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“Tendências da Indústria Brasileira e o Programa Atuação
Responsável®”
VI Simpósio Mineiro de Química | 17/06/2016
Brasil: uma vocação natural para a indústria química
País rico em petróleo, gás, biodiversidade, minerais e terras raras
Agenda
• ABIQUIM
• Panorama da Indústria Química
• Programas da ABIQUIM
• Programa Atuação Responsável ®
Associação Brasileira da Indústria Química
- Fundada em 1964
- Organização sem fins lucrativos
126 associadas efetivas (a) e 47 sócias colaboradoras (b) (jan/2016)
- Empresas químicas de pequeno, médio e grande portes
- Transportadoras e prestadores de serviço ao setor
- Conselho da Indústria Química do Mercosul (CIQUIM)
- Conselho Internacional das Associações das Indústrias Químicas (ICCA)
A missão da ABIQUIM é promover o aumento da
competitividade e o desenvolvimento sustentável
da indústria química instalada no Brasil.
(a) As associadas da Abiquim representam cerca de 80% do total do faturamento dos produtos químicos de uso industrial
(b) Transportadoras, operadoras logísticas e outros prestadores de serviços ao setor
Âmbito da Indústria Química
- Produtos farmacêuticos
- Fertilizantes
- Higiene pessoal, perfumaria e cosméticos
- Produtos de limpeza e afins
- Defensivos agrícolas
- Tintas, esmaltes e vernizes
- Fibras artificiais e sintéticas
- Outros
- Produtos inorgânicos
- Produtos orgânicos
- Resinas e elastômeros
- Produtos e preparados
químicos diversos
Produtos químicos
de uso industrial
Produtos
químicos de uso
final
Produtos químicos de uso industrial
Fonte: Abiquim.
Distribuição das plantas
976 = Total de
fábricas de produtos
químicos de uso
industrial
cadastradas no Guia
da Indústria Química
Brasileira
AL = 6
7
66
14
ES = 7
7
58
4
4
PB = 4
PE = 13
2
53 RJ = 71
RN = 1
69
= 28
SE = 4
558
Fonte: Abiquim
Faturamento da Indústria Química
(R$ bilhões)
43 50 51
66
80 91
109
140
176 176 180
201
225
201
226
249
280
316
342
368
1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015
x 8,6
A EVOLUÇÃO DA INDÚSTRIA QUÍMICA EM 20 ANOS
NOS LEVA A ALGUMAS REFLEXÕES
Fontes: ACC, Cefic e Abiquim
NO CENÁRIO GLOBAL, A INDÚSTRIA QUÍMICA
BRASILEIRA GANHOU RELEVÂNCIA, PORÉM CRESCEU
MENOS
DO QUE OUTROS PAÍSES EMERGENTES
+6 % a.a.
Faturamento 1995 (US$ bilhões) Faturamento 2014 (US$ bilhões)
Total Mundo: US$ 5,2 trilhõesTotal Mundo: US$ 1,6 trilhões
28
31
33
41
49
58
67
70
85
148
279
377
Índia
Bélgica
Espanha
Brasil
Coréia
China
Itália
Reino Unido
França
Alemanha
Japão
EUA
90
102
103
139
145
147
185
245
291
801
1831
Taiwan
Itália
Reino Unido
Índia
França
Brasil
Coréia
Alemanha
Japão
EUA
China
9°
6°
Fonte: IBGE – PIA Empresas Unidade de Investigação: Unidade local industrial (base: 2013).
NO BRASIL, A QUÍMICA PERDEU RELEVÂNCIA
NA INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO
Participação na Indústria de Transformação (%)
4.0
4.2
5.1
5.6
5.9
7.2
8.2
12.9
18.1
Produtos de Metal
Borracha e material plástico
Edições e gravações
Metalurgia
Produtos de Petróleo
Máquinas e
equipamentos
Veículos
Produtos químicos
Alimentos e Bebidas
1996
3.4
3.6
3.7
4.9
5.7
9.7
10.3
16.5
20.6
Celulose e papel
Produtos de borracha e material
plástico
Produtos de minerais não-metálicos
Máquinas e equipamentos
Metalurgia
Produtos químicos
Veículos
Produtos de petróleo
Alimentos e Bebidas
2013
2°
4°
Fonte: MDIC/SECEX
1996 2015
x5
-5.4
-26.5
AO MESMO TEMPO, O AVANÇO DAS IMPORTAÇÕES LEVOU
A UM DÉFICIT CRESCENTE NA BALANÇA COMERCIAL
Déficit na Balança Comercial da Indústria Química
(US$ bilhões)
A indústria química brasileira
Faturamento líquido da indústria química brasileira por segmento – 2015*
Produtos químicos
de uso industrial
54.9
Produtos
Farmacêuticos 1
13,2
Fertilizantes
12.5
Hig. pessoal, perf.
e cosméticos
11.1
Defensivos
agrícolas
9.6
Sabões e
detergentes
5.2
Tintas, esmaltes e
vernizes
3.1
Fibras artificiais e
sintéticas
0.9
Outros
1.9
* estimado
Fontes: Abiquim e
associações dos segmentos
específicos.
