inspeção fisioterapia

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inspeção fisioterapia

  1. 1. INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO carlosxeres@hotmail.comcarlosxeres@hotmail.com
  2. 2. 1 - Histórico daSegurançado TrabalhoHistórico daSegurançado Trabalho Desde Antigüidade o trabalho já era visto como umfator geradore modificadordas condições de viver, adoecere morrer dos homens.  Ohomem primitivo teve sua integridade física e capacidadeOhomem primitivo teve sua integridade física e capacidade produtiva diminuídas pelos acidentes da caça, da pesca e daprodutiva diminuídas pelos acidentes da caça, da pesca e da guerra, que eramconsideradas as atividades mais importantesguerra, que eramconsideradas as atividades mais importantes de sua época.de sua época.
  3. 3.  Depois, quando o homem das cavernas seDepois, quando o homem das cavernas se transformou emartesão, descobrindo o minério e ostransformou emartesão, descobrindo o minério e os metais puderam facilitarseu trabalho pela fabricaçãometais puderam facilitarseu trabalho pela fabricação das primeiras ferramentas, conhecendo também, asdas primeiras ferramentas, conhecendo também, as primeiras doenças do trabalho, provocadas pelosprimeiras doenças do trabalho, provocadas pelos próprios materiais que utilizava.próprios materiais que utilizava.  Surgem os riscos empotencial, freqüentementeSurgem os riscos empotencial, freqüentemente concretizados emlesões que afetamsua integridadeconcretizados emlesões que afetamsua integridade física ou sua saúde.física ou sua saúde.  Conforme afirmamANSELL e WHARTONConforme afirmamANSELL e WHARTON (ALBERTON, 1996), “o risco é uma característica(ALBERTON, 1996), “o risco é uma característica inevitável da existência humana. Nemo homem, neminevitável da existência humana. Nemo homem, nem as organizações e sociedade aos quais pertenceas organizações e sociedade aos quais pertence podemsobreviverporum longo período semapodemsobreviverporum longo período sema existência de tarefas perigosas.”existência de tarefas perigosas.”
  4. 4. Conforme afirmamANSELL eConforme afirmamANSELL e WHARTON (apud ALBERTON, 1996),WHARTON (apud ALBERTON, 1996), “o risco é uma característica inevitável“o risco é uma característica inevitável da existência humana. Nemo homem,da existência humana. Nemo homem, nemas organizações e sociedade aosnemas organizações e sociedade aos quais pertence podemsobreviverporquais pertence podemsobreviverpor umlongo período sema existência deumlongo período sema existência de tarefas perigosas.”tarefas perigosas.” 1.1 – Evolução PrevencionistaEvolução Prevencionista
  5. 5.  Permitiu a organização das primeiras fábricasPermitiu a organização das primeiras fábricas modernas, a extinção das fábricas artesanaismodernas, a extinção das fábricas artesanais e o fimda escravatura, significando umae o fimda escravatura, significando uma revolução econômica, social e moral.revolução econômica, social e moral.  Como surgimento das primeiras indústriasComo surgimento das primeiras indústrias que os acidentes de trabalho se alastraram,que os acidentes de trabalho se alastraram, tomando proporções alarmantes.tomando proporções alarmantes. 1.2 – Avanço TecnológicoAvanço Tecnológico
  6. 6.  Os acidentes eram, emgrande parte,Os acidentes eram, emgrande parte, provocados porsubstâncias e ambientesprovocados porsubstâncias e ambientes inadequados, dadas as condições subumanasinadequados, dadas as condições subumanas emque as atividades fabris se desenvolviam,emque as atividades fabris se desenvolviam, e grande era o número de doentes ee grande era o número de doentes e mutilados.mutilados.  A partirdaí, a Higiene e Segurança doA partirdaí, a Higiene e Segurança do Trabalho transformou-se, definitivamente,Trabalho transformou-se, definitivamente, numa função importante nos processosnuma função importante nos processos produtivos e enquanto nos paísesprodutivos e enquanto nos países desenvolvidos este conceito já édesenvolvidos este conceito já é popularizado, os países emdesenvolvimentopopularizado, os países emdesenvolvimento lutampara implantá-lo.lutampara implantá-lo.
  7. 7.  Nos países da América Latina, a exemplo daNos países da América Latina, a exemplo da Revolução Industrial, a preocupação comosRevolução Industrial, a preocupação comos acidentes do trabalho e doenças ocupacionaisacidentes do trabalho e doenças ocupacionais tambémocorreu mais tardiamente, sendotambémocorreu mais tardiamente, sendo que no Brasil os primeiros passos surgemnoque no Brasil os primeiros passos surgemno início da década de 30 semgrandesinício da década de 30 semgrandes resultados, tendo sido inclusive apontado naresultados, tendo sido inclusive apontado na década de 70 como o campeão emacidentesdécada de 70 como o campeão emacidentes do trabalho.do trabalho.
  8. 8.  PRÉ HISTÓRIAPRÉ HISTÓRIA:: Período que abrange desde oPeríodo que abrange desde o aparecimento do homem primitivo (hominídeos) atéaparecimento do homem primitivo (hominídeos) até o surgimento da escrita.o surgimento da escrita.  PERÍODO PALEOLÍTICO: A Sociedade dosPERÍODO PALEOLÍTICO: A Sociedade dos Caçadores - ColetoresCaçadores - Coletores  PERÍODO NEOLÍTICO: A Revolução AgropastorilPERÍODO NEOLÍTICO: A Revolução Agropastoril  NENHUMA PREOCUPAÇÃO,MERAMENTENENHUMA PREOCUPAÇÃO,MERAMENTE NATURAL;NATURAL; 2 – VisãodaPreocupação AcidenteXHomemVisãodaPreocupação AcidenteXHomem
  9. 9. • IDADE ANTIGAIDADE ANTIGA: do fim da pré-história: do fim da pré-história (aparecimento da escrita) até o séc. V d.C(Queda do(aparecimento da escrita) até o séc. V d.C(Queda do Império Romano do Ocidente, em476)Império Romano do Ocidente, em476)  NENHUMA VALORIZAÇÃOHUMANA;NENHUMA VALORIZAÇÃOHUMANA; • IDADE MÉDIA:IDADE MÉDIA: do final da Antigüidade até odo final da Antigüidade até o séc.XV(Queda de Constantinopla, em 1453);séc.XV(Queda de Constantinopla, em 1453);  VALORIZAÇÃO MATERIAL,OBJETOVALORIZAÇÃO MATERIAL,OBJETO • IDADE MODERNA:IDADE MODERNA: do final da idade média até odo final da idade média até o final do séc. XVIII (Revolução Francesa em 1789);final do séc. XVIII (Revolução Francesa em 1789);  COMEÇO DA VALORIZAÇÃO HUMANACOMEÇO DA VALORIZAÇÃO HUMANA
  10. 10. REVOLUÇÃO INDUSTRIAL A ascensão de uma economia industrial que, para a maioria dos autores, tem seu período marcante entre 1760 e 1850. O trabalho artesanal, onde o homem era detentor de todo o processo, dá lugar a um processo industrial com profundas modificações sociais.
  11. 11. A preocupação com a força de trabalho, com as perdas econômicas suscitou a intervenção dos governos dentro das fábricas O trabalho artesanal, onde o homem era detentor de todo o processo, dá lugar a um processo industrial com profundas modificações sociais. A preocupação com a força de trabalho, com as perdas econômicas suscitou a intervenção dos governos dentro das fábricas.
