SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 18
Educação Visual 
Museologia 
Trabalho realizado por: 
Thales Morais nº 23 
Professor: Pedro Miguel Martins
Museologia 
relações com o Real 
homem cultura e natureza, no âmbito dos diferentes sistemas de pensamento.
Situa: campo das ciências humanas faz interface 
Filosofia, a História da Arte, as Ciências Naturais e Biológicas e as Ciências Exactas.
Divide-se em 
Museologia Teórica e Museologia Aplicada 
• métodos e os meios de pesquisa 
• organização de documentos 
• coleta de informações 
• manutenção 
• defesa do património 
• gestão de um Museu
Base o conceito de PATRIMÓNIO (natural e cultural) 
O conjunto de referências 
materiais 
não-materiais 
Definidoras da IDENTIDADE 
Grupos humanos 
Tempo 
Espaço 
Reconhecimento do património 
Criam 
Desenvolvem 
Mantém os museus
O museu surge, uma das mais fascinantes representações da sociedade 
humana. 
Conhecê-lo 
Estudar sua 
história 
Seu 
desenvolvimento 
Sua importância 
na sociedade Museologia
As primeiras instituições museológicas nascem (XV e XVI) 
“Gabinetes de curiosidades” 
série de materiais aleatórios 
sem nenhum critério ou ordem conhecida 
incapazes de emitir uma mensagem coerente. 
Final do século XIX, surge um museu racionalmente organizado 
Museu de História Natural de Londres
Ao longo do séc. XX, avanço das novas tecnologias 
às antigas técnicas + novos recursos dos campos da comunicação e da informática. 
São criados então espaços como o Museu da Língua Portuguesa, 
que utiliza métodos como o de projeção imagética para melhor disseminar o 
conhecimento de seu património aos visitantes.
Tipos de Museus 
Apresentam ao público, em diferentes formas e estilos.
MUSEU HISTÓRICO 
Prevalece a relevância histórica do seu acervo. Exemplos: 
Museu Nacional do Azulejo – Lisboa Museu da Electricidade - Lisboa
MUSEUS DE ARTE 
Onde o seu acervo é constituído exclusivamente de obras de arte, como: 
esculturas, pinturas e instalações 
Museu de José Malhoa Museu Carlos Machado- Ponta Delgada
MUSEUS DE CIÊNCIA 
Onde o propósito é ensino da ciência e de suas formas de raciocínio. 
Pavilhão do Conhecimento Museu de Ciência da Universidade de Lisboa
MUSEUS BIOGRÁFICOS 
Onde todo o acervo pertenceu ou foi produzido por uma só pessoa. 
Museu Antoniano – Lisboa Fundação Medeiros e Almeida – Lisboa
MUSEUS 
COMUNITÁRIOS/ECOMUSEUS 
tem o intuito de preservar a região em que se encontra, o ambiente cultural, social e 
espacial, mais voltado para a comunidade de onde se encontra, do que para visitantes de 
fora. Exemplos: 
Ecomuseu Municipal do Seixal
MUSEUS DE BAIRRO/ CIDADE 
o seu enfoque é sobre história e a cultura dessa localidade, um resgate da memória. 
Exemplos: 
Lisboa: fachada do Palácio Pimenta. Terreiro do Paço em 1650
MUSEUS TEMÁTICOS 
trabalha somente um tema, se utilizando de qualquer suporte de acervo para isso. Exemplos: 
Museu do Vidro Marinha Grande

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

O papel educacional do museu de ciências
O papel educacional do museu de ciênciasO papel educacional do museu de ciências
O papel educacional do museu de ciências
Beto Souza
 
Fonte de informações em Museus
Fonte de informações em MuseusFonte de informações em Museus
Fonte de informações em Museus
Ingridy Dias
 
Património cultural: o Cante Alentejano - Artur Filipe dos Santos - universid...
Património cultural: o Cante Alentejano - Artur Filipe dos Santos - universid...Património cultural: o Cante Alentejano - Artur Filipe dos Santos - universid...
Património cultural: o Cante Alentejano - Artur Filipe dos Santos - universid...
Artur Filipe dos Santos
 
O museu na contemporaneidade
O  museu na contemporaneidadeO  museu na contemporaneidade
O museu na contemporaneidade
Rita Carvalho
 
Classificação do património cultural artur filipe dos santos - património c...
Classificação do património cultural   artur filipe dos santos - património c...Classificação do património cultural   artur filipe dos santos - património c...
Classificação do património cultural artur filipe dos santos - património c...
Artur Filipe dos Santos
 