Total US$
112,4 bilhões*
1 Segundo o SINDUSFARMA, a partir de 2011, houve alteração no critério de apuração das estatísticas referente ao segmento de
produtos farmacêuticos, que passaram a ser contabilizadas pela apuração do Pharmacy Purchase Price (PPP), representando o
preço de compra das farmácias, com desconto e com impostos, conforme calculado pelo IMS Health. Sendo assim, por esse novo
critério, o segmento apresenta um recuo da ordem de 29% em relação ao critério que vinha sendo utilizado anteriormente. No
total, da Indústria Química, o recuo em termos de faturamento líquido é de 7%.
Evolução do faturamento líquido 1995 a 2015*
R$ bilhões e US$ bilhões
38.0 43.0 49.8 50.8
65.9
79.8
91.3
108.9
140.0
176.4 176.1 179.6
200.9
225.2
201.2
225.9
249.4
279.9
315.5
341.7
367.7
41.4 42.8 46.2 43.8 36.3 43.6 38.8 37.3 45.5
60.3
72.3
82.6
103.5
123.8
101.3
128.5
149.8 143.8 146.7 146.6
112.4
1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011
1
2012
1
2013
1
2014
1
2015*
R$ bilhões US$ bilhões
Em reais: 2015/2014 = +7,6%*
Em dólares: 2015/2014 = -23,3%*
Fontes: Abiquim e associações de segmentos específicos. *estimado
A indústria química brasileira
1 Segundo o SINDUSFARMA, a partir de 2011, houve alteração no critério de apuração das estatísticas referente ao segmento de
produtos farmacêuticos, que passaram a ser contabilizadas pela apuração do Pharmacy Purchase Price (PPP), representando o
preço de compra das farmácias, com desconto e com impostos, conforme calculado pelo IMS Health. Sendo assim, por esse novo
critério, o segmento apresenta um recuo da ordem de 29% em relação ao critério que vinha sendo utilizado anteriormente. No
total, da Indústria Química, o recuo em termos de faturamento líquido é de 7%.
Fonte: Abiquim.
Investimentos realizados e programados 1995 até 2019 – US$ bilhão
Inclui US$ 6,5 bi já
investidos de projetos
que ainda não entraram
em operação
US$ 5,8 bilhões
0.3
0.8
1.5
0.8
1.8
1.1 1.1 1.2 1.0 1.0 1.0
1.4
2.2
3.5
2.5
2.9
2.6
4.8
2.1
1.8 1.7
1.2
0.6
0.3 0.2
95 96 97 98 99 00 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19
Produtos químicos de uso industrial
A IMPORTÂNCIA DA INDÚSTRIA
QUÍMICA
O SETOR QUÍMICO
O SETOR QUÍMICO
Fonte: ABIQUIM, ABIPLAST
O SETOR DE PRODUTOS QUÍMICOS FIGURA ENTRE OS
QUE MAIS POSSUEM EFEITOS PROPULSORES NA
ECONOMIA
Resinas Termoplásticas, Termofixas,
Elastômeros, Tensoativos, Plastificantes,
Fertilizantes, Defensivos Agrícolas
• PE / PP
• PVC
• SBR
• PS
• PET
• Acrilatos
• Poliamida
• Solventes
• LAB
• Ftalatos
Empresas
2 mil
• Etoxilados
• Alcois-
graxos
Orgânicos e Inorgânicos
Básicos e Intermediários
• Olefinas
• Aromáticos
• Amônia / Uréia
• Cloro / Soda
• EO / EG
• Metanol
• Oxo-alcois
• Gases Industriais
Empresas
800
Petróleo,
Gás Natural,
Etanol e
Biomassa
• Nafta
• Etano
• Propano
• Butano
Empresas
20
• Álcool Etílico
• Sal
AGRÍCOLA CONSTRUÇÃO
CIVIL
AUTOMOTIVO ALIMENTÍCIO ELETRO-
DOMÉSTICOS
TÊXTEIS FARMA
HIGIENE E
LIMPEZA
EMBALAGENS
Indústria química brasileira é forte e diversificada:
temos importante mercado consumidor local e
construímos a maior capacidade produtiva da América Latina.
Fonte: Consórcio
Bain/Gas Energy
“Todos os segmentos industriais utilizam a química em maior ou menor proporção; a
química é base da sustentabilidade do desenvolvimento industrial.”
Salário Médio Mensal
Fonte: CAGED/ RAIS/Ministério do Trabalho.
705 777 853 905
1,002
1,103
1,202
1,309 1,396
1,647 1,662
1,788 1,732
1,964
2,146
2,416
2,509
2,616
0
500
1,000
1,500
2,000
2,500
3,000
2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015
Indústria de Transformação Produtos Químicos de Uso Industrial
(Em R$)
Potencial de matéria-prima no Brasil
Brasil pode se tornar o 5º maior produtor de petróleo do mundo na
próxima década..
