SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 19
Trabalho realizado por : Sofia , 10 º ano , literatura portuguesa
" A alma de uma mulher e a alma de uma
  porca são quase o mesmo, ou seja, não
           valem grande coisa.”
             (Arnaud Laufre).
"A mulher é um verdadeiro diabo, uma inimiga da
  paz uma fonte de impaciência, uma ocasião de
   disputa das quais o homem deve manter-se
    afastado se quer estar em tranquilidade."
 (Francisco Petrarca, poeta italiano, século XIV)
 A mulher era considerada um mero instrumento, máquina de
  procriação e objeto de propriedade e posse exclusiva do marido,
  seu amo e senhor.
 A mulher para os clérigos era considerada um ser muito próximo
  da carne e dos sentidos e, por isso, uma pecadora em potencial.
 Eram consideradas como aliadas do demônio.
Nos fins da Antiguidade, a figura da mulher era colocada em
muitas situações de superioridade em relação à população
masculina. Em muitas culturas, a mulher era vista como um
ser especialmente capaz de realizar certos encantamentos e
receber favor das divindades.

Mas durante a sua propagação do Cristianismo , essa aura
magica e poderosa do feminino foi combatida por diversos
clérigos que reafirmavam a igualdade entre homens e
mulheres.
Em termos gerais, tomando os gêneros como criaturas
provenientes de uma mesma divindade, a suposta superioridade
feminina era vista como uma falsidade que ia contra a ação divina.

Com o passado dos anos os religiosos foram
se apoiando cada vez mais na maldição do
Pecado Original de Eva a (culpada pela
queda do gênero humano) para ligá-la à
corporeidade e inferiorizá-la. Foi
considerada uma enganadora pois foi
derivado a um pedido de Eva que Adão
aceitou o fruto proibido.
As mulheres tinham vários papéis sociais, incluindo os
de esposa, mãe, camponesa, artesã, enfermeira, bem
como vários postos de comando como rainhas e
abadessa.


                        Mas mesmo assim à frente
                        delas estava sempre um
                        representante masculino.
As mulheres da Idade Média foram totalmente dominados
        pelos membros masculinos da família.

Todas as meninas consideradas bruxas ou desobedientes
   eram julgadas, como um crime contra a religião.
• Na prática do sexo, sempre
 com o objetivo único da
 procriação, a mulher não
 deveria demonstrar sensação de
 prazer, a posição deveria ser o
 homem sobre a mulher.



   •   Na época, buscava-se justificar o desprezo dos
       homens pelas mulheres de todas as formas.
 As filhas eram totalmente excluídas da sucessão, quando
  contraiam matrimónio recebiam um dote, constituído de bens
  que seriam administrados pelo marido;
 O casamento era um pacto entre duas famílias, seu objetivo
  era simplesmente a procriação;
 Filha, irmã ou esposa servia somente de referência ao homem
  que estava servindo;
A partir do século XI com a instituição do casamento
pela Igreja, a maternidade e o papel da boa esposa
passaram a serem exaltados. Criou-se uma forma de
salvação feminina a partir basicamente de três
modelos femininos:
1. Eva (a pecadora);
2. Maria (o modelo de perfeição e santidade) que veio
   suavizar a maldição de ser aliada com o demónio;
3. Maria Madalena (a pecadora arrependida).




     1.             2.               3.
Mas o Clero continuava a considera-las como criaturas débeis
 e susceptíveis às tentações do diabo, logo, deveriam estar
              sempre sob a tutela masculina…
 Na época, a mulher era vista como um ser que foi feito
  para obedecer.
 Não era bom que uma mulher soubesse ler e escrever.
 Cabia nas mulheres o dever de saber fiar e bordar.
Se fosse rainha, ou o marido tivesse bastante poder e
dinheiro, deveria conhecer o trabalho para administrar
     e supervisionar o serviço dos seus domésticos e
dependentes. Apenas podia ficar ao comando quando o
 marido ou qualquer outro representante masculino da
               casa não estivesse presente.
Nas mulheres nobres
cabiam-lhes a tarefa de
serem as donas de casa,
função difícil na época,
pois a economia doméstica
era bastante complicada,
exigiam muita habilidade e
senso de organização da
senhora.
 As camponesas deveriam, quando casadas,
 acompanhar seus maridos em todas as atividades
 desempenhadas no domínio senhorial onde
 trabalhava.

