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INTRODUÇÃO3
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   “What will the project cost,   and   is   that    reasonable?” (Thomsett,2002)                                        ...
COMPOSIÇÃO ORÇAMENTÁRIA6
   É um plano concebido para a alocação de    recursos, portanto, elaborar um orçamento    significa alocar recursos esca...
   Se baseia na previsão   Orçamento                 de     utilização     de                              recursos e se...
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Como Fazer o Agrupamento de Recursos paraa Composição Orçamentária?   Três métodos são utilizados para isso:       Orçam...
   Orçamento de baixo para cima:    Neste método o orçamento se inicia pela estimativa dos    recursos necessários, por a...
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ESTIMATIVA DE CUSTO14
ESTIMATIVA DE CUSTO   Definições   Classificações   Ferramentas   Utilização do Custeio direto e Absorção no Projeto  ...
DEFINIÇÕES16
   A estimativa dos custos envolve desenvolver uma    estimativa dos custos dos recursos necessários a    implementação d...
   Inclui identificar e considerar várias alternativas    de custo.   O processo de estimativa dos custos deve    consid...
   Existem fatores importantes que devem ser    levados em consideração, por exemplo:       Inflação;       Mudanças di...
FERRAMENTAS20
   Custo unitário dos recursos:    O indivíduo ou grupo que elabora a estimativa deve ter o    conhecimento das taxas uni...
   Estimativa de duração da atividade    A estimativa de duração da atividade afetará as    estimativas dos custos de qua...
   Ferramentas computadorizadas    As ferramentas computadorizadas tais como softwares de    gerência de projeto e planil...
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CLASSIFICAÇÕES25
CLASSIFICAÇÃO DOS CUSTOS   O custo mede o uso dos recursos e insumos    utilizados no projeto. Existem inúmeras    maneir...
SISTEMA DE CÁLCULO   Custeio por absorção ou total: corresponde a    absorver todas as despesas no produto, até    mesmo ...
CLASSIFICAÇÃO POR DATA   Histórico: os custos entram na composição do    custo final em datas diferentes;   Padrão: usa-...
CLASSIFICAÇÃO POR VOLUME DE PRODUÇÃO    Custos fixos ou estruturais: independem do     volume de produção e dependem da e...
UTILIZAÇÃO DO CUSTEIO DIRETO E              ABSORÇÃO NO PROJETO30
   Segundo Casberg 2002, os sistemas de custeio    antigos estavam centrados no custeio direto    (materiais, mão-de-obra...
   Hoje existe uma controvérsia ao alocar as    despesas gerais com as individuais. As firmas que    usam o custeio diret...
   Já as firmas que usam o custeio por absorção    contra-argumentam que a empresa tem de cobrir    o custo geral se quis...
CONCLUSÃO34
   A composição orçamentária é realizar uma    estimativa dos recursos necessários para o    desenvolvimento e conclusão ...
REFERÊNCIAS E BIBLIOGRAFIA36
Meridith, Jack R e Mantel, Samuel J. Administração deProjetos: uma Abordagem Gerencial. Rio de janeiro:2003.Thomsett, Mich...
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PARANÁ – CAMPUS DE CAMPO MOURÃO       DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO (DEP)      CURSO DE ...
