Mensageiro47

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O Mensageiro
O Mensageiro é um informativo publicado bimestralmente pela Sociedade Beneficente Espírita Bezerra de Menezes desde 2004. Com tiragem atual de 5mil exemplares, o Mensageiro é distribuido gratuitamente em nossa Casa e aborda assuntos que fazem parte da vida dos espíritas. Também conta um pouco da biografia e obras de autores espíritas, horários de cursos e atendimentos, além de belas mensagens psicografadas enviadas por nossos amigos da espiritualidade no dia do trabalhador.

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Mensageiro47

  1. 1. maio . junho 2013 • edição 47 . ano IXSociedade Beneficente Espírita Bezerra de Menezeswww.sbebm.org.brEstimados Irmãos,Companheiros de Ideal EspíritaQuando uma construção orienta-se parao alto, e os esforços convergem para aedificação do ápice, de fundamental im-portância se faz que estejam sólidos osalicerces, as estruturas que garantem hi-gidez e perenidade.Vivem-se no momento atual contextosdesafiadores, em que a imensa edifica-ção do Consolador avança para alcançarno mundo expressão capaz de abrigar eorientar as almas para a sua destinaçãoperfectível e pacificada.Por tal razão, é que aqueles que se en-contram nos núcleos do Movimento deUnificação, os que se responsabilizampelos postos de liderança e que devemgarantir que tudo se erga em torno dasDiretrizes do Cristo, hão de habituar-seà renuncia, à abnegação, à lucidez e àcoragem.maria de nazaréConheça um pouco dahistória da SBEBNAutor espíritaConheça mais sobreo Irmão Xamor-autoridadeConstruindo a educaçãode nossos filhosMuitos agregam-se à bandeira que tremula ostentandoos dizeres sublimes “Deus, Cristo e Caridade”. Nem to-dos, contudo, guardam entendimento escorreito e in-tenções sãs. São irmãos que se aproximam e devem serconduzidos de modo amoroso, mas firme, fraterno, masassertivo.O avanço do número constitui-se no desafio da essên-cia; o anseio de crescimento há de amparar-se na solidezdo Evangelho, para que não nos desviemos ou vulnere-mos a difusão da Doutrina Abençoada, codificada porAllan Kardec.A Seara da Unificação deve ser cultivada, sempre e sem-pre, sob o móvel do entendimento, da pacificação, daunião e da humildade. O trabalho paciente e diuturnoprecisa nutrir-se no Ideal e na Fé, guiando-se pela visãoinspiradora e igualmente desafiadora do orbe regene-rado.Obremos, assim, em marcha de vigor e alegria, susten-tando o quanto nos caiba por amor e por dever à CausaIncomparável que nos consorcia e unifica em torno doMestre Sublime que nos governa.Do companheiro de sempre,Francisco Spinelli.A searada UNIFICAÇÃO
  2. 2. 2Xavier de forma brilhante. O conflito autoral acabou quan-do o juiz considerou improcedente afirmar que o livro - cujosdireitos eram disputados – tivesse sido escrito por um mor-to e, por este motivo, considerou Francisco Cândido Xaviercomo verdadeiro autor, pondo fim às acusações. Após algunsmeses, Humberto de Campos escrevia novamente através deChico Xavier, mas usando o pseudônimo: “Irmão X” – a fimde evitar novos problemas - com sua própria família.Obras - autor de inúmeros títulos publicados pela FEB,Humberto de Campos escreveu a seguintes obras:• Lázaro Redivivo• Contos Desta e Doutra Vida• Boa Nova• Pontos e Contos• Relatos da Vida• Histórias e Anotações• Cartas e Crônicas• Estante da Vida• Contos e Apólogos• Luz Acima• Novas MensagensFrato xPost Kelkaj jaroj de sia elkarniĝo, la aŭtoro,ĵurnalisto, kronikisto kaj brazilana poeto, Humbertode Campos, transsendis al la mediumo FrancisoCândico Xavier sian unua verkon: “Kronikoj deTranstombo” en 1937.autor espíritaApós alguns anos do seu desencarne, o escritor, jornalista,cronista e poeta brasileiro Humberto de Campos, trans-mitiu ao médium Francisco Cândido Xavier sua primeira obra:Crônicas de Além-Túmulo em 1937.Infância e juventude – nascido em 1886 em berço humildeno município Maranhense se Miritiba, Humberto de Camposou “Irmão X” era filho de Joaquim Gomes de Farias Verase Ana de Campos Veras. Na adolescência, trabalhou comocaixeiro em