Revisão da área de Controle da Qualidade

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Revisão da área de Controle da Qualidade

  1. 1. 1 CONTROLE DA QUALIDADE AULA 1 REVISÃO 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com
  2. 2. 18/06/2015 2 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho Formação Acadêmica: Pós-Graduação em Lean Manufacture Univille – Universidade da Região de Joinville Pós-Graduação Gestão da Qualidade Six-Sigma FAE Business School Graduação em Administração Industrial Univille – Universidade da Região de Joinville Técnico em Processamento de Dados / Técnico em Mecânica E-mail: ssobrinhoo@gmail.com Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com
  3. 3. 3 1 – CONCEITO DE EMPRESA a) EMPRESA : unidade econômica que combinando capital e trabalho, produz ou comercializa bens ou presta serviços, com a finalidade de lucro b) ELEMENTOS DA EMPRESA: - Capital : dinheiro ou bens tangíveis investidos - Estabelecimento: local onde se realiza - Trabalho : força de trabalho, c/ ou s/ vínculo empregatício. - Objetivo : sempre o LUCRO 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com
  4. 4. 4 c) CONCEITO DE EMPRESÁRIO - Novo Código Civil do conceito empresário no seu artigo 966 : - REGRA : “ Art. 966. Considera-se empresário quem exerce profissionalmente atividade econômica organizada para a produção ou a circulação de bens e de serviços.“ 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com
  5. 5. 5 REQUISITOS para enquadramento no conceito de empresário : -- Profissionalismo : habitualidade de exercício, de atuação - Atividade econômica : visando lucro, acumulação de capital, retorno de investimento - Organização : dar a várias partes a disposição necessária para as funções a que ele se destina 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com
  6. 6. 6 REQUISITOS para enquadramento no conceito de empresário : -- Produção : produção como ato que cria determinado bem(coisa) - Circulação : atividade de transferência a titularidade de determinado bem de uma pessoa para outra - Bens : tudo aquilo que é capaz de suprir uma necessidade humana ; e serviços : ato de servir, exercício de uma profissão, tarefa, obra, tarefa 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com
  7. 7. 7 - EXCEÇÃO : “Art. 966. Parágrafo único. Não se considera empresário quem exerce profissão intelectual, de natureza científica, literária ou artística, ainda com o concurso de auxiliares ou colaboradores, salvo se o exercício da profissão constituir elemento de empresa.” 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com
  8. 8. MÉTODOS E SISTEMAS ADMINISTRATIVOS 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 8
  9. 9. Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 9 Uma estrutura organizacional é de qualidade, se seus processos estiverem mapeados com objetividade, visando atender aos requisitos de seus clientes, independente do modelo organizacional que estiver adotando. Presidente ServiçosComercial Adm./Fin. Administr.MecânicaFaturam.Vendas PrazoVista Financeiro CaixaContas Revisão 18/06/2015
  10. 10. Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 10 REPRESENTAÇÕES GRÁFICAS DE MÉTODOS E SISTEMAS ADMINISTRATIVOS. GRÁFICOS DE PROCESSAMENTO: Muitas vezes é preciso substituir os relatórios e textos por uma representação esquemática, por meio de um gráfico de processamento, para facilitar o entendimento e visualizar melhor os eventos de um processo organizacional (CURY, 2000). Objetivo: Facilitar a exata compreensão de um fluxo de trabalho, de um formulário ou de uma rotina. 18/06/2015
  11. 11. Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 11 GRÁFICOS DE ORGANIZAÇÃO E CONTROLE - ORGANOGRAMAS – Organograma representa uma organização formal, na estrutura indicada no Regulamento da Instituição. OBJETIVOS DO ORGANOGRAMA: Apresenta os setores, suas posições e respectivas interdependências, via hierárquica, itinerário de comunicações, vinculação e subordinação. O organograma não é elemento totalmente estático, rígido e segmentado.cia da estrutura hierárquica da empresa em um dado momento organizacional. 18/06/2015
  12. 12. Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 12 TIPOS DE ORGANOGRAMAS a) Organograma em BARRAS: O tamanho do retângulo é diretamente proporcional à importância da Autoridade que o representa 18/06/2015
