Antigo regime

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O Antigo Regime: política, sociedade, economia, arte, ciência

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Antigo regime

  1. 1. O contexto europeu dos séculos XVII e XVIII O Antigo Regime europeu: regra e exceção Parte I Luís XIV, França Fonte: http://cognoscomm.com/mm/Louis_X IV.jpg Jean-Baptiste Colbert Fonte: http://upload.wikimedia.org/wikip edia/commons/7/70/Jean- Baptiste_Colbert.jpg Sociedade de Ordens Fonte: http://1.bp.blogspot.com/-Jt9bCx3- Cx8/Ty7oeAoeTkI/AAAAAAAAEoM/WvrGSznBPFA/s1600/f1.jpg 1
  2. 2. 1. Conhecer e compreender o Antigo Regime europeu a nível político e social • 1. Definir Antigo Regime. • 2. Reconhecer o absolutismo régio como o ponto de chegada de um processo de centralização do poder régio iniciado na Idade Média. • 3. Identificar os pressupostos fundamentais do absolutismo régio, nomeadamente a teoria da origem divina do poder e as suas implicações. • 4. Reconhecer a corte régia e os cerimoniais públicos como instrumentos do poder absoluto. • 5. Caracterizar a sociedade de ordens de Antigo Regime, salientando as permanências e as mudanças relativamente à Idade Média. • 6. Destacar a relevância alcançada por segmentos da burguesia mercantil e financeira nas estruturas sociais da época. 2
  3. 3. 2. Conhecer os elementos fundamentais de caracterização da economia do Antigo Regime europeu • 1. Reconhecer o peso da economia rural no Antigo Regime, sublinhando o atraso da agricultura devido à permanência do Regime Senhorial. • 2. Salientar a importância do comércio internacional na economia de Antigo Regime. • 3. Explicar os objetivos e medidas da política mercantilista. • 4. Relacionar o mercantilismo com a grande competição económica e política entre os estados europeus no século XVII. • 5. Explicar a adoção de políticas económicas não protecionistas, por parte da Inglaterra, num contexto de predomínio de teorias mercantilistas. 3
  4. 4. 3. Conhecer e compreender os elementos fundamentais da arte e da cultura no Antigo Regime • 1. Caracterizar a arte barroca nas suas principais expressões. • 2. Reconhecer a importância do método experimental e da dúvida metódica cartesiana para o progresso científico ocorrido. • 3. Reconhecer a consolidação, nestes séculos, do desenvolvimento da ciência e da técnica, referindo os principais avanços científicos e os seus autores. 4
  5. 5. Antigo Regime (Definição p.95 do manual) Antigo Regime (séculos XVI a XVIII) Política Absolutismo Sociedade de ordens Economia assente na agricultura e no comércio internacional Mercantilismo 5
  6. 6. Absolutismo (esquema 2 p.94) • A crescente centralização do poder real desde os finais da Idade Média deu origem na maior parte dos países europeus ao absolutismo régio. ( documento 1, p.94) • Poder absoluto dos reis (fazia as leis, governava, aplicava a justiça, dirigia a política económica, comandava o exército nacional). • Soberania de direito divino ( o poder do rei provinha diretamente de Deus). • Autoridade do Estado identificava-se com a autoridade do rei (“L´État c´est moi”). • Ausência de controlo por parte das Cortes, que não reúnem. • Subjugação do clero e da nobreza. • Utilização da arte e dos artistas para dar do poder uma imagem grandiosa, inigualável e impressionante (retratos, estátuas, palácios, praças, jardins, coches, etc.). • Exemplos: Luís XIV, (França), D. João V (Portugal) D. João V, o magnânimo Fonte: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/12/John_V_ of_Portugal_Pompeo_Batoni.jpg Biblioteca joanina, Universidade de Coimbra Fonte: http://figaro.fis.uc.pt/joanina/fotos/slide_1/pictures/ picture-2.jpg 6
  7. 7. Sociedade de Ordens(documento 3 p.96) Rei Clero (alto clero, baixo clero) • Eram uma pequena parte da população. • Possuíam grande parte das terras, dos rendimentos. • Estavam isentos de quase todos os impostos. • Desempenhavam os cargos político-administrativos mais importantes. Nobreza Nobreza de espada, (nobreza de corte, nobreza de província) Nobreza de toga •Assegurava as atividades produtivas •Era a maior parte da população •Burguesia •Homens de letras •Comerciantes, donos de oficinas, pequenos e médios proprietários rurais •Têm dificuldade em afirmar-se. •Povo •Camponeses, artesãos, pescadores •Escravos, mendigos, vagabundos Terceiro Estado Burguesia e Povo Ordens privilegiadas Ordem não privilegiada 7