  12. 12. MEDICINA DO TRABALHO • Início do século XIX Surgem os médicos em fábricas As primeiras leis de saúde pública que marcadamente abordavam a questão saúde dos trabalhadores (Act Factory, 1833) A Medicina do Trabalho tinha aí seu marco inicial.
  13. 13. Início do século XX O movimento sindical emergente começou a expressar o controle social que a força de trabalho necessitava. As novas tecnologias, ao incorporaram novos processos de trabalho, geravam riscos que culminavam em acidentes de trabalho e doenças profissionais.
  14. 14. Início do século XX • A expansão e consolidação do modelo iniciado com a revolução industrial e com a transnacionalização da economia, faz surgir a necessidade de medidas e parâmetros comuns, como regulamentação e organização do processo de trabalho, que uniformizassem os países produtores de bens industrializados.
  15. 15. Início do século XX Em 1919 foi criada a Organização Internacional do Trabalho, que já reconhecia, em suas primeiras reuniões, a existência de doenças profissionais. Surgiu a organização científica do trabalho, o taylorismo e o fordismo, convertendo o trabalhador de sujeito em objeto. Desenvolviam-se os primeiros conceitos de Higiene Industrial, de Ergonomia e fortalecia- se a Engenharia de Segurança do Trabalho.
  16. 16. Saúde Ocupacional • Tudo isto veio configurar um novo modelo baseado na interdisciplinaridade e na multiprofissionalidade, a Saúde Ocupacional, que nasceu sob a égide da Saúde Pública com uma visão bem mais ampla que o modelo original de Medicina do Trabalho. Ressalte-se que esta não desapareceu, e sim ampliou-se somando-se o acervo de seus conhecimentos ao saber incorporado de outras disciplinas e de outras profissões.
  17. 17. • IDADE CONTEMPORÂNEA:IDADE CONTEMPORÂNEA: do final da idade moderna atédo final da idade moderna até os dias atuais.os dias atuais. Constituição de 1988 • Artigo 7°: "São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais além de outros que visem à melhoria de sua condição social a redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e segurança“  PREOCUPAÇÃO COMVALORES HUMANOS;PREOCUPAÇÃO COMVALORES HUMANOS;  MÁQUINAS, EQUIPAMENTOS, INSTALAÇÕES;MÁQUINAS, EQUIPAMENTOS, INSTALAÇÕES;  QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO;QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO;  MEIO AMBIENTE E PRESERVAÇÃOÀ NATUREZAMEIO AMBIENTE E PRESERVAÇÃOÀ NATUREZA
  18. 18. • Capítulo V do Título II da CLT • Portaria Nº. 3.214 de 08 de Junho de 1978 do Ministério do Trabalho. • LEI 7.410, DE 27 DE NOVEMBRO DE 1985 • PORTARIA 3.275, DE 21 DE SETEMBRO DE 1989 3 – Legislação em Segurança doLegislação em Segurança do Trabalho no BrasilTrabalho no Brasil
  19. 19.  No Brasil, as leis que começarama abordara questãoNo Brasil, as leis que começarama abordara questão da segurança no trabalho só surgiramno início dosda segurança no trabalho só surgiramno início dos anos 40. Segundo LIMA JR. (1995), o qual fez umanos 40. Segundo LIMA JR. (1995), o qual fez um levantamento desta evolução, o assunto só foilevantamento desta evolução, o assunto só foi melhordiscutido em1943 a partirdomelhordiscutido em1943 a partirdo Capítulo V do TítuloIIdaCLT (Consolidação das Leis do Trabalho).(Consolidação das Leis do Trabalho). A primeira grande reformulação deste assunto noA primeira grande reformulação deste assunto no país só ocorreu em1967, quando se destacou apaís só ocorreu em1967, quando se destacou a necessidade de organização das empresas comanecessidade de organização das empresas coma criação do SESMT (Serviços Especializados emcriação do SESMT (Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e emMedicina doEngenharia de Segurança e emMedicina do Trabalho).Trabalho). 3 – Legislação em Segurança doLegislação em Segurança do Trabalho no BrasilTrabalho no Brasil
  20. 20.  Ogrande salto qualitativo da legislação brasileira emOgrande salto qualitativo da legislação brasileira em segurança do trabalho ocorreu em1978 comasegurança do trabalho ocorreu em1978 coma introdução das vinte e oito Normasintrodução das vinte e oito Normas Regulamentadoras (NR). Portaria Nº 3.214 de 08 deRegulamentadoras (NR). Portaria Nº 3.214 de 08 de Junho de 1978 do Ministério do Trabalho.Junho de 1978 do Ministério do Trabalho.  A Legislação atual de Segurança do Trabalho noA Legislação atual de Segurança do Trabalho no Brasil compõe-se de Normas Regulamentadoras, leisBrasil compõe-se de Normas Regulamentadoras, leis complementares, como portarias e decretos ecomplementares, como portarias e decretos e também as Convenções Internacionais da OIT -também as Convenções Internacionais da OIT - Organização Internacional do Trabalho, ratificadasOrganização Internacional do Trabalho, ratificadas pelo Brasil.pelo Brasil.
  21. 21.  Oquadro de Segurança do Trabalho de umaOquadro de Segurança do Trabalho de uma empresa pode-se constituir, emsua formaempresa pode-se constituir, emsua forma mais ampla, poruma equipe multidisciplinarmais ampla, poruma equipe multidisciplinar composta porTécnico de Segurança docomposta porTécnico de Segurança do Trabalho, Engenheiro de Segurança doTrabalho, Engenheiro de Segurança do Trabalho, Médico do Trabalho e EnfermeiroTrabalho, Médico do Trabalho e Enfermeiro do Trabalho. Estes profissionais formamodo Trabalho. Estes profissionais formamo que denomina-se SESMT - Serviçoque denomina-se SESMT - Serviço Especializado emEngenharia de Segurança eEspecializado emEngenharia de Segurança e Medicina do Trabalho.Medicina do Trabalho. 4 – O Profissional de Segurança do TrabalhoO Profissional de Segurança do Trabalho
  22. 22.  Oprofissional de Segurança do Trabalho temOprofissional de Segurança do Trabalho tem uma área de atuação bastante ampla, seuma área de atuação bastante ampla, se fazendo presente emtodas as esferas dafazendo presente emtodas as esferas da sociedade onde houvertrabalhadores. Emsociedade onde houvertrabalhadores. Em geral, atua emfábricas de alimentos,geral, atua emfábricas de alimentos, construção civil, hospitais, empresasconstrução civil, hospitais, empresas comerciais e industriais, grandes empresascomerciais e industriais, grandes empresas estatais, mineradoras e de extração.estatais, mineradoras e de extração.
  23. 23. Tambémpode atuarna área rural emTambémpode atuarna área rural em empresas agro-industriais. Desta forma,empresas agro-industriais. Desta forma, o cotidiano de umTST naso cotidiano de umTST nas organizações exige conhecimentosorganizações exige conhecimentos multidisciplinares nas áreas damultidisciplinares nas áreas da engenharia, direito, medicina doengenharia, direito, medicina do trabalho, psicologia, administração etrabalho, psicologia, administração e outras matérias técnicas ououtras matérias técnicas ou humanísticas.humanísticas.
