Ici 7 ano capitulo 1 - pc

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Conceitos Básicos de Hardware e Software, definições em Informática e TIC

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  • PROM – programmable ROM, memória que apenas pode ser programada uma única vez. Esta programação é efectuada através de um dispositivo apropriado (electricamente). Quando sai do fabricante está em branco (limpa) e só posteriormente é que é gravada. Uma vez gravados os dados, estes não podem ser alterados.EPROM – erasableandprogrammable ROM, memória que pode ser apagada e reprogramada várias vezes utilizando processos adequados. Contudo, pelo computador normal, ela continua a ser apenas utilizada como uma ROM normal para guardar informações de configuração.EEPROM – pode ser facilmente desgravada e reprogramada. É actualmente, um dos tipos de ROM mais utilizados.FLASH – com características muito semelhantes à memória EEPROM, é uma memória não volátil que, utilizada normalmente, permite apenas a leitura dos seus dados. Contudo, recorrendo a circuitos especiais, ela pode ser apagada e regravada. Caracteriza-se ainda por consumir pouca energia e conservar a sua informação durante anos, sem alimentação eléctrica.CACHE – é utilizada para o armazenamento dos dados mais requisitados pelo processador, evitando, assim, ler ou escrever directamente na memória RAM.Apesar de a sua capacidade ser bastante reduzida (16 Kbytes), a cache interna é uma memória de acesso bastante rápido, que se coloca entre a memória principal (RAM) e o processador.Existe ainda a cache secundária, também chamada de cache nível 2, tipicamente externa, com maior capacidade de armazenamento do que a cache interna (256 a 512 Kbytes) e também com tempos de acesso superiores.
  • Ici 7 ano capitulo 1 - pc

    1. 1. ICIInformática, Comunicação e Imagem PROGRAMA Unidades Essenciais
    2. 2. PROGRAMA  TECNOLOGIAS de INFORMAÇÃO e COMUNICAÇÃO (TIC) – Conceitos Introdutórios  Definição de Hardware e Software  Estrutura e funcionamento básico de um computador – Sistema Operativo em Ambiente Gráfico  Ambiente Gráfico  Criação e edição de ficheiros e pastas  Manipulação de ficheiros e pastas compactadas – Internet  O que é a Internet  Navegação na Web utilizando um browser  Segurança na Internet  Utilização de uma aplicação para correio electrónico  Redes Sociais
    3. 3. PROGRAMA  CRIAÇÃO DE APRESENTAÇÕES  Conceitos básicos  Criação de apresentações  Apresentação de diapositivos
    4. 4. ITICIntrodução às Tecnologias de Informação e Comunicação AULAS 1 a 3 Conceitos Introdutórios – Conceitos Básicos de Hw e Sw – Estrutura básica de um computador – Noções básicas de funcionamento de um computador
    5. 5. Conceitos Introdutórios  Conceitos Básicos – Hardware – Software  Estrutura Básica de um Computador  Noções básicas de funcionamento de um computador
    6. 6. ITICIntrodução às Tecnologias de Informação e Comunicação AULA 1 Conceitos Introdutórios – O que é um Computador – Conceitos Básicos de Hardware e Software
    7. 7. COMPUTADOR: Definição  O que é um Computador? – É um conjunto de objectos físicos (dispositivos mecânicos, electromecânicos e electrónicos) ligados entre si que permitem o processamento (tratamento automático) da informação, isto é, capaz de aceitar dados e instruções, executar essas instruções para processar os dados e apresentar os resultados. PC (computador pessoal)
    8. 8. Hardware versus Software Qualquer sistema informático resulta, obrigatoriamente, da interacção entre 2 componentes fundamentais – Hardware e Software. – Hardware  Refere-se aos dispositivos físicos (electrónicos, mecânicos e electromecânicos) que constituem um sistema informático (computadores e outros dispositivos relacionados). Mas o Hardware ou dispositivos físicos de um sistema informático por si só são incapazes de comunicar, pelo que se torna necessária a intervenção de uma componente lógica – o Software. – Software  Programas de computador, ou seja, conjuntos de instruções, escritos em diversas linguagens de programação, que determinam a actividade e o comportamento de um sistema informático desde os dados a serem processados até ao funcionamento de um periférico.  Permitem colocar todos os componentes do hardware em funcionamento com um objectivo previamente definido, sob uma intervenção mais ou menos activa (ou interactiva) do utilizador.
