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com minhas palavras, vou conciliar
uma obra de arte, uma reflexão e
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BUSCO UMA REFLEXÃO NESTES
OBJETOS PARA DIZER O QUE
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Escolhi a obra “MONA LISA”, pois para mim
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cultural, intelectual que atingem toda a
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Uma obra, que nos faz viajar!
Um universo de diversidades de
pensamentos e arranjos que lhes
são atribuídos a todo momento.
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1º. A começar pelas próprias propostas, que fala
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Enquanto procurava um objeto para falar.
Me deparei com a sombra dos balaustres de
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“Olhai, vigiai, porque não sabeis quando chegará o tempo” – Jesus – (Marcos, 13h33)
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Transformei-a em variadas versões, adaptando neste
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Tentarei explicar melhor: Cria-se um “mito central”, isso um
mito, como se fossemos construir o nosso objeto de valores
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RITA ZAKUZAKU - 3º.p ARQUITETURA PUC - 2010
HISTÓRIA DA ARQUITETURA E DO URBANISMO II – prof. VANESSA
MÚSICA: The Sound of...
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  1. 1. Para explicar o que entendi sobre de ITALO CALVINO, com minhas palavras, vou conciliar uma obra de arte, uma reflexão e um objeto comum. “ ” Quadro da Mona lisa? Chico Xavier? Escada? O que tudo isso tem haver com Italo Calvino? Será que foi influência do filme “Nosso Lar”, que esteve em cartaz nos cinemas? Onde será que entra Chico Xavier? Ou será influência das pesquisas feitas sobre o museu do Louvre? Estaria querendo pendurar um quadro na escada da sua casa? Onde será que isso vai dar?
  2. 2. BUSCO UMA REFLEXÃO NESTES OBJETOS PARA DIZER O QUE COMPREENDI !
  3. 3. Escolhi a obra “MONA LISA”, pois para mim ela representa um elemento de tópicos cultural, intelectual que atingem toda a sociedade, como meio comunicação de massa!
  4. 4. Uma obra, que nos faz viajar! Um universo de diversidades de pensamentos e arranjos que lhes são atribuídos a todo momento.
  5. 5. , o que compreendi em essência: 1º. A começar pelas próprias propostas, que fala sobre obras literárias, podendo adaptar-se em tudo que nos propusermos a construir. 2º. Existe uma apropriação com âmbitos completamente diferentes e que transforma o USO de determinado objeto, ou linguagem, ou arquitetura, ou paisagem etc. Como se fosse uma grande “rede de imaginações, onde TUDO pode ser continuamente remexido e reordenado de todas as maneiras possíveis”.(palavras do autor).
  6. 6. Enquanto procurava um objeto para falar. Me deparei com a sombra dos balaustres de minha escada refletida no chão do meu quintal provocado pelos raios solares. No mesmo dia, em outro momento abri um livro (Vinhas de Luz), de Francisco Cândido Xavier num momento de reflexão. Que diz: Senti que eu procurava por repetições, então resolvi tirar algumas fotos, pois aquilo me pareceu muito familiar naquele momento de concentração e busca.
  7. 7. “Olhai, vigiai, porque não sabeis quando chegará o tempo” – Jesus – (Marcos, 13h33) “Marcos registra determinada fórmula de vigilância que revela a nossa necessidade de mobilizar todos os recursos de reflexão e análise. Muitas vezes, referimo-nos ao “orai e vigiai”, sem meditar-lhe a complexidade e a extensão. É indispensável guardar os caminhos, imprescindível se torna movimentar possibilidade na esfera do bem, entretanto, essa atitude não dispensa a visão com entendimento. O imperativo colocado por Marcos, ao princípio da recomendação de Jesus, é de valor inestimável a perfeita interpretação do texto. É preciso olhar, isto é, examinar, ponderar, refletir, para que a vigilância não seja incompleta. Discernir é a primeira preocupação da sentinela. O discípulo não pode guardar-se, defendendo simultaneamente o patrimônio que lhe foi confiado, sem estender a visão psicológica, buscando penetrar a intimidade essencial das situações e dos acontecimentos. Olhai o trabalho de cada dia. O serviço comum permanece repleto de mensagens proveitosas. Fixai as relações afetivas. São portadoras de alvitres necessários ao vosso equilíbrio. Fiscalizai as circunstâncias observando as sugestões que vos lançam ao centro d’alma. Na casa sentimental, reúnem-se as inteligências invisíveis que permutam impressões convosco, em silêncio. Detende-vos na apreciação do dia; seus campos constituídos de horas e minutos são repositórios de profundos ensinamentos e valiosas oportunidades. Olhai, refleti, ponderai!...Depois disso, “naturalmente, estareis prontos a vigiar e orar com proveito.”
  8. 8. Transformei-a em variadas versões, adaptando neste espaço cor, textura e conteúdo. Para mostrar o conceito de multiplicidade e que não precisava ser na obra da Mona lisa, mas que o objeto tinha que ter um contexto, um incremento estético para dar um contraste em sua complexidade de visualização. Foi então que com a junção destas duas luzes, tive a idéia de falar sobre a tela da Mona lisa, no entanto, não queria copiar e nem adaptar algo novo para dar-lhe nova aparência. Peguei a essência da pintura da monalisa e adaptei na minha escada que refletia no chão a sombra dos seus balaustres, para explicar o que é multiplicidade.
  9. 9. Tentarei explicar melhor: Cria-se um “mito central”, isso um mito, como se fossemos construir o nosso objeto de valores e significados (tipo o Bob Esponja entende?).
  10. 10. 3º.
  11. 11. RITA ZAKUZAKU - 3º.p ARQUITETURA PUC - 2010 HISTÓRIA DA ARQUITETURA E DO URBANISMO II – prof. VANESSA MÚSICA: The Sound of Silence – Gregorian Masters of Chant FOTOS: Retiradas da Internet - OBRA: Quadro MONA LISA – 1503 Pintor Italiano Leonardo da Vinci – Fonte Wikipédia CALVINO, Italo – Seis propostas para o próximo milênio XAVIER, Francisco Cândido – Vinha de Luz

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