 Quando viúva trabalhava com os filhos ou sozinha.


 Tinham que trabalhar o resto
  das vidas delas…
Poucas pessoas se podiam dar ao luxo de se vestirem com
elegância, e durante a maior parte do séc. XVI os homens
e as mulheres que o faziam copiavam os modelos usados
na corte de Espanha.

No entanto, nos finais do século, o
centro da moda deslocou-se para
Paris, donde eram enviadas pequenas
bonecas, vestidas segundo a última
moda.
As rainhas tinham, regra
geral, armários atulhados
de magníficos
vestidos, muitos deles
bordados a ouro e pedras
preciosas..
Esta classe social vestia-se
com trajes práticos.

A maioria das pessoas
vestiam roupas de lã e linho.
Já as pessoas mais humildes
vestiam-se com roupas feitas
de pele de cabra carneiro ou
lobo.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Mais procurados (20)

Grécia antiga
Grécia antigaGrécia antiga
Grécia antiga
 
EF - 7º ano - Invasões bárbaras
EF - 7º ano - Invasões bárbarasEF - 7º ano - Invasões bárbaras
EF - 7º ano - Invasões bárbaras
 
O Antigo Regime
O Antigo RegimeO Antigo Regime
O Antigo Regime
 
Revolução francesa 8º
Revolução francesa 8ºRevolução francesa 8º
Revolução francesa 8º
 
Escravatura
EscravaturaEscravatura
Escravatura
 
Peste negra
Peste negraPeste negra
Peste negra
 
Absolutismo
AbsolutismoAbsolutismo
Absolutismo
 
17 sociedade feudal
17   sociedade feudal17   sociedade feudal
17 sociedade feudal
 
O império romano
O império romanoO império romano
O império romano
 
1° ano império romano - completo
1° ano    império romano - completo1° ano    império romano - completo
1° ano império romano - completo
 
Independência do Brasil
Independência do BrasilIndependência do Brasil
Independência do Brasil
 
Revolução Industrial
Revolução IndustrialRevolução Industrial
Revolução Industrial
 
Igreja na idade media
Igreja na idade mediaIgreja na idade media
Igreja na idade media
 
A identidade civilizacional da europa ocidental
A identidade civilizacional da europa ocidentalA identidade civilizacional da europa ocidental
A identidade civilizacional da europa ocidental
 
1° ano - Grécia Antiga
1° ano -  Grécia Antiga1° ano -  Grécia Antiga
1° ano - Grécia Antiga
 
A identidade civilizacional da Europa Ocidental
A identidade civilizacional da Europa OcidentalA identidade civilizacional da Europa Ocidental
A identidade civilizacional da Europa Ocidental
 
Trabalho escravatura
Trabalho escravaturaTrabalho escravatura
Trabalho escravatura
 
Renascimento cultural
Renascimento culturalRenascimento cultural
Renascimento cultural
 
A Idade Moderna
A Idade ModernaA Idade Moderna
A Idade Moderna
 
Colonização da América Espanhola
Colonização da América EspanholaColonização da América Espanhola
Colonização da América Espanhola
 

Semelhante a A mulher da idade media

Apendice transexualismo richard_green
Apendice transexualismo richard_greenApendice transexualismo richard_green
Apendice transexualismo richard_greenLeonardo Tenório
 
Lilith - A primeira mulher mítica a ter consciência do seu papel no processo ...
Lilith - A primeira mulher mítica a ter consciência do seu papel no processo ...Lilith - A primeira mulher mítica a ter consciência do seu papel no processo ...
Lilith - A primeira mulher mítica a ter consciência do seu papel no processo ...Layo Deva
 
História Básica da Magia
História Básica da MagiaHistória Básica da Magia
História Básica da MagiaPedro Henrique
 
A sexualidade no tempo
A sexualidade no tempoA sexualidade no tempo
A sexualidade no tempocresac
 