    9. 9. Hardware versus Software: Hardware  O hardware é responsável pelas 4 funções principais: – Entrada de Dados (input):  Comunicação (aceitação) dos dados e dos programas a serem processados.  Responsabilidade: dispositivos de entrada. – Processamento:  Manipulação dos dados para obter informação.  Responsabilidade: processador (CPU). – Armazenamento:  Armazenamento de informação para posterior reutilização e transporte.  Responsabilidade: memórias e dispositivos de armazenamento. – Saída de Dados (output):  Visualização e obtenção da informação produzida.  Responsabilidade: dispositivos de saída.
    10. 10. Hardware versus Software: Exemplos Hardware Software Teclado MS-DOS Rato Windows NT Placa-Mãe MS-Word Placa de Vídeo Corel Draw Monitor Turbo C++ O software subdivide-se em 2 categorias fundamentais: Software de Sistema e Software de Aplicação
    11. 11. Hardware versus Software: Tipos de Software  Software de sistema: – Consiste numa 1ª camada de software ou conjunto de instruções que transformam o hardware ou a máquina num sistema funcional, ou seja, com o qual o utilizador pode efectuar determinadas tarefas ou fazer funcionar os seus programas. – Conjunto de programas fundamentais para o funcionamento do computador. – Essencialmente é o sistema operativo. O que é um Sistema Operativo?  Desempenha a função fundamental de servir de intermediário (ou interface) entre o hardware e o utilizador e os seus programas de aplicação. Permite a comunicação entre os diversos componentes físicos do computador.  Sofware de aplicação: – Engloba todo o tipo de programas de computador com que o utilizador pode realizar determinadas tarefas específicas ou genéricas, como: processar documentos, efectuar cálculos, criar ou consultar bases de dados, elaborar e manipular desenhos ou imagens, etc. – Estes programas, por vezes, são designados apenas por aplicações.
    12. 12. Hardware versus Software: Exemplos de Software  Exemplos de Software: – Sistemas Operativos e Interfaces Gráficos:  MS-Dos,  Unix,  Linux,  MS-Windows – Consoante o objectivo a atingir, podemos utilizar diferentes Aplicações Informáticas:  Processamento de texto - MS-Word,  Folhas de cálculo - MS-Excel,  Criar e gerir apresentações - MS-PowerPoint,  Criar e gerir bases de dados - MS-Access,  Tratamento de imagem - CAD
    13. 13. COMPUTADOR: Constituição
    14. 14. Dispositivos de Entrada e Saída  Dispositivos de Entrada e Saída – A entrada e saída de informação efectuam-se através de dispositivos específicos, externos ou periféricos ao sistema. – Existem vários dispositivos que veiculam a comunicação entre o computador e o utilizador. Estes dispositivos podem ser agrupados em três grandes grupos:  Dispositivo de Entrada – Sistema que permite introduzir dados do exterior num sistema informático.  Dispositivo de Saída – Sistema que permite ao computador disponibilizar informação para o exterior, para que a possamos utilizar.  Dispositivo Misto – Dispositivo que é simultaneamente um sistema de entrada e saída de informação no/do computador.
    15. 15. Dispositivos de Entrada  Convertem a informação introduzida pelo utilizador em sequências próprias de bits, capazes de serem interpretadas pelo processador.  Exemplos: – Teclado – Rato – Scanner – Canetas ópticas – Leitor de códigos de barras – Câmaras digitais (fotográficas e de filmar) – Joystick
    16. 16. Dispositivos de Entrada: TECLADO • É um periférico de entrada INDISPENSÁVEL num computador, pois é principalmente através dele que os utilizadores podem introduzir informação (dados) no sistema.
