SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 6
Baixar para ler offline
CONHECIMENTO SOBRE ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL: EMPREGO DE TÉCNICAS LÚDICAS
COM ALUNOS DE 8 À 13 ANOS DE UM CENTRO EDUCACIONAL DE MANAUS /AM
Aluna: Lídia Dude Soaresa
Orientadora: Mestra Simone Helen Drumond Ischkanianb
a
Universidade do Estadual do Estado do Amazonas
b
Centro Educacional da Zona Norte de Manaus - AM
A R T I C L E I N F O R E S U M O
Palavras chave:
Palavra 1; Educação Nutricional
Palavra 2; Lúdico
Palavra 3; Alimentação Saudável
E-mail:
ª email do autora
lidianutricionista2013@gmail.com
b
email do autor b
simone_drumond@hotmail.com
Eixo Temático:
Saúde e Educação
Entende-se que a alimentação é de suma importância para o
crescimento e desenvolvimento do ser humano, sendo um dos
fatores mais importantes relacionados à qualidade de vida. O
presente artigo tem como objetivo descrever sobre a abordagem
da educação nutricional embasados no ensino e aprendizagem
com interativas e lúdicas, orientando os estudantes sobre o
nutrientes saudáveis. A pesquisa é de caráter descritivo com
abordagem qualitativa. As atividades contextualizaram-se
diversificadas com alunos de 8 a 13 anos do Ensino fundamental
em um Centro Educacional da Zona Norte de Manaus. Os
resultados revelaram que as atividades foram positivas, quanto
ao incentivo à alimentação saudável. Concluímos que as
atividades diversificadas, atraentes e variadas com base na
ludicidade são instrumentos primorosos de aprendizagens.
1 INTRODUÇÃO
O ensino sobre questões alimentares são articulados por intermédio da educação
nutricional, esta atua de maneira a ampliar os conhecimentos dos indivíduos para que possam
optar por nutrientes mais saudáveis. As crianças e adolescentes, por estarem iniciando um
processo de afirmação da sua identidade pessoal e alimentar, representam um grupo ávido por
informações, dentre elas, as que têm relação com o nutricionismo positivo e contraproducente.
No entanto sabe-se que além do desejo de se fazer escolhas alimentares saudáveis devemos
também colocar em práticas em atitudes diárias, desde o comprar até o ato de comer. Os passos
que antecedem a uma refeição são de suma importância, pois são eles que determinaram os
passos seguintes, falo isto me referindo a escolha de um produto, quando ali me decido pelo
que estarei a levar para meu organismo, que tipo de nutriente estarei a levar para meu
organismo e qual será sua contribuição para minha vida. Para facilitar a aprendizagem sobre a
temática indicamos como elementos relevantes os materiais pedagógicos sobre alimentação que
servem como agentes estimulantes na construção do conhecimento. Estes pensamentos nos
levaram a desenvolver uma análise para avaliar o impacto da alimentação e concluímos que
esse tipo de abordagem tem efeito positivo quanto aos conhecimentos nutricionais. Diante
disso, trabalhar com ferramentas lúdicas, atraentes, são ações educativas essenciais no processo
de ensino e aprendizagem no ambiente escolar.
2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA E/OU TRABALHOS RELACIONADOS
Atualmente, entre os diversos métodos de ensino, a atividade lúdica é considerada uma
abordagem bastante completa, pois é efetiva no sentido de despertar a atenção e interesse do
educando sobre um determinado assunto e também por motivar a participação ativa e a troca de
informações, pois trabalha a teoria com a realidade. O termo lúdico vem do latim ludus que
quer dizer brincar e jogar. A intervenção lúdica eficaz para a educação em saúde deve causar o
aumento do nível de conhecimento, além de modificações de conduta e evolução na qualidade
de vida. (COSCRATO, PINA e MELLO, 2010; PIETRUSZYNSKI, ALBIERO, POPPER et
al., 2010, p.23). No âmbito nutricional os programas de educação são essenciais para a
promoção de hábitos alimentares saudáveis tanto para a população adulta como para crianças e
adolescentes, assim as atividades lúdico-pedagógicas podem proporcionar um aprendizado
sobre alimentação e nutrição de uma forma agradável.
Os hábitos alimentares adquiridos na infância tendem a se solidificar na vida adulta,
tornando-se necessárias as medidas de promoção de vida saudável, pois é muito importante que
se possam identificar com antecedência as práticas alimentares impróprias, pois só assim
poderá encontrar métodos que corrijam essas práticas inadequadas. (CARVALHO, OLIVEIRA
e SANTOS, 2010).
A implementação de programas de educação nutricional nas escolas pode criar um
ambiente favorável à saúde estimulando o consumo de alimentos saudáveis, pois o ambiente
escolar é propício para o processo educativo, tendo em vista que a construção de instrumentos
de estudos nutricionais com crianças em idade escolar é tarefa desafiadora para os educadores.
(DAVANÇO, TADDEI E GAGLIANONE, 2004; ASSIS, GUIMARÃES e CALVO et al.,
2007).
Dentro dos programas de educação nutricional com enfoque no lúdico existe uma série
de atividades que podem ser trabalhadas com as crianças, por meio de ações singulares ou
grupais.(BOTELHO, ZANIRATI e PAULA et al., 2010). As cartilhas também são
mencionadas como importantes instrumentos de estímulo para o aprendizado no tema
alimentação e nutrição (OLIVEIRA, 2008, p.43).
3 METODOLOGIA
O estudo projetou-se durante os meses de julho a dezembro de 2019 e abordou os
métodos lúdicos, como jogos, brinquedos, brincadeiras e palestras. Assim, a primeira fase do
projeto foi embasada em relato de experiência sobre atividades de educação nutricional
realizadas com alunos entre 08 e 13 anos, de ambos os gêneros, em um Centro Educacional da
Zona Norte de Manaus, Amazonas. As ações educativas estão inserida na abrangência da Saúde
Pública, tendo como enfoque principal o incentivo a alimentação saudável para os educandos.
Foram desenvolvidos os seguintes temas: Palestra sobre o conhecimento da diversidade
alimentar quanto as cores, texturas, aromas, nutrientes, vitaminas, sais minerais e paladar, para
a atividade de montagem de um prato saudável e a pirâmide alimentar, em dias alternados. Para
a atividade de montagem do prato saudável foram abordados os Dez Passos para a
Alimentação Saudável adaptado para adolescentes por meio de figuras de alimentos pertinentes
aos grupos alimentares. Com relação à pirâmide alimentar abordarmos o que é e como ela pode
auxiliar na prática de uma alimentação saudável, a atividade foi composta por uma pirâmide
vazia onde os alunos desenvolveram a atividade.
4 ESTRATÉGIAS
A alimentação saudável pressupõe ingestão suficiente de nutrientes para que crianças e
jovens consigam atingir o crescimento e desenvolvimento normais. A prevenção de doenças
relacionadas com alimentação e as doenças crônicas não transmissíveis, como obesidade,
diabetes e doenças cardiovasculares são responsáveis por altas taxas de morbi-mortalidade no
mundo todo. Os resultados foram tabulados e analisados por estatística descritiva, em
percentual. Considerando que este projeto tem como procedimentos bibliográficos e estudo de
caso, as evidencias relevantes foram abordadas e deram sustentação ao estudo.
Grafico1: Análise estatística com abordagem qualitativa das atividades desenvolvidas na pesquisa
Fonte: Resultados da pesquisa (própria autora), 2019
4.1.1 Resultados positivos e abrangentes do projeto
Na vigência do projeto observou-se muitos resultados positivos, dentre os quais se pode
destacar adesão e comprometimento de toda a equipe durante a execução do projeto o que fez
com que tivéssemos êxito e sucesso alcançados. A força de vontade, o engajamento, a
liderança, empenho da equipe da instituição e das crianças e jovens, mostram o quanto o fator
humano pode fazer a diferença na disseminação do conhecimento em uma geração.
Figura 1 – A educação é transformadora de contextos sociais
Fonte: Itanilde de Angiolis Silva???????????????
Tabela 1 – A pesquisa é de caráter descritivo com abordagem qualitativa
ATIVIDADES Jul/19 Ago/19 Set/19 Out/19 Nov/19 Dez/19
Produção da justificativa,
problemas, questões norteadoras
e objetivos
x x
Produção da fundamentação
teórica e metodológica
x x x x
Apresentação do pré-projeto de
pesquisa
x
Defesa do projeto escrito e
defesa oral com apresentação do
banner
x
Pesquisa de campo e coleta de
dados
x x x x x x x
Produção de monografia/artigo e
banner x x x x x x
Defesa final do trabalho x
Fonte: Resultados da pesquisa (própria autora), 2019
5 CONCLUSÃO
A implementação de programas de educação nutricional nas escolas pode criar um
ambiente favorável à saúde estimulando o consumo de alimentos saudáveis, pois o ambiente
escolar é propício para o processo educativo, tendo em vista que a construção de instrumentos
de estudos nutricionais com crianças em idade escolar é tarefa desafiadora para os educadores.
(DAVANÇO, TADDEI E GAGLIANONE, 2004; ASSIS, GUIMARÃES e CALVO et al.,
2007, p. 64-65). Além disso, com a elaboração desse projeto houve maior adesão dos alunos a
inserção de novas preparações no cardápio oferecido e formação de hábitos saudáveis. Foi
possível através das estratégias de educação alimentar e nutricional levar não somente para os
alunos, mas também aos familiares e aos funcionários da instituição conceitos de uma
alimentação saudável e sustentável, e desmitificar que alimentação para ser saudável deve ser
algo difícil e de elevado valor financeiro. A conscientização da comunidade escolar sobre
hábitos saudáveis e a oportunidade de incluir na dieta um alimento de baixo custo, de elevado
valor nutricional e rico em amido resistente, torna o fruto um produto de grande potencial para
consumo no âmbito escolar. Esta experiência mostrou o quanto o profissional nutricionista é
capaz de disseminar o conhecimento e promover as pessoas com um estilo de vida mais
saudável trabalhando em equipe de forma interdisciplinar e multidisciplinar.
REFERÊNCIAS
ASSIS, M.A.A.; GUIMARÃES, D.; CALVO, M.C.M.; BARROS, M.V.G.; KUPEK, E.
Reprodutibilidade e validade de questionário de consumo alimentar para escolares. Rev
Saúde Pública, 41(6):1054-1057, 2007.
BOTELHO, L.P.; ZANIRATI E, V.F.; PAULA, D.V.; LOPES, A.C.S.; SANTOS, L.C.
Promoção da alimentação saudável para escolares: aprendizados e percepções de um
grupo operativo. Nutrire: Rev. Soc. Bras. Alim. Nutr.= J. Brazilian Soc. Food Nutr., São
Paulo, SP,35( 2): 103-116, 2010.
CARVALHO, A.P.; OLIVEIRA, V.B. SANTOS, L.C. Hábitos alimentares e práticas de
educação nutricional: atenção a crianças de uma escola. Municipal de Belo Horizonte,
Minas Gerais. Pediatria (São Paulo), 32(1): 20-27. 2010.
COSTA, A.G.M.; GONÇALVES, A.R.; SUART, D.A.; SUDA, G.; PIERNAS, P.; LOURENA,
L.R.; CORNACINI, M.C.M. Avaliação da influência da educação nutricional no hábito
alimentar de crianças. Rev. Inst. Cienc. Saúde. 27(3): 237-243. 2009.
COSCRATO, G.; PINA, J.C.; MELLO, D.F. Utilização de atividades lúdicas na educação e
saúde: uma revisão integrativa da literatura. Acta Paul Enferm, 23(2): 257–263. 2009.
DAVANÇU, G.M.; TADDEI, J.A.A.C.; GAGLIANONI, C.P. Conhecimentos, atitudes e
práticas de professores de ciclo básico expostos e não expostos a curso de educação
nutricional. Rev. Nutr., Campinas, 17(2): 177-184. 2004.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Dp cge caderno_alimentacao_2
Dp cge caderno_alimentacao_2Dp cge caderno_alimentacao_2
Dp cge caderno_alimentacao_2Amanda Ferreira
 