Apresentação Jesus e as mulheres - Apresentação acadêmica
Apresentação Jesus e as mulheres - Apresentação acadêmicaApresentação Jesus e as mulheres - Apresentação acadêmica
Apresentação Jesus e as mulheres - Apresentação acadêmicaDiegoOliveira328307
 
A mulher na história da humanidade sipat set 2014 pdf
A mulher na história da humanidade sipat set 2014 pdfA mulher na história da humanidade sipat set 2014 pdf
A mulher na história da humanidade sipat set 2014 pdfAna Paula Peixer
 
A "Caça às Bruxas": uma interpretação feminista
A "Caça às Bruxas": uma interpretação feministaA "Caça às Bruxas": uma interpretação feminista
A "Caça às Bruxas": uma interpretação feministabecastanheiradepera
 
A "Caça às Bruxas": uma interpretação feminista
A "Caça às Bruxas": uma interpretação feministaA "Caça às Bruxas": uma interpretação feminista
A "Caça às Bruxas": uma interpretação feministabecastanheiradepera
 
Camille paglia 7074563 camille-paglia-o-nascimento-do-olho-ocidental
Camille paglia 7074563 camille-paglia-o-nascimento-do-olho-ocidentalCamille paglia 7074563 camille-paglia-o-nascimento-do-olho-ocidental
Camille paglia 7074563 camille-paglia-o-nascimento-do-olho-ocidentalPatricia Figueira
 
APznzaZGf6YLS_AKu0wJ24wpp-CHX290GR6lYMxWTtv0n9iMzhyscC4nkYhQhEH8LNAb2_sGA7phv...
APznzaZGf6YLS_AKu0wJ24wpp-CHX290GR6lYMxWTtv0n9iMzhyscC4nkYhQhEH8LNAb2_sGA7phv...APznzaZGf6YLS_AKu0wJ24wpp-CHX290GR6lYMxWTtv0n9iMzhyscC4nkYhQhEH8LNAb2_sGA7phv...
APznzaZGf6YLS_AKu0wJ24wpp-CHX290GR6lYMxWTtv0n9iMzhyscC4nkYhQhEH8LNAb2_sGA7phv...fabiana643509
 
Lilith a lua negra - a senhora do destino
Lilith   a lua negra - a senhora do destinoLilith   a lua negra - a senhora do destino
Lilith a lua negra - a senhora do destinoOjr Bentes
 
Estereótipos de género
Estereótipos de géneroEstereótipos de género
Estereótipos de géneroCarla Teixeira
 

Semelhante a A mulher da idade media (20)

Apendice transexualismo richard_green
Apendice transexualismo richard_greenApendice transexualismo richard_green
Apendice transexualismo richard_green
 
Uma história da magia
Uma história da magiaUma história da magia
Uma história da magia
 
Lilith - A primeira mulher mítica a ter consciência do seu papel no processo ...
Lilith - A primeira mulher mítica a ter consciência do seu papel no processo ...Lilith - A primeira mulher mítica a ter consciência do seu papel no processo ...
Lilith - A primeira mulher mítica a ter consciência do seu papel no processo ...
 
História Básica da Magia
História Básica da MagiaHistória Básica da Magia
História Básica da Magia
 
A sexualidade no tempo
A sexualidade no tempoA sexualidade no tempo
A sexualidade no tempo
 
Odaliscas
OdaliscasOdaliscas
Odaliscas
 
Ramatis umbanda
Ramatis umbandaRamatis umbanda
Ramatis umbanda
 
Feudalismo e idade média 2020
Feudalismo e idade média 2020Feudalismo e idade média 2020
Feudalismo e idade média 2020
 
Idademediasociedade
IdademediasociedadeIdademediasociedade
Idademediasociedade
 
Amelie boudet-uma-mulher-de-verdade-eugenio-lara-pense
Amelie boudet-uma-mulher-de-verdade-eugenio-lara-penseAmelie boudet-uma-mulher-de-verdade-eugenio-lara-pense
Amelie boudet-uma-mulher-de-verdade-eugenio-lara-pense
 