um pequeno comércio local. Mas seu espírito al-mejava conhecer as fronteiras além do balcão. Seguindo suainclinação para as letras, juntou algumas economias e viajoupara o Rio de Janeiro, na época, capital do Brasil.De jornalista a deputado - assim que chegou ao RJ, encon-trou trabalho como jornalista em O Diário Carioca. Neste perí-odo, sua produção chamou a atenção da elite intelectual. Em1912, o jovem escritor publicou Poemas e, em 1919 ocupavaa cadeira que fora do escritor Emilio Meneses na AcademiaBrasileira de Letras (ABL). Alguns anos depois, Humberto deCampos era eleito Deputado Federal.Assinatura conflituosa - Humberto desencarnou em 1934e quatro anos após, já, transmitia ao jovem médium de Pe-dro Leopoldo (MG) a obra: Brasil Coração do Mundo, Pátriado Evangelho. Durante esta época Humberto assinava seunome nas psicografias através de Francisco Cândido Xavier.Fato que causou grande repercussão na imprensa e entre osintelectuais. Neste período, Chico publicou Parnaso de AlémTúmulo, com 60 poemas de escritores e poetas brasileiros eportugueses desencarnados. Na ocasião, a viúva do escritor,entrou com um processo contra o médium Chico C. Xavier,exigindo os direitos autorais da obra. A Federação EspíritaBrasileira (FEB), detentora dos direitos do livro, contratou oadvogado Miguel Timponi que defendeu Francisco CândidoHumberto deCamposIrmãoX(trecho do texto em Esperanto)Seu gesto de amor será perfeito para ajudar a quem tanto precisa!Bazar Amor PerfeitoEm benefício das obras assistenciais e de manutenção da nossa CasaColabore doando: CDs, louças, artesanato, roupas, calçados e brinquedos.Texto: Simone Núñez Reis
  3. 3. SOC. BEN. ESPÍRITA BEZERRA DE MENEZES 3Na SBEBM você terá duas oportunidades para aprender e tirar suas dú-vidas! Em parceria com o Setor de Educação Ambiental da Prefeitura dePorto Alegre, nossa Casa recerá palestras e dramatizações, com espaçopara perguntas sobre como destinar resíduos sólidos.Data: 15/06 (14h30 às 16h) e 16/06 (10 às 11h20)Local: Auditório I - SBEBMIngresso: 1kg de alimento não-perecívelO Recanto Conte Mais procura voluntáriospara ampliar seu trabalho. Contadores de his-tórias e pessoas que possam ajudar no apoioadministrativo são bem-vindas!Os candidatos precisam:• Ter cursado ou cursar a oficina “A Arte deContar Histórias” promovida pelo ProjetoConte Mais da Fergs;• Estar cursando ou ter concluído o ESDE.Interessados devem enviar email parasbebm-contemais@yahoogrupos.com.br e oucomparecer ao próprio Recanto Conte Mais(terças-feiras) 19h às 21h. Falar com Mara,Janina ou Viviane.ENCONTROS PARA FORMAÇÃODE TRABALHADORESData: 28 de maio, 04, 11, 18 e 25 de junhoLocal: Sala do Departamento CulturalHorário: das 19h30 às 21hConvidamos a todos os trabalhadores daSBEBM para participarem do Curso de“Capacitação e Qualificação de Trabalhadores”para o Setor de OME.Data: 04, 05, 11, e 12 de junho de 2013Local: Sala 308Horário: 18hInscrições pelo e-mailvera.pretto@raconpoa.com.brgestão socioambiental conte maisRegulamento:1 – Objetivo da campanha – esta campanha de poesias é uma promoção daGestão Socioambiental e não objetiva competição e/ou premiação, mas a par-ticipação e sensibilização dos frequentadores da Sociedade Beneficente EspíritaBezerra de Menezes.2 – Do tema – “Natureza para o Mundo de Regeneração.”3 – Dos participantes – Poderão participar os frequentadores, trabalhadores esócios da Sociedade Beneficente Espírita Bezerra de Menezes (SBEBM).4 – Das inscrições e participação – Os candidatos poderão participar obede-cendo um limite de até três trabalhos (poesias). As inscrições estarão abertas,de 23 de março a 30 de maio de 2013 e deverão ser entregues na Secretariada SBEBM em envelope com identificação do autor e endereçado a GestãoSocioambiental ou por e-mail: ambiental@sbebm.org.br5 – Dos trabalhos - Só serão aceitos poesias inéditas, até três por pessoa.A responsabilidade na utilização de todo ou qualquer bem de titularidade deterceiros, cabe inteira e exclusivamente aos participantes da campanha, isen-tando a Sociedade Beneficente Espírita Bezerra de Menezes