Projeto políticas publicas
Projeto políticas publicasProjeto políticas publicas
Projeto políticas publicasUyaraPortugal
 
Educação nutricional para crianças pré escolares
Educação nutricional para crianças pré  escolaresEducação nutricional para crianças pré  escolares
Educação nutricional para crianças pré escolaresSenac Resende RJ
 
Plano aula flávia
Plano aula fláviaPlano aula flávia
Plano aula fláviaCirla Amaral
 
Projeto Alimentação
Projeto AlimentaçãoProjeto Alimentação
Projeto Alimentaçãolaprossi
 
Projeto Alimentação Saudável.
Projeto Alimentação Saudável.Projeto Alimentação Saudável.
Projeto Alimentação Saudável.virtuu666
 
Educação para a saúde revista aesag
Educação para a saúde   revista aesagEducação para a saúde   revista aesag
Educação para a saúde revista aesagprojectopes
 
Projeto alimentos naturais x alimentos industrializados
Projeto   alimentos naturais x alimentos industrializadosProjeto   alimentos naturais x alimentos industrializados
Projeto alimentos naturais x alimentos industrializadosmerces1805
 
Resumo FENERC 2012 - Governador Celso Ramos
Resumo FENERC 2012 - Governador Celso RamosResumo FENERC 2012 - Governador Celso Ramos
Resumo FENERC 2012 - Governador Celso Ramosforumdealimetacao
 
A horta como estrategia de educação alimentar e nutricional em creche
A horta como estrategia de educação alimentar e nutricional em crecheA horta como estrategia de educação alimentar e nutricional em creche
A horta como estrategia de educação alimentar e nutricional em crecheMaria Helena Lima
 
Projeto Vida Saudável
Projeto Vida SaudávelProjeto Vida Saudável
Projeto Vida SaudávelProfrochedo
 
Proposta interdisciplinar turma 1
Proposta interdisciplinar turma 1Proposta interdisciplinar turma 1
Proposta interdisciplinar turma 1ritta conrado
 