    17. 17. Dispositivos de Entrada: TECLADO • Existem os dois tipos de teclados: • Regular/Normal – o já demonstrado. • Ergonómico – actualmente é o mais indicado para trabalhar, pois não são tão cansativos e previnem lesões por esforços repetitivos (doença conhecida por LER). No entanto, é mais caro que o Regular e difícil de encontrar no mercado.
    18. 18. Dispositivos de Entrada: RATO • Em ambientes gráficos, como o Windows, o rato é um dispositivo fundamental pois permite: • Controlar o cursor no ecrã, • Marcar pontos ou • Executar comandos. • Normalmente tem dois botões. Contudo, os mais recentes têm também um botão de rodar, que se destina a movimentar mais facilmente janelas ou páginas de texto com barras de rolamento (scrolling). • Nos portáteis existem dispositivos de apontar com funções idênticas às de um rato mas com um formato bastante diferente, incorporado no próprio portátil e que pode assumir a forma de pointing device, track ball ou touch pad.
    19. 19. Dispositivos de Entrada: SCANNER  Também chamado de digitalizador.  Faz a leitura óptica de um documento, tal como uma fotocopiadora mas com ajuda de um software, criando uma imagem digital – ‘mapa de pontos de cor’ (ou de graus/tons de cinzento) – correspondente à imagem observada.  Esta leitura é visualizada no monitor, podendo ser ou não gravada num ficheiro.  Os scanners mais comuns são: – De mão – que devem ser deslocados manualmente pelo utilizador ao longo da imagem que pretende digitalizar; – De mesa – onde a página a ser digitalizada é colocada sobre uma superfície transparente e a leitura ou varrimento (scan) da imagem é feita pelo próprio scanner.
    20. 20. Dispositivos de Entrada: Leitor de Código de Barras  Tem um funcionamento semelhante ao do scanner.  Usado, geralmente, em pontos de venda, a sua utilização é muito simples e substitui, em muitas situações, o próprio teclado.  Pode ter vários formatos: – Caneta – Pistola – Ecrã – o mais sofisticado pois lê códigos em diversas posições devido ao uso de espelhos e vários feixes emissores.
    21. 21. Dispositivos de Entrada: JOYSTICK  Tem um funcionamento semelhante ao de um rato.  Serve essencialmente como um dispositivo de indicação.  Existem vários modelos onde são incorporados diversos botões, de uso simples e intuitivo.  Geralmente são utilizados em softwares de diversão (jogos).
    22. 22. Dispositivos de Entrada: Câmara fotográfica digital  Permite a captura digital de imagens.  Possui as características de uma máquina fotográfica normal mas também incorporam hardware que lhes permite digitalizar as imagens capturadas, armazenado-as em dispositivos amovíveis (p.e. Cartões de memória).  Posteriormente, as imagens podem ser transferidas para o computador através desses dispositivos amovíveis.
