Jornal A Família Católica, 3 edição, agosto 2013

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Jornal A Família Católica, 3 edição, agosto 2013

  1. 1. Burgúndios tornar-se-iam alia- dos dos Francos, e uma espo- sa cristã poderia ajudar a manter seus súditos romanos mais estreitamente vinculados a ele. Confiante na virtude dela, o Bispo Remígio enviou a garota de 17 anos de idade para ser rainha dos francos pagãos com a missão de con- verter seu rei bárbaro. Nós podemos imaginar Clotil- de: seus traços delicados, mas firmes, imponente no porte, suave nos gestos e na voz. Suas preces constantes e vida exemplar começam a ter efei- to em Clóvis. Para entender a influência de Santa Clotilde, é preciso apenas lembrar a ex- clamação de Clóvis durante a batalha contra os Alamanos. Vendo suas tropas a ponto de ceder, ele invocou a ajuda do “Deus de Clotilde” e prometeu tornar-se católico se somente a vitória fosse concedida a ele. Pela força e influência daquele lumen sobrenatural de Clotil- de, Clóvis aceitou a luz da Igreja Católica. (...) O Reino Franco daí em diante torna-se o representante e defensor dos interesses católicos em todo o Ocidente. Nesta situa- ção crucial, uma mulher tem uma missão decisiva: Clotilde. Se você quisesse que sua filha compreendesse o que é uma mulher virtuosa, essencialmen- te feminina e não feminista, capaz de governar um lar e influenciar a sociedade natural na qual ela se move, qual perí- odo da História você indicaria que ela estudasse? Primeiro: mantenha-se longe do nosso triste século XX do feminismo. A resposta é muito simples. Se você quer que sua filha com- preenda o que é ser uma mu- lher forte, faça com que ela estude as vidas das mulheres medievais, as mulheres que ajudaram a moldar a Era da Fé. Um período que, a propósito, as feministas gostam de repre- sentar como o mais opressivo porque não era igualitário e vulgar, mas hierárquico e sa- cral. Ainda assim, as páginas da história da Civilização Cristã ressoam com histórias de valo- rosas mulheres maduras, per- sonalidades que desempenha- ram papéis importantes no desenvolvimento da Civilização Cristã. De fato, é interessante ver que a conversão da Europa dependeu da fé e da piedade de mães e esposas apostóli- cas. (...) Os livros de História nos con- tam que a França Católica, primeira filha da Cristandade, foi fundada pelo bárbaro Rei dos Francos, Clóvis. Mas Corín- tios nos diz: “O marido descren- te é santificado pela esposa crente.” (2 Cor. 8,14). Deixe-me explicar. Com o Império Romano tendo caído, os bárbaros invadiram. As luzes daquilo que parecia a Santo Ambrósio uma inextinguí- vel civilização romana haviam se extinguido. (...) Nessa escuridão uma nova luz apareceu - nobre, sacral, dignifi- cada. Uma alma imbuída com o espírito da Igreja Católica, bri- lhando com o lumen de santida- de do Corpo Místico de Cristo. Ela era Santa Clotilde (474- 545), filha do Rei dos Burgún- dios de Lyon, esposa de Clóvis, Rei dos Francos. Clóvis tinha razões para querer essa esposa cristã: Clotilde tinha a reputa- ção de ser lindíssima; os DO CORAÇÃO E DO LAR: A MULHER NA IDADE MÉDIA Por Marian T. Horvat Traduzido por Andrea Patrícia SANTOS E FESTAS DO MÊS: 02- Sto. Afonso de Ligório 02– Indulgência de Porciúncula 04– São Domingos de Gusmão 06– Transfiguração de Nosso Senhor Jesus Cristo 09– São João Maria Vianey 12– Sta. Clara de Assis 15– Festa da Assunção de Nossa Senhora 18– Sta. Helena, rainha 20– São Bernardo 22– Festa do Imaculado Coração de Maria 24– São Bartolomeu, Apóstolo 25– São Luís, Rei da França 28– Sto. Agostinho 30– Santa Rosa de Lima N E S T A E D I Ç Ã O : História 1 História (continuação) 2 Catequese 2 Televisão 3 Biografia 4 Indulgência da Porciúncula 4 C A P E L A N O S S A S E N H O R A D A S A L E G R I A S A Família Católica Agosto/ 2013Edição 3 Santa Clotilde e seu marido, o Rei Clóvis Print to PDF without this message by purchasing novaPDF (http://www.novapdf.com/)