Mais procurados (20)

Museu e museologia bci 11
Museu e museologia bci 11Museu e museologia bci 11
Museu e museologia bci 11
 
Roteiro museu
Roteiro   museuRoteiro   museu
Roteiro museu
 
Workshop I – A importância dos Museus como Lugares de Aprendizagem
Workshop I – A importância dos Museus como Lugares de AprendizagemWorkshop I – A importância dos Museus como Lugares de Aprendizagem
Workshop I – A importância dos Museus como Lugares de Aprendizagem
 
O papel educacional do museu de ciências
O papel educacional do museu de ciênciasO papel educacional do museu de ciências
O papel educacional do museu de ciências
 
Colecionismo - História dos Museus
Colecionismo - História  dos MuseusColecionismo - História  dos Museus
Colecionismo - História dos Museus
 
A Arquitetura dos Museus Conteporâneos como Agentes do Sistema de Arte
A Arquitetura dos Museus Conteporâneos como Agentes do Sistema de ArteA Arquitetura dos Museus Conteporâneos como Agentes do Sistema de Arte
A Arquitetura dos Museus Conteporâneos como Agentes do Sistema de Arte
 
A Museologia: Ciência Social
A Museologia: Ciência SocialA Museologia: Ciência Social
A Museologia: Ciência Social
 
ORGANIZAÇÃO DE ACERVO MUSEOLÓGICO: uma experiência no Museu da Imagem e do So...
ORGANIZAÇÃO DE ACERVO MUSEOLÓGICO: uma experiência no Museu da Imagem e do So...ORGANIZAÇÃO DE ACERVO MUSEOLÓGICO: uma experiência no Museu da Imagem e do So...
ORGANIZAÇÃO DE ACERVO MUSEOLÓGICO: uma experiência no Museu da Imagem e do So...
 
Fonte de informações em Museus
Fonte de informações em MuseusFonte de informações em Museus
Fonte de informações em Museus
 
Universidade Sénior Contemporânea - PATRIMÓNIO CULTURAL E PAISAGÍSTICO PORTU...
Universidade Sénior Contemporânea - PATRIMÓNIO CULTURAL E  PAISAGÍSTICO PORTU...Universidade Sénior Contemporânea - PATRIMÓNIO CULTURAL E  PAISAGÍSTICO PORTU...
Universidade Sénior Contemporânea - PATRIMÓNIO CULTURAL E PAISAGÍSTICO PORTU...
 
Património cultural: o Cante Alentejano - Artur Filipe dos Santos - universid...
Património cultural: o Cante Alentejano - Artur Filipe dos Santos - universid...Património cultural: o Cante Alentejano - Artur Filipe dos Santos - universid...
Património cultural: o Cante Alentejano - Artur Filipe dos Santos - universid...
 
O Museu
O MuseuO Museu
O Museu
 
O museu na contemporaneidade
O  museu na contemporaneidadeO  museu na contemporaneidade
O museu na contemporaneidade
 
E.v
E.vE.v
E.v
 
Daiane
DaianeDaiane
Daiane
 
O fenômeno do coleccionismo
O fenômeno do coleccionismoO fenômeno do coleccionismo
O fenômeno do coleccionismo
 
museu-de-historia-natural-de-sintra
museu-de-historia-natural-de-sintramuseu-de-historia-natural-de-sintra
museu-de-historia-natural-de-sintra
 
Classificação do património cultural artur filipe dos santos - património c...
Classificação do património cultural   artur filipe dos santos - património c...Classificação do património cultural   artur filipe dos santos - património c...
Classificação do património cultural artur filipe dos santos - património c...
 
Património
PatrimónioPatrimónio
Património
 
01
0101
01
 

Semelhante a Museologia

Turismo cultural slides
Turismo cultural slidesTurismo cultural slides
Turismo cultural slides
rosaband
 
“Os museus do Brasil e perspectivas de adaptação ao mundo contemporâneo”
“Os museus do Brasil e perspectivas de adaptação ao mundo contemporâneo”“Os museus do Brasil e perspectivas de adaptação ao mundo contemporâneo”
“Os museus do Brasil e perspectivas de adaptação ao mundo contemporâneo”
Ane Caroline*
 
artigo_museologia social_ apontamentos históricos e conceituais.pdf
artigo_museologia social_ apontamentos históricos e conceituais.pdfartigo_museologia social_ apontamentos históricos e conceituais.pdf
artigo_museologia social_ apontamentos históricos e conceituais.pdf
DanieSegadilha
 

