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Estações de tratamento dos Municípios
Arraial do Cabo, Búzios, Cabo Frio, Iguaba Grande e
São Pedro da Aldeia.
Cabo Frio - 2011
Elisane de Almeida Pires
APRESENTAÇÃO
costuma a ser um dos maiores
problemas ambientais e de saúde
pública.
Em países em desenvolvimento
como o Brasil, o lançamento
indiscriminado de esgoto
domestico no meio ambiente...
 Remover o material sólido
 Reduzir a demanda bioquímica de oxigênio
 Exterminar micro-organismos patogênicos
 Reduzir as substâncias químicas indesejadas
A Região dos Lagos é um grande polo turístico que
atraem turistas e visitantes. Além da natureza
privilegiada esta próxima às maiores reservas brasileiras
de petróleo
Logo após anos 60, houve um crescimento exponencial dos
loteamentos e condomínios na bacia hidrográfica da
Laguna de Araruama, em sua grande maioria sem qualquer
infra estrutura de saneamento.
Atualmente, a legislação básica em vigor é
composta pelas seguintes leis principais:
Lei 8987 de 13/02/95, chamada Lei das Concessões, que estabelece
normas para a participação privada nos projetos de infra estrutura e
na prestação de serviços de utilidade pública.
;
Lei 9433 de 8/01/97, que criou o sistema nacional de gerenciamento
de recursos hídricos por bacias hidrográficas (e não por fronteiras
políticas ou administrativas) e definiu os direitos de outorga pela
utilização da água em bruto.
Decreto 3692 de 19/12/2000, que criou a ANA – Agência Nacional de
Águas; e Portaria do Ministério da Saúde nº 1469/2000, que
estabelece padrões de qualidade para água potável.
No estado do Rio de Janeiro a ASEP –
Agência Reguladora de Serviços Públicos faz a
regulação da prestação de serviços de
saneamento.
A Lei estadual 2831/97 trata da concessão de
serviços públicos e a Lei 2869/97 do regime da
prestação de serviços públicos de saneamento
básico.
Finalmente, o decreto 22.872 de 28/12/96
regulamenta os serviços de saneamento a
cargo das concessionárias.
Verificar de que maneira ocorre o tratamento e o
descarte dos resíduos e efluentes oriundos do
tratamento de água e esgoto nos municípios
estudados.
Analisar as formas existentes de aproveitamento
dos resíduos oriundos do tratamento de água e
esgoto na região.
Propor possíveis formas de aproveitamento dos
resíduos oriundos dos sistemas de tratamento de
água e esgoto dos municípios analisados.
A água que alimenta as maioria das cidades da região,
provêm da Lagoa de Juturnaíba, um manancial
represado em 1978, onde têm como afluentes os rios
Capivari, Bacaxá e São João.
A água bruta passa por um sistema de gradeamento para reter
sólidos provenientes dos reservatórios, como folhas, galhos,
troncos, peixes, etc.;
Esta água, é bombeada para uma elevatória (captação para a ETA,
que fica localizada bem acima do ponto da captação)
A chegada de água bruta na ETA, é controlada por uma série de
motor-bomba, tendo 02 motor-bomba em reserva;
Na chegada da ETA, existem dois medidores de
vazões para proporcionar o controle do processo de
tratamento químico. No Caso da Concessionária de
Juturnaíba temos a Eta I e a Eta II.
Se trata de uma estação do tipo convencional,
compreenden-do os seguintes processos de
tratamento.
1. Coagulação
2. Floculação
3. Decantação
4. Filtração
5. Desinfecção
6. Correção do pH
7. Reserva e distribuição
8. Rutilização da água de lavagem
A desinfecção consiste na destruição de microrganismo
patogênicos capazes de causar doenças, ou de outros
compostos indesejáveis.
Na ETA Juturnaíba, o cloro só é utilizado após a filtração,
já que em outras estações de tratamento, o cloro pode ser
aplicado no início do tratamento.
A cloração tem a finalidade de
proteger a água contra possíveis
contaminações no Sistema de
Distribuição. Por isso, o cloro
residual livre na água tratada é
mantido em torno de no mínimo 0,5
ppm (mg/l)
O Alcalinizante utilizado na estação é a cal. A alcalinização é
feita na água filtrada, para ajustar o PH da água final,
diminuindo o ataque da acidez da água nas tubulações do
Sistema Adutor e Redes de Distribuição, evitando a
corrosão.
Após a correção do PH, a
água flui por gravidade e
fica armazenada no
Reservatório de 2.500m³.
Deste reservatório sai
uma adutora de 800mm
de diâmetro.
Bombeada por 4 motor-
bomba de 500cv cada
um, no qual chamamos
de Alto Recalque.
A água utilizada na lavagem dos filtros é reaproveitada ao
escoar-se por um canal para um decantador. Deste, após
a decantação a água é recalcada para o floculador.
Hoje todo trabalho na ETA, está voltado
para diminuição de perdas com produtos
químicos, perdas com energia, perdas
com descargas nos decantadores, em
fim trabalhamos para que toda água
utilizada na ETA, seja reutilizada
Este processo trouxe uma economia
de 24.000kw/mês. Deixamos de
perder 3.600m³/dia ou 41,6l/seg..
Sua função primordial é analisar 24 horas por dia,
ininterruptamente, a qualidade da água a ser distribuída
para a população, levando em conta os padrões de
potabilidade exigidos pela vigilância sanitária.
Os equipamentos de processo
fornecem informações ON-
LINE(leitura constante), enquanto os
de bancada fazem a análise
comparativa pHmetro da água
tratada: indica o pH da água que sai
da Estação. confirmação do processo
e checagem dos equipamentos.
A Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) de Arraial do
Cabo foi implantada em 1992 pela Empresa Cabista de
Turismo e Urbanismo (ECATIJR).
O projeto de esgotamento sanitário da ETE foi também
acompanhado de uma rede coletora de 60 km e 3.000m
de linha de recalque e três Estações Elevatórias que
foram distribuídas da seguinte forma: Uma no Bairro
Prainha, uma na Praça Castelo Branco (Atual praça
victorino carriço) e uma no do canal da Avenida da
Liberdade.
Atualmente o sistema de
esgotamento sanitário de
Arraial do Cabo é operado
pela Empresa de
Saneamento de Arraial do
Cabo (ESAC) que tem se
empenhado na melhoria do
referido sistema,
acompanhando as políticas
de saneamento e de meio
ambiente em todas as esferas
de governo.