Entre 2013-2014 houve um aumento de 230,000 bpd (11%) na produção.
A produção do Pre-sal tem aumentado a participação na produção nacional
total.
A produção de gas natural triplicará até 2030.
A produção atingiu um recorde em janeiro de 2015, alcançando 96,6 milhões
de metros cúbicos produzidos.
Potencial de matéria-prima no Brasil
O Brasil possui a maior biodiversidade do mundo, favorecendo a
produção de produtos químicos a partir de fontes renováveis.
Em maio de 2015, tivemos a assinatura do novo Marco Legal da
Biodiversidade.
Grande reserva de minerais, como quartzo e terras-raras.
Grande Potencial de Mercado
9.7%
Participação
no mercado
mundial
Cosméticos
20.5%
Participação
no mercado
mundial
Defensivos
8.1%
Participação
no mercado
mundial
Químicos
para Couro
24.6%
Taxa de
crescimento
(2007-
2012)
E&P
O SETOR QUÍMICO – AUMENTO DA COMPETITIVIDADE
Inovação
• Brasil investe em torno de 1,3%
do PIB em P&D.
• O objetivo do Governo Brasileiro é
de alcançar 2% do PIB até 2020.
• Países desenvolvidos investem,
em média, 3% do PIB.
• BNDES e FINEP dispontam como
as principais fontes de fomento
para P,D&I.
Empresa Brasileira de Pesquisa e
Inovação Industrial (EMBRAPII)
• 13 centros de pesquisa em
diferentes áres tecnológicas.
• Mais de US$ 5.8 milhões
disponibilizados.
Nova rede de Pesquisa &
Inovação
Mais de 50 novos laboratórios e
26 novos centros de pesquisa
aplicada estão sendo criados
pela Confederação Nacional da
Indústria brasileira.
Biomassa, biossintetica, construção
civil, cerâmica, defesa, eletroquímica,
soluções integradas em
metalmecânica, TI, metalurgia e ligas
especiais, tecnologias minerais,
nanotecnologia, polímeros, energias
reniváveis, sistemas embarcados,
etc.
PROGRAMAS DA ABIQUIM
GPS - Global Product Strategy
PROGRAMAS – PACTO GLOBAL (ONU)
OBJETIVO
Mobilizar a comunidade empresarial internacional para a
adoção, em suas práticas de negócios, de valores
fundamentais e internacionalmente aceitos nas áreas de
direitos humanos, relações de trabalho, meio ambiente e
combate à corrupção refletidos em 10 princípios.
Assinatura do Pacto do
Global no 15º Congresso
do Atuação Responsável
(agosto 2014)
Diretoria 2015-2016
Presidência : Caco de Paula/ Grupo Abril
Vice-Presidência:
• André Oliveira/ Basf
• Marcos Rossa/ Grupo Libra
• Denise Hills/ Itaú Unibanco
• Ulisses Sabara/ Beraca
Comitê Brasileiro do Pacto Global
17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e 169
metas que estimularão a ação para os próximos 15
anos em áreas de importância crucial para a
humanidade e para o planeta.
Pró-Química – 0800 11 8270
UNEP - United Nations Environment Programme
Divisão de Tecnologia, Indústria e Economia
Processo de Atendimento a Acidentes Tecnológicos
APELL
Awareness and Preparedness for Emergencies at Local Level
Alerta e Preparação de Comunidades para Emergências Locais
ABIQUIM
Processo de cooperação entre :
 Autoridades locais,
 Líderes da comunidade local,
 Dirigentes industriais.
Conscientizar e preparar
a comunidade
para situações de
emergência.APELL
o Conhecer os sinais de alarme;
o Seguir os planos de abandono;
o Saber como agir no caso da situação de
emergência.
o Compartilhar os resultados da análise de
risco;
o Implementar medidas visando reduzir o risco;
o Conectar seus serviços de emergência com os
serviços locais;
o Ter canais de comunicação com o público
durante uma situação de emergência.
o Planejar o uso e a ocupação segura do
solo;
o Prover uma legislação de risco;
o Comunicar ao público sobre os riscos;
o Coordenar os serviços de emergência;
o Adequar os serviços médicos
locais para acidentes específicos.
Gerenciamento de Riscos e
Comunicação dos mesmos
às partes interessadas.
4.2 cont.
4.2 cont.
4.2 cont.
CONGRESSO ATUAÇÃO RESPONSÁVEL
16a EDIÇÃO – OUTUBRO 2016 - Programação
Manhã :
• Sessão Plenária com apresentações de conferências proferidas por convidados além dos
indicadores de desempenho do Atuação Responsável.
Tarde :
• Salas de discussões sobre temas definidos pelas comissões, constando de sessões de palestras,
mesas redondas e apresentação de cases.
Manhã:
• Salas de discussões sobre temas definidos pelas comissões, constando de sessões de palestras,
mesas redondas e apresentação de cases.
