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19/6/2012   João Pessoa- PB   3
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19/6/2012       João Pessoa- PB   4
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  caracterizam o período
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19/6/2012   João Pessoa- PB   5
• A auto-estima das
  crianças pequenas é
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  habilidades e aptidões
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19/6/2012   João Pessoa- PB   6
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            consciência social



19/6/2012          João Pessoa- PB   7
• As crianças começam com a fase
  de negociação
• Dos 2 a 6 anos elas costumam ter
  uma impressão otimistas de si
  mesmas
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  capacidade
19/6/2012     João Pessoa- PB    8
• Crianças de 2 ou 3 anos começam a
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19/6/2012      João Pessoa- PB        9
Controle emocional




19/6/2012   João Pessoa- PB   10
• O controle emocional
  desenvolve-se em resposta às
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  que os pré-escolares
  controlem a frustração e
  modulem a expansão emocional


19/6/2012    João Pessoa- PB   11
• Parte do controle
  emocional é neurológico
• A área do cérebro
  responsável pelas emoções
  nas crianças pré-escolares
  é imatura

19/6/2012   João Pessoa- PB    12
A aprendizagem e o
            controle emocional




19/6/2012          João Pessoa- PB   13
• A aprendizagem é essencial
  para o controle emocional
• Crianças de 3 ou 4 anos são
  sensíveis aos sentimentos
  dos pais


19/6/2012    João Pessoa- PB    14
• Os pesadelos aumentam nessa
  fase
• Os pais podem ajudar os filhos
  contando histórias




19/6/2012     João Pessoa- PB      15
Apego e controle
               emocional



19/6/2012         João Pessoa- PB   16
• Crianças bem criadas e que
  formam apegos seguros
  controlam suas próprias
  emoções e expressam
  compreensão
• A amizade também é uma
  expressão de controle
  emocional

19/6/2012     João Pessoa- PB   17
Comportamen
   to anti-social
    e pró-social
19/6/2012   João Pessoa- PB   18
• Emoções que sofrem maturação
  durante os anos pré-escolares
  conduzem ao comportamento pró-
  social
• Ações deliberadamente
  prejudiciais ou destrutivas
  conduzem ao comportamento anti-
  social

19/6/2012      João Pessoa- PB      19
Agressão



19/6/2012      João Pessoa- PB   20
• A agressividade é um modo de
  comportamento anti-social



• São 4 as formas de agressão:




19/6/2012       João Pessoa- PB   21
Agressão instrumental
Agressão reativa
Agressão relacional
Agressão ameaçadora




19/6/2012     João Pessoa- PB   22
19/6/2012   João Pessoa- PB   23
• É normal que as crianças entre
  3 e 6 anos se tornem mais pró-
  sociais e menos agressivas




19/6/2012     João Pessoa- PB      24
Aprendizagem das
       habilidades sociais
     através da brincadeira




19/6/2012     João Pessoa- PB   25
• A brincadeira é a atividade mais
  produtiva e mais adaptativa que
  as crianças podem empreender
• Crianças menores têm brincadeiras
  de jogos mais simples
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  mais sofisticados


19/6/2012      João Pessoa- PB    26
19/6/2012   João Pessoa- PB   27
Brincadeira de luta




19/6/2012           João Pessoa- PB   28
• É uma forma de atuação social
• É ao mesmo tempo divertida e
  construtiva
• É uma brincadeira universal




19/6/2012      João Pessoa- PB    29
O brincar sociodramático




19/6/2012    João Pessoa- PB   30
• As crianças desempenham
  diferentes papéis e temas criados
  por elas mesmas



• Pode proporcionar às crianças:
      Explorar e ensaiar os papéis
      Testar sua própria capacidade
      Controlar suas emoções
      Examinar os interesses pessoais


19/6/2012            João Pessoa- PB     31
• É frequente e complexo entre 3 e 6
  anos



• Meninas participam mais de jogos
  sociodramáticos do que os meninos



19/6/2012       João Pessoa- PB        32
Padrões de
    Parentalidad
         e
19/6/2012   João Pessoa- PB   33
O comportamento das
     crianças




