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Sessão Solene dos 30 anos da Assetj - Assembleia Legislativa (SP), 18 de março de 2013

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Sessão Solene dos 30 anos da Assetj conta com presidentes da Alesp e TJ/SP

por Sylvio Micelli / ASSETJ

Nessa segunda, 18 de março, data de fundação da Associação dos Servidores do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (Assetj), aconteceu uma Sessão Solene em comemoração aos 30 anos da Entidade. O evento, realizado no Plenário Juscelino Kubitschek da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, contou com a presença de associados, diretores, funcionários e muitas autoridades, além de diversas associações e sindicatos do funcionalismo.

A cerimônia foi iniciada pelo deputado estadual Samuel Moreira (PSDB), recém eleito para a presidência da Assembleia Paulista. Moreira, em seu primeiro ato como presidente da Casa, ressaltou o trabalho da Assetj em prol do funcionalismo paulista pontificando as diversas lutas que a entidade travou ao longo de sua história.

Logo em seguida, manifestou-se o desembargador Ivan Sartori, presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. O magistrado afirmou que a Assetj é uma representação parceira do TJ paulista e que seu trabalho representativo contribui para a eficiência do Poder Judiciário. Sartori destacou, na figura de José Gozze presidente da Entidade, uma das principais lideranças do funcionalismo. Afirmou, enfim, que a homenagem é "providencial e justa".

Em seguida, os trabalhos foram assumidos pelo deputado Major Olímpio Gomes (PDT), responsável pela Sessão Solene. O parlamentar fez um breve histórico sobre os 30 anos da associação. Falou que se orgulha de "sua família postiça do Judiciário" e de sentir-se honrado com a presidência da Sessão Solene.

Outros pronunciamentos dos deputados estaduais Itamar Borges (PMDB) e Carlos Giannazi (PSOL), além do deputado federal Arnaldo Faria de Sá (PTB) que representou a Câmara dos Deputados no evento, ocorreram.

Itamar Borges falou sobre a importância do trabalho da Assetj destacando o fato de ser uma associação que unifica todas as categorias.

Carlos Giannazi relembrou da importante participação da Associação nos movimentos grevistas do Judiciário, com destaque para a maior paralisação do funcionalismo ocorrida em 2010, quando os Servidores do Judiciário paralisaram suas atividades por 127 dias.

Arnaldo Faria de Sá enalteceu o trabalho feito pela Assetj no Congresso Nacional. Relembrou das reformas da Previdência dos governos FHC (1998) e Lula (2003), destacou o trabalho que a entidade tem feito no caso dos precatórios alimentares e fez críticas ao descaso dos governantes e da grande mídia em relação ao funcionalismo.

Logo em seguida, o vice-presidente da Assetj Sylvio Micelli, narrou o contexto histórico em que a Assetj foi fundada e seu trabalho ao longo dos 30 anos. (veja abaixo)

Para finalizar foram prestadas diversas homenagens a parlamentares, diretores, conselheiros e apoiadores. Ao final, foi servido um brunch aos presentes, no Hall Monumental da Assem

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Sessão Solene dos 30 anos da Assetj - Assembleia Legislativa (SP), 18 de março de 2013