• Encerramento do Congresso : mesa redonda com o Presidente da Abiquim e os coordenadores
das Comissões
Tarde :
• Mini cursos sobre temas relacionados ao Programa Atuação Responsável®
Dia 18
Dia 19
Durante o evento haverá exposição de estandes de fornecedores de produtos e serviços.
Fernando Tibau
fernando.tibau@abiquim.org.br
Gerente de Inovação e Assuntos Regulatórios
Foco no impacto às pessoas e ao meio ambiente
 Global ProductStrategy-GPS
 Análise de Ciclo de Vida de Produto - ACV
GPS - Global Product Strategy
A Estratégia Global de Produto (GPS –Global Product Strategy) é uma iniciativa voluntária
da Indústria Química coordenada pelo Conselho Internacional de Associações de
Indústrias Químicas -ICCA (InternationalCouncilofChemicalAssociations), lançada em
2006 pelo ICCA em Dubai.
GPS
A estratégia global de produtos (GPS) é uma ferramentaeficaz de Avaliação de Riscos Químicos;
•Visa harmonizar as abordagens e a linguagem de gestão de produto em todo o mundo;
•Busca reforçar a confiança do público de que os produtos químicos são manuseados com
segurança em todas as fases da comercialização até seu uso;
•Disponibiliza para o público “Resumos de Segurança” que fornecerão informações fáceis de
compreender sobre a caracterização e gestão geral de riscos dos produtos químicos
disponibilizados para comercialização.
Conceitos do GPS e guia GPS ICCA–
1 – informações gerais;
2.Toxicologia e ecotoxicologia
(conceitos,endpoints,descritores de dose);
3. Classificação de perigos segundo GHS;
4. Geração de dados –Extrapolação rota a rota, read
across, estudos in vitroe in vivo;
5.Cenários de exposição;
6.Ferramentas auxiliares para avaliação de risco
(ECETOC,por exemplo);
7.Medidas de gerenciamento de risco;
8.Sumário de Segurança do Produto.
AQUARELA®
63
• AQUARELA® - ferramenta para análise qualitativa de riscos de produtos
químicos desenvolvida pela comissão de GEPRO e propriedade da Abiquim.
• Objetivo - auxiliar as empresas do setor na implementação de práticas de
gerenciamento e comunicação dos impactos e riscos inerentes aos produtos
químicos, requisitos obrigatórios do Programa Atuação Responsável ® da
Abiquim.
AQUARELA®
• Acrônimo para:
• Análise QUAlitativa de Risco ELementar da Abiquim.
• Elementar, nesse contexto, deve ser compreendido como algo de fácil
compreensão, claro, básico, essencial.
• Tem como base a classificação de perigos segundo os critérios do GHS e a
exposição ao produto.
•
64
Metodologia
65
A ACV é uma ferramenta de apoio à tomada de decisões que: gera informações para a
definição de planejamentos estratégicos e políticas públicas;
e avalia impactos e compara desempenhos ambientais de produtos.
Análise do Ciclo de
Vida do Produto - ACV
Ferramenta para avaliar as consequências ambientais e à saúde humana associadas a
um produto, serviço, processo ou material ao longo de todo o seu ciclo de vida (do
berço ao túmulo), desde a extração e processamento da matéria‐prima
até o descarte final, passando pelas fases de transformação e beneficiamento,
transporte, distribuição, uso, reuso, manutenção e reciclagem (VIGON et al, 1995).
A expressão do berço ao túmulo (‘cradle to grave’) tem caracterizado o
significado da ACV.
Alguns autores vem adotando ‘cradle to cradle’, do berço ao berço, considerando a
possibilidade da reutilização e da reciclagem
A ACV é regida pela série de Normas ISO 14040, compõem-se das fases iterativas de
Definição do Objetivo e Escopo, Análise do Inventário, Avaliação de Impactos do Ciclo de
Vida e Interpretação, podendo responder questionamentos como:
- Qual produto tem menor impacto ambiental?
- Quantos kg de CO2 são emitidos para fabricar um produto?
- Qual etapa do ciclo de vida tem maior significância para o consumo de água?
- Que matriz energética é menos poluente?
- Qual material tem menor impacto ambiental?
ISO 14040 – Princípios Gerais e Práticas
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Tendências da Indústria Química Brasileira e Programas da ABIQUIM

  • 1. “Tendências da Indústria Brasileira e o Programa Atuação Responsável®” VI Simpósio Mineiro de Química | 17/06/2016 Brasil: uma vocação natural para a indústria química País rico em petróleo, gás, biodiversidade, minerais e terras raras
  • 2. Agenda • ABIQUIM • Panorama da Indústria Química • Programas da ABIQUIM • Programa Atuação Responsável ®
  • 3.
