Jornal A Família Católica, 8 edição. janeiro 2013

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Jornal A Família Católica, 8 edição. janeiro 2013

  1. 1. A oração das crianças é uma coisa muito delicada. Não dife- rentemente dos discípulos, que repreenderam os que trouxeram crianças pequenas para ser abençoadas por Nosso Senhor, achamos difícil compreender que as crianças possam fazer o que nós achamos tão difícil de fazer, ou seja, rezar. No entan- to, Nosso Senhor foi claro: “Deixai vir a Mim as crianças, e não as impeçais: pois delas é o Reino dos Céus” (Mt. 19,14). As crianças podem orar de fato, mas apenas dentro dos limites das suas capacidades, ou seja, de sua compreensão, concentração e atenção. Além disso, a sua oração deve man- ter a simplicidade infantil para ser genuína: espontaneidade em pedir o que precisa, orar por mamãe e papai, pedir a Jesus desculpas por suas falhas, etc. O artigo de Mary Reed Newland “Ensinando as crianças a orar” em Raising Your Children [ Cr ian do Seus Fi lhos ] (disponível em Angelus Press) tem algumas sugestões práti- cas: “As crianças têm uma fé tão simples na eficácia da oração que é fácil para elas formar o hábito de orar em todos os tipos de ocasiões… ocasiões de cri- ses menores durante o dia. Sua oração será feita em voz alta, de maneira natural, e com a simplicidade da fé que é como um grão de mostarda, elas es- peram que a montanha seja movida. É muito fácil plantar o hábito, e seu mundo é muito mais seguro, porque desta fé de que Deus está pronto e disposto a ajudá-las em tudo, rezar a Ele é uma segunda natureza para elas”. (Págs. 137-138) Se o Rosário em família não se tornar uma tarefa sem fim para as crianças pequenas, esses princípios devem ser aplicados. Como posso fazer com que meu filho de quatro anos de idade participe do nosso Rosário diário? Pe. Peter Scott SANTOS E FESTAS DO MÊS: 01– Circuncisão de Nosso Senhor; 02– Santíssimo Nome de Jesus; 03– Epifania; 12– Sagrada Família (festa móvel: domingo da oitava da epifania); 14– São Hilário, bispo e doutor da Igreja; 17– Santo Antão; 18– Festa da Cátedra de São Pedro em Roma; 20– São Sebastião; 21– Santa Inês; 25– Conversão de São Paulo; 27– São João Crisóstomo; 29– São Francisco de Sales; 31– São João Bosco N E S T A E D I Ç Ã O : Formação infantil 1 Biografia 2 Biografia 3 Comentário Eleison 4 Janeiro/ 2014Edição 8 A Família Católica C A P E L A N O S S A S E N H O R A D A S A L E G R I A S Em primeiro lugar: reconhecer que cada família e cada criança são diferentes. Há algumas famí- lias e algumas crianças, acostu- madas a uma disciplina mais rigorosa, que vão se ajoelhar ou sentar-se calmamente durante a recitação do Rosário. Há outras que acham que é impossível ficar parado. A disciplina necessária para o Rosário deve ser proporci- onal à disciplina necessária para o resto de suas vidas. Se a vida da família como um todo é disci- plinada, o Joãozinho vai saber como sentar e ficar quieto duran- te o tempo sagrado de oração. No entanto, a flexibilidade precisa ser mostrada nos detalhes exteri- ores, dependendo das circunstân- cias individuais de cada criança (por exemplo, idade, tempera- mento e maturidade) e de cada família. Além disso, a menos que sejam interrupções maliciosas, não se deve punir distrações e falta de concentração, para que a oração não se torne onerosa e dolorosa. Em vez disso deve ser dada ênfa- se às recompensas positivas pelos bons esforços, como uma atividade divertida ou um prazer após a recitação do Rosário. O envolvimento ativo das crianças, de acordo com sua faixa etária, é crucial. Isso não significa apenas rezar o Pai Nosso e a Ave Maria, quando eles são capazes de fazê- lo. Cada dezena poderia ser