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UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ
LUCAS DA SILVA BOTELHO
STHEFAN BROCKAMN
Benefícios do treinamento/reabilitação na melhoria do equilíbrio para Alunos que
tiveram Acidente Vascular Encefálico
Rio de Janeiro
2019
UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ
LUCAS DA SILVA BOTELHO
STHEFAN BROCKAMN
Benefícios do treinamento/reabilitação na melhoria do equilíbrio para Alunos que
tiveram Acidente Vascular Encefálico
Trabalho de Conclusão de
Curso apresentado à
Universidade Estácio de Sá
como parte dos requisitos
necessários à graduação no
Curso de Educação Física.
Orientador: Prof. Wagner Santos Coelho
Rio de Janeiro
2019
3
LUCAS DA SILVA BOTELHO
STHEFAN BROCKAMN
Benefícios do treinamento/reabilitação na melhoria do equilíbrio para Alunos que
tiveram Acidente Vascular Encefálico
Trabalho de Conclusão de
Curso apresentado à
Universidade Estácio de Sá
como parte dos requisitos
necessários à graduação no
Curso de Educação Física.
Aprovado em __ de ________________ de 201_
BANCA EXAMINADORA
___________________________________________
Prof.:
Universidade Estácio de Sá
_________________________________________
Prof.:
Universidade Estácio de Sá
________________________________________
Prof. Orientador:
Universidade Estácio de Sá
5
Resumo do trabalho de conclusão de curso apresentado à Universidade
Estácio de Sá como parte dos requisitos necessários para obtenção do grau
no Curso de Graduação em Educação Física.
Benefícios do treinamento/reabilitação na melhoria do equilíbrio para Alunos
que tiveram Acidente Vascular Encefálico
LUCAS DA SILVA BOTELHO
STHEFAN BROCKAMN
Mês / Ano
Orientador: Prof. Wagner dos Santos Coelho.
O Acidente Vascular Encefálico (AVE) continua sendo uma das grandes
preocupações da atualidade, tendo em vista ser a terceira maior causa de morte por
doença no mundo, depois das doenças cardíacas e o câncer. Neste trabalho,
buscamos mostrar os benefícios do treinamento que segundo (American College of
Sports Medicine,2001) A prática regular de atividade física tem sido recomendada
para a prevenção e reabilitação de doenças cardiovasculares e outras doenças
crônicas por diferentes associações de saúde no mundo, A pratica regular de
exercícios físicos apresenta efeitos benéficos na prevenção e tratamento da
hipertensão arterial, resistência à insulina, diabetes, dislipidemia e obesidade. como
abordagem de reabilitação para a melhoria do equilíbrio de indivíduos que sofreram
AVE. Segundo (American College of Sports Medicine,2001) A prática regular de
atividade física tem sido recomendada para a prevenção e reabilitação de doenças
cardiovasculares e outras doenças crônicas por diferentes associações de saúde no
mundo, A pratica regular de exercícios físicos apresenta efeitos benéficos na
prevenção e tratamento da hipertensão arterial, resistência à insulina, diabetes,
dislipidemia e obesidade.. Este projeto é um estudo de caso e foi composto por 2
pacientes com sequelas do AVE , que se reabilitam na Academia Pro Health Fitness,
localizado, no Município de Teresópolis, RJ. A partir de levantamentos de artigos
científicos, a pesquisa se caracterizou como descritiva de característica qualitativa.
Para avaliação de valências físicas foram escolhidos um teste de equilíbrio validado,
as escalas de Berg e Katz, e o teste de Avaliação Funcional de Atividades da Vida
Diárias (AVDs). O objetivo do trabalho foi baseado na hipótese que o treinamento de
força, buscando a melhoria nas AVDs, auxilia na evolução do equilíbrio dos
pacientes pós-AVE. Através deste estudo esperamos observar como hipotese
verdadeira que o treinamento como estratégia terapêutico alternativa promove
resultados positivos sobre as capacidades físicas, como o equilíbrio proporcionando
melhor qualidade de vida, independência funcional para os sujeitos acomentidos por
essa patologia.
Palavras-Chaves: Treinamento Desportivo, Reabilitação, Acidente Vascular
Encefálico.
Summary completion of course work submitted to the University Estacio de Sa
as part of the requirements for obtaining the degree in the Graduate Course in
Physical Education.
Title
LUCAS DA SILVA BOTELHO
STHEFAN BROCKAMN
Month / Year
Guiding: Prof.: Wagner dos Santos Coelho.
7
The work involved the theme: The Benefits of training / rehabilitation in improving
balance for students who had stroke, was composed of 1 patient, who is currently 69,
a 5-year patient of the Pro Health Fitness Academy, located at Nilza Chiapeta
Fadigas Street, in the Municipality of Teresópolis, RJ. The study investigated the
influence of how training / rehabilitation can contribute to improved balance for
students who had stroke. This is a descriptive research with a qualitative approach
that was designed as a field study with 1 patient from the Pro Health Fitness
Academy. The objective of the study was based on the hypothesis that strength
training, aiming at improving ADLs, helps in the evolution of patients' post AVE
balance. It is concluded that the training / rehabilitation has in fact very positive
results, having only been tested in this study in a patient who had already been
rehabilitating.
Keywords: Training, Rehabilitation, Vascular Brain Injury.
8
AGRADECIMENTO
Primeiramente queremos agradecer a Deus que nos proporcionou a
oportunidade de chegar até aqui, e por nos capacitar para estarmos concluindo mais
uma etapa de nossas vidas.
Muitas foram as pessoas que contribuíram e nos ajudaram de forma direta e indireta
em nossa formação acadêmica nesses nossos 3 anos de curso, e que não poderiam
deixarem de ser citados, aos professores citados nosso sincero agradecimento.
Queremos agradecer a nossa professora orientadora Maria Fatima Paiva que pode
contribuir com os seus conhecimentos, e foi uma das responsáveis pelo nosso
amadurecimento acadêmico.
Aos Professores da banca, a qual tivemos o prazer de estudar, aprender e conviver
e que muito nos auxiliaram durante todo período cursado.
Aos nossos Familiares que sempre nos apoiaram e acreditaram no nosso potencial,
para que hoje pudéssemos está concluindo o curso.
SUMÁRIO
Introdução................................................................................................... 8
Material e Método..................................................................................... 11
Análise e Discussão de Resultados...........................................................
Conclusão e Recomendação......................................................................
Referências...................................................................................................
Apêndices......................................................................................................
Anexos............................................................................................................
10
INTRODUÇÃO
Nos últimos anos houve um aumento de anos vividos com algumas doenças
crônicas, principalmente entre indivíduos mais velhos2
, com isso tem se tornado uma
das principais preocupações na a saúde pública. Nesse contexto, destaca-se a
morbidade por doenças cardiovasculares (DCV), que é considerada por estudos
recentes de carga de doença como a principal responsável por anos de vida
perdidos ajustados por incapacidade em idosos. No Brasil, o grupo desta mesma
faixa etária da população apresentou um aumento de 33,65% no período de 2000 a
2009, e com isso as Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) começaram a
ter mais predominância, destacando as Doenças Cardiovasculares (DCV), que de
acordo com estudos, é a principal causa de óbitos em ambos os sexos no Brasil.
Dentro do grupo das DCV, o Acidente Vascular Encefálico (AVE) passou a ser uma
das causas da mortalidade e incapacitação. Dos países da América Latina, o Brasil
tem apresentado as maiores taxas de morte por AVE, sendo que as mulheres a
principal causa de óbitos. E ainda assim os índices de mortalidade tem tido uma
queda nas últimas décadas, a taxa se mantém alta.
O AVE é considerado a terceira maior causa de morte natural na população
adulta do mundo, atrás do câncer e do infarto. (DIJKHUIZEN,2003; MACKAY;
MENSAH, 2004). Nos últimos anos a AVE só vem perdendo para o Infarto Agudo do
Miocárdio, como principal causa de morte no mundo, sendo responsável por 6, 7
milhões de óbitos em 2012. No Brasil, o AVE representa a primeira causa de morte e
incapacidade no País, o que cria grande impacto econômico e social, embora exista
um declínio nas taxas de mortalidade. Dados de estudo nacional indicaram
incidência anual de 108 casos por 100 mil habitantes, taxa de mortalidade de 18,5%
aos 30 dias e de 30,9%, aos 12 meses, com índice de recorrência após um ano de
15,9% (BRASIL, 2013). Em 2014 o grupo com 80 anos ou mais representou
aproximadamente 37% dos óbitos e a incidência foi semelhante em ambos os
gêneros, 50,1% dos casos em homens. A Organização Mundial de Saúde (OMS)
estima que até 2030, o AVE continue sendo a segunda maior causa de mortes no
mundo, sendo responsável por 12,2% dos óbitos previstos para o ano. A grande
maioria da população é atingida pela AVE isquêmica na faixa etária de 65 anos,
tendo como principais fatores de riscos; A hipertensão arterial, alteração nos níveis
de colesterol, doenças cardíacas, diabetes e má formação arteriovenosa cerebral.
