Tecnófilos diciplina Virtual

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Tecnófilos diciplina Virtual

  1. 1. Tecnófilos; NOVAS TENDENCIAS PARA A INCLUSÃO DIGITAL NA EDUCAÇÃO  Fábio luciano Mota e Silva
  2. 2. Introdução. A Escola será obrigada a acertar o passo pelo computador, quer isso represente um avanço, quer um retrocesso; ou , alternativamente, sofrer a concorrência desvantajosa de outros tipos de instituição escolar. • .
  3. 3. 3) Educação é cara e os investimentos feitos só são reembolsados a muito longo prazo, se é que o são alguma vez. Para quem tem que governar por curto espaço de tempo, a Educação é uma pura fonte de despesas, deste modo, os investimentos em tecnologias que possibilitam uma contorno significativo ao imediatismo político.
  4. 4. Desenvolvimento   4) Não é preciso ser um tecnocrata convicto para saber que a política deseja todo o tempo reduzir as despesas com a Educação
  5. 5.  5) Nos anos 1980 os céticos quanto ao uso do computador, notadamente nas escolas públicas, possivelmente eram predominantes. Eles se opunham à presença dessa máquina nas escolas, especialmente as da rede pública, sob a alegação de que haviam outras carências - como a merenda - que deveriam ser resolvidas antes.
  6. 6.   6 ) Decerto que a opinião pública influencia a Educação, mas apenas nos aspectos mais aparentes. É que nenhum país, por mais democrático que seja, é governado pela massa. Moldando esta, existe uma elite que também tem crenças irracionais. E, condicionando tudo, está a inexorável economia.
  7. 7.  7) Desta forma, a Escola vê-se transformada num vasto parque de estacionamento para os jovens ou, se preferem, numa creche para adolescentes. Estando estes desmotivados para a aprendizagem, na convícção da inutilidade desta e à falta de uma pressão social e familiar , só suportam a Escola na medida em que esta possa não os aborreça demasiado.
  8. 8.   8)Onde entra o computador em tudo isto ? Na realidade, o computador parecer ser o elemento que faltava para animar as aulas e manter ocupados os irrequietos adolescentes. Ainda com a esperança de lhes ensinar coisas quando eles estão fixos diante do ecrã, interessados por aquele aparelho novo.
  9. 9. 9) O professor é que precisa de estar atento às diversas propostas para utilização do computador. Eventualmente, criticar ou rejeitar aquelas que pareçam contraproducentes, Será bom insistir no fato de que é o professor o eixo da Educação, é o professor que pode avaliar a forma como trabalhar com uma turma, o ritmo a impor, as revisões a fazer, os meios auxiliares a recorrer. O computador é um destes meios e não o centro do processo. Mas, se o professor desconhece a máquina, corre o risco de oscilar entre uma admiração beata e uma rejeição irracional.
  10. 10. 10) Conclusão    Em síntese, espero ter mostrado que a generalização do computador vem forçar a uma mudança de programas e do novos modos para a educação, que este mudança necessita de uma discussão cautelosa para que não venha a ser nociva. Que, por detrás da generalização do computador estão forças de índole muito diversa, mesmo forças destrutivas. Que o grande antídoto para as possíveis perversões, está em os professores se tornarem familiares com o computador. “ Para terminar, deixo aqui uma reflexão de Fritz Perls sobre a criatividade. Seja como você é. De maneira que possa ver quem és. Quem és e como és. Deixa por um momento o que deves fazer e descubra o que realmente fazes. Arrisque um pouco, se puderes. Sinta seus próprios sentimentos. Diga suas próprias palavras. Pense seus próprios pensamentos. Seja seu próprio ser. Descubra. Deixe que o plano pra você surja de dentro de você.” ~ Fritz Perls

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