e a Gestão Socio-ambiental sobre a mesma.6 – Da exposição dos trabalhos: As poesias serão expostas a partir do dia 15 dejunho de 2013 no painel na SBEBM e igualmente publicadas no Blog da GestãoSocioambiental: http://ambientalsbebm.blogspot.com.br/Os trabalhos farão parte do acervo da Gestão Socioambiental e não serão de-volvidos, podendo ser revisados e expostos em outros eventos.Campanha de PoesiasNatureza para oMundo de RegeneraçãoPróximas ReuniõesVocê sabeseparar o lixo?Recanto Conte Maisprecisa de voluntáriosParticipe de nossas próximas reuniões!Elas acontecem às 19h na sala Multiuso II• 21/05/2013• 04/06/2013• 18/06/2013SOC. BEN. ESPÍRITA BEZERRA DE MENEZES 3Curso ome
  4. 4. 4pais gestantesfoto:iStockAmai-vos, eis o primeiro ensinamento,instruí-vos, eis o segundo (ESE cap. VI). Otrecho revela que desde o ventre materno,amar é a principal função exercida pelo(s)pai(s) ao mostrar para os filhos(as), o modopelo qual o mundo funciona.Falar sobre a dor que mamãe sente ao ges-tar, é apenas um dos tantos atos que inte-gra o rito dos nascidos. Após a chegada aomundo, os pais- que também são ou fo-ram filhos - continuam a mostrar aos seus,o modo funcional do mundo. Seja aqui,agora, em casa, na escola ou rua, a funçãonorteadora é transmitida através do exem-plo demonstrado pelos pais. Exemplos queultrapassam a simples fala - daqueles quelimitam- aquilo que os filhos (a) podem ounão fazer.Sob as mais diversas circunstâncias, as fi-guras parentais - exercidas por pais, tios,padrinhos, avós, responsáveis ou tutores-mostram noções e opções de limites paraos filhos (as) em formação. Desta forma,semeiam em seus espíritos, as primei-ras noções de responsabilidade e caráterdos futuros homens/mulheres em fase deconstrução. Na medida em que a criançarecebe dos pais os exemplos de códigos enormas - que regem a sociedade em suasmais diferentes estratificações sociais – re-petidas experiências são registradas pelosfilhos- que aprendem pelo afeto.Neste sentido, é correto afirmar, que osprimeiros educadores da criança são ospais que lhes ensinam na primeira esco-la, o lar. Lugar onde nascem os primeirosvalores que acompanharão os filhos portoda a sua existência. Através destes valo-res ministrados e vivenciados pelos pais nolar-escola, o filho (a) desenvolve-se comofuturo cidadão (ã) – ser capaz, autônomo(a) e independente- para gerenciar seuspróprios passos e talentos em auxílio dosque o rodeiam.Questiono o motivo pelo qual alguns paisafirmam ter filhos melhores e outros nemtanto? Por que certos perfis de pais exigemmais objetivos de alguns filhos e menosde outros? Dentre as possíveis variantesde respostas, considero outros questiona-mentos como: _Que tipo de pai ou de mãesou? Quero continuar a agir desta forma?Como funciona meu comportamento pa-ternal/maternal? Sei lidar comigo, commeu sucesso e fracasso. Com o sucessoda esposa e dos filhos? Quais sentimentosafloram em mim? Inveja, medo, ou ale-gria e satisfação? Que atitudes manifestoquando me sinto frustrado (a)?Dentre as variantes de respostas, a questãoespiritual-familiar, ou modo como o espíri-to do filho (a) encarna para formar a famí-lia é um ponto importante a ser analisado.Os ajustes e desafios que o espírito quevêm com a missão filial encontra nas cons-telações familiares. Os afetos e desafetos –pois pais e filhos poderão ou não ter maisou menos “dores de cabeça” conformeas funções desempenhadas por cada um.Neste âmbito, o nível moral dos espíritosencarnados como filhos (as) e como paisgeram características próprias para aqueledeterminado grupo familiar.