  24. 24.  1. LTCAT - Laudo Técnico das Condições1. LTCAT - Laudo Técnico das Condições Ambientais do TrabalhoAmbientais do Trabalho  2. PCMSO- Programa de Controle Médico de2. PCMSO- Programa de Controle Médico de Saúde OcupacionalSaúde Ocupacional  3. PPP– Perfil Profissiográfico Previdenciário3. PPP– Perfil Profissiográfico Previdenciário  4. PPRA - Programa de Prevenção de Riscos4. PPRA - Programa de Prevenção de Riscos AmbientaisAmbientais 5– Atividades emDestaques dosAtividades emDestaques dos Profissionais emSegurança e Saúde doProfissionais emSegurança e Saúde do TrabalhadorTrabalhador
  25. 25.  5. INSPEÇÕES EMCALDEIRAS E VASOS5. INSPEÇÕES EMCALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO(ENG. MECÂNICO)DE PRESSÃO(ENG. MECÂNICO)  6. CIPA – Comissão Interna de Prevenção6. CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentesde Acidentes  7. PCMAT – Programa de Condições e Meio7. PCMAT – Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria daAmbiente de Trabalho na Indústria da ConstruçãoConstrução  8. MAPEAMENTODE RISCOS8. MAPEAMENTODE RISCOS
  26. 26.  A partirdas avaliações realizadas, posteriorA partirdas avaliações realizadas, posterior análise baseado nas NR´s e combase emanálise baseado nas NR´s e combase em inspeções dos locais de trabalho, realiza-se oinspeções dos locais de trabalho, realiza-se o levantamento dos agentes agressivoslevantamento dos agentes agressivos presentes nos ambientes, as medidaspresentes nos ambientes, as medidas preventivas adotadas definindo apreventivas adotadas definindo a caracterização das funções que sãocaracterização das funções que são insalubres ou perigosas.insalubres ou perigosas. 6– Laudo Técnico de Condições AmbientaisLaudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho - LTCATdo Trabalho - LTCAT
  27. 27.  Este levantamento fornece subsídios paraEste levantamento fornece subsídios para adoção de medidas que minimizame ouadoção de medidas que minimizame ou neutralizamos agentes agressivos queneutralizamos agentes agressivos que possamserconsiderados insalubre e oupossamserconsiderados insalubre e ou periculosos.periculosos.  Essas medidas evitampagamentosEssas medidas evitampagamentos desnecessários e/ou reclamações trabalhistas,desnecessários e/ou reclamações trabalhistas, adequando-as tambémpara a defesa deadequando-as tambémpara a defesa de processos já emcurso.processos já emcurso.  Os LTCAT’S, poderão serfeitos somenteOs LTCAT’S, poderão serfeitos somente pelos Engenheiros de Segurança do Trabalhopelos Engenheiros de Segurança do Trabalho e pelos Médicos do Trabalho.e pelos Médicos do Trabalho.
  28. 28. • Conheceros fundamentos de prevenção à saúde; • Identificaros determinantes e condicionantes do processo saúde – doença; • Conhecernormas de biossegurança; Competências e Habilidades do TSTCompetências e Habilidades do TST
  29. 29. • Conhecerprincípios e normas de higiene e saúde pessoal e ambiental; • Avaliaros riscos profissionais a que estão expostos os trabalhadores e as formas de prevenção de acidentes de trabalho; Competências e Habilidades do TSTCompetências e Habilidades do TST
  30. 30. • Conhecere interpretara legislação e normas técnicas de segurança do trabalho; • Reconhecerfatores de riscos ambientais; • Identificardoenças relacionadas à ambiente e processos de trabalho; Competências e Habilidades do TSTCompetências e Habilidades do TST
  31. 31. • Desenvolverprocedimentos técnicos voltados para a elevação do nível de qualidade de vida do trabalhador;  Aplicarprincípios ergonômicos na realização do trabalho;  Reconhecero tipo de socorro emcaso de emergência; Competências e Habilidades do TSTCompetências e Habilidades do TST
  32. 32. • Identificara necessidade de sinalização nos ambientes de trabalho; • Reconhecera importância do uso de equipamentos de proteção individual e coletiva; • Analisare estabelecercritérios para a escolha de equipamentos de proteção individual; Competências e Habilidades do TSTCompetências e Habilidades do TST
  33. 33. • Conhecera organização e funcionamento da CIPA, CPATPe SESSTP; • Identificarmedidas de segurança no armazenamento, transporte e manuseio de produtos, cargas e equipamentos; Competências e Habilidades do TSTCompetências e Habilidades do TST
  34. 34. • Interpretarplantas, desenhos e croquis; • Identificare avaliarrotinas, protocolos de trabalho, instalações e equipamentos; • Registrarocorrências e serviços prestados de acordo comas exigências do campo de atuação; Competências e Habilidades do TSTCompetências e Habilidades do TST
  35. 35. • Coletare organizardados relativos ao campo de atuação; • Identificarfunções e responsabilidades dos membros da equipe de trabalho; • Conheceros Planos de Controle de Emergência e de Ajuda Mútua; Competências e Habilidades do TSTCompetências e Habilidades do TST
  36. 36. • Elaborarprogramas, projetos e planos de ação para garantira segurança no trabalho; • Conheceras medidas de controle de prevenção e de monitoramento de riscos ambientais; • Supervisionare inspecionaras rotinas de trabalho. Competências e Habilidades do TSTCompetências e Habilidades do TST
  37. 37.  CONCEITOPREVENCIONISTACONCEITOPREVENCIONISTA:: É TODA OCORRÊNCIAÉ TODA OCORRÊNCIA INDESEJÁVELINDESEJÁVEL,, INESPERADAINESPERADA OUOU NÃOPROGRAMADANÃOPROGRAMADA, QUE, QUE INTERFERE NODESENVOLVIMENTOINTERFERE NODESENVOLVIMENTO NORMAL DE UMA TAREFA PODENDONORMAL DE UMA TAREFA PODENDO CAUSAR:CAUSAR: • PERDA DE TEMPO;PERDA DE TEMPO; • DANOS MATERIAIS OU AMBIENTAIS;DANOS MATERIAIS OU AMBIENTAIS; • LESÕES FÍSICAS OU DOENÇAS OU...LESÕES FÍSICAS OU DOENÇAS OU... • A MORTE DOS TRABALHADORES.A MORTE DOS TRABALHADORES. 7 - CONCEITOS DE ACIDENTE DO7 - CONCEITOS DE ACIDENTE DO TRABALHOTRABALHO
  38. 38.  CONCEITO DA NBR 14.280/99:CONCEITO DA NBR 14.280/99: É TODA OCORRÊNCIA IMPREVISTA EÉ TODA OCORRÊNCIA IMPREVISTA E INDESEJÁVEL, INSTANTÂNEA OU NÃO,INDESEJÁVEL, INSTANTÂNEA OU NÃO, RELACIONADA COMOEXERCÍCIODORELACIONADA COMOEXERCÍCIODO TRABALHO, QUE PROVOCA LESÃOTRABALHO, QUE PROVOCA LESÃO PESSOAL OU DE QUE DECORRE RISCOPESSOAL OU DE QUE DECORRE RISCO PRÓXIMOOU REMOTODESSA LESÃO.PRÓXIMOOU REMOTODESSA LESÃO. 8 - CONCEITOS DE ACIDENTE DO8 - CONCEITOS DE ACIDENTE DO TRABALHOTRABALHO
  39. 39.  ACIDENTE DO TRABALHO:ACIDENTE DO TRABALHO: É OQUE OCORRE PELOEXERCÍCIODO TRABALHOA SERVIÇODA EMPRESA OU PELO EXERCÍCIODOTRABALHODOS SEGURADOS REFERIDOS NOINCISOVII DOART.11 DESTA LEI, PROVOCANDOLESÃOCORPORAL OU PERTURBAÇÃOFUNCIONAL QUE CAUSE A MORTE OU A PERDA OU REDUÇÃO, PERMANENTE OU TEMPORÁRIA, DA CAPACIDADE PARA OTRABALHO. 9 - LEI 8.213/91 DOINSS.9 - LEI 8.213/91 DOINSS.