    23. 23. Dispositivos de Saída  É através destes dispositivos/periféricos que os dados processados são transmitidos para o exterior.  Exemplos: – Monitor – Impressora – Plotters – Colunas de Som – Projector de Imagem
    24. 24. Dispositivos de Saída: MONITOR  Ecrã, é o principal meio de comunicação entre o computador e o utilizador.  Transmite visualmente a informação do computador.  Podem ser: – Monocromáticos – só com uma cor sobre um fundo preto (os chamados preto e branco) – Policromáticos – com várias cores  Essencialmente, existem dois tipos de monitores: – CRT – Monitores de Raios Catódicos  Do mesmo género dos aparelhos de televisão – LCD – Monitores de Cristais Líquidos  Mais caro que um CRT  São menos cansativos para a vista que um CRT  Ocupam menos espaço que um CRT pois é relativamente fino
    25. 25. Dispositivos de Saída: MONITOR  LCD
    26. 26. Dispositivos de Saída: IMPRESSORA  Impressora – Indispensável sempre que se quiser passar para o papel a informação do computador. – Existem 4 tipos de impressoras:  Matriciais (ou Agulhas)  Jacto de Tinta  Laser  Plotter
    27. 27. Dispositivos de Saída: IMPRESSORA  Matriciais (ou Agulhas) – Funcionam através de uma cabeça que contém um conjunto de agulhas (9 ou 24, conforme a qualidade da impressora) – são essas agulhas que imprimem pontos contra o papel, através de uma fita impregnada de tinta. – Cada letra é impressa com 24 ou 9 pontinhos (matriz de pontos). – Estas impressoras são lentas e muito ruidosas, tendo caído em desuso. – A sua principal vantagem é a de conseguirem os mais baixos custos por folha impressa, graças ao preço baixo das fitas e à possibilidade de poderem imprimir muitas folhas com a mesma fita.
    28. 28. Dispositivos de Saída: IMPRESSORA  Jacto de Tinta – Funciona com base num dispositivo que projecta jactos de tinta contra a folha de papel, através de uma cabeça com um circuito electrónico específico. – Cada letra é impressa com um pequeno jacto de tinta que pode ser mais ou menos forte mediante a resolução que se peça na impressão. – Podem ser monocromáticas (só funciona com um tinteiro a preto) ou a cores (funciona com um tinteiro a preto e mais um com 3 cores). – A qualidade de impressão é muito boa (melhor que a da impressora matricial e inferior à do laser) e o ruído é bastante baixo. – É mais barata que a impressora a laser.
    29. 29. Dispositivos de Saída: IMPRESSORA  Laser – Cada letra é impressa com um raio de laser de fraca potência que incide sobre a folha de papel e à sua passagem borrifa tinta em forma de pó. – A qualidade de impressão é óptima e o ruído é praticamente nulo. – Embora possuam uma boa relação qualidade/preço e sejam muito rápidas, continuam a não ser acessíveis ao utilizador comum. São mais dispendiosas, quer no seu preço quer na manutenção e nos consumíveis que utilizam. – Existem impressoras a laser a cores mas as monocromáticas são bastante mais acessíveis a nível monetário.
    30. 30. Dispositivos de Saída: PLOTTER  Plotter (ou traçador gráfico) – Semelhante à impressora mas que se destina a imprimir desenhos de grandes dimensões, com elevada precisão e rigor. P.e. plantas arquitéctonicas, mapas cartográficos, etc. – Existem 2 formatos:  Prancha rectangular – sobre a qual se desloca um braço mecânico com uma caneta na ponta, que efectua sobre o papel o traçado determinado pelo computador;  Suporte Vertical – no topo do qual desliza a folha de papel, sobre a qual se desloca, em sentido contrário a caneta que regista o traçado.
    31. 31. Dispositivos de Saída: COLUNAS  É um periférico de saída do PC que nos permite ouvir o som que sai do PC.  Em vez de colunas podemos ter o PC- Speaker que é um pequeno altifalante instalado na Mini- Tower do PC que tem uma fraca capacidade sonora.  Placa de Som – Uma componente que transforma a informação contida nos ficheiros digitais de música em som que é transmitido pelas colunas. – É normalmente instalada na porta de expansão do PC designada por MIDI – Musical Instrument Digital Interface.
    32. 32. Dispositivos Saída: PROJECTOR DE IMAGENS  Projector de Imagens – Dispositivo que se liga ao computador através do mesmo conector do monitor, permitindo assim projectar o conteúdo do ecrã para uma tela proporcionando uma imagem de grandes dimensões. – Serve para fazer a apresentação de um tema numa conferência ou numa aula, a exposição de um produto comercial, um projecto ou um protótipo, etc.