pre- cedida por uma discussão muito breve do mistério, e pode ser pedido às crianças para que di- gam suas intenções para cada dezena específica. Uma virtude especial pode ser solicitada, bem como a tristeza por uma falha. Deste modo, a espontaneidade pode ser renovada, no início de cada dezena. Outra ajuda chave para ter bom proveito com o Rosário diá- rio é aproveitar a facilidade das crianças em orar sempre, como Nosso Senhor sugeriu. Sua confi- ança na Providência pode ser tão profunda, seu senso de certo e errado tão agudo, que isso pode trazer uma oração espontânea pedindo a ajuda ou perdão de Deus. Orações muito curtas, mas fervorosas podem pontuar o dia. Um pai pode fazer bem em apro- veitar isso e estender os misté- rios do Rosário durante o dia. No entanto, acima de tudo, o mais importante é o exemplo dos próprios pais. Se os pais estão entediados e distraídos durante a recitação do Rosário, irritados e exigentes para com os filhos, e se eles recitam o Rosário de maneira mecânica e rotineira, sem unção ou fervor, o mesmo será encontrado em seus filhos. No entanto, se forem recolhidos e fervorosos, capazes de verbali- zar o objeto de sua meditação e as graças a serem obtidas, e se os pais encontram nisso um mo- mento agradável na presença de Deus, elevando-se acima das mil e uma Interrupções das crianças inquietas, então as suas crianças vão se esforçar para seguir o seu exemplo. Fonte: h t t p : / / rosamulher.wordpress.com/ Print to PDF without this message by purchasing novaPDF (http://www.novapdf.com/)
  2. 2. A F a m í l i a C a t ó l i c aE d i ç ã o 8 um anel sagrado que ligava seus filhos a Deus, prendendo-os à Igreja e fixando-os na vida de salvação eterna. Ensinava-lhes a amar, a rezar e a esperar, inspirando-lhes o temor de Deus, a confiança e o reconhe- cimento, o horror do mal e o desejo da virtude e da santidade. Aletha havia esta- belecido no interior da sua casa a ordem perfeita e a disciplina prescrita pelas san- tas leis da Igreja. Eu não posso esquecer, diz o já citado biógrafo, quanto se esforça- va esta distinta mulher por servir de exem- plo e modelo a seus filhos. Dentro ou fora da sua casa, ela imitava de algum modo a vida religiosa pelas suas abstinências, pela simplicidade do seu vestuário e pelo seu afastamento dos prazeres e das vaidades do século. Furtava-se o quanto possível às agitações exteriores, observando os jejuns e as vigílias, perseverando na oração e resgatando por obras de caridade o que podia faltar à perfeição de uma pessoa ligada à sociedade por diferentes laços. Compreendem-se as impressões profun- das que estes exemplos edificantes devi- am ter gravado nas jovens almas que diari- amente os testemunhavam. A fidelidade que os pais guardam à autoridade da Igre- ja é para os filhos o melhor meio de consa- grar a fidelidade a todos os outros deveres. Aletha amava os seus com uma ternura desinteressada, sem nada ter desse egoís- mo natural que procura nisto a sua própria satisfação e, cultivando as ricas faculdades de seus filhos, evitava provocar-lhes à su- perfície do espírito certa florescência pre- coce e brilhante que lisonjeia a vaidade, mas que não produz nenhum fruto. A histo- ria refere que ela os habituava a uma práti- ca generosa de renunciação e de sacrifício; que procurava ensinar-lhes a mais útil de todas as ciências, a de sofrer com calma e dignidade; e que se aplicava sobretudo a fazer reinar entre eles, por um constante exercício de caridade fraternal, uma santa harmonia de gostos, de costumes, de idei- as e de simpatias. A austeridade desta educação cristã, temperada por tudo o que há de afetuoso e de suave no coração de uma mãe, desen- volveu as qualidades doces e vigorosas A