A Estação de Tratamento de Esgotos- ETE de Arraial
do Cabo apresenta Processo que utiliza o lodo
ativado, de carga mássica média, com decantação
secundária, e desaguamento mecânico do lodo
constituído dos seguintes sistemas:
 Gradeamento e Desarenação
 Aeração
 Desinfecção (por ultravioleta)
 Decantação secundária de lodos e adensamento
 Desidratação mecânica o lodo
 Dosagem Química
Valdemir
O efluente tratado após a Desinfecção
desemboca num pequeno brejo no interior da
área industrial da – antiga Álcalis - CNA,
contendo macrófitas aquáticas conhecida como
Taboa.
Nesta etapa será feita a captação de fósforo e
nitrogênio por estas plantas melhorando a
qualidade do efluente consideravelmente, que
após esta passagem deságua no canal artificial
da CNA. Será feito um manejo periódico das
plantas como forma de manter o espelho d'água.
Vazão de Projeto: 400 l/s
Vazão de Operação: 260 l/s
Vazão de Operação: 696.384 m³/mês
Transporte de caçamba
Coagulante utilizado: Cloreto Férrico
Desidratação: Pastilha Cloro
Inertização: Cal Virgem Micropuverizado
Desidratação: Centrifugação com adição de Polieletrólito
27.560 hab., área de 70 km2. . Foi descoberta como forte
apelo turístico na década de 60, e hoje é conhecida
internacionalmente
 1 ETE
 7 Estações * elevatórias
 29,50 km de rede coletora de esgoto
 10,94 km de linha de recalque
As *elevatórias se encontram na
Orla Bardot, na Usina, P. do Canto,
Bambuzal, Praia dos Ossos, e duas
em João Fernandes.
 Clarificação Quimicamente assistida
(tratamento primário)
 Tratamento biológico aerado por lodos ativados
(tratamento secundário).
A capacidade de 130 l/s.
Sendo a fase biológica
é restrita a 43 l/s.
GRADEAMENTO
CAIXAS DE
ARAEIA
CALHAS
PARSHAL
(adição de sais ,
coagulante)
FINALIDADES
Remoção de sólidos grosseiros e areia
Proteger as unidades subseqüentes;
Proteger as bombas e tubulações;
Proteger os corpos receptores.
Evitar abrasão nas bombas e tubulações;
Evitar obstrução em tubulações;
Facilitar o transporte do líquido.
Vertedor
basculante
(escuma)
43l/s
AERADORES
DECANTDORES
SECUNDÁRIOS
ELEVATÓRIA DE
RECIRCULAÇÃO
(lodo ativado
ADENSADOR POR
GRAVIDADE
(lodo)
EFLUENTE TRATATO
(corpo receptor)
ATERRO
SANITÁRIO
INERTIZAÇÃO CENTRIFUGA DE
DESIDRATAÇÃO
 Construções de interceptores e recalque no bairro Usina
 Duplicação da Adutora de Búzios (14,3 Km )
A meta é atingir 100% o transporte de água para o
município
 Existe uma proposta técnica do reuso dos efluentes da
ETE Búzios.
Fonte: Voz das Águas, 4ª Edição
 Vazão de Projeto: 75 l/s
 Vazão de Operação:
 Vazão de Operação: 101.779 ³/mês
 Carga Horária: Plantonista 12/36hs
 Corpo de Colaboradores: 04 Operadores
 Transporte de caçamba
 Polieletrólito
Geanderson
Funcionando desde junho de
2007
 GRADEAMENTO
Retira sólidos grosseiros
 CAIXA DE AREIA
Remove areia existente no esgoto

TANQUE DE AERAÇÃO
Oxidação da matéria orgânica
do esgoto, formando-se flocos
DECANTADOR SECUNDÁRIO
Os flocos formados no tanque de
aeração afundam, separando o
lodo do esgoto clarificado
(líquido)
Imagens: Sane Almeida
Feita com radiação ultravioleta, removendo
coliformes fecais.
Imagens: Sane Almeida
Para desacelerar a desidratação, antes do lodo
chegar até a centrifuga, é adicionado polietrólito,
depois adiciona a cal para inertizar e descartá-lo.
Geanderson
Imagens: Sane Almeida
A Estação de
Tratamento de Esgoto
de São Pedro da
Aldeia é considerada
um processo terciário,
ou seja, biológico, de
forma a situar as
tecnologias da ETE em
um patamar bem
avançado no país.
GRADEAMENTO GROSO MANUAL
Tem por finalidade retirar partículas sólidas de
grandes dimensões, (materiais como
preservativo, copo descartável, tampas de
garrafa pet, etc. contidos no efluente a tratar)
protegendo assim as etapas posteriores da
ETE.
GRADEAMENTO FINO MECANIZADO
Retira partículas menores que possam ter
passado pelo gradeamento inicial, tais
como papéis, papelões e tecidos
CAIXA DE AREIA – DESARENADOR
Retira as areias depositadas no fundo,
elevando-as para um canal de coleta lateral
de onde são retiradas por parafusos
extratores inclinados e descartadas para
caçambas
CALHA PARSHAL
Mede a vazão em regime crítico, sendo
dotada de um instrumento ultra-sônico
que não só mede a vazão, mas também
opera de forma inteligente informando
um possível aumento, diminuição ou
interrupção da vazão.
CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO
Tem como finalidade distribuir os
efluentes para os processos
posteriores.
ESTAÇÃO ELEVATÓRIA DE ESGOTO
BRUTO (ee1)
Tem a função de elevar o efluente bruto
proveniente do tratamento preliminar
para os tanques biológicos.
TANQUE ANAERÓBIO
Cria condições que permite a remoção biológica
de fósforo no tanque aeróbio. No entanto, ao ser
dividido em quatro compartimentos, funciona
também como seletor, de forma a minimizar o
desenvolvimento de microrganismos.
TANQUE ANÓXICO
Realiza um processo metabólico de
desnitrificação e nitrificação do nitrogênio
existente na forma de nitratos passando à
forma de nitrogênio molecular, originando
como substrato a carga orgânica do esgoto
TANQUE AERÓBIO
Tem como objetivo reduzir o teor de matéria
orgânica e nitrificar as formas reduzidas de azoto
por oxidação biológica aeróbia. Desta forma, o
nitrogênio amoniacal se oxida em nitratos.
DECANTADOR SECUNDÁRIO
Constitui a etapa do tratamento em que é
realizada a separação das fases sólida e
líquida provenientes da oxidação de
microrganismos nos efluentes.