  • 4. Associação Brasileira da Indústria Química - Fundada em 1964 - Organização sem fins lucrativos 126 associadas efetivas (a) e 47 sócias colaboradoras (b) (jan/2016) - Empresas químicas de pequeno, médio e grande portes - Transportadoras e prestadores de serviço ao setor - Conselho da Indústria Química do Mercosul (CIQUIM) - Conselho Internacional das Associações das Indústrias Químicas (ICCA) A missão da ABIQUIM é promover o aumento da competitividade e o desenvolvimento sustentável da indústria química instalada no Brasil. (a) As associadas da Abiquim representam cerca de 80% do total do faturamento dos produtos químicos de uso industrial (b) Transportadoras, operadoras logísticas e outros prestadores de serviços ao setor
  • 5. Âmbito da Indústria Química - Produtos farmacêuticos - Fertilizantes - Higiene pessoal, perfumaria e cosméticos - Produtos de limpeza e afins - Defensivos agrícolas - Tintas, esmaltes e vernizes - Fibras artificiais e sintéticas - Outros - Produtos inorgânicos - Produtos orgânicos - Resinas e elastômeros - Produtos e preparados químicos diversos Produtos químicos de uso industrial Produtos químicos de uso final
  • 6. Produtos químicos de uso industrial Fonte: Abiquim. Distribuição das plantas 976 = Total de fábricas de produtos químicos de uso industrial cadastradas no Guia da Indústria Química Brasileira AL = 6 7 66 14 ES = 7 7 58 4 4 PB = 4 PE = 13 2 53 RJ = 71 RN = 1 69 = 28 SE = 4 558
  • 7. Fonte: Abiquim Faturamento da Indústria Química (R$ bilhões) 43 50 51 66 80 91 109 140 176 176 180 201 225 201 226 249 280 316 342 368 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 x 8,6 A EVOLUÇÃO DA INDÚSTRIA QUÍMICA EM 20 ANOS NOS LEVA A ALGUMAS REFLEXÕES
  • 8. Fontes: ACC, Cefic e Abiquim NO CENÁRIO GLOBAL, A INDÚSTRIA QUÍMICA BRASILEIRA GANHOU RELEVÂNCIA, PORÉM CRESCEU MENOS DO QUE OUTROS PAÍSES EMERGENTES +6 % a.a. Faturamento 1995 (US$ bilhões) Faturamento 2014 (US$ bilhões) Total Mundo: US$ 5,2 trilhõesTotal Mundo: US$ 1,6 trilhões 28 31 33 41 49 58 67 70 85 148 279 377 Índia Bélgica Espanha Brasil Coréia China Itália Reino Unido França Alemanha Japão EUA 90 102 103 139 145 147 185 245 291 801 1831 Taiwan Itália Reino Unido Índia França Brasil Coréia Alemanha Japão EUA China 9° 6°
  • 9. Fonte: IBGE – PIA Empresas Unidade de Investigação: Unidade local industrial (base: 2013). NO BRASIL, A QUÍMICA PERDEU RELEVÂNCIA NA INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO Participação na Indústria de Transformação (%) 4.0 4.2 5.1 5.6 5.9 7.2 8.2 12.9 18.1 Produtos de Metal Borracha e material plástico Edições e gravações Metalurgia Produtos de Petróleo Máquinas e equipamentos Veículos Produtos químicos Alimentos e Bebidas 1996 3.4 3.6 3.7 4.9 5.7 9.7 10.3 16.5 20.6 Celulose e papel Produtos de borracha e material plástico Produtos de minerais não-metálicos Máquinas e equipamentos Metalurgia Produtos químicos Veículos Produtos de petróleo Alimentos e Bebidas 2013 2° 4°
  • 10. Fonte: MDIC/SECEX 1996 2015 x5 -5.4 -26.5 AO MESMO TEMPO, O AVANÇO DAS IMPORTAÇÕES LEVOU A UM DÉFICIT CRESCENTE NA BALANÇA COMERCIAL Déficit na Balança Comercial da Indústria Química (US$ bilhões)
  • 11. A indústria química brasileira Faturamento líquido da indústria química brasileira por segmento – 2015* Produtos químicos de uso industrial 54.9 Produtos Farmacêuticos 1 13,2 Fertilizantes 12.5 Hig. pessoal, perf. e cosméticos 11.1 Defensivos agrícolas 9.6 Sabões e detergentes 5.2 Tintas, esmaltes e vernizes 3.1 Fibras artificiais e sintéticas 0.9 Outros 1.9 * estimado Fontes: Abiquim e associações dos segmentos específicos. Total US$ 112,4 bilhões* 1 Segundo o SINDUSFARMA, a partir de 2011, houve alteração no critério de apuração das estatísticas referente ao segmento de produtos farmacêuticos, que passaram a ser contabilizadas pela apuração do Pharmacy Purchase Price (PPP), representando o preço de compra das farmácias, com desconto e com impostos, conforme calculado pelo IMS Health. Sendo assim, por esse novo critério, o segmento apresenta um recuo da ordem de 29% em relação ao critério que vinha sendo utilizado anteriormente. No total, da Indústria Química, o recuo em termos de faturamento líquido é de 7%.
