Economia das empresas prof ricardo della santina torres (sustentare)

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Economia das Empresas prof Ricardo Della Santina Torres (Sustentare)

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Economia das empresas prof ricardo della santina torres (sustentare)

  1. 1. © Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial ! "# " $ % & ( & # ) * & + " , & + " , & ) # -. $© Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial
  2. 2. 1. Estrutura das Taxas de Juros Teoria das taxas de juros, desenvolvida por Irving Fisher (NY, 1930). • Consumo presente • Consumo futuro • Poupança • Investimento Irving Fisher criou uma curva chamada de curva de indiferença entre consumo presente e futuro: C2 H* H n C1 Onde: C1: Consumo corrente C2: Consumo futuro H: Cesta de Commodities H*: Cesta de commodities indiferente a H n: Curva de indiferença© Professor Ricardo Della Santina Torres Economia EmpresarialObservações: • A curva é desenhada da esquerda para a direita; efeito desejo. • A cesta H inclui mais consumo presente que a cesta H* • A cesta H inclui menos consumo futuro • A curva “n” é convexa, assumindo que o consumidor abre mão de montantes iguais e sucessivos de consumo corrente em troca de crescentes quantidades de consumo futuro para compor a perda de uma unidade adicional presente. • A tangente pode ser desenhada em qualquer ponto da curva “n” • A inclinação da tangente foi denominada por Irving Fisher como a “Taxa Marginal de Preferência ao Longo do Tempo” • Mede quanto consumo adicional no próximo período será necessário para compensar o consumidor pela perda de uma unidade de consumo presente. Consumir Poupar Investir© Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial
  3. 3. Preferências X OportunidadesOptar por aplicar recursos a uma taxa de juros tal, que seja possível postergar a preferênciado uso presente por uma de uso futuro, mais um prêmio.Onde, R = retorno total (P+J) 1 = uma unidade de consumo r = retorno líquido (taxa dejuros) Y Y Normal Invertida Tt t Y Y Humped Flat t t © Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial2. Taxas de CâmbioTaxa de Câmbio: é definida como a quantidade de uma moeda que pode ser trocada porunidade de outra moeda, ou o “preço” de uma moeda em relação à outra.A forma de cotação é estabelecida, utilizando-se os códigos padronizados internacionais emcotações diretas, ou indiretas:Cotação Direta: USD/BRL 1,8020 USD 1 = BRL 1,8020 Dólar Americano Real, do Brasil Posição: na frente Indica que a cotação indica 1 unidade será em unidades nesta moedaCotação Indireta: BRL/USD 0,4744 BRL 1,00 = USD 0,4744 © Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial
  4. 4. 3. RatingsUm sistema de ratings é fundamental para a efetiva gestão de riscos de crédito na gestão derecursos e deve-se entender que a ele cabe a ordenação de emissores/contrapartes ou deoperações de crédito, por meio de uma padronização que segue uma escala bem definida. Umsistema de ratings facilita a análise de crédito das carteiras, o controle dos riscos de crédito, oapreçamento de ativos do ponto de vista de riscos de crédito, a determinação da provisão e docapital econômico requerido em certas operações ou na carteira como um todo. É necessária,portanto, a existência de um sistema bem dimensionado e implementado para a elaboração e oacompanhamento dos ratings dos emissores/contrapartes e das operações. Definição de Ratings (Standard & Poor’s) Long-Term Issue Credit Ratings Os ratings de crédito de emissões são baseados, com uma variação de graus, levando-se em consideração os seguintes pontos: • Probabilidade de pagamento – capacidade e intenção do devedor de honrar seus compromissos financeiros de acordo com os termos da obrigação; • Natureza e provisões da obrigação; • Proteção oferecida, relativa à posição da referida obrigação no evento de falência, reorganização, ou outro arranjo dentro das leis de falência ou outras leis que afetam os direitos do credor. A alocação de definição de ratings é expressa em termos de risco de default.As maiores agências de ratings internacionais são: Standard & Poor’s, Moody’s e FitchRatings.© Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial Moody’s Standard & Poor’s Aaa AAA Aa1 AA+ Aa2 AA Aa3 AA- A1 A+ A2 A A3 A- Baa1 BBB+ Baa2 BBB Baa3 BBB- Investment Grade Ba1 BB+ Ba2 BB Ba3 BB- B1 B+ B2 B B3 B- Caa CCC Ca CC C C© Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial
  5. 5. 4. Cenários – Previsão, Taxas de JurosAo iniciarmos um projeto de otimização de retornos de um portfólio de ativos, necessitamostraçar um cenário de previsão das movimentações futuras das taxas juros. Dada quantidadede variáveis econômicas envolvidas e suas correlações, nenhum modelo existente é 100%infalível na previsão exata ou correta.Existem duas linhas básicas de pensamento que são utilizadas na construção de cenários: a. Modelos Multisetoriais: são simplificações da economia que buscam explicar o comportamento do nível de taxas de juros através das interações de um grande número de fatores econômicos hipotéticos, numa economia hipotética, contendo vários graus de realismo. A previsão de taxas de juros é baseada num padrão de casualidade de um ou mais variáveis econômicas que são esperados que se reproduzam, em média, no futuro. b. Análise de Fatores Técnicos: baseado na análise técnica de fatores com total ausência de casualidade. Limitado a análise gráfica construída a partir das correlações entre varáveis econômicas ou da análise de séries temporais. Apresentam ausência de especificidade onde, a combinação das condições A, B e C resultaria em X, com força Y, no tempo T.© Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial Ambos os modelos apresentam uma deficiência comum: eles buscam fazer a previsão futura baseando-se em eventos passados. Esta é a razão pela qual obtemos uma variedade enorme de previsões divergentes para períodos futuros similares. Portanto, ao traçarmos uma previsão de cenário devemos buscar a construção de um modelo próprio, aliado a obtenção de um grande número de previsões de especialistas para obtermos uma média de consenso de mercado. Fatores importantes a serem considerados na previsão: 1. O fator determinante do nível de taxas de juros é a inflação. 2. Sob um regime de metas de inflação e de taxas de juros, qual é a reação da autoridade monetária em relação à incompatibilidade dos preços correntes com as metas estabelecidas. 3. A atuação do Banco Central em relação ao estoque de moeda, operações de mercado aberto, intervenções no mercado de câmbio. 4. As contas macro-econômicas do país: balança de pagamentos, inflação, nível de emprego, atividade econômica, balança comercial, etc. 5. A expectativa do ciclo econômico global e do país em questão para o período a ser analisado. 6. O equilíbrio do mercado de crédito. Embora o nível de oferta de moeda seja o determinante primário do nível de longo prazo da inflação, a inflação é a taxa de mudança no poder de paridade de compra do dinheiro. A taxa de juros especifica o preço do crédito, a taxa de substituição de consumo presente por consumo futuro.© Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial
  6. 6. ! " # $ ! " % & ( $# % " ) © Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial Ofertas Públicas de AçõesUnderwriting:É o processo de lançamento de ações mediante subscrição pública. Ointermediário financeiro ou um consórcio de instituições financeirascontratados “garante” a colocação das ações ofertadas.Underwriting Residual:Garantia de colocação residual das ações ofertadas. O intermediáriofinanceiro ou o consórcio garantem um valor residual mínimo paracolocação, caso o mercado não absorva a totalidade das ações emitidas.Best Efforts basis:O ou os intermediários financeiros não garantem a colocação das açõesno mercado. É chamado de “melhores esforços”. © Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial
  7. 7. ! " # " $ % " & ( ) * + ) , * - ) ) . /0 / 1 2 3 % 4 ) !5 6 /*+ *7 ,7 © Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial( +2 ( 8 , 0 9 0 6 0 + 8 0 0 * 0 9 0 : ; * <0 0= 9 - > < - = ? 4 ? 9 - @ * $ A + - >< 9 6 0 - 6 / - 2 ? % / B C / / D ) / C / / D - 6 0 <0 - 0 ? 6 0 0 @ - 0 : 2 ; 0 6 - / E F / 0 © Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial
  8. 8. Autoridades MonetáriasCMN – Conselho Monetário NacionalA CMN é responsável pelas diretrizes das políticas monetária, creditícia e cambial doBrasil.Tem como funções: • adaptar o volume dos meios de pagamento às necessidades da economia; • regular o valor interno da moeda; • regular o valor externo da moeda e o balanço de pagamentos; • zelar pela liquidez do sistema e a solvência das instituições financeiras e coordenar as políticas monetária, creditícia, orçamentária fiscal e da dívida pública (interna e externa).Tesouro NacionalÉ o caixa do governo. Capta recursos no mercado via emissão primária de títulos parao financiamento da dívida interna do governo (LFT, NTN, LTN), atua através do Bacen.Banco Central do Brasil – BacenO Bacen é uma autarquia federal integrante do sistema financeiro nacional – SFN, foicriado em 31.12.64, através da lei n° 4.595, para ser o agente da sociedade brasileirana promoção da estabilidade do poder de compra da moeda brasileira.Objetivos: • Zelar pela adequada liquidez da economia; • Manter as reservas internacionais do país em nível adequado; • Estimular a formação de poupança em níveis adequados às necessidades de investimento do país; • Exercer com exclusividade da competência da União de emitir moeda; e • Zelar pela estabilidade e promover o permanente aperfeiçoamento do Sistema Financeiro Nacional. © Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial ! & + &+ > 9 0 8 ? , * 6 9 < 0 G -& + . 1 H- ! ( !5 5 ! H$ , • 2 0 6 8 , 0 / 8 ! & &5 9 5 5 H! < E -& + . 1 H- " 0 8 % / " ? ? 0 / " < ,0 9 9 0 6 > ? 0 ? 0 ? / 0 " ,0 0 © Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial
  9. 9. Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDESÉ a instituição responsável pela política de investimentos de longo prazo do GovernoFederal, sendo a principal instituição financeira de fomento do país.Objetivos: • Impulsionar o desenvolvimento econômico e social do país; • Fortalecer o setor empresarial nacional; • Atenuar os desequilíbrios regionais, criando novos pólos de produção; • Promover o desenvolvimento integrado das atividades agrícolas, industriais e de serviços; e, • Promover o crescimento e a diversificação das exportações.Caixa Econômica Federal – CEFA caixa é a instituição financeira responsável pela operacionalização das políticas doGoverno Federal para a habitação popular e saneamento básico.À CEF é permitido atuar nas áreas de atividades relativas a bancos comerciais,sociedades de crédito imobiliário e de saneamento e infra-estrutura urbana, além deprestação de serviços de natureza social, delegada pelo Governo Federal.A CEF exerce a administração: • Das loterias; • Do FGTS, • Fundo de Compensação de Variações Salariais – FCVS; • Programa de Integração Social – PIS; • Fundo de Apoio ao Desenvolvimento Social – FAZ; e • Fundo de Desenvolvimento Social - FDS © Professor Ricardo Della Santina Torres Economia EmpresarialInstituições Financeiras e Intermediadores no BrasilLei n° 4595/64, artigo 17 (anexo 1):“Consideram-se Instituições financeiras, para efeitos da legislação em vigor, aspessoas jurídicas públicas ou privadas, que tenham como atividade principal ouacessória a coleta, intermediação ou aplicaçaõ de recursos financeiros própriosou de terceiros, em moeda nacional ou estrangeira, e a custódia de valor depropriedades de terceiros”.Classificação segundo a natureza dos ativos que emitem e tipos de operaçõesque estão autorizadas a realizar.Os ativos podem ser: a) Ativos financeiros monetários: papel moeda em poder público mais depósitos à vista; b) Ativos financeiros não-monetários: letras de câmbio, duplicatas, CDB’s, Poupança, etc. © Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial
  10. 10. Tipos de Instituições FinanceirasBancos Comerciais:Regulada e fiscalizado pelo Banco Central.Objetivo: Suprimento de recursos para financiar o comércio, indústria, empresas epessoas físicas, no curto e médio prazos.Atividades: Descontar títulos, operações de crédito direto ou em conta corrente,operações de crédito rural, operações de câmbio, de comércio internacional, captardepósitos a vista e a prazo, cobrança de títulos. Arrecadação de tributos e tarifaspúblicas. Obter recursos junto a instituições oficiais para repasse. Obter recursosexternos para repasses.Banco de Investimentos:Regulada e fiscalizada pelo Banco Central e CVM.Objetivo: Aumentar o prazo das operações de empréstimos e financiamentos parafortalecer o processo de capitalização das empresas.Não podem manter contas correntes e captam recursos pela emissão de CDB e RDB,emissões externas ou pela venda de cotas de fundos administrados por eles.Bancos Múltiplos:Regulada e fiscalizada pelo Bacen.A Resolução 1524/88 do Bacen, por decisão da CMN, teve o intuito de racionalizar aadministração das instituições financeiras através da formailazação de uma únicainstituição financeira com personalidade jurídica própria, um único balanço e um únicocaixa.Devem possuir no mínimo duas carteiras, obrigatoriamente uma delas deve sercomercial ou de investimento. © Professor Ricardo Della Santina Torres Economia EmpresarialCrédito Imobiliário:Criadas pela lei 4380/64 para financiar o mercado imobiliário.Fonte de Captação: Cadernetas de Poupança e Letras Imobiliárias.Sociedades de Crédito, Financiamento e Investimento – Financeiras:Reguladas e fiscalizadas pelo Bacen.Objetivo: Financiar os bens de consumo duráveis através do crédito direto aoconsumidor (CDC).Instrumento de Captação: Letras de Câmbio.Corretoras de Valores:São instituições financeiras constituídas como sociedades anônimas ou sociedadespor cotas de responsabilidade limitada.Objetivo: promover de forma eficiente a aproximação entre compradores e vendedoresde títulos, valores mobiliários e ativos financeiros, dando a estes negociabilidadeadequada através de apregoações ou leilões realizados em recinto próprio (pregão debolsas), ou através de negociação por sistema eletrônico. Exercem o papel deunificadoras de mercado dando segurança e liquidez aos ativos transacionados.A corretora não se restringe apenas à execução de ordens de compra e venda. Ela seresponsabiliza pelo controle da conta do cliente junto à bolsa e à clearing house,mantendo registro das posições de cada cliente, coleta as garantias exigidas pelaclearing, recebe e paga as perdas e ganhos incorridos pelos clientes, controla asordens executadas e a executar, liquida as operações quando do vencimento doscontratos e assessora o cliente em suas decisões. © Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial
  11. 11. Corretoras de MercadoriasFiscalizada e regulamentada pelo Bacen e CVM.Pessoa jurídica que intermedia negócios com mercadorias por conta própria e deterceiros. Sendo proprietária do título de corretora de mercadorias da BM&F tem odireito de realizar operações para carteira própria e em nome de terceiros em todos osmercados da BM&F.Sociedades Distribuidoras de Títulos e Valores MobiliáriosRegulamentadas e fiscalizadas pelo Bacen e CVM. Resolução 1120 de 04 de abril de1986 e resolução 1653 de 1989.Suas funções são subscrever emissões de títulos ou valores mobiliários para revenda;intermediar a colocação de emissões no mercado; encarregar-se da venda à vista, aprazo ou a prestação de títulos e valores mobiliários por conta de terceiros; operar noopen market, desde que satisfaça às condições exigidas pelo Bacen e instituir,organizar e administrar fundos e clubes de investimento.Agentes Autônomos de InvestimentoResolução n° 2.838 de 30/05/2001 e instrução CVM n° 355 de 01/08/01.