Apresentação Jesus e as mulheres - Apresentação acadêmica
Apresentação Jesus e as mulheres - Apresentação acadêmicaApresentação Jesus e as mulheres - Apresentação acadêmica
Apresentação Jesus e as mulheres - Apresentação acadêmica
 
A mulher na história da humanidade sipat set 2014 pdf
A mulher na história da humanidade sipat set 2014 pdfA mulher na história da humanidade sipat set 2014 pdf
A mulher na história da humanidade sipat set 2014 pdf
 
A "Caça às Bruxas": uma interpretação feminista
A "Caça às Bruxas": uma interpretação feministaA "Caça às Bruxas": uma interpretação feminista
A "Caça às Bruxas": uma interpretação feminista
 
A "Caça às Bruxas": uma interpretação feminista
A "Caça às Bruxas": uma interpretação feministaA "Caça às Bruxas": uma interpretação feminista
A "Caça às Bruxas": uma interpretação feminista
 
Camille paglia 7074563 camille-paglia-o-nascimento-do-olho-ocidental
Camille paglia 7074563 camille-paglia-o-nascimento-do-olho-ocidentalCamille paglia 7074563 camille-paglia-o-nascimento-do-olho-ocidental
Camille paglia 7074563 camille-paglia-o-nascimento-do-olho-ocidental
 
Cultura medieval 2019 pdf
Cultura medieval 2019 pdfCultura medieval 2019 pdf
Cultura medieval 2019 pdf
 
APznzaZGf6YLS_AKu0wJ24wpp-CHX290GR6lYMxWTtv0n9iMzhyscC4nkYhQhEH8LNAb2_sGA7phv...
APznzaZGf6YLS_AKu0wJ24wpp-CHX290GR6lYMxWTtv0n9iMzhyscC4nkYhQhEH8LNAb2_sGA7phv...APznzaZGf6YLS_AKu0wJ24wpp-CHX290GR6lYMxWTtv0n9iMzhyscC4nkYhQhEH8LNAb2_sGA7phv...
APznzaZGf6YLS_AKu0wJ24wpp-CHX290GR6lYMxWTtv0n9iMzhyscC4nkYhQhEH8LNAb2_sGA7phv...
 
Lilith a lua negra - a senhora do destino
Lilith   a lua negra - a senhora do destinoLilith   a lua negra - a senhora do destino
Lilith a lua negra - a senhora do destino
 
Mulheres Sexo na Idade Média
Mulheres Sexo na Idade MédiaMulheres Sexo na Idade Média
Mulheres Sexo na Idade Média
 
Estereótipos de género
Estereótipos de géneroEstereótipos de género
Estereótipos de género
 

Mais de Sofia Yuna

Filosofia Origem e objetos do conhecimento segundo hume
Filosofia Origem e objetos do conhecimento segundo hume Filosofia Origem e objetos do conhecimento segundo hume
Filosofia Origem e objetos do conhecimento segundo hume Sofia Yuna
 
Frei luís de sousa Contextualização
Frei luís de sousa Contextualização Frei luís de sousa Contextualização
Frei luís de sousa Contextualização Sofia Yuna
 
Arte na idade média
Arte na idade médiaArte na idade média
Arte na idade médiaSofia Yuna
 
D leonor de teles
D leonor de telesD leonor de teles
D leonor de telesSofia Yuna
 
Pintura na idade media
Pintura na idade mediaPintura na idade media
Pintura na idade mediaSofia Yuna
 
Eça de queiroz biografia
Eça de queiroz   biografiaEça de queiroz   biografia
Eça de queiroz biografiaSofia Yuna
 
Cantigas do amigo (literatura portuguesa- resumo)
Cantigas do amigo (literatura portuguesa- resumo)Cantigas do amigo (literatura portuguesa- resumo)
Cantigas do amigo (literatura portuguesa- resumo)Sofia Yuna
 
Religioes romanas antes do cristianismo
Religioes romanas antes do cristianismoReligioes romanas antes do cristianismo
Religioes romanas antes do cristianismoSofia Yuna
 

Mais de Sofia Yuna (10)