Semelhante a Museologia (20)

Apostila plano museológico
Apostila plano museológicoApostila plano museológico
Apostila plano museológico
 
A Sociologia dos Museus
A Sociologia dos Museus   A Sociologia dos Museus
A Sociologia dos Museus
 
A RelevâNcia Do Museu Nos Dias Atuais
A RelevâNcia Do Museu Nos Dias AtuaisA RelevâNcia Do Museu Nos Dias Atuais
A RelevâNcia Do Museu Nos Dias Atuais
 
A RelevâNcia Do Museu Nos Dias Atuais
A RelevâNcia Do Museu Nos Dias AtuaisA RelevâNcia Do Museu Nos Dias Atuais
A RelevâNcia Do Museu Nos Dias Atuais
 
Turismo cultural slides
Turismo cultural slidesTurismo cultural slides
Turismo cultural slides
 
Arquivos – bibliotecas e museus
Arquivos – bibliotecas e museusArquivos – bibliotecas e museus
Arquivos – bibliotecas e museus
 
“Os museus do Brasil e perspectivas de adaptação ao mundo contemporâneo”
“Os museus do Brasil e perspectivas de adaptação ao mundo contemporâneo”“Os museus do Brasil e perspectivas de adaptação ao mundo contemporâneo”
“Os museus do Brasil e perspectivas de adaptação ao mundo contemporâneo”
 
291 922-1-pb
291 922-1-pb291 922-1-pb
291 922-1-pb
 
11h00 aline rocha 24 08 barra
11h00 aline rocha 24 08 barra11h00 aline rocha 24 08 barra
11h00 aline rocha 24 08 barra
 
Museu...Programa de Criança?
Museu...Programa de Criança?Museu...Programa de Criança?
Museu...Programa de Criança?
 
Imersão na prática ed. patrimonial
Imersão na prática   ed. patrimonialImersão na prática   ed. patrimonial
Imersão na prática ed. patrimonial
 
artigo_museologia social_ apontamentos históricos e conceituais.pdf
artigo_museologia social_ apontamentos históricos e conceituais.pdfartigo_museologia social_ apontamentos históricos e conceituais.pdf
artigo_museologia social_ apontamentos históricos e conceituais.pdf
 
Kit Jovens
Kit JovensKit Jovens
Kit Jovens
 
manual-subsidio-para-criacao-de-museu.pdf
manual-subsidio-para-criacao-de-museu.pdfmanual-subsidio-para-criacao-de-museu.pdf
manual-subsidio-para-criacao-de-museu.pdf
 
Manual subsidio-para-criacao-de-museu
Manual subsidio-para-criacao-de-museuManual subsidio-para-criacao-de-museu
Manual subsidio-para-criacao-de-museu
 
AULA 1.pdf
AULA 1.pdfAULA 1.pdf
AULA 1.pdf
 
Patrimônio histórico cultural material e imaterial arte 6 ano
Patrimônio histórico cultural  material e imaterial arte 6 anoPatrimônio histórico cultural  material e imaterial arte 6 ano
Patrimônio histórico cultural material e imaterial arte 6 ano
 
Patrimônio histórico cultural material e imaterial arte 6 ano
Patrimônio histórico cultural  material e imaterial arte 6 anoPatrimônio histórico cultural  material e imaterial arte 6 ano
Patrimônio histórico cultural material e imaterial arte 6 ano
 
Relatório e Texto Dissertativo sobre o Museu Vitor Meirelles
Relatório e Texto Dissertativo sobre o Museu Vitor Meirelles Relatório e Texto Dissertativo sobre o Museu Vitor Meirelles
Relatório e Texto Dissertativo sobre o Museu Vitor Meirelles
 
Nova Museologia, Novos Museus.pptx
Nova Museologia, Novos Museus.pptxNova Museologia, Novos Museus.pptx
Nova Museologia, Novos Museus.pptx
 

Mais de Júpiter Morais (10)

Esquematização sobre a 1ª república portuguesa
Esquematização sobre a 1ª república portuguesaEsquematização sobre a 1ª república portuguesa
Esquematização sobre a 1ª república portuguesa
 
Biografia de Gil Vicente
Biografia de Gil VicenteBiografia de Gil Vicente
Biografia de Gil Vicente
 
Distúrbios alimentares - Anorexia
Distúrbios alimentares - AnorexiaDistúrbios alimentares - Anorexia
Distúrbios alimentares - Anorexia
 