  2. 2. Na Grã-Bretanha, ficou para a bisneta de Clotilde [a missão de] abrir as por- tas para o Cristianismo. Bertha, uma princesa franca (d. 612), casada com o Rei pagão Elthelbert de Kent. Por muitos anos ela viveu como católica na corte pagã da Cantuária. Quando Santo Agostinho da Cantuária chegou à frente de seus quarenta missioná- rios para pregar o Evangelho na Ingla- terra em 596, ele encontrou na Rai- nha Bertha uma poderosa aliada na corte de seu esposo - e Ethelbert ma- duro para a conversão. Ethelbert foi batizado em Whitsunday em 597, e a Cantuária tornou-se a igreja-mãe da Inglaterra. A história épica continua. A filha de Bertha, Ethelburga, seguindo aquela tradição heroica da família, casou-se com o Rei pagão Edwin da Nortúm- bria, e assim levou a fé aos Anglos. Edwin, o primeiro Rei Cristão da Nor- túmbria, foi batizado em York em 627 e foi tão zeloso na conversão de seu povo que a Igreja hoje o honra como Santo. E quanto a Itália? Por volta do ano 600, a princesa cristã da Bavária Theodelinda casou-se com o Rei dos Lombardos. Tanto o esposo quanto a nação se converteram à fé católica. Na Espanha, uma piedosa mãe grega, Teodósia, instruiu os dois filhos de seu ímpio marido visigodo na fé católi- ca. Um filho, Santo Hermenegildo, morreu como mártir em vez de abjurar sua crença católica. Seu irmão Recaredo subiu ao trono, abraçou o Cristianismo, e no terceiro Concílio de Toledo (589) proclamou que a Espanha aspirava a ser uma nação católi- ca. A mãe cristã de sua tumba havia triun- fado através de seus filhos sobre o pai perseguidor. Voltando para o Leste, nós vemos a primei- ra Rainha Cristã da Boêmia, Santa Ludmi- la, que se converteu com seu marido em 879. Ela foi estrangulada enquanto orava em 921 por ordem de sua nora, que tinha ciúme da grande influência que Ludmila exercia sobre seu neto. Esse neto foi o grande herói popular Santo Venceslau, que regaria com seu próprio sangue as semen- tes da fé plantada tão heroicamente por sua avó. Foram rainhas católicas que estabele- ceram os alicerces para o Cristianismo na Polônia e na Rússia. E foi a grande Santa Margarida da Escócia (1038- 1093) que casou-se com Malcolm III da Escócia e suavizou as maneiras áspe- ras dos guerreiros Highlanders (pessoas pertencentes às terras altas da Escócia). Em seu posto como rainha, toda a grande influência de Margarida foi colocada na causa da religião e pie- dade. Ela foi fundamental para a convo- cação do sínodo que instituiu reformas que levaram a Escócia a sair do isola- mento e a se alinhar ao resto da cris- tandade ocidental. Nós dizemos aos nossos filhos e filhas hoje: “Apenas uma coisa importa: que vocês sejam felizes. Que vocês estejam realizados.” Isso é bem diferente daqui- lo que a valente Rainha Branca de Cas- tela disse ao seu jovem filho que se tornaria o Santo Rei Luis IX da França: “Eu preferiria vê-lo morto aos meus pés do que vê-lo cometendo um pecado mortal.” Uma mulher formidável, Bran- ca de Castela foi capaz de manter a coroa para seu filho durante a regência contra os poderes de Languedoc, da Bretanha, da Ilha de França e até mes- mo de Henrique III da Inglaterra. http://www.rosamulher.com.br/ I n s t r u i n d o a c r i a n ç a d i a n t e d o c r u c i f i x o P á g i n a 2 A F a m í l i a C a t ó l i c a São Luís e a Rainha Branca “Em frente da Cruz, as crianças advinham, amam