas da Mata Atlântica tenham maior aptidão para a agricultura – considerem-se as formas de ocupação agrícola que a mata abrigou. • A expressão máxima disso é o papel histórico do cultivo do café no Brasil. • Sua biodiversidade é proporcionada em parte pelas chuvas de convecção (próprias das zonas tropicais) e pela distribuição da umidade da Massa Polar Atlântica, cujos ventos esbarram nas serras que acompanham o litoral brasileiro. • Disso decorrem os grandes volumes de água que recaem sobre a zona da Mata Atlântica. • Essa é a região que apresenta os maiores índices pluviométricos do país (um destaque: o litoral norte do estado de São Paulo). • Mesmo com o elevadíssimo estágio de desmatamento, ainda hoje a Mata Atlântica apresenta o maior índice de biodiversidade por hectare entre as florestas tropicais.
  75. 75. • Na região Sudeste, ocorreu grande concentração geográfica da siderúrgicas instaladas no território brasileiro, que se utilizaram da lenha e do carvão mineral como combustível.
  76. 76. • Na região Sudeste, ocorreu grande concentração geográfica da siderúrgicas instaladas no território brasileiro, que se utilizaram da lenha e do carvão mineral como combustível. • No estado do Espírito Santo, a vegetação nativa foi praticamente toda substituída pela plantação de árvores destinadas à fabricação de papel.
  77. 77. • Na região Sudeste, ocorreu grande concentração geográfica da siderúrgicas instaladas no território brasileiro, que se utilizaram da lenha e do carvão mineral como combustível. • No estado do Espírito Santo, a vegetação nativa foi praticamente toda substituída pela plantação de árvores destinadas à fabricação de papel. • Esse processo de substituição da vegetação nativa por um único tipo de plantação é erroneamente chamado de “reflorestamento”.
  78. 78. • Na região Sudeste, ocorreu grande concentração geográfica da siderúrgicas instaladas no território brasileiro, que se utilizaram da lenha e do carvão mineral como combustível. • No estado do Espírito Santo, a vegetação nativa foi praticamente toda substituída pela plantação de árvores destinadas à fabricação de papel. • Esse processo de substituição da vegetação nativa por um único tipo de plantação é erroneamente chamado de “reflorestamento”. • A transformação na paisagem também pode ser observada no sul do estado da Bahia, onde atuam grandes indústrias de papel e de móveis, as quais praticamente levaram à extinção suas madeiras nobres.
  79. 79. • Na região Sudeste, ocorreu grande concentração geográfica da siderúrgicas instaladas no território brasileiro, que se utilizaram da lenha e do carvão mineral como combustível. • No estado do Espírito Santo, a vegetação nativa foi praticamente toda substituída pela plantação de árvores destinadas à fabricação de papel. • Esse processo de substituição da vegetação nativa por um único tipo de plantação é erroneamente chamado de “reflorestamento”. • A transformação na paisagem também pode ser observada no sul do estado da Bahia, onde atuam grandes indústrias de papel e de móveis, as quais praticamente levaram à extinção suas madeiras nobres. • No estado do Rio de Janeiro, a siderurgia utilizou a madeira da Mata Atlântica para produzir carvão vegetal como abastecimento dos grandes fornos da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) em Volta Redonda.
  80. 80. • Na região Sudeste, ocorreu grande concentração geográfica da siderúrgicas instaladas no território brasileiro, que se utilizaram da lenha e do carvão mineral como combustível. • No estado do Espírito Santo, a vegetação nativa foi praticamente toda substituída pela plantação de árvores destinadas à fabricação de papel. • Esse processo de substituição da vegetação nativa por um único tipo de plantação é erroneamente chamado de “reflorestamento”. • A transformação na paisagem também pode ser observada no sul do estado da Bahia, onde atuam grandes indústrias de papel e de móveis, as quais praticamente levaram à extinção suas madeiras nobres. • No estado do Rio de Janeiro, a siderurgia utilizou a madeira da Mata Atlântica para produzir carvão vegetal como abastecimento dos grandes fornos da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) em Volta Redonda. • As encostas da Serra do Mar, em São Paulo, foram duramente atingidas pelos efeitos da produção da Companhia Siderúrgica Paulista (COSIPA) e de todo o complexo industrial de Cubatão.
  81. 81. • O funcionamento dessas duas usinas e da USIMINAS – que também demandou desmatamento – em Minas Gerais, foi de fundamental importância para o desenvolvimento da indústria no Brasil.
  82. 82. • O funcionamento dessas duas usinas e da USIMINAS – que também demandou desmatamento – em Minas Gerais, foi de fundamental importância para o desenvolvimento da indústria no Brasil. • E é bom lembrar que todas essas siderúrgicas foram privatizadas na década de 1990.