11
O AVE isquêmico é a interrupção do fluxo sanguíneo em uma região
encefálica, sendo causado por trombos, placas de ateroma que ficam na parede do
vaso sanguíneo. No momento que o trombo se desloca e segue pela corrente
sanguínea, ele pode chegar a uma das artérias cerebrais causando obstrução. O
AVE hemorrágico por outro lado, é o extravasamento de sangue no tecido nervoso,
podendo ser causado por hipertensão, traumas e aneurisma. Atualmente, é
observado um grande aumento da população jovem com sintomas do AVE, pelo
simples fato, do aumento do tabagismo, uso excessivo de bebidas alcoólicas,
sedentarismo, obesidade dentre outros fatores do estilo de vida. Dentre as principais
consequências ocorrem limitações funcionais importantes, como alteração nos tônus
musculares, distúrbios nos movimentos, como déficits sensoriais, ombro doloroso,
alterações perceptuais, podem interferir diretamente no aspecto funcional.
Winnick (2004), diz que as pessoas que sobrevivem ao Acidente Vascular
Encefálico, podem apresentar graus variados de deficiências, desde a perda mínima
de função até a dependência total, devido à natureza do sistema arterial do cérebro,
o AVE costuma causar paralisia parcial ou total em um dos lados do corpo, essa
paralisia pode afetar um membro (monoplegia), um segmento do corpo ou um lado
inteiro (hemiplegia). Os portadores de hemiplegia do lado esquerdo provavelmente
terão dificuldades de realizar tarefas perceptivo-espaciais, (que envolvem a
capacidade de avaliar a distância, tamanho, posição, índice de movimentos, formas
e relação entre as partes e o todo). A Síndrome metabólica trata de um conjunto de
alterações fisiopatológicas simultâneas que aumentam o risco de doenças
cardiovasculares. As principais alterações fisiopatológicas se referem aos distúrbios
metabólicos, tendo origem nos carboidratos, em particular no metabolismo da
glicose. Na primeira definição oficial da síndrome metabólica, pela Organização
Mundial da Saúde (OMS).
Segundo (American College of Sports Medicine,2001) A prática regular de atividade
física tem sido recomendada para a prevenção e reabilitação de doenças
cardiovasculares e outras doenças crônicas por diferentes associações de saúde no
mundo, A pratica regular de exercícios físicos apresenta efeitos benéficos na
prevenção e tratamento da hipertensão arterial, resistência à insulina, diabetes,
dislipidemia e obesidade.
12
A Atividade Física tem benefícios na reabilitação, prevenção e até nas fases aguda,
subaguda e crônica da AVE. Alguns aspectos que melhoram com o exercício físico,
e a redução da pressão arterial, perfil lipídio, sensibilidade à insulina, peso corporal,
coagulação sanguínea e fibrinólise. Muitas estratégias podem ser utilizadas no caso
de pacientes que sofrem do AVE, como a atividade aeróbica, exercícios de força,
entre outros.
Há três maneiras possíveis de o indivíduo com lesão cerebral poder recuperar
as capacidades funcionais perdidas: recuperação espontânea, restituição ou
compensação da função perdida. A reabilitação é possível graças à enorme
capacidade do cérebro em aprender e mudar. Hoje em dia sabe-se que as células
de outras áreas do cérebro não afetadas podem assumir determinadas funções
realizadas pelas células da área afetada. A este fenómeno dá-se o nome de
neuroplasticidade.
O começo da reabilitação só pode ser iniciado quando a situação clínica do
doente se estabiliza, sendo possível fazer um trabalho com a recuperação funcional.
Com a independência motora sendo a primeira etapa a ser treinada, aonde a
dificuldade aparece, pois, muitos pacientes estão paralisados ou bastante limitados
o movimento, buscando facilitar as Atividades de Vida Diárias (AVD).
A Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) é o fator de risco mais importante
para as Doenças Cardiovasculares (DCV). Cerca de 80% das mortes por acidente
vascular cerebral (AVC) e 40% dos óbitos por doença coronariana tem influência
direta da HAS; E cerca de 5% das mortes são diretamente ligadas as doenças
hipertensivas (CESARINO, E. J, 2002).
O objetivo do trabalho se baseia na hipótese que o treinamento de força, buscando a
melhoria nas AVDs, auxilia na evolução do equilíbrio dos pacientes pós AVE, tem de
fato resultados bem positivos, tendo sido apenas testado neste estudo em um
paciente que já vinha realizando sua reabilitação.
13
MATERIAIS E MÉTODOS
O grupo investigado foi composto por 2 pacientes, o Luiz Carlos dos Santos, que
atualmente está com 69 anos e o Luis Carlos da Motta, que atualmente está com 70
anos, que sofreu a 4 anos o AVE, pacientes da Academia Pro Health Fitness
localizado, na Rua Nilza Chiapeta Fadigas, no Município de Teresópolis, RJ,
pesquisa feita com paciente.
O paciente Luiz Carlos dos Santos sofreu do AVE a 4 anos, com uma
sequela da doença, aonde o seu lado direito do corpo enrijeceu, e assim teve
dificuldade de locomoção. Já o paciente Luis Carlos da Motta, passou pelo mesmo
AVE, e que a diferença e que ele só teve sequelas nos membros inferiors, aonde ele
fica impossibilitado de fazer a dorsiflexão.
Pode-se qualificar esta pesquisa como qualitativa por dar relevância a
aspectos peculiares e abordar em profundidade esses aspectos da empresa
estudada. A pesquisa qualitativa caracteriza-se pela ausência da estatística no
processo de análise do problema. Pode-se dizer que este método é adequado para
pesquisas que visam o aprofundamento de fenômenos sociais, sendo assim o mais
adequado para este trabalho. Segundo Merriam (1998, p. 5) pesquisa qualitativa “é
um conceito guarda-chuva cobrindo algumas formas de investigação que nos ajuda
a entender e explicar o significado do fenômeno social com a menor quebra possível
do ambiente natural”.
A pesquisa realizada pode ser classificada em dois aspectos, quanto aos
fins e quanto aos meios (VERGARA, 2005). Quanto aos fins, a pesquisa foi
descritiva, pois tentou-se descrever como os projetos sociais são executados, o tipo
de governança adotada, o foco dos projetos e os resultados auferidos.
Quanto aos meios, a pesquisa pode ser caracterizada como bibliográfica e
estudo de caso. Bibliográfica, pois para fundamentação teórica do trabalho foi
realizada investigação sobre os assuntos pertinentes ao tema e aos objetivos da
pesquisa.
Já o estudo de caso se caracteriza pelo caráter de profundidade e
detalhamento, focando esforços em uma unidade de análise, neste caso, a empresa
denominada Lubnor. Segundo Merriam (1998), estudo de caso qualitativo é uma
descrição e análise intensiva de um fenômeno ou unidade social. E pode ser ainda
caracterizado como uma pesquisa empírica que investiga o fenômeno no contexto
14
da vida real (YIN, 1994) e ocorre em um contexto delimitado (MILES e HUBERMAN,
1994 apud MERRIAM, 1998)
O presente trabalho atende as Normas para Realização de Pesquisa em
Seres Humanos, Resolução 196/96, do Conselho Nacional de Saúde de 10/10/1996.
Todos os participantes do estudo concordaram em assinar o termo de
participação consentida (Contendo: objetivo do estudo, procedimentos de avaliação,
possíveis consequências, caráter de voluntariedade da participação do sujeito e
inserção de responsabilidade por parte do avaliador e da Estácio) que podem ser
vistos em Anexo A. Além disso, foi também elaborado um Termo de Informação à
Instituição na qual se realizou a pesquisa, com os mesmos itens de participação
consentida (Anexo B).