Les frères lumière
Les frères lumièreLes frères lumière
Les frères lumière
 
Tipo de raça: Rottweiler
Tipo de raça: RottweilerTipo de raça: Rottweiler
Tipo de raça: Rottweiler
 
Tipo de raça: Rottweiler
Tipo de raça: RottweilerTipo de raça: Rottweiler
Tipo de raça: Rottweiler
 
Hinduismo
HinduismoHinduismo
Hinduismo
 
O que é uma epopeia
O que é uma epopeiaO que é uma epopeia
O que é uma epopeia
 
Evolução sobre os modelos atómicos
Evolução sobre os modelos atómicosEvolução sobre os modelos atómicos
Evolução sobre os modelos atómicos
 
História do café
História do caféHistória do café
História do café
 

Último

PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 finalPPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
carlaOliveira438
 
Manual dos Principio básicos do Relacionamento e sexologia humana .pdf
Manual dos Principio básicos do Relacionamento e sexologia humana .pdfManual dos Principio básicos do Relacionamento e sexologia humana .pdf
Manual dos Principio básicos do Relacionamento e sexologia humana .pdf
Pastor Robson Colaço
 
Historia-em-cartaz-Lucas-o-menino-que-aprendeu-a-comer-saudavel- (1).pdf
Historia-em-cartaz-Lucas-o-menino-que-aprendeu-a-comer-saudavel- (1).pdfHistoria-em-cartaz-Lucas-o-menino-que-aprendeu-a-comer-saudavel- (1).pdf
Historia-em-cartaz-Lucas-o-menino-que-aprendeu-a-comer-saudavel- (1).pdf
andreaLisboa7
 

Último (20)

Atividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdf
Atividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdfAtividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdf
Atividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdf
 
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
 
Abuso Sexual da Criança e do adolescente
Abuso Sexual da Criança e do adolescenteAbuso Sexual da Criança e do adolescente
Abuso Sexual da Criança e do adolescente
 
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 finalPPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
 
livro para educação infantil conceitos sensorial
livro para educação infantil conceitos sensoriallivro para educação infantil conceitos sensorial
livro para educação infantil conceitos sensorial
 
As Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdf
As Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdfAs Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdf
As Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdf
 
Manual dos Principio básicos do Relacionamento e sexologia humana .pdf
Manual dos Principio básicos do Relacionamento e sexologia humana .pdfManual dos Principio básicos do Relacionamento e sexologia humana .pdf
Manual dos Principio básicos do Relacionamento e sexologia humana .pdf
 
Livro infantil: A onda da raiva. pdf-crianças
Livro infantil: A onda da raiva. pdf-criançasLivro infantil: A onda da raiva. pdf-crianças
Livro infantil: A onda da raiva. pdf-crianças
 
Apresentação sobre Robots e processos educativos
Apresentação sobre Robots e processos educativosApresentação sobre Robots e processos educativos
Apresentação sobre Robots e processos educativos
 
Descrever e planear atividades imersivas estruturadamente
Descrever e planear atividades imersivas estruturadamenteDescrever e planear atividades imersivas estruturadamente
Descrever e planear atividades imersivas estruturadamente
 
Historia-em-cartaz-Lucas-o-menino-que-aprendeu-a-comer-saudavel- (1).pdf
Historia-em-cartaz-Lucas-o-menino-que-aprendeu-a-comer-saudavel- (1).pdfHistoria-em-cartaz-Lucas-o-menino-que-aprendeu-a-comer-saudavel- (1).pdf
Historia-em-cartaz-Lucas-o-menino-que-aprendeu-a-comer-saudavel- (1).pdf
 
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...
 
Enunciado_da_Avaliacao_1__Sistemas_de_Informacoes_Gerenciais_(IL60106).pdf
Enunciado_da_Avaliacao_1__Sistemas_de_Informacoes_Gerenciais_(IL60106).pdfEnunciado_da_Avaliacao_1__Sistemas_de_Informacoes_Gerenciais_(IL60106).pdf
Enunciado_da_Avaliacao_1__Sistemas_de_Informacoes_Gerenciais_(IL60106).pdf
 
análise obra Nós matamos o cão Tinhoso.pdf
análise obra Nós matamos o cão Tinhoso.pdfanálise obra Nós matamos o cão Tinhoso.pdf
análise obra Nós matamos o cão Tinhoso.pdf
 