É a pessoa natural ou jurídica uniprofissional, que tenha como atividade a distribuiçãoe mediação de títulos, valores mobiliários, cotas de fundos de investimentos ederivativos, sempre sob a responsabilidade e como preposto das instituiçõesintegrantes do sistema de distribuição de valore mobiliários. Os agentes autônomos deinvestimento podem ser credenciados junto a bancos múltiplos (com carteira deinvestimento), bancos de investimento, corretoras de valores, para desempenhar,exclusivamente por conta e ordem das entidades credenciadas, as atividades citadase outras atividades autorizadas expressamente pelo BACEN e pela CVM. © Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial !" # $ %! & ! # $ % $( %! ) * " "! + ,$ - # CFO Determinação da Estrutura * # ! + $ !+ . !,$ - !,. ,/0!(.!( de Capital da empresa .( !1 ! " $ $+ $ %! 2 !3 ," ! % " ( $, ! Comunicação com o mercado Gestão de risco .! $ 4!, Alinhamento das finanças da empresa à estratégia geral Análise financeira * !%! "!+ ! "!2!,,$ $+ .( 5,! .$ $ de fusões e aquisições ! 3( 6$ "$+ 6-+ $ % + %$ ! !,!+ .! $ %! ! $ . 1 ! ! !, ("$ , .$ $ $ % + $ ! ! $ $(,"$, !+ !+ . !,$, ! %$. "$( $6! " Controller * # ". %$+ ! "! , 6 $5,! $ ! Tesoureiro 7!% "0! %! !2 !8 ! "!+ ! "!2 $9 .$ "! Registro e lançamentos Gestão de Capital de Giro contábeis oficiais % ,!( ! $ + ," $ Decisão de Investimentos Contabilidade Gerencial Decisão de financiamento Controle de Custos * + ,, % , 20$+ , $6 $ 4!, , 6 !,. ,$6 ( $ ! ": %$ . # 2!+ 6 $ !+ !+ . !,$, + $ !, !,,$, 4!, . ,,$+ !,"$ 0 $, ! " ! # 2 "!, ! ! " (! ; ( © Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial
  12. 12. Função do Gestor Financeiro Gestão de Caixa e Investimento Investimento Recursos de em operações investidores Operações Gestor Caixa Mercado Financeiro Re- da empresa investido Financeiro Caixa de Caixa operações Distribuído a investidores Fonte: Brealey, Meyers. Princípios de Finanças Corporativas © Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial Conceitos abordados aplicam-se a todos os fluxosInvestimento Recursos de em operações investidores•Determinação do Custo Médio •Determinação de EstruturaPonderado de Capital de capital•Análise de projetos Caixa •Construção de demonstrativos financeiros Reinvestido •Alavancagem financeira X Alavancagem Caixa OperacionalCaixa de DistribuídoOperações a investidores•Ciclo de Conversão de Caixa •Construção de•Gestão do Capital de Giro demonstrativos financeiros •Análise financeira de Balanço © Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial
  13. 13. Definição de Balanço Financeiro • Permite apurar a situação Ativo Passivo e PL financeira e patrimonial de uma entidade em uma data especifica • Fotografia da posição dos ativos, passivos e patrimônio líquido da empresa em determinado momento no tempo • Também chamado de Estática Contábil ou Estoque de ativos e passivos • Geralmente publicados anualmente junto com o relatório anual (Annual report)Fonte: Contabilidade Introdutória. FEA USP © Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial Conceito de Ativo • Bens e direitos da Ativo Passivo entidade Caixa Bancos • Expresso do lado Títulos Imóveis esquerdo do balanço Móveis Veículos Equipamentos Mercadorias Estoque Recebíveis de Clientes Outros Títulos a Receber PL ...Fonte: Contabilidade Introdutória. FEA USP © Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial
  14. 14. Conceito de Passivo • Passivo é expresso do Ativo Passivo lado direito e superior do Fornecedores balanço Contas a pagar Financ. De KG • Compreende as Exigível a LP Obrigações fiscais obrigações a pagar, ou o Adiantamentos de Clientes saldo credor contra a Dividendos Propostos ... empresa PLFonte: Contabilidade Introdutória. FEA USP © Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial Conceito de Patrimônio Líquido • Patrimônio líquido é o Ativo Passivo resíduo de recursos, a diferença entre ativos e passivos • Compreende o patrimônio líquido dos acionistas ordinários, PL que são os últimos a Capital Social Reservas de Capital receber em caso de Res. de Reavaliação falência da firma Lucros Acumulados ...Fonte: Contabilidade Introdutória. FEA USP © Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial
  15. 15. Demonstração de Resultados do ExercícioDinâmica contábil, fluxo das contas do balanço RECEITA DESPESA RESULTADO• Entradas para o ativo, • Consumo de bens ou • A conta resultado sob a forma de serviços que direta ou pertence ao PL dinheiro ou direitos a indiretamente ajuda a receber, usualmente produzir uma receita • Caso as receitas em função da venda superem as despesas de mercadorias ou de • Despesas podem teremos um lucro no prestação de serviços diminuir o ativo ou período. Caso (operacional) aumentar o passivo contrário, teremos prejuízo• Também pode • Despesas são significar a redução de realizadas com o • Resultado é diferente um passivo intuito de se obter de caixa no exercício! uma receita• Receitas podem ainda • Caixa X Competência ser provenientes de • Reconhecimento da juros sobre depósitos despesa é o seu fato bancários ou titulos, gerador, o consumo aluguéis, etc.Fonte: Contabilidade Introdutória. FEA USP © Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial Importância e Usos da Demonstração de Resultados do Exercício • Informa acionistas e sobre resultados das operações • Bancos e investidores podem apurar rentabilidade e solvência dos financiamentos e obrigações • Permite aos gestores verificarem a eficiência de suas decisões • Em geral, para aferir essas análises é preciso uma verificação conjunta com as contas do Balanço Patrimonial Informações valiosas nos demonstrativos financeiros: • Análise de investimentos • Análise concorrencial • Análise setorial Os demonstrativos financeiros nos proporcionam novas idéias para uma série de aplicações: • Planejamento fiscal • Oportunidades de negócio © Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial
  16. 16. . / 0 ) -1 ) 2 ) ) . ( /( -1 ) (/ -1 $" 2 3 / -1 4) 5 ) 6 * / % 2) - * 7 3 * 8 -. 9/ :+ ;< = + -1 ) ) 3 / ) 4 ) 5 ) 6 * * ( * // * # 8 / -1 ) % 2 © Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial Índices financeiros• Os indicadores financeiros podem nos dar uma base de comparação interessante• Existem índices consagrados pelo uso por fornecerem informações que sempre são procuradas pelos gestores• Apresentaremos esses índices em grupos • Índices de solvência • Índices de desempenho operacional / ( . (/ * ) * (/ 4 3 (/ 4 (/ ) * . ) 6 2 " ( > 6 ( . / ( 6 > ?@ 3 A 3$ B 6 > B / ) /-. > ) /8C ) / / (D ) / 9/ 8 9/ 7 ) ) -1 © Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial
  17. 17. Indicadores de Desempenho Operacional •Margem de Lucro para o retorno sobre ativos: (Lucro líquido + ( 1 – alíquota de imposto)(Despesa de juros) + (Lucro de Participações minoritárias) Vendas •Total de giros de ativos: Vendas Média do Total de Ativos •Retorno sobre ativos (ROA) (Lucro líquido + ( 1 – alíquota de imposto)(Despesa de juros) + (Lucro de Participações minoritárias) Média do Total de Ativos© Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial Indicadores de Desempenho Operacional •Razão de Alavancagem de Lucros ordinários: (Lucro líquido – Dividendos Preferenciais) Lucro líquido + ( 1 – alíquota de imposto) (Despesa de juros) + (Lucro de Participações minoritárias) •Razão de alavancagem de estrutura de capital: Média doTotal de Ativos Média de patrimônio líquido em ações ordinárias •Retorno sobre patrimônio líquido em ações ordinárias (ROCE) (Lucro líquido – dividendos preferenciais) Média de patrimônio líquido em ações ordinárias© Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial
  18. 18. Indicadores de Desempenho Operacional •Percentual de custo das mercadorias vendidas: Custo das mercadorias vendidas Vendas •Percentual de despesas gerais e administrativas: Despesas Gerais e Administrativas Vendas •Percentual de despesa de imposto de renda (sobre a receita operacional): Despesa de Imposto de Renda + (alíquota de imposto)(Despesa de juros) Vendas© Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial Indicadores de Desempenho Operacional •Giro de Ativos Fixos: Vendas Média de Ativos Fixos •Giro de recebíveis: Vendas Média de Contas a receber •Giro de estoques: Custo das mercadorias vendidas Média de Estoques© Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial
  19. 19. Indicadores de Risco Risco de liquidez de curto prazo •Liquidez Corrente: Ativos Correntes Passivos Correntes •Quick ratio (liquidez imediata): Ativos de Liquidez imediata Passivo Corrente •Fluxo de Caixa de Operações / Passivo corrente: Fluxo de Caixa de Operações Média de Passivo corrente © Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial " /• U m d o s m a is c o n h e c id o s m é to d o s d e a v a lia ç ã o o p e ra c io n a l d e u m a e m p r e s a é o c h a m a d o m o d e lo D u P o n t• E s s e m o d e lo p e r m ite ju n ta r to d o s o s p r in c ip a is in d ic a d o r e s d e u m a fo rm a ló g ic a e fa z e r a n á lis e s d e s e n s ib ilid a d e e n tre o s in d ic a d o r e s• A p re s e n ta r e m o s a s e g u ir o M o d e lo q u e e n c a d e ia to d o s o s in d ic a d o r e s e q u e p o d e s e r v ir c o m o g u ia d e a n á lis e d e d e s e m p e n h o e m q u a lq u e r s e to r e c o n ô m ic o• O modelo permite analisar a lucratividade de uma empresa através de medidas financeiras tradicionais• Modelo foi elaborado por F. Donaldson Brown em 1914 quando ele ingressou na famosa empresa química• Alguns anos depois, a Du Pont comprou 23% do capital da General Motors e deu a Brown a tarefa de reestruturar as finanças da montadora• A partir desse momento o método passou a ser mais conhecido e teve seu auge nos anos 70 © Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial
  20. 20. " / < ! "0 , $ 3!+ =: 8 $ © Professor Ricardo Della Santina Torres Economia EmpresarialMede o investimentoem CCL para manter as operações Mede a eficácia com Mede o a qual osinvestimento ativos sãoem ativos de usados para longo prazo gerar produtores receitas de receita © Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial
  21. 21. • Primeira definição do modelo Margem Giro do ROA Líquida Ativo total Lucro líquido Vendas Lucro líquido depois do IR depois do IR ROA Média do Média do Vendas Total de Total de Ativos Ativos© Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial • Outra fórmula fundamental : ROE ROA MAF•Onde MAF é multiplicador de alavancagem financeira: Total de Ativos MAF PL© Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial
  22. 22. • Substituindo-se na equação tem-se outra identidade fundamental: Lucro líquido Lucro líquido Total de depois do IR depois do IR ROE Ativos Total de PL PL Ativos © Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial Vantagens e Desvantagens do Modelo Du Pont• Vantagens • Modelo pode ser usado para comparar empresas muito diferentes • Analisar mudanças ao longo do tempo • Simples para conscientizar pessoas de seu impacto no resultado • É simples e pode facilmente ser relacionado a esquemas de remuneração por resultado• Desvantagens • Como em qualquer modelo: Garbage In = Garbage Out • Assume que dados contábeis são 100% traduzíveis para a “vida real” • Não inclui custo de capital © Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial
  23. 23. 8 !- + $ . $ > – %:. $ " $ ! • $" + ? ! $"0 $ !, ," "$,! ,!.$ $ $, $, .!,, $, 8 ! $ % + .4!+ • $" + ? $ " $ ! @ $" + ? , $% ,"$, – !.$ $ ! " ! . . ! $ ! ! 3!," & % ,"$,@ < ! ! "!,) • ! ! $ ! $% . $ • ! " 0! , %$ ! %$ "! $ • A !,"4!, ! 3! "! % .$( – %! " ! ! " $ ! !.! ! "! % + .$,, 0 (+ "$ & B ( ) $CFonte: Brealey, Meyers. Princípios de Finanças Corporativas © Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial !" # $ %! & ! # $ % $( %! ) • " "! + ,$ - # • # ! + $ !+ . !,$ - !,. ,/0!(.!( .( !1 ! " $ $+ $ %! 2 !3 ," ! % " ( ! CFO Determinação da Estrutura $, .! $ 4!, de Capital da empresa Comunicação com o mercado Gestão de risco • !%! "!+ ! "!2!,,$ $+ .( 5,! .$ $ Alinhamento das finanças da empresa à estratégia geral ! 3( 6$ "$+ 6-+ $ % + %$ ! Análise financeira !,!+ .! $ %! ! $ . 1 ! ! de fusões e aquisições !, ( "$ , .$ $ $ % + $ ! ! $ $(,"$, !+ !+ . !,$, ! %$. "$($6! " • # ". %$+ ! "! , 6 $5,! $ ! 7!% "0! %! !2 !8 ! "!+ ! "!2 $9 Tesoureiro Controller .$ "! % ,!( ! $ + ," $ Registro e lançamentos Gestão de Capital de Giro contábeis oficiais Decisão de Investimentos Contabilidade Gerencial • + ,, % , 20$+ , $6 $ 4!, , 6 Decisão de financiamento Controle de Custos !,. ,$6 ( $ ! ": %$ . # 2!+ 6 $ !+ !+ . !,$,+ $ !, !,,$, 4!, . ,,$+ !,"$ 0 $, ! " ! # 2 "!, ! ! " (! ; (Fonte: Brealey, Meyers. Princípios de Finanças Corporativas, et. al © Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial
  24. 24. # < !," # $ %! < !," ! $ 7$ ! 0!,"+ ! " .! $ 4!, < !," ! %$ $ !+ . !,$ # $ %! # $ %!Fonte: Brealey, Meyers. Princípios de Finanças Corporativas © Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial %! " , $6 $ , $.(%$+ 5,! $ " , , (7 ,Investimento Recursos de em operações investidores•Determinação do Custo Médio •Determinação de EstruturaPonderado de Capital de capital•Análise de projetos Caixa •Construção de demonstrativos financeiros Reinvestido •Alavancagem financeira X Alavancagem Caixa OperacionalCaixa de DistribuídoOperações a investidores•Ciclo de Conversão de Caixa •Construção de•Gestão do Capital de Giro demonstrativos financeiros •Análise financeira de Balanço © Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial
  25. 25. !3 "$,8 ! 8 ! !+ , !,. ! % , • + . ,, " $9! + $ , !" .$ $ + $ !+ . !,$ $ .$ " $ !" $ $ %! $> • ! !0 0!," ! ! + $ !+ . !,$> • A $($ !," " $ ! %$. "$( ! = 3 $9 !$( ! + $ !+ . !,$> • A $( + !( !,"( ! 3!," .$ $ %$ $ % + .$ $ ! 8 ! $9! .$ $ $1 ,"$ $ $, ! !," $"-3 $> • + ! "! ! % % ! "! $" $0-, ! + $ 4!, 8 ! !( + !,+ ! !%!> • 8 ! 3$ $+ "$ " ! > • 2"$+ 6-+ 2 8 ! - + $ , + . "$ "!2% + 8 !6 $ + $ !+ . !,$ ;; ; © Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial ! ! D$( $ # $ %! • ! + "! $. $ $ , " $ "0 $,, 0 ! = $ %! $ ! .$" + $( ! + $ ! " $ ! !+ + $ $"$ !,.!% %$ • # " 3 $ $ $. , , $"0 ,2 .$,, 0 , ! .$" + ? (8 : $ !+ . !,$ !+ !"! + $ + +! " "!+ . • E$+ 6-+ %$+ $ ! ,"/"%$ "/6 ( ," 8 ! ! $"0 , ! .$,, 0 , • < ! $( ! "! . 6(%$ , + $ $( ! "! 1 " % + + !($"F $ $(& )Fonte: Contabilidade Introdutória. FEA USP © Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial
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  41. 41. %! " ,% 5 !" Critério de Recebimento No Caso de Falência EmpregadosRisco Aumenta Governo (Impostos)Portanto... Credores com Garantias ReaisRetorno Deve Credores Quirografários Muitas vezesAumentar ficam sem Acionistas receber © Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial ," $. "$( ! ,% & ) Ke = Ksr + ß*( Km - Ksr ) */ F < ( 8 8 6 ,H " <*9/ -. ) I 6 C 6 / JE /H E 6 F K © Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial
  42. 42. ," $. "$( ! ,% & ) Ke = Ksr + ß*( Km - Ksr )E ß>1 L< M LC : N : , =O * > ) = Custo de Capital Endividamento© Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial ," $. "$( ! ,% & ) Ke = Ksr + ß*( Km - Ksr ) ( " Perspectiva Passada 1928 - 2000 ) +/ / :C = 40.0% QP # $ $ % ! " 30.0% P 20.0% P / KP 10.0% HP # ) 0.0% P -10.0% 28 40 46 58 70 82 94 34 52 64 88 00 76 P 19 19 19 19 19 19 19 19 19 19 19 20 19 -20.0% P Q Q QK Q Q K K K G© Professor Ricardo Della Santina Torres Economia Empresarial

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