Os procedimentos experimentais consistiram em uma ordem de coleta de
dados que partiu da apresentação dos objetivos, riscos e inconvenientes dos estudo,
com adesão livre e voluntária de cada sujeito, na primeira visita. Na segunda visita
os indivíduos executar a bateria de testes para avaliar o equilíbrio. Para tanto, foi
adotada a bateria de testes proposta por Berg (1992.) que consiste em 14 testes que
avaliam....
Tratou-se de uma aplicação de teste, sendo a Escala de Equilíbrio de Berg e
a Escalas de Avaliação Funcional de Atividades da Vida Diárias (AVDs).
Tipo de Pesquisa
Variáveis da Pesquisa
População e Amostra
Ética na Pesquisa
O presente trabalho atende as Normas para Realização de Pesquisa em
Seres Humanos, Resolução 466/12, do Conselho Nacional de Saúde de 12/12/2012.
Todos os participantes do estudo concordaram em assinar o termo de
participação consentida (Contendo: objetivo do estudo, procedimentos de avaliação,
possíveis consequências, caráter de voluntariedade da participação do sujeito e
inserção de responsabilidade por parte do avaliador e da Estácio) que podem ser
15
vistos em Anexo A. Além disso, foi também elaborado um Termo de Informação à
Instituição na qual se realizou a pesquisa, com os mesmos itens de participação
consentida (Anexo B).
Obs.: O texto acima é considerado padrão pela instituição e não deve ser
alterado. Devendo desta forma constar em todos os trabalhos de forma idêntica.
Instrumento
Procedimento
Cronograma
2011.1 2011.2
Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
Escolha do tema X
Revisão de literatura X X X X X X X X X X X
Seleção da população
e amostra
X
Seleção do
Instrumento
X
Encaminhamento ao
Comitê de Ética
X
Coleta dos dados X X X
Análise dos dados X X
Elaboração da
discussão dos
resultados e
conclusão do estudo
X
Entrega da versão para
avaliação da banca
examinadora
X
Apresentação para
banca examinadora
X
Entrega da versão final X
Obs.: O cronograma apresentado acima é um exemplo da forma e conteúdo
de como deve ser o modelo realizado em cada estudo.
Tratamento Estatístico
16
Obs.: O texto que compõe a parte de Material e Método deverá seguir em
seus parágrafos a seqüência dos tópicos apresentados acima, porém não constará
os seus nomes como sub-título dos parágrafos.
ANÁLISE E DISCUSSÃO DE RESULTADOS
CONCLUSÃO E RECOMENDAÇÕES
REFERÊNCIAS
Obs.: Ter no mínimo de 10 (dez) a 15 (quinze) artigos com publicação
inferior a 5 anos e 03 (três) livros para cada assunto abordado no trabalho.
17
APÊNDICE A -
Obs.: Os Apêndices são documentos ou instrumentos desenvolvidos e de
autoria dos autores do trabalho utilizados na pesquisa.
18
ANEXO A – TERMO DE CONSENTIMENTO
Eu, ______________________________________________, residente a rua
_______________________________________________, telefone nº
_________________, autorizo minha participação no estudo “Título do Trabalho”.
Estou que serei submetido a uma bateria de testes com o objetivo de avaliar
os _____________________________________________________.
Durante a realização destes procedimentos, sobre os quais receberei prévia e
detalhada explicação, autorizo a realização de todos os procedimentos de rotina
destes protocolos, bem como a utilização dos resultados dos testes em trabalhos
científicos, desde que não haja veiculação de minha identidade.
Caso alguma anormalidade seja detectada antes ou durante a coleta de
dados deste estudo, minha participação será automaticamente vetada, sendo de
minha responsabilidade a procura dos tratamentos cabíveis. Estou ciente também
que posso abandonar este estudo a qualquer momento, sem que nenhuma
implicação recaia sobre mim, além de concordar para fins científicos com a
utilização das informações obtidas nesse estudo, desde que não seja divulgada
minha identificação.
Rio de Janeiro, _____ de _________________ de 200_.
____________________________________
voluntário
____________________________________
Termo de Consentimento elaborado em concordância à portaria no
196 de
10/10/1996 do Conselho Nacional de Saúde – Diretrizes e Normas para a
Realização de Experimentos com Seres Humanos.
TERMO DE CONSENTIMENTO
19
ANEXO B – TERMO DE INFORMAÇÃO À INSTITUIÇÃO
Termo de Informação à Instituição
De:
Para:
Assunto:
Venho por meio desta solicitar autorização para realização da pesquisa
“Título do Trabalho”, no _______________________________________________
Os avaliados foram submetidos a uma bateria de testes com o objetivo de
avaliar os ______________________________________.
Durante a realização destes procedimentos, sobre os quais receberam prévia
e detalhada explicação, autorizaram a realização de todos os procedimentos de
rotina destes protocolos, bem como a utilização dos resultados dos testes em
trabalhos científicos, desde que não haja veiculação de minha identidade.
Caso alguma anormalidade seja detectada antes ou durante a coleta de
dados deste estudo, o teste será interrompido, sendo de inteira responsabilidade do
avaliado a procura dos tratamentos cabíveis. Todos estão cientes também que
podem abandonar este estudo a qualquer momento, sem que nenhuma implicação
recaia sobre eles, além de concordarem com a utilização das informações obtidas
nesse estudo para fins científicos, desde que não sejam divulgadas suas
identificações.
Atenciosamente,
20
ANEXO C – ESCALA DE BERG
Escala de Equilíbrio de Berg
Nome: data:
Tarefas
Pontuação (0-
4)
1. Sentado para em pé
2. Em pé sem apoio
3. Sentado sem apoio
4. Em pé para sentado
5. Transferências
6. Em pé com os olhos fechados
7. Em pé com os pés juntos
8. Reclinar à frente com os braços estendidos
9. Apanhar objeto do chão
10. Virando-se para olhar para trás
11. Girando 360 graus
12. Colocar os pés alternadamente sobre um
banco
13. Em pé com um pé em frente ao outro
14. Em pé apoiado em um dos pés
Total
21
56 a 54, cada ponto a menos é associado a um aumento de 3 a 4% abaixo no
risco de quedas. 54 a 46 a alteração de um ponto é associada a um aumento de
6 a 8% de chances de queda. Abaixo de 36 pontos o risco de quedas é quase
de 100%.
Este teste é constituído por uma escala de 14 tarefas comuns que envolvem o
equilíbrio estático e dinâmico tais como alcançar, girar, transferir-se, permanecer em
pé e levantar-se. A realização das tarefas é avaliada através de observação e a
pontuação varia de 0 – 4 totalizando um máximo de 56 pontos. Estes pontos devem
ser subtraídos caso o tempo ou a distância não sejam atingidos, o sujeito necessite
de supervisão para a execução da tarefa, ou se o sujeito apóia-se num suporte
externo ou recebe ajuda do examinador.
INSTRUÇÕES GERAIS
1. Demonstre cada tarefa e/ou instrua o sujeito da maneira em que está escrito
abaixo. Quando reportar a pontuação, registre a categoria da resposta de menor
pontuação relacionada a cada item.
2. Na maioria dos itens pede-se ao sujeito manter uma dada posição por um
tempo determinado. Progressivamente mais pontos são subtraídos caso o tempo ou
a distância não sejam atingidos, caso o sujeito necessite de supervisão para a
execução da tarefa, ou se o sujeito apóia-se num suporte externo ou recebe ajuda
do examinador.
3. É importante que se torne claro aos sujeitos que estes devem manter seus
equilíbrios enquanto tentam executar a tarefa. A escolha de qual perna permanecerá
como apoio e o alcance dos movimentos fica a cargo dos sujeitos. Julgamentos
inadequados irão influenciar negativamente na performance e na pontuação.
4. Os equipamentos necessários são um cronômetro (ou relógio comum com
ponteiro dos segundos) e uma régua ou outro medidor de distância com fundos de
escala de 5, 12,5 e 25cm. As cadeiras utilizadas durante os testes devem ser de
altura razoável. Um degrau ou um banco (da altura de um degrau) pode ser utilizado
para o item #12.
• SENTADO PARA EM PÉ
22
INSTRUÇÕES: Por favor, fique de pé. Tente não usar suas mãos como suporte.
( ) 4 capaz de permanecer em pé sem o auxílio das mãos e estabilizar de maneira
independente
( ) 3 capaz de permanecer em pé independentemente usando as mãos
( ) 2 capaz de permanecer em pé usando as mão após várias tentativas
( ) 1 necessidade de ajuda mínima para ficar em pé ou estabilizar
( ) 0 necessidade de moderada ou máxima assistência para permanecer em pé
2. EM PÉ SEM APOIO
INSTRUÇÕES: Por favor, fique de pé por dois minutos sem se segurar em nada.