  • 12. Evolução do faturamento líquido 1995 a 2015* R$ bilhões e US$ bilhões 38.0 43.0 49.8 50.8 65.9 79.8 91.3 108.9 140.0 176.4 176.1 179.6 200.9 225.2 201.2 225.9 249.4 279.9 315.5 341.7 367.7 41.4 42.8 46.2 43.8 36.3 43.6 38.8 37.3 45.5 60.3 72.3 82.6 103.5 123.8 101.3 128.5 149.8 143.8 146.7 146.6 112.4 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 1 2012 1 2013 1 2014 1 2015* R$ bilhões US$ bilhões Em reais: 2015/2014 = +7,6%* Em dólares: 2015/2014 = -23,3%* Fontes: Abiquim e associações de segmentos específicos. *estimado A indústria química brasileira 1 Segundo o SINDUSFARMA, a partir de 2011, houve alteração no critério de apuração das estatísticas referente ao segmento de produtos farmacêuticos, que passaram a ser contabilizadas pela apuração do Pharmacy Purchase Price (PPP), representando o preço de compra das farmácias, com desconto e com impostos, conforme calculado pelo IMS Health. Sendo assim, por esse novo critério, o segmento apresenta um recuo da ordem de 29% em relação ao critério que vinha sendo utilizado anteriormente. No total, da Indústria Química, o recuo em termos de faturamento líquido é de 7%.
  • 13. Fonte: Abiquim. Investimentos realizados e programados 1995 até 2019 – US$ bilhão Inclui US$ 6,5 bi já investidos de projetos que ainda não entraram em operação US$ 5,8 bilhões 0.3 0.8 1.5 0.8 1.8 1.1 1.1 1.2 1.0 1.0 1.0 1.4 2.2 3.5 2.5 2.9 2.6 4.8 2.1 1.8 1.7 1.2 0.6 0.3 0.2 95 96 97 98 99 00 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 Produtos químicos de uso industrial
  • 14. A IMPORTÂNCIA DA INDÚSTRIA QUÍMICA
  • 17. Fonte: ABIQUIM, ABIPLAST O SETOR DE PRODUTOS QUÍMICOS FIGURA ENTRE OS QUE MAIS POSSUEM EFEITOS PROPULSORES NA ECONOMIA Resinas Termoplásticas, Termofixas, Elastômeros, Tensoativos, Plastificantes, Fertilizantes, Defensivos Agrícolas • PE / PP • PVC • SBR • PS • PET • Acrilatos • Poliamida • Solventes • LAB • Ftalatos Empresas 2 mil • Etoxilados • Alcois- graxos Orgânicos e Inorgânicos Básicos e Intermediários • Olefinas • Aromáticos • Amônia / Uréia • Cloro / Soda • EO / EG • Metanol • Oxo-alcois • Gases Industriais Empresas 800 Petróleo, Gás Natural, Etanol e Biomassa • Nafta • Etano • Propano • Butano Empresas 20 • Álcool Etílico • Sal AGRÍCOLA CONSTRUÇÃO CIVIL AUTOMOTIVO ALIMENTÍCIO ELETRO- DOMÉSTICOS TÊXTEIS FARMA HIGIENE E LIMPEZA EMBALAGENS
  • 18. Indústria química brasileira é forte e diversificada: temos importante mercado consumidor local e construímos a maior capacidade produtiva da América Latina. Fonte: Consórcio Bain/Gas Energy “Todos os segmentos industriais utilizam a química em maior ou menor proporção; a química é base da sustentabilidade do desenvolvimento industrial.”
  • 19. Salário Médio Mensal Fonte: CAGED/ RAIS/Ministério do Trabalho. 705 777 853 905 1,002 1,103 1,202 1,309 1,396 1,647 1,662 1,788 1,732 1,964 2,146 2,416 2,509 2,616 0 500 1,000 1,500 2,000 2,500 3,000 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 Indústria de Transformação Produtos Químicos de Uso Industrial (Em R$)
  • 20. Potencial de matéria-prima no Brasil Brasil pode se tornar o 5º maior produtor de petróleo do mundo na próxima década.. Entre 2013-2014 houve um aumento de 230,000 bpd (11%) na produção. A produção do Pre-sal tem aumentado a participação na produção nacional total. A produção de gas natural triplicará até 2030. A produção atingiu um recorde em janeiro de 2015, alcançando 96,6 milhões de metros cúbicos produzidos.
  • 21. Potencial de matéria-prima no Brasil O Brasil possui a maior biodiversidade do mundo, favorecendo a produção de produtos químicos a partir de fontes renováveis. Em maio de 2015, tivemos a assinatura do novo Marco Legal da Biodiversidade. Grande reserva de minerais, como quartzo e terras-raras.