Projeto Educação em Tempo Integral na Escola
Projeto Educação em Tempo Integral na EscolaProjeto Educação em Tempo Integral na Escola
Projeto Educação em Tempo Integral na Escolaanjalylopes
 

Mais procurados (20)

Alimentação saudável slides
Alimentação saudável slidesAlimentação saudável slides
Alimentação saudável slides
 
Dp cge caderno_alimentacao_2
Dp cge caderno_alimentacao_2Dp cge caderno_alimentacao_2
Dp cge caderno_alimentacao_2
 
Projeto políticas publicas
Projeto políticas publicasProjeto políticas publicas
Projeto políticas publicas
 
Alimentação saudável em casa
Alimentação saudável em casaAlimentação saudável em casa
Alimentação saudável em casa
 
Educação nutricional para crianças pré escolares
Educação nutricional para crianças pré  escolaresEducação nutricional para crianças pré  escolares
Educação nutricional para crianças pré escolares
 
Plano aula flávia
Plano aula fláviaPlano aula flávia
Plano aula flávia
 
Projeto Alimentação
Projeto AlimentaçãoProjeto Alimentação
Projeto Alimentação
 
Semana da qualidade de vida
Semana da qualidade de vidaSemana da qualidade de vida
Semana da qualidade de vida
 
Projeto Alimentação Saudável.
Projeto Alimentação Saudável.Projeto Alimentação Saudável.
Projeto Alimentação Saudável.
 
Educação para a saúde revista aesag
Educação para a saúde   revista aesagEducação para a saúde   revista aesag
Educação para a saúde revista aesag
 
Projeto alimentos naturais x alimentos industrializados
Projeto   alimentos naturais x alimentos industrializadosProjeto   alimentos naturais x alimentos industrializados
Projeto alimentos naturais x alimentos industrializados
 
Alimentação Saudável
 Alimentação Saudável Alimentação Saudável
Alimentação Saudável
 
Plano de aula
Plano de aulaPlano de aula
Plano de aula
 
Resumo FENERC 2012 - Governador Celso Ramos
Resumo FENERC 2012 - Governador Celso RamosResumo FENERC 2012 - Governador Celso Ramos
Resumo FENERC 2012 - Governador Celso Ramos
 
Tarefa 4blog
Tarefa 4blogTarefa 4blog
Tarefa 4blog
 
A horta como estrategia de educação alimentar e nutricional em creche
A horta como estrategia de educação alimentar e nutricional em crecheA horta como estrategia de educação alimentar e nutricional em creche
A horta como estrategia de educação alimentar e nutricional em creche
 
Projeto Vida Saudável
Projeto Vida SaudávelProjeto Vida Saudável
Projeto Vida Saudável
 
14 cozinhas
14 cozinhas14 cozinhas
14 cozinhas
 
Proposta interdisciplinar turma 1
Proposta interdisciplinar turma 1Proposta interdisciplinar turma 1
Proposta interdisciplinar turma 1
 
Projeto Educação em Tempo Integral na Escola
Projeto Educação em Tempo Integral na EscolaProjeto Educação em Tempo Integral na Escola
Projeto Educação em Tempo Integral na Escola
 

Semelhante a Lidia dude

Boa esperança.santa rita saúde.2.ppt
Boa esperança.santa rita saúde.2.pptBoa esperança.santa rita saúde.2.ppt
Boa esperança.santa rita saúde.2.ppttemastransversais
 
Educação nutricional e alimentar por uma correta formação dos hábitos alime...
Educação nutricional e alimentar   por uma correta formação dos hábitos alime...Educação nutricional e alimentar   por uma correta formação dos hábitos alime...
Educação nutricional e alimentar por uma correta formação dos hábitos alime...Kaliane Cunha
 
Resumo FENERC 2012 - Creche Coração de Jesus
Resumo FENERC 2012 - Creche Coração de JesusResumo FENERC 2012 - Creche Coração de Jesus
Resumo FENERC 2012 - Creche Coração de Jesusforumdealimetacao
 
APRRSENTAÇÃO_merenda_escolar_e_desenvolvimento_das_crianças.pptx
APRRSENTAÇÃO_merenda_escolar_e_desenvolvimento_das_crianças.pptxAPRRSENTAÇÃO_merenda_escolar_e_desenvolvimento_das_crianças.pptx
APRRSENTAÇÃO_merenda_escolar_e_desenvolvimento_das_crianças.pptxpatriciamaria78
 
Resumo Fenerc 2011 - Secretaria de Educação de Pernambuco.
Resumo Fenerc 2011 - Secretaria de Educação de Pernambuco.Resumo Fenerc 2011 - Secretaria de Educação de Pernambuco.
Resumo Fenerc 2011 - Secretaria de Educação de Pernambuco.forumdealimetacao
 
Intervenção Nutricional - Promoção de hábitos alimentares saudáveis
Intervenção Nutricional - Promoção de hábitos alimentares saudáveisIntervenção Nutricional - Promoção de hábitos alimentares saudáveis
Intervenção Nutricional - Promoção de hábitos alimentares saudáveisCíntia Costa
 
5 projeto alimentação saudável
5 projeto alimentação saudável5 projeto alimentação saudável
5 projeto alimentação saudáveljuniorfuleragem
 
Manual para uma_alimentacao_saudavel_em_jardins_de_infancia
Manual para uma_alimentacao_saudavel_em_jardins_de_infanciaManual para uma_alimentacao_saudavel_em_jardins_de_infancia
Manual para uma_alimentacao_saudavel_em_jardins_de_infanciajoana silva
 
Projeto cuida de mim caetano 2011 3
Projeto cuida de mim caetano 2011 3Projeto cuida de mim caetano 2011 3
Projeto cuida de mim caetano 2011 3gertrudeslemes
 
programa de saude escolar
programa de saude escolarprograma de saude escolar
programa de saude escolarthemis dovera
 
Alimentação Saudável e bem estar .docx
 Alimentação Saudável e bem estar .docx Alimentação Saudável e bem estar .docx
Alimentação Saudável e bem estar .docxRenata Duarte
 
Perfil alimentação, gestao e meio ambiente [modo de compatibilidade]
Perfil   alimentação, gestao e meio ambiente [modo de compatibilidade]Perfil   alimentação, gestao e meio ambiente [modo de compatibilidade]
Perfil alimentação, gestao e meio ambiente [modo de compatibilidade]marcilene1311
 
A Contribuição do professor de Educação Física no Programa Saúde da Família
A Contribuição do professor de Educação Física no Programa Saúde da FamíliaA Contribuição do professor de Educação Física no Programa Saúde da Família
A Contribuição do professor de Educação Física no Programa Saúde da FamíliaGutto Vieira
 

Semelhante a Lidia dude (20)

Boa esperança.santa rita saúde.2.ppt
Boa esperança.santa rita saúde.2.pptBoa esperança.santa rita saúde.2.ppt
Boa esperança.santa rita saúde.2.ppt
 
Educação nutricional e alimentar por uma correta formação dos hábitos alime...
Educação nutricional e alimentar   por uma correta formação dos hábitos alime...Educação nutricional e alimentar   por uma correta formação dos hábitos alime...
Educação nutricional e alimentar por uma correta formação dos hábitos alime...
 