RECIRCULAÇÃO DE LODOS (EE2)
Funciona separada da primeira e tem como
objetivo realizar a recirculação do lodo
produzido pelo processo biológico, sendo
que as ambas elevatórias possuem uma
comunicação, o que permite a elevação
conjunta dos lodos e do efluente
TANQUES DE LODO EM EXCESSO
O excesso de lodo é conduzido aos tanques
de modo a ocorrer a desidratação através da
formação de flocos de maior dimensão,
otimizando o processo de separação entre as
fases.
CAIXA DE DESINFECÇÃO UV
É o tratamento dos efluentes por
radiação ultravioleta. A radiação
germicida atua de forma a alterar o
DNA das bactérias do esgoto.
CAIXA DE EFLUENTE TRATADO
Compreende uma caixa que tem a função de
armazenar e enviar o efluente tratado para a
próxima etapa.
 OBSERVAÇÕES
 O funcionamento de uma estação de
tratamento de esgoto deve ser altamente
controlado de modo a proporcionar a plena
eficiência do processo.
 A manutenção periódica é um fator
determinante no controle de qualidade, por isso
em quase todas as etapas da ETE existem
sistemas de by-pass
 Na visita técnica de 04 de outubro de 2011 foi constatado que o
canal de desinfecção UV não se encontrava em operação, visto que
as lâmpadas estavam queimadas.
Nos municípios estudados, Iguaba Grande, São Pedro da
Aldeia, Cabo Frio e Arraial do Cabo tem a Laguna de Araruama
como o principal corpo receptor destes efluentes das estações de
tratamento de esgoto.
Este lançamento na Laguna de Araruama é
regulamentado pela Resolução Nº 008/2006 do Comitê
das Bacias Lagos São João que fala dos níveis
permitidos de fósforo e nitrogênio à lançados no
corpo receptor Laguna de Araruama (índices máximo
de 0,01 mg/l de fósforo e 0,1 mg/l de Nitrogênio).
No município de Armação dos Búzios o
efluente é lançado num canal artificial que deságua
no Canal da Marina que posteriormente deságua no
Oceano Atlântico.
No município de Cabo Frio foi inaugurada ainda este ano, no
bairro Jardim Esperança, a primeira estação de tratamento do
entorno da Laguna de Araruama que não irá lançar os efluentes
para dentro da Laguna.
Após a decantação, o efluente
tratado é vertido para uma calha
onde é direcionado ao Canal da
Malhada uma vala de esgoto
construída no passado para
drenagem pluvial da região. Esse
canal percorre um trecho de 12 Km
até se encontrar com o Rio Una, onde haverá o deságue no
oceano.
Córrego da Malhada
Iguaba Grande São Pedro da Aldeia
Cabo Frio Búzios
Arraial do Cabo
Problemas com o Efluente de
Arraial do Cabo
- Eutrofização -
Canal da Eclusa
As melhorias no abastecimento de água promovidas
pelas concessionárias, acarretaram um aumento do
volume de esgoto e uma elevação do aporte de água doce
através dos efluentes das ETES na Laguna.
Desta forma, a queda da salinidade e a entrada de
nutrientes pelos esgotos, trazem sérias consequências. O
sintoma mais nítido é a proliferação excessiva de algas,
que se desprendem do fundo, formando massas flutuantes
que acabam nas praias, empurradas pelos ventos e
correntes.
LAGUNA DE ARARUAMA - EUTROFIZAÇÃO
A presença de micro algas
(fitoplancton), mudam a cor
das águas da Laguna, antes
transparentes.
Em alguns períodos a
Laguna apresenta sinais de
estar em processo de
eutrofização de suas águas.
Entende-se por eutrofização o excessivo aumento da
concentração de nutrientes, especialmente fósforo e
nitrogênio, nos ecossistemas aquáticos.
Este projeto além de propiciar um ganho ambiental para
a Lagoa de Araruama, que deixará de receber esse
volume de água doce, resolverá o problema da falta de
perenidade do Rio, permitindo ainda a realização de
projetos de irrigação nas áreas rurais. Na figura acima
vemos a faixa marginal do Rio Una.
O Rio Una faz parte de uma bacia hidrográfica não perene,
que percorre os Municípios de Iguaba Grande, São Pedro da
Aldeia, Cabo Frio e Búzios. O Projeto de Revitalização consiste em
viabilizar a condução dos efluentes tratados nas Estações de
Tratamento destes municípios para córregos e rios, que por
gravidade os conduzirão ao leito do Rio Una.
Os cursos d’água estudados foram o Rio Una e os corpos
receptores imediatos dos futuros lançamentos, a saber:
Rio Arrozal-Papicu - Receptor dos efluentes da ETE Iguaba Grande
Rio Frecheiras - Receptor dos efluentes da ETE São Pedro da Aldeia
Córrego da Malhada - Receptor dos efluentes da ETE Cabo Frio (margem
direita do canal) e já receptor dos efluentes da ETE Cabo Frio de Jardim
Esperança (margem esquerda do canal
Bacia do Rio Una (em cinza) e demais bacias circunvizinhas
Rio Una
O Secretário Estadual do Ambiente Carlos Minc,
anunciou a liberação de recursos através do FECAM
(Fundo Estadual de Conservação Ambiental) para
investimentos na recuperação da Laguna de Araruama,
diminuindo os despejos de água doce no corpo lagunar.
Sendo:
 2.000.000,00 para a transposição de efluente da ETE de Iguaba
Grande para a bacia do Una, e
 3.000.000,00 para transposição do efluente da ETE de São Pedro
da Aldeia
 Nos municípios estudados, Iguaba Grande, São
Pedro da Aldeia, Cabo Frio e Armação dos Búzios,
nenhum deles estão utilizando os efluentes para
qualquer forma de aproveitamento.
 Já foi realizada uma experiência com o reuso do
efluente da Estação de Tratamento de Esgoto para
construção civil na cobertura do Canal do Moçoró. Hoje
existe um pré-projeto para reuso do efluente na irrigação
do Horto Escola de São Pedro da Aldeia, além de outros
projetos que estão em fase de estudo.
O efluente gerado em estações de tratamento sanitários
pode ser utilizado na irrigação de culturas agrícolas, e o
lodo, utilizado como fertilizante orgânico.
Cabe ressaltar, que a Resolução
CONAMA No 375/2006 (CONAMA,
2006) proíbe o uso de lodo de
esgoto e derivados no cultivo de
verduras, hortaliças e pastagens.
