Quais têm sido suas
palavras?
Que força elas têm?
QUAL SERIA A SUA REAÇÃO DIANTE DAS
SEGUINTES FALAS?
• GAROTO(A) VOCÊ NÃO SE ENXERGA,
DEIXA DE SER RIDÍCULO(A)?
• CREDO! TUA MÃE NÃO TE DEU
ECUCAÇÃO?
• NÃO QUERO NEM SABER, VO...
• VOCÊ NÃO SABE NADA. POR QUE
NÃO FICA EM CASA DORMINDO?
• SE VOCÊ NÃO ASSISTIR A MINHA
AULA, É UM FAVOR QUE ME FAZ.
• CAL...
• ESSE ALUNO(A) É UMA PORCARIA, NÃO SE
MISTUREM COM ELE(A).
• IH! ESSE(A) NÃO TEM MAIS JEITO, JÁ ESTÁ
PERDIDO(A), NEM VOU ...
Os pregos e a paciência
Havia um garotinho que tinha mau gênio.
Seu pai lhe deu um saco cheio de pregos e lhe
disse que ca...
Finalmente, chegou o dia no qual o garoto
não perdeu mais o controle sobre o seu gênio.
E contou isso a seu pai, que lhe s...
- Você fez bem, garoto, mas dê uma
olhada na cerca. Ela nunca mais será a mesma.
Quando você, irado, diz coisas, deixa uma...
EQUIPE MÁRIO COVAS
REUNIÃO PEDAGÓGICA
18/07/2014
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Quais têm sido suas palavras?

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Atividade realizada em HTPC (Horário de trabalho pedagógico coletivo). Primeiro foi entregue uma folha de papel a cada professor. Solicitou-se então, a cada um, que escrevesse uma frase que o(a) incomodava, ou não gostava de ouvir. Os papéis foram recolhidos. Iniciou-se uma reflexão sobre "Quais têm sido suas palavras?" , utilizando os slides. Na sequência, foram apresentadas frases, as quais os alunos reclamavam ouvir, à coordenação pedagógica e à direção escolar. Após tais frases serem apresentadas (parou-se a apresentação no slide 7), os papéis foram devolvidos aleatoriamente, para que fossem lidos pelos professores. Foi interessante observar que havia uma relação entre o que eles (professores) e os alunos não gostavam de ouvir. As frases mais citadas pelos professores: "Porque você veio hoje?" ; "Odeio essa aula."; "Você não manda em mim". Alguns professores se emocionaram, pois lembraram de algumas frases que marcaram negativamente a vida deles enquanto alunos. Terminamos com a leitura dos textos seguintes, com pausa para reflexão.

Profª Sônia Laide

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Quais têm sido suas palavras?

  1. 1. Quais têm sido suas palavras? Que força elas têm?
  2. 2. QUAL SERIA A SUA REAÇÃO DIANTE DAS SEGUINTES FALAS?
  3. 3. • GAROTO(A) VOCÊ NÃO SE ENXERGA, DEIXA DE SER RIDÍCULO(A)? • CREDO! TUA MÃE NÃO TE DEU ECUCAÇÃO? • NÃO QUERO NEM SABER, VOLTE PARA A SUA CARTEIRA E FAÇA A SUA LIÇÃO.
  4. 4. • VOCÊ NÃO SABE NADA. POR QUE NÃO FICA EM CASA DORMINDO? • SE VOCÊ NÃO ASSISTIR A MINHA AULA, É UM FAVOR QUE ME FAZ. • CALE A BOCA, AQUI, QUEM MANDA SOU EU.
  5. 5. • ESSE ALUNO(A) É UMA PORCARIA, NÃO SE MISTUREM COM ELE(A). • IH! ESSE(A) NÃO TEM MAIS JEITO, JÁ ESTÁ PERDIDO(A), NEM VOU PERDER MEU TEMPO COM ELE(A). • VIRE PARA FRENTE, CALE A BOCA, COPIE E FIQUE QUIETO.
  6. 6. Os pregos e a paciência Havia um garotinho que tinha mau gênio. Seu pai lhe deu um saco cheio de pregos e lhe disse que cada vez que perdesse a paciência batesse um prego na cerca dos fundos de casa. No primeiro dia, o garoto havia pregado trinta e sete pregos na cerca. Porém, gradativamente, o número foi decrescendo. O garotinho descobriu que era mais fácil controlar seu gênio do que pregar pregos na cerca.
  7. 7. Finalmente, chegou o dia no qual o garoto não perdeu mais o controle sobre o seu gênio. E contou isso a seu pai, que lhe sugeriu tirar um prego da cerca por cada dia que ele fosse capaz de controlar seu gênio. Os dias foram passando até que, finalmente, o garoto pôde contar ao seu pai que não havia mais pregos a serem tirados. O pai pegou o garoto pela mão e o levou até a cerca. Ele disse:
  8. 8. - Você fez bem, garoto, mas dê uma olhada na cerca. Ela nunca mais será a mesma. Quando você, irado, diz coisas, deixa uma cicatriz como esta. Você pode esfaquear um homem e retirar a faca em seguida e, não importando quantas vezes você diga que sente muito, a ferida continuará ali. Uma ferida verbal é tão má quanto uma física. Fonte: http://www.rivalcir.com.br/mensagens2006/3038.html LUIZ FLÁVIO GOMES. Jurista e diretor-presidente do Instituto Avante Brasil. Estou no professorLFG.com.br - Colaboração: Soares Netto
  9. 9. EQUIPE MÁRIO COVAS REUNIÃO PEDAGÓGICA 18/07/2014

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