  13. 13. Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 13 TIPOS DE ORGANOGRAMAS b) Organograma em SETORES (Setorial ou Setograma) : São círculos concêntricos, que representam os níveis de autoridade a partir do círculo central, onde se localiza a autoridade maior da empresa. 18/06/2015
  14. 14. Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 14 TIPOS DE ORGANOGRAMAS c) Radial (Solar ou Circular) Mostra o macro sistema das empresas componentes de um grande grupo empresarial. 18/06/2015
  15. 15. Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 15 GRÁFICOS DE ORGANIZAÇÃO E CONTROLE - FUNCIONOGRAMA – 18/06/2015
  16. 16. Estruturas Clássicas Linear de Gozação Manda quem pode e obedece quem tem juízo ... 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 16
  17. 17. Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 17 BIBLIOGRAFIA TADEU, Cruz. Sistemas, Organização e Métodos: estudo integrado das novas tecnologias de informação. São Paulo: Atlas, 1997. OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Organização, sistemas e métodos. São Paulo: Atlas, 2002. CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. 3ª ed. São Paulo: Campus, 1999. CURY, Antonio. Organização e Métodos: uma visão holística. São Paulo: Atlas, 2000. 18/06/2015
  18. 18. PLANO DE METAS E AÇÕES 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 18
  19. 19. • Funções básicas da administração: • PLANEJAMENTO • ORGANIZAÇÃO • DIREÇÃO • CONTROLE ADMINISTRAÇÃO 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 19
  20. 20. • Estabelece os objetivos da empresa, especificando a forma como estes vão ser alcançados. • Parte de uma sondagem do futuro, desenvolvendo um plano de ações para atingir as metas traçadas. • É a primeira das funções da administração pois serve de base das outras funções. PLANEJAMENTO 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 20
  21. 21. Quanto à natureza: • Planejamento Estratégico • Planejamento Tático • Planejamento Operacional Quanto ao tempo: • Planejamento de longo prazo • Planejamento de médio prazo • Planejamento de curto prazo CLASSIFICAÇÃO DO PLANEJAMENTO 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 21
  22. 22. É um modelo de decisão Determina e revela o propósito organizacional em termos de Valores, Missão, Objetivos, Estratégias, Metas e Ações, com foco em Priorizar a Alocação de Recursos; Delimita os domínios de atuação da Instituição; Descreve as condições internas de resposta ao ambiente externo e a forma de modificá-las, com vistas ao fortalecimento da Instituição; PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 22
  23. 23. BENEFÍCIOS DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Agiliza decisões Melhora a comunicação Aumenta a capacidade gerencial para tomar decisões Promove uma consciência coletiva Proporciona uma visão de conjunto Maior delegação Direção única para todos Orienta programas de qualidade Melhora o relacionamento da organização com seu ambiente interno e externo 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 23
  24. 24. DEFINIÇÃO DAS METAS  Resultado quantitativo ou qualitativo que a organização precisa alcançar em um prazo determinado, dada a estratégia escolhida, no contexto do seu ambiente para concretizar a sua visão de futuro e cumprir sua missão;  Elaboração conjunta e participativa. 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 24
  25. 25. AS METAS DO LÍDER Para concretizar a sua visão, o líder precisa estabelecer uma série de passos específicos, mensuráveis, para cumprir a missão. A esta série de passos específicos ou programa damos o nome de “metas”. 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 25
  26. 26. DEFINIÇÃO DE METAS As metas são uma série de passos específicos, mensuráveis, programados pelo líder para cumprir a missão. 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 26
  27. 27. FATORES QUE DEVEM SER LEVADOS EM CONSIDERAÇÃO NO ESTABELECIMENTO DAS METAS 1. A visão precisa ser bem definida. 2. As metas precisam ser bem definidas. 3. Deve-se determinar a prioridade na execução das metas. 4. Deve existir equilíbrio entre as metas. 5. Deve-se fazer um plano detalhado para o cumprimento de cada meta. 6. As metas devem ser flexíveis, para serem alteradas sempre que necessário. 7. As metas devem levar em consideração o fator humano. 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 27
  28. 28. AS METAS DEVEM SER ESCRITAS 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 28 CARACTERÍSTICAS DAS METAS 1. Específicas. 2. Mensuráveis. 3. Atingíveis. 4. Realistas. 5. Tangíveis. 6. Próprias.
