O projeto pombalino de inspiração iluminista

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O projeto pombalino de inspiração iluminista

  1. 1. Trabalho realizado por:Stelian Ravas Nº23 11ºH
  2. 2. introduçãoNo âmbito da disciplina de História, foi-nos proposto, pelaprofessora Célia Costa, realização de um trabalhoindividual . Escolhi o tema “O Projeto Pombalino deInspiração Iluminista” escolhi esse tema porque consideroser o mais importante , pois aborda situações politicas, economicas e sociais.
  3. 3. Marquês de Pombal O nome do Marquês de Pombal era Sebastião José de Carvalho e Melo, mas todos o conheciam por este título, que lhe foi dado pelo rei D.José. Durante o seu trabalho como ministro o Marquês fez muitas reformas , que agradaram a algums , mas na altura desagradaram a muitos .
  4. 4. Séc. XVI ao XVIII Em meados do séc. XVI a prosperidade do comércio colonial portugues vinha a decair. Esta situação da crise veio a agravar-se devido às medidas mercantilistas utilizadas nos vários paises europeus , de uma conjuntura adversa, a concorrência do estrangeiro no tráfego do acúcar, tabaco e dos escravos. Isto levou a que a dificuldade de escoamento dos produtos coloniais portugueses aumentasse.
  5. 5. O Despotismo Esclarecido O Despotismo Esclarecido era uma forma de governar característica da Europa Continental da segunda metade do séc.XVIII , sobretudo do Leste da Europa , em estados como a Áustria , Prússia e Rússia. Isto porque eram estados com a economia em geral atrasada e essencialmente agricola , em que a burguesia era muito fraca e tinha pouco poder político. Assim , o estado teve de substituir a iniciativa privada elaborando reformas administrativas e juridicas , controlando a economia e orientando a educação.
  6. 6. Sociedade A política social de Marquês de Pombal procurou abulir as resistências ao poder absoluto, chamando para a corte os mais altos escalões de ordem mobiliárquica , concedendo-lhes cargos e rendas e procurando liga-los à governação. O Marquês adoptou algumas medidas de disciplina e de repressão da autonomia da grande nobreza, e tambem medidas de disciplina ao clero.
  7. 7. Economia As reformas económicas do Marquês de Pombal favoreceram a ascensão da burguesia mercantil e financeira. O comércio foi considerado uma actividade e profissão nobre , necessária e lucrativa , sendo os comerciantes autorizados a instituir morgadios. Marquês de Pombal desenvolvewu uma politica económica de regresso às ideas mercantilistas , procurando assim recuperar a economia portuguesa.
  8. 8. A Burguesia As medidas do marquês para desenvolver a economia e para reduzir o poder dos grupos privilegiados favoreceram o desenvolvimento de uma nova sociedade. A burguesia foi protegida pelo Marquês de Pombal que a estimulou a participar nas campanhas comerciais como accionistas, no comércio de vinhos , tabaco , sal e algodão com os paises do Norte da Europa.
  9. 9. Modernização do Estado Marquês de Pombal iniciou a moderização do Estado com a intervenção de contabilizar o poder de procurar uma maior eficácia dos serviços públicos formando novos organismos :1. A Junta do Comércio2. O Erário Régio3. A Junta de Providência Literária
  10. 10. O Marquês de Pombal empreendeu uma politica de fomento da industria: Reorganizou as fábricas reais de lanificios Fundou e renovou fábricas de vidros , louças , cutelarias e de fundição Fundou a primeira fábrica de refinação de açúcar Contratou técnicos estrangeiros para melhorarem a produção Aplicou medidas proteccionistas para os produtos nacionais
  11. 11. Companhias Monopolistas Companhia para o comércio com o Oriente Companhia do Grão-Pará e Maranhão Companhia para o comércio dos Ajouas e dos Macuas Companhia Geral dos Reais Pescas do Reino do Algarve Companhia Geral da Agricultura dos Vinhos do Alto Douro
  12. 12. Reformas Sociais Proibição da escravatura no Reino Reforma do ensino Criação do real colégio dos nobres Criação da aula do comércio para os filhos dos burgueses Fundação das escolas menores, entre elas as de ler, escrever e contar, que eram oficiais e gratuitas Reforma da universidade de Coimbra
  13. 13. Ordenação do espaço urbano Os objectivos do despotismo  Traçado geométrico esclarecido da centralização politica  Ruas largas e rectilíneas e do nivelamento social tiveram  Subordinações dos projectos tradução nas cidades da Europa das particulares à unidade do Luzes na adopção de uma maior conjunto, isto é, todas as casas eram uniformização arquitectónica. No iguais porque havia nivelamento no entanto, estas novas orientações só espaço. poderiam ser executadas em larga escala nas reconstruções que se  Sentido prático ex: o sistema seguissem a uma catástrofe. Foi o “gaiola” ou anti-sísmico que aconteceu com a reconstrução  Valorização da burguesia – pombalina da Baixa de Lisboa, após transformação do Terreiro do Paço o grande terramoto de 1 de em Praça do comércio Novembro de 1755. Esta reconstrução foi orientada de acordo com o racionalismo iluminista da época que ditou as seguintes características:
  14. 14. Fim

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