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A idéia de avaliação formativa desenvolveu-se no quadro da pedagogia de domínio ou de outras formas de pedagogia diferenci...
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<ul><li>A introdução de uma pedagogia diferenciada e de uma avaliação formativa leva, cedo ou tarde, a mexer nos programas...
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<ul><li>A avaliação baseia-se quase exclusivamente no resultado da provas; </li></ul><ul><li>A linguagem das provas é, em ...
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<ul><li>A falta de entendimento do papel formativo(educativo) da avaliação; </li></ul><ul><li>A inexistência de inovações ...
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Formação continuada

  1. 1. <ul><li>UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE </li></ul><ul><li>PRÓ-REITORIA DE ENINO </li></ul><ul><li>COORDENAÇÃO DE PROGRAMAS E ESTÁGIOS REDE NACIONAL DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES </li></ul><ul><li>CURSO: AVALIAÇÃO DO ENSINO E DAS APRENDIZAGENS EM SALA DE AULA </li></ul>
  2. 2. <ul><li>Francisco </li></ul><ul><li>Nilma </li></ul><ul><li>Railda </li></ul><ul><li>Simone </li></ul><ul><li>Verônica </li></ul>
  3. 4. <ul><li>“ NÃO MEXA NA MINHA AVALIAÇÃO!UMA ABORDAGEM SISTÊMICA DA MUDANÇA” </li></ul><ul><li>Philippe Perrenoud </li></ul><ul><li>PARA ALÉM DO FRACASSO ESCOLAR: </li></ul><ul><li>uma redefinição das práticas avaliativas” </li></ul><ul><li>Marli E.D.A. André </li></ul><ul><li>Laurizete F. Passos </li></ul>
  4. 5. <ul><li>“ NÃO MEXA NA MINHA AVALIAÇÃO!UMA ABORDAGEM SISTÊMICA DA MUDANÇA” </li></ul><ul><li>Philippe Perrenoud </li></ul>
  5. 6. <ul><li>Para mudar as práticas no sentido de uma avaliação mais formativa, menos seletiva, talvez se deva mudar a escola pois a avaliação está no centro do sistema didático e do sistema de ensino (p. 145) </li></ul>
  6. 8. A idéia de avaliação formativa desenvolveu-se no quadro da pedagogia de domínio ou de outras formas de pedagogia diferenciada, relativamente pouco preocupadas com os conteúdos específicos dos ensinos e das aprendizagens.(p.150)
  7. 9. <ul><li>Não se faz avaliação formativa sozinho, porque apenas se pode avançar nesse sentido modificando bastante profundamente a cultura da organização escolar, não só em escala de sala de aula, mas também de estabelecimento.(p.152 ) </li></ul>
  8. 10. <ul><li>Portanto é indispensável, para avançar nessa direção vencer um obstáculo de peso: o individualismo dos professores, a vontade ciosa de fazer como se quer, uma vez fechada a porta de sua sala de aula (Gather Thurler,1994b,1996)(p.152) </li></ul>
  9. 11. <ul><li>A introdução de uma pedagogia diferenciada e de uma avaliação formativa leva, cedo ou tarde, a mexer nos programas. Inicialmente, para abreviá-los, para extrair sua essência: não podemos cobrir um programa excessivamente sobrecarregado senão nos resignarmos com êxito de uma importante fração dos alunos.(p.153) </li></ul>
  10. 12. <ul><li>A vocação da avaliação formativa é a de contribuir para as aprendizagens. Acha-se, portanto,em uma lógica de ação : não é o momento de se resignar com as desigualdade e dificuldades. (p.156) </li></ul>
  11. 13. <ul><li>A avaliação tradicional é uma fonte de angústia para os alunos com dificuldade e até para os demais, que não tem grande coisa a temer, mas não o sabem...(p.156) </li></ul>
  12. 14. <ul><li>... se aceitamos a abordagem sistêmica avaliamos a impossibilidade de mudar ra </li></ul><ul><li>dicalmente as práticas de avaliação sem fazer evoluir o conjunto da profissão de professor e da organização escolar o que distingue ainda mais a realização das idéias e de modelos sedutores.(p.158) </li></ul>
  13. 15. <ul><li>“ PARA ALÉM DO FRACASSO ESCOLAR: </li></ul><ul><li>uma redefinição das práticas avaliativas” </li></ul><ul><li>Marli E.D.A. André </li></ul><ul><li>Laurizete F. Passos </li></ul>
  14. 16. <ul><li>Uma pesquisa recente que envolveu observação, durante um ano letivo, em salas de aula de 5ª série da escola pública paulista identificou a avaliação como um dos núcleos simbólicos da prática docente demonstrando que: </li></ul>
  15. 17. <ul><li>A avaliação baseia-se quase exclusivamente no resultado da provas; </li></ul><ul><li>A linguagem das provas é, em geral, acadêmica e formal- muito diferente da linguagem usada nos exercícios e no dia- a- dia da sala de aula; </li></ul><ul><li>A prova é usada para ameaçar e punir; </li></ul><ul><li>O erro jamais é explorado no sentido construtivo; </li></ul><ul><li>A recuperação é mal- entendida e mal- aproveitada; </li></ul><ul><li>A professora sofre com o insucesso do aluno, mas não sabe o que fazer para mudar. </li></ul>
  16. 18. <ul><li>Outra pesquisa coordenada por Lüdke e Mediano (1992), que também inclui observação em salas das primeiras séries numa escola carioca indicou: </li></ul><ul><li>A existencia, entre os professores, de uma concepção muito “elastica” de avaliação, que dizem avaliar “tudo”- o que revela o grande poder da avaliação; </li></ul><ul><li>A enorme precariedade nod procedimentos da avaliação; por exemplo, instrumentos falhos, mal-elaborados, focalizando apenas aspectos cognitivos; </li></ul>
  17. 19. <ul><li>A falta de entendimento do papel formativo(educativo) da avaliação; </li></ul><ul><li>A inexistência de inovações e experimentos quanto ao processo de avaliação. </li></ul><ul><li>Condicionantes estruturais como a divisão em série, a separação em segmentos, a organização em disciplinas que afetam drástica e negativamente a avaliação. </li></ul>

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