Tamires cardoso

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Leitura do livro “A Espiral Dourada” de Nuno Crato/ Carlos Pereira dos Santos e Luís Tirapicos

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Tamires cardoso

  1. 1. Escola Estadual Professor João Cruz Assunto:Leitura do livro “A Espiral Dourada” de Nuno Crato/ Carlos Pereira dos Santos e Luís Tirapicos Tema: A importância da Rosa-dos-Ventos Aluna: Tamires Maria Aparecida Cardoso Nº 39 Série: 3º ano C - Ensino médio Professor(a): Maria Piedade Teodoro da Silva e Carlos Narita Disciplina: Língua Portuguesa e Matemática Jacareí-SP Novembro/2015
  2. 2. I Introdução O estudo a ser relatada sobre o livro “A Espiral Dourada” de Nuno Crato, Carlos Pereira dos Santos e Luís Tirapicos, É um projeto realizado pela professora Ms. Maria Piedade Teodoro da Silva e pelo professor Carlos Ossamu Cardoso Narita, para os terceiros anos do ensino médio. Este é um projeto de elaboração de um artigo de divulgação cientifica. O livro “A Espiral Dourada” de Nuno Crato, Carlos Pereira dos Santos e Luís Tirapicos, dá ênfase ao número de Ouro, fala sobre as curiosidades e como descobrir esse número; o livro não fala só do número de ouro, mas fala também sobre a “Rosa dos ventos”,”o verdadeiro meio-dia solar “,conta algumas curiosidade sobre “Vênus” e “os números de Fibonacci”. A pesquisa foi desenvolvida após a leitura do livro “A Espiral Dourada” de Nuno Crato, Carlos Pereira dos Santos e Luís Tirapico, com as seguintes questões : “ Qual é a importância da criação da Rosa dos ventos ?” e “Em que aspectos a rosa dos ventos e usada nos mapas?”. A rosas dos ventos mais completas, com 32 pontos, já se faziam presentes em mapas portulanos no século XIV, que eram mapas utilizados pelos grandes navegadores europeus. Inicialmente, ela tinha outros formatos, sendo que a sua composição atual em forma de rosa é creditada aos portugueses colonizadores.
  3. 3. II Rosa dos Ventos tem uma grande importâncias para as navegações 1.Origem A Rosa dos Ventos tem origem na navegação pelo Mar Mediterrâneo ligada aos ventos.Porém outros nomes estão ligados ao nascer e ocaso do Sol. A Rosa dos Ventos segue a orientação geográfica e não tem nada a ver com a bússola magnética. Em particular o norte magnético está quase vinte graus a esquerda do norte geográfico. Um dado interessante é a associação da Rosa dos Ventos com a orientação das avenidas principais do centro de São Carlos respeitam o sentido norte-sul e leste-oeste graças a conformação do relevo na parte central da cidade. Os pontos cardeais são um sistema de orientação e a determinação correta deles através de um gnômon é muito importante. A invenção da Rosa dos ventos é atribuída ao grego Aristóteles Timóstenes, um estudioso da navegação que viveu por volta de 250 a.C, e foi escolhido por Ptolomeu II, rei do Egito, para o piloto-mor de sua marinha. Os 12 ventos de Timóstenes incluíam Bóreas e Notus, Zéfiro e Apeliotes, e 2 ventos entre cada par adjacente. Essas 12 direções foram dispostas numa rosa dos ventos.
  4. 4. Os rumos dos ventos, é o termo que originou a rosa dos ventos, são conhecidos desde a Grécia Antiga. Eles tinham dois rumos, que aumentaram para oito tempos depois. Durante a Idade Média, esses rumos ganharam nomes relacionados com as localidades próximas ao Mediterrâneo: Tramontana (norte), Greco (nordeste), Levante (leste), Siroco (sudeste), Ostro (sul), Libeccio (sudoeste), Ponente (oeste) e Maestro (nordeste). A rosas dos ventos mais completas, com 32 pontos, já se faziam presentes em mapas portulanos no século XIV, que eram mapas utilizados pelos grandes navegadores europeus. Inicialmente, ela tinha outros formatos, sendo que a sua composição atual em forma de rosa é creditada aos portugueses colonizadores. A rosa dos ventos, é composta de pontos cardeais, colaterais e subcolaterais.Os pontos cardeais são: Norte (N), Sul (S), Leste (E) e Oeste (W); esses pontos são encontrados nas Bússolas também. Já os pontos colaterais são: Nordeste (NE), Sudeste (SE), Noroeste (NW) e Sudoeste (SW).Por ultimo encontra-se os Pontos Subcolaterais: nor-nordeste (NNE), nor-noroeste (NNW), sul-sudeste (SSE), sul- sudoeste (SSW), lés-nordeste (ENE), lés-sudeste (ESE), oés-sudeste (WSE) e oés- sudoeste (WSW).