  40. 40. Conceito Prevencionista ou Técnico • Considera importante registrar não somente os acidentes do trabalho que levam a lesões físicas ou a doenças ocupacionais, mas também, os acidentes que levam a “perda de tempo” e a “danos materiais”.
  41. 41. FALAREMOS BASICAMENTE DEFALAREMOS BASICAMENTE DE DUAS DELAS:DUAS DELAS: 1 – TEORIA DO DOMINÓ:1 – TEORIA DO DOMINÓ:  OS ACIDENTES TÊMCOMO CAUSAOS ACIDENTES TÊMCOMO CAUSA OS ATOS INSEGUROS E AS CONDIÇÕESOS ATOS INSEGUROS E AS CONDIÇÕES INSEGURAS.INSEGURAS. 2 – TEORIA MODERNA :2 – TEORIA MODERNA :  OS ACIDENTES TÊMORIGEMOS ACIDENTES TÊMORIGEM SOCIAL E MULTI-CAUSALSOCIAL E MULTI-CAUSAL 10 - TEORIAS SOBRE A OCORRÊNCIA DOS ACIDENTES DO TRABALHO
  42. 42. H O M E M M E I O A M B I E N T E Fatores Pessoais de Insegurança Fatores Materiais Atos Inseguros Condições Inseguras A C I D E N T E S e/ou D O E N Ç A S Lesões Físicas Danos Materiais Perda de Tempo Doenças Ocupacionais Teoria de Heinrich, estilizada Fonte: CEFETES
  43. 43. CAUSAS NORMALMENTE APONTADAS:CAUSAS NORMALMENTE APONTADAS: 1 - ATOS INSEGUROS;1 - ATOS INSEGUROS; 2 - CONDIÇÕES INSEGURAS;2 - CONDIÇÕES INSEGURAS; 3 – FATORES PESSOAIS DE3 – FATORES PESSOAIS DE INSEGURANÇA.INSEGURANÇA. 11 - CAUSAS DOS ACIDENTES DE11 - CAUSAS DOS ACIDENTES DE TRABALHO (HEINRICH)TRABALHO (HEINRICH)
  44. 44. ACIDENTES DO TRABALHO:ACIDENTES DO TRABALHO: SÃO FENÔMENOS SOCIALMENTESÃO FENÔMENOS SOCIALMENTE DETERMINADOS, PREVISÍVEIS EDETERMINADOS, PREVISÍVEIS E PREVENÍVEIS.PREVENÍVEIS. OS FATORES PROVOCADORES DOSOS FATORES PROVOCADORES DOS ACIDENTES DO TRABALHO SÃOACIDENTES DO TRABALHO SÃO MULTICAUSAIS.MULTICAUSAIS. 12 - NOVA CONCEITUAÇÃODE ACIDENTE12 - NOVA CONCEITUAÇÃODE ACIDENTE DO TRABALHODO TRABALHO
  45. 45. AOCONTRÁRIODE SE CONSTITUIROBRAAOCONTRÁRIODE SE CONSTITUIROBRA DOACASOCOMOSUGERE A PALAVRADOACASOCOMOSUGERE A PALAVRA ACIDENTE, OS ACIDENTES DOTRABALHOACIDENTE, OS ACIDENTES DOTRABALHO SÃOFENÔMENOSSÃOFENÔMENOS PREVISÍVEISPREVISÍVEIS, DADOQUE, DADOQUE OS FATORES CAPAZES DE DESENCADEÁ-OS FATORES CAPAZES DE DESENCADEÁ- LOS ENCONTRAM-SE PRESENTES NALOS ENCONTRAM-SE PRESENTES NA SITUAÇÃO DE TRABALHO (PASSÍVEIS DESITUAÇÃO DE TRABALHO (PASSÍVEIS DE IDENTIFICAÇÃO) MUITOTEMPOANTES DEIDENTIFICAÇÃO) MUITOTEMPOANTES DE SEREMDESENCADEADOS.SEREMDESENCADEADOS. 13 - NOVA CONCEITUAÇÃODE ACIDENTE13 - NOVA CONCEITUAÇÃODE ACIDENTE DO TRABALHODO TRABALHO
  46. 46. É AQUELE ACIDENTE DECORRENTEÉ AQUELE ACIDENTE DECORRENTE DA CARACTERÍSTICA DA ATIVIDADEDA CARACTERÍSTICA DA ATIVIDADE PROFISSIONAL DESEMPENHADAPROFISSIONAL DESEMPENHADA PELOACIDENTADO.PELOACIDENTADO. 14 - ACIDENTE TÍPICO:14 - ACIDENTE TÍPICO:
  47. 47. É AQUELE SOFRIDOPELOÉ AQUELE SOFRIDOPELO EMPREGADO NOPERCURSODAEMPREGADO NOPERCURSODA RESIDÊNCIA PARA OLOCAL DERESIDÊNCIA PARA OLOCAL DE TRABALHOOU DESTE PARATRABALHOOU DESTE PARA AQUELA, QUALQUERQUE SEJA OAQUELA, QUALQUERQUE SEJA O MEIODE LOCOMOÇÃO, INCLUSVEMEIODE LOCOMOÇÃO, INCLUSVE VEÍCULODE PROPRIEDADE DOVEÍCULODE PROPRIEDADE DO EMPREGADO.EMPREGADO. 15 - ACIDENTE DE TRAJETO:15 - ACIDENTE DE TRAJETO:
  48. 48. DOENÇA PROFISSIONALDOENÇA PROFISSIONAL,, ASSIMASSIM ENTENDIDA A PRODUZIDA OUENTENDIDA A PRODUZIDA OU DESENCADEADA PELO EXERCÍCIODESENCADEADA PELO EXERCÍCIO DO TRABALHO PECULIAR ADO TRABALHO PECULIAR A DETERMINADA ATIVIDADE EDETERMINADA ATIVIDADE E CONSTANTE DA RESPECTIVACONSTANTE DA RESPECTIVA RELAÇÃO ELABORADA PELORELAÇÃO ELABORADA PELO MINISTÉRIO DO TRABALHO E DAMINISTÉRIO DO TRABALHO E DA PREVIDÊNCIA SOCIAL;PREVIDÊNCIA SOCIAL; 16 - DOENÇA PROFISSIONAL16 - DOENÇA PROFISSIONAL - TECNOPATIAS -- TECNOPATIAS -
  49. 49. DOENÇA DO TRABALHO, ASSIMDOENÇA DO TRABALHO, ASSIM ENTENDIDA A ADQUIRIDA OUENTENDIDA A ADQUIRIDA OU DESENCADEADA EM FUNÇÃO DEDESENCADEADA EM FUNÇÃO DE CONDIÇÕES ESPECIAIS EM QUE OCONDIÇÕES ESPECIAIS EM QUE O TRABALHO É REALIZADO E COMELETRABALHO É REALIZADO E COMELE SE RELACIONE DIRETAMENTE,SE RELACIONE DIRETAMENTE, CONSTANTE DA RELAÇÃOCONSTANTE DA RELAÇÃO MENCIONADA NOINCISOI.MENCIONADA NOINCISOI. 17 - DOENÇA DO TRABALHO17 - DOENÇA DO TRABALHO -- MESOPATIASMESOPATIAS --
  50. 50. Não se considera doença do trabalho: – A degenerativa; – A inerente ao grupo etário; – A que não produza incapacidade laborativa; – A doença endêmica, salvo comprovação de que foi adquirida devido a natureza do trabalho realizado.