bem-aventurada Aletha teve sete fi- lhos que foram todos santos. O mais ve- lho de seus filhos se chamava Guido e a este se seguiam Gerardo, Bernardo, An- dré, Bartholomeu, Nivardo e uma filha chamada Umbelina. Os contemporâneos que pessoalmente conheceram esta nobre família são unânimes em prestar grandes tributos de veneração a cada um de seus membros. Eis o que diz um piedoso cronista do século XII, abade de Saint-Thierry. “O filho mais velho de Aletha tinha um caráter grave e justo. Amado de Deus e cheio de modéstia, era dotado de uma notável inteligência que brilhava em to- dos os seus atos como em todas as suas palavras. Gerardo, o segundo filho, goza- va da estima geral; tinha costumes sim- ples e castos e uma rara prudência junto a uma não menos rara penetração de espírito. Bernardo, o terceiro, farol e mo- delo de seus irmãos, tornou-se uma forte coluna da Igreja. André, o quarto, tinha uma alma ingênua e terna, temente a Deus e infensa ao mal. Bartholomeu, na flor da idade, em saber e prudência avan- tajava os velhos e possuía todas as quali- dades de uma vida sem mácula. Nivardo, o mais moço, preferiu os bens do céu às riquezas da terra. Umbelina, nascida em último lugar, soube fugir às atrações da vaidade mundana e chegou a ombrear em virtudes com os seus irmãos”. A digna mãe dessa grande família de santos pode a todos os respeitos ser ofe- recida como um tipo das mães cristãs. É verdade que ela teve a vantagem inapre- ciável de viver em uma época em que as famílias reproduziam, tanto quanto era possível, a imagem da santa casa de Nazaré. A Igreja com a sua divina inteligência, regulava a vida privada do mesmo modo que a vida publica, fixava os princípio, da educação e intervinha nas relações civis para as nobilitar e consagrar; de sorte que tudo concorria para fomentar a fé, fortalecer a virtude, exaltar os corações e incitar o amor dos grandes cometimen- tos. O papel da mulher, nessa obra de civiliza- ção cristã, era verdadeiramente belo. A religião determinava todos os seus deve- res; e dignificava-os. A mãe não julgava terminada a sua tarefa depois de ter provi- do a todas as coisas da vida temporal: as suas vistas se erguiam mais alto e a sua ação se estendia mais longe. Mãe cristã, ela iniciava na vida da graça aqueles a quem tinha dado a vida material, e a sua felicidade, como a sua glória, consistia em os ver progredir na virtude ao mesmo tem- po que cresciam em idade. “A mãe de S. Bernardo — diz um santo bispo — tomava os seus filhos nos braços, logo após o nascimento, para os oferecer a Jesus Cristo; e amava-os desde então com respeito, como si fossem um depósito san- to que Deus lhe houvesse confiado. E disto resultou tornarem-se santos os sete filhos que teve. Felizes os filhos que se desenvolvem sob esta influencia cristã e maternal! Aletha havia desposado, muito jovem ainda o nobre Teulino, senhor de Fontaines, perto de Dijon. Ela tinha quinze anos apenas e já a sua alma, inspirada pela graça, visava um outro destino. Mas a Providência desti- nara-a a ser esposa e mãe e propagar em sua numerosa família as bênçãos que a enchiam. O seu mais ardente desejo foi transmitir ao coração de seus filhos a voca- ção religiosa que ela havia apreciado tanto em seus primeiros anos. Unida profunda- mente a Jesus Cristo, fonte de todo o amor, ela comunicava a seus filhos, com o leite maternal, uma virtude toda celeste ; for- mou-os para o céu bem mais do que para a vida deste mundo e ensinou-lhes, desde a mais tenra idade, a discernir o bem e o mal, a preferir o melhor e a amar acima de tudo o Pai das misericórdias e das eternas consolações. Esta piedosa mãe era como A MÃE DE SÃO BERNARDO Novo Manual das mães cristãs– Pe. Theodoro Ratisbona “Um dia São Francisco (de Sales) disse à sua mãe: ‘Minha mãe, porque assiste à minha doutrina? Aprendi da senhora o catecismo. Como é que podes agora aprender de mim?’ mas a mãe respondeu: ‘ Meu filho, eu te ensinei as palavras do catecismo; mas tu me ensinas o sentido das palavras.” Print to PDF without this message by purchasing novaPDF (http://www.novapdf.com/)