e adoram o mistério do mesmo Jesus que sofre com as “maldades” delas; obtém o seu perdão e faz por elas a devida penitência: É O MISTÉRIO DA REDENÇÃO.” Em frente da Cruz, a mãe dirá aos seus filhos que Jesus os amou até a morte mais ignominiosa, a morte na Cruz; que os amou sem lhes dever nada e sem ter nada a ganhar; que os amou pessoalmente a cada um deles como se fosse só. Ah! Que livro! Que espetáculo o da Cruz! Fala a todos os olhos, fala a todos os cora- ções; impressiona sempre as crianças, inflama nelas o fogo sagrado da caridade.” (Abade René de Bethléem) Fonte: A grande guerra h p://a-grande-guerra.blogspot.com.br/ Print to PDF without this message by purchasing novaPDF (http://www.novapdf.com/)
  3. 3. Permitindo que seus filhos mergu- lhem na TV, os pais estão, de fato, permitindo que os valores do mundo (o materialismo, o secularismo, a liberdade sexual...) influenciem suas mentes sedentas. Todos os bons efeitos da TV não podem desfazer o mal feito às crianças: a moral cor- rompida, a passividade de espírito, a ausência da vida familiar. (...) As crianças veem mais sobre tragédias na TV em uma semana do que os seus avós viram durante uma vida! Por outro lado, a leitura limita a exposição ao medir isso de acordo com o nível de maturidade da crian- ça. Um livro não ataca as emoções de uma criança como a TV faz. A Academia Americana de Pediatria adverte que as crianças assistindo TV tem uma overdose de violência e sexo, fazendo com que se tornem agressivas e promíscuas. Lembre-se, Nosso Senhor amaldiçoa aqueles que escandalizam os pequeninos! Mas mesmo se a TV não fosse a vitrine do mundo, mesmo que ela não fosse controlada pelos inimigos de Cristo, os seguintes fatos ainda seriam verdadeiros: # 1. Assistir à TV é o maior obstáculo para a alfabetização e aprendizagem na América de hoje. A TV exige um curto espaço de atenção, a leitura exige um longo. A TV pensa e imagi- na para você; a leitura desenvolve tanto o pensamento quanto a imagi- nação. # 2. Assistir TV significa passividade. O tempo passado em frente da teli- nha é o tempo gasto sem brincar, o que deve ser a atividade principal da infância. Através das brincadeiras as crianças desenvolvem sua imagina- ção, praticam novas habilidades e aprendem o autocontrole. # 3. Assistir TV destrói a vida famili- ar...não tanto pelo comportamento que promove, quanto pelo comporta- mento que impede. Todas aquelas horas em frente a telinha são horas gastas sem aprender as habilidades da vida familiar comum (trabalhando jun- tos, vencendo os problemas, etc.) que ajudam os jovens a desenvolver o cará- ter. Essas são horas sem amor partilha e experiência. A TV faz toda a conversa, enquanto as crianças são ignoradas, e a mulher tem que competir com estre- las de cinema! (...) # 4. Assistir à TV é psicologicamente viciante. Ela começa como uma babá, algo para manter a criança ocupada até o jantar estar pronto. Ela se expan- de para ocupar mais e mais horas do dia da criança (mais de 3 horas por dia para a juventude americana média!), assim, roubando-lhe experiências de vida. Para os nossos jovens modernos cujas experiências ativas são desloca- das pela TV, o mundo mostrado na televisão torna-se o mundo real. A essa altura os pais sentem o que está acon- tecendo, as crianças estão tão ligadas na TV que deixam seus pais de fora. E você mesmo pode admitir que a maio- ria do que você vê na TV é lixo inútil, uma perda de tempo, uma fuga passiva da vida real, e ainda assim você quer continuar assistindo isso! Muitos católicos sacrificam aquilo que por direito pertence a Deus (tempo, família, alma) pelo ídolo no canto de sua sala de