  51. 51. É A FORMA COMO SE DÁ OÉ A FORMA COMO SE DÁ O CONTATO ENTRE O AGENTE DACONTATO ENTRE O AGENTE DA LESÃO E A VÍTIMA DOLESÃO E A VÍTIMA DO ACIDENTE.ACIDENTE. 18 - ACIDENTE - TIPO18 - ACIDENTE - TIPO
  52. 52.  OPORQUÊ DOCONTATOE DA FORMA DEOPORQUÊ DOCONTATOE DA FORMA DE CONTATO, EMGERAL, INDICA ALGUMACONTATO, EMGERAL, INDICA ALGUMA IRREGUILARIDADE QUE DEVE SERIRREGUILARIDADE QUE DEVE SER SUPRIMIDA DOTRABALHO.SUPRIMIDA DOTRABALHO. 19 - ACIDENTE - TIPO19 - ACIDENTE - TIPO
  53. 53. CLASSIFICAÇÃO DOS RISCOSCLASSIFICAÇÃO DOS RISCOS RUÍDOS VIBRAÇÕES RADIAÇÕES IONIZANTES FRIO RADIAÇÕES NÃO IONIZANTES CALOR PRESSÕES ANORMAIS POEIRAS FUMOS NÉVOAS NEBLINA GASES VAPORES SUBSATÂNCIAS, COMPOSTOS, PRODUTOS QUÍMICOS EMGERAL UMIDADE VÍRUS Bactérias PROTOZOÁRIOS FUNGOS PARASITAS BACILOS ESFORÇO FÍSICO INTENSO LEVANTAMENTO E TRANSPORTE MANUAL DE PESO EXIGÊNCIA DE POSTURA INADEQUADA CONTROLE RÍGIDO DE PRODUTIVIDADE IMPOSIÇÃO DE RÍTIMO EXCESSÍVEL TRABALHO EMTURNO E NOTURNO JORNADA DE TRABALHO PROLONGADO. OUTRAS SITUAÇÕES CAUSADORAS DE STRESS FÍSICOS OU /PSÍQUICOS ARRANJO FÍSICO INADEQUADO MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS SEMPROTEÇÃOFERRAMENTAS INADEQUADAS OU DEFEITUOSAS ILUMINAÇÃO INADEQUADA ELETRICIDADE PROBABILIDADE DE INCÊNDIO OU EXPLOSÃO ARMAZENAMENTO INADEQUADO ANIMAIS PEÇONHENTOS GRUPO 1 VERDE RISCOS FÍSICOS GRUPO 2 VERMELHO RISCOSRISCOS QUÍMICOSQUÍMICOS GRUPO 3 MARROM RISCOSRISCOS BIOLÓGICOS GRUPO 4 AMARELO RISCOSRISCOS ERGONÔMICOSERGONÔMICOS GRUPO 5 AZUL RISCOS DERISCOS DE ACIDENTESACIDENTES
  54. 54. • São causadas por Agentes: • -FÍSICOS • -QUÍMICOS • -BIOLÓGICOS • -ERGONÔMICOS • - ACIDENTES OU MECANICOS RISCOSRISCOS
  55. 55. • Consideram-se agentes de risco físico as diversas formas de energia a que possamestarexpostos os trabalhadores, tais como: – Ruído – Calor – Frio – Pressão – Umidade – radiações ionizantes e não-ionizantes – vibração RISCOS FÍSICOSRISCOS FÍSICOS
  56. 56. • RUÍDO – O ruído é definido como umsomindesejável, produto das atividades diárias da comunidade. O somrepresenta as vibrações mecânicas da matéria através do qual ocorre o fluxo de energia na forma de ondas sonoras. – Causa cansaço, irritação, dores de cabeça, diminuição da audição, problemas do aparelho digestivo, taquicardia, perigo de infarto. RISCOS FÍSICOSRISCOS FÍSICOS
  57. 57. • VIBRAÇÕESVIBRAÇÕES – É qualquermovimento que o corpo executa em torno de umponto fixo. Esse movimento pode serregular, do tipo senoidal ou irregular, quando não segue um padrão determinado – Cansaço, irritação, dores nos membros, dores na coluna, doença do movimento, artrite, problemas digestivos, lesões ósseas, lesões dos tecidos moles. RISCOS FÍSICOSRISCOS FÍSICOS
  58. 58. • VIBRAÇÕESVIBRAÇÕES RISCOS FÍSICOSRISCOS FÍSICOS
  59. 59. • CALORCALOR – Taquicardia, aumento da pulsação, cansaço, irritação, prostração térmica, choque térmico, fadiga térmica, perturbação das funções digestivas, hipertensão etc. RISCOS FÍSICOSRISCOS FÍSICOS
  60. 60. • RADIAÇÕES IONIZANTESRADIAÇÕES IONIZANTES – Radiação Ionizante: partícula ou onda eletromagnética que ao interagircoma matéria, ioniza direta ou indiretamente seus átomos ou moléculas – Alterações na células, câncer, fadiga, problemas visuais, acidente do trabalho. RISCOS FÍSICOSRISCOS FÍSICOS
  61. 61. • RADIAÇÕES NÃOIONIZANTESRADIAÇÕES NÃOIONIZANTES – Ao contrário da anterior, não tem poderde ionização. Apenas podemativartodo o conjunto de átomos que recebemesta carga de energia. São classificadas pelo comprimento de onda de nanômetros a quilômetros. – Queimaduras, lesões nos olhos, na pele e em outros órgãos. RISCOS FÍSICOSRISCOS FÍSICOS
  62. 62. • UMIDADESUMIDADES – Doenças do aparelho respiratório, quedas, doenças da pele, doenças circulatórias. RISCOS FÍSICOSRISCOS FÍSICOS
  63. 63. • Consideram-se agentes de risco químico as substâncias, compostos ou produtos que possam penetrarno organismo do trabalhadorpela via respiratória, nas formas de poeiras, fumos gases, neblinas, névoas ou vapores, ou que seja, pela natureza da atividade, de exposição, possamtercontato ou serabsorvido pelo organismo através da pele ou poringestão. – Gases – vapores e névoas; – aerodispersóides (poeiras e fumos metálicos). RISCOS QUÍMICOSRISCOS QUÍMICOS
  64. 64. • POEIRAS RISCOS QUÍMICOSRISCOS QUÍMICOS Minerais Vegetais Alcalinas Incômodas Silicose, Asbestose. Bissinose, Bagaçose Enfizema pulmonar potencializa nocividade
  65. 65. • POEIRAS RISCOS QUÍMICOSRISCOS QUÍMICOS
  66. 66. • FUMOS METÁLICOS RISCOS QUÍMICOSRISCOS QUÍMICOS Intoxicação específica de acordo com o metal, febre dos fumos metálicos, doença pulmonar obstrutiva.