  29. 29. AS VANTAGENS DO ESTABELECIMENTO DE METAS 1. Simplifica o processo de tomada de decisão. 2. Evite estresse. 3. Ajuda no processo de aferição de resultados. 4. Produze persistência. 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 29
  30. 30. OS DEZ PRINCÍPIOS DA QUALIDADE TOTAL 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 30
  31. 31. Principal Conceito de Qualidade Atender às reais expectativas dos clientes Cliente é qualquer pessoa, qualquer empresa ou qualquer processo que se utiliza de um determinado produto, serviço ou informação 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 31
  32. 32. Outros Conceitos: Qualidade Total é o conjunto de idéias e de ações que colocam a qualidade como o ponto central das atividades de uma empresa 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 32
  33. 33. 1° Princípio da Qualidade: Total satisfação dos clientes Os clientes são a razão da existência de uma empresa e, atualmente, não basta atendê-los é preciso “encantá-los” 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 33
  34. 34. 2° Princípio da Qualidade: Gerência participativa Liberdade, apoio e estímulo para que as pessoas manifestem opiniões, façam sugestões e sejam ouvidas naquilo que as compete 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 34
  35. 35. 3° Princípio: Desenvolvimento de recursos humanos Busca a valorização do ser humano, possibilitando seu crescimento e a realização profissional. o principal objetivo é a motivação de todos 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 35
  36. 36. 4° Princípio da Qualidade: Constância de propósitos Para corrigir nossos defeitos devemos entender o que a empresa espera de nós e, às vezes, é preciso mudar a forma como fazemos as coisas. mas, para isso, necessitamos persistência e compreensão dos propósitos da organização 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 36
  37. 37. 5° Princípio da Qualidade: APERFEIÇOAMENTO CONTÍNUO Não se conformar com o “bom”, é preciso melhorar sempre todos os dias e todas as horas É preciso inovar, criar e assumir riscos, comparando resultados com o novo método em termos de qualidade e produtividade 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 37
  38. 38. 6° Princípio da Qualidade: Gerência de Processos Uma empresa é um grande processo formado por vários outros menores, interligando-se e formando cadeias cliente / fornecedor Para gerenciar esse processo, é necessário planejar, executar, verificar e atuar corretivamente (o ciclo pdca) 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 38
  39. 39. 7° Princípio da Qualidade: DELEGAÇÃO DE PODERES Delegar é colocar o poder de decisão o mais perto possível de onde ocorre a ação 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 39
  40. 40. 8° Princípio da Qualidade: DISSEMINAÇÃO DA INFORMAÇÃO Proporcionar a todos amplos conhecimentos sobre o negócio da empresa, sua missão e seus propósitos 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 40 Esquematizar os fluxos de informações, garantindo a rapidez e a confiança nos dados apurados e, com isso, a empresa ganhará agilidade nas decisões
  41. 41. 9° Princípio da Qualidade: Garantia da Qualidade A idéia fundamental é “fazer certo da 1ª vez” e, para isso, é necessário que os processos sejam estáveis e tenham normas e procedimentos formalizados, possibilitando o cumprimento das características do produto acertadas entre o fornecedor e o cliente 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 41
  42. 42. 10º Princípio da Qualidade: Não Aceitação de Erros Ninguém deve se conformar com o erro, pois o padrão desejado deve ser o “defeito zero” No entanto, é preciso saber evitar preventivamente os desvios, em relação a uma situação desejada 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 42
  43. 43. 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 43 CURTIGRAMA 1 Faço e gosto. 2 Faço e não gosto. 4 Não gosto e não Faço.3 Gosto mas não faço.