É importante destacar que, qualquer queseja o nível moral de pais ou filhos, é comohumanidade que eles se reúnem para acorreção de suas más tendências morais,em constante resolução na coletividade.Texto: Helena Carolina Zamprognanecessários para o exercício do amor-autoridadeOs pais,a educação e os valoresSejam quais forem os desafios dos pais efilhos encarnados, o objetivo de toda equalquer família é a reaproximação, parajuntos crescerem no amor, superando dife-renças e aparando as arestas desta vida ede outras vivências anteriores.Através do amor, pais e filhos compreende-rão que sempre será necessário corrigir asatitudes impróprias. Abaixo, uma pequenaclassificação denominatória das figuras pa-rentais mostra alguns traços de personali-dade muito comuns em comportamentosparentais do cotidiano. Pais opressores(aqueles que dão limite com pouco afeto epouca presença, Pais permissivos (aquelesque estão presentes e dão afeto total, masnão dão limite), Pais desleixados (aquelesque ausentes, sem afeto e sem limites enão estão nem aí) e os Pais ideais (aque-les que são a junção do opressor na parteque dá o limite, com o permissivo que estápresente e dá afeto total, portanto, é cons-trutivo).Dentre os exemplos acima, é possível ajunção de diferentes tipos de pais. Aque-les que não dão limite ou afeto aos filhos.E estes poderão vir a tornarem-se deslei-xados. Alguns filhos poderão desenvolversentimento de abandono. Pais ausentes,que não se importam se filho (a) voltouou não de uma viagem, balada ou escola,fazem com que os filhos (as) percam res-peito e autoestima por si e pelos pais. Osfilhos deste tipo de pais, enfraquecem oselos afetivos que vão se esticando até seromperem-se mediante o sentimento deindiferença. A criança que sente-se aban-donada pelo pais, como um espelho refle-te o sentimento de abandono ou morte da
  5. 5. SOC. BEN. ESPÍRITA BEZERRA DE MENEZES 5SOC. BEN. ESPÍRITA BEZERRA DE MENEZES 5esdeBAZAReducaçãomediúnicaInscrições para N1Atenção para as datas e horáriosdas incrições para o N1 da EducaçãoMediúnica:Data: de 22 a 25 de maio de 2013Local: sala 204Pré-requisito: ESDE completoHorários:3ª feira: 9h às 10h304ª feira: 19h30 às 21h5ª feira: 14h30 às 16h6ª feira: 19h30 às 21hSábado: 17h às 18h30Informações: edmediunica@sbebm.org.brInscrições para G1O ESDE - Ensino Sistematizado da DoutrinaEspírita, está com uma nova sistemática dematrículas para o G1.Todas as turmas (independente do dia esco-lhido para cursar) ocorrerá de forma unifica-da na seguinte data:Data: 06 de junho de 2013Sala: Auditório 02Pré-requisito: 100% de frequência noCIEDE e ser sócio da CasaInformações: sistematizado@sbebm.org.brA partir de 02 de maio o bazar estaráaberto também às quintas-feiras das16 às 19h30.Novo dia de funcionamentoINSCRIÇÕESAs inscrições para a Evangelização podemser realizadas aos sábados, na sala 310, das14h30 às 16h.O conteúdo programático para o ano de2013 já está disponível para download nosite www.sbebm.org.brInformações: evangelizacao@sbebm.org.brEVANGELIZAÇÃOsua capacidade de amar. Nestes casos, a criança abandonada à indiferença aospoucos vai se abandonando, adoece ou revolta-se e poderá chegar ao ponto demarginalizar-se.Mas na medida em que os pais colocam os limites com firmeza, à disciplina po-sitiva, passa a recompensar os acertos, sem ignorar os erros como pedagógicos.Por que recompensar o acerto sem castigar o erro? Por que o cérebro não registrao “não” enquanto negativo. Para facilitar a relação de entendimento entre paise filhos, é interessante que os pais desenvolvam habilidades parentais, que vema ser o uso da recompensa pela atitude correta. O estímulo verbal é sempre bemaceito pela criança.As habilidades parentais, ou recompensas dadas pelo pais aos filhos por demons-trarem atitudes e comportamentos corretos, funcionam muito bem durante a se-mana de atividades que filhos desempenham normalmente.Nos finais de semana, os pais podem propor atividades diferentes, como quebrana rotina. Uma ida ao parque, ao shopping ou adquirir algo muito desejado pelacriança. Por outro lado, se durante a semana as atividades e responsabilidades nãoforam cumpridas pelos filhos conforme o combinado, os pais não devem recom-pensá-los. A mensagem que fica é que: Regras claras incentivam as habilidadespositivas.Outro exemplo é aquele em que criança chega, abraça, beija os pais e vai logo pe-dindo um par de tênis caríssimo. Neste caso, os pais impactados, devem começarum diálogo amistoso: _Porque você escolheu este tênis? Me fale sobre o que vocêgostou no tênis? Algum artista ou atleta usam esta marca