  3. 3. que se admiram em Bernardo e em seus Irmãos. Cada um deles manifestou as mais solidas aptidões e as mais nobres faculdades. Mas, entre as virtudes destes filhos abençoados, a piedade filial reluziu sempre como um diamante no meio das mais ricas pedrarias. S. Bernardo, ainda mais que seus ir- mãos, prezava sua mãe e se deleitava com a unção religiosa do coração mater- nal. Bem jovem ainda, ele imitava em segredo as boas obras de sua mãe, apie- dava-se dos pobres e dos aflitos, era servi- çal para os irmãos e condescendente, obsequioso para todos e, pelos seus pro- gressos de cada dia, na carreira da virtu- de, preludiava a santidade que mais tarde lhe encheu a vida de celestial magnificên- cia. Um outro contemporâneo faz ver o quan- to a venerável matrona era solicita em acudir a toda a espécie de infortúnios Aletha não se limitou a acolher os pobres com bondade; visitava-os nas choupanas, pois neste ofício de caridade gostava de fazer tudo por si mesma e servia os enfer- mos nos hospitais, distribuindo a uns e a outros remédios e vestidos e oferecendo a todos os perfumes das consolações evan- gélicas. Si fossemos a narrar tudo o q ela fazia — acrescenta o biógrafo — talvez não acreditassem (1). Progredindo, dia a dia, de virtude em virtu- de, ela estava completamente preparada à sua última hora. Bernardo tinha vinte anos somente, quando Deus a levou. Foi um golpe terrível para o seu jovem cora- ção, porque, nesta quadra da vida, a pie- dade filial está como que em plena flores- cência. O filho, nos seus primeiros anos, ama a sua mãe sem avaliar o preço de uma mãe; ama-a infantilmente, quase que por instinto apenas. Mas na mocidade já ele sabe apreciar a mãe, e à sua extrema ternura se junta uma estima, uma confian- ça, um respeito que nenhuma frase pode- ria exprimir. A morte da venerável Aletha foi rodeada de circunstâncias tão tocantes que as não devemos omitir aqui. Por isso vamos deixar falar um santo monge que assistiu a esta comovente cena e que com toda a singeleza a conta: “A mãe venerabilíssima do abade de Claraval costumava celebrar todos os anos magnificamente a festa de Santo Ambrósio, padroeiro da igreja de Fontai- nes, com um banquete solene para o qual todo o clero era convidado. Deus, queren- do recompensar a particular devoção des- ta santa mulher pelo glorioso Ambrósio, fez-lhe conhecer por meio de uma revela- ção misteriosa que ela havia de morrer no mesmo dia da festa. Certamente que não é para espantar que uma tão digna cristã fosse dotada do espírito de profecia. Ale- tha disse então tranquilamente e com segurança a seu esposo, a seus filhos e a toda a sua família reunida que o momento da sua morte era próxima. “Todos, estremecendo embora, recusa- ram crer o sombrio anúncio, mas não tar- P á g i n a 3 A F a m í l i a C a t ó l i c a dou que a realização deste dolorosa- mente os alarmasse. Na véspera de Santo Ambrósio, Aletha foi atacada de uma febre violenta. No dia seguinte, que era o da festa, pediu humildemente que lhe trouxessem o Sagrado Corpo de Je- sus Cristo e depois de receber o Santíssi- mo Viático e a Extrema Unção, sentindo- se confortada, instou para que os ecle- siásticos convidados não faltassem ao festim. Quando eles se achavam à me- sa, Aletha mandou chamar Guido, seu filho mais velho, e recomendou-lhe que fizesse entrar no