Os lodos são ricos em matéria orgânica, nitrogênio, fósforo e
micronutrientes. Existe, portanto, a alternativa de seu
aproveitamento agrícola - aplicação direta no solo, uso em
áreas de reflorestamento e produção de composto orgânico.
Também pode ser
utilizado em culturas
como a cana-de-
açúcar, milho e
cítricos.
O biogás é uma mistura gasosa combustível, produzida
através da digestão anaeróbia, ou seja, pela
biodegradação de matéria orgânica pela ação de
bactérias na ausência de oxigênio.
A digestão anaeróbia é realizada
em biodigestores especialmente
planejados, a mistura gasosa
produzida pode ser usada como
combustível, o qual, além de seu
alto poder calorífico.
Thiago
O biogás é uma mistura gasosa composta principalmente
de:
 Metano (CH4): 40 – 70% do volume de gás produzido.
 Dióxido de carbono (gás carbônico, CO2): 30 – 60% do volume
de gás produzido.
 Hidrogênio (H2): 0 – 1% do volume
 Sulfeto de hidrogênio (gás sulfídrico, H2S): 0 – 3% do volume.
Figura: https://11afqa.wikispaces.com
Para uma ampla aceitação
de projetos de reuso, é de
importância fundamental
envolver ativamente o
público, desde a fase de
planejamento, até a
implementação definitiva
do projeto
Objetivo Mecanismo
EDUCAÇÃO E
INFORMAÇÃO
Artigos de jornais, programas de rádio e TV,
palestras, visitas de campo, exibições, programas
escolares, filmes, relatórios, cartas, conferências.
ACOMPANHAMENTO
Reuniões públicas, audiências públicas,
pesquisa de opinião e questionários, programas de
perguntas e respostas.
INTERAÇÃO E
DIÁLOGO
Seminários, grupos de trabalho especiais,
entrevistas, grupos consultivos, contatos informais,
discussão em grupos.
Um investimento no tratamento correto e destinação
adequada dos efluentes podem significar um grande salto
para o desenvolvimento de uma região, melhorando a vida
da população, gerando emprego e renda.
Sua disposição ambientalmente
adequada reflete na saúde e
bem estar da comunidade,
gerando uma melhor qualidade
de vida
Sane
O Código de defesa do consumidor (art. 22) estabelece
que os órgãos públicos devam fornecer serviços
adequados, eficientes, seguro e contínuo, sendo
essencial à vida, tratando do princípio da igualdade, ao
contrário do caráter mercadológico que estão
imputando ao bem maior, a água. (BRASIL, 1990)
Sane
 Melhora no fornecimento de água, nos últimos anos
nos municípios de Cabo frio, Iguaba grande e São Pedro
da Aldeia.
 Abastecimento deficiente em Arraial do Cabo e Búzios
• Moradores pagam água sem consumir
(sistema pré-pago)
• Falhas no abastecimento de água gera
consumo em poços artesianos próximos
a fossas sépticas e esgotos.
- relevo
- Arraial (Morro da Cabocla e Morro da Boa Vista)
• Ligações Clandestinas Ligação Clandestina – Búzios
Imagem: Márcia Bispo
Sane
Arraial do Cabo
A empresa Municipal (ESAC) se encontra em situação
preocupante e a saúde pública fica muito comprometida.
Manutenção e conservação precários
Substituição, de alguns equipamentos
Sane
Búzios, Cabo frio, Iguaba grande e São
Pedro da Aldeia
 A concessionária tem mostrado certa eficácia
juntamente com outros órgãos participativos;
 Antecipamento de algumas etapas de abastecimento;
Imagem: JarmuthImagem: Sergio Santos
Sane
 Indicadores comprovam as melhorias na
Laguna:
• Aumento da quantidade,
peso e variedade dos
peixes;
• Redução das
quantidades de nitrogênio e
fósforo na água.
Imagem: Thiago Dutra
Sane
Ainda falta garantir as populações menos favorecidas:
 Serviços de esgotamento sanitário;
 Abastecimento de água;
 Tarifa social;
 Descontos nas taxas de ligação;
 Ações socialmente justas.
Sane
Um convênio foi assinado, para ampliar em 80% a rede de
esgoto dos oito municípios da região dos lagos. Com isso, a
área terá o maior percentual de efluentes tratados no Estado do
RJ. Ate 2041, está previsto gastos de aproximadamente R$
254.685.288 em todos os municípios.
 O custo do tratamento do lodo pode chegar até 50%
do custo operacional de uma Estação
 Recirculação ao início do tratamento biológico;
 Descarte no Aterro Sanitário Dois Arcos em São
Pedro da Aldeia.
Foto Sane Almeida
Sane
Biogás
Embora seja uma das
alternativas, ainda não é
viável economicamente pela
baixa quantidade de massa.
Fertilizante Agrícola e
Florestal
 Macronutrientes
 Micronutrientes
Sane
Imagem: sanepar
 Agentes patogênicos
 Metais pesados
 Nitrogênio
O lodo de esgoto deve ser utilizado obedecendo
rigorosamente todas as orientações técnicas que
garantem a segurança do produto, da mesma
forma que qualquer outro fertilizante, atendendo a
todas as exigências da Resolução 375, do
Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA).
Sane
O lodo como fertilizante é uma alternativa
significante no faturamento da empresa, não só por
fornecer um insumo importante aos produtores
locais, como também diminuir gastos com taxas em
aterros sanitários, transformando um problema
ambiental em um benefício econômico e social.
Sane
Antoine Lavoisier
1. VON SPERLING, Marcos. Introdução à qualidade das águas e tratamento de esgotos – 3.ed. Belo Horizonte. Departamento
de Engenharia Sanitária e Ambiental; UFMG; 2005.
2. PRIMO, Paulo Bidegain da Silveira. e Bizerril, Carlos Roberto S. Fontenelle.Lagoa de Araruama. Perfil Ambiental do Maior
Ecossistema Lagunar Hipersalino do Mundo. 1ª Edição. Rio de Janeiro, 2002.
3. PEREIRA, Luiz Firmino Martins. A gestão participativa no caso do saneamento da região Dos lagos, rio de janeiro. Revista
Discente. Revista Discente Expressões Geográficas. Florianópolis–SC, n. 03, p. 10-41, Maio de 2007.
4. PROSAB. Resíduos Sólidos do Saneamento: Processamento, Reciclagem e Disposição Final. Disponível em: Curitiba 2001. Acesado em
15 de setembro de 2011.