Resumo FENERC 2012 - Creche Coração de Jesus
Resumo FENERC 2012 - Creche Coração de JesusResumo FENERC 2012 - Creche Coração de Jesus
Resumo FENERC 2012 - Creche Coração de Jesus
 
APRRSENTAÇÃO_merenda_escolar_e_desenvolvimento_das_crianças.pptx
APRRSENTAÇÃO_merenda_escolar_e_desenvolvimento_das_crianças.pptxAPRRSENTAÇÃO_merenda_escolar_e_desenvolvimento_das_crianças.pptx
APRRSENTAÇÃO_merenda_escolar_e_desenvolvimento_das_crianças.pptx
 
Cristianeana
CristianeanaCristianeana
Cristianeana
 
Cristianeana
CristianeanaCristianeana
Cristianeana
 
Cristianeana
CristianeanaCristianeana
Cristianeana
 
Coromandel saúde g5
Coromandel saúde g5Coromandel saúde g5
Coromandel saúde g5
 
Resumo Fenerc 2011 - Secretaria de Educação de Pernambuco.
Resumo Fenerc 2011 - Secretaria de Educação de Pernambuco.Resumo Fenerc 2011 - Secretaria de Educação de Pernambuco.
Resumo Fenerc 2011 - Secretaria de Educação de Pernambuco.
 
Intervenção Nutricional - Promoção de hábitos alimentares saudáveis
Intervenção Nutricional - Promoção de hábitos alimentares saudáveisIntervenção Nutricional - Promoção de hábitos alimentares saudáveis
Intervenção Nutricional - Promoção de hábitos alimentares saudáveis
 
Alimet saud
Alimet saudAlimet saud
Alimet saud
 
5 projeto alimentação saudável
5 projeto alimentação saudável5 projeto alimentação saudável
5 projeto alimentação saudável
 
Artigo horta
Artigo hortaArtigo horta
Artigo horta
 
Manual para uma_alimentacao_saudavel_em_jardins_de_infancia
Manual para uma_alimentacao_saudavel_em_jardins_de_infanciaManual para uma_alimentacao_saudavel_em_jardins_de_infancia
Manual para uma_alimentacao_saudavel_em_jardins_de_infancia
 
Alimentação Saudável
Alimentação SaudávelAlimentação Saudável
Alimentação Saudável
 
Projeto cuida de mim caetano 2011 3
Projeto cuida de mim caetano 2011 3Projeto cuida de mim caetano 2011 3
Projeto cuida de mim caetano 2011 3
 
programa de saude escolar
programa de saude escolarprograma de saude escolar
programa de saude escolar
 
Alimentação Saudável e bem estar .docx
 Alimentação Saudável e bem estar .docx Alimentação Saudável e bem estar .docx
Alimentação Saudável e bem estar .docx
 
Perfil alimentação, gestao e meio ambiente [modo de compatibilidade]
Perfil   alimentação, gestao e meio ambiente [modo de compatibilidade]Perfil   alimentação, gestao e meio ambiente [modo de compatibilidade]
Perfil alimentação, gestao e meio ambiente [modo de compatibilidade]
 
A Contribuição do professor de Educação Física no Programa Saúde da Família
A Contribuição do professor de Educação Física no Programa Saúde da FamíliaA Contribuição do professor de Educação Física no Programa Saúde da Família
A Contribuição do professor de Educação Física no Programa Saúde da Família
 

Mais de SimoneHelenDrumond

BLOCO 1 DE ATIVIDADES DO MÉTODO DE PORTFÓLIOS EDUCACIONAIS.pdf
BLOCO 1 DE ATIVIDADES DO MÉTODO DE PORTFÓLIOS EDUCACIONAIS.pdfBLOCO 1 DE ATIVIDADES DO MÉTODO DE PORTFÓLIOS EDUCACIONAIS.pdf
BLOCO 1 DE ATIVIDADES DO MÉTODO DE PORTFÓLIOS EDUCACIONAIS.pdfSimoneHelenDrumond
 
ATIVIDADES PARA CADERNO PEQUENO 1A.pdf
ATIVIDADES PARA CADERNO PEQUENO 1A.pdfATIVIDADES PARA CADERNO PEQUENO 1A.pdf
ATIVIDADES PARA CADERNO PEQUENO 1A.pdfSimoneHelenDrumond
 
ARTIGO 1 - OS USOS DOS PORTFÓLIOS SHDI NA ALFABETIZAÇÃO .pdf
ARTIGO 1 - OS USOS DOS PORTFÓLIOS SHDI NA ALFABETIZAÇÃO .pdfARTIGO 1 - OS USOS DOS PORTFÓLIOS SHDI NA ALFABETIZAÇÃO .pdf
ARTIGO 1 - OS USOS DOS PORTFÓLIOS SHDI NA ALFABETIZAÇÃO .pdfSimoneHelenDrumond
 
ARTIGO 1 - TEXTOS PONTILHADOS COM LETRA DE IMPRENSA .pdf
ARTIGO 1 - TEXTOS PONTILHADOS COM LETRA DE IMPRENSA .pdfARTIGO 1 - TEXTOS PONTILHADOS COM LETRA DE IMPRENSA .pdf
ARTIGO 1 - TEXTOS PONTILHADOS COM LETRA DE IMPRENSA .pdfSimoneHelenDrumond
 
ARTIGO 1 - ALFABETIZAÇÃO COM AFETO .pdf
ARTIGO 1 - ALFABETIZAÇÃO COM AFETO .pdfARTIGO 1 - ALFABETIZAÇÃO COM AFETO .pdf
ARTIGO 1 - ALFABETIZAÇÃO COM AFETO .pdfSimoneHelenDrumond
 
INCLUSÃO AUTISMO E O DIREITO À EDUCAÇÃO A CONSTITUIÇÃO FEDERAL E AS LEIS QUE...
INCLUSÃO  AUTISMO E O DIREITO À EDUCAÇÃO A CONSTITUIÇÃO FEDERAL E AS LEIS QUE...INCLUSÃO  AUTISMO E O DIREITO À EDUCAÇÃO A CONSTITUIÇÃO FEDERAL E AS LEIS QUE...
INCLUSÃO AUTISMO E O DIREITO À EDUCAÇÃO A CONSTITUIÇÃO FEDERAL E AS LEIS QUE...SimoneHelenDrumond
 
ARTIGO ADAPTAÇÃO CURRICULAR.pdf
ARTIGO ADAPTAÇÃO CURRICULAR.pdfARTIGO ADAPTAÇÃO CURRICULAR.pdf
ARTIGO ADAPTAÇÃO CURRICULAR.pdfSimoneHelenDrumond
 
ARTIGO DIA MUNDIAL DO AUTISMO .pdf
ARTIGO DIA MUNDIAL DO AUTISMO .pdfARTIGO DIA MUNDIAL DO AUTISMO .pdf
ARTIGO DIA MUNDIAL DO AUTISMO .pdfSimoneHelenDrumond
 
