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INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS
INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE
NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS
INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS
Apresentação das conclusões do Relatório Tecnológico 2:
“Estudo do comportamento de solos lateríticos para
aplicação em camadas de pavimentos rodoviários”
Eng.ª Sónia Dutra| FEUP
Prof. Dra. Cecília Vale| FEUP
Dra. Ana Cristina Freire | LNEC
INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS
Fevereiro 2015
Índice
• Objetivos do Trabalho
• Solos Lateríticos
• Importância das laterites
• Definição de Laterite
• Distribuição Geográfica
• Características das Laterites
• Identificação de solos com
comportamento laterítico
• Aplicação de Solos Lateríticos
em Pavimentos Rodoviários
• Principais aplicações
• Aplicação em pavimentos
• Especificações
• Estabilização do solo
• Recomendações
• Considerações Finais
INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS
Fevereiro 2015
Objetivos do Trabalho
• Compilar a informação existente acerca de solos
lateríticos;
• Divulgar a importância:
• das laterites para as empresas portuguesas;
• da utilização deste material sustentável;
• da realização de estudos de I&D.
INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS
Fevereiro 2015
SOLOS LATERÍTICOS
INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS
Fevereiro 2015
Importância das laterites
1
• Material disponível
2
•Sustentabilidade
3 •Opção mais económica
4
•Vantagens competitivas
INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS
Fevereiro 2015
“Subsolo vermelho ou material rico em óxidos de ferro e/ou
alumínio secundários, altamente degradado, quase sem bases ou
silicatos primários, e com possível conteúdo em grandes
quantidades de quartzo e caulinite. Desenvolve-se em clima tropical
ou em clima temperado florestal, e é um resíduo ou produto final
do intemperismo. A laterite endurece após molhagem e secagem
(…)”
AGI – American Geological Institute
(Instituto Geológico Americano)
Definição de Laterite
INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS
Fevereiro 2015
Distribuição Geográfica
INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS
Fevereiro 2015
Características das laterites
Coloração
avermelhada
Directorate of Mines and Geology, Government of Goa
INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS
Fevereiro 2015
Características das laterites
 Possível
distinção de
camadas
horizontais
no perfil
Adaptado de Hand Book of Tropical Residual Soils Engineering
INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS
Fevereiro 2015
Características das laterites
 Baixos Limites de Liquidez e Índices de Plasticidade;
 Baixa atividade da fração argilosa;
 Acidez devido a pH baixo.
INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS
Fevereiro 2015
Características das laterites
 Cimentação das partículas;
 Baixa compressibilidade e expansibilidade;
 Elevado CBR (California Bearing Ratio);
 Bom desempenho com o tráfego, exceto se em
contacto com água.
INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS
Fevereiro 2015
Identificação de solos com comportamento laterítico
• Metodologia MCT (Miniatura, Compactado e
Tropical);
• Ensaio do Azul-de-metileno.
INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS
Fevereiro 2015
Metodologia MCT
• Classificação geotécnica de solos tropicais;
• Permite identificar o comportamento laterítico dos solos;
• Vantagem: Hierarquiza os solos para uso em pavimentação;
• Desvantagem: Procedimento inédito e complexo.
INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS
Fevereiro 2015
Metodologia MCT
Manual de Pavimentação, DNIT 2006
INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS
Fevereiro 2015
Metodologia MCT
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INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS
Fevereiro 2015
APLICAÇÃO DE SOLOS LATERÍTICOS
EM PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS
INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS
Fevereiro 2015
Principais Aplicações
• Materiais para Pavimentos;
• Aterros para Estradas;
• Fundações para Barragens de Terra.
INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS
Fevereiro 2015
Aplicação em pavimentos
• Camada de Sub-Base do Pavimento;
• Camada de Base do Pavimento.
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INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS
Fevereiro 2015
Especificações
• Guide Pratique de Dimensionnement des Chaussées pour
les Pays Tropicaux;
• Norma DNIT 098/2007 – ES (Pavimentação – Base
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INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS
Fevereiro 2015
Estabilização do Solo
• Estabilização com Cal;
• Estabilização com Cimento;
• MICP – Precipitação de Calcite por Atividade
Microbiana;
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INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS
Fevereiro 2015
Estabilização com Cal
• Vantagens:
 Melhora resistência e trabalhabilidade do solo laterítico;
 Preenchimento dos vazios Reduz expansão;
 Reduz plasticidade.
• Desvantagens:
× Estabilização química;
× Cal viva mais perigosa de utilizar.
INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS
Fevereiro 2015
Estabilização com Cal
• Testes de compactação:
 Quanto > a % cal utilizada > teor ótimo em água
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Peso específico máximo
Máximo CBR
Maioria solos finos ≈ 3 a 10 %
INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS
Fevereiro 2015
Estabilização com cimento
• Vantagens:
 Melhora resistência do solo laterítico;
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lateríticos.