Conteúdo sobre a formação e expansão persa
Conteúdo sobre a formação e expansão persaConteúdo sobre a formação e expansão persa
Conteúdo sobre a formação e expansão persa
 
O que é, de facto, a Educação de Infância
O que é, de facto, a Educação de InfânciaO que é, de facto, a Educação de Infância
O que é, de facto, a Educação de Infância
 
Planejamento 2024 - 1º ano - Matemática 38 a 62.pdf
Planejamento 2024 - 1º ano - Matemática  38 a 62.pdfPlanejamento 2024 - 1º ano - Matemática  38 a 62.pdf
Planejamento 2024 - 1º ano - Matemática 38 a 62.pdf
 
Slides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptx
Slides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptxSlides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptx
Slides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptx
 
Geometria para 6 ano retas angulos .docx
Geometria para 6 ano retas angulos .docxGeometria para 6 ano retas angulos .docx
Geometria para 6 ano retas angulos .docx
 
Produção de poemas - Reciclar é preciso
Produção  de  poemas  -  Reciclar é precisoProdução  de  poemas  -  Reciclar é preciso
Produção de poemas - Reciclar é preciso
 

Museologia

  • 1. Educação Visual Museologia Trabalho realizado por: Thales Morais nº 23 Professor: Pedro Miguel Martins
  • 2. Museologia relações com o Real homem cultura e natureza, no âmbito dos diferentes sistemas de pensamento.
  • 3. Situa: campo das ciências humanas faz interface Filosofia, a História da Arte, as Ciências Naturais e Biológicas e as Ciências Exactas.
  • 4. Divide-se em Museologia Teórica e Museologia Aplicada • métodos e os meios de pesquisa • organização de documentos • coleta de informações • manutenção • defesa do património • gestão de um Museu
  • 5. Base o conceito de PATRIMÓNIO (natural e cultural) O conjunto de referências materiais não-materiais Definidoras da IDENTIDADE Grupos humanos Tempo Espaço Reconhecimento do património Criam Desenvolvem Mantém os museus
  • 6.
  • 7. O museu surge, uma das mais fascinantes representações da sociedade humana. Conhecê-lo Estudar sua história Seu desenvolvimento Sua importância na sociedade Museologia
  • 8. As primeiras instituições museológicas nascem (XV e XVI) “Gabinetes de curiosidades” série de materiais aleatórios sem nenhum critério ou ordem conhecida incapazes de emitir uma mensagem coerente. Final do século XIX, surge um museu racionalmente organizado Museu de História Natural de Londres
  • 9. Ao longo do séc. XX, avanço das novas tecnologias às antigas técnicas + novos recursos dos campos da comunicação e da informática. São criados então espaços como o Museu da Língua Portuguesa, que utiliza métodos como o de projeção imagética para melhor disseminar o conhecimento de seu património aos visitantes.
  • 10.
  • 11. Tipos de Museus Apresentam ao público, em diferentes formas e estilos.
  • 12. MUSEU HISTÓRICO Prevalece a relevância histórica do seu acervo. Exemplos: Museu Nacional do Azulejo – Lisboa Museu da Electricidade - Lisboa
  • 13. MUSEUS DE ARTE Onde o seu acervo é constituído exclusivamente de obras de arte, como: esculturas, pinturas e instalações Museu de José Malhoa Museu Carlos Machado- Ponta Delgada
  • 14. MUSEUS DE CIÊNCIA Onde o propósito é ensino da ciência e de suas formas de raciocínio. Pavilhão do Conhecimento Museu de Ciência da Universidade de Lisboa
  • 15. MUSEUS BIOGRÁFICOS Onde todo o acervo pertenceu ou foi produzido por uma só pessoa. Museu Antoniano – Lisboa Fundação Medeiros e Almeida – Lisboa
  • 16. MUSEUS COMUNITÁRIOS/ECOMUSEUS tem o intuito de preservar a região em que se encontra, o ambiente cultural, social e espacial, mais voltado para a comunidade de onde se encontra, do que para visitantes de fora. Exemplos: Ecomuseu Municipal do Seixal
  • 17. MUSEUS DE BAIRRO/ CIDADE o seu enfoque é sobre história e a cultura dessa localidade, um resgate da memória. Exemplos: Lisboa: fachada do Palácio Pimenta. Terreiro do Paço em 1650
  • 18. MUSEUS TEMÁTICOS trabalha somente um tema, se utilizando de qualquer suporte de acervo para isso. Exemplos: Museu do Vidro Marinha Grande