  83. 83. • O funcionamento dessas duas usinas e da USIMINAS – que também demandou desmatamento – em Minas Gerais, foi de fundamental importância para o desenvolvimento da indústria no Brasil. • E é bom lembrar que todas essas siderúrgicas foram privatizadas na década de 1990. • A lenha, que também é um excelente combustível, foi intensamente utilizada para fins domésticos desde o Sul até o Nordeste – o que acirrou a derrubada da Mata Atlântica.
  84. 84. • O funcionamento dessas duas usinas e da USIMINAS – que também demandou desmatamento – em Minas Gerais, foi de fundamental importância para o desenvolvimento da indústria no Brasil. • E é bom lembrar que todas essas siderúrgicas foram privatizadas na década de 1990. • A lenha, que também é um excelente combustível, foi intensamente utilizada para fins domésticos desde o Sul até o Nordeste – o que acirrou a derrubada da Mata Atlântica. • Nas últimas décadas, o turismo tem se desenvolvido em todo o litoral brasileiro.
  85. 85. • O funcionamento dessas duas usinas e da USIMINAS – que também demandou desmatamento – em Minas Gerais, foi de fundamental importância para o desenvolvimento da indústria no Brasil. • E é bom lembrar que todas essas siderúrgicas foram privatizadas na década de 1990. • A lenha, que também é um excelente combustível, foi intensamente utilizada para fins domésticos desde o Sul até o Nordeste – o que acirrou a derrubada da Mata Atlântica. • Nas últimas décadas, o turismo tem se desenvolvido em todo o litoral brasileiro. • Estradas vêm sendo abertas – como a Linha Verde, cujo propósito é ligar todo o litoral nordestino – acompanhadas de um impiedoso processo de especulação imobiliária, que amplia as áreas desmatadas.
  86. 86. • 3. A MATA DE ARAUCÁRIAS
  87. 87. • 3. A MATA DE ARAUCÁRIAS • A Mata dos Pinheirais ou Araucárias é uma mata muito homogênea, típica de clima subtropical.
  88. 88. • 3. A MATA DE ARAUCÁRIAS • A Mata dos Pinheirais ou Araucárias é uma mata muito homogênea, típica de clima subtropical. • Sua madeira é bastante utilizada, o que justificou, historicamente, a grande concentração de serrarias na região Sul.
  89. 89. • 3. A MATA DE ARAUCÁRIAS • A Mata dos Pinheirais ou Araucárias é uma mata muito homogênea, típica de clima subtropical. • Sua madeira é bastante utilizada, o que justificou, historicamente, a grande concentração de serrarias na região Sul. • Originariamente ocupando vastas áreas dessa região e alguns trechos do sul do estado de São Paulo, essa mata chegou a ter cerca de 100 mil km² e suas árvores atingiam até 30 metros de altura.
  90. 90. • 3. A MATA DE ARAUCÁRIAS • A Mata dos Pinheirais ou Araucárias é uma mata muito homogênea, típica de clima subtropical. • Sua madeira é bastante utilizada, o que justificou, historicamente, a grande concentração de serrarias na região Sul. • Originariamente ocupando vastas áreas dessa região e alguns trechos do sul do estado de São Paulo, essa mata chegou a ter cerca de 100 mil km² e suas árvores atingiam até 30 metros de altura. • Durante a primeira metade do século XX, os imigrantes europeus, colonos da região, iniciaram a derrubada de espécies centenárias para, em seu lugar, cultivar milho, trigo e videira (“cachos de uva” para produção de vinho), além de comercializar suas madeiras.
  91. 91. • 3. A MATA DE ARAUCÁRIAS • A Mata dos Pinheirais ou Araucárias é uma mata muito homogênea, típica de clima subtropical. • Sua madeira é bastante utilizada, o que justificou, historicamente, a grande concentração de serrarias na região Sul. • Originariamente ocupando vastas áreas dessa região e alguns trechos do sul do estado de São Paulo, essa mata chegou a ter cerca de 100 mil km² e suas árvores atingiam até 30 metros de altura. • Durante a primeira metade do século XX, os imigrantes europeus, colonos da região, iniciaram a derrubada de espécies centenárias para, em seu lugar, cultivar milho, trigo e videira (“cachos de uva” para produção de vinho), além de comercializar suas madeiras. • Sua estratificação é bastante diferenciada em relação às da Amazônia e da Mata Atlântica, pois está sempre associada à vegetação de campos, favorável aos assentamentos coloniais em seu interior.

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