  44. 44. 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 44 Cada um anota em um pequeno pedaço de papel a qualidade que acredita ser importante em uma pessoa que vai ser contratada em sua área de trabalho. Em seguida todos devem colocar os papéis no chão, virados para baixo, ao centro da roda. Ao sinal, todos devem pegar um papel e em ordem e devem apontar rapidamente a pessoa que tem esta qualidade, justificando. Cada um anota em um pequeno pedaço de papel o nome da pessoa que tem essa qualidade que vai ser contratada na área para trabalhar com você. Agora todos devem colocar os papéis no chão, virados para baixo, ao centro da roda.
  45. 45. Qual a necessidade da Qualidade ? • Satisfação do Cliente • Reduzir Custos • Garantir ZERO DEFEITOS • Fazer bem na primeira • Prevenção em vez de inspecção • 1% de defeitos ! É bom ? 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 45
  46. 46.  Crosby Define qualidade como a conformidade com as especificações. Esta definição é voltada inteiramente para o cliente, enfatizando que a Qualidade é tangível, gerenciável e pode ser medida. Enfatiza:  Formação de uma equipe de melhoria  Fazer certo da primeira vez  Zero defeito  Especificar bem  Avaliação dos custos da qualidade Conceitos de Qualidade 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 46
  47. 47. Será aceitável 1% de defeitos ? • Aeroporto de Lisboa (aterram 12 aviões/hora): • Será aceitável ocorrerem 57 acidentes/mês? • Autoeuropa (300 veículos/dia): • Será aceitável serem rejeitados 90 veículos/mês? • Unicer (80 000 garrafas cerveja/hora) • Será aceitável serem rejeitadas 12 800 por dia? • Só é aceitável zero DEFEITOS ? • SIM (como filosofia de Gestão da Qualidade) 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 47
  48. 48. Envolvimento de TODOS • Implementar relação cliente - fornecedor interno e externo. • Gestão participada e não Hierarquizada. • Delegar (educando e deixando crescer). • Modificar ambiente geral para tornar possível a geração de ideias e o auto-controlo (assumir o erro). Quem é o responsável pela qualidade? Todas as áreas são responsáveis ! Todos funcionamos como fornecedores e clientes, por isso exigimos Qualidade para fornecer Qualidade! 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 48
  49. 49. Gerenciamento Pelas Diretrizes A DC P 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 49
  50. 50. O método PDCA que se baseia no controle de processo, foi desenvolvido na década de 30 pelo americano SHEWHART, mas foi DEMING seu maior divulgador , ficando mundialmente conhecido ao aplicar nos conceitos de qualidade no Japão . As etapas do PDCA são as seguintes: P ( Plan = Planejar) D ( Do = Executar) C ( Chek = Verificar ) A ( Action = Agir) “Nada substitui o conhecimento” Deming 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 50
  51. 51. Como Manter? • Aplicação do processo de Melhoria continua utilizando o método e melhorias PDCA • Iniciando o ciclo do SDCA, para manutenção dos objetivos alcançados  PADRONIZAR 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 51
  52. 52. A DC S  CONTROLAR  AGIR  DESENVOLVER  PADRONIZAR  PADRONIZAR Comparar controles existentes; •Verificar a redução dos riscos; •Propor novos controles, Documentar e Registrar, •Avaliar a redução dos Riscos. 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 52
  53. 53. Diretrizes da alta administração Ação corretiva Revisão periodica dos problemas crônicos Problema crônicos prioritarios Metas Manter Melhorar Padronização Produtos S DC A P DC A 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 53
  54. 54. Objetivos: Habilidades e Competências  Capacitar os participantes para o estabelecimento e desdobramento das metas anuais da organização.  Capacitar os participantes a comunicação das metas em todos os níveis da organização.  Capacitar os participantes a inovação dos processos organizacionais, obtendo ganhos expressivos relativos à Qualidade, Produtividade, Custos e Entrega, Segurança e Meio Ambiente.  Apresentar a metodologia do Gerenciamento Pelas Diretrizes 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 54