  67. 67. • NEBLINAS – Aerosóis líquidos, formados por condensação de vapores RISCOS QUÍMICOSRISCOS QUÍMICOS
  68. 68. • NÉVOAS – constituídos por partículas líquidas, independente da natureza e do diâmetro das partículas, formadas por desagregação mecânica de corpos líquidos. – Névoa de tinta RISCOS QUÍMICOSRISCOS QUÍMICOS
  69. 69. • VAPORES – São substâncias que se encontram no estado gasoso como resultado de algum tipo de alteração no seu estado normal e temperatura ambiente. RISCOS QUÍMICOSRISCOS QUÍMICOS
  70. 70. • GASES – Não possuem formas e volumes próprios e tendem a se expandir indefinidamente. À temperatura ordinária, mesmo sujeitos à pressão fortes, não podem ser total ou parcialmente reduzidos ao estado líquido. – GLP, oxigênio RISCOS QUÍMICOSRISCOS QUÍMICOS
  71. 71. • Consideram-se como agentes de risco biológico as bactérias, vírus, fungos, parasitos, entre outros. • Podem causar as seguintes doenças, dentre outras: Tuberculose, intoxicação alimentar, fungos (microrganismos causadores infecções), brucelose, malária, febre amarela. • As formas de prevenção para esses grupos de agentes biológicos são: vacinação, esterilização, higiene pessoal, uso de EPI, ventilação, controle médico e controle de pragas. RISCOS BIOLOGICOSRISCOS BIOLOGICOS
  72. 72. • Esforço físico intenso; • Levantamento e transporte manual de peso; • Exigência de postura inadequada; • Controle rígido de produtividade; • Imposição de ritmos excessivos; • Trabalho em turno ou noturno; • Jornada prolongada de trabalho; • Monotonia e repetitividade; • Outras situações causadoras de “stress” físico e/ou psíquico. RISCOS ERGONÔMICOSRISCOS ERGONÔMICOS
  73. 73. RISCOS ERGONÔMICOSRISCOS ERGONÔMICOS
  74. 74. • Arranjo físico inadequado; • Máquinas e equipamentos sem proteção; • Ferramentas inadequadas ou defeituosas; • Iluminação inadequada; • Eletricidade; • Probabilidade de incêndio ou explosão; • Armazenamento inadequado; • Animais peçonhentos; • Outras situações de risco que poderão contribuir para a ocorrência de acidentes. RISCOS DE ACIDENTESRISCOS DE ACIDENTES
  75. 75. • Trabalhar com atenção; • Obedecer as Normas de Segurança; • Uso obrigatórios dos EPIS e EPC; PROTEÇÃOPROTEÇÃO
  76. 76. Batida contra...Batida contra...
  77. 77. Prensagementre...Prensagementre...
  78. 78. Queda de pessoa...Queda de pessoa...
  79. 79. Esforço excessivo ou “mau jeito”...Esforço excessivo ou “mau jeito”...
  80. 80. Contato comELETRICIDADE...Contato comELETRICIDADE...
  81. 81. Contatos comprodutos químicos...Contatos comprodutos químicos...
  82. 82.  É AQUILOQUE, EMCONTATO COMA PESSOA,É AQUILOQUE, EMCONTATO COMA PESSOA, DETERMINA A LESÃO OU UMA DOENÇA OCUPACIONAL,DETERMINA A LESÃO OU UMA DOENÇA OCUPACIONAL, QUANDO SE TRATA DE PRODUTOS QUE AFETAMQUANDO SE TRATA DE PRODUTOS QUE AFETAM ÓRGÃOS INTERNOS ASPIRADOS OU ABSORVIDOS PELAÓRGÃOS INTERNOS ASPIRADOS OU ABSORVIDOS PELA EPIDERME.EPIDERME.  É A SUBSTÂNCIA, ENERGIA, OU MOVIMENTO DOÉ A SUBSTÂNCIA, ENERGIA, OU MOVIMENTO DO CORPOQUE DIRETAMENTE PROVOCOU A LESÃO.CORPOQUE DIRETAMENTE PROVOCOU A LESÃO.  PODE SERUMDOS MUITOS MATERIAIS COMPODE SERUMDOS MUITOS MATERIAIS COM CARACTERÍSTICAS AGRESSIVAS, UMA FERRAMENTA, ACARACTERÍSTICAS AGRESSIVAS, UMA FERRAMENTA, A PARTE DE UMA MÁQUINA, ETC.PARTE DE UMA MÁQUINA, ETC. 20 – AGENTE DA LESÃO20 – AGENTE DA LESÃO
  83. 83. EXEMPLOS:EXEMPLOS:  PRODUTOS ÁCIDOS ...PRODUTOS ÁCIDOS ...  MATERIAIS INCANDESCENTES....MATERIAIS INCANDESCENTES....  MATERIAIS EXCESSIVAMENTE QUENTES...MATERIAIS EXCESSIVAMENTE QUENTES...  A CORRENTE ELÉTRICA...A CORRENTE ELÉTRICA...  AS RADIAÇÕES QUE LESAMOU CAUSAMAS RADIAÇÕES QUE LESAMOU CAUSAM DOENÇAS PELA SIMPLES EXPOSIÇÃO...DOENÇAS PELA SIMPLES EXPOSIÇÃO...  PRODUTOS TÓXICOS, MICROORGANISMOS... ,PRODUTOS TÓXICOS, MICROORGANISMOS... , ETC...ETC... ... POIS BASTA UM LEVE CONTATO PARA OCORRER A LESÃO.
  84. 84.  A SEGURANÇA DOTRABALHOÉA SEGURANÇA DOTRABALHOÉ REPRESENTADA PELOCONJUNTODEREPRESENTADA PELOCONJUNTODE RECURSOS (MEDIDAS E AÇÕES) EMPREGADOSRECURSOS (MEDIDAS E AÇÕES) EMPREGADOS PARA PREVENIRACIDENTES NASPARA PREVENIRACIDENTES NAS ATIVIDADES DAS EMPRESAS;ATIVIDADES DAS EMPRESAS;  CARACTERIZA-SE, PRINCIPALMENTE, PELOCARACTERIZA-SE, PRINCIPALMENTE, PELO CUMPRIMENTODAS NORMASCUMPRIMENTODAS NORMAS REGULAMENTADORAS;REGULAMENTADORAS; 21 –21 – PREVENÇÃO DE ACIDENTESPREVENÇÃO DE ACIDENTES CONCEITOS FUNDAMENTAISCONCEITOS FUNDAMENTAIS
  85. 85. PREVENÇÃO DE ACIDENTES DOPREVENÇÃO DE ACIDENTES DO TRABALHO :TRABALHO : REPRESENTAM TODOS OSREPRESENTAM TODOS OS PROCEDIMENTOS EPROCEDIMENTOS E COMPORTAMENTOS ADOTADOS COMCOMPORTAMENTOS ADOTADOS COM A FINALIDADE DE SE EVITAR AA FINALIDADE DE SE EVITAR A OCORRÊNCIA DE ACIDENTES DOOCORRÊNCIA DE ACIDENTES DO TRABALHO.TRABALHO.