quarto, depois do ban- quete, todos os membros do clero que ali estavam. Guido executou fielmente o que a sua piedosa mãe lhe havia orde- nado. "Estávamos todos reunidos em torno do seu leito, quando a serva de Deus nos declarou com ar sereno que era chegado o seu último momento. Ajoelhamo-nos logo todos a rezar a ladainha que Aletha ia também entoando enquanto tinha voz. Mas no instante em que o coro pronunci- ou esta frase: “Per passionem et crucem tuarn, libera eam, Domine”, a agonizan- te, recomendando-se ao Senhor, ergueu a débil mão para fazer o sinal da cruz e, parando nesta atitude, rendeu a sua santa alma que os anjos receberam e levaram para a mansão dos justos. É ai que ela espera, na paz de Deus, o des- pertar do seu corpo no grande dia da ressurreição, quando o supremo Juiz vier julgar os vivos e os mortos e o século pelo fogo. “Foi assim que esta alma santificada deixou o santo templo do seu corpo; a mão direita permaneceu erguida na mesma posição em que estava quando ela fez o seu último sinal da cruz, o que im- pressionou muito a todas as pessoas pre- sentes. “A feliz transmigração desta mulher cris- tã foi objeto de jubilo entre os anjos do céu; mas cá na terra este acontecimento mergulhou na desolação os pobres de Jesus Cristo, as viúvas e um grande núme- ro de órfãos que ela protegia” (2). Esta narração singela e tocante indica só por si a perfeita delicadeza do gênio des- ses séculos de ardente fé. Sobre a lápide funerária da cripta de São Benigno, onde foram depositados os restos da Bem-aventurada Aletha. um piedoso escultor gravou o retrato de cada um de seus filhos. Mãe nenhuma teve jamais um epitáfio tão eloquente como este da mãe de São Bernardo. A morte não termina, porém, a missão augusta de uma mãe piedosa. Esta missão se perpetua, debaixo de outra forma, no mundo angélico. Na vida do grande S. Bernardo nós en- contramos irrecusáveis provas das rela- ções que subsistiram além do túmulo, entre a bem-aventurada Aletha e seus filhos. Ela apareceu visivelmente a S. Bernardo, segundo o testemunho de um doutor con- temporâneo, dizendo-lhe: “Acaba, meu filho, com coragem, o que começaste a fazer: eu te espero na glória divina". Uma aparição semelhante a esta deter- minou a vocação do jovem André, irmão daquele santo. Em um momento em que ele resistia mais obstinadamente às impulsões da graça, exclamou de súbito: Vidi Matrem! “Vi minha mãe!” E, imediatamente, se lan- çou comovido aos pés do irmão, consa- grando-se desde então para sempre ao serviço de Jesus Cristo (3). Ó meu divino Salvador! suscita, eu vos conjuro, as mães verdadeiramente cristãs, afim de que os santos apareçam de novo entre nós e a piedade torne a florescer como nos bons tempos de outrora, para consolação da Vossa Igreja. __________ 1) Guill. Vl 1º, cap 2º. 2) Joan Ermita, p. 130. Ed. Mabel. 3) Giull. de Santa Thierry, cap.II Fonte: http://maecrista.blogspot.com/ São Bernardo e sua santa mãe Print to PDF without this message by purchasing novaPDF (http://www.novapdf.com/)
  4. 4. COMENTÁRIO ELEISON Há pouco tempo, uma esposa e mãe me disse que estava tendo muitas difi- culdades em falar com seu marido. Quase não podiam conversar sobre o que andava mal, sem terminarem muito nervosos um com o outro. Acertada- mente ou não, percebi que seu proble- ma vinha da negação universal, delibe- rada e diabólica do papel maravilhosa- mente complementar concebido por Deus para o homem e a mulher no ma- trimônio. Segue o que escrevi a ela. Me disse que a ajudou. Tomara que possa ajudar a outras. (Senhoras, NÃO penso que todo o problema esteja somente no seu lado!). Lamento que seu matrimônio passe por momentos ásperos. Regra número um: nunca discuta, dis- puta com seu esposo