esportiva? Por que temque ser esse?Os pais devem ouvir atentamente os filhos e educadamente, encerrar a conversacom frases firmes:_É realmente o tênis é legal, mas não você não vai poder ganhá-lo este mês. Dando continuidade, os pais devem negociar a data e as condiçõespara a obtenção do pedido, caso financeiramente possam dá-lo. Caso contrário,os pais poderão dizer: _Quando você estiver mais crescido, trabalhar e ganhar seudinheiro, você se dará este tênis de presente. Por que eu hoje não posso.Em um primeiro momento, a criança poderá não ficar lá muito feliz, mas apósmeia hora dialogando as reais condições para obtenção do objeto desejado, ospais demonstraram seu interesse pelo assunto e deram a devida importância aofilho (a). Momento de troca de informações, onde valores foram agregados narelação parental. Com tais atitudes, pais e filhos (as) poderão lidar melhor comsentimentos de frustração de ter ou não, o tênis ou outro objeto desejado. Oexemplo acima mostra uma performance afetiva, de cunho material, moral e ético.Material, porque na negociação ficou demonstrado o valor capital excessivo dotênis. Moral e ético, porque houve respeito hierárquico entre as partes, embora ospais e os filhos não comungassem do mesma objetivo.No valor moral, os pais foram sinceros com a criança, não prometendo o que nãopoderiam honrar. Não enganaram só para agradá-la. Falar a verdade possibilitaque a criança compreenda que no futuro poderá, ela mesma poderá adquirir otênis desejado por sua própria conta. Neste tipo de diálogo, houve a valorização defilhos (as) e pais. A conversa funcionou como senha para a realização dos futurossonhos, projetando perseverança, determinação e confiança no ambiente familiar.A realização dos sonhos é possível a curto, médio e longo prazo. Mas para queaconteçam, a criança deve interiorizar as regras e códigos deste jogo educacional econstrutivo. A criança/ filho (a) se relacionará com maior confiança em si mesma enos grupos sociais nos quais circula. Como pais, avós e responsáveis pela educaçãodas novas gerações, concluímos que o aprendizado e o desenvolvimento moralestão intimamente ligados; não podendo ocorrer separadamente. Um inexiste semo outro.Há sinais de um deterioramento social em virtude do modelo de relações em evi-dência, que mostra-se incapaz de gerar harmonia, felicidade e realização nos seres.Como pais, somos capazes de ensinar através do exemplo que transforma-se emvirtude - mola mestra - que nos ajuda a transcender os obstáculos da vida. Paise filhos (as) constroem juntos o modelo de educação agregador de valore moraise afetivos. O amor-autoridade é um investimento que vale muito a pena!Nossa missão é instruir para amar mais e melhor, relacionando-seadequadamente com nossos familiares. Aguardamos sua presença!Confira nossos atendimentos, nos seguintes dias e horários:• Terças-feiras - às 14h - Sala 205 e às 20h - Sala Multiuso• Quintas-feiras (às 20h – Sala Multiuso
  6. 6. 6Projeto Amigos da Maria de Nazaré - nomês de Fevereiro, uma comissão compostapor trabalhadores das Sociedades Benefi-centes Espíritas Bezerra de Menezes (SBE-BM) e Maria de Nazaré (SBEMN), apresen-tou à presidente Léa Bós Duarte (SBEBM),o Projeto Amigos da Maria de Nazaré, ba-tizado pela própria presidente. Destinadoà obtenção de recursos materiais e huma-nos para ampliação da sede localizada nazona norte da capital, o projeto surgiu deum pedido de auxílio feito por Vera Pretto(presidente) à SBEBM para o conserto deuma parede caída. Em visita ao local – odiretor administrativo da SBEBM, Semarinoda Rosa deparou-se com outras demandas,convocando a equipe para uma primeirareunião de caráter emergencial. Desde en-tão, foram agendados novos encontros. Osegundo iniciou com a leitura do Capítulo:Bem Aventurados os Aflitos do EvangelhoSegundo do Espiritismo (ESSE pág. 71), so-bre o qual Léa observou: “Somos nós queestamos recebendo um grande aprendi-zado do povo da Maria de Nazaré. Ao re-cordar Paulo e Estevão, percebo o imensoaprendizado em auxilio dos que se encon-tram em situação de aflição”.Há dezoito