( ) 4 capaz de permanecer em pé com segurança por 2 minutos
( ) 3 capaz de permanecer em pé durante 2 minutos com supervisão
( ) 2 capaz de permanecer em pé durante 30 segundos sem suporte
( ) 1 necessidade de várias tentativas para permanecer 30 segundos sem suporte
( ) 0 incapaz de permanecer em pé por 30 segundos sem assistência
•Se o sujeito é capaz de permanecer em pé por 2 minutos sem apoio, marque
pontuação máxima na situação sentado sem suporte. Siga diretamente para o item
#4.
3. SENTADO SEM SUPORTE PARA AS COSTAS MAS COM OS PÉS APOIADOS
SOBRE O CHÃO OU SOBRE UM BANCO
•INSTRUÇÕES: Por favor, sente-se com os braços cruzados durante 2 minutos.
( ) 4 capaz de sentar com segurança por 2 minutos
( ) 3 capaz de sentar com por 2 minutos sob supervisão
23
( ) 2 capaz de sentar durante 30 segundos
( ) 1 capaz de sentar durante 10 segundos
( ) 0 incapaz de sentar sem suporte durante 10 segundos
4. EM PÉ PARA SENTADO
INSTRUÇÕES: Por favor, sente-se.
( ) 4 senta com segurança com o mínimo uso das mão
( ) 3 controla descida utilizando as mãos
( ) 2 apóia a parte posterior das pernas na cadeira para controlar a descida
( ) 1 senta independentemente mas apresenta descida descontrolada
( ) 0 necessita de ajuda para sentar
5. TRANSFERÊNCIAS
•INSTRUÇÕES: Pedir ao sujeito para passar de uma cadeira com descanso de
braços para outra sem descanso de braços (ou uma cama)
( ) 4 capaz de passar com segurança com o mínimo uso das mãos
( ) 3 capaz de passar com segurança com uso das mãos evidente
( ) 2 capaz de passar com pistas verbais e/ou supervisão
( ) 1 necessidade de assistência de uma pessoa
( ) 0 necessidade de assistência de duas pessoas ou supervisão para segurança
6. EM PÉ SEM SUPORTE COM OLHOS FECHADOS
24
•INSTRUÇÕES: Por favor, feche os olhos e permaneça parado por 10 segundos
( ) 4 capaz de permanecer em pé com segurança por 10 segundos
( ) 3 capaz de permanecer em pé com segurança por 10 segundos com supervisão
( ) 2 capaz de permanecer em pé durante 3 segundos
( ) 1 incapaz de manter os olhos fechados por 3 segundos mas permanecer em pé
( ) 0 necessidade de ajuda para evitar queda
7. EM PÉ SEM SUPORTE COM OS PÉS JUNTOS
•INSTRUÇÕES: Por favor, mantenha os pés juntos e permaneça em pé sem se
segurar
( ) 4 capaz de permanecer em pé com os pés juntos independentemente com
segurança por 1 minuto
( ) 3 capaz de permanecer em pé com os pés juntos independentemente com
segurança por 1 minuto, com supervisão
( ) 2 capaz de permanecer em pé com os pés juntos independentemente e se
manter por 30 segundos
( ) 1 necessidade de ajuda para manter a posição mas capaz de ficar em pé por 15
segundos com os pés juntos
( ) 0 necessidade de ajuda para manter a posição mas incapaz de se manter por 15
segundos
8. ALCANCE A FRENTE COM OS BRAÇOS EXTENDIDOS PERMANECENDO EM
PÉ
•INSTRUÇÕES: Mantenha os braços estendidos a 90 graus. Estenda os dedos e
tente alcançar a maior distância possível. (o examinador coloca uma régua no final
dos dedos quando os braços estão a 90 graus. Os dedos não devem tocar a régua
enquanto executam a tarefa. A medida registrada é a distância que os dedos
conseguem alcançar enquanto o sujeito está na máxima inclinação para frente
25
possível. Se possível, pedir ao sujeito que execute a tarefa com os dois braços para
evitar rotação do tronco.)
( ) 4 capaz de alcançar com confiabilidade acima de 25cm (10 polegadas)
( ) 3 capaz de alcançar acima de 12,5cm (5 polegadas)
( ) 2 capaz de alcançar acima de 5cm (2 polegadas)
( ) 1 capaz de alcançar mas com necessidade de supervisão
( ) 0 perda de equilíbrio durante as tentativas / necessidade de suporte externo
9. APANHAR UM OBJETO DO CHÃO A PARTIR DA POSIÇÃO EM PÉ
•INSTRUÇÕES: Pegar um sapato/chinelo localizado a frente de seus pés
( ) 4 capaz de apanhar o chinelo facilmente e com segurança
( ) 3 capaz de apanhar o chinelo mas necessita supervisão
( ) 2 incapaz de apanhar o chinelo mas alcança 2-5cm (1-2 polegadas) do chinelo e
manter o equilíbrio de maneira independente
( ) 1 incapaz de apanhar e necessita supervisão enquanto tenta
( ) 0 incapaz de tentar / necessita assistência para evitar perda de equilíbrio ou
queda
10. EM PÉ, VIRAR E OLHAR PARA TRÁS SOBRE OS OMBROS DIREITO E
ESQUERDO
•INSTRUÇÕES: Virar e olhar para trás sobre o ombro esquerdo. Repetir para o
direito. O examinador pode pegar um objeto para olhar e colocá-lo atrás do sujeito
para encorajá-lo a realizar o giro.
( ) 4 olha para trás por ambos os lados com mudança de peso adequada
26
( ) 3 olha para trás por ambos por apenas um dos lados, o outro lado mostra menor
mudança de peso
( ) 2 apenas vira para os dois lados mas mantém o equilíbrio
( ) 1 necessita de supervisão ao virar
( ) 0 necessita assistência para evitar perda de equilíbrio ou queda
11. VIRAR EM 360 GRAUS
•INSTRUÇÕES: Virar completamente fazendo um círculo completo. Pausa. Fazer o
mesmo na outra direção
( ) 4 capaz de virar 360 graus com segurança em 4 segundos ou menos
( ) 3 capaz de virar 360 graus com segurança para apenas um lado em 4 segundos
ou menos
( ) 2 capaz de virar 360 graus com segurança mas lentamente
( ) 1 necessita de supervisão ou orientação verbal
( ) 0 necessita de assistência enquanto vira
12. COLOCAR PÉS ALTERNADOS SOBRE DEDGRAU OU BANCO
PERMANECENDO EM PÉ E SEM APOIO
INSTRUÇÕES: Colocar cada pé alternadamente sobre o degrau/banco. Continuar
até cada pé ter tocado o degrau/banco quatro vezes.
( ) 4 capaz de ficar em pé independentemente e com segurança e completar 8
passos em 20 segundos
( ) 3 capaz de ficar em pé independentemente e completar 8 passos em mais de 20
segundos
( ) 2 capaz de completar 4 passos sem ajuda mas com supervisão
( ) 1 capaz de completar mais de 2 passos necessitando de mínima assistência
27
( ) 0 necessita de assistência para prevenir queda / incapaz de tentar
13. PERMANECER EM PÉ SEM APOIO COM OUTRO PÉ A FRENTE
INSTRUÇÕES: (DEMOSTRAR PARA O SUJEITO) Colocar um pé diretamente em
frente do outro. Se você perceber que não pode colocar o pé diretamente na frente,
tente dar um passo largo o suficiente para que o calcanhar de seu pé permaneça a
frente do dedo de seu outro pé. (Para obter 3 pontos, o comprimento do passo
poderá exceder o comprimento do outro pé e a largura da base de apoio pode se
aproximar da posição normal de passo do sujeito).