Artigo Todos nós podemos ensinar algo novo para alguém.pdf
Artigo Todos nós podemos ensinar algo novo para alguém.pdfArtigo Todos nós podemos ensinar algo novo para alguém.pdf
Artigo Todos nós podemos ensinar algo novo para alguém.pdfSimoneHelenDrumond
 
ARTIGO Quem tem direito ao atendimento educacional especializado.pdf
ARTIGO Quem tem direito ao atendimento educacional especializado.pdfARTIGO Quem tem direito ao atendimento educacional especializado.pdf
ARTIGO Quem tem direito ao atendimento educacional especializado.pdfSimoneHelenDrumond
 
ARTIGO AUTISMO E AS VOGAIS SHDI 1.pdf
ARTIGO AUTISMO E AS VOGAIS SHDI 1.pdfARTIGO AUTISMO E AS VOGAIS SHDI 1.pdf
ARTIGO AUTISMO E AS VOGAIS SHDI 1.pdfSimoneHelenDrumond
 
Artigo A inclusão escolar de alunos .pdf
Artigo A inclusão escolar de alunos .pdfArtigo A inclusão escolar de alunos .pdf
Artigo A inclusão escolar de alunos .pdfSimoneHelenDrumond
 
ARTIGO O SOM DAS LETRAS 1A2023.pdf
ARTIGO O SOM DAS LETRAS 1A2023.pdfARTIGO O SOM DAS LETRAS 1A2023.pdf
ARTIGO O SOM DAS LETRAS 1A2023.pdfSimoneHelenDrumond
 
ARTIGO 1 AUTISMO E COMUNICAÇÃO SÍLABAS.pdf
ARTIGO 1 AUTISMO E COMUNICAÇÃO SÍLABAS.pdfARTIGO 1 AUTISMO E COMUNICAÇÃO SÍLABAS.pdf
ARTIGO 1 AUTISMO E COMUNICAÇÃO SÍLABAS.pdfSimoneHelenDrumond
 
ARTIGO INCLUSÃO_AUTISMO E O DIREITO À EDUCAÇÃO A CONSTITUIÇÃO FEDERAL E AS LE...
ARTIGO INCLUSÃO_AUTISMO E O DIREITO À EDUCAÇÃO A CONSTITUIÇÃO FEDERAL E AS LE...ARTIGO INCLUSÃO_AUTISMO E O DIREITO À EDUCAÇÃO A CONSTITUIÇÃO FEDERAL E AS LE...
ARTIGO INCLUSÃO_AUTISMO E O DIREITO À EDUCAÇÃO A CONSTITUIÇÃO FEDERAL E AS LE...SimoneHelenDrumond
 
ARTIGO 1 AUTISMO E DEPRESSÃO.pdf
ARTIGO 1 AUTISMO E DEPRESSÃO.pdfARTIGO 1 AUTISMO E DEPRESSÃO.pdf
ARTIGO 1 AUTISMO E DEPRESSÃO.pdfSimoneHelenDrumond
 
ARTIGO 1 SER MEDIADOR NA INCLUSÃO 1=2023.pdf
ARTIGO 1 SER MEDIADOR NA INCLUSÃO 1=2023.pdfARTIGO 1 SER MEDIADOR NA INCLUSÃO 1=2023.pdf
ARTIGO 1 SER MEDIADOR NA INCLUSÃO 1=2023.pdfSimoneHelenDrumond
 
ARTIGO 1 A IMPORTANCIA DO DIAGNÓSTICO NA INCLUSÃO.pdf
ARTIGO 1 A IMPORTANCIA DO DIAGNÓSTICO NA INCLUSÃO.pdfARTIGO 1 A IMPORTANCIA DO DIAGNÓSTICO NA INCLUSÃO.pdf
ARTIGO 1 A IMPORTANCIA DO DIAGNÓSTICO NA INCLUSÃO.pdfSimoneHelenDrumond
 

Mais de SimoneHelenDrumond (20)

BLOCO 1 DE ATIVIDADES DO MÉTODO DE PORTFÓLIOS EDUCACIONAIS.pdf
BLOCO 1 DE ATIVIDADES DO MÉTODO DE PORTFÓLIOS EDUCACIONAIS.pdfBLOCO 1 DE ATIVIDADES DO MÉTODO DE PORTFÓLIOS EDUCACIONAIS.pdf
BLOCO 1 DE ATIVIDADES DO MÉTODO DE PORTFÓLIOS EDUCACIONAIS.pdf
 
ATIVIDADES PARA CADERNO PEQUENO 1A.pdf
ATIVIDADES PARA CADERNO PEQUENO 1A.pdfATIVIDADES PARA CADERNO PEQUENO 1A.pdf
ATIVIDADES PARA CADERNO PEQUENO 1A.pdf
 
ARTIGO 1 - OS USOS DOS PORTFÓLIOS SHDI NA ALFABETIZAÇÃO .pdf
ARTIGO 1 - OS USOS DOS PORTFÓLIOS SHDI NA ALFABETIZAÇÃO .pdfARTIGO 1 - OS USOS DOS PORTFÓLIOS SHDI NA ALFABETIZAÇÃO .pdf
ARTIGO 1 - OS USOS DOS PORTFÓLIOS SHDI NA ALFABETIZAÇÃO .pdf
 
ARTIGO 1 - TEXTOS PONTILHADOS COM LETRA DE IMPRENSA .pdf
ARTIGO 1 - TEXTOS PONTILHADOS COM LETRA DE IMPRENSA .pdfARTIGO 1 - TEXTOS PONTILHADOS COM LETRA DE IMPRENSA .pdf
ARTIGO 1 - TEXTOS PONTILHADOS COM LETRA DE IMPRENSA .pdf
 
ARTIGO 1 - ALFABETIZAÇÃO COM AFETO .pdf
ARTIGO 1 - ALFABETIZAÇÃO COM AFETO .pdfARTIGO 1 - ALFABETIZAÇÃO COM AFETO .pdf
ARTIGO 1 - ALFABETIZAÇÃO COM AFETO .pdf
 
INCLUSÃO AUTISMO E O DIREITO À EDUCAÇÃO A CONSTITUIÇÃO FEDERAL E AS LEIS QUE...
INCLUSÃO  AUTISMO E O DIREITO À EDUCAÇÃO A CONSTITUIÇÃO FEDERAL E AS LEIS QUE...INCLUSÃO  AUTISMO E O DIREITO À EDUCAÇÃO A CONSTITUIÇÃO FEDERAL E AS LEIS QUE...
INCLUSÃO AUTISMO E O DIREITO À EDUCAÇÃO A CONSTITUIÇÃO FEDERAL E AS LEIS QUE...
 