  86. 86. Engenharia de Segurança do Trabalho, comEngenharia de Segurança do Trabalho, com atuação na prevenção de acidentes doatuação na prevenção de acidentes do trabalho;trabalho; Higiene do Trabalho, com atuação naHigiene do Trabalho, com atuação na prevenção técnica das doençasprevenção técnica das doenças profissionais;profissionais; Medicina do Trabalho, com atuação noMedicina do Trabalho, com atuação no indivíduo através de açõesindivíduo através de ações predominantemente preventivas.predominantemente preventivas. 22 –22 – PREVENÇÃO DE ACIDENTESPREVENÇÃO DE ACIDENTES CIÊNCIAS CORRELATAS:CIÊNCIAS CORRELATAS:
  87. 87. São as circunstâncias postas àSão as circunstâncias postas à disposição dos trabalhadores para adisposição dos trabalhadores para a realização de suas atividades laboraisrealização de suas atividades laborais representadas pelo Ambiente existente,representadas pelo Ambiente existente, as Máquinas e Equipamentos, osas Máquinas e Equipamentos, os Processos Produtivos desenvolvidosProcessos Produtivos desenvolvidos bemcomo os Treinamentos específicosbemcomo os Treinamentos específicos recebidos.recebidos. 23 –23 – PREVENÇÃO DE ACIDENTESPREVENÇÃO DE ACIDENTES CONDIÇÕES DE TRABALHOCONDIÇÕES DE TRABALHO
  88. 88. • CLASSIFICAÇÃODOS PRINCIPAIS RÍSCOS OCUPACIONAIS EMCLASSIFICAÇÃODOS PRINCIPAIS RÍSCOS OCUPACIONAIS EM GRUPODE ACORDOCOMA NATUREZA.GRUPODE ACORDOCOMA NATUREZA. RUÍDOS VIBRAÇÕES RADIAÇÕES IONIZANTES FRIO RADIAÇÕES NÃO IONIZANTES CALOR PRESSÕES ANORMAIS POEIRAS FUMOS NÉVOAS NEBLINA GASES VAPORES SUBSATÂNCIAS, COMPOSTOS, PRODUTOS QUÍMICOS EMGERAL UMIDADE VÍRUS Bactérias PROTOZOÁRIOS FUNGOS PARASITAS BACILOS ESFORÇO FÍSICO INTENSO LEVANTAMENTO E TRANSPORTE MANUAL DE PESO EXIGÊNCIA DE POSTURA INADEQUADA CONTROLE RÍGIDO DE PRODUTIVIDADE IMPOSIÇÃO DE RÍTIMO EXCESSÍVEL TRABALHO EMTURNO E NOTURNO JORNADA DE TRABALHO PROLONGADO. OUTRAS SITUAÇÕES CAUSADORAS DE STRESS FÍSICOS OU /PSÍQUICOS ARRANJO FÍSICO INADEQUADO MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS SEMPROTEÇÃO FERRAMENTAS INADEQUADAS OU DEFEITUOSAS ILUMINAÇÃO INADEQUADA ELETRICIDADE PROBABILIDADE DE INCÊNDIO OU EXPLOSÃO ARMAZENAMENTO INADEQUADO ANIMAIS PEÇONHENTOS GRUPO 1 VERDE RISCOS FÍSICOS GRUPO 2 VERMELHO RISCOSRISCOS QUÍMICOSQUÍMICOS GRUPO 3 MARROM RISCOSRISCOS BIOLÓGICOS GRUPO 4 AMARELO RISCOSRISCOS ERGONÔMICOSERGONÔMICOS GRUPO 5 AZUL RISCOS DERISCOS DE ACIDENTESACIDENTES
  89. 89.  REPRESENTAMTODAS AS MEDIDAS EREPRESENTAMTODAS AS MEDIDAS E DISPOSITIVOS EMPREGADOS COM ADISPOSITIVOS EMPREGADOS COM A FINALIDADE DE SE EVITARAFINALIDADE DE SE EVITARA OCORRÊNCIA DE ACIDENTES OU DEOCORRÊNCIA DE ACIDENTES OU DE DOENÇAS NOS TRABALHADORES, OUDOENÇAS NOS TRABALHADORES, OU MINIMIZAROS SEUS EFEITOS;MINIMIZAROS SEUS EFEITOS; 24 – PROTEÇÃO CONTRA OS RISCOS OCUPACIONAIS
  90. 90. PODE SER REPRESENTADAPODE SER REPRESENTADA POR:POR:  MEDIDAS DE PROTEÇÃO COLETIVAS;MEDIDAS DE PROTEÇÃO COLETIVAS;  EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃOEQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVAS - EPC;COLETIVAS - EPC;  EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃOEQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPI;INDIVIDUAL - EPI;
  91. 91.  ““MEDIDA DE ENGENHARIA“MEDIDA DE ENGENHARIA“ • DEVE SERENTENDIDA COMOUMADEVE SERENTENDIDA COMOUMA ALTERAÇÃOPERMANENTE NOAMBIENTE DEALTERAÇÃOPERMANENTE NOAMBIENTE DE TRABALHO(INCLUINDOMAQUINÁRIA ETRABALHO(INCLUINDOMAQUINÁRIA E EQUIPAMENTO)QUE DISPENSA A NECESSIDADEEQUIPAMENTO)QUE DISPENSA A NECESSIDADE DE UMA OPÇÃOOU DECISÃODE CONTROLARODE UMA OPÇÃOOU DECISÃODE CONTROLARO RISCO, PORPARTE DOTRABALHADOROU DERISCO, PORPARTE DOTRABALHADOROU DE QUALQUEROUTRA PESSOA POTENCIALMENTEQUALQUEROUTRA PESSOA POTENCIALMENTE EXPOSTA .EXPOSTA . 25 – PROTEÇÃO CONTRA OS RISCOS OCUPACIONAIS MEDIDAS RELATIVAS AO AMBIENTEMEDIDAS RELATIVAS AO AMBIENTE
  92. 92.  MEDIDAS DE PROTEÇÃO COLETIVA:MEDIDAS DE PROTEÇÃO COLETIVA: GENERICAMENTE, SÃOAQUELAS ADOTADASGENERICAMENTE, SÃOAQUELAS ADOTADAS COMA FINALIDADE DE BUSCARCOMA FINALIDADE DE BUSCAR SUPRIMIROAGENTE DORISCO, DESUPRIMIROAGENTE DORISCO, DE CONFINÁ-LO OU AINDA REDUZÍ-LOACONFINÁ-LO OU AINDA REDUZÍ-LOA NÍVEIS TOLERÁVEIS NOAMBIENTE DENÍVEIS TOLERÁVEIS NOAMBIENTE DE TRABALHO.TRABALHO. 26 – PROTEÇÃO CONTRA OS RISCOS OCUPACIONAIS
  93. 93. DEVE SER ENFATIZADO QUEDEVE SER ENFATIZADO QUE :: ANTES DE RECOMENDAROUSO DEANTES DE RECOMENDAROUSO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃOEQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL, TODAS AS POSSIBILIDADESINDIVIDUAL, TODAS AS POSSIBILIDADES DE CONTROLE NOAMBIENTE DEDE CONTROLE NOAMBIENTE DE TRABALHO, OU SEJA MÉTODOS DETRABALHO, OU SEJA MÉTODOS DE PROTEÇÃOCOLETIVA, DEVEMSERPROTEÇÃOCOLETIVA, DEVEMSER EXPLORADOS.EXPLORADOS. 27 –27 – PREVENÇÃO DE ACIDENTESPREVENÇÃO DE ACIDENTES MEDIDAS RELATIVAS AOTRABALHADORMEDIDAS RELATIVAS AOTRABALHADOR
