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E assim foi o servo, percorreu por todas regiões, buscando nanatureza tal simbologia para as quantidades faladas pelo rei....
Chegando no império do soberano foi diretamente contar-lhe a novidade e o soberano gostou muito e disse :- Foste muito per...
Ele    ficou    com     olhos  arregalados     e    seguiu   viagem.- Foi novamente buscar inspiração no fundo do mar, mas...
– Virou seu rosto para o horizonte e disse: claro o cinco vai simbolizarum pedaço do horizonte ou seja uma linha pequena. ...
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E assim desenhou todos os signos na areia , pegou uma faca e riscou         numa pedra toda aquela simbologia e significado.
Levou aquela imensa pedra ao soberano Palenque, que lhe esperava no lugar   do sacrifício, e vendo aquela imensa pedra e e...
O servo pensou , pensou ... e disse-lhe :-Não posso fazer isto,-Ora porque?-Porque já peguei todos os pedaços do horizonte...
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Monumento construído em homenagem ao servo contador           Relevo de estuque no museu           de Palenque
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História do numeral maia

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Historia feita por Solange Goulart de Souza , inspirada na disciplina de didática da matemática na faculdade UDESC ( Universidade do estado de santa Catarina)

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História do numeral maia

  1. 1. Há muito tempo atrás, numa civilização situada na América central.A o utilizar este trabalho favor citar a fonte , as imagens forma tiradas da internetmas a historia foi feita por Solange Goulart de Souza. A historia já foi patenteado .
  2. 2. Existiu um povo inteligente que sentiu a necessidade de contar as coisas . O soberano Palenque vivia angustiado, pois não sabia simbolizar as quantidades as quais referia-se.
  3. 3. Então alguém muito esperto, próximo do soberano, foi em busca destasimbologia para assim receber o respeito do rei e futuramente não sersacrificado.O sacrifício era um ritual onde era escolhido um integrantedaquela civilização para acalmar os deuses.
  4. 4. E assim foi o servo, percorreu por todas regiões, buscando nanatureza tal simbologia para as quantidades faladas pelo rei. Foi noscampos, nas plantações, e na praia . Já estava muito cansado entãoparou e sentou-se sobre uma pedra e começou a contemplar o mar.Como gostava muito de mergulhar e as ondas lhe convidaram para darum mergulho foi nadando e mergulhou até o fundo. Quando chegou aofundo perto da terra, viu uma concha aberta sem nenhuma pérola,pegou-a e levou para a beira da praia e começou a pensar – Claro sehavia uma pérola nesta concha e agora não tem mais nada, isso querdizer.... que descobri!!! O nada vai ser representado pela uma concha .
  5. 5. Chegando no império do soberano foi diretamente contar-lhe a novidade e o soberano gostou muito e disse :- Foste muito perspicaz e eu te desafio; Quero que faças umsigno para as demais contagens! Se não vou mandar tesacrificar pois os deuses não comeram “concha” homem nestemês.- e riu com ar muito sarcástico. Ruínas de construções maias no México
  6. 6. Ele ficou com olhos arregalados e seguiu viagem.- Foi novamente buscar inspiração no fundo do mar, mas nadaencontrou então sentou-se novamente na pedra e seguiu a contemplara praia. Olhou para o chão e viu as pedras redondas e pegou váriaspedras e disse: - Isto mesmo uma bolinha vai significar uma coisa atéo quatro será representado por bolinhas..- Parou e pensou novamente;será que vou ter que fazer muitas bolinhas para simbolizar todasquantidades? Deve ter uma maneira mais simples de seguir estacontagem1.2 ..3 ...4....
  7. 7. – Virou seu rosto para o horizonte e disse: claro o cinco vai simbolizarum pedaço do horizonte ou seja uma linha pequena. E o seis até onove terá bolinhas adicionadas gradativamente para ajudar asimbolizar com uma linha em baixo.E dez coisas, como vou simbolizaro que vou fazer? – Novamente olhou para o horizonte pensou voupegar mais um pedacinho de horizonte, igual ao pedacinho anteriorque simbolizei o cinco vou colocar um em cima do outro simbolizandoo dez. E assim ele seguiu onze coisas simbolizou duas linhasadicionando gradativamente as bolinhas até quatorze. E o quinze?Novamente olhou para o horizonte e refletiu:- Vou pegar mais umpedacinho do horizonte igual eu peguei os pedacinhos anteriores evou simbolizar com quinze coisas ou seja cinco + cinco+ cinco( Trêspedacinhos um em cima do outro) fica quinze coisas. E continuouutilizar as bolinhas aumentando uma bolinha gradativamente após oquinze. E o vinte? – Lembrou da concha dentro do bolso e disse:- Vourepresentar as vinte coisas com um desenho de uma concha e umabolinha em cima .
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  9. 9. E assim desenhou todos os signos na areia , pegou uma faca e riscou numa pedra toda aquela simbologia e significado.
  10. 10. Levou aquela imensa pedra ao soberano Palenque, que lhe esperava no lugar do sacrifício, e vendo aquela imensa pedra e escutou toda explicação do entusiasmado servo e disse; - Foste muito perspicaz mas vou te desfiar novamente. Terás que fazer uma simbologia até mil !!! Se não vou mandar te sacrificar !!
  11. 11. O servo pensou , pensou ... e disse-lhe :-Não posso fazer isto,-Ora porque?-Porque já peguei todos os pedaços do horizonte do mar e se eupegar mais um pedaço os deuses vão enfurecer e eles me disseramquem fizesse esta proposta eu deveria mandar sacrificar pois é muitaousadia querer pegar tantos pedaços de horizonte.- O soberano logoressaltou dissimuladamente:- Quem que disse esta blasfêmia . –As pessoas, que ali estavampresentes, ficaram prontos para dizer sacrifique o soberano,quando...o soberano rapidamente gritou :- Daqui por diante não haverá mais sacrifícios e vou nomear esteservo como meu contador e hoje teremos uma grande festa commuitos comes e bebes!! E assim todos aclamaram o soberano, não lembrandoconcha ( nada) o que os deuses disseram ao servo.
  12. 12. Mural com afresco em Bonampak
  13. 13. Monumento construído em homenagem ao servo contador Relevo de estuque no museu de Palenque

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