ARTIGO ADAPTAÇÃO CURRICULAR.pdf
ARTIGO ADAPTAÇÃO CURRICULAR.pdfARTIGO ADAPTAÇÃO CURRICULAR.pdf
ARTIGO ADAPTAÇÃO CURRICULAR.pdf
 
ARTIGO DIA MUNDIAL DO AUTISMO .pdf
ARTIGO DIA MUNDIAL DO AUTISMO .pdfARTIGO DIA MUNDIAL DO AUTISMO .pdf
ARTIGO DIA MUNDIAL DO AUTISMO .pdf
 
Artigo Todos nós podemos ensinar algo novo para alguém.pdf
Artigo Todos nós podemos ensinar algo novo para alguém.pdfArtigo Todos nós podemos ensinar algo novo para alguém.pdf
Artigo Todos nós podemos ensinar algo novo para alguém.pdf
 
ARTIGO Quem tem direito ao atendimento educacional especializado.pdf
ARTIGO Quem tem direito ao atendimento educacional especializado.pdfARTIGO Quem tem direito ao atendimento educacional especializado.pdf
ARTIGO Quem tem direito ao atendimento educacional especializado.pdf
 
ARTIGO TDAH.pdf
ARTIGO TDAH.pdfARTIGO TDAH.pdf
ARTIGO TDAH.pdf
 
ARTIGO AUTISMO E AS VOGAIS SHDI 1.pdf
ARTIGO AUTISMO E AS VOGAIS SHDI 1.pdfARTIGO AUTISMO E AS VOGAIS SHDI 1.pdf
ARTIGO AUTISMO E AS VOGAIS SHDI 1.pdf
 
Artigo A inclusão escolar de alunos .pdf
Artigo A inclusão escolar de alunos .pdfArtigo A inclusão escolar de alunos .pdf
Artigo A inclusão escolar de alunos .pdf
 
ARTIGO O SOM DAS LETRAS 1A2023.pdf
ARTIGO O SOM DAS LETRAS 1A2023.pdfARTIGO O SOM DAS LETRAS 1A2023.pdf
ARTIGO O SOM DAS LETRAS 1A2023.pdf
 
ARTIGO 1 TDAH .pdf
ARTIGO 1 TDAH .pdfARTIGO 1 TDAH .pdf
ARTIGO 1 TDAH .pdf
 
ARTIGO 1 AUTISMO E COMUNICAÇÃO SÍLABAS.pdf
ARTIGO 1 AUTISMO E COMUNICAÇÃO SÍLABAS.pdfARTIGO 1 AUTISMO E COMUNICAÇÃO SÍLABAS.pdf
ARTIGO 1 AUTISMO E COMUNICAÇÃO SÍLABAS.pdf
 
ARTIGO INCLUSÃO_AUTISMO E O DIREITO À EDUCAÇÃO A CONSTITUIÇÃO FEDERAL E AS LE...
ARTIGO INCLUSÃO_AUTISMO E O DIREITO À EDUCAÇÃO A CONSTITUIÇÃO FEDERAL E AS LE...ARTIGO INCLUSÃO_AUTISMO E O DIREITO À EDUCAÇÃO A CONSTITUIÇÃO FEDERAL E AS LE...
ARTIGO INCLUSÃO_AUTISMO E O DIREITO À EDUCAÇÃO A CONSTITUIÇÃO FEDERAL E AS LE...
 
ARTIGO 1 AUTISMO E DEPRESSÃO.pdf
ARTIGO 1 AUTISMO E DEPRESSÃO.pdfARTIGO 1 AUTISMO E DEPRESSÃO.pdf
ARTIGO 1 AUTISMO E DEPRESSÃO.pdf
 
ARTIGO 1 SER MEDIADOR NA INCLUSÃO 1=2023.pdf
ARTIGO 1 SER MEDIADOR NA INCLUSÃO 1=2023.pdfARTIGO 1 SER MEDIADOR NA INCLUSÃO 1=2023.pdf
ARTIGO 1 SER MEDIADOR NA INCLUSÃO 1=2023.pdf
 
ARTIGO 1 A IMPORTANCIA DO DIAGNÓSTICO NA INCLUSÃO.pdf
ARTIGO 1 A IMPORTANCIA DO DIAGNÓSTICO NA INCLUSÃO.pdfARTIGO 1 A IMPORTANCIA DO DIAGNÓSTICO NA INCLUSÃO.pdf
ARTIGO 1 A IMPORTANCIA DO DIAGNÓSTICO NA INCLUSÃO.pdf
 

Último

Algumas Curiosidades do uso da Matemática na escrita Phyton
Algumas Curiosidades do uso da Matemática na escrita PhytonAlgumas Curiosidades do uso da Matemática na escrita Phyton
Algumas Curiosidades do uso da Matemática na escrita PhytonRosiniaGonalves
 
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.Paula Meyer Piagentini
 
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbv19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbyasminlarissa371
 
Slides Lição 2, Betel, Ordenança para participar da Ceia do Senhor, 2Tr24.pptx
Slides Lição 2, Betel, Ordenança para participar da Ceia do Senhor, 2Tr24.pptxSlides Lição 2, Betel, Ordenança para participar da Ceia do Senhor, 2Tr24.pptx
Slides Lição 2, Betel, Ordenança para participar da Ceia do Senhor, 2Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...azulassessoria9
 
Pizza_literaria.pdf projeto de literatura
Pizza_literaria.pdf projeto de literaturaPizza_literaria.pdf projeto de literatura
Pizza_literaria.pdf projeto de literaturagomescostamma
 
8 ano - Congruência e Semelhança e Angulos em Triangulos.ppt
8 ano - Congruência e Semelhança e  Angulos em Triangulos.ppt8 ano - Congruência e Semelhança e  Angulos em Triangulos.ppt
8 ano - Congruência e Semelhança e Angulos em Triangulos.pptDaniloConceiodaSilva
 
19 de abril - Dia dos Povos Indígenas do Brasil
19 de abril - Dia dos Povos Indígenas do Brasil19 de abril - Dia dos Povos Indígenas do Brasil
19 de abril - Dia dos Povos Indígenas do BrasilMary Alvarenga
 
As teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
As teorias de Lamarck e Darwin. EvoluçãoAs teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
As teorias de Lamarck e Darwin. Evoluçãoprofleticiasantosbio
 
PARC 2024 Cadastro de estudante, turma e enturmação - BAHIA (2).pdf
PARC 2024 Cadastro de estudante, turma e enturmação - BAHIA (2).pdfPARC 2024 Cadastro de estudante, turma e enturmação - BAHIA (2).pdf
PARC 2024 Cadastro de estudante, turma e enturmação - BAHIA (2).pdfceajajacu
 
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_2024Sandra Pratas
 
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptxSlides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.Paula Meyer Piagentini
 
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...nexocan937
 
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTREVACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTREIVONETETAVARESRAMOS
 
Livro de bio celular e molecular Junqueira e Carneiro.pdf
Livro de bio celular e molecular Junqueira e Carneiro.pdfLivro de bio celular e molecular Junqueira e Carneiro.pdf
Livro de bio celular e molecular Junqueira e Carneiro.pdfRafaela Vieira
 
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24RITA CALAIM_2023_24.pdf
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24RITA CALAIM_2023_24.pdfHORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24RITA CALAIM_2023_24.pdf
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24RITA CALAIM_2023_24.pdfSandra Pratas
 
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24pdf
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24pdfHORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24pdf
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24pdfSandra Pratas
 

Último (20)

Algumas Curiosidades do uso da Matemática na escrita Phyton
Algumas Curiosidades do uso da Matemática na escrita PhytonAlgumas Curiosidades do uso da Matemática na escrita Phyton
Algumas Curiosidades do uso da Matemática na escrita Phyton
 
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.
 