Bocage
BocageBocage
Bocage
 
Filosofia Origem e objetos do conhecimento segundo hume
Filosofia Origem e objetos do conhecimento segundo hume Filosofia Origem e objetos do conhecimento segundo hume
Filosofia Origem e objetos do conhecimento segundo hume
 
Frei luís de sousa Contextualização
Frei luís de sousa Contextualização Frei luís de sousa Contextualização
Frei luís de sousa Contextualização
 
Arte na idade média
Arte na idade médiaArte na idade média
Arte na idade média
 
D leonor de teles
D leonor de telesD leonor de teles
D leonor de teles
 
Valores
ValoresValores
Valores
 
Pintura na idade media
Pintura na idade mediaPintura na idade media
Pintura na idade media
 
Eça de queiroz biografia
Eça de queiroz   biografiaEça de queiroz   biografia
Eça de queiroz biografia
 
Cantigas do amigo (literatura portuguesa- resumo)
Cantigas do amigo (literatura portuguesa- resumo)Cantigas do amigo (literatura portuguesa- resumo)
Cantigas do amigo (literatura portuguesa- resumo)
 
Religioes romanas antes do cristianismo
Religioes romanas antes do cristianismoReligioes romanas antes do cristianismo
Religioes romanas antes do cristianismo
 

Último

ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024
ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024
ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024Jeanoliveira597523
 
HABILIDADES ESSENCIAIS - MATEMÁTICA 4º ANO.pdf
HABILIDADES ESSENCIAIS  - MATEMÁTICA 4º ANO.pdfHABILIDADES ESSENCIAIS  - MATEMÁTICA 4º ANO.pdf
HABILIDADES ESSENCIAIS - MATEMÁTICA 4º ANO.pdfdio7ff
 
Doutrina Deus filho e Espírito Santo.pptx
Doutrina Deus filho e Espírito Santo.pptxDoutrina Deus filho e Espírito Santo.pptx
Doutrina Deus filho e Espírito Santo.pptxThye Oliver
 
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptxSlides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdfSimulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdfEditoraEnovus
 
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptxÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptxDeyvidBriel
 
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdf
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdfCurrículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdf
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdfIedaGoethe
 
Atividade com a letra da música Meu Abrigo
Atividade com a letra da música Meu AbrigoAtividade com a letra da música Meu Abrigo
Atividade com a letra da música Meu AbrigoMary Alvarenga
 
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024Sandra Pratas
 
trabalho wanda rocha ditadura
trabalho wanda rocha ditaduratrabalho wanda rocha ditadura
trabalho wanda rocha ditaduraAdryan Luiz
 
PRÉ-MODERNISMO - GUERRA DE CANUDOS E OS SERTÕES
PRÉ-MODERNISMO - GUERRA DE CANUDOS E OS SERTÕESPRÉ-MODERNISMO - GUERRA DE CANUDOS E OS SERTÕES
PRÉ-MODERNISMO - GUERRA DE CANUDOS E OS SERTÕESpatriciasofiacunha18
 
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbv19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbyasminlarissa371
 
Programa de Intervenção com Habilidades Motoras
Programa de Intervenção com Habilidades MotorasPrograma de Intervenção com Habilidades Motoras
Programa de Intervenção com Habilidades MotorasCassio Meira Jr.
 
PLANEJAMENTO anual do 3ANO fundamental 1 MG.pdf
PLANEJAMENTO anual do  3ANO fundamental 1 MG.pdfPLANEJAMENTO anual do  3ANO fundamental 1 MG.pdf
PLANEJAMENTO anual do 3ANO fundamental 1 MG.pdfProfGleide
 
637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano
637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano
637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 anoAdelmaTorres2
 
VALORES HUMANOS NA DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSO
VALORES HUMANOS NA DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSOVALORES HUMANOS NA DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSO
VALORES HUMANOS NA DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSOBiatrizGomes1
 
Bingo da potenciação e radiciação de números inteiros
Bingo da potenciação e radiciação de números inteirosBingo da potenciação e radiciação de números inteiros
Bingo da potenciação e radiciação de números inteirosAntnyoAllysson
 