  • 22. Grande Potencial de Mercado 9.7% Participação no mercado mundial Cosméticos 20.5% Participação no mercado mundial Defensivos 8.1% Participação no mercado mundial Químicos para Couro 24.6% Taxa de crescimento (2007- 2012) E&P
  • 23. O SETOR QUÍMICO – AUMENTO DA COMPETITIVIDADE
  • 24. Inovação • Brasil investe em torno de 1,3% do PIB em P&D. • O objetivo do Governo Brasileiro é de alcançar 2% do PIB até 2020. • Países desenvolvidos investem, em média, 3% do PIB. • BNDES e FINEP dispontam como as principais fontes de fomento para P,D&I. Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII) • 13 centros de pesquisa em diferentes áres tecnológicas. • Mais de US$ 5.8 milhões disponibilizados.
  • 25. Nova rede de Pesquisa & Inovação Mais de 50 novos laboratórios e 26 novos centros de pesquisa aplicada estão sendo criados pela Confederação Nacional da Indústria brasileira. Biomassa, biossintetica, construção civil, cerâmica, defesa, eletroquímica, soluções integradas em metalmecânica, TI, metalurgia e ligas especiais, tecnologias minerais, nanotecnologia, polímeros, energias reniváveis, sistemas embarcados, etc.
  • 27.
  • 28.
  • 29.
  • 30. GPS - Global Product Strategy
  • 31. PROGRAMAS – PACTO GLOBAL (ONU) OBJETIVO Mobilizar a comunidade empresarial internacional para a adoção, em suas práticas de negócios, de valores fundamentais e internacionalmente aceitos nas áreas de direitos humanos, relações de trabalho, meio ambiente e combate à corrupção refletidos em 10 princípios. Assinatura do Pacto do Global no 15º Congresso do Atuação Responsável (agosto 2014) Diretoria 2015-2016 Presidência : Caco de Paula/ Grupo Abril Vice-Presidência: • André Oliveira/ Basf • Marcos Rossa/ Grupo Libra • Denise Hills/ Itaú Unibanco • Ulisses Sabara/ Beraca Comitê Brasileiro do Pacto Global
  • 32. 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e 169 metas que estimularão a ação para os próximos 15 anos em áreas de importância crucial para a humanidade e para o planeta.
  • 33.
  • 35. UNEP - United Nations Environment Programme Divisão de Tecnologia, Indústria e Economia Processo de Atendimento a Acidentes Tecnológicos APELL Awareness and Preparedness for Emergencies at Local Level Alerta e Preparação de Comunidades para Emergências Locais ABIQUIM
  • 36. Processo de cooperação entre :  Autoridades locais,  Líderes da comunidade local,  Dirigentes industriais. Conscientizar e preparar a comunidade para situações de emergência.APELL o Conhecer os sinais de alarme; o Seguir os planos de abandono; o Saber como agir no caso da situação de emergência. o Compartilhar os resultados da análise de risco; o Implementar medidas visando reduzir o risco; o Conectar seus serviços de emergência com os serviços locais; o Ter canais de comunicação com o público durante uma situação de emergência. o Planejar o uso e a ocupação segura do solo; o Prover uma legislação de risco; o Comunicar ao público sobre os riscos; o Coordenar os serviços de emergência; o Adequar os serviços médicos locais para acidentes específicos.
  • 37.
  • 38.
  • 39.
  • 40.
  • 41.
  • 42.
  • 43.
  • 44. Gerenciamento de Riscos e Comunicação dos mesmos às partes interessadas.
  • 45.
  • 46.
  • 47.
  • 51.
  • 52.
  • 53.
  • 54.
  • 55.
  • 56.
  • 57. CONGRESSO ATUAÇÃO RESPONSÁVEL 16a EDIÇÃO – OUTUBRO 2016 - Programação Manhã : • Sessão Plenária com apresentações de conferências proferidas por convidados além dos indicadores de desempenho do Atuação Responsável. Tarde : • Salas de discussões sobre temas definidos pelas comissões, constando de sessões de palestras, mesas redondas e apresentação de cases. Manhã: • Salas de discussões sobre temas definidos pelas comissões, constando de sessões de palestras, mesas redondas e apresentação de cases. • Encerramento do Congresso : mesa redonda com o Presidente da Abiquim e os coordenadores das Comissões Tarde : • Mini cursos sobre temas relacionados ao Programa Atuação Responsável® Dia 18 Dia 19 Durante o evento haverá exposição de estandes de fornecedores de produtos e serviços.
  • 58. Fernando Tibau fernando.tibau@abiquim.org.br Gerente de Inovação e Assuntos Regulatórios
  • 59. Foco no impacto às pessoas e ao meio ambiente  Global ProductStrategy-GPS  Análise de Ciclo de Vida de Produto - ACV
  • 60. GPS - Global Product Strategy
  • 61. A Estratégia Global de Produto (GPS –Global Product Strategy) é uma iniciativa voluntária da Indústria Química coordenada pelo Conselho Internacional de Associações de Indústrias Químicas -ICCA (InternationalCouncilofChemicalAssociations), lançada em 2006 pelo ICCA em Dubai. GPS A estratégia global de produtos (GPS) é uma ferramentaeficaz de Avaliação de Riscos Químicos; •Visa harmonizar as abordagens e a linguagem de gestão de produto em todo o mundo; •Busca reforçar a confiança do público de que os produtos químicos são manuseados com segurança em todas as fases da comercialização até seu uso; •Disponibiliza para o público “Resumos de Segurança” que fornecerão informações fáceis de compreender sobre a caracterização e gestão geral de riscos dos produtos químicos disponibilizados para comercialização.