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbv19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
 
Slides Lição 2, Betel, Ordenança para participar da Ceia do Senhor, 2Tr24.pptx
Slides Lição 2, Betel, Ordenança para participar da Ceia do Senhor, 2Tr24.pptxSlides Lição 2, Betel, Ordenança para participar da Ceia do Senhor, 2Tr24.pptx
Slides Lição 2, Betel, Ordenança para participar da Ceia do Senhor, 2Tr24.pptx
 
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
 
Pizza_literaria.pdf projeto de literatura
Pizza_literaria.pdf projeto de literaturaPizza_literaria.pdf projeto de literatura
Pizza_literaria.pdf projeto de literatura
 
8 ano - Congruência e Semelhança e Angulos em Triangulos.ppt
8 ano - Congruência e Semelhança e  Angulos em Triangulos.ppt8 ano - Congruência e Semelhança e  Angulos em Triangulos.ppt
8 ano - Congruência e Semelhança e Angulos em Triangulos.ppt
 
19 de abril - Dia dos Povos Indígenas do Brasil
19 de abril - Dia dos Povos Indígenas do Brasil19 de abril - Dia dos Povos Indígenas do Brasil
19 de abril - Dia dos Povos Indígenas do Brasil
 
As teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
As teorias de Lamarck e Darwin. EvoluçãoAs teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
As teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
 
PARC 2024 Cadastro de estudante, turma e enturmação - BAHIA (2).pdf
PARC 2024 Cadastro de estudante, turma e enturmação - BAHIA (2).pdfPARC 2024 Cadastro de estudante, turma e enturmação - BAHIA (2).pdf
PARC 2024 Cadastro de estudante, turma e enturmação - BAHIA (2).pdf
 
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
 
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptxSlides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
 
MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS (MID)
MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS (MID)MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS (MID)
MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS (MID)
 
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
 
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
 
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTREVACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
 
“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE” _
“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE”       _“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE”       _
“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE” _
 
Livro de bio celular e molecular Junqueira e Carneiro.pdf
Livro de bio celular e molecular Junqueira e Carneiro.pdfLivro de bio celular e molecular Junqueira e Carneiro.pdf
Livro de bio celular e molecular Junqueira e Carneiro.pdf
 
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24RITA CALAIM_2023_24.pdf
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24RITA CALAIM_2023_24.pdfHORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24RITA CALAIM_2023_24.pdf
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24RITA CALAIM_2023_24.pdf
 
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24pdf
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24pdfHORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24pdf
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24pdf
 