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdfDIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdfIedaGoethe
 
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptxSlide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptxconcelhovdragons
 
Educação São Paulo centro de mídias da SP
Educação São Paulo centro de mídias da SPEducação São Paulo centro de mídias da SP
Educação São Paulo centro de mídias da SPanandatss1
 

Último (20)

ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024
ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024
ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024
 
HABILIDADES ESSENCIAIS - MATEMÁTICA 4º ANO.pdf
HABILIDADES ESSENCIAIS  - MATEMÁTICA 4º ANO.pdfHABILIDADES ESSENCIAIS  - MATEMÁTICA 4º ANO.pdf
HABILIDADES ESSENCIAIS - MATEMÁTICA 4º ANO.pdf
 
Doutrina Deus filho e Espírito Santo.pptx
Doutrina Deus filho e Espírito Santo.pptxDoutrina Deus filho e Espírito Santo.pptx
Doutrina Deus filho e Espírito Santo.pptx
 
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptxSlides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
 
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdfSimulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
 
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptxÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
 
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdf
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdfCurrículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdf
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdf
 
Atividade com a letra da música Meu Abrigo
Atividade com a letra da música Meu AbrigoAtividade com a letra da música Meu Abrigo
Atividade com a letra da música Meu Abrigo
 
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
 
trabalho wanda rocha ditadura
trabalho wanda rocha ditaduratrabalho wanda rocha ditadura
trabalho wanda rocha ditadura
 
PRÉ-MODERNISMO - GUERRA DE CANUDOS E OS SERTÕES
PRÉ-MODERNISMO - GUERRA DE CANUDOS E OS SERTÕESPRÉ-MODERNISMO - GUERRA DE CANUDOS E OS SERTÕES
PRÉ-MODERNISMO - GUERRA DE CANUDOS E OS SERTÕES
 
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbv19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
 
Programa de Intervenção com Habilidades Motoras
Programa de Intervenção com Habilidades MotorasPrograma de Intervenção com Habilidades Motoras
Programa de Intervenção com Habilidades Motoras
 
PLANEJAMENTO anual do 3ANO fundamental 1 MG.pdf
PLANEJAMENTO anual do  3ANO fundamental 1 MG.pdfPLANEJAMENTO anual do  3ANO fundamental 1 MG.pdf
PLANEJAMENTO anual do 3ANO fundamental 1 MG.pdf
 
637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano
637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano
637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano
 
VALORES HUMANOS NA DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSO
VALORES HUMANOS NA DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSOVALORES HUMANOS NA DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSO
VALORES HUMANOS NA DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSO
 
Bingo da potenciação e radiciação de números inteiros
Bingo da potenciação e radiciação de números inteirosBingo da potenciação e radiciação de números inteiros
Bingo da potenciação e radiciação de números inteiros
 
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdfDIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
 
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptxSlide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
 
Educação São Paulo centro de mídias da SP
Educação São Paulo centro de mídias da SPEducação São Paulo centro de mídias da SP
Educação São Paulo centro de mídias da SP
 