  94. 94. AS MEDIDAS RELATIVAS AO TRABALHADORAS MEDIDAS RELATIVAS AO TRABALHADOR SÃOTAMBÉMPARTE DA ESTRATÉGIA DESÃOTAMBÉMPARTE DA ESTRATÉGIA DE CONTROLE E A MAIORIA REQUER “CONTROLE E A MAIORIA REQUER “ CONTROLE ADMINISTRATIVO“PARA ACONTROLE ADMINISTRATIVO“PARA A SUA EXECUÇÃO.SUA EXECUÇÃO. 28 –28 – PREVENÇÃO DE ACIDENTESPREVENÇÃO DE ACIDENTES MEDIDAS RELATIVAS AOTRABALHADORMEDIDAS RELATIVAS AOTRABALHADOR
  95. 95.  REDUÇÃODOTEMPODE EXPOSIÇÃO ;REDUÇÃODOTEMPODE EXPOSIÇÃO ;  INTRODUÇÃODE PAUSAS PARA DESCANSO ;INTRODUÇÃODE PAUSAS PARA DESCANSO ;  CONTROLE PERIÓDICODA SAÚDE DOSCONTROLE PERIÓDICODA SAÚDE DOS TRABALHADORES EXPOSTOS AORISCO;TRABALHADORES EXPOSTOS AORISCO; 29 – PROTEÇÃO CONTRA OS RISCOS OCUPACIONAIS MEDIDAS DE PROTEÇÃOCOLETIVAMEDIDAS DE PROTEÇÃOCOLETIVA PODEMOS EXEMPLIFICARPODEMOS EXEMPLIFICAR ::
  96. 96. INTERDIÇÃODE TRABALHAREMALGUMASINTERDIÇÃODE TRABALHAREMALGUMAS ATIVIDADES AGRESSIVAS A SAÚDE AATIVIDADES AGRESSIVAS A SAÚDE A CERTOS GRUPOS INDIVIDUAIS:CERTOS GRUPOS INDIVIDUAIS: (MULHERES, MENORES, GRÁVIDAS, ETC. )(MULHERES, MENORES, GRÁVIDAS, ETC. ) 30 - A PROTEÇÃO CONTRA OS RISCOS OCUPACIONAIS
  97. 97. SÃODISPOSITIVOS UTILIZADOS NOAMBIENTESÃODISPOSITIVOS UTILIZADOS NOAMBIENTE LABORAL DESTINADOS A PROTEÇÃODE GRUPOSLABORAL DESTINADOS A PROTEÇÃODE GRUPOS DE TRABALHADORES CONTRA A OCORRÊNCIA DEDE TRABALHADORES CONTRA A OCORRÊNCIA DE ACIDENTES DOTRABALHOOU DOENÇASACIDENTES DOTRABALHOOU DOENÇAS OCUPACIONAIS, PODENDOSEROCUPACIONAIS, PODENDOSER REPRESENTADOS PORPROTEÇÕES DASREPRESENTADOS PORPROTEÇÕES DAS MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS BARREIRAS EMÁQUINAS E EQUIPAMENTOS BARREIRAS E SINALIZADORES, DETECTORES DE GASES ESINALIZADORES, DETECTORES DE GASES E FUMAÇAS, CONES DE ADVERTÊNCIA, ETC.FUMAÇAS, CONES DE ADVERTÊNCIA, ETC. 31 – A PROTEÇÃO CONTRA OS RISCOS OCUPACIONAIS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA - EPC`S :EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA - EPC`S :
  98. 98.  EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃOEQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUALINDIVIDUAL - EPI:- EPI: SÃODISPOSITIVOS USADOS PELOSSÃODISPOSITIVOS USADOS PELOS TRABALHADORES PARATRABALHADORES PARA PROTEGERPROTEGERAA SUA SAÚDE E SUA INTEGRIDADE FÍSICASUA SAÚDE E SUA INTEGRIDADE FÍSICA NOAMBIENTE LABORAL PODENDOSERNOAMBIENTE LABORAL PODENDOSER DESTINADOS A PARTE ESPECÍFICA DODESTINADOS A PARTE ESPECÍFICA DO CORPO OU DOCORPOINTEIRO.CORPO OU DOCORPOINTEIRO. 32 – A PROTEÇÃO CONTRA OS RISCOS OCUPACIONAIS
  99. 99. SEGURANÇA:SEGURANÇA: REPRESENTA A AUSÊNCIA DOPERIGOREPRESENTA A AUSÊNCIA DOPERIGO NODESENVOLVIMENTO DOTRABALHO .NODESENVOLVIMENTO DOTRABALHO . ==>==> OS RISCOS OCUPACIONAISOS RISCOS OCUPACIONAIS COMPREENDEM :COMPREENDEM : • RISCOS AMBIENTAIS ;RISCOS AMBIENTAIS ; • RISCOS OPERACIONAIS .RISCOS OPERACIONAIS . 33 – CONCEITOS FUNDAMENTAIS
  100. 100. SÃOCONSIDERADOS RISCOS AMBIENTAIS :SÃOCONSIDERADOS RISCOS AMBIENTAIS : OS AGENTESOS AGENTES FÍSICOSFÍSICOS ,, QUÍMICOSQUÍMICOS EE BIOLÓGICOSBIOLÓGICOS EXISTENTES NOSEXISTENTES NOS AMBIENTES DE TRABALHOQUE EMAMBIENTES DE TRABALHOQUE EM FUNÇÃODE SUA NATUREZA,FUNÇÃODE SUA NATUREZA, CONCENTRAÇÃO OU INTENSIDADE ECONCENTRAÇÃO OU INTENSIDADE E TEMPO DE EXPOSIÇÃO, SÃOCAPAZES DETEMPO DE EXPOSIÇÃO, SÃOCAPAZES DE CAUSARDANOS A SAÚDE DOCAUSARDANOS A SAÚDE DO TRABALHADOR.TRABALHADOR. 34 – RISCOS AMBIENTAIS
  101. 101. SÃOCONSIDERADOS RISCOS OPERACIONAIS :SÃOCONSIDERADOS RISCOS OPERACIONAIS : AS CIRCUNSTÂNCIAS E NÃOAS CIRCUNSTÂNCIAS E NÃO CONFORMIDADES OBSERVADASCONFORMIDADES OBSERVADAS DURANTE A REALIZAÇÃO DE UMDURANTE A REALIZAÇÃO DE UM TRABALHO, SEJA PORFALHAS NOTRABALHO, SEJA PORFALHAS NO TREINAMENTO, FALTA OU FALHASTREINAMENTO, FALTA OU FALHAS NOS DISPOSITIVOS DE SEGURANÇANOS DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA DAS MÁQUINAS E EQUIPAMENTOSDAS MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS OU NA FORMA DE OPERÁ-LAS .OU NA FORMA DE OPERÁ-LAS . 35 – RISCOS OPERACIONAIS
  102. 102. • PRO-ATIVAS-------------( PREVENTIVAS) :PRO-ATIVAS-------------( PREVENTIVAS) : AQUELASQUESÃOADOTADAS ANTES QUE O ACIDENTEAQUELASQUESÃOADOTADAS ANTES QUE O ACIDENTE OCORRA.OCORRA. • REATIVASREATIVAS----------------( PASSIVAS) :----------------( PASSIVAS) : AQUELAS QUE SE DESTINAM ACORRIGIR AS SITUAÇÕESAQUELAS QUE SE DESTINAM ACORRIGIR AS SITUAÇÕES IRREGULARES CAUSADORAS DE ACIDENTES A FIM DEIRREGULARES CAUSADORAS DE ACIDENTES A FIM DE QUE NOVOS INFORTÚNIOS DO TRABALHO NÃOQUE NOVOS INFORTÚNIOS DO TRABALHO NÃO VOLTEM AACONTECER.VOLTEM AACONTECER. 36 – PREVENÇÃO DE ACIDENTES NO TRABALHO AS ATITUDES PODEMSER DOTIPO:AS ATITUDES PODEMSER DOTIPO:
  103. 103. Nuncadesistadas coisas facilmente, nãodeixeficarNuncadesistadas coisas facilmente, nãodeixeficar abatidoporcoisas quevocêpodesuperarabatidoporcoisas quevocêpodesuperar Carlos XeresCarlos Xeres

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