Sites:
http://www.vozdasaguas.com
http://www.prolagos.com.br
http://www.inea.rj.gov.br
http://www.lagossaojoao.org.br

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Estudo do caso 2 saneamento

  • 1. Estações de tratamento dos Municípios Arraial do Cabo, Búzios, Cabo Frio, Iguaba Grande e São Pedro da Aldeia. Cabo Frio - 2011
  • 2. Elisane de Almeida Pires APRESENTAÇÃO
  • 3. costuma a ser um dos maiores problemas ambientais e de saúde pública. Em países em desenvolvimento como o Brasil, o lançamento indiscriminado de esgoto domestico no meio ambiente...
  • 4.  Remover o material sólido  Reduzir a demanda bioquímica de oxigênio  Exterminar micro-organismos patogênicos  Reduzir as substâncias químicas indesejadas
  • 5. A Região dos Lagos é um grande polo turístico que atraem turistas e visitantes. Além da natureza privilegiada esta próxima às maiores reservas brasileiras de petróleo Logo após anos 60, houve um crescimento exponencial dos loteamentos e condomínios na bacia hidrográfica da Laguna de Araruama, em sua grande maioria sem qualquer infra estrutura de saneamento.
  • 6.
  • 7. Atualmente, a legislação básica em vigor é composta pelas seguintes leis principais: Lei 8987 de 13/02/95, chamada Lei das Concessões, que estabelece normas para a participação privada nos projetos de infra estrutura e na prestação de serviços de utilidade pública. ; Lei 9433 de 8/01/97, que criou o sistema nacional de gerenciamento de recursos hídricos por bacias hidrográficas (e não por fronteiras políticas ou administrativas) e definiu os direitos de outorga pela utilização da água em bruto. Decreto 3692 de 19/12/2000, que criou a ANA – Agência Nacional de Águas; e Portaria do Ministério da Saúde nº 1469/2000, que estabelece padrões de qualidade para água potável.
  • 8. No estado do Rio de Janeiro a ASEP – Agência Reguladora de Serviços Públicos faz a regulação da prestação de serviços de saneamento. A Lei estadual 2831/97 trata da concessão de serviços públicos e a Lei 2869/97 do regime da prestação de serviços públicos de saneamento básico. Finalmente, o decreto 22.872 de 28/12/96 regulamenta os serviços de saneamento a cargo das concessionárias.
  • 9. Verificar de que maneira ocorre o tratamento e o descarte dos resíduos e efluentes oriundos do tratamento de água e esgoto nos municípios estudados. Analisar as formas existentes de aproveitamento dos resíduos oriundos do tratamento de água e esgoto na região. Propor possíveis formas de aproveitamento dos resíduos oriundos dos sistemas de tratamento de água e esgoto dos municípios analisados.
  • 10. A água que alimenta as maioria das cidades da região, provêm da Lagoa de Juturnaíba, um manancial represado em 1978, onde têm como afluentes os rios Capivari, Bacaxá e São João.
  • 11. A água bruta passa por um sistema de gradeamento para reter sólidos provenientes dos reservatórios, como folhas, galhos, troncos, peixes, etc.; Esta água, é bombeada para uma elevatória (captação para a ETA, que fica localizada bem acima do ponto da captação) A chegada de água bruta na ETA, é controlada por uma série de motor-bomba, tendo 02 motor-bomba em reserva;
  • 12. Na chegada da ETA, existem dois medidores de vazões para proporcionar o controle do processo de tratamento químico. No Caso da Concessionária de Juturnaíba temos a Eta I e a Eta II.
  • 13. Se trata de uma estação do tipo convencional, compreenden-do os seguintes processos de tratamento. 1. Coagulação 2. Floculação 3. Decantação 4. Filtração 5. Desinfecção 6. Correção do pH 7. Reserva e distribuição 8. Rutilização da água de lavagem
  • 14.
  • 15. A desinfecção consiste na destruição de microrganismo patogênicos capazes de causar doenças, ou de outros compostos indesejáveis. Na ETA Juturnaíba, o cloro só é utilizado após a filtração, já que em outras estações de tratamento, o cloro pode ser aplicado no início do tratamento. A cloração tem a finalidade de proteger a água contra possíveis contaminações no Sistema de Distribuição. Por isso, o cloro residual livre na água tratada é mantido em torno de no mínimo 0,5 ppm (mg/l)
  • 16. O Alcalinizante utilizado na estação é a cal. A alcalinização é feita na água filtrada, para ajustar o PH da água final, diminuindo o ataque da acidez da água nas tubulações do Sistema Adutor e Redes de Distribuição, evitando a corrosão.
  • 17. Após a correção do PH, a água flui por gravidade e fica armazenada no Reservatório de 2.500m³. Deste reservatório sai uma adutora de 800mm de diâmetro. Bombeada por 4 motor- bomba de 500cv cada um, no qual chamamos de Alto Recalque.
  • 18. A água utilizada na lavagem dos filtros é reaproveitada ao escoar-se por um canal para um decantador. Deste, após a decantação a água é recalcada para o floculador. Hoje todo trabalho na ETA, está voltado para diminuição de perdas com produtos químicos, perdas com energia, perdas com descargas nos decantadores, em fim trabalhamos para que toda água utilizada na ETA, seja reutilizada Este processo trouxe uma economia de 24.000kw/mês. Deixamos de perder 3.600m³/dia ou 41,6l/seg..
  • 19.
  • 20.
  • 21.
  • 22. Sua função primordial é analisar 24 horas por dia, ininterruptamente, a qualidade da água a ser distribuída para a população, levando em conta os padrões de potabilidade exigidos pela vigilância sanitária. Os equipamentos de processo fornecem informações ON- LINE(leitura constante), enquanto os de bancada fazem a análise comparativa pHmetro da água tratada: indica o pH da água que sai da Estação. confirmação do processo e checagem dos equipamentos.
  • 23. A Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) de Arraial do Cabo foi implantada em 1992 pela Empresa Cabista de Turismo e Urbanismo (ECATIJR). O projeto de esgotamento sanitário da ETE foi também acompanhado de uma rede coletora de 60 km e 3.000m de linha de recalque e três Estações Elevatórias que foram distribuídas da seguinte forma: Uma no Bairro Prainha, uma na Praça Castelo Branco (Atual praça victorino carriço) e uma no do canal da Avenida da Liberdade.