( ) 4 capaz de posicionar o pé independentemente e manter por 30 segundos
( ) 3 capaz de posicionar o pé para frente do outro independentemente e manter por
30 segundos
( ) 2 capaz de dar um pequeno passo independentemente e manter por 30 segundos
( ) 1 necessidade de ajuda para dar o passo mas pode manter por 15 segundos
( ) 0 perda de equilíbrio enquanto dá o passo ou enquanto fica de pé
14. PERMANECER EM PÉ APOIADO EM UMA PERNA
INSTRUÇÕES: Permaneça apoiado em uma perna o quanto você puder sem se
apoiar
( ) 4 capaz de levantar a perna independentemente e manter por mais de 10
segundos
( ) 3 capaz de levantar a perna independentemente e manter entre 5 e 10 segundos
( ) 2 capaz de levantar a perna independentemente e manter por 3 segundos ou
mais
( ) 1 tenta levantar a perna e é incapaz de manter 3 segundos, mas permanece em
pé independentemente
( ) 0 incapaz de tentar ou precisa de assistência para evitar queda
28
( ) PONTUAÇÃO TOTAL (máximo = 56)
29

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  • 1. UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ LUCAS DA SILVA BOTELHO STHEFAN BROCKAMN Benefícios do treinamento/reabilitação na melhoria do equilíbrio para Alunos que tiveram Acidente Vascular Encefálico Rio de Janeiro 2019
  • 2. UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ LUCAS DA SILVA BOTELHO STHEFAN BROCKAMN Benefícios do treinamento/reabilitação na melhoria do equilíbrio para Alunos que tiveram Acidente Vascular Encefálico Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Universidade Estácio de Sá como parte dos requisitos necessários à graduação no Curso de Educação Física. Orientador: Prof. Wagner Santos Coelho Rio de Janeiro
  • 4. LUCAS DA SILVA BOTELHO STHEFAN BROCKAMN Benefícios do treinamento/reabilitação na melhoria do equilíbrio para Alunos que tiveram Acidente Vascular Encefálico Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Universidade Estácio de Sá como parte dos requisitos necessários à graduação no Curso de Educação Física. Aprovado em __ de ________________ de 201_ BANCA EXAMINADORA ___________________________________________ Prof.: Universidade Estácio de Sá _________________________________________ Prof.: Universidade Estácio de Sá ________________________________________
  • 6. Resumo do trabalho de conclusão de curso apresentado à Universidade Estácio de Sá como parte dos requisitos necessários para obtenção do grau no Curso de Graduação em Educação Física. Benefícios do treinamento/reabilitação na melhoria do equilíbrio para Alunos que tiveram Acidente Vascular Encefálico LUCAS DA SILVA BOTELHO STHEFAN BROCKAMN Mês / Ano Orientador: Prof. Wagner dos Santos Coelho. O Acidente Vascular Encefálico (AVE) continua sendo uma das grandes preocupações da atualidade, tendo em vista ser a terceira maior causa de morte por doença no mundo, depois das doenças cardíacas e o câncer. Neste trabalho, buscamos mostrar os benefícios do treinamento que segundo (American College of Sports Medicine,2001) A prática regular de atividade física tem sido recomendada para a prevenção e reabilitação de doenças cardiovasculares e outras doenças crônicas por diferentes associações de saúde no mundo, A pratica regular de exercícios físicos apresenta efeitos benéficos na prevenção e tratamento da hipertensão arterial, resistência à insulina, diabetes, dislipidemia e obesidade. como abordagem de reabilitação para a melhoria do equilíbrio de indivíduos que sofreram AVE. Segundo (American College of Sports Medicine,2001) A prática regular de atividade física tem sido recomendada para a prevenção e reabilitação de doenças cardiovasculares e outras doenças crônicas por diferentes associações de saúde no mundo, A pratica regular de exercícios físicos apresenta efeitos benéficos na prevenção e tratamento da hipertensão arterial, resistência à insulina, diabetes, dislipidemia e obesidade.. Este projeto é um estudo de caso e foi composto por 2 pacientes com sequelas do AVE , que se reabilitam na Academia Pro Health Fitness, localizado, no Município de Teresópolis, RJ. A partir de levantamentos de artigos científicos, a pesquisa se caracterizou como descritiva de característica qualitativa. Para avaliação de valências físicas foram escolhidos um teste de equilíbrio validado, as escalas de Berg e Katz, e o teste de Avaliação Funcional de Atividades da Vida Diárias (AVDs). O objetivo do trabalho foi baseado na hipótese que o treinamento de força, buscando a melhoria nas AVDs, auxilia na evolução do equilíbrio dos pacientes pós-AVE. Através deste estudo esperamos observar como hipotese verdadeira que o treinamento como estratégia terapêutico alternativa promove resultados positivos sobre as capacidades físicas, como o equilíbrio proporcionando melhor qualidade de vida, independência funcional para os sujeitos acomentidos por essa patologia. Palavras-Chaves: Treinamento Desportivo, Reabilitação, Acidente Vascular Encefálico.
  • 7. Summary completion of course work submitted to the University Estacio de Sa as part of the requirements for obtaining the degree in the Graduate Course in Physical Education. Title LUCAS DA SILVA BOTELHO STHEFAN BROCKAMN Month / Year Guiding: Prof.: Wagner dos Santos Coelho. 7
  • 8. The work involved the theme: The Benefits of training / rehabilitation in improving balance for students who had stroke, was composed of 1 patient, who is currently 69, a 5-year patient of the Pro Health Fitness Academy, located at Nilza Chiapeta Fadigas Street, in the Municipality of Teresópolis, RJ. The study investigated the influence of how training / rehabilitation can contribute to improved balance for students who had stroke. This is a descriptive research with a qualitative approach that was designed as a field study with 1 patient from the Pro Health Fitness Academy. The objective of the study was based on the hypothesis that strength training, aiming at improving ADLs, helps in the evolution of patients' post AVE balance. It is concluded that the training / rehabilitation has in fact very positive results, having only been tested in this study in a patient who had already been rehabilitating. Keywords: Training, Rehabilitation, Vascular Brain Injury. 8
  • 9. AGRADECIMENTO Primeiramente queremos agradecer a Deus que nos proporcionou a oportunidade de chegar até aqui, e por nos capacitar para estarmos concluindo mais uma etapa de nossas vidas. Muitas foram as pessoas que contribuíram e nos ajudaram de forma direta e indireta em nossa formação acadêmica nesses nossos 3 anos de curso, e que não poderiam deixarem de ser citados, aos professores citados nosso sincero agradecimento. Queremos agradecer a nossa professora orientadora Maria Fatima Paiva que pode contribuir com os seus conhecimentos, e foi uma das responsáveis pelo nosso amadurecimento acadêmico. Aos Professores da banca, a qual tivemos o prazer de estudar, aprender e conviver e que muito nos auxiliaram durante todo período cursado. Aos nossos Familiares que sempre nos apoiaram e acreditaram no nosso potencial, para que hoje pudéssemos está concluindo o curso.