  8. 8. A economia no Antigo Regime AGRICULTURA: • Atividade principal, ocupava a maioria da população. • Situação de estagnação, devido ao arcaísmo das técnicas e dos instrumentos e à manutenção das culturas tradicionais na maior parte da Europa. • O clero e a nobreza eram os maiores proprietários, mas viviam frequentemente fora das suas propriedades, não investindo nelas. Os camponeses que arrendavam a terra aos grandes senhores, eram sobrecarregados de impostos, não tendo capital para investir. • Baixa produtividade. • Sujeita a crises cerealíferas que originam fomes – as fomes, sozinhas ou conjugadas com epidemias e guerras, dizimam regularmente a população, impedindo um crescimento demográfico regular e irreversível. As colheitas de Pieter Bruegel , O Velho Fonte: http://www.metmuseum.org/toah/images/h2/h2_19.164.jpg 8
  9. 9. A economia no Antigo Regime COMÉRCIO: • Dinamismo da atividade comercial e desenvolvimento urbano. • Antuérpia, Amesterdão e Londres, eram centros recetores e distribuidores de produtos para a Europa. • O comércio internacional era o mais rentável, especialmente o ultramarino (comércio colonial, comércio triangular e tráfico negreiro). Afirmação económica e social da Burguesia "Bonaventura Peeters (I) – Vista do Porto de Antuérpia a partir de Vlaams Hoofd“ Fonte: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/8/8e/Bonaventura_Peeters_%2 8I%29_View_of_the_Pier_of_Antwerp_from_the_Vlaams_Hoofd.jpg Fonte: http://www.historiabrasileira.com/files/2010/03/comercio-triangular.jpg (adaptado) 9
  10. 10. Mercantilismo(esquema 2 p.100) Doutrina económica, dos séculos XVII e XVIII que defendia que a riqueza de um pais reside na quantidade de metais preciosos acumulados. Objetivos: - Entesouramento de metais preciosos; - Fortalecimento do poder real Exemplos (esquema 3, p.100) O caso francês – colbertismo Forte intervenção do Estado na economia O exemplo inglês O Estado intervém de forma reduzida na economia Estratégias: - Intervenção do Estado na Economia/Protecionismo -Leis que limitavam as importações - Incentivo manufatureiro - Aplicação de taxas alfandegárias - Proibição do uso de certos produtos de luxo importados - Criação de Companhias de comércio - Balança comercial favorável Jean-Baptiste Colbert Fonte: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/7/70/Jean- Baptiste_Colbert.jpg Balança comercial favorável Fonte: http://photos1.blogger.com/blogger/2134/ 4221/1600/Foto%203.0.jpg exportações importações 10
  11. 11. A arte Barroca Entre o final do século XVI e na 1ª metade do século XVIII desenvolveu-se na Europa uma nova corrente artística – o BARROCO. O BARROCO representou uma nova mentalidade, marcada pelo espetacular, pela exuberância, pelo dramatismo, por ambientes e vestuário faustosos. Este estilo surgiu em Roma e insere-se no contexto da Contrarreforma, que procurava glorificar a Igreja e exaltar a devoção dos fiéis. O Barroco espelha também o absolutismo, mostrando a grandeza dos monarcas e das suas cortes. Este estilo pretendia despertar e estimular emoções. Arte do espetáculo, o barroco refletiu-se ainda no teatro, na literatura, na música e na ópera. Bernini (1598-1680), escultor e arquiteto italiano Fonte: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/2/24/Gi an_lorenzo_bernini_selfportrait.jpg/250px- Gian_lorenzo_bernini_selfportrait.jpg Rubens (1577-1640), pintor flamengo Fonte: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a7/Sir _Peter_Paul_Rubens_-_Portrait_of_the_Artist_- _Google_Art_Project.jpg/245px-Sir_Peter_Paul_Rubens_- _Portrait_of_the_Artist_-_Google_Art_Project.jpg Johann S. Bach [1685-1750] , compositor Fonte: http://www.hagaselamusica.com/img/compositores/img- 9.jpg 11