anos, a Sociedade Beneficiente Espírita Maria de Nazaré (SBEMN) promove odesenvolvimento espiritual, identitário e social dos seus beneficiados e voluntários que carecem demelhores instalações.Histórico – segundo informações trazidaspela comissão, foi em outubro de 1991,que atividades da SBEMN começaram demodo informal nas dependências de umacreche mantida pela Igreja Nossa Senhorado Caravagio (Zona Norte) onde hoje estáo Instituto de Educação Maria de Nazaré(IEMAN). Desde então, consolidou-se acompra da sede própria, juntamente com aata de inauguração da sociedade em 21 deMaio de 1994, por iniciativa da trabalha-dora Izabel Herzog juntamente com DalvaMarson, Maria Frida, Nícia Mälher e Dicar-los Luiz Kerber. Segundo Isabel, a ideia deiniciar projeto voltado a pessoas carentescomeçou nos anos 90, após ler Compro-missos Iluminativos (obra de Bezerra deMenezes, psicografada por Divaldo PereiraFranco, Ed Leal, 120 pgs): “Num dos ca-pítulos Bezerra falava sobre a importânciade educar as novas gerações. Pensei comopoderia dar início a um projeto voltado àeducação infantil em alguma comunidadecarente. Reuni seis amigos e falamos comValdemar Ferreira - colega da SBEBM, co-nhecido como Ferreirinha – que nos acom-panhou até uma creche na Vila Nazaré. Alífomos apresentados ao líder comunitáriochamado Jorge. Come-çamos a voluntariar e emum ano passamos a servirde 150 a 200 Sopas Fra-ternas. Os participantesaumentavam quando de-cidimos adquirir uma sedeprópria. Com o passar dotempo abrimos CNPJ como nome: Sociedade Bene-ficiente Espírita Mª de Na-zaré, na época apelidadade igrejinha.Recebemosvoluntários católicos eumbandistas e construímos um ótimo vín-culo com os moradores. Eles não deixavamnada de mal nos acontecer. Assim começa-mos.” Recorda.Sopa, livros e espiritualidade - confor-me Vera, a sede atual da M[ de Nazaré,apresenta um aspecto modesto e vulnerá-vel, devido os poucos recursos - provindosdos raros voluntários que mal pagam oscustos de manutenção da sede.“Nos úl-timos anos, não houveram investimentosapropriados para manutenção e nossasede se encontra em ruínas. Além da sopafraterna, oferecemos Palestras Doutriná-rias, Evangelização, Passes Magnéticos,Assistência Espiritual e Social, Bibliotecae Oficinas profisisonalizantes (eventuais)para geração de renda. A distribuição dasopa acontece aos sábados, momentomuito solicitado pelo moradores que le-vam suas vasilhas e panelas e comem asopa em casa, na companhia dos familia-res. Como pão espiritual, a sopa acalentanossos irmãos da Nazaré. Ao reunirmosos ingredientes antes da preparação, nossentimos envolvidos em uma atmosferafraterna que acompanha as etapas.” Ex-plicou.Mais espaço - Ieda Moraes (tesoureira)observou sobre responsabilidades da casaSBEMN em fomentar educação básica eprofissional para os moradores da Vila Na-zaré (em situação de vulnerabilidade so-cial): “O número de beneficiados cresceu ecom isto carecemos de um salão maior, deampliação das salas de aula, da cozinha eda área para armazenagem, classificação edistribuição de doações, também precisa-mos de um aterro, pavimentação da áreade circulação e o erguimento de muros.”solidariedadeAMIGOS DAMaria de Nazarerecebem apoio da SBEBMPlanta baixa da SBEMN em 3DTexto: Simone Núñez Reis
  7. 7. SOC. BEN. ESPÍRITA BEZERRA DE MENEZES 7Premier étage – a expressão francesa que significa“primeiro andar” foi tema proposto por Matheus Rosa,integrante do Departamento de Educação Mediúnica.Usando o software livre SketchUp, Matheus projetouem 3D a planta baixa da SBEMN. Ao detalhar as ne-cessidades do prédio, observou: “Para evitarmos pro-blemas de umidade, o terreno necessita receber umaavaliação técnica do solo, antes de darmos andamentoa outras etapas da obra. O terreno está abaixo do ní-vel dos demais. Com o solo aterrado, novos vigamen-tos sustentarão lajes pré-moldadas que será o primeiroandar. É necessário um planejamento global, realizadoem etapas.” No terceiro encontro, uma dupla formadapor um arquiteto e um engenheiro civil foram agrega-dos à equipe técnica que trabalhará com a reforma daSBEMN.Agenda