  • 10. SUMÁRIO Introdução................................................................................................... 8 Material e Método..................................................................................... 11 Análise e Discussão de Resultados........................................................... Conclusão e Recomendação...................................................................... Referências................................................................................................... Apêndices...................................................................................................... Anexos............................................................................................................ 10
  • 11. INTRODUÇÃO Nos últimos anos houve um aumento de anos vividos com algumas doenças crônicas, principalmente entre indivíduos mais velhos2 , com isso tem se tornado uma das principais preocupações na a saúde pública. Nesse contexto, destaca-se a morbidade por doenças cardiovasculares (DCV), que é considerada por estudos recentes de carga de doença como a principal responsável por anos de vida perdidos ajustados por incapacidade em idosos. No Brasil, o grupo desta mesma faixa etária da população apresentou um aumento de 33,65% no período de 2000 a 2009, e com isso as Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) começaram a ter mais predominância, destacando as Doenças Cardiovasculares (DCV), que de acordo com estudos, é a principal causa de óbitos em ambos os sexos no Brasil. Dentro do grupo das DCV, o Acidente Vascular Encefálico (AVE) passou a ser uma das causas da mortalidade e incapacitação. Dos países da América Latina, o Brasil tem apresentado as maiores taxas de morte por AVE, sendo que as mulheres a principal causa de óbitos. E ainda assim os índices de mortalidade tem tido uma queda nas últimas décadas, a taxa se mantém alta. O AVE é considerado a terceira maior causa de morte natural na população adulta do mundo, atrás do câncer e do infarto. (DIJKHUIZEN,2003; MACKAY; MENSAH, 2004). Nos últimos anos a AVE só vem perdendo para o Infarto Agudo do Miocárdio, como principal causa de morte no mundo, sendo responsável por 6, 7 milhões de óbitos em 2012. No Brasil, o AVE representa a primeira causa de morte e incapacidade no País, o que cria grande impacto econômico e social, embora exista um declínio nas taxas de mortalidade. Dados de estudo nacional indicaram incidência anual de 108 casos por 100 mil habitantes, taxa de mortalidade de 18,5% aos 30 dias e de 30,9%, aos 12 meses, com índice de recorrência após um ano de 15,9% (BRASIL, 2013). Em 2014 o grupo com 80 anos ou mais representou aproximadamente 37% dos óbitos e a incidência foi semelhante em ambos os gêneros, 50,1% dos casos em homens. A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que até 2030, o AVE continue sendo a segunda maior causa de mortes no mundo, sendo responsável por 12,2% dos óbitos previstos para o ano. A grande maioria da população é atingida pela AVE isquêmica na faixa etária de 65 anos, tendo como principais fatores de riscos; A hipertensão arterial, alteração nos níveis de colesterol, doenças cardíacas, diabetes e má formação arteriovenosa cerebral. 11
  • 12. O AVE isquêmico é a interrupção do fluxo sanguíneo em uma região encefálica, sendo causado por trombos, placas de ateroma que ficam na parede do vaso sanguíneo. No momento que o trombo se desloca e segue pela corrente sanguínea, ele pode chegar a uma das artérias cerebrais causando obstrução. O AVE hemorrágico por outro lado, é o extravasamento de sangue no tecido nervoso, podendo ser causado por hipertensão, traumas e aneurisma. Atualmente, é observado um grande aumento da população jovem com sintomas do AVE, pelo simples fato, do aumento do tabagismo, uso excessivo de bebidas alcoólicas, sedentarismo, obesidade dentre outros fatores do estilo de vida. Dentre as principais consequências ocorrem limitações funcionais importantes, como alteração nos tônus musculares, distúrbios nos movimentos, como déficits sensoriais, ombro doloroso, alterações perceptuais, podem interferir diretamente no aspecto funcional. Winnick (2004), diz que as pessoas que sobrevivem ao Acidente Vascular Encefálico, podem apresentar graus variados de deficiências, desde a perda mínima de função até a dependência total, devido à natureza do sistema arterial do cérebro, o AVE costuma causar paralisia parcial ou total em um dos lados do corpo, essa paralisia pode afetar um membro (monoplegia), um segmento do corpo ou um lado inteiro (hemiplegia). Os portadores de hemiplegia do lado esquerdo provavelmente terão dificuldades de realizar tarefas perceptivo-espaciais, (que envolvem a capacidade de avaliar a distância, tamanho, posição, índice de movimentos, formas e relação entre as partes e o todo). A Síndrome metabólica trata de um conjunto de alterações fisiopatológicas simultâneas que aumentam o risco de doenças cardiovasculares. As principais alterações fisiopatológicas se referem aos distúrbios metabólicos, tendo origem nos carboidratos, em particular no metabolismo da glicose. Na primeira definição oficial da síndrome metabólica, pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo (American College of Sports Medicine,2001) A prática regular de atividade física tem sido recomendada para a prevenção e reabilitação de doenças cardiovasculares e outras doenças crônicas por diferentes associações de saúde no mundo, A pratica regular de exercícios físicos apresenta efeitos benéficos na prevenção e tratamento da hipertensão arterial, resistência à insulina, diabetes, dislipidemia e obesidade. 12
  • 13. A Atividade Física tem benefícios na reabilitação, prevenção e até nas fases aguda, subaguda e crônica da AVE. Alguns aspectos que melhoram com o exercício físico, e a redução da pressão arterial, perfil lipídio, sensibilidade à insulina, peso corporal, coagulação sanguínea e fibrinólise. Muitas estratégias podem ser utilizadas no caso de pacientes que sofrem do AVE, como a atividade aeróbica, exercícios de força, entre outros. Há três maneiras possíveis de o indivíduo com lesão cerebral poder recuperar as capacidades funcionais perdidas: recuperação espontânea, restituição ou compensação da função perdida. A reabilitação é possível graças à enorme capacidade do cérebro em aprender e mudar. Hoje em dia sabe-se que as células de outras áreas do cérebro não afetadas podem assumir determinadas funções realizadas pelas células da área afetada. A este fenómeno dá-se o nome de neuroplasticidade. O começo da reabilitação só pode ser iniciado quando a situação clínica do doente se estabiliza, sendo possível fazer um trabalho com a recuperação funcional. Com a independência motora sendo a primeira etapa a ser treinada, aonde a dificuldade aparece, pois, muitos pacientes estão paralisados ou bastante limitados o movimento, buscando facilitar as Atividades de Vida Diárias (AVD). A Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) é o fator de risco mais importante para as Doenças Cardiovasculares (DCV). Cerca de 80% das mortes por acidente vascular cerebral (AVC) e 40% dos óbitos por doença coronariana tem influência direta da HAS; E cerca de 5% das mortes são diretamente ligadas as doenças hipertensivas (CESARINO, E. J, 2002). O objetivo do trabalho se baseia na hipótese que o treinamento de força, buscando a melhoria nas AVDs, auxilia na evolução do equilíbrio dos pacientes pós AVE, tem de fato resultados bem positivos, tendo sido apenas testado neste estudo em um paciente que já vinha realizando sua reabilitação. 13