    33. 33. Dispositivos Mistos  Dispositivos Mistos – Os dispositivos de entrada e saída (input/output) são aqueles que tanto permitem efectuar a entrada como, também, a saída de dados. – São dispositivos capazes de canalizar informação do exterior para o interior do computador e vice- versa. – Exemplos:  Drives  Modems  Monitores Tácteis (Touch Screen)  Placas de Rede
    34. 34. Dispositivos Mistos: MODEM  Modems – Permite ligar um computador a outros através de um meio de comunicação não digital, como, p.e., a linha telefónica. – Funções:  No emissor, a função é modelar, ou seja, é a de converter os sinais do computador (sinais digitais) em sinais que possam ser transmitidos pela linha telefónica normal (sinais analógicos).  No receptor, a função é desmodelar, ou seja, é a de converter os sinais recebidos através de uma linha telefónica (sinais analógicos) em sinais que o computador reconheça (sinais digitais). – Tipos:  Internos – sob a forma de placas que são encaixadas na motherboard;  Externos – como apresentado na figura que se segue.
    35. 35. Dispositivos Mistos: DRIVES, MONITOR TÁCTIL, PLACA DE REDE  Drives – São os dispositivos responsáveis pela comunicação entre a CPU ou a RAM e os suportes de armazenamento externo. – São consideradas periféricos porque são externas ao processador.  Monitor Táctil (Touch Screen) – Idêntico ao monitor que normalmente se utiliza, mas permite também a introdução de dados através de toques na área do ecrã.  Placa de Rede – Permite ligar vários computadores em rede. – Esta funcionalidade possibilita a partilha de recursos bem como a troca de informação entre os vários computadores que se encontram ligados entre si.
    36. 36. Dispositivos da TORRE  Unidade de Comunicação, Tratamento e Armazenamento de Informação (Mini-Tower) – É um conjunto de periféricos de saída e entrada do PC, assim como de outro tipo de objectos físicos – Pode ser vertical ou horizontal, sendo a vertical a mais utilizada. – É constituída pelos seguintes dispositivos básicos:  Processador (CPU - Central Processing Unit)  Placas Gráfica, de Som  Disco Rígido  Drives de Disquetes, CD-ROM, DVD  Motherboard  RAM  Etc.
    37. 37. ESTRUTURA GERAL  Estrutura Geral de um Sistema Informático (introduz dados no PC (recebe os dados do que são enviados PC depois de para a CPU) processados pela (armazenamento/depósito de informação) CPU)
    38. 38. ESTRUTURA GERAL
    39. 39. CPU - Unidade Central de Processamento (processador)  CPU – Central Processing Unity (Unidade Central de Processamento) – Corresponde ao microprocessador nos computadores pessoais – Constitui o coração ou o cérebro do computador à volta do qual tudo o resto funciona
    40. 40. CPU - Unidade Central de Processamento (processador)  A CPU tem uma organização interna muito complexa.
    41. 41. CPU – Critérios de Caracterização  O processador tem 3 critérios de comparação: – Velocidade de processamento, da transferência de dados entre o CPU e a memória externa ou os dispositivos de entrada/saída do PC, é efectuada em períodos de tempo bem determinados e designados como ciclos de máquina (temporizados pelo sinal de relógio do CPU). A rapidez com que funciona a máquina – definido por MHz que indica a rapidez com que funciona o ciclo de máquina, ou seja, o n.º de ciclos por segundo efectuados pelo CPU. O normal é 2400 MHz (2,4 MHz) ou mais. – Comprimento da palavra – nº de bits (corresponde ao nº de ligações em paralelo) passíveis de serem tratados em simultâneo. 32 bits é considerado o normal. – Capacidade de endereçamento – memória de massa. Definição da RAM é feita em Mbytes. O normal é 256 Mbytes. É a combinação destes critérios que distinguem os diversos modelos: 386, 486, Pentium, Pentium II, Pentium IV, etc.
    42. 42. MEMÓRIAS: Definição  Memória: – Capacidade de armazenamento de informação – É aqui que são armazenados:  Os dados para processamento,  Os dados intermédios do processamento,  Os resultados finais,  O programa que, num dado momento, está a ser executado, determinando o processamento.