caritativa – segundo Vera, a equipe da SBE-MN evangeliza crianças na faixa etária de 0 a 13 anosem três salas que estão com lotação máxima. Duranteos atendimentos as crianças recebem um lanche. Asturmas carecem de evangelizadores. “Temos 60 famí-lias registradas em nosso cadastro, que recebem umrancho, que não chega a ser uma cesta básica. Doamosroupas novas e usadas (em bom estado) para crianças,enxovais para recém-nascidos, gelatinas para criançasportadoras do vírus HIV, fraldas para adultos enfermose crianças, roupas extragrandes para pessoas muitoobesas. Atualmente uma senhora aguarda a doação deum fogão a gás. Quando somos solicitados, João PauloLacerda (médico psiquiatra e vice-presidente) e eu vi-sitamos os moradores em casa para levar-lhes a sopa,água fluída, fazer-lhes preces e realizar-lhes atendimen-to fraterno (AF). Também orientamos a população sobrecomo devem fazer ao se dirigirem aos postos de saúdepública. Com a umidade do local, nossa sede deterio-rou-se. Para nós da Mª de Nazaré, este é um momentode intensa semeadura da doutrina.”Presente surpresa – ao término da reunião, a comis-são foi presenteada com um retrato de Adolfo Bezerrade Menezes, oferecido pela presidente Lea Bós Duarteque sugeriu à equipe de comunicação da SBEBM queproduzisse um vídeo sobre a Sociedade Maria de Na-zaré. Novas reuniões ficaram previstas em terças-feiras(intercaladas).Mensagem humanizadora - constituída por VeraPretto (Orientação Mediúnica), João Paulo Lacerda (Pa-lestrante e Fundador do Apoio a Dependentes Quími-cos), Léa Bós Duarte (Presidente) José Semarino da Rosa(Diretor Administrativo), Ieda Moraes (Evangelização),Matheus Rosa (EM), Susana Garcia (ESDE), a comissãoaprovou a criação de campanhas arrecadatórias emprol da SBEMN. No encerramento, Vera leu um trechode Lucius, psicografado por André Ruiz “Não se podemais conceber uma casa espírita na qual a ordem matea afetividade, a organização transforme pessoas emmáquinas e os organogramas burocratizem a caridadeem setores e departamentos impessoais. Nem que a li-derança natural do bem seja substituída por uma com-petição em busca de cargos e poderes nas instituições,porquanto, onde isso ocorra se identificará aquela obracomo humana e não divina. Pode oferecer alimentopara o estômago de muitos ouse assemelhar a loja deroupas para o corpo, farmácia com medicamentos paraos órgãos, escola para alimentar os neurônios”.O Atendimento Fraterno pelo Diálogo recebe fraternalmenteaquele que busca o Centro Espírita, dando-lhe a oportunidade deexpor livremente - em caráter privativo e sigiloso - suas dificulda-des e necessidades.Acolhe de forma fraterna e solidária, dentro dos princípios doEvangelho, à luz da Doutrina Espírita, ouvindo e orientando comrespeito, atenção e humildade aquele que:• Deseja fazer uma visita e/ou integrar-se às atividades da SBEBM• Deseja receber ajuda espiritual;• Deseja informação ou estudo;• Necessita de assistência, orientação doutrinária ou amparo;• Tem interesse em conhecer a doutrina e o trabalho espírita.• Segunda-feira: 19h às 21h• Terça-feira: 13h às 15h• Quarta-feira: 19h às 21h• Quinta-feira: 13h às 15h• Sábado: 9h às 12hHorários do Atendimento Fraternopelo DiálogoAtendimentoFraterno pelo DiálogoLEI DO TRABALHO E SEDE PERFEITOS - de 01/05 a 02/05• A necessidade do trabalho para a Evolução EspiritualLEI DO TRABALHO E SEDE PERFEITOS - de 06/05 a 11/05• O homem de bem. Construindo a reforma íntima.LEI DO TRABALHO E SEDE PERFEITOS - de 13/05 a 18/05• A reencarnação e a busca da EvoluçãoLEI DO TRABALHO E SEDE PERFEITOS - de 20/05 a 25/05• Parábola do SemeadorLEI DO TRABALHO E SEDE PERFEITOS - de 27/05 a 01/06• Cuidar do corpo e do espíritoPalestrasdoutrináriasmaio.2013