  • 24. Atualmente o sistema de esgotamento sanitário de Arraial do Cabo é operado pela Empresa de Saneamento de Arraial do Cabo (ESAC) que tem se empenhado na melhoria do referido sistema, acompanhando as políticas de saneamento e de meio ambiente em todas as esferas de governo.
  • 25. A Estação de Tratamento de Esgotos- ETE de Arraial do Cabo apresenta Processo que utiliza o lodo ativado, de carga mássica média, com decantação secundária, e desaguamento mecânico do lodo constituído dos seguintes sistemas:  Gradeamento e Desarenação  Aeração  Desinfecção (por ultravioleta)  Decantação secundária de lodos e adensamento  Desidratação mecânica o lodo  Dosagem Química Valdemir
  • 26. O efluente tratado após a Desinfecção desemboca num pequeno brejo no interior da área industrial da – antiga Álcalis - CNA, contendo macrófitas aquáticas conhecida como Taboa. Nesta etapa será feita a captação de fósforo e nitrogênio por estas plantas melhorando a qualidade do efluente consideravelmente, que após esta passagem deságua no canal artificial da CNA. Será feito um manejo periódico das plantas como forma de manter o espelho d'água.
  • 27. Vazão de Projeto: 400 l/s Vazão de Operação: 260 l/s Vazão de Operação: 696.384 m³/mês Transporte de caçamba Coagulante utilizado: Cloreto Férrico Desidratação: Pastilha Cloro Inertização: Cal Virgem Micropuverizado Desidratação: Centrifugação com adição de Polieletrólito
  • 28.
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  • 30.
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  • 34. 27.560 hab., área de 70 km2. . Foi descoberta como forte apelo turístico na década de 60, e hoje é conhecida internacionalmente  1 ETE  7 Estações * elevatórias  29,50 km de rede coletora de esgoto  10,94 km de linha de recalque As *elevatórias se encontram na Orla Bardot, na Usina, P. do Canto, Bambuzal, Praia dos Ossos, e duas em João Fernandes.
  • 35.  Clarificação Quimicamente assistida (tratamento primário)  Tratamento biológico aerado por lodos ativados (tratamento secundário). A capacidade de 130 l/s. Sendo a fase biológica é restrita a 43 l/s.
  • 36. GRADEAMENTO CAIXAS DE ARAEIA CALHAS PARSHAL (adição de sais , coagulante) FINALIDADES Remoção de sólidos grosseiros e areia Proteger as unidades subseqüentes; Proteger as bombas e tubulações; Proteger os corpos receptores. Evitar abrasão nas bombas e tubulações; Evitar obstrução em tubulações; Facilitar o transporte do líquido.
  • 38. 43l/s AERADORES DECANTDORES SECUNDÁRIOS ELEVATÓRIA DE RECIRCULAÇÃO (lodo ativado ADENSADOR POR GRAVIDADE (lodo) EFLUENTE TRATATO (corpo receptor) ATERRO SANITÁRIO INERTIZAÇÃO CENTRIFUGA DE DESIDRATAÇÃO
  • 39.  Construções de interceptores e recalque no bairro Usina  Duplicação da Adutora de Búzios (14,3 Km ) A meta é atingir 100% o transporte de água para o município  Existe uma proposta técnica do reuso dos efluentes da ETE Búzios. Fonte: Voz das Águas, 4ª Edição
  • 40.  Vazão de Projeto: 75 l/s  Vazão de Operação:  Vazão de Operação: 101.779 ³/mês  Carga Horária: Plantonista 12/36hs  Corpo de Colaboradores: 04 Operadores  Transporte de caçamba  Polieletrólito Geanderson Funcionando desde junho de 2007
  • 41.
  • 42.  GRADEAMENTO Retira sólidos grosseiros  CAIXA DE AREIA Remove areia existente no esgoto 
  • 43. TANQUE DE AERAÇÃO Oxidação da matéria orgânica do esgoto, formando-se flocos DECANTADOR SECUNDÁRIO Os flocos formados no tanque de aeração afundam, separando o lodo do esgoto clarificado (líquido) Imagens: Sane Almeida
  • 44. Feita com radiação ultravioleta, removendo coliformes fecais. Imagens: Sane Almeida
  • 45. Para desacelerar a desidratação, antes do lodo chegar até a centrifuga, é adicionado polietrólito, depois adiciona a cal para inertizar e descartá-lo. Geanderson Imagens: Sane Almeida
  • 46. A Estação de Tratamento de Esgoto de São Pedro da Aldeia é considerada um processo terciário, ou seja, biológico, de forma a situar as tecnologias da ETE em um patamar bem avançado no país.
  • 47. GRADEAMENTO GROSO MANUAL Tem por finalidade retirar partículas sólidas de grandes dimensões, (materiais como preservativo, copo descartável, tampas de garrafa pet, etc. contidos no efluente a tratar) protegendo assim as etapas posteriores da ETE. GRADEAMENTO FINO MECANIZADO Retira partículas menores que possam ter passado pelo gradeamento inicial, tais como papéis, papelões e tecidos
  • 48. CAIXA DE AREIA – DESARENADOR Retira as areias depositadas no fundo, elevando-as para um canal de coleta lateral de onde são retiradas por parafusos extratores inclinados e descartadas para caçambas CALHA PARSHAL Mede a vazão em regime crítico, sendo dotada de um instrumento ultra-sônico que não só mede a vazão, mas também opera de forma inteligente informando um possível aumento, diminuição ou interrupção da vazão.
  • 49. CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO Tem como finalidade distribuir os efluentes para os processos posteriores. ESTAÇÃO ELEVATÓRIA DE ESGOTO BRUTO (ee1) Tem a função de elevar o efluente bruto proveniente do tratamento preliminar para os tanques biológicos.
  • 50. TANQUE ANAERÓBIO Cria condições que permite a remoção biológica de fósforo no tanque aeróbio. No entanto, ao ser dividido em quatro compartimentos, funciona também como seletor, de forma a minimizar o desenvolvimento de microrganismos. TANQUE ANÓXICO Realiza um processo metabólico de desnitrificação e nitrificação do nitrogênio existente na forma de nitratos passando à forma de nitrogênio molecular, originando como substrato a carga orgânica do esgoto
  • 51. TANQUE AERÓBIO Tem como objetivo reduzir o teor de matéria orgânica e nitrificar as formas reduzidas de azoto por oxidação biológica aeróbia. Desta forma, o nitrogênio amoniacal se oxida em nitratos. DECANTADOR SECUNDÁRIO Constitui a etapa do tratamento em que é realizada a separação das fases sólida e líquida provenientes da oxidação de microrganismos nos efluentes.
