ASSISTÊNCIA DE  ENFERMAGEM AOPACIENTE COM ANEXITE       Edimeire Paixão       Daynara Rayelle       Ildener Chagas       M...
Anexite:   È uma condição inflamatória da cavidade    pélvica que pode começar com a cervicite    e envolver o útero(endo...
Epidemiologia:   A maior prevalência é em mulheres    sexualmente ativas entre 15-24 anos de    idade.   A salpingite é ...
Etiologia: Entidade clínica que constitui a complicação mais comuns das doenças sexualmente transmissíveis.Geralmente é ca...
Fatores de risco:   Relação sexual sem preservativo.   Doenças sexualmente transmissíveis.   Uso de dispositivo Intra-u...
Revisão Anatômica:  A função das trombas de Falópio(tubos que ligam o útero aos ovários) é conduzir os espermatozóidesdo ...
Fisiopatologia:   A patogenia exata não foi determinada, porém    presume-se que os organismos comumente    penetram     ...
Fisiopatologia:                  Nas               infecções                  gonorréicas,os gonococos                  a...
Fisiopatologia:   Nas infecções bacterianas que ocorrem    depois do parto ou aborto,os patógenos    disseminam-se direta...
Fisiopatologia:   Salpingite:
Manifestações Clínicas:   Secreção vaginal   Dispareunia   Dor pélvica abdominal inferior   Dolorimento após a mestrua...
Complicações   A Salpingite pode originar a formação de um    abscesso, ou seja, a acumulação de pus no    interior da tr...
ComplicaçõesAs infecções podem danificar osseptos       no    interior dastrompas,        provocando    oaparecimento de c...
ComplicaçõesObstrução da tuba deFalópio, pode causar umagravidez     ectópica    nofuturo,quando      o   ovofertilizado ...
Diagnóstico: exame ginecológico clínicoAnamnese e exame físico. Exames laboratoriais: Hemograma. Ecografia. Bacterios...
Diagnóstico:   Ultrassonografia pélvica transabdominal e    transvaginal.   Tomografia computadorizada .   Ressonância ...
Tratamento:O tratamento ambulatorial aplica-se a mulheres que apresentam quadro clínico leve,e que não estejam incluídas n...
Tratamento: Antibioticoterapia. Anti-inflamatórios. Em casos de abscesso tubo- ovariano ou  pélvico , drenar se necessá...
Assistência de Enfermagem:   Registrar os sinais vitais e das características    e quantidade das secreção vaginal.   Ad...
Assistência de Enfermagem:   Enfatizar a necessidade do tratamento    completo, independente da melhora dos    sintomas;...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Assistência de enfermagem ao paciente com anexite

6.387 visualizações

Publicada em

Publicada em: Educação
0 comentários
1 gostou
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
6.387
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
22
Comentários
0
Gostaram
1
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Assistência de enfermagem ao paciente com anexite