  • 62. Conceitos do GPS e guia GPS ICCA– 1 – informações gerais; 2.Toxicologia e ecotoxicologia (conceitos,endpoints,descritores de dose); 3. Classificação de perigos segundo GHS; 4. Geração de dados –Extrapolação rota a rota, read across, estudos in vitroe in vivo; 5.Cenários de exposição; 6.Ferramentas auxiliares para avaliação de risco (ECETOC,por exemplo); 7.Medidas de gerenciamento de risco; 8.Sumário de Segurança do Produto.
  • 63. AQUARELA® 63 • AQUARELA® - ferramenta para análise qualitativa de riscos de produtos químicos desenvolvida pela comissão de GEPRO e propriedade da Abiquim. • Objetivo - auxiliar as empresas do setor na implementação de práticas de gerenciamento e comunicação dos impactos e riscos inerentes aos produtos químicos, requisitos obrigatórios do Programa Atuação Responsável ® da Abiquim.
  • 64. AQUARELA® • Acrônimo para: • Análise QUAlitativa de Risco ELementar da Abiquim. • Elementar, nesse contexto, deve ser compreendido como algo de fácil compreensão, claro, básico, essencial. • Tem como base a classificação de perigos segundo os critérios do GHS e a exposição ao produto. • 64
  • 66. A ACV é uma ferramenta de apoio à tomada de decisões que: gera informações para a definição de planejamentos estratégicos e políticas públicas; e avalia impactos e compara desempenhos ambientais de produtos. Análise do Ciclo de Vida do Produto - ACV Ferramenta para avaliar as consequências ambientais e à saúde humana associadas a um produto, serviço, processo ou material ao longo de todo o seu ciclo de vida (do berço ao túmulo), desde a extração e processamento da matéria‐prima até o descarte final, passando pelas fases de transformação e beneficiamento, transporte, distribuição, uso, reuso, manutenção e reciclagem (VIGON et al, 1995). A expressão do berço ao túmulo (‘cradle to grave’) tem caracterizado o significado da ACV. Alguns autores vem adotando ‘cradle to cradle’, do berço ao berço, considerando a possibilidade da reutilização e da reciclagem
  • 67. A ACV é regida pela série de Normas ISO 14040, compõem-se das fases iterativas de Definição do Objetivo e Escopo, Análise do Inventário, Avaliação de Impactos do Ciclo de Vida e Interpretação, podendo responder questionamentos como: - Qual produto tem menor impacto ambiental? - Quantos kg de CO2 são emitidos para fabricar um produto? - Qual etapa do ciclo de vida tem maior significância para o consumo de água? - Que matriz energética é menos poluente? - Qual material tem menor impacto ambiental? ISO 14040 – Princípios Gerais e Práticas ISO 14041 – Inventários ISO 14042 – Análise dos Impactos ISO 14043 – Interpretações

Notas do Editor

  1. Pulou de 1,5 bilhões de dólares em 1991 para 31 bilhões de dólares em 2014
  2. Today, Brazil invests 1.3% of GDP in R&D, ahead of Mexico, Chile, Argentina, India and South Africa. But, among the BRICS, we are behind Russia and China. The goal of the Brazilian Government is to reach 2% of GDP in 2020. Developed economies have rates above 3% of GDP. $15 billion in credit and grants to support innovative projects by companies were made available in 2014 under the Inova Empresa program. For 2015, XXX grants are available Brazilian Research Corporation on Industrial Innovation EMBRAPII Over US$ 5.8 million Up to 90% of granted support for pre-competitive research
  3. Over US$ 1.3 billion are being invested by the Brazilian National Industry Confederation (CNI) on Innovation and Technical Training. Over 50 new laboratories and 26 new applied research centers are being created with the support of the Fraunhofer-Gesellschaft and MIT on areas such: applied chemistry, biomass, biotechnology, building technologies, ceramics engineering, defense, electrochemistry, integrated solutions in metalworking , IT, metallurgy and special alloys, mineral technologies, nanotechnology, polymers, renewable energy, welding, and not only.
  4. Este indicador normalmente não publicamos.
  5. Grupo coordenador O programa APELL já foi introduzido em mais de 30 países Em 1988 a ABIQUIM foi incumbida de trazer o APELL para o Brasil. O programa já foi introduzido em alguns municípios como Cubatão, Suzano, Duque de Caxias, Camaçari, Guaratinguetá, São Sebastião e Maceió, onde foi incorporado à legislação estadual.