19/6/2012      João Pessoa- PB   34
• Os padrões de parentalidade
  exercem grande influencia no
  caráter das crianças

• Há 3 estilos parentais basicos:



19/6/2012     João Pessoa- PB       35
• Autoritário- a palavra dos pais é
  lei e não pode ser questionada




19/6/2012       João Pessoa- PB       36
• Permissivo- os pais fazem poucas
  exigências aos filhos o que os
  torna mimados muitas vezes




19/6/2012       João Pessoa- PB      37
• Competentes- os pais estabelecem
  os limites, impondo normas ,ouvem
  as solicitações e perguntas dos
  filhos




19/6/2012       João Pessoa- PB       38
• Pais autoritários criam os filhos
  que tendem a ser conscienciosos,
  obedientes e calados, com tudo, as
  crianças não são felizes




19/6/2012       João Pessoa- PB        39
Punição



19/6/2012      João Pessoa- PB   40
• A disciplina deve ser mais pró-
  ativa do que punitiva

• Entre 2 e 6 anos as crianças
  aprendem a refletir sobre as
  consequências de suas ações e
  ficam mais alinhadas com as
  expectativas de suas famílias

19/6/2012      João Pessoa- PB      41
• Bater tem um efeito bumerang,
  ou seja, as crianças que são
  punidas fisicamente se tornam
  mais agressivas




19/6/2012    João Pessoa- PB      42
19/6/2012   João Pessoa- PB   43
Menino ou
    menina: E daí?


19/6/2012   João Pessoa- PB   44
• A identificação de homem ou mulher
  é uma importante característica
  do autoconhecimento durante a
  época das brincadeiras




19/6/2012      João Pessoa- PB     45
• Diferenças sexuais: são diferenças
  biológicas entre homens e
  mulheres

• Diferenças de gênero: são
  diferenças culturais nos papéis e
  comportamentos


19/6/2012       João Pessoa- PB       46
• As diferenças de gênero parecem
  mais significativas para as
  crianças do que para os adultos




19/6/2012      João Pessoa- PB      47
Progressão
            desenvolvimental da
            consciência de gênero




19/6/2012           João Pessoa- PB   48
• Aos 2 anos as crianças já sabem se
  são meninos ou meninas, podem
  identificar os adultos e aplicam
  rótulos de gênero




19/6/2012       João Pessoa- PB    49
• Aos 3 anos a simples consciência
  cognitiva torna-se um conhecimento
  rudimentar de que as diferenças
  entre homens e mulheres são para
  toda a vida




19/6/2012      João Pessoa- PB     50
• Aos 4 anos as crianças estão
  convencidas de que certos
  brinquedos e papéis são
  apropriados para um sexo e não
  para o outro




19/6/2012      João Pessoa- PB     51
• Aos 6 anos as crianças têm ideias
  formadas e também sabem qual
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19/6/2012       João Pessoa- PB        52
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    desenvolvime
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19/6/2012   João Pessoa- PB   53
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19/6/2012            João Pessoa- PB   55
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19/6/2012      João Pessoa- PB     56
Complexo de Édipo




19/6/2012         João Pessoa- PB   57
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  do pai




19/6/2012      João Pessoa- PB        58
• Os meninos enfrentam o sentimento
  de culpa e o temor por meio da
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19/6/2012       João Pessoa- PB     60
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19/6/2012          João Pessoa- PB   61
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19/6/2012      João Pessoa- PB       62
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            aprendizagem




19/6/2012       João Pessoa- PB   63
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  meninos é mais forte do que o
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19/6/2012      João Pessoa- PB        65
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19/6/2012          João Pessoa- PB   66
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19/6/2012      João Pessoa- PB       67
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  é que o pensamento de uma pessoa
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  é percebido e como essa percepção
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19/6/2012       João Pessoa- PB    68
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19/6/2012       João Pessoa- PB   69
• Observa a abrangente influência
  dos padrões culturais

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  atitudes relativos a
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  homens e mulheres


19/6/2012      João Pessoa- PB      70
• Conduz a uma ideia: a androgenia,
  no sentido de equilíbrio
• A androgenia não pode ser
  ensinada às crianças simplesmente
  por meio da cognição ou da
  imposição paterna