  1. 1. SESSÃO SOLENE DE 30 ANOS DA ASSETJPLENÁRIO JK – ALESP – 18 DE MARÇO DE 2013 Excelentíssimo Senhor Deputado Estadual Samuel Moreira, presidente da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo Excelentíssimo Senhor Deputado Estadual Sérgio Olímpio Gomes, que preside esta Sessão Solene em homenagem aos 30 anos da Associação dos Servidores do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo Excelentíssimo Senhor Doutor Desembargador Ivan Ricardo Garísio Sartori, presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo Excelentíssimo Senhor Deputado Federal Arnaldo Faria de Sá Excelentíssimo Senhor Deputado Estadual Itamar Borges Excelentíssimo Senhor Deputado Estadual Carlos Giannazi Ilustríssimo Senhor José Gozze, presidente da Diretoria Executiva da Assetj, em nome do qual saúdo todos os meus colegas de diretoria Ilustríssimo Senhor Doutor Julio Bonafonte, presidente do Conselho Deliberativo da Assetj, em nome do qual saúdo todos os colegas membros do Conselho Deliberativo e Conselho Pró-Tempore da Associação Ilustríssimo Senhor José João da Silva, presidente do Conselho Fiscal da Assetj, em nome do qual saúdo todos os colegas membros do Conselho Fiscal Ilustríssimo Senhor Doutor Antonio Tuccílio, presidente da Confederação Nacional dos Servidores Públicos (CNSP) Ilustríssimo Senhor Doutor Antonio Carlos Duarte Moreira, presidente da Associação dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo (Afpesp) Ilustríssimo Senhor Lineu Neves Mazano, presidente da Federação Sindical
  2. 2. Quero saudar todos os nossos importantes funcionários da Assetjem suas sedes Central, Conselheiro Furtado, Consolação, BarraFunda e Ipiranga aqui na Capital; sedes regionais de Campinas eRibeirão Preto; colônias de férias 1 e 2 de Itanhaém e arepresentação de nossa entidade na cidade e comarca de Avaré.Saúdo também nossos parceiros e conveniados que sempreviabilizaram a existência da Assetj.Quero por fim, saudar a você, nosso associado, aquirepresentados por diversos companheiros de luta, servidores daativa e nossos queridos aposentados, que jamais abandonamos.Porque foi por vocês que está história começou.Penso que a Associação dos Servidores do Tribunal de Justiça doEstado de São Paulo nasceu com a missão de ser a peça chave deum quebra-cabeça, sempre a preencher lacunas existentes narepresentação dos Servidores do Tribunal de Justiça do Estado deSão Paulo. Ao longo do processo histórico, nestas três décadas, aAssetj acabou por romper barreiras. Não dava mais para - entreaspas - representar "apenas" os servidores do Judiciário. Erapreciso lutar por todos os servidores públicos do estado de SãoPaulo? Lá fomos. Era preciso lutar por todos os servidores do país?Vamos embora arregaçar as mangas e exercer nossarepresentação em quaisquer dos palcos políticos que deveríamosatuar.Nascida na efervescência política, naquele final de 1982 e início de1983, a Assetj soube captar o momento histórico que o Brasil vivia.Poucos meses antes de sua fundação, o estado brasileiro voltava,após quase duas décadas, a escolher seus governadores. No finalde 1982, os três maiores e mais importantes estados do Brasil,Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo responderam nas urnasque era preciso mudar.Minas Gerais elegeu Tancredo de Almeida Neves, que pouco tempodepois seria eleito presidente do Brasil, mas que não assumiu o
  3. 3. mandato, em condições diversas que geram debates acalorados atéhoje e que não cabem aqui neste espaço. O Rio de Janeirosufragou o nome de Leonel de Moura Brizola, um dos maisimportantes políticos da história do Brasil, sempre firme e coerentecom suas posições. E o estado bandeirante elegeu André FrancoMontoro que montou um secretariado que, no decorrer da históriarecente do País, mostrou seus secretários exercendo os maisdiversos e importantes cargos do Brasil.A vitória da oposição nas urnas em 1982 acelerou o processo deredemocratização do país que viria a decretar a ruína do períododitatorial em 1985.A Assetj nasceu aí, no primeiro ano do mandato de Franco Montoro,quando também era criada a Central Única dos Trabalhadores(CUT)."Os fundadores da Assetj, nem tanto jovens na idade, eram jovensde espírito". Quem me confidenciou isso foi o desembargador Brunode Affonso André, presidente do Tribunal paulista naquele 18 demarço de 1983, há exatos 30 anos. Tive uma única oportunidade deconversar com ele, há 10 anos, por ocasião dos 20 anos da Assetj.E ele lembrou claramente dos diversos servidores do Fórum JoãoMendes e do Palácio da Justiça que se mobilizaram em criar umanova associação, porque viam a necessidade de constituir umaentidade que representasse a unidade dos Servidores do Judiciário,tendo em vista que já existiam associações de diversas categorias.A Assetj, repito, foi a peça do quebra-cabeça. Aquela peça, sem aqual, todo o trabalho não faz sentido.Ela veio não para ocupar um espaço. Ela surgiu para preencher umespaço. Nasceu para unir, para juntar, para que todoscomungassem dos mesmos princípios e ideais. Ela não veio paraconfrontar. Ela veio para agregar. E desde 1983, esta tem sidoessa a sua, a minha, a nossa missão.
  4. 4. As lutas pela reposição salarial nas greves do final dos anos 80,depois 1993, 2001, 2004 e 2010; a instituição da GratificaçãoJudiciária; a implantação do Plano de Cargos e Carreiras do TJ; aluta pela instituição dos auxílios creche-escola, saúde, alimentaçãoe transporte; a distribuição de kits escolares; a criação dos Jogos doJudiciário que agora, nesta gestão de Ivan Sartori, voltaram a seroficiais denotando um período de oxigenação que se vive noJudiciário Paulista; tudo isso, sempre contou com a efetivaparticipação e trabalho da Assetj. Até mesmo a criação do SindicatoUnião, após a Constituição de 1988, teve a Assetj, como a principalparticipante.Mas, como já disse anteriormente, nem só de Judiciário vivemos.Desde 1999, quando o então governador Mário Covas encaminhoupara esta Casa, o projeto de lei nº 11, que criava taxas absurdas decobrança previdenciária, a Assetj começou a galgar os mais altosdegraus de responsabilidade.Previdências estadual e nacional, Precatórios Alimentares, ReformaAdministrativa, São Paulo Previdência, Iamspe, Reforma doJudiciário, enfim, todas as lutas travadas pelo funcionalismo paulistae por todos os servidores do Brasil, ocorridas nos últimos quinzeanos, sempre mostrou a Assetj como entidade de ponta narepresentação dos Servidores, sendo ou não nossos associados.Enfim, é muito difícil definir e resumir o que são os 30 anos deAssetj em poucos minutos. Muito já foi feito. Muito há por fazer.A única coisa que sei e que me orgulho de fazer parte destaEntidade desde 1992, na condição de associado; desde 1999, nacondição de diretor e desde 2011, no exercício da vice-presidênciae sempre sendo diretor de Comunicação, é que a Assetj sempreserá aquela peça do quebra-cabeça para minimizar e resolver osproblemas do funcionalismo de nosso estado e do país.
  5. 5. Muito obrigado.Texto e apresentação de Sylvio MicelliVice-presidente e Diretor de Comunicação da ASSETJPlenário Juscelino Kubitschek, Assembleia Legislativa, 18 de marçode 2013

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