  55. 55. Referências Pesquisa Interna Regulamento do Gerenciamento Pelas Diretrizes CAMPOS, V. Falconi. Gerenciamento da rotina do trabalho do dia-a-dia. 8. ed. Belo Horizonte: INDG Tecnologia e Serviços Ltda, 2004. ___. Gerenciamento pelas diretrizes. 4. ed. Belo Horizonte: INDG Tecnologia e Serviços Ltda, 2004 Belo Horizonte: INDG Tecnologia e Serviços Ltda, 2004 ___. TQC: controle da qualidade total (no estilo japonês). 8. ed. Belo Horizonte: INDG Tecnologia e Serviços Ltda, 2004. CARVALHO, Marly M. e PALADINI, Edson P. (Coord.) Gestão da qualidade: teoria e casos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. PESSOA, Gerisval A. PDCA: ferramentas para excelência organizacional. (Apostila). São Luís: FAMA, 2007. 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 55
  56. 56. • O conceito de crescimento do ser humano está baseado na intenção de que as pessoas devem fazer sempre serviços de valor agregado cada vez mais alto. • Trabalho no qual se escreve, fala, ordena, mostra, instrui etc., ao invés de mover, copiar, seguir, obedecer, etc. • Crescimento do ser humano significa utilizar cada vez mais a mente do indivíduo e não somente a força braçal. Conceito de Crescimento do Ser Humano 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 56
  57. 57. Educação e Treinamento Objetivos • Desenvolver o raciocínio das pessoas • Análise e solução dos problemas • Desenvolver a sensibilidade e a tenacidade para mudanças • Visão crítica do mundo leva à melhoria contínua • Desenvolver a consciência que a empresa é sua • Projeto de vida Pilares da Educação e Treinamento • Treinamento no Trabalho • Treinamento em grupo • Auto-desenvolvimento 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 57
  58. 58. Gerenciamento pelas Diretrizes - GPD Gerenciamento pelas Diretrizes -GPD Gerenciamento Funcional (controle da Rotina do Trabalho do Dia-a- Dia) Gerenciamento Interfuncional (controle do comprometimento da alta direção) O sistema Gerenciamento pelas Diretrizes (GPD) é conduzido pela alta administração e tem por objetivo direcionar os esforços na gerência da qualidade para a concretização da visão de futuro da empresa. 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 58
  59. 59. GPD – Estrutura Presidente Conselho Diretor Chefe Dept Diretrizes ÊnfaseGerencia InterFuncional Liderança da Empresa • olhar p/ fora e p/ futuro • tempo dedicado à busca da sobrevivência ÊnfaseGerenciada RotinadoTrabalho Unidade Gerencial Básica • “microempresa” com autonomia, controle da qualidade • chefe de seção treinado para gerenciar, funciona como o “presidente” da unidade gerencial Chefe Seção Superv Superv Superv STAFF Chefe Seção Superv Superv Superv STAFF 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 59
  60. 60. Gerenciamento Interfuncional Atividades • Estabelecimento de diretrizes da alta administração • Desdobramento das diretrizes para cada nível gerencial • Controle das diretrizes desdobradas por cada gerente 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 60
  61. 61. Gerenciamento Interfuncional Desdobramento das Diretrizes Gerente Projeto Prestigiar reuso no projeto META MÉTODO 1. Definir padrões para reuso de componentes ... Projetista Projetar utilizando padrões para reuso META MÉTODO 1. Design patterns 2. Frameworks ... Diminuir custos desenvolvimento META MÉTODO 1. Tentar reusar o que foi feito ... Gerente de Desenvolvimento 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 61
  62. 62. Gerenciamento Funcional da Rotina do Trabalho • Tornar a Unidade Gerencial Básica numa “microempresa” de forma que todos possam gerenciar a rotina do seu próprio processo. Chefe Seção Superv Superv Superv STAFF Círculos de Controle 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 62
  63. 63. Gerenciamento Funcional da Rotina do Trabalho – Atividades • Estabelecer Sistema de Padronização • Educar e treinar na prática e métodos do “controle” da qualidade para manter e melhorar os padrões 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 63
  64. 64. Implantação do TQC 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 64 Total Quality Control Controle da Qualidade Total