    43. 43. MEMÓRIAS: Classificação  Parâmetros que permitem classificar as memórias: – Tempo de acesso – Capacidade de endereçamento – Tamanho – Tipo de Acesso – Capacidade de Leitura e Escrita – Volatilidade
    44. 44. MEMÓRIAS: Tipos  Memórias – Primária  Indispensável ao funcionamento de um sistema informático, é a memória que se encontra mais próxima do processador.  Existe sob a forma de circuitos eléctricos, onde estão armazenadas as instruções e os dados com que o processador vai trabalhar, bem como o resultado intermédio e final do processamento.  É Volátil.  Exemplos: RAM, ROM e Cache – Secundária  Consiste nos dispositivos de armazenamento secundário, como um complemento à memória primária do computador.  Grande capacidade de armazenamento, frequentemente guarda programas e informação com carácter mais permanente e por isso não é Volátil.  Exemplos: disquetes, CDs, disco rígido, bandas magnéticas
    45. 45. MEMÓRIAS: Primárias
    46. 46. MEMÓRIAS: Secundárias  As memórias secundárias mais utilizadas são: – Suportes magnéticos (revestidos por uma substância magnetizável)  Disquetes (floppy disks)  Disco Rígidos (hard disks)  Bandas Magnéticas (tapes) – Suportes Ópticos  Discos Compactos (CDs)  Discos Digitais Versáteis (DVDs)
    47. 47. MEMÓRIAS: Secundárias  Quando falamos em armazenamento secundário, existem 2 pontos a ter em consideração: – O próprio suporte de armazenamento: disquete, disco, CD, ban da magnética, etc. – A Drive – dispositivo que permite a comunicação entre o suporte de armazenamento e a memória principal.
    48. 48. MEMÓRIAS: Disco Rígido  Disco Rígido – Os discos rígidos são os dispositivos mais utilizados para a leitura e escrita de informação. – Devido à sua estrutura rígida e fixa, permitem ler e armazenar mais informação (na ordem dos vários Gbytes) a velocidades mais elevadas do que qualquer outro dispositivo de armazenamento. – Local físico incorporado no computador onde são guardados os ficheiros que contém toda a informação da configuração do PC e dos ficheiros gerados pelos utilizadores. – Tem uma grande capacidade de armazenamento de informação. O normal é ter 80 GBytes de capacidade. – Quando se está a trabalhar no disco, o acesso e armazenamento da informação é mais rápido. – Está protegido da contaminação de aspectos exteriores: radiação, poeira, cabelos, gordura dos dedos, etc.
    49. 49. MEMÓRIAS: Disquetes  Disquete – Dispositivo de leitura e escrita de informação em suportes magnéticos com a forma de pequenos flexíveis. – Originalmente com 5 ¼ polegadas de diâmetro, proporcionavam uma capacidade de armazenamento que variava entre os 160 Kbytes e os 1.2 Mbytes. Mais tarde surgem as disquetes de menor dimensão – 3 ½ polegadas -, com diversas capacidades de armazenamento, sendo a mais usual de 1.44 Mbytes.  Quando se está a trabalhar numa disquete, o acesso e armazenamento da informação é mais lento.  Por ser portátil e se encontrar no exterior do PC, existe probabilidade de contaminação de aspectos exteriores: radiação (de telemóveis, ou andar de metro, por exemplo) que as desmagnetiza, poeira, cabelos, gordura dos dedos, riscos, etc.  Disquete – é um disco flexível que, depois de devidamente formatado fica preparado para receber informação.
    50. 50. MEMÓRIAS: Discos Ópticos  Discos Ópticos – Em termos de funcionamento, os discos ópticos são bastante parecidos com os discos flexíveis e com os discos rígidos. – Contudo, estes equipamentos são baseados, tanto na leitura como na escrita, em tecnologia óptica.  Dois Tipos principais de discos ópticos: – Os CD (Compact Disks) com as suas variantes – CD-R e CD-RW; – Os DVD (Digital Versatile Disks).