  • 14. MATERIAIS E MÉTODOS O grupo investigado foi composto por 2 pacientes, o Luiz Carlos dos Santos, que atualmente está com 69 anos e o Luis Carlos da Motta, que atualmente está com 70 anos, que sofreu a 4 anos o AVE, pacientes da Academia Pro Health Fitness localizado, na Rua Nilza Chiapeta Fadigas, no Município de Teresópolis, RJ, pesquisa feita com paciente. O paciente Luiz Carlos dos Santos sofreu do AVE a 4 anos, com uma sequela da doença, aonde o seu lado direito do corpo enrijeceu, e assim teve dificuldade de locomoção. Já o paciente Luis Carlos da Motta, passou pelo mesmo AVE, e que a diferença e que ele só teve sequelas nos membros inferiors, aonde ele fica impossibilitado de fazer a dorsiflexão. Pode-se qualificar esta pesquisa como qualitativa por dar relevância a aspectos peculiares e abordar em profundidade esses aspectos da empresa estudada. A pesquisa qualitativa caracteriza-se pela ausência da estatística no processo de análise do problema. Pode-se dizer que este método é adequado para pesquisas que visam o aprofundamento de fenômenos sociais, sendo assim o mais adequado para este trabalho. Segundo Merriam (1998, p. 5) pesquisa qualitativa “é um conceito guarda-chuva cobrindo algumas formas de investigação que nos ajuda a entender e explicar o significado do fenômeno social com a menor quebra possível do ambiente natural”. A pesquisa realizada pode ser classificada em dois aspectos, quanto aos fins e quanto aos meios (VERGARA, 2005). Quanto aos fins, a pesquisa foi descritiva, pois tentou-se descrever como os projetos sociais são executados, o tipo de governança adotada, o foco dos projetos e os resultados auferidos. Quanto aos meios, a pesquisa pode ser caracterizada como bibliográfica e estudo de caso. Bibliográfica, pois para fundamentação teórica do trabalho foi realizada investigação sobre os assuntos pertinentes ao tema e aos objetivos da pesquisa. Já o estudo de caso se caracteriza pelo caráter de profundidade e detalhamento, focando esforços em uma unidade de análise, neste caso, a empresa denominada Lubnor. Segundo Merriam (1998), estudo de caso qualitativo é uma descrição e análise intensiva de um fenômeno ou unidade social. E pode ser ainda caracterizado como uma pesquisa empírica que investiga o fenômeno no contexto 14
  • 15. da vida real (YIN, 1994) e ocorre em um contexto delimitado (MILES e HUBERMAN, 1994 apud MERRIAM, 1998) O presente trabalho atende as Normas para Realização de Pesquisa em Seres Humanos, Resolução 196/96, do Conselho Nacional de Saúde de 10/10/1996. Todos os participantes do estudo concordaram em assinar o termo de participação consentida (Contendo: objetivo do estudo, procedimentos de avaliação, possíveis consequências, caráter de voluntariedade da participação do sujeito e inserção de responsabilidade por parte do avaliador e da Estácio) que podem ser vistos em Anexo A. Além disso, foi também elaborado um Termo de Informação à Instituição na qual se realizou a pesquisa, com os mesmos itens de participação consentida (Anexo B). Os procedimentos experimentais consistiram em uma ordem de coleta de dados que partiu da apresentação dos objetivos, riscos e inconvenientes dos estudo, com adesão livre e voluntária de cada sujeito, na primeira visita. Na segunda visita os indivíduos executar a bateria de testes para avaliar o equilíbrio. Para tanto, foi adotada a bateria de testes proposta por Berg (1992.) que consiste em 14 testes que avaliam.... Tratou-se de uma aplicação de teste, sendo a Escala de Equilíbrio de Berg e a Escalas de Avaliação Funcional de Atividades da Vida Diárias (AVDs). Tipo de Pesquisa Variáveis da Pesquisa População e Amostra Ética na Pesquisa O presente trabalho atende as Normas para Realização de Pesquisa em Seres Humanos, Resolução 466/12, do Conselho Nacional de Saúde de 12/12/2012. Todos os participantes do estudo concordaram em assinar o termo de participação consentida (Contendo: objetivo do estudo, procedimentos de avaliação, possíveis consequências, caráter de voluntariedade da participação do sujeito e inserção de responsabilidade por parte do avaliador e da Estácio) que podem ser 15
  • 16. vistos em Anexo A. Além disso, foi também elaborado um Termo de Informação à Instituição na qual se realizou a pesquisa, com os mesmos itens de participação consentida (Anexo B). Obs.: O texto acima é considerado padrão pela instituição e não deve ser alterado. Devendo desta forma constar em todos os trabalhos de forma idêntica. Instrumento Procedimento Cronograma 2011.1 2011.2 Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Escolha do tema X Revisão de literatura X X X X X X X X X X X Seleção da população e amostra X Seleção do Instrumento X Encaminhamento ao Comitê de Ética X Coleta dos dados X X X Análise dos dados X X Elaboração da discussão dos resultados e conclusão do estudo X Entrega da versão para avaliação da banca examinadora X Apresentação para banca examinadora X Entrega da versão final X Obs.: O cronograma apresentado acima é um exemplo da forma e conteúdo de como deve ser o modelo realizado em cada estudo. Tratamento Estatístico 16
  • 17. Obs.: O texto que compõe a parte de Material e Método deverá seguir em seus parágrafos a seqüência dos tópicos apresentados acima, porém não constará os seus nomes como sub-título dos parágrafos. ANÁLISE E DISCUSSÃO DE RESULTADOS CONCLUSÃO E RECOMENDAÇÕES REFERÊNCIAS Obs.: Ter no mínimo de 10 (dez) a 15 (quinze) artigos com publicação inferior a 5 anos e 03 (três) livros para cada assunto abordado no trabalho. 17
  • 18. APÊNDICE A - Obs.: Os Apêndices são documentos ou instrumentos desenvolvidos e de autoria dos autores do trabalho utilizados na pesquisa. 18
  • 19. ANEXO A – TERMO DE CONSENTIMENTO Eu, ______________________________________________, residente a rua _______________________________________________, telefone nº _________________, autorizo minha participação no estudo “Título do Trabalho”. Estou que serei submetido a uma bateria de testes com o objetivo de avaliar os _____________________________________________________. Durante a realização destes procedimentos, sobre os quais receberei prévia e detalhada explicação, autorizo a realização de todos os procedimentos de rotina destes protocolos, bem como a utilização dos resultados dos testes em trabalhos científicos, desde que não haja veiculação de minha identidade. Caso alguma anormalidade seja detectada antes ou durante a coleta de dados deste estudo, minha participação será automaticamente vetada, sendo de minha responsabilidade a procura dos tratamentos cabíveis. Estou ciente também que posso abandonar este estudo a qualquer momento, sem que nenhuma implicação recaia sobre mim, além de concordar para fins científicos com a utilização das informações obtidas nesse estudo, desde que não seja divulgada minha identificação. Rio de Janeiro, _____ de _________________ de 200_. ____________________________________ voluntário ____________________________________ Termo de Consentimento elaborado em concordância à portaria no 196 de 10/10/1996 do Conselho Nacional de Saúde – Diretrizes e Normas para a Realização de Experimentos com Seres Humanos. TERMO DE CONSENTIMENTO 19
  • 20. ANEXO B – TERMO DE INFORMAÇÃO À INSTITUIÇÃO Termo de Informação à Instituição De: Para: Assunto: Venho por meio desta solicitar autorização para realização da pesquisa “Título do Trabalho”, no _______________________________________________ Os avaliados foram submetidos a uma bateria de testes com o objetivo de avaliar os ______________________________________. Durante a realização destes procedimentos, sobre os quais receberam prévia e detalhada explicação, autorizaram a realização de todos os procedimentos de rotina destes protocolos, bem como a utilização dos resultados dos testes em trabalhos científicos, desde que não haja veiculação de minha identidade. Caso alguma anormalidade seja detectada antes ou durante a coleta de dados deste estudo, o teste será interrompido, sendo de inteira responsabilidade do avaliado a procura dos tratamentos cabíveis. Todos estão cientes também que podem abandonar este estudo a qualquer momento, sem que nenhuma implicação recaia sobre eles, além de concordarem com a utilização das informações obtidas nesse estudo para fins científicos, desde que não sejam divulgadas suas identificações. Atenciosamente, 20
  • 21. ANEXO C – ESCALA DE BERG Escala de Equilíbrio de Berg Nome: data: Tarefas Pontuação (0- 4) 1. Sentado para em pé 2. Em pé sem apoio 3. Sentado sem apoio 4. Em pé para sentado 5. Transferências 6. Em pé com os olhos fechados 7. Em pé com os pés juntos 8. Reclinar à frente com os braços estendidos 9. Apanhar objeto do chão 10. Virando-se para olhar para trás 11. Girando 360 graus 12. Colocar os pés alternadamente sobre um banco 13. Em pé com um pé em frente ao outro 14. Em pé apoiado em um dos pés Total 21
  • 22. 56 a 54, cada ponto a menos é associado a um aumento de 3 a 4% abaixo no risco de quedas. 54 a 46 a alteração de um ponto é associada a um aumento de 6 a 8% de chances de queda. Abaixo de 36 pontos o risco de quedas é quase de 100%. Este teste é constituído por uma escala de 14 tarefas comuns que envolvem o equilíbrio estático e dinâmico tais como alcançar, girar, transferir-se, permanecer em pé e levantar-se. A realização das tarefas é avaliada através de observação e a pontuação varia de 0 – 4 totalizando um máximo de 56 pontos. Estes pontos devem ser subtraídos caso o tempo ou a distância não sejam atingidos, o sujeito necessite de supervisão para a execução da tarefa, ou se o sujeito apóia-se num suporte externo ou recebe ajuda do examinador. INSTRUÇÕES GERAIS 1. Demonstre cada tarefa e/ou instrua o sujeito da maneira em que está escrito abaixo. Quando reportar a pontuação, registre a categoria da resposta de menor pontuação relacionada a cada item. 2. Na maioria dos itens pede-se ao sujeito manter uma dada posição por um tempo determinado. Progressivamente mais pontos são subtraídos caso o tempo ou a distância não sejam atingidos, caso o sujeito necessite de supervisão para a execução da tarefa, ou se o sujeito apóia-se num suporte externo ou recebe ajuda do examinador. 3. É importante que se torne claro aos sujeitos que estes devem manter seus equilíbrios enquanto tentam executar a tarefa. A escolha de qual perna permanecerá como apoio e o alcance dos movimentos fica a cargo dos sujeitos. Julgamentos inadequados irão influenciar negativamente na performance e na pontuação. 4. Os equipamentos necessários são um cronômetro (ou relógio comum com ponteiro dos segundos) e uma régua ou outro medidor de distância com fundos de escala de 5, 12,5 e 25cm. As cadeiras utilizadas durante os testes devem ser de altura razoável. Um degrau ou um banco (da altura de um degrau) pode ser utilizado para o item #12. • SENTADO PARA EM PÉ 22
