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40 newsletter julho 2012

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40 newsletter julho 2012

  1. 1. Julho / 2012 Empresa japonesa se instala em Maringá Empresários do Norte do Paraná que atuam nos setores da construção civil, imobiliário, alimentos, gastronomia e administração de grandes negócios terão a oportunidade de conhecer o know how japonês nestas áreas por meio da instalação, em Maringá, da empresa de consultoria Dream Networks. A empresa foi aberta por três empresários, atraídos para a região pela First Bridge que, como o próprio nome diz, pretende ser uma ponte de negócios entre Brasil e Japão. A empresa é dirigida pelo empresário Ali Yami, que morou no Japão por 20 anos. Nos dias 27 e 28 de junho, a Agência de Desenvolvimento Terra Roxa se reuniu com os empresários para apresentar a eles potencias parceiros estabelecidos na região para seus negócios. Empreendimentos Segundo o diretor-executivo da Terra Roxa, Alexandre Farina, o objetivo da Dream Networks é realizar novos empreendimentos e participar dos já planejados para a região, trazendo tecnologia e know how nas áreas em que atuam. “Sabendo da tecnologia japonesa, queremos buscar formas de compartilhar esses conhecimentos com as empresas locais e instituições de ensino. Nossa intenção é disseminar esse know how”, comenta. A Terra Roxa apresentou aos empresários dois grandes empreendimentos do Norte do Paraná: o Eurogarden – megaprojeto imobiliário, que reúne moradias, negócios e órgãos públicos – planejado para ser construído na região do antigo aeroporto de Maringá; e o Marco Zero, que reúne shopping, prédios, hotel e teatro nas proximidades do Terminal Rodoviário de Londrina. Novas empresas Farina informa que a Dream Networks instalada em Maringá é uma extensão da empresa já existente no Japão, mas que lá atua com foco na divulgação do potencial econômico do Norte do Paraná entre os empresários japoneses. O objetivo da Dream Networks é atrair mais empresas para o Norte do Estado junto com a First Bridge, esclarece Farina. “A meta das duas empresas é, nos próximos doze meses, compor um quadro de 15 a 20 empresas japonesas operando no Norte do nosso Estado”. Dentro desse cronograma, já está programada a vinda de cerca de 20 empresas para novas reuniões, ainda este ano, para conhecer a região. “A Terra Roxa já está trabalhando nos preparativos dessa visita”, adianta Farina. Ele ressalta que, nos últimos 15 anos, apenas uma empresa japonesa se instalou no Paraná. “A iniciativa da First Bridge e da Dream Networks, em parceria com a Terra Roxa, pode mudar esse quadro, com a vinda de novos e constantes investimentos japoneses para o estado do Paraná”, comenta. 1
  2. 2. O excelente relacionamento estabelecido entre a Terra Roxa e a Apex Brasil continua rendendo bons frutos para a região. A agência nacional indicou a Terra Roxa para contatos com uma empresa sul-coreana, que trabalha com tecnologia de isolamento para construção civil, e que busca parceiros para produção e atendimento ao mercado brasileiro. A Terra Roxa já está prestando atendimento à empresa sul-coreana e também começou a contatar potenciais parceiros para negociações. Esta é mais uma ação resultante do relacionamento estabelecido entre Terra Roxa e Apex Brasil, a exemplo do que ocorreu com as recentes missões ao Oriente Médio e Hong Kong, das quais a TRI participou a convite da agência; e de todas as movimentações em torno da Foxconn. 2 Empresa sul-coreana inicia contato com a região Mercado asiático cada vez mais próximo O trabalho da Terra Roxa visando maior aproximação com o mercado asiático avança a cada dia. Com a presença do universitário Zhangshuai Li, de origem chinesa, como estagiário da Terra Roxa por uma temporada, todo o material de apresentação da região já está traduzido para o Mandarim. Nas últimas semanas, também foram realizadas reuniões e teleconferências com diversas pessoas chave no relacionamento com o mercado chinês, com o objetivo de expandir o networking da agência e conhecimento da equipe da Terra Roxa sobre aquele mercado. Alexandre Farina informa que essas atividades possibilitaram identificar mercados estratégicos na relação Brasil-China, tais como energia solar, indústria automotiva, equipamentos médicos, displays e semicondutores. “Com essas informações, já estamos contatando empresas e instituições relacionadas para apresentar a nossa região como destino de futuros e bons negócios”, diz ele. AHK - Câmara Brasil-Alemanha Sebrae - Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas Camara Italo-Brasileira de Comércio e Indústria Abrasel - Associação Brasileira de Bares e Restaurantes CIN - Centro Internacional de Negócios do Paraná CEEI - Centro Empresarial de Estudos Internacionais BVMW - Confederação Alemã para Empresas de Pequeno e Médio Porte

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