A mulher da idade media

  • 1. Trabalho realizado por : Sofia , 10 º ano , literatura portuguesa
  • 2. " A alma de uma mulher e a alma de uma porca são quase o mesmo, ou seja, não valem grande coisa.” (Arnaud Laufre). "A mulher é um verdadeiro diabo, uma inimiga da paz uma fonte de impaciência, uma ocasião de disputa das quais o homem deve manter-se afastado se quer estar em tranquilidade." (Francisco Petrarca, poeta italiano, século XIV)
  • 3.  A mulher era considerada um mero instrumento, máquina de procriação e objeto de propriedade e posse exclusiva do marido, seu amo e senhor.  A mulher para os clérigos era considerada um ser muito próximo da carne e dos sentidos e, por isso, uma pecadora em potencial.  Eram consideradas como aliadas do demônio.
  • 4. Nos fins da Antiguidade, a figura da mulher era colocada em muitas situações de superioridade em relação à população masculina. Em muitas culturas, a mulher era vista como um ser especialmente capaz de realizar certos encantamentos e receber favor das divindades. Mas durante a sua propagação do Cristianismo , essa aura magica e poderosa do feminino foi combatida por diversos clérigos que reafirmavam a igualdade entre homens e mulheres.
  • 5. Em termos gerais, tomando os gêneros como criaturas provenientes de uma mesma divindade, a suposta superioridade feminina era vista como uma falsidade que ia contra a ação divina. Com o passado dos anos os religiosos foram se apoiando cada vez mais na maldição do Pecado Original de Eva a (culpada pela queda do gênero humano) para ligá-la à corporeidade e inferiorizá-la. Foi considerada uma enganadora pois foi derivado a um pedido de Eva que Adão aceitou o fruto proibido.
  • 6. As mulheres tinham vários papéis sociais, incluindo os de esposa, mãe, camponesa, artesã, enfermeira, bem como vários postos de comando como rainhas e abadessa. Mas mesmo assim à frente delas estava sempre um representante masculino.
  • 7. As mulheres da Idade Média foram totalmente dominados pelos membros masculinos da família. Todas as meninas consideradas bruxas ou desobedientes eram julgadas, como um crime contra a religião.
  • 8. • Na prática do sexo, sempre com o objetivo único da procriação, a mulher não deveria demonstrar sensação de prazer, a posição deveria ser o homem sobre a mulher. • Na época, buscava-se justificar o desprezo dos homens pelas mulheres de todas as formas.
  • 9.  As filhas eram totalmente excluídas da sucessão, quando contraiam matrimónio recebiam um dote, constituído de bens que seriam administrados pelo marido;  O casamento era um pacto entre duas famílias, seu objetivo era simplesmente a procriação;  Filha, irmã ou esposa servia somente de referência ao homem que estava servindo;
  • 10. A partir do século XI com a instituição do casamento pela Igreja, a maternidade e o papel da boa esposa passaram a serem exaltados. Criou-se uma forma de salvação feminina a partir basicamente de três modelos femininos:
  • 11. 1. Eva (a pecadora); 2. Maria (o modelo de perfeição e santidade) que veio suavizar a maldição de ser aliada com o demónio; 3. Maria Madalena (a pecadora arrependida). 1. 2. 3.
  • 12. Mas o Clero continuava a considera-las como criaturas débeis e susceptíveis às tentações do diabo, logo, deveriam estar sempre sob a tutela masculina…
  • 13.  Na época, a mulher era vista como um ser que foi feito para obedecer.  Não era bom que uma mulher soubesse ler e escrever.  Cabia nas mulheres o dever de saber fiar e bordar.
  • 14. Se fosse rainha, ou o marido tivesse bastante poder e dinheiro, deveria conhecer o trabalho para administrar e supervisionar o serviço dos seus domésticos e dependentes. Apenas podia ficar ao comando quando o marido ou qualquer outro representante masculino da casa não estivesse presente.
  • 15. Nas mulheres nobres cabiam-lhes a tarefa de serem as donas de casa, função difícil na época, pois a economia doméstica era bastante complicada, exigiam muita habilidade e senso de organização da senhora.
  • 16.  As camponesas deveriam, quando casadas, acompanhar seus maridos em todas as atividades desempenhadas no domínio senhorial onde trabalhava.  Quando viúva trabalhava com os filhos ou sozinha.  Tinham que trabalhar o resto das vidas delas…
  • 17. Poucas pessoas se podiam dar ao luxo de se vestirem com elegância, e durante a maior parte do séc. XVI os homens e as mulheres que o faziam copiavam os modelos usados na corte de Espanha. No entanto, nos finais do século, o centro da moda deslocou-se para Paris, donde eram enviadas pequenas bonecas, vestidas segundo a última moda.
  • 18. As rainhas tinham, regra geral, armários atulhados de magníficos vestidos, muitos deles bordados a ouro e pedras preciosas..
  • 19. Esta classe social vestia-se com trajes práticos. A maioria das pessoas vestiam roupas de lã e linho. Já as pessoas mais humildes vestiam-se com roupas feitas de pele de cabra carneiro ou lobo.