  • 52. RECIRCULAÇÃO DE LODOS (EE2) Funciona separada da primeira e tem como objetivo realizar a recirculação do lodo produzido pelo processo biológico, sendo que as ambas elevatórias possuem uma comunicação, o que permite a elevação conjunta dos lodos e do efluente TANQUES DE LODO EM EXCESSO O excesso de lodo é conduzido aos tanques de modo a ocorrer a desidratação através da formação de flocos de maior dimensão, otimizando o processo de separação entre as fases.
  • 53. CAIXA DE DESINFECÇÃO UV É o tratamento dos efluentes por radiação ultravioleta. A radiação germicida atua de forma a alterar o DNA das bactérias do esgoto. CAIXA DE EFLUENTE TRATADO Compreende uma caixa que tem a função de armazenar e enviar o efluente tratado para a próxima etapa.
  • 54.  OBSERVAÇÕES  O funcionamento de uma estação de tratamento de esgoto deve ser altamente controlado de modo a proporcionar a plena eficiência do processo.  A manutenção periódica é um fator determinante no controle de qualidade, por isso em quase todas as etapas da ETE existem sistemas de by-pass
  • 55.  Na visita técnica de 04 de outubro de 2011 foi constatado que o canal de desinfecção UV não se encontrava em operação, visto que as lâmpadas estavam queimadas.
  • 56. Nos municípios estudados, Iguaba Grande, São Pedro da Aldeia, Cabo Frio e Arraial do Cabo tem a Laguna de Araruama como o principal corpo receptor destes efluentes das estações de tratamento de esgoto.
  • 57. Este lançamento na Laguna de Araruama é regulamentado pela Resolução Nº 008/2006 do Comitê das Bacias Lagos São João que fala dos níveis permitidos de fósforo e nitrogênio à lançados no corpo receptor Laguna de Araruama (índices máximo de 0,01 mg/l de fósforo e 0,1 mg/l de Nitrogênio). No município de Armação dos Búzios o efluente é lançado num canal artificial que deságua no Canal da Marina que posteriormente deságua no Oceano Atlântico.
  • 58. No município de Cabo Frio foi inaugurada ainda este ano, no bairro Jardim Esperança, a primeira estação de tratamento do entorno da Laguna de Araruama que não irá lançar os efluentes para dentro da Laguna. Após a decantação, o efluente tratado é vertido para uma calha onde é direcionado ao Canal da Malhada uma vala de esgoto construída no passado para drenagem pluvial da região. Esse canal percorre um trecho de 12 Km até se encontrar com o Rio Una, onde haverá o deságue no oceano. Córrego da Malhada
  • 59. Iguaba Grande São Pedro da Aldeia
  • 62. Problemas com o Efluente de Arraial do Cabo - Eutrofização - Canal da Eclusa
  • 63. As melhorias no abastecimento de água promovidas pelas concessionárias, acarretaram um aumento do volume de esgoto e uma elevação do aporte de água doce através dos efluentes das ETES na Laguna. Desta forma, a queda da salinidade e a entrada de nutrientes pelos esgotos, trazem sérias consequências. O sintoma mais nítido é a proliferação excessiva de algas, que se desprendem do fundo, formando massas flutuantes que acabam nas praias, empurradas pelos ventos e correntes.
  • 64. LAGUNA DE ARARUAMA - EUTROFIZAÇÃO A presença de micro algas (fitoplancton), mudam a cor das águas da Laguna, antes transparentes. Em alguns períodos a Laguna apresenta sinais de estar em processo de eutrofização de suas águas. Entende-se por eutrofização o excessivo aumento da concentração de nutrientes, especialmente fósforo e nitrogênio, nos ecossistemas aquáticos.
  • 65. Este projeto além de propiciar um ganho ambiental para a Lagoa de Araruama, que deixará de receber esse volume de água doce, resolverá o problema da falta de perenidade do Rio, permitindo ainda a realização de projetos de irrigação nas áreas rurais. Na figura acima vemos a faixa marginal do Rio Una.
  • 66. O Rio Una faz parte de uma bacia hidrográfica não perene, que percorre os Municípios de Iguaba Grande, São Pedro da Aldeia, Cabo Frio e Búzios. O Projeto de Revitalização consiste em viabilizar a condução dos efluentes tratados nas Estações de Tratamento destes municípios para córregos e rios, que por gravidade os conduzirão ao leito do Rio Una. Os cursos d’água estudados foram o Rio Una e os corpos receptores imediatos dos futuros lançamentos, a saber: Rio Arrozal-Papicu - Receptor dos efluentes da ETE Iguaba Grande Rio Frecheiras - Receptor dos efluentes da ETE São Pedro da Aldeia Córrego da Malhada - Receptor dos efluentes da ETE Cabo Frio (margem direita do canal) e já receptor dos efluentes da ETE Cabo Frio de Jardim Esperança (margem esquerda do canal
  • 67. Bacia do Rio Una (em cinza) e demais bacias circunvizinhas
  • 69. O Secretário Estadual do Ambiente Carlos Minc, anunciou a liberação de recursos através do FECAM (Fundo Estadual de Conservação Ambiental) para investimentos na recuperação da Laguna de Araruama, diminuindo os despejos de água doce no corpo lagunar. Sendo:  2.000.000,00 para a transposição de efluente da ETE de Iguaba Grande para a bacia do Una, e  3.000.000,00 para transposição do efluente da ETE de São Pedro da Aldeia
  • 70.  Nos municípios estudados, Iguaba Grande, São Pedro da Aldeia, Cabo Frio e Armação dos Búzios, nenhum deles estão utilizando os efluentes para qualquer forma de aproveitamento.  Já foi realizada uma experiência com o reuso do efluente da Estação de Tratamento de Esgoto para construção civil na cobertura do Canal do Moçoró. Hoje existe um pré-projeto para reuso do efluente na irrigação do Horto Escola de São Pedro da Aldeia, além de outros projetos que estão em fase de estudo.
  • 71. O efluente gerado em estações de tratamento sanitários pode ser utilizado na irrigação de culturas agrícolas, e o lodo, utilizado como fertilizante orgânico. Cabe ressaltar, que a Resolução CONAMA No 375/2006 (CONAMA, 2006) proíbe o uso de lodo de esgoto e derivados no cultivo de verduras, hortaliças e pastagens.