estar. Também muitos afirmam que eles não têm tempo para o Rosário em família, mas encontram tempo para desperdiçar na frente da telinha. . Verifique o tempo que você gasta em oração e leitura espiritual versus o tempo que você dedica a TV, e você vai saber se Cristo é verdadeira- mente o Rei da sua vida. Se a balança pender para o lado da TV secular, o impacto dos valores do mundo é mais forte do que os valores de Deus. Lem- bre-se que a criança aprende principal- mente através da imitação: que exem- plo você dá diante dela? http://www.rosamulher.com.br/ T V E H O M E S C H O O L I N G P e . D e l a p l a c e T r a d u z i d o p o r A n d r e a P a t r í c i a A F a m í l i a C a t ó l i c aE d i ç ã o 3 Nota: Embora o texto aborde ambos os assuntos do título, aqui só coloca- remos a parte que trata da televisão. Caros Amigos e Benfeitores, Enquanto estamos celebrando o nascimento do Príncipe da Paz, ru- mores de guerra transtornam a ale- gria da época Natalina. (...) O alvo não é o petróleo do Oriente Médio, mas a inocência da juventude. O Bebê divino na manjedoura nos lem- bra que precisamos nos tornar puros e simples como crianças se quiser- mos entrar no Reino dos Céus (...) Agora, um coração puro, uma alma pura reflete a luz de Deus e condena este mundo de trevas, é por isso que o mundo e seu príncipe vão fazer de tudo para manchar a veste branca de inocência batismal. E assim, sob o pretexto de educação e entreteni- mento, a televisão e a escola têm sido utilizadas para envenenar com- pletamente as mentes e os corações dos jovens. “... As distinções e as linhas divisó- rias entre crianças e adultos em grande parte desapareceram ... as crianças estão falando e se compor- tando de forma que teria sido consi- derado imprópria para adultos ape- nas um curto período de tempo atrás. Comportamento sexual adul- to? Sim, mas junto com isso, cinismo adulto e crime adulto e depressão adulta, alcoolismo e suicídio... a tele- visão tem esse efeito porque destrói as noções de mistério, do sagrado, e da hierarquia". ("Psychological Se- duction", ["Sedução psicológica"], de William K. Kilpatrick). Os pais católi- cos devem perceber que o pecado original não é apenas um fato do passado, mas uma realidade presen- te: mesmo após o Batismo, a alma permanece ferida com a malícia e a concupiscência. Agora, a televisão explora esses efeitos do pecado original ao fazer propaganda de esti- los de vida de busca do prazer, da gratificação autocentrada, enquanto ridiculariza as crenças católicas. 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  4. 4. ver Nosso Senhor Jesus Cristo, sua bendi- ta Mãe e muitos Anjos, animando-o a pedir uma graça, pela salvação das al- mas. S. Francisco, confiante na interces- são valiosa de Maria, disse então: “Eu, pobre pecador, peço a vossa divina ma- jestade, a graça, em benefício do povo cristão, de que a todos aqueles que vie- rem visitar esta igreja e aqui receberem os Santos Sacramentos, seja concedida uma indulgência plenária”. Vendo que Nosso Senhor se conservava calado e reconhecendo nesse silêncio um gesto negativo, dirigiu-se a Maria Santíssima. Foi-lhe então concedida a graça solicita- da, com a condição, porém, de apresentar -se ao Papa Honório III e em nome de Cristo requerer a indulgência. Logo no dia seguinte, (...), S. Francisco foi a Perúgia, onde se achava o Santo Padre. (...) Honó- rio, não obstante ser grande admirador do pobre de Assis, achou bastante esquisita a petição do mesmo, (..) e se declarou em desfavor.