Semanal 28 06 10

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Semanal 28 06 10

  1. 1. Relatório Semanal 28 de Junho de 2010 Cenário Econômico Durante a semana foram publicados importantes indicadores da economia dos Estados Unidos. Por aqui, o Ibovespa fechou com uma leve alta. No início da semana, as bolsas começaram com sinalização positiva devido à decisão da China de flexibilizar a cotação de sua moeda, o yuan. No entanto, o desempenho dos mercados perdeu força com dados negativos da economia da Europa e também dos EUA. Este cenário contribuiu para um cenário pessimista. O Dow Jones fechou a semana com queda de 2,9% aos 10.145 pontos. Já o S&P 500 perdeu 3,6% aos 1.077 pontos. O Ibovespa acabou recuperando e fechou positivo em 0,60%.Essa recuperação se deu em função da recuperação dos preços das commodities. Logo no inicio da semana tivemos forte evolução dos preços dos ativos e ações ligados ao segmento de commodities, com o Brasil e empresas locais sendo as beneficiadas deu um certo otimismo. Os mercados abriram em alta e depois foram recuando durante o dia, assim que os investidores foram assimilando a informação sobre como seria a correção do Yuan e foi percebido que era apenas um lance político internacional. A partir daí o que se viu foram investidores estressados e buscando aplicações mais conservadoras, fugindo de riscos. O que podemos observar que ainda existe uma certa fragilidade na recuperação econômica e diversos países com necessidades de fazer cortes no orçamento para fazer ajuste fiscal inclusive o Brasil, mas foi mais um jogado de marketing do governo que propriamente fazer corte. 1/3
  2. 2. Relatório Semanal 28 de Junho de 2010 Destaque de alta na semana Usiminas PNA - 9,48 % - As boas noticias sobre investimentos para a Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas. A Usiminas informou que pretende aumentar sua participação no mercado interno, e a demanda por produtos siderúrgicos para esses eventos será muito grande. As perspectivas são de que os preços do aço no mercado internacional parem de cair e retomem o movimento de alta. OGX Petróleo - 8,53 % A OGX arrematou cinco blocos exploratórios em três bacias terrestres na Colômbia. Os blocos adquiridos totalizam uma área de aproximadamente 12,5 mil Km² em bacias sedimentares terrestres de diferentes estágios de maturidade, que apresentam relevante potencial exploratório. A OGX se comprometeu com investimentos de aproximadamente US$ 125 milhões ao longo dos três anos do programa exploratório inicial, que compreende a aquisição de dados sísmicos e a perfuração de poços. Com este resultado, a companhia amplia sua fronteira de atuação e o portfólio passa a ser composto por 34 blocos exploratórios, dos quais 12 terrestres e 22 marítimos, totalizando uma rede de 41 mil KM². Marfrig ON - 6,33 % A Marfrig anunciou a compra da Keystone Foods, por US$ 1,26 bilhão, operação que será financiada por meio da emissão da privada de debêntures. Em um primeiro momento a reação dos investidores ao anúncio foi desfavorável, levando à queda das ações. Apesar de considerado estrategicamente positivo, o negocio surpreendeu o mercado. Após o mercado ter assimilado melhor a operação, as ações da companhia apresentaram recuperação na semana. A compra da Keystone está alinhada com a estratégia de diversificação geográfica da Marfrig, bem como de crescimento em Food service. A Keystone distribuiu alimentos nos EUA, Europa, Ásia e Oriente Médio, conferindo à Marfrig acesso e estes dois últimos mercados, onde ainda não tinha presença. A Keystone é fornecedora para toda a cadeia internacional do McDonald`s, vende também para a Campbell´s, Subway,ConAgra, Yum Brands e Chipottle. As sinergias inicialmente estimadas são da ordem de US$ 100 milhões em dois anos. Destaque de queda na semana Vivo PN – (4,35 %) - A Telefônica confirmou à CVM a redução de sua participação na Portugal Telecom, grupo com a qual divide indiretamente o controle acionário da Vivo através da Holding holandesa Brasilcel. A venda tem por objetivo transferir o direito do voto na assembléia que deliberará sobre a oferta lançada pelo grupo espanhol para aquisição de 50% do capital social da Brasilcel, convocada para o próximo dia 30 de junho. O direito de voto da Telefônica estava sendo questionado em função da existência de conflito de interesses. O desempenho dos papéis da Vivo registraram queda diante da interpretação do mercado quanto à possibilidade de não ocorrer novo aumento do valor da oferta dos espanhóis. 2/3
  3. 3. Relatório Semanal 28 de Junho de 2010 CCR Rodovias ON – (0,78 %) O mercado não viu com bons olhos a venda da fatia que a Brisa possuía na CCR. Ficou a impressão que a Brisa não enxerga perspectivas de valorização para a companhia. Além disso, os sócios remanescentes adquiriram menos de 40% do total das ações ofertadas pela Brisa. Petrobras PN – (5,36 %) As ações da companhia foram penalizadas pelo anúncio do adiamento da oferta pública de ações de julho para setembro. O motivo foi a contratação pela ANP da certificadora para avaliar os até cinco bilhões de barris objeto da onerosa que a União fará à petrolífera. A consultoria Gaffney entregará o Laudo no decorrer de agosto, daí a postergação da operação de capitalização para setembro. O mercado não reagiu bem a notícia, muito embora a oferta venha a ser realizada já com a definição do valor dos barris a partir de laudo obtido pela ANP, e não por laudo preliminar da consultoria contratada pela Petrobras, o que poderia trazer a necessidade de ajustes a posteriori. A questão é que as incertezas em torno da capitalização se arrastarão por tempo maior, além da operação vir a coincidir com o conturbado período das campanhas para eleição presidencial de outubro. Disclaimer i Atendimento Souza Barros São Paulo (11) 32492-6900 0800 77 123 00 www.souzabarros.com.br Analista CNPI: Clodoir Vieira Trainee: Renato Heidorn i Disclaimer - Sua(s) recomendação(ões), aqui expressa(s), refletem única e exclusivamente sua(s) opinião(ões) pessoal(is) e foram elaboradas de forma independente e autônoma, inclusive em relação à Corretora Souza Barros Câmbio e títulos S.A - (Souza Barros), a quem estão vinculados; 2- Não mantém vínculo com pessoa(s) natural(is) que atuem no âmbito da(s) companhia(s) analisada(s); 3- A Souza Barros, para a qual trabalha(m), não possui participação acionária igual ou superior a 1% do capital social da(s) companhia(s) analisada(s); 4- Não possui(em) valores mobiliários da(s) companhia(s) analisada(s) que ultrapassem 5% de seu patrimônio pessoal, nem estão envolvidos na negociação de seus valores mobiliários; 5- ele(s) e a Souza Barros não recebem remuneração por serviços prestados, ou apresenta(m) relações comerciais com a(s) companhia(s) analisada(s), ou com pessoas naturais, ou jurídicas, fundos, ou universalidade de direitos que atuem representando o mesmo interesse desta(s); 6- não possui(em) remuneração, ou esquema de compensação atrelados à precificação de quaisquer valores mobiliários emitidos pela(s) companhia(s) analisada(s), ou à receitas provenientes nos negócios e operações financeiras realizadas pela Souza Barros. 3/3

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