• Desvantagens:
× Deve-se respeitar granulometria e plasticidade
específicas inviável economicamente
INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS
Fevereiro 2015
Estabilização por MICP
• Vantagens:
 Aumento da resistência ao corte;
 Preenchimento dos vazios Redução da condutividade
hidráulica em ≈ 50%;
 Processo biológico alternativa sustentável.
• Desvantagens:
× Poucos estudos realizados Desconhece-se o micro-organismo
mais eficiente.
INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS
Fevereiro 2015
Solo-cimento laterítico
• Vantagens:
 Aumento da resistência com o tempo;
 Custo muito inferior ao da brita (≈ 48%)
 Apenas 3% de cimento para estabilizar solo-cimento laterítico
Sustentabilidade e menor impacte ambiental.
• Desvantagens:
× Propriedades físicas influenciadas pelo tipo de solo, quantidade de
cimento, quantidade de água, mistura, tempo de cura e compactação.
INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS
Fevereiro 2015
• Desenvolver classificação dos materiais lateríticos para
fins rodoviários;
• Efetuar pré-stock com humidificação ≈ ao teor em água
ótimo;
• Não permitir mistura das laterites com matéria orgânica
ou solos pobres, aquando da criação do stock;
Recomendações
INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS
Fevereiro 2015
Recomendações
• Aplicação executada acima do teor em água ótimo;
• Ter em conta curva granulométrica e Limites de Atterberg
antes e depois da compactação;
• Proceder a drenagem adequada.
INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS
Fevereiro 2015
Considerações Finais
INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS
Fevereiro 2015
 Solos residuais tropicais Meteorização avançada
características únicas ensaios da M. Solos clássica não
adequados;
 Importante conhecer a origem do solo;
 As laterites diferem de local para local;
 Importante garantir drenagem adequada;
INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS
Fevereiro 2015
 Falta de especificações para ensaio e aplicação de
laterites;
 Realização de ensaios para caracterização do
comportamento das laterites.
INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS
Fevereiro 2015
Muito obrigada pela vossa
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  • 1. INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS
  • 2. INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS Apresentação das conclusões do Relatório Tecnológico 2: “Estudo do comportamento de solos lateríticos para aplicação em camadas de pavimentos rodoviários” Eng.ª Sónia Dutra| FEUP Prof. Dra. Cecília Vale| FEUP Dra. Ana Cristina Freire | LNEC
  • 3. INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS Fevereiro 2015 Índice • Objetivos do Trabalho • Solos Lateríticos • Importância das laterites • Definição de Laterite • Distribuição Geográfica • Características das Laterites • Identificação de solos com comportamento laterítico • Aplicação de Solos Lateríticos em Pavimentos Rodoviários • Principais aplicações • Aplicação em pavimentos • Especificações • Estabilização do solo • Recomendações • Considerações Finais
  • 4. INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS Fevereiro 2015 Objetivos do Trabalho • Compilar a informação existente acerca de solos lateríticos; • Divulgar a importância: • das laterites para as empresas portuguesas; • da utilização deste material sustentável; • da realização de estudos de I&D.
  • 5. INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS Fevereiro 2015 SOLOS LATERÍTICOS
  • 6. INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS Fevereiro 2015 Importância das laterites 1 • Material disponível 2 •Sustentabilidade 3 •Opção mais económica 4 •Vantagens competitivas
  • 7. INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS Fevereiro 2015 “Subsolo vermelho ou material rico em óxidos de ferro e/ou alumínio secundários, altamente degradado, quase sem bases ou silicatos primários, e com possível conteúdo em grandes quantidades de quartzo e caulinite. Desenvolve-se em clima tropical ou em clima temperado florestal, e é um resíduo ou produto final do intemperismo. A laterite endurece após molhagem e secagem (…)” AGI – American Geological Institute (Instituto Geológico Americano) Definição de Laterite
  • 8. INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS Fevereiro 2015 Distribuição Geográfica
  • 9. INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS Fevereiro 2015 Características das laterites Coloração avermelhada Directorate of Mines and Geology, Government of Goa
  • 10. INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS Fevereiro 2015 Características das laterites  Possível distinção de camadas horizontais no perfil Adaptado de Hand Book of Tropical Residual Soils Engineering
  • 11. INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS Fevereiro 2015 Características das laterites  Baixos Limites de Liquidez e Índices de Plasticidade;  Baixa atividade da fração argilosa;  Acidez devido a pH baixo.