  65. 65. Fundamentos da Implantação Pontos Básicos • Comprometimento da Alta-administração • Implantação top-down • Esforço de Educação e Treinamento • Acompanhamento de instituição qualificada Condições Básicas • Liderança Persistente das chefias • Educação e Treinamento 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 65
  66. 66. Procedimentos Iniciais de Implantação • Definição da situação atual • Definição das metas de Sobrevivência • Definição de Estratégias para atingir as metas • Definição do Coordenador do TQC • Definição do Comitê de Implantação do TQC 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 66
  67. 67. Organização para Implantação Presidente Diretor A Diretor B Comitê de Implantação do TQC Escritório TQC Escritório CCQ Subcomitês Padronização Tecnologia Etc. 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 67
  68. 68. Referências • TQC: Controle Total da Qualidade (no Estilo Japonês), Vicente Falconi Campos, 2003 • Fundação Nacional da Qualidade • http://www.fnq.org.br • Uniona Japanese of Scientists and Engineers • http://www.juse.or.jp/e/ • Associação Brasileira de Controle da Qualidade • http://www.abcq.org.br • Instituto de Desenvolvimento Gerencial • http://www.indg.com.br/ • MIRANDA, Roberto Lira. Qualidade Total: rompendo as barreiras entre • a teoria e a prática. São Paulo: Makron Books, 1994 • ISHIKAWA, Kaoru. TQC: estratégia e administração da qualidade. • São Paulo: IMC, 1986 • JURAN, J.M. Controle da Qualidade: conceitos, políticas e filosofia da • qualidade. São Paulo: Makron Books, 1991. Vol. 1 • CAMPOS, Vicente Falconi. TQC: controle da qualidade total. Rio de • Janeiro: Bloch, 1992 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 68
  69. 69. Dinâmica dos Números Marque o tempo gasto para executar essa tarefa. MÉTODO 1:Dinâmica dos números: OBJETIVO: Demonstrar a importância do Senso de Ordenação. MÉTODO 1: No quadro a seguir, entre os números de 1 a 54, identifique visualmente qual o número faltante. Identificou? Agora construa uma tabela e ordene os números seguindo a sequência nos mesmo. 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 69
  70. 70. 1 10 19 28 37 46 20 38 2 29 47 11 30 21 12 39 40 4 31 49 22 41 325 23 14 50 51 42 6 24 15 33 34 743 5216 53 44 17 35 268 36 27 54 4518 9 3 13 48 25 Quadro 1 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 70
  71. 71. Dinâmica dos Números OBJETIVO: Demonstrar a importância do Senso de Ordenação. MÉTODO 2: Com a nova configuração (quadro 2), tente novamente encontrar os mesmos números de 1 a 54, ainda marcando o tempo gasto para executar essa tarefa. O que você observou? 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 71
  72. 72. 10 19 28 46 38 2 29 47 11 3021 49 32 5 23 14 50 42 6 34 43 5216 53 44 17 35 36 54 45 18 9 3 13 48 25 Quadro 2 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 72 4 31 1
  73. 73. Quadro 3 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 73 1 54 2 53 3 52 4 5 50 6 49 48 47 9 46 10 45 11 44 43 13 42 14 16 17 38 18 19 36 35 21 34 23 3231 25 30 29 28
  74. 74. Quadro 4 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 74 1 2 3 4 5 6 9 10 11 13 14 16 17 18 19 21 2325 28 29 30 31 32 34 35 36 38 42 43 44 45 46 47 48 49 50 52 53 54
  75. 75. Quadro 5 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 75 2 45 9 11 13 14 1618 23 25 29 3132 34 36 38 43 45 47 4950 52 54 1 10 19 28 46 17 35 4453 3 21 30 48 6 42
  76. 76. OS MESTRES DA QUALIDADE 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 76
  77. 77. OS MESTRES DA QUALIDADE • Taylor • Deming • Juran • Crosby • Feigenbaum • Ishikawa 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 77
  78. 78. • A administração científica (1911) • Taylorismo • Estudos marcaram a expansão da indústria americana • “Trabalhadores são preguiçosos e devem ser forçados” FREDERICK TAYLOR • “Cada um deve saber fazer apenas o necessário para executar a sua função, da forma mais eficiente possível” • Princípios práticos e de caráter obsessivo 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 78