  5. 5. Nas primeiras cartas náuticas e mapas o Norte era marcado por uma ponta de seta. O símbolo evoluiu para uma flor-de-lis na época das grandes navegações e foi vista primeiramente nos mapas portugueses. Flor-de-lis A flor-de-lis foi utilizada para a criação da Rosa dos ventos por conter 32 pétalas, sendo assim cada pétala uma coordenada da rosa dos ventos . III A rosa dos ventos é utilizada em diversas coisas A rosa dos ventos é uma representação dos pontos cardeais. Nos mapas ela está presente para indicar as direções Norte, Sul, Leste e Oeste, facilitando a orientação e o posicionamento da bússola. As letras presentes na Rosa-dos-ventos varia de acordo com o indioma,mas significa a mesma coisa e o desenho não muda. Exemplo:
  6. 6. W (West) = O (Oeste) E (East) = E (Este) = L (Leste) S (South) = S (Sul) N (North) = N (Norte) A rosa dos ventos geralmente e localizada nos mapas entre o meio e o canto do mapa , podemos observar na imagem. Com o auxilio da rosa dos ventos no mapa e mais fácil localizar o local que será traçado, seja em um voo de avião ou em uma navegação. No livro “A Espiral Dourada” de Nuno Crato, Carlos Pereira dos Santos e Luís Tirapicos; tem uma passagem curta que fala sobre a Rosa dos ventos e como ela e usada em navegações marítimas: Durante séculos, o símbolo da rosa estivera associado aos mapas e à função de guiar as
  7. 7. almas na direção correta. Dan Brown, O código Da vinci Nos mapas marítimos antigos instituiu-se pouco a pouco o hábito de traçar os rumos cardeais para facilitar a navegação.Além de linhas verticais e horizontais , que mostravam as direções norte/sul e leste/oeste, começaram a traçar outros rumos, representado direções intermediais. Se pararmos para perceber em nosso dia-a-dia também usamos a Rosa dos ventos um exemplo disso e o GPS “Sistema de Posicionamento Global”,que é um aparelho pequeno que, com o apoio de mais de 20 satélites e das coordenadas geográficas que contém na rosa dos ventos, é capaz de indicar e localizar qualquer ponto da Terra. Trata-se, portanto, do mais moderno dos aparelhos de localização inventados pelo homem. Esse importante instrumento foi inventado na década de 1960, durante a Guerra do Vietnã, e, desde então, vem se aperfeiçoando cada vez mais. Além de fornecer a localização, o GPS possui outras funções. A rosa dos ventos e incrível, como podemos ver ela ajuda em vários aspectos para a localização do local que você deseja encontrar.
  8. 8. IV Considerações Finais A rosa dos ventos tem origem na navegação pelo Mar Mediterrâneo ligada aos ventos. Porém outros nomes estão ligados ao nascer e ocaso do Sol. A Rosa dos Ventos segue a orientação geográfica e não tem nada a ver com a bússola magnética. Em particular o norte magnético está quase vinte graus a esquerda do norte geográfico. A criação da Rosa dos ventos é atribuída ao grego Aristóteles Timóstenes, um estudioso da navegação que viveu por volta de 250 a.C, e foi escolhido por Ptolomeu II, rei do Egito, para o piloto-mor de sua marinha. A rosas dos ventos mais completas, com 32 pontos, já se faziam presentes em mapas portulanos no século XIV, que eram mapas utilizados pelos grandes navegadores europeus. A rosa do vento foi criada com base na flor-de-lis que é uma flor que contém 32 pétalas assim como a rosa dos ventos, cada pétala representa uma coordenada na rosa dos ventos. A rosa dos ventos, é composta de pontos cardeais, colaterais e subcolaterais.
  9. 9. V Referencias bibliográfica: Livro “A Espiral Dourada” de Nuno Crato/ Carlos Pereira dos Santos e Luís Tirapicos http://aprendercartografia.blogspot.com.br/2014/07/sempre-marcando-os-lugares- nossacasa.html http://www.cdcc.usp.br/cda/atividades/vo/rosa-dos-ventos/index.html http://www.geografia7.com/localizaccedilatildeo-de-lugares.html http://sogeografiaeeducacaoambiental.blogspot.com.br/2013/05/rosa-dos- ventos.html

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