  12. 12. 12 Arquitetura Barroca Bernini - San Andrea al Quirinale - Roma - Itália (1658) Fonte: http://www.ontarioarchitecture.com/barrome5003.jpg Bernini - San Andrea al Quirinale - Roma - Itália (1658) Fonte: http://www.ontarioarchitecture.com/barrome500.jpg
  13. 13. 13 Arquitetura Barroca Borromini - San Carlo alle Quattro Fontane (1667) Fonte: http://www.ontarioarchitecture.com/barrome5002.jpg Borromini - San Carlo alle Quattro Fontane (1667) Fonte: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/6/65/Interior_of_San_Carlo_al le_Quattro_Fontane.JPG
  14. 14. 14 Arquitetura Barroca Bernini - Fachada do Palazzo Barberini (1629-1631) , Roma Fonte: http://fc05.deviantart.net/fs71/i/2013/008/2/0/palazzo_barberini_by_fohnshaper-d5qtzte.jpg Borromini – Escadaria Palazzo Barberini, Roma Fonte: https://dolzefarniente.files.wordpress.com/2012/06/escalera.jpg
  15. 15. Arquitetura Barroca (p. 113) Interior da Abadia de Melk, Áustria Fonte:http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/5/5f/Stift_Melk_church_dsc 01494.jpg/640px-Stift_Melk_church_dsc01494.jpg Características: Grandiosidade e __________ da decoração. Sensação de ____________, através das fachadas onduladas, das plantas ovais ou em elipses e das __________ e contracurvas. Decoração através da escultura, da pintura e da _________dourada. Em Portugal os azulejos azuis e brancos também decoraram muitos edifícios barrocos. Manutenção de alguns elementos _______________, como as colunas, os ___________ e os arcos de __________ ______________ . Principais arquitetos _______________ e _____________. Em Portugal, destacou-se ________________ ________________ . 15
  16. 16. Arquitetura Barroca em Portugal (destacável da arquitetura na arte barroca no manual) Em Portugal, utilizou-se muito a talha e o azulejo na decoração. Igreja de Santo Ildefonso, Praça da Batalha, Porto Fonte: http://www.patrimoniocultural.pt/static/data/cache/5a/38/5a383818b2 39c5ec5ae07e9ae0bd590b.jpg Solar de Mateus, Vila Real Fonte: http://www.avozdeportugal.com/wallpaper/portugal/palace- of-mateus.jpg Interior da Igreja de Santa Clara revestido a talha dourada, Porto. Fonte: http://guiadacidade.pt/static/co/upload_img/2000 /1073/thumb_800_1415642325.jpg 16
  17. 17. 17 Pintura Barroca Baco adolescente, Caravaggio (1571- 1610) Fonte: http://virusdaarte.net/wp-content/uploads/2013/04/baco.jpg Las Meninas, Velásquez (1599 – 1660) Fonte:https://www.museodelprado.es/typo3temp/pics/0a9e688261.jpg
  18. 18. 18 Pintura Barroca Ronda Ncturna, Rembrandt (1606 - 1669) Fonte:http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/2/28/The_Nightwatch_by_Rem brandt.jpg/1024px-The_Nightwatch_by_Rembrandt.jpg O Jardim do amor, Rubens (1577-1640) Fonte: https://www.museodelprado.es/typo3temp/pics/edec8630f0.jpg
  19. 19. 19 Pintura Barroca  Riqueza de cor  Contrastes _____ /sombra  Movimento e dramatismo das figuras e das cenas.  Principais pintores: __________, _____________ e Velásquez. Em Portugal, destaca-se por exemplo Josefa de Óbidos. Descida da Cruz, Rubens Fonte: http://uploads6.wikiart.org/images/peter-paul-rubens/descent-from-the-cross-1614.jpg!Blog.jpg
  20. 20. 20 Escultura Barroca O baldaquino da Basílica de São Pedro, Bernini Fonte: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/e/e3/Interiorvatic ano8baldaquino.jpg/300px-Interiorvaticano8baldaquino.jpg O Rapto de Proserpina, Bernini Fonte: http://sp8.fotolog.com/photo/56/54/4/art3_preciso/1202998650_f.jpg
  21. 21. 21 Escultura Barroca Coche D. João V Fonte: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/d/dc/Museu_Nacional_dos_Coches_ (4)_-_Mar_2010.jpg/800px-Museu_Nacional_dos_Coches_(4)_-_Mar_2010.jpg David, Bernini Fonte:http://3.bp.blogspot.com/- hjk2m5L6l1A/TaBvKNWDS1I/AAAAAAAAADI/01ZgEqMI4qs/s1600/Slide1.JPG
  22. 22. 22 Escultura Barroca  Intenso dramatismo,  Exuberância das formas, sobressaindo as linhas __________.  Movimento.  Expressões teatrais.  Bernini foi o mais esplendoroso escultor barroco. Beata Ludovica Alberoni, Bernini Fonte: http://ncartmuseum.org/untitled/wp-content/uploads/2015/01/2.7.jpg