    51. 51. MEMÓRIAS: Discos Ópticos  Discos Ópticos - As principais vantagens na sua utilização são: – O armazenamento de grandes quantidades de informação (mais acentuada ainda nos DVD). A capacidade de um CD é aproximadamente 650 Mbytes e a capacidade de um DVD pode variar entre os 4 e os 6 Gbytes. – A facilidade de manuseamento e transporte. – A durabilidade e fiabilidade. – Quando se está a trabalhar num CD, o acesso e armazenamento da informação é mais lento que o do disco rígido mas mais rápido do que da disquete. – Por ser portátil e se encontrar no exterior do PC, existe probabilidade de contaminação de aspectos exteriores: poeira, cabelos, gordura dos dedos, riscos, etc. No entanto, se tivermos o devido cuidado, é mais fácil de proteger do que uma disquete pois por ser um suporte óptico não há possibilidade de se desmagnetizar com a radiação.
    52. 52. MOTHERBOARD  Motherboard (placa principal, placa-mãe) – É o elemento mais importante de um computador – Função: permitir que o processador comunique com todos os periféricos instalados. – É aqui que encontramos o microprocessador, a memória principal, os circuitos de apoio, a placa controladora (que controla a circulação da informação entre o processador e os periféricos), os conectores do barramento (que permitem estabelecer a ligação aos periféricos através de fios condutores), etc.
    53. 53. MOTHERBOARD  Constituição de uma placa-mãe: – Slots para o encaixe das placas de vídeo, som, modems e outros periféricos; – Conectores para encaixe de módulos de memória e também do processador; – Portas série, paralelo, USB e outras; – Conectores para o teclado e fonte de alimentação;
    54. 54. MOTHERBOARD  Constituição de uma placa-mãe: – BIOS (Basic Input/Output System): sistema básico de entrada e saída, pequeno chip responsável pelo reconhecimento dos componentes de hardware instalados e pelo fornecimento de informações básicas para o funcionamento do computador; – Chipset: componente que comanda todo o fluxo de dados entre o processador, as memórias e os demais componentes.
    55. 55. MOTHERBOARD: Secções
    56. 56. BUS: Definição  BUS (Barramento) – Uma das características mais importantes de um computador é a arquitectura de BUS pois é ela que determina:  a forma como estão interligados todos os componentes e periféricos desse computador e  a velocidade com que a informação é transmitida. – É um sistema de comunicação interno. – Responsável pela circulação dos dados a processar, de forma a funcionarem adequadamente. Os BUS constituem os caminhos por onde a informação circula entre os diversos componentes do processador e entre o processador e o computador (memória e periféricos) – Existem 2 tipos de barramentos:  Local – Interliga o CPU à memória  Entrada e Saída – Interliga todos os dispositivos externos ao barramento local
    57. 57. ITICIntrodução às Tecnologias de Informação e Comunicação Aulas 9 a 17 MS-Windows
    58. 58. Ambiente Gráfico  Elementos básicos da interface de utilizador: – O ambiente de trabalho – A barra de tarefas – As janelas – As pastas – Os ícones – Os atalhos  Menus  Caixas de Diálogo
    59. 59. Ambiente Gráfico  As operações básicas do sistema operativo de interface gráfico: – Obtenção de ajuda; – Activação de programas e ficheiros em ambiente gráfico; – Criação de atalhos; – Criação de pastas; – Recuperação a partir do Ambiente de Reciclagem; – Encerramento do ambiente gráfico
    60. 60. O Explorador do Windows  Introdução;  Modos de visualização;  Comandos sobre pastas e atalhos;  Comandos sobre ficheiros;  Comandos sobre discos;  Pesquisa de ficheiros e pastas.
    61. 61. Os Acessórios  O bloco de notas (Notepad);  O programa de desenho (Paint);  O Processador de texto Wordpad;  A Calculadora (Calculator).

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