na frente ou ao alcance dos filhos. Eles vêm primeiro. A senhora não poderá ajudar a família degradando (diminuindo) seu marido ou disputando com ele diante das crian- ças. Ao contrário. Regra número dois: RESPEITE seu esposo, mesmo que ele nem sempre mereça. As mulheres se movem por amor, os homens pelo ego – uma enor- me diferença. É por isso que São Paulo – PALAVRA DE DEUS – diz “Esposas obedeçam a seus maridos, maridos amem as suas esposas”. Enorme dife- rença! Em todo matrimônio onde o es- poso demonstra amor por sua esposa e onde a esposa respeita a seu esposo, é normalmente onde achamos a essência de um matrimônio feliz. E se ele não demonstra amor pela senhora, ao me- nor faça-se digna de ser amada, o qual nunca acontecerá brigando com ele. Custe o que custar, respeite o seu marido. Ele necessita do seu respeito mais do que necessita do seu amor. A senhora necessita do seu amor mais do que necessita do seu respeito. Obedeça a ele. Nunca demonstre que a senhora está dizendo o que ele tem que fazer. Faça com que ele decida fazer o que a senhora quer que ele faça. E, para a esposa, trabalhar fora de casa não é bom, especialmente se ela ganha mais do que ele. Se a senhora precisa ga- nhar dinheiro, e de fato ganha mais que ele, NUNCA demonstre. Disfarce este fato. Um homem necessita ver a si mesmo como sendo ele que ganha o pão, como cabeça da casa. A senhora é o coração, exatamente tão necessário para a família como é a cabeça, mas a senhora não é a cabeça. E se, às vezes, se vê obrigada a agir como a cabeça, não o demonstre, DISFARCE. Me surpreenderia se a senhora não buscasse fazer seu matrimônio funcio- nar. Habitualmente depende da mulher adaptar-se ao homem e não o contrá- rio. Provérbio russo – “Como a planta de tomate está para o tutor (pedaço madeira ao redor do qual a planta cres- ce), assim está a mulher para o ho- mem”. Se ele não é um tutor, faça tudo o que pode para que o seja. E se ele não pode, então, novamente disfarce o fato. Deus faz com a adaptação seja mais fácil para as mulheres do que para os homens, de maneira tal que elas se adaptem ao seu marido. A se- nhora disse uma vez que a família pre- cisava de dinheiro para educar as fi- lhas. Já lhe ocorreu que a melhor edu- cação das meninas, e a mais importan- te, será recebida na cozinha da mãe? Edição: Capela Nossa Senhora das Alegrias - Vitória, ES h p:/www.nossasenhoradasalegrias.com.br Entre em contato conosco pelo e-mail: jornalafamiliacatolica@gmail.com Tutores para Tomates - Dom Williamson Assumindo que a mãe está em ca- sa. Terá muito mais para dar a suas filhas com seu exemplo que qualquer escola fora de casa possa dar. E dê a elas o precioso exemplo de uma esposa e mãe que obedece e respeita a seu esposo apesar de tudo. As crianças são muito observadoras. O exemplo que a senhora der a elas será de crucial impor- tância para a felicidade de seus futuros matrimônios e lares. Discuta com seu esposo se quiser, mas tranquilamente, respeitosamente, e longe das crianças. E não diga “Eu tam- bém trabalhei fora o dia todo, eu tam- bém preciso de compreensão em casa.” uma vez que não é normal que as mães trabalhem fora de casa, e os homens o percebem, mesmo quando seja por sua culpa. Os homens são o que são. Este é o homem que Deus designou para a senhora se casar. Dê a seus filhos o exemplo de respeitá-lo. Este é um pre- sente precioso, especialmente para suas filhas. Todas as famílias hoje em dia preci- sam de muitas orações. Mãe de Deus, ajuda! Kyrie eleison. Fonte: h p:// grupodomboscofoz.blogspot.com.br/ Família de Mons. Lefebvre Print to PDF without this message by purchasing novaPDF (http://www.novapdf.com/)

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