  23. 23. Revolução científica nos séculos XVII e XVIII • Desenvolvimento do método matemático e do método experimental. • O conhecimento devia ser comprovado pela experiência e pela razão. • Nascimento da ciência moderna. • Avanço em ciências como a matemática, a física, a química, a astronomia e a medicina. René Descartes (1596-1650) - álgebra e geometria analítica, filósofo que defendeu a dúvida metódica. Fonte: https://pbs.twimg.com/profile_images/17 64933982/image.jpg Isaac Newton (1642-1727) – lei da gravitação universal dos corpos e estudos sobre ótica. Fonte: http://upload.wikimedia.org/wikipe dia/commons/3/39/GodfreyKneller- IsaacNewton-1689.jpg Blaise Pascal (1623-1662) e Evangelista Torricelli (1608- 1647) – pressão atmosférica. Fontes: http://www.polyvore.com/cgi/imgthing?.out=jpg&size=l&tid=35404936 http://www.brasilescola.com/upload/e/Evangelista%20Torricelli.jpg
  24. 24. Exemplos de cientistas Galieu Galilei (1564-1642) – leis do movimento e demonstração do heliocentrismo. Fonte: https://www.algosobre.com.br/images/stor ies/assuntos/biografias/Galileu_Galilei.jpg William Harvey (1578-1657) – grande circulação do sangue e vasos capilares. Fonte: http://www.rugusavay.com/wp- content/uploads/2013/02/William-Harvey- Quotes-3.jpg Antoine Lavoisier (1743-1794) – bases da química. Fonte: http://www.fisicaquimicaweb.com/images/la voisier1.jpg Fonte: http://c85c7a.medialib.glogster.com/media/d9/d93f ec0cc9eb5220a903ba92d46f5ada3b2199a3a7b53ce 572fd6bf18111df1e/williamharvey.jpg Reprodução de ilustração da memória de Lavoisier e Meusnier sobre a decomposição da água. Fonte: http://www.triplov.com/hist_fil_ciencia/carlos_alberto_filgueiras/evolucao_da_ quimica/pics/fig39.jpg
  25. 25. Desenvolvimento tecnológico O para-raios foi inventado por Benjamim Franklin Fonte: http://4.bp.blogspot.com/- S_VvXCunjkA/TZivbmT7YQI/AAAAAAAAKxQ/pCYKvfKh58k/s32 0/benjamin-Franklin.jpg Relógio de pêndulo, atribuído a Christiaan Huygens Fonte: http://www.espiraldotempo.com/wp- content/uploads/2013/02/ET17_4_Historia_ChristianHuygens.pdf Nota: consulta também o documento 6, na página 114 do teu manual Primeiros modelos de luneta astronómica utilizados por Galileu. Fonte: http://www.sciam.com.br/reportagens/img/galileu3.jpg Barómetro para medir a pressão atmosférica de Torricelli. Fonte: http://www.astroyciencia.com/wp- content/uploads/2012/04/torricelli-barometro.jpg
  26. 26. Divulgação dos novos conhecimentos  Academias (associações de cientistas, escritores ou artistas interessados no progresso cultural).  Jornais  Livros Fonte: http://www.triplov.com/hist_fil_cienci a/carlos_alberto_filgueiras/evolucao_ da_quimica/pics/fig34.jpg A Academia de Ciências francesa foi criada em 1666. Fonte: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/5/55/Acad%C3%A9mie_des_Sciences_1698.jpg Jornal de 1668 Fonte: http://images.rarenewspapers.com/ebayimgs/11.57.2008/i mage080.jpg
  27. 27. Alargamento do conhecimento do mundo Progressos na cartografia, geografia e construção naval deram origem a uma nova vaga expansionista, agora protagonizada por holandeses, franceses e ingleses. Abel Janszoon Tasman (1603 -1659), holandês, explorou Nova Zelândia e a Austrália (onde se situa a Tasmânia) Vitus Jonassen Bering (1680 - 1741), dinamarquês ao serviço do império russo. Explorou o Ártico James Cook (1728 -1779) primeiro a mapear Terra Nova, fez três viagens no Oceano Pacífico, estabelecendo o primeiro contacto europeu com a costa leste da Austrália e o Arquipélago do Havai Louis Antoine Bougainville (1729 -1811) e Jean François Galaup, conde de la Pérouse (1741 - 1788), franceses fizeram explorações no Oceano Pacífico. Fonte: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thum b/5/50/Tasmanroutes.PNG/250px-Tasmanroutes.PNG Fonte: http://year8earlyaustraliandiscovery.wikispaces.com/fil e/view/cook_james_routes.jpg/41634887/445x375/coo k_james_routes.jpg Fonte: http://media.web.britannica.com/eb- media/71/163971-004-5298B4C7.gif

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