  • 72. Os lodos são ricos em matéria orgânica, nitrogênio, fósforo e micronutrientes. Existe, portanto, a alternativa de seu aproveitamento agrícola - aplicação direta no solo, uso em áreas de reflorestamento e produção de composto orgânico. Também pode ser utilizado em culturas como a cana-de- açúcar, milho e cítricos.
  • 73.
  • 74.
  • 75. O biogás é uma mistura gasosa combustível, produzida através da digestão anaeróbia, ou seja, pela biodegradação de matéria orgânica pela ação de bactérias na ausência de oxigênio. A digestão anaeróbia é realizada em biodigestores especialmente planejados, a mistura gasosa produzida pode ser usada como combustível, o qual, além de seu alto poder calorífico. Thiago
  • 76.
  • 77. O biogás é uma mistura gasosa composta principalmente de:  Metano (CH4): 40 – 70% do volume de gás produzido.  Dióxido de carbono (gás carbônico, CO2): 30 – 60% do volume de gás produzido.  Hidrogênio (H2): 0 – 1% do volume  Sulfeto de hidrogênio (gás sulfídrico, H2S): 0 – 3% do volume. Figura: https://11afqa.wikispaces.com
  • 78. Para uma ampla aceitação de projetos de reuso, é de importância fundamental envolver ativamente o público, desde a fase de planejamento, até a implementação definitiva do projeto
  • 79. Objetivo Mecanismo EDUCAÇÃO E INFORMAÇÃO Artigos de jornais, programas de rádio e TV, palestras, visitas de campo, exibições, programas escolares, filmes, relatórios, cartas, conferências. ACOMPANHAMENTO Reuniões públicas, audiências públicas, pesquisa de opinião e questionários, programas de perguntas e respostas. INTERAÇÃO E DIÁLOGO Seminários, grupos de trabalho especiais, entrevistas, grupos consultivos, contatos informais, discussão em grupos.
  • 80. Um investimento no tratamento correto e destinação adequada dos efluentes podem significar um grande salto para o desenvolvimento de uma região, melhorando a vida da população, gerando emprego e renda. Sua disposição ambientalmente adequada reflete na saúde e bem estar da comunidade, gerando uma melhor qualidade de vida Sane
  • 81. O Código de defesa do consumidor (art. 22) estabelece que os órgãos públicos devam fornecer serviços adequados, eficientes, seguro e contínuo, sendo essencial à vida, tratando do princípio da igualdade, ao contrário do caráter mercadológico que estão imputando ao bem maior, a água. (BRASIL, 1990) Sane
  • 82.  Melhora no fornecimento de água, nos últimos anos nos municípios de Cabo frio, Iguaba grande e São Pedro da Aldeia.  Abastecimento deficiente em Arraial do Cabo e Búzios • Moradores pagam água sem consumir (sistema pré-pago) • Falhas no abastecimento de água gera consumo em poços artesianos próximos a fossas sépticas e esgotos. - relevo - Arraial (Morro da Cabocla e Morro da Boa Vista) • Ligações Clandestinas Ligação Clandestina – Búzios Imagem: Márcia Bispo Sane
  • 83. Arraial do Cabo A empresa Municipal (ESAC) se encontra em situação preocupante e a saúde pública fica muito comprometida. Manutenção e conservação precários Substituição, de alguns equipamentos Sane
  • 84. Búzios, Cabo frio, Iguaba grande e São Pedro da Aldeia  A concessionária tem mostrado certa eficácia juntamente com outros órgãos participativos;  Antecipamento de algumas etapas de abastecimento; Imagem: JarmuthImagem: Sergio Santos Sane
  • 85.  Indicadores comprovam as melhorias na Laguna: • Aumento da quantidade, peso e variedade dos peixes; • Redução das quantidades de nitrogênio e fósforo na água. Imagem: Thiago Dutra Sane
  • 86. Ainda falta garantir as populações menos favorecidas:  Serviços de esgotamento sanitário;  Abastecimento de água;  Tarifa social;  Descontos nas taxas de ligação;  Ações socialmente justas. Sane Um convênio foi assinado, para ampliar em 80% a rede de esgoto dos oito municípios da região dos lagos. Com isso, a área terá o maior percentual de efluentes tratados no Estado do RJ. Ate 2041, está previsto gastos de aproximadamente R$ 254.685.288 em todos os municípios.
  • 87.  O custo do tratamento do lodo pode chegar até 50% do custo operacional de uma Estação  Recirculação ao início do tratamento biológico;  Descarte no Aterro Sanitário Dois Arcos em São Pedro da Aldeia. Foto Sane Almeida Sane
  • 88. Biogás Embora seja uma das alternativas, ainda não é viável economicamente pela baixa quantidade de massa. Fertilizante Agrícola e Florestal  Macronutrientes  Micronutrientes Sane Imagem: sanepar
  • 89.  Agentes patogênicos  Metais pesados  Nitrogênio O lodo de esgoto deve ser utilizado obedecendo rigorosamente todas as orientações técnicas que garantem a segurança do produto, da mesma forma que qualquer outro fertilizante, atendendo a todas as exigências da Resolução 375, do Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA). Sane
  • 90. O lodo como fertilizante é uma alternativa significante no faturamento da empresa, não só por fornecer um insumo importante aos produtores locais, como também diminuir gastos com taxas em aterros sanitários, transformando um problema ambiental em um benefício econômico e social. Sane
  • 92. 1. VON SPERLING, Marcos. Introdução à qualidade das águas e tratamento de esgotos – 3.ed. Belo Horizonte. Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental; UFMG; 2005. 2. PRIMO, Paulo Bidegain da Silveira. e Bizerril, Carlos Roberto S. Fontenelle.Lagoa de Araruama. Perfil Ambiental do Maior Ecossistema Lagunar Hipersalino do Mundo. 1ª Edição. Rio de Janeiro, 2002. 3. PEREIRA, Luiz Firmino Martins. A gestão participativa no caso do saneamento da região Dos lagos, rio de janeiro. Revista Discente. Revista Discente Expressões Geográficas. Florianópolis–SC, n. 03, p. 10-41, Maio de 2007. 4. PROSAB. Resíduos Sólidos do Saneamento: Processamento, Reciclagem e Disposição Final. Disponível em: Curitiba 2001. Acesado em 15 de setembro de 2011. Sites: http://www.vozdasaguas.com http://www.prolagos.com.br http://www.inea.rj.gov.br http://www.lagossaojoao.org.br