19/6/2012      João Pessoa- PB    71
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                epigenéticos




19/6/2012           João Pessoa- PB   72
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  ressalta as tendências biológicas
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  transmissão genética e explica de
  que maneira essas tendências
  podem afetar os padrões
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19/6/2012       João Pessoa- PB        73
Conclusão: Gênero e
                  Destino




19/6/2012          João Pessoa- PB   74
• O conjunto dessas teorias sugere
  que a biologia e a sociedade são
  influências poderosas para as
  crianças.
• Entretanto, elas não especificam
  como os pais e as culturas devem
  tentar moldar as crianças


19/6/2012      João Pessoa- PB       75
• Embora toda criança tenha
  tendências inatas, essas
  tendências podem ser fortalecidas,
  dirigidas pela educação da
  criança




19/6/2012      João Pessoa- PB     76
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Anos escolares

  • 1. 19/6/2012 João Pessoa- PB 1
  • 2. Eu e o mundo social 19/6/2012 João Pessoa- PB 2
  • 3. • Entre 1 e 6 anos, as crianças progridem a partir do despertar da consciência de que são independentes 19/6/2012 João Pessoa- PB 3
  • 4. Iniciativa vs Culpa 19/6/2012 João Pessoa- PB 4
  • 5. • Entusiasmo, esforço e auto-avaliação positivos caracterizam o período dos 3 aos 6 anos 19/6/2012 João Pessoa- PB 5
  • 6. • A auto-estima das crianças pequenas é definida pelas habilidades e aptidões que demonstram sua independência e iniciativa. 19/6/2012 João Pessoa- PB 6
  • 7. Autoconceito e consciência social 19/6/2012 João Pessoa- PB 7
  • 8. • As crianças começam com a fase de negociação • Dos 2 a 6 anos elas costumam ter uma impressão otimistas de si mesmas • A autoconfiança está vinculada à competência e esta exige repetidas demonstrações de capacidade 19/6/2012 João Pessoa- PB 8
  • 9. • Crianças de 2 ou 3 anos começam a reagir com culpa pelo fracasso em alguma tarefa 19/6/2012 João Pessoa- PB 9
  • 10. Controle emocional 19/6/2012 João Pessoa- PB 10
  • 11. • O controle emocional desenvolve-se em resposta às expectativas da sociedade de que os pré-escolares controlem a frustração e modulem a expansão emocional 19/6/2012 João Pessoa- PB 11
  • 12. • Parte do controle emocional é neurológico • A área do cérebro responsável pelas emoções nas crianças pré-escolares é imatura 19/6/2012 João Pessoa- PB 12
  • 13. A aprendizagem e o controle emocional 19/6/2012 João Pessoa- PB 13
  • 14. • A aprendizagem é essencial para o controle emocional • Crianças de 3 ou 4 anos são sensíveis aos sentimentos dos pais 19/6/2012 João Pessoa- PB 14
  • 15. • Os pesadelos aumentam nessa fase • Os pais podem ajudar os filhos contando histórias 19/6/2012 João Pessoa- PB 15
  • 16. Apego e controle emocional 19/6/2012 João Pessoa- PB 16
  • 17. • Crianças bem criadas e que formam apegos seguros controlam suas próprias emoções e expressam compreensão • A amizade também é uma expressão de controle emocional 19/6/2012 João Pessoa- PB 17
  • 18. Comportamen to anti-social e pró-social 19/6/2012 João Pessoa- PB 18
  • 19. • Emoções que sofrem maturação durante os anos pré-escolares conduzem ao comportamento pró- social • Ações deliberadamente prejudiciais ou destrutivas conduzem ao comportamento anti- social 19/6/2012 João Pessoa- PB 19
  • 20. Agressão 19/6/2012 João Pessoa- PB 20
  • 21. • A agressividade é um modo de comportamento anti-social • São 4 as formas de agressão: 19/6/2012 João Pessoa- PB 21
