FILE#2 | Maria Keil - Intendente

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FILE#2 | Maria Keil - Intendente

  1. 1. MARIA KEIL MARIA KEIL INTENDENTE FILE#2
  2. 2. Faculdade de Belas-Artes | Universidade de Lisboa DESIGN DE COMUNICAÇÃO DCMP 2013-2014 1º Ano | 1º Semestre Profª. Aux. Cândida Teresa Prof. Aux. Victor Almeida File#2 - Maria Keil, Intendente 7508 | Teresa Novais mteresatdsn.wordpress.com 7524 | Adriana Geraldes adrianageraldes.wordpress.com
  3. 3. INTENDENTE MARIA KEIL Maria Keil nasceu em Lisboa no dia 9 de Agosto, de 1914, e faleceu a 10 de Junho de 2012, com 97 anos. Pintora e ilustradora portuguesa, com uma obra diversificada que abrange pintura, desenho e ilustração, design gráfico e de mobiliário, tapeçaria e cenografia. Para além disto, foi uma artista modernista que marcou fortemente a arte dos azulejos do século XX. Ao visitar, no dia 10 de Outubro, a exposição “De propósito – Maria Keil, obra artística”, o grupo sentiu-se atraído pelo revestimento azulejar da estação do Intendente. E fomos até lá. O Intendente, projectado pelo Arquitecto Dinis Gomes, foi inaugurado em 1966 e apresentou ao público uma das obras mais reconhecidas que Maria Keil produziu para o Metropolitano. Nestes azulejos, a autora explorou o factor geométrico do quadrado; assim, aparecem quadrados simples e quadrados divididos em rectângulos que, no seu todo, formam uma nova figura geométrica que lembra uma paisagem urbana, invocando possivelmente os prédios de Lisboa. Relativamente à cor, o contraste foi conseguido pela utilização de azul-turquesa com castanho, e de preto com branco.
  4. 4. ESTUDOS REALIZADOS POR MARIA KEIL
  5. 5. Estes azulejos encontram-se na parede das escadas, por onde passam, diariamente, centenas de pessoas que, provavelmente, na sua vida difícil e apressada, não reparam nesta obra. Ao contrário do que tinha acontecido na exposição, não ficámos impressionadas ao observar a obra real; o deslumbramento inicial desapareceu! Ao interrogarmos algumas pessoas que passavam, verificámos que este sentimento era quase geral. Muitos achavam os azulejos feios, mortiços, sem graça. Nem sequer eram capazes de identificar a artista que os criou. Foi então que nos deparámos com duas situações opostas: por um lado, alguns autores consideram este revestimento azulejar como um dos mais importantes desta pintora; por outro lado, as pessoas comuns, que convivem com esta realidade, manifestam um certo desprezo pela obra. Como explicar esta falta de fascínio, esta incoerência? Perante esta realidade percebemos como o meio envolvente acaba por se reflectir na obra. A degradação cada vez mais evidente e as más condições higiénicas da estação do intendente contribuem para este facto. Com efeito, o ambiente gera no homem emoções de alegria ou tristeza, beleza ou fealdade de tal modo que este não consegue distanciar-se e admirar a obra sem preconceitos. É isto o que acontece no Intendente! Infelizmente, esta obra de Maria Keil é “apagada” pelos factores ambientais em que está inserida; as pessoas não conseguem compreender e valorizar-la encarando-a como uma simples decoração.
  6. 6. BIBLIOGRAFIA http://www.cm-cascais.pt/evento/exposicao-maria-keil http://www.museu.presidencia.pt/expo_temporarias_detail.php?ID=2884 http://visao.sapo.pt/redescobrir-maria-keil=f745334 http://www.leme.pt/biografias/80mulheres/keil.html http://www.metrolisboa.pt/2012/06/maria-keil/

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