  1. 1. ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AOPACIENTE COM ANEXITE Edimeire Paixão Daynara Rayelle Ildener Chagas Michelle Sousa Natalia Melo João Silva Simone Lobato Tatiany Fernandes Teresa Oliveira Viviane Moura
  2. 2. Anexite: È uma condição inflamatória da cavidade pélvica que pode começar com a cervicite e envolver o útero(endométrio),tubas de Falópio(salpingite) e ovários(ooforite) aos ligamentos de sustentação (PARAMETRITE) ou afetar vários dos apêndices uterinos.
  3. 3. Epidemiologia: A maior prevalência é em mulheres sexualmente ativas entre 15-24 anos de idade. A salpingite é mais frequente nos países em vias de desenvolvimento. A principal causa são processos infecciosos, facilmente evitáveis. É responsável, em cerca de 8% a 18% das mulheres, por situações de infertilidade, sendo esta porcentagem tanto maior quanto maior o número de episódios que a mulher teve.
  4. 4. Etiologia: Entidade clínica que constitui a complicação mais comuns das doenças sexualmente transmissíveis.Geralmente é causada por bactérias:  Chlamydia trachomatis  Neisseria gonorrhoeaePorém pode ser atribuída a um vírus,fungos ou parasitas  Herpes simplex vírus (HSV-2)  Trichomonas vaginalis  Candida albicans
  5. 5. Fatores de risco: Relação sexual sem preservativo. Doenças sexualmente transmissíveis. Uso de dispositivo Intra-uterino. Pós-parto. Baixo nível social econômico. Ectopia cervical. Ter múltiplos parceiros sexuais. Manipular inadequadamente o trato genital; uso de duchas, biópsia do endométrio. Infecção Pélvica Prévia.
  6. 6. Revisão Anatômica: A função das trombas de Falópio(tubos que ligam o útero aos ovários) é conduzir os espermatozóidesdo útero até aos ovários e osóvulos/ovo dos ovários até ao útero.
  7. 7. Fisiopatologia: A patogenia exata não foi determinada, porém presume-se que os organismos comumente penetram no corpo através da vagina,atravessando o canal cervical ,colonizam a endocérvice e se movimentam para cima, para dentro do útero. Sob várias condições os organismos podem prosseguir para uma ou ambas as tubas de Falópio e ovários e para dentro da pelve:
  8. 8. Fisiopatologia: Nas infecções gonorréicas,os gonococos atravessam o canal cervical e passam para dentro do útero,onde o ambiente principalmente durante a menstruação,permite que eles se multipliquem com rapidez e se espalhem para as tubas de Falópio e para o interior da pelve.
  9. 9. Fisiopatologia: Nas infecções bacterianas que ocorrem depois do parto ou aborto,os patógenos disseminam-se diretamente através dos tecidos que sustentam o útero por meio dos vasos linfáticos e sanguíneos. Na gravidez, o aumento do suprimento sanguíneo necessário pela placenta proporciona mais vias para a infecção.
  10. 10. Fisiopatologia: Salpingite:
  11. 11. Manifestações Clínicas: Secreção vaginal Dispareunia Dor pélvica abdominal inferior Dolorimento após a mestruação Dor com a micção ou defecação Febre No exame pélvico,o dolorimento intensopode ser notado com a palpação do útero oumovimento do colo.
  12. 12. Complicações A Salpingite pode originar a formação de um abscesso, ou seja, a acumulação de pus no interior da trompa afetada, uma complicação designada piossalpinge, em que o rompimento do abscesso favorece a disseminação do pus para o interior da cavidade abdominal, provocando um grave quadro de peritonite. A infecção pode torna-se crônica e origina manifestações como dores no baixo ventre e nas costas, mais intensas durante o período
  13. 13. ComplicaçõesAs infecções podem danificar osseptos no interior dastrompas, provocando oaparecimento de cicatrizes eaderências que obstruem emmaior ou menor grau a entradadestes canais. Caso se produzaa obstrução total de ambas astrompas, o problema podeprovocar, como sequela, ainfertilidade, em que os óvuloslibertos pelos ovários nãoconseguem avançar ao longo dointerior dos canais para serem
  14. 14. ComplicaçõesObstrução da tuba deFalópio, pode causar umagravidez ectópica nofuturo,quando o ovofertilizado não podeatravessar uma estenosetubária,ou o tecidocicatricialpode ocluir astubas, resultando emesterilidade.
  15. 15. Diagnóstico: exame ginecológico clínicoAnamnese e exame físico. Exames laboratoriais: Hemograma. Ecografia. Bacterioscopia; material obtido da endocérvice. Urina de rotina; afastar infecção urinária. Dosagem de Beta-HCG; afastar gravidez.
  16. 16. Diagnóstico: Ultrassonografia pélvica transabdominal e transvaginal. Tomografia computadorizada . Ressonância magnética. Laparoscopia.
  17. 17. Tratamento:O tratamento ambulatorial aplica-se a mulheres que apresentam quadro clínico leve,e que não estejam incluídas nos critérios para tratamento hospitalar, assim resumidos: caso em emergência cirúrgica (por exemplo, abcesso tubo-ovariano roto); quadro grave com sinais de peritonite, náusea, vômito ou febre alta; paciente grávida; paciente imunodeficiente em uso de terapia imunossupressiva, paciente não apresenta resposta adequada ao tratamento ambulatorial; paciente não tolera ou é incapaz de aderir ao tratamento
  18. 18. Tratamento: Antibioticoterapia. Anti-inflamatórios. Em casos de abscesso tubo- ovariano ou pélvico , drenar se necessário. Repouso e Analgesia adequada. Líquidos intravenosos.O tratamento de parceiros sexuais é necessário para evitar a reinfecção.
  19. 19. Assistência de Enfermagem: Registrar os sinais vitais e das características e quantidade das secreção vaginal. Administração de analgésicos,conforme prescrição para alívio da dor. A paciente deve ser informada da necessidade de precauções;proteger-se contra reinfecção. Incentivar ao uso de preservativos. Explicar como ocorre a anexite,como elas podem ser controladas e evitadas,bem como seus sinais e sintomas.
  20. 20. Assistência de Enfermagem: Enfatizar a necessidade do tratamento completo, independente da melhora dos sintomas; Todas as pacientes que tiveram anexite precisam ser informadas dos sinais e sintomas da gravidez ectópica(dor,sangramento anormal,menstruação atrasada,desmaio,vertigem),porque elas estão propensas a essa complicação. Orientar o atendimento e acompanhamento do

×