  • 22. Agressão instrumental Agressão reativa Agressão relacional Agressão ameaçadora 19/6/2012 João Pessoa- PB 22
  • 23. 19/6/2012 João Pessoa- PB 23
  • 24. • É normal que as crianças entre 3 e 6 anos se tornem mais pró- sociais e menos agressivas 19/6/2012 João Pessoa- PB 24
  • 25. Aprendizagem das habilidades sociais através da brincadeira 19/6/2012 João Pessoa- PB 25
  • 26. • A brincadeira é a atividade mais produtiva e mais adaptativa que as crianças podem empreender • Crianças menores têm brincadeiras de jogos mais simples • Crianças maiores preferem jogos mais sofisticados 19/6/2012 João Pessoa- PB 26
  • 27. 19/6/2012 João Pessoa- PB 27
  • 28. Brincadeira de luta 19/6/2012 João Pessoa- PB 28
  • 29. • É uma forma de atuação social • É ao mesmo tempo divertida e construtiva • É uma brincadeira universal 19/6/2012 João Pessoa- PB 29
  • 30. O brincar sociodramático 19/6/2012 João Pessoa- PB 30
  • 31. • As crianças desempenham diferentes papéis e temas criados por elas mesmas • Pode proporcionar às crianças: Explorar e ensaiar os papéis Testar sua própria capacidade Controlar suas emoções Examinar os interesses pessoais 19/6/2012 João Pessoa- PB 31
  • 32. • É frequente e complexo entre 3 e 6 anos • Meninas participam mais de jogos sociodramáticos do que os meninos 19/6/2012 João Pessoa- PB 32
  • 33. Padrões de Parentalidad e 19/6/2012 João Pessoa- PB 33
  • 34. O comportamento das crianças 19/6/2012 João Pessoa- PB 34
  • 35. • Os padrões de parentalidade exercem grande influencia no caráter das crianças • Há 3 estilos parentais basicos: 19/6/2012 João Pessoa- PB 35
  • 36. • Autoritário- a palavra dos pais é lei e não pode ser questionada 19/6/2012 João Pessoa- PB 36
  • 37. • Permissivo- os pais fazem poucas exigências aos filhos o que os torna mimados muitas vezes 19/6/2012 João Pessoa- PB 37
  • 38. • Competentes- os pais estabelecem os limites, impondo normas ,ouvem as solicitações e perguntas dos filhos 19/6/2012 João Pessoa- PB 38
  • 39. • Pais autoritários criam os filhos que tendem a ser conscienciosos, obedientes e calados, com tudo, as crianças não são felizes 19/6/2012 João Pessoa- PB 39
  • 40. Punição 19/6/2012 João Pessoa- PB 40
  • 41. • A disciplina deve ser mais pró- ativa do que punitiva • Entre 2 e 6 anos as crianças aprendem a refletir sobre as consequências de suas ações e ficam mais alinhadas com as expectativas de suas famílias 19/6/2012 João Pessoa- PB 41
  • 42. • Bater tem um efeito bumerang, ou seja, as crianças que são punidas fisicamente se tornam mais agressivas 19/6/2012 João Pessoa- PB 42
  • 43. 19/6/2012 João Pessoa- PB 43
  • 44. Menino ou menina: E daí? 19/6/2012 João Pessoa- PB 44
  • 45. • A identificação de homem ou mulher é uma importante característica do autoconhecimento durante a época das brincadeiras 19/6/2012 João Pessoa- PB 45
  • 46. • Diferenças sexuais: são diferenças biológicas entre homens e mulheres • Diferenças de gênero: são diferenças culturais nos papéis e comportamentos 19/6/2012 João Pessoa- PB 46
  • 47. • As diferenças de gênero parecem mais significativas para as crianças do que para os adultos 19/6/2012 João Pessoa- PB 47
  • 48. Progressão desenvolvimental da consciência de gênero 19/6/2012 João Pessoa- PB 48
  • 49. • Aos 2 anos as crianças já sabem se são meninos ou meninas, podem identificar os adultos e aplicam rótulos de gênero 19/6/2012 João Pessoa- PB 49
  • 50. • Aos 3 anos a simples consciência cognitiva torna-se um conhecimento rudimentar de que as diferenças entre homens e mulheres são para toda a vida 19/6/2012 João Pessoa- PB 50