  8. 8. 8A HumildadeSer humilde é aceitar a vossa condição hu-mana. É ser fiel, é ser doce, é amar com ter-nura. É ter no coração somente o bem, odesejo de servir. A humildade é o que vosaproxima das almas redimidas, que alcança-ram a paz e o amor maior.O homem humilde aceita a sua condição.Não se queixa e antes agradece ao Pai porcada dificuldade, por cada dor da cami-nhada. Ser humilde é reconhecer-se filhode Deus, nem maior e nem menor queninguém.A humildade vos eleva, conduz.Vos faz encher-se de ternura ante a um in-feliz que sofre.Deixe-vos enternecer pelas dores do mundoe vossa alma se elevará.Deixe-vos emocionar ante ao irmão que so-fre, consolai-o e, se de ti nada dispor paraauxilia-lo, orai com ele, orai por ele.A humildade é a Senha Divina para a práticada caridade. Caridade, sublime virtude. Elaestá ao vosso alcance. Não temais, obrai emnome do bem.Caridade, humildade, generosidade. Eis oAmor!Amem-se com desinteresse, sinceridade ehumildade. Lembrem-se: a alma sofredoraque pede auxílio, nem sempre é a de umirmão em resgate. Há irmãos nossos, mui-to elevados, que em sublime ministério deexemplificação sofrem humildemente. É oensinamento da renúncia, do despren-dimento, da resignação. Aprendamcom eles. Não julguem pelas aparên-cias. Luz e Paz!Amados Irmãos, que a paz de nossoMestre Jesus esteja convosco!Meus irmãos! Vamos meditar nas flo-res, em suas cores, no seu perfume.Vamos olhar a natureza, vamos aspirá-la, vamos cuidá-la, vamos vivenciá-la. Étão bonito vê-los a cuidar dos jardins,mas vosso tempo é sempre muito pe-queno porque a vida vos chama inces-santemente para outras coisas. Por quetantas horas no computador? O quebuscais? O conhecimento? Os livros vosdarão. O que buscais? O convívio nasredes sociais? Vosso vizinho espera seuboa-noite, seu bom-dia. Ah! É melhorser indiferente. Vós não sois espíritas?Onde a caridade? Sim, um bom-diapode salvar uma vida. Por que vos des-viais daqueles que vos querem saudar?São menos importantes?Meus irmãos, muitas vezes jungidosàs escolas espirituais da terra o ho-mem pensa possuir um cabedal de simesmo maior do que de fato possui.E negligenciam freqüentemente o maisimportante. Louvam estar com aquelesque demonstram a grandeza espiritualpela palavra bem conquistada, com oestudo e a disciplina, com os belos dis-cursos. Então buscamos a companhiados doutos como o fazíamos há muitosséculos.Meus irmãos! Olhai o pequenino ao vossolado que sorri. Sim, olhai-o nos olhos. Não édo douto que precisais, não é a ele que con-solarás. Apenas enriquecerá de sua palavrasem vivência, apenas receberá o cumprimen-to dos grandes como vós buscais incessante-mente. Mas eu vos digo que maiores do queos maiores jazem na terra, nos catres de dor,irmãos pequeninos que vós rejeitais. Mas sãoeles o passaporte – desculpe-me a expressãomenos feliz – para uma vida digna espiritual-mente. Perdoem-me se digo coisas que vosassustam. (...)Os espíritos do Senhor vêm e vão constante-mente ao vosso encontro e vós os rejeitais.Onde a caridade, onde o bem? Meus irmãos,não está nas obras espíritas que ledes comtanta freqüência e até decorais? Muitas ve-zes até mesmo chorais antes as passagens,mas quando vos defrontais com os peque-ninos da terra esquecei-vos facilmente da-quelas passagens tão lindas que ledes emo-cionados na escola mediúnica ou no estudosistematizado. E quando tendes de exempli-ficar comovo-me ante a vossa atitude e vossuplico, meus irmãos, que revejam enquantoainda há tempo. Olhem com carinho para oirmão menos feliz, menos esclarecido do quevós. E olhem com atenção se quem sabe ele,antes de vós, já tem um lugar garantido napátria de luz e de amor.Flores, meditem nas flores, nas suas cores,nos seus perfumes. Aspirem a atmosfera avossa volta com olhos de quem quer ver evereis, assombrados, que onde julgais haverespinhos existem flores luminosas e perfu-madas e que se vós auxiliassem, muito maisseriam auxiliados.Muita luz e muita paz!MENSAGEIRO é uma publicação bimestral da Sociedade Beneficente EspíritaBezerra de Menezes. Av. Nova York, 686 - Porto Alegre/RS - CEP 90550-070Fone: (51) 3343.0625 . www.sbebm.org.brProjeto gráfico: Departamento Administrativo - Setor de Comunicação(comunicacao@sbebm.org.br) | Textos: Simone Núñez Reis - Mtb 16846Tiragem: 5000 exemplares | Data do primeiro exemplar: 01/10/2004.Psicografias dia do trabalhador:: SBEBM nas redesfb.com/sbebm@bezerraPOA

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