  • 12. INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS Fevereiro 2015 Características das laterites  Cimentação das partículas;  Baixa compressibilidade e expansibilidade;  Elevado CBR (California Bearing Ratio);  Bom desempenho com o tráfego, exceto se em contacto com água.
  • 13. INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS Fevereiro 2015 Identificação de solos com comportamento laterítico • Metodologia MCT (Miniatura, Compactado e Tropical); • Ensaio do Azul-de-metileno.
  • 14. INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS Fevereiro 2015 Metodologia MCT • Classificação geotécnica de solos tropicais; • Permite identificar o comportamento laterítico dos solos; • Vantagem: Hierarquiza os solos para uso em pavimentação; • Desvantagem: Procedimento inédito e complexo.
  • 15. INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS Fevereiro 2015 Metodologia MCT Manual de Pavimentação, DNIT 2006
  • 16. INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS Fevereiro 2015 Metodologia MCT Manual de Pavimentação, DNIT 2006
  • 17. INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS Fevereiro 2015 APLICAÇÃO DE SOLOS LATERÍTICOS EM PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS
  • 18. INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS Fevereiro 2015 Principais Aplicações • Materiais para Pavimentos; • Aterros para Estradas; • Fundações para Barragens de Terra.
  • 19. INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS Fevereiro 2015 Aplicação em pavimentos • Camada de Sub-Base do Pavimento; • Camada de Base do Pavimento. Camada de Desgaste Camada de Regularização Base Sub-Base Fundação Reforço de Fundação Adaptado de Estudo Comparativo entre pavimento rígido e flexível.
  • 20. INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS Fevereiro 2015 Especificações • Guide Pratique de Dimensionnement des Chaussées pour les Pays Tropicaux; • Norma DNIT 098/2007 – ES (Pavimentação – Base Estabilizada Granulometricamente com Utilização de Solo Laterítico – Especificação de Serviço).
  • 21. INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS Fevereiro 2015 Estabilização do Solo • Estabilização com Cal; • Estabilização com Cimento; • MICP – Precipitação de Calcite por Atividade Microbiana; • Solo-Cimento Laterítico.
  • 22. INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS Fevereiro 2015 Estabilização com Cal • Vantagens:  Melhora resistência e trabalhabilidade do solo laterítico;  Preenchimento dos vazios Reduz expansão;  Reduz plasticidade. • Desvantagens: × Estabilização química; × Cal viva mais perigosa de utilizar.
  • 23. INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS Fevereiro 2015 Estabilização com Cal • Testes de compactação:  Quanto > a % cal utilizada > teor ótimo em água  % ideal de cal Peso específico máximo Máximo CBR Maioria solos finos ≈ 3 a 10 %
  • 24. INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS Fevereiro 2015 Estabilização com cimento • Vantagens:  Melhora resistência do solo laterítico;  Diminuição da resistência por imersão é < nos solos lateríticos. • Desvantagens: × Deve-se respeitar granulometria e plasticidade específicas inviável economicamente
  • 25. INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS Fevereiro 2015 Estabilização por MICP • Vantagens:  Aumento da resistência ao corte;  Preenchimento dos vazios Redução da condutividade hidráulica em ≈ 50%;  Processo biológico alternativa sustentável. • Desvantagens: × Poucos estudos realizados Desconhece-se o micro-organismo mais eficiente.
  • 26. INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS Fevereiro 2015 Solo-cimento laterítico • Vantagens:  Aumento da resistência com o tempo;  Custo muito inferior ao da brita (≈ 48%)  Apenas 3% de cimento para estabilizar solo-cimento laterítico Sustentabilidade e menor impacte ambiental. • Desvantagens: × Propriedades físicas influenciadas pelo tipo de solo, quantidade de cimento, quantidade de água, mistura, tempo de cura e compactação.
  • 27. INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS Fevereiro 2015 • Desenvolver classificação dos materiais lateríticos para fins rodoviários; • Efetuar pré-stock com humidificação ≈ ao teor em água ótimo; • Não permitir mistura das laterites com matéria orgânica ou solos pobres, aquando da criação do stock; Recomendações
  • 28. INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS Fevereiro 2015 Recomendações • Aplicação executada acima do teor em água ótimo; • Ter em conta curva granulométrica e Limites de Atterberg antes e depois da compactação; • Proceder a drenagem adequada.
  • 29. INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS Fevereiro 2015 Considerações Finais
  • 30. INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS Fevereiro 2015  Solos residuais tropicais Meteorização avançada características únicas ensaios da M. Solos clássica não adequados;  Importante conhecer a origem do solo;  As laterites diferem de local para local;  Importante garantir drenagem adequada;
  • 31. INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS Fevereiro 2015  Falta de especificações para ensaio e aplicação de laterites;  Realização de ensaios para caracterização do comportamento das laterites.