Lidia dude

  • 1. CONHECIMENTO SOBRE ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL: EMPREGO DE TÉCNICAS LÚDICAS COM ALUNOS DE 8 À 13 ANOS DE UM CENTRO EDUCACIONAL DE MANAUS /AM Aluna: Lídia Dude Soaresa Orientadora: Mestra Simone Helen Drumond Ischkanianb a Universidade do Estadual do Estado do Amazonas b Centro Educacional da Zona Norte de Manaus - AM A R T I C L E I N F O R E S U M O Palavras chave: Palavra 1; Educação Nutricional Palavra 2; Lúdico Palavra 3; Alimentação Saudável E-mail: ª email do autora lidianutricionista2013@gmail.com b email do autor b simone_drumond@hotmail.com Eixo Temático: Saúde e Educação Entende-se que a alimentação é de suma importância para o crescimento e desenvolvimento do ser humano, sendo um dos fatores mais importantes relacionados à qualidade de vida. O presente artigo tem como objetivo descrever sobre a abordagem da educação nutricional embasados no ensino e aprendizagem com interativas e lúdicas, orientando os estudantes sobre o nutrientes saudáveis. A pesquisa é de caráter descritivo com abordagem qualitativa. As atividades contextualizaram-se diversificadas com alunos de 8 a 13 anos do Ensino fundamental em um Centro Educacional da Zona Norte de Manaus. Os resultados revelaram que as atividades foram positivas, quanto ao incentivo à alimentação saudável. Concluímos que as atividades diversificadas, atraentes e variadas com base na ludicidade são instrumentos primorosos de aprendizagens. 1 INTRODUÇÃO O ensino sobre questões alimentares são articulados por intermédio da educação nutricional, esta atua de maneira a ampliar os conhecimentos dos indivíduos para que possam optar por nutrientes mais saudáveis. As crianças e adolescentes, por estarem iniciando um processo de afirmação da sua identidade pessoal e alimentar, representam um grupo ávido por informações, dentre elas, as que têm relação com o nutricionismo positivo e contraproducente. No entanto sabe-se que além do desejo de se fazer escolhas alimentares saudáveis devemos também colocar em práticas em atitudes diárias, desde o comprar até o ato de comer. Os passos que antecedem a uma refeição são de suma importância, pois são eles que determinaram os passos seguintes, falo isto me referindo a escolha de um produto, quando ali me decido pelo que estarei a levar para meu organismo, que tipo de nutriente estarei a levar para meu organismo e qual será sua contribuição para minha vida. Para facilitar a aprendizagem sobre a temática indicamos como elementos relevantes os materiais pedagógicos sobre alimentação que
  • 2. servem como agentes estimulantes na construção do conhecimento. Estes pensamentos nos levaram a desenvolver uma análise para avaliar o impacto da alimentação e concluímos que esse tipo de abordagem tem efeito positivo quanto aos conhecimentos nutricionais. Diante disso, trabalhar com ferramentas lúdicas, atraentes, são ações educativas essenciais no processo de ensino e aprendizagem no ambiente escolar. 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA E/OU TRABALHOS RELACIONADOS Atualmente, entre os diversos métodos de ensino, a atividade lúdica é considerada uma abordagem bastante completa, pois é efetiva no sentido de despertar a atenção e interesse do educando sobre um determinado assunto e também por motivar a participação ativa e a troca de informações, pois trabalha a teoria com a realidade. O termo lúdico vem do latim ludus que quer dizer brincar e jogar. A intervenção lúdica eficaz para a educação em saúde deve causar o aumento do nível de conhecimento, além de modificações de conduta e evolução na qualidade de vida. (COSCRATO, PINA e MELLO, 2010; PIETRUSZYNSKI, ALBIERO, POPPER et al., 2010, p.23). No âmbito nutricional os programas de educação são essenciais para a promoção de hábitos alimentares saudáveis tanto para a população adulta como para crianças e adolescentes, assim as atividades lúdico-pedagógicas podem proporcionar um aprendizado sobre alimentação e nutrição de uma forma agradável. Os hábitos alimentares adquiridos na infância tendem a se solidificar na vida adulta, tornando-se necessárias as medidas de promoção de vida saudável, pois é muito importante que se possam identificar com antecedência as práticas alimentares impróprias, pois só assim poderá encontrar métodos que corrijam essas práticas inadequadas. (CARVALHO, OLIVEIRA e SANTOS, 2010). A implementação de programas de educação nutricional nas escolas pode criar um ambiente favorável à saúde estimulando o consumo de alimentos saudáveis, pois o ambiente escolar é propício para o processo educativo, tendo em vista que a construção de instrumentos de estudos nutricionais com crianças em idade escolar é tarefa desafiadora para os educadores. (DAVANÇO, TADDEI E GAGLIANONE, 2004; ASSIS, GUIMARÃES e CALVO et al., 2007).
  • 3. Dentro dos programas de educação nutricional com enfoque no lúdico existe uma série de atividades que podem ser trabalhadas com as crianças, por meio de ações singulares ou grupais.(BOTELHO, ZANIRATI e PAULA et al., 2010). As cartilhas também são mencionadas como importantes instrumentos de estímulo para o aprendizado no tema alimentação e nutrição (OLIVEIRA, 2008, p.43). 3 METODOLOGIA O estudo projetou-se durante os meses de julho a dezembro de 2019 e abordou os métodos lúdicos, como jogos, brinquedos, brincadeiras e palestras. Assim, a primeira fase do projeto foi embasada em relato de experiência sobre atividades de educação nutricional realizadas com alunos entre 08 e 13 anos, de ambos os gêneros, em um Centro Educacional da Zona Norte de Manaus, Amazonas. As ações educativas estão inserida na abrangência da Saúde Pública, tendo como enfoque principal o incentivo a alimentação saudável para os educandos. Foram desenvolvidos os seguintes temas: Palestra sobre o conhecimento da diversidade alimentar quanto as cores, texturas, aromas, nutrientes, vitaminas, sais minerais e paladar, para a atividade de montagem de um prato saudável e a pirâmide alimentar, em dias alternados. Para a atividade de montagem do prato saudável foram abordados os Dez Passos para a Alimentação Saudável adaptado para adolescentes por meio de figuras de alimentos pertinentes aos grupos alimentares. Com relação à pirâmide alimentar abordarmos o que é e como ela pode auxiliar na prática de uma alimentação saudável, a atividade foi composta por uma pirâmide vazia onde os alunos desenvolveram a atividade. 4 ESTRATÉGIAS A alimentação saudável pressupõe ingestão suficiente de nutrientes para que crianças e jovens consigam atingir o crescimento e desenvolvimento normais. A prevenção de doenças relacionadas com alimentação e as doenças crônicas não transmissíveis, como obesidade, diabetes e doenças cardiovasculares são responsáveis por altas taxas de morbi-mortalidade no mundo todo. Os resultados foram tabulados e analisados por estatística descritiva, em
  • 4. percentual. Considerando que este projeto tem como procedimentos bibliográficos e estudo de caso, as evidencias relevantes foram abordadas e deram sustentação ao estudo. Grafico1: Análise estatística com abordagem qualitativa das atividades desenvolvidas na pesquisa Fonte: Resultados da pesquisa (própria autora), 2019 4.1.1 Resultados positivos e abrangentes do projeto Na vigência do projeto observou-se muitos resultados positivos, dentre os quais se pode destacar adesão e comprometimento de toda a equipe durante a execução do projeto o que fez com que tivéssemos êxito e sucesso alcançados. A força de vontade, o engajamento, a liderança, empenho da equipe da instituição e das crianças e jovens, mostram o quanto o fator humano pode fazer a diferença na disseminação do conhecimento em uma geração. Figura 1 – A educação é transformadora de contextos sociais Fonte: Itanilde de Angiolis Silva???????????????
  • 5. Tabela 1 – A pesquisa é de caráter descritivo com abordagem qualitativa ATIVIDADES Jul/19 Ago/19 Set/19 Out/19 Nov/19 Dez/19 Produção da justificativa, problemas, questões norteadoras e objetivos x x Produção da fundamentação teórica e metodológica x x x x Apresentação do pré-projeto de pesquisa x Defesa do projeto escrito e defesa oral com apresentação do banner x Pesquisa de campo e coleta de dados x x x x x x x Produção de monografia/artigo e banner x x x x x x Defesa final do trabalho x Fonte: Resultados da pesquisa (própria autora), 2019 5 CONCLUSÃO A implementação de programas de educação nutricional nas escolas pode criar um ambiente favorável à saúde estimulando o consumo de alimentos saudáveis, pois o ambiente escolar é propício para o processo educativo, tendo em vista que a construção de instrumentos de estudos nutricionais com crianças em idade escolar é tarefa desafiadora para os educadores. (DAVANÇO, TADDEI E GAGLIANONE, 2004; ASSIS, GUIMARÃES e CALVO et al., 2007, p. 64-65). Além disso, com a elaboração desse projeto houve maior adesão dos alunos a inserção de novas preparações no cardápio oferecido e formação de hábitos saudáveis. Foi possível através das estratégias de educação alimentar e nutricional levar não somente para os alunos, mas também aos familiares e aos funcionários da instituição conceitos de uma alimentação saudável e sustentável, e desmitificar que alimentação para ser saudável deve ser algo difícil e de elevado valor financeiro. A conscientização da comunidade escolar sobre hábitos saudáveis e a oportunidade de incluir na dieta um alimento de baixo custo, de elevado valor nutricional e rico em amido resistente, torna o fruto um produto de grande potencial para consumo no âmbito escolar. Esta experiência mostrou o quanto o profissional nutricionista é
  • 6. capaz de disseminar o conhecimento e promover as pessoas com um estilo de vida mais saudável trabalhando em equipe de forma interdisciplinar e multidisciplinar. REFERÊNCIAS ASSIS, M.A.A.; GUIMARÃES, D.; CALVO, M.C.M.; BARROS, M.V.G.; KUPEK, E. Reprodutibilidade e validade de questionário de consumo alimentar para escolares. Rev Saúde Pública, 41(6):1054-1057, 2007. BOTELHO, L.P.; ZANIRATI E, V.F.; PAULA, D.V.; LOPES, A.C.S.; SANTOS, L.C. Promoção da alimentação saudável para escolares: aprendizados e percepções de um grupo operativo. Nutrire: Rev. Soc. Bras. Alim. Nutr.= J. Brazilian Soc. Food Nutr., São Paulo, SP,35( 2): 103-116, 2010. CARVALHO, A.P.; OLIVEIRA, V.B. SANTOS, L.C. Hábitos alimentares e práticas de educação nutricional: atenção a crianças de uma escola. Municipal de Belo Horizonte, Minas Gerais. Pediatria (São Paulo), 32(1): 20-27. 2010. COSTA, A.G.M.; GONÇALVES, A.R.; SUART, D.A.; SUDA, G.; PIERNAS, P.; LOURENA, L.R.; CORNACINI, M.C.M. Avaliação da influência da educação nutricional no hábito alimentar de crianças. Rev. Inst. Cienc. Saúde. 27(3): 237-243. 2009. COSCRATO, G.; PINA, J.C.; MELLO, D.F. Utilização de atividades lúdicas na educação e saúde: uma revisão integrativa da literatura. Acta Paul Enferm, 23(2): 257–263. 2009. DAVANÇU, G.M.; TADDEI, J.A.A.C.; GAGLIANONI, C.P. Conhecimentos, atitudes e práticas de professores de ciclo básico expostos e não expostos a curso de educação nutricional. Rev. Nutr., Campinas, 17(2): 177-184. 2004.