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II PROJETOS - v. COMPOSIÇÃO ORÇAMENTÁRIA E ESTIMATIVA DE CUSTOS DE PROJETOS

  1. 1. UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PARANÁ – CAMPUS DE CAMPO MOURÃO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO (DEP) CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO AGROINDUSTRIALDISCIPLINA DE PROJETO DO PRODUTO, DO PROCESSO, DO TRABALHO E INSTALAÇÕES AGROINDUSTRIAIS Professora Msc THAYS PERASSOLI BOIKO ALINE VELOSO DOS SANTOS RAFAEL SILVEIRA DE SOUZA TIAGO CEZAR MENEGUETTI 1 COMPOSIÇÃO ORÇAMENTÁRIA E ESTIMATIVA DE CUSTOS
  2. 2. ROTEIRO Introdução Composição Orçamentário Estimativa de Custo Conclusão Referencia Bibliografia 2
  3. 3. INTRODUÇÃO3
  4. 4.  “I don’t get it” one manager complained to another. “No matter how carefully I budget, my projects always run over. Even when I add a little extra, it gets used up.” The other manager responded, “Maybe you should get out of the business world and go into politics.” (Thomsett,2002) 4
  5. 5.  “What will the project cost, and is that reasonable?” (Thomsett,2002) 5 Voltar
  6. 6. COMPOSIÇÃO ORÇAMENTÁRIA6
  7. 7.  É um plano concebido para a alocação de recursos, portanto, elaborar um orçamento significa alocar recursos escassos provenientes de varias fontes em uma organização. Servem como padrões para efeitos comparativos, como base para se medir a diferença entre a utilização real dos recursos e aquela que foi planejada. 7
  8. 8.  Se baseia na previsão Orçamento de utilização de recursos e seus custos. Objetivo esta relacionado a política da empresa referente ás suas metas e prioridades. 8
  9. 9.  Um aspectos importantes na elaboração de orçamentos é que cada gasto deverá estar relacionado a uma determinada tarefa do projeto. E com isso há a necessidade de se agrupar os dados. 9
  10. 10. Como Fazer o Agrupamento de Recursos paraa Composição Orçamentária? Três métodos são utilizados para isso:  Orçamento de baixo para cima;  Orçamento de cima para baixo;  Orçamento por programação. 10
  11. 11.  Orçamento de baixo para cima: Neste método o orçamento se inicia pela estimativa dos recursos necessários, por aqueles que estarão realizando as tarefas; Orçamentos de baixo para cima são mais precisos do que nas tarefas detalhadas, entretanto é muito mais difícil desenvolver uma lista de todas as tarefas construindo-se de baixo para cima do que de cima para baixo. 11
  12. 12.  Orçamento de cima para baixo: É o método que tem inicio a partir da estimativa da alta gerência dos recursos que serão necessários para se realizar um projeto; É um orçamento que tem a vantagem de ser geralmente bem preciso, porém elementos individuais poderão ser bastante imprecisos; Enquanto orçamentos de cima para baixo são comuns, os orçamentos de baixo para cima são raros, pois são vistos como de alto risco pelos gerentes. 12
  13. 13.  Orçamento por programação: Agrega receitas e despesas por projeto ou programa, freqüentemente em adição para a unidade organizacional ou atividade. 13 Voltar
  14. 14. ESTIMATIVA DE CUSTO14
  15. 15. ESTIMATIVA DE CUSTO Definições Classificações Ferramentas Utilização do Custeio direto e Absorção no Projeto 15
  16. 16. DEFINIÇÕES16
  17. 17.  A estimativa dos custos envolve desenvolver uma estimativa dos custos dos recursos necessários a implementação das atividades do projeto. Identifica o nível de recursos que serão necessários, quem são os contatos chave e a sua disponibilidade. 17
  18. 18.  Inclui identificar e considerar várias alternativas de custo. O processo de estimativa dos custos deve considerar se o custo do trabalho adicional na fase de projeto irá compensar a economia esperada. As estimativas de custos são geralmente expressas em unidades monetárias, unidades horas de pessoal ou dias de pessoal. 18
  19. 19.  Existem fatores importantes que devem ser levados em consideração, por exemplo:  Inflação;  Mudanças diferenciais em fatores de custo;  Desperdício e danos em produtos;  Custo de substituição de pessoal; e  Contingências para situações imprevistas. 19 Voltar
  20. 20. FERRAMENTAS20
  21. 21.  Custo unitário dos recursos: O indivíduo ou grupo que elabora a estimativa deve ter o conhecimento das taxas unitárias (por exemplo, custo horário de pessoal) de cada recurso com a finalidade de calcular o custo do projeto. Se as taxas não forem conhecidas, as mesmas podem ser estimadas. (Disponível em http://www.patriciamellilo.com.br/projeto-02.php) 21