  • 51. • Aos 4 anos as crianças estão convencidas de que certos brinquedos e papéis são apropriados para um sexo e não para o outro 19/6/2012 João Pessoa- PB 51
  • 52. • Aos 6 anos as crianças têm ideias formadas e também sabem qual sexo é melhor: o seu ou o do outro 19/6/2012 João Pessoa- PB 52
  • 53. Teorias do desenvolvime nto do papel de gênero 19/6/2012 João Pessoa- PB 53
  • 54. • Os especialistas nunca chegaram a uma concordância em relação às diferenças de gênero: biológica e ambiental 19/6/2012 João Pessoa- PB 54
  • 55. A teoria psicanalítica 19/6/2012 João Pessoa- PB 55
  • 56. • Fase Fálica: de 3 a 6 anos, onde segundo Freud o centro focal era o falo, antigo nome para descrever pênis 19/6/2012 João Pessoa- PB 56
  • 57. Complexo de Édipo 19/6/2012 João Pessoa- PB 57
  • 58. • O menino começa a sentir desejos sexuais em relação á mãe e ciúmes do pai 19/6/2012 João Pessoa- PB 58
  • 59. • Os meninos enfrentam o sentimento de culpa e o temor por meio da identificação, um mecanismo de defesa que possibilita que uma pessoa se veja e refletida em outra 19/6/2012 João Pessoa- PB 59
  • 60. • A obsessão de um homem adulto por crime e castigo pode ser produto de uma fase fálica mal resolvida 19/6/2012 João Pessoa- PB 60
  • 61. Complexo de Electra 19/6/2012 João Pessoa- PB 61
  • 62. • Muito parecido com o complexo de Édipo, envolve as meninas • A menina deseja eliminar a mãe e se tornar íntima do pai 19/6/2012 João Pessoa- PB 62
  • 63. A teoria da aprendizagem 19/6/2012 João Pessoa- PB 63
  • 64. • Todos os papéis são aprendidos e são consequência da criação e não da natureza 19/6/2012 João Pessoa- PB 64
  • 65. • O preconceito de gênero contra os meninos é mais forte do que o contra as meninas 19/6/2012 João Pessoa- PB 65
  • 66. A teoria cognitiva 19/6/2012 João Pessoa- PB 66
  • 67. • A teoria focaliza o conhecimento das crianças • Vê homens e mulheres como seres completamente opostos 19/6/2012 João Pessoa- PB 67
  • 68. • O dogma básico da teoria cognitiva é que o pensamento de uma pessoa determina a maneira como o mundo é percebido e como essa percepção é influenciada 19/6/2012 João Pessoa- PB 68
  • 69. A teoria sociocultural 19/6/2012 João Pessoa- PB 69
  • 70. • Observa a abrangente influência dos padrões culturais • Cada sociedade tem valores e atitudes relativos a comportamentos preferidos para homens e mulheres 19/6/2012 João Pessoa- PB 70
  • 71. • Conduz a uma ideia: a androgenia, no sentido de equilíbrio • A androgenia não pode ser ensinada às crianças simplesmente por meio da cognição ou da imposição paterna 19/6/2012 João Pessoa- PB 71
  • 72. A teoria dos sistemas epigenéticos 19/6/2012 João Pessoa- PB 72
  • 73. • A teoria dos sistemas epigenéticos ressalta as tendências biológicas que são herdadas por meio de transmissão genética e explica de que maneira essas tendências podem afetar os padrões cerebrais da criança e outros aspectos do comportamento 19/6/2012 João Pessoa- PB 73
  • 74. Conclusão: Gênero e Destino 19/6/2012 João Pessoa- PB 74
  • 75. • O conjunto dessas teorias sugere que a biologia e a sociedade são influências poderosas para as crianças. • Entretanto, elas não especificam como os pais e as culturas devem tentar moldar as crianças 19/6/2012 João Pessoa- PB 75
  • 76. • Embora toda criança tenha tendências inatas, essas tendências podem ser fortalecidas, dirigidas pela educação da criança 19/6/2012 João Pessoa- PB 76
  • 77. 19/6/2012 João Pessoa- PB 77