  • 23. INSTRUÇÕES: Por favor, fique de pé. Tente não usar suas mãos como suporte. ( ) 4 capaz de permanecer em pé sem o auxílio das mãos e estabilizar de maneira independente ( ) 3 capaz de permanecer em pé independentemente usando as mãos ( ) 2 capaz de permanecer em pé usando as mão após várias tentativas ( ) 1 necessidade de ajuda mínima para ficar em pé ou estabilizar ( ) 0 necessidade de moderada ou máxima assistência para permanecer em pé 2. EM PÉ SEM APOIO INSTRUÇÕES: Por favor, fique de pé por dois minutos sem se segurar em nada. ( ) 4 capaz de permanecer em pé com segurança por 2 minutos ( ) 3 capaz de permanecer em pé durante 2 minutos com supervisão ( ) 2 capaz de permanecer em pé durante 30 segundos sem suporte ( ) 1 necessidade de várias tentativas para permanecer 30 segundos sem suporte ( ) 0 incapaz de permanecer em pé por 30 segundos sem assistência •Se o sujeito é capaz de permanecer em pé por 2 minutos sem apoio, marque pontuação máxima na situação sentado sem suporte. Siga diretamente para o item #4. 3. SENTADO SEM SUPORTE PARA AS COSTAS MAS COM OS PÉS APOIADOS SOBRE O CHÃO OU SOBRE UM BANCO •INSTRUÇÕES: Por favor, sente-se com os braços cruzados durante 2 minutos. ( ) 4 capaz de sentar com segurança por 2 minutos ( ) 3 capaz de sentar com por 2 minutos sob supervisão 23
  • 24. ( ) 2 capaz de sentar durante 30 segundos ( ) 1 capaz de sentar durante 10 segundos ( ) 0 incapaz de sentar sem suporte durante 10 segundos 4. EM PÉ PARA SENTADO INSTRUÇÕES: Por favor, sente-se. ( ) 4 senta com segurança com o mínimo uso das mão ( ) 3 controla descida utilizando as mãos ( ) 2 apóia a parte posterior das pernas na cadeira para controlar a descida ( ) 1 senta independentemente mas apresenta descida descontrolada ( ) 0 necessita de ajuda para sentar 5. TRANSFERÊNCIAS •INSTRUÇÕES: Pedir ao sujeito para passar de uma cadeira com descanso de braços para outra sem descanso de braços (ou uma cama) ( ) 4 capaz de passar com segurança com o mínimo uso das mãos ( ) 3 capaz de passar com segurança com uso das mãos evidente ( ) 2 capaz de passar com pistas verbais e/ou supervisão ( ) 1 necessidade de assistência de uma pessoa ( ) 0 necessidade de assistência de duas pessoas ou supervisão para segurança 6. EM PÉ SEM SUPORTE COM OLHOS FECHADOS 24
  • 25. •INSTRUÇÕES: Por favor, feche os olhos e permaneça parado por 10 segundos ( ) 4 capaz de permanecer em pé com segurança por 10 segundos ( ) 3 capaz de permanecer em pé com segurança por 10 segundos com supervisão ( ) 2 capaz de permanecer em pé durante 3 segundos ( ) 1 incapaz de manter os olhos fechados por 3 segundos mas permanecer em pé ( ) 0 necessidade de ajuda para evitar queda 7. EM PÉ SEM SUPORTE COM OS PÉS JUNTOS •INSTRUÇÕES: Por favor, mantenha os pés juntos e permaneça em pé sem se segurar ( ) 4 capaz de permanecer em pé com os pés juntos independentemente com segurança por 1 minuto ( ) 3 capaz de permanecer em pé com os pés juntos independentemente com segurança por 1 minuto, com supervisão ( ) 2 capaz de permanecer em pé com os pés juntos independentemente e se manter por 30 segundos ( ) 1 necessidade de ajuda para manter a posição mas capaz de ficar em pé por 15 segundos com os pés juntos ( ) 0 necessidade de ajuda para manter a posição mas incapaz de se manter por 15 segundos 8. ALCANCE A FRENTE COM OS BRAÇOS EXTENDIDOS PERMANECENDO EM PÉ •INSTRUÇÕES: Mantenha os braços estendidos a 90 graus. Estenda os dedos e tente alcançar a maior distância possível. (o examinador coloca uma régua no final dos dedos quando os braços estão a 90 graus. Os dedos não devem tocar a régua enquanto executam a tarefa. A medida registrada é a distância que os dedos conseguem alcançar enquanto o sujeito está na máxima inclinação para frente 25
  • 26. possível. Se possível, pedir ao sujeito que execute a tarefa com os dois braços para evitar rotação do tronco.) ( ) 4 capaz de alcançar com confiabilidade acima de 25cm (10 polegadas) ( ) 3 capaz de alcançar acima de 12,5cm (5 polegadas) ( ) 2 capaz de alcançar acima de 5cm (2 polegadas) ( ) 1 capaz de alcançar mas com necessidade de supervisão ( ) 0 perda de equilíbrio durante as tentativas / necessidade de suporte externo 9. APANHAR UM OBJETO DO CHÃO A PARTIR DA POSIÇÃO EM PÉ •INSTRUÇÕES: Pegar um sapato/chinelo localizado a frente de seus pés ( ) 4 capaz de apanhar o chinelo facilmente e com segurança ( ) 3 capaz de apanhar o chinelo mas necessita supervisão ( ) 2 incapaz de apanhar o chinelo mas alcança 2-5cm (1-2 polegadas) do chinelo e manter o equilíbrio de maneira independente ( ) 1 incapaz de apanhar e necessita supervisão enquanto tenta ( ) 0 incapaz de tentar / necessita assistência para evitar perda de equilíbrio ou queda 10. EM PÉ, VIRAR E OLHAR PARA TRÁS SOBRE OS OMBROS DIREITO E ESQUERDO •INSTRUÇÕES: Virar e olhar para trás sobre o ombro esquerdo. Repetir para o direito. O examinador pode pegar um objeto para olhar e colocá-lo atrás do sujeito para encorajá-lo a realizar o giro. ( ) 4 olha para trás por ambos os lados com mudança de peso adequada 26
  • 27. ( ) 3 olha para trás por ambos por apenas um dos lados, o outro lado mostra menor mudança de peso ( ) 2 apenas vira para os dois lados mas mantém o equilíbrio ( ) 1 necessita de supervisão ao virar ( ) 0 necessita assistência para evitar perda de equilíbrio ou queda 11. VIRAR EM 360 GRAUS •INSTRUÇÕES: Virar completamente fazendo um círculo completo. Pausa. Fazer o mesmo na outra direção ( ) 4 capaz de virar 360 graus com segurança em 4 segundos ou menos ( ) 3 capaz de virar 360 graus com segurança para apenas um lado em 4 segundos ou menos ( ) 2 capaz de virar 360 graus com segurança mas lentamente ( ) 1 necessita de supervisão ou orientação verbal ( ) 0 necessita de assistência enquanto vira 12. COLOCAR PÉS ALTERNADOS SOBRE DEDGRAU OU BANCO PERMANECENDO EM PÉ E SEM APOIO INSTRUÇÕES: Colocar cada pé alternadamente sobre o degrau/banco. Continuar até cada pé ter tocado o degrau/banco quatro vezes. ( ) 4 capaz de ficar em pé independentemente e com segurança e completar 8 passos em 20 segundos ( ) 3 capaz de ficar em pé independentemente e completar 8 passos em mais de 20 segundos ( ) 2 capaz de completar 4 passos sem ajuda mas com supervisão ( ) 1 capaz de completar mais de 2 passos necessitando de mínima assistência 27
  • 28. ( ) 0 necessita de assistência para prevenir queda / incapaz de tentar 13. PERMANECER EM PÉ SEM APOIO COM OUTRO PÉ A FRENTE INSTRUÇÕES: (DEMOSTRAR PARA O SUJEITO) Colocar um pé diretamente em frente do outro. Se você perceber que não pode colocar o pé diretamente na frente, tente dar um passo largo o suficiente para que o calcanhar de seu pé permaneça a frente do dedo de seu outro pé. (Para obter 3 pontos, o comprimento do passo poderá exceder o comprimento do outro pé e a largura da base de apoio pode se aproximar da posição normal de passo do sujeito). ( ) 4 capaz de posicionar o pé independentemente e manter por 30 segundos ( ) 3 capaz de posicionar o pé para frente do outro independentemente e manter por 30 segundos ( ) 2 capaz de dar um pequeno passo independentemente e manter por 30 segundos ( ) 1 necessidade de ajuda para dar o passo mas pode manter por 15 segundos ( ) 0 perda de equilíbrio enquanto dá o passo ou enquanto fica de pé 14. PERMANECER EM PÉ APOIADO EM UMA PERNA INSTRUÇÕES: Permaneça apoiado em uma perna o quanto você puder sem se apoiar ( ) 4 capaz de levantar a perna independentemente e manter por mais de 10 segundos ( ) 3 capaz de levantar a perna independentemente e manter entre 5 e 10 segundos ( ) 2 capaz de levantar a perna independentemente e manter por 3 segundos ou mais ( ) 1 tenta levantar a perna e é incapaz de manter 3 segundos, mas permanece em pé independentemente ( ) 0 incapaz de tentar ou precisa de assistência para evitar queda 28
  • 29. ( ) PONTUAÇÃO TOTAL (máximo = 56) 29