  • 32. INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NOS PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS Fevereiro 2015 Muito obrigada pela vossa presença e atenção FIM

Notas do Editor

  1. -Apresentação -Agradecer ao público
  2. Importância dos solos lateríticos e melhores forma de identifica-los; Sua aplicação em pavimentos, especificações existentes e ainda formas de estabilização
  3. -informação muito dispersa temporal e espacialmente I&D – para perceber comportamento deste solo peculiar
  4. -inclui a identificação, classificação, caracterização e distribuição geográfica das laterites
  5. - África e Brasil, recurso disponível em zonas isoladas -empresas portuguesas – sustentabilidade ambiental e menores custos de utilização de materiais locais na construção de estradas -reforço da competitividade pela utilização e valorização dos materiais existentes
  6. -tipo de solo residual tropical; -ricos em óxidos e hidróxidos de ferro e alumínio -que tende a endurecer se não houver contato com água -estrutura cimentada - cimentação dos grãos devido ao que sobra da rocha-mãe -curva granulométrica bem graduada, contendo desde argila a cascalho ou até partículas maiores
  7. -ocorrências registam-se na faixa avermelhada – que é a zona tropical –principalmente, em África, América do Sul e Índia. -Estão também registadas algumas ocorrências na Austrália
  8. -devido aos óxidos de ferro e/ou alumínio
  9. -camadas mais ou menos paralelas à superfície, …e aumento da degradação do solo quanto mais próximo da superfície como é típico dos solos residuais tropicais
  10. óxidos e hidróxidos de ferro implica um pH baixo
  11. Cimentação é condição mineralógica das laterites e restringe a compressibilidade Elevada capacidade de suporte Bom comportamento como sub-bases ou bases Agua amolece e enfraquece o solo
  12. -melhor forma de identificação
  13. -criada por Nogami e Villibor -vantagem : cria hierarquia dos solos para uso em pavimentação desvantagens: procedimento complexo e inédito, dificulta e onera a sua implantação. Bastante utilizada no Brasil
  14. - Ensaios realizados para classificação MCT, a sua finalidade e os parâmetros medidos encontram-se enumerados na tabela - O procedimento encontra-se no Manual de Pavimentação do DNIT (2006)
  15. -Com os índices calculados pelo ensaio de compactação mini-MCV -Possível determinar tipo de solos e se tem ou não comportamento laterítico - Ábaco para classificação MCT
  16. -mais usados como materiais para pavimentos, mas tb para… -não adequados para fundações de barragens de betão – problema com a água e material comportamento desconhecido -nem de estruturas importantes
  17. -funciona bem como sub-base ou base do pavimento, dependendo da qualidade da laterite e aptidão para funcionar como uma boa sub-base ou base de pavimento. -tb se utilizam seixos lateríticos como fundação ou camada de revestimento em estradas de terra
  18. -existem poucas -O manual de dimensionamento de pavimentos para países tropicais -seixos lateríticos p camadas de sub-base e base -indicando condições de compactação, máximo índice de plasticidade e características dos seixos lateríticos adequados classes tráf. Imptts -O DNIT-Depart.Nac.Infrae. de transportes- especificação de serviço p bases estabilizadas com solos lateríticos -outras normas: mencionam laterites forma mt breve
  19. Solo residual – necessário melhorar características mecânicas o que pode ser feito com…. 2 primeiros + comuns
  20. - A cal hidratada e a dolomite as mais utilizadas Química - pode contaminar os solos e as águas subterrâneas
  21. -Testes universidade Nigéria - > % cal – maior teor agua >> explicado pela quantidade de água adicional necessária para as reações pozolânicas entre o solo e a cal, necessárias à estabilização. % ideal de cal quando se atinge peso especifico máximo
  22. - Pode tornar-se inviável economicamente caso não se consiga respeitar a plasticidade exigida, pois isso implica utilizar grandes quantidades de cimento.
  23. Precipitação de Calcite por Atividade Microbiana
  24. -Propriedades físicas dependem de diversos fatores…mas no caso dos solos lateriticos sabe se q 3% é suficiente para estabilizar e ter boas propriedades.
  25. Algumas recomendações de engenheiros que já trabalharam com laterites em África e América do Sul
  26. -ter em conta…antes e dp da compactação…para verificar se não houve aumento dos finos e alteração dos limites… -drenagem…p minimizar o contacto c água q provoca amolecimento e enfraquecimento das camadas
  27. -salienta-se a importância de conhecer a rocha-mãe, pois esta influencia o tipo de solo, já q as rochas diferem na composição, textura e falhas. -As laterites não são todas iguais- clima - algumas características comuns.
  28. -Qt ao trabalho futuro – imptt realização ensaios…- desenvolver classificação p fins rodoviários e formular normas especificas para solos lateríticos.