  22. 22.  Estimativa de duração da atividade A estimativa de duração da atividade afetará as estimativas dos custos de qualquer projeto onde o orçamento do projeto inclui subsídios para os custos de financiamento (por exemplo, taxas de juros). (Disponível em http://www.patriciamellilo.com.br/projeto-02.php) 22
  23. 23.  Ferramentas computadorizadas As ferramentas computadorizadas tais como softwares de gerência de projeto e planilhas são amplamente utilizadas no apoio à estimativa dos custos. Tais produtos podem simplificar o uso das ferramentas descritas acima e, portanto, agilizar as considerações de muitas alternativas de custo. (Disponível em http://www.patriciamellilo.com.br/projeto-02.php) 23
  24. 24.  Curva de Aprendizado Desvio Médio Absoluto, MAD (Mean Absolute Deviation) Informação de Rastreamento, TS (Tracking Signal) 24 Voltar
  25. 25. CLASSIFICAÇÕES25
  26. 26. CLASSIFICAÇÃO DOS CUSTOS O custo mede o uso dos recursos e insumos utilizados no projeto. Existem inúmeras maneiras de classificar os custos, como:  Sistemática de cálculo;  Classificação por data;  Volume de produção. 26
  27. 27. SISTEMA DE CÁLCULO Custeio por absorção ou total: corresponde a absorver todas as despesas no produto, até mesmo as despesas que não se relacionam diretamente à produção; Custeio direto ou variável: corresponde somente às despesas que se relacionam diretamente à produção. 27
  28. 28. CLASSIFICAÇÃO POR DATA Histórico: os custos entram na composição do custo final em datas diferentes; Padrão: usa-se uma data-base para a composição dos custos; Reposição ou Corrente: a data-base para a composição dos custo é a data atual. 28
  29. 29. CLASSIFICAÇÃO POR VOLUME DE PRODUÇÃO  Custos fixos ou estruturais: independem do volume de produção e dependem da estrutura administrativa e operacional;  Custos de atividades variáveis: variam de modo direto e proporcional com o volume de produção;  Custos semifixos e semivariáveis: custos que variam, mas de maneira descontinua, onde os custos permanecem constantes para um intervalo de produção. 29 Voltar
  30. 30. UTILIZAÇÃO DO CUSTEIO DIRETO E ABSORÇÃO NO PROJETO30
  31. 31.  Segundo Casberg 2002, os sistemas de custeio antigos estavam centrados no custeio direto (materiais, mão-de-obra, etc), que podem ser especificadas como tarefas específicas. Os custos de supervisão só foram considerados nos sistemas de custeio mais recentemente. 31
  32. 32.  Hoje existe uma controvérsia ao alocar as despesas gerais com as individuais. As firmas que usam o custeio direto argumentam que o custo geral não se altera quando se acrescenta uma unidade adicional de atividade, onde as decisões devem ser baseadas em estimativas da variabilidade dos custos. 32
  33. 33.  Já as firmas que usam o custeio por absorção contra-argumentam que a empresa tem de cobrir o custo geral se quiser obter lucros, onde sem a absorção, esta condição não pode ser satisfeita. Além disso, o custeio direto é mais simples em termos de cálculos, sendo mais eficiente em termos de analises de risco e de sensibilidade. 33 Voltar
  34. 34. CONCLUSÃO34
  35. 35.  A composição orçamentária é realizar uma estimativa dos recursos necessários para o desenvolvimento e conclusão do projeto, enquanto a estimativa de custos esta relacionada ao valor monetário de cada recurso utilizado. 35
  36. 36. REFERÊNCIAS E BIBLIOGRAFIA36
  37. 37. Meridith, Jack R e Mantel, Samuel J. Administração deProjetos: uma Abordagem Gerencial. Rio de janeiro:2003.Thomsett, Michael C. The Little Black Book of ProjectManagement. United States of America: 2002.Woiler, Samsão e Mathias, Whashington Franco. Projetos:Planejamento, Elaboração e Análise. São Paulo: 2007.Gerência de custo de projetos. Disponível em<http://www.patriciamellilo.com.br/projeto-02.php>. Acessoem 04 de março de 2011 37
  38. 38. UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PARANÁ – CAMPUS DE CAMPO MOURÃO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO (DEP) CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO AGROINDUSTRIALDISCIPLINA DE PROJETO DO PRODUTO, DO PROCESSO, DO TRABALHO E INSTALAÇÕES AGROINDUSTRIAIS Professora Msc THAYS PERASSOLI BOIKO - thaysperassoli@bol.com.br ALINE VELOSO DOS SANTOS – aline_bombom1@hotmail.com RAFAEL SILVEIRA DE SOUZA – rafael.caipora@hotmail.com TIAGO CEZAR MENEGUETTI – malucotc@hotmail.com 38 COMPOSIÇÃO ORÇAMENTÁRIA E ESTIMATIVA DE CUSTOS
  39. 39. 39 OBRIGADO PELA ATENÇÃO!

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