(...) Deus porém, moveu o cora- ção do seu representante na terra, o qual, O dia 2 de agosto é festejado em todas as igrejas das três Ordens Fran- ciscanas, e grande número de fiéis e católicos toma parte ativa nessa sole- nidade. É a festa de Porciúncula, festa singularíssima, como já o nome parece indicar. Porciúncula não é o nome de uma Santa, nem de um mistério da Santa Religião, mas assim é chamada uma igrejinha, nas proximidades de Assis, na Itália. A igrejinha Porciúncula ad- quiriu fama mundial, devido a São Francisco de Assis e pela indulgência extraordinária, que aquele Santo ob- teve para esse santuário. A história da igrejinha Porciúncula e da respectiva indulgência é a seguin- te: De todas as igrejas de Assis, S. Francisco gostava mais da capelinha de Santa Maria dos Anjos, mais co- nhecida pelo nome de Porciúncula. (...) Em setembro de 1221, teve na- quela igreja uma visão. Parecia-lhe ANNE DE GUIGNÉ “Conversão” aos quatro anos Anne, nascida em 25 de abril de 1911 era natural de Annecy (Alpes franceses) morreu em odor de santida- de. Mas desengane-se quem pensar que nasceu santa. Muito pelo contrá- rio. Inteligente e muito viva era possui- dora de um caráter rebelde, agressivo e caprichoso. No ver dos seus familia- res, era insuportável. Tudo muda quan- do o pai morre em combate durante a Primeira Grande Guerra. Sensibilizada com o sofrimento da mãe, ouviu desta o seguinte pedido: “Anne, se me quise- res consolar, terás de ser boa.” A menina tinha apenas 4 anos, mas o apelo foi tomado a sério: será um combate constante de transformação interior que ela vencerá com uma von- tade férrea, oração perseverante e inúmeros sacrifícios. A mãe, assistin- do à sua transformação, dirá dela que jamais a viu regredir no seu propósito de aperfeiçoamento. Através do seu amor pela mãe, Anne descobriu o caminho para Deus a quem recorrerá incessantemente. Pou- co a pouco, as suas “crises” desapare- ceram ao ponto de deixar a impressão a todos de que tudo lhe era agradável: aceitava as contrariedades, desculpa- va os outros e tornou-se educadora de fé e caridade para os seus irmãos mais novos e suas amigas. Vida com Jesus A Primeira comunhão foi para ela um farol que iluminou o resto da sua vida. Apesar da pouca idade (6 anos) foi admitida ao sacramento após um minucioso exame que levou o padre inquiridor a confessar: “Não somente está pronta como desejo que vós e eu estejamos sempre ao nível de instrução desta menina.” No grande dia festivo, Anne deixou um bilhete sobre o altar: “Meu pequeno Jesus, amo-Vos e, para Vos agradar, tomo a resolução de obe- decer sempre!” Assim prometeu, assim fez… Mas em Dezembro de 1921, ficou aca- mada com uma meningite. Até o fim vai repetindo:“Meu Bom Jesus, quero tudo o que Vós quereis”. Viveu, rezou e so- freu pelos outros. Quando lhe pergunta- vam se sofria muito, respondia: “Não sofro; aprendo a sofrer.” Assim, no dia 14 de janeiro de 1922, Anne faleceu com 10 anos de idade. * 25/04/1911 + 14/01/1922 Fonte: informações adquiridas pela internet. INDULGÊNCIA DA PORCIÚNCULA vencendo as primeiras dúvidas, concedeu a Francisco o que pedira, com a condição da confissão contrita dos pecados e a visita à Igreja da Porciúncula. Essa graça era, além disso, restrita a um determina- do dia do ano. Em outra visão, foi a S. Francisco por Cristo revelado o dia da grande indulgência, que havia de ser 2 de agosto.(...) Sete Bispos tiveram a ordem do Papa para no dia 2 de agosto procla- mar solenemente a indulgência plenária na igreja Porciúncula. Assim aconteceu no ano de 1293. “Temos muitas alegrias na terra, mas duram pouco; a que permanece é a de ter realizado um sacri cio.” Anne Print to PDF without this message by purchasing novaPDF (http://www.novapdf.com/)

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