  79. 79.  Organização Racional do Trabalho – ORT - Tempos e Movimentos ● Separação do trabalho físico do mental ● Fragmentação do trabalho em tarefas simples, rotineiras e contínuas ● Super especialização do operário ● Rígido controle FREDERICK TAYLOR  As organizações são sistemas racionais e devem operar com eficiência máxima. (organizações máquinas) 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 79
  80. 80. • Norte-americano • Várias conferências no Japão na década de 1950 • Gestão da qualidade • “A participação do trabalhador no processo decisório é fundamental” • “A simples inspeção de entrada e de saída não é eficaz” • Fornecedores: redução do número e comprometimento EDWARDS DEMING 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 80
  81. 81. 1. Estabelecer a constância de finalidade (fixar objetivos estratégicos) para melhorar o produto e o serviço 2. Adotar nova filosofia 3. Acabar com a dependência da inspeção em massa 4. Não privilegiar negócios apenas com base no preço 5. Melhorar continuamente os sistemas de produção e serviço 6. Instituir treinamento e retreinamento 7. Instituir liderança 14 PRINCÍPIOS DE DEMING 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 81
  82. 82. 8. Afastar o medo 9. Eliminar barreiras entre departamentos 10. Eliminar slogans, exortação e meta para os empregados 11. Eliminar cotas numéricas 12. Eliminar práticas que impeçam a participação na solução de problemas 13. Implementar programas de formação intensiva 14. Desenvolver processos ao nível da gestão para, aplicar os 13 pontos anteriores. 14 PRINCÍPIOS DE DEMING 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 82
  83. 83. JOSEPH JURAN • Juran (Quality control handbook) - 1979 •Destaca o papel do consumidor externo e do consumidor interno; • Destaca o envolvimento e comprometimento da administração. 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 83
  84. 84. JURAN TRILOGIA: Todos os processos têm um cliente e um fornecedor Fornecedor Processo Cliente Fornecedor InternoCliente Interno JURAN 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 84
  85. 85. PLANEJAMENTO • Identificar o cliente • Determinar as necessidades do cliente • Desenvolver o produto/ serviço • Desenvolver os processos • Operacionalizar CONTROLE • Avaliar o desempenho real • Comparar o desempenho com metas estabelecidas • Atuar sobre as diferenças verificadas MELHORIA • Criar a infra-estrutura organizacional para a melhoria contínua • Identificar projetos de melhoria • Estabelecer equipes de trabalho • Fornecer os recursos necessários às equipes JURAN: TRILOGIA 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 85
  86. 86. Joseph Juran Trilogia • Planejamento da Qualidade • Produtos que atendam as necessidades do cliente 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 86
  87. 87. Joseph Juran Trilogia • Controle da Qualidade: • Implementa métricas/indicadores • medir desempenho • Ações.. 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 87
  88. 88. Joseph Juran Trilogia • Aperfeiçoamento da Qualidade: • Mostrar as necessidades • Identificar as melhorias • Treinar, motivar 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 88
  89. 89. • “Zero defect” - Procurar o ideal • “Quality is free” (1979) - benefícios superam os custos - custo da não qualidade • Qualidade significa conformidade • Não existem problemas da qualidade • Não existe uma economia da qualidade - é sempre mais barato fazer bem à primeira vez • A única medida de desempenho é o custo da qualidade • O único padrão de desempenho é o de “Zero Defeitos” PHILIP B. CROSBY 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 89
  90. 90. 1. Demonstrar o empenho da gestão 2. Estabelecer equipes de melhoria 3. Medir a qualidade 4. Avaliar o custo da qualidade 5. Promover a conscientização da qualidade 6. Implementar ações corretivas 7. Planejar para “Zero Defeitos” 14 PRINCÍPIOS DE CROSBY 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 90
  91. 91. 8. Formar e educar a todos os níveis 9. Instituir o “dia do Zero Defeito” 10. Encorajar o estabelecimento de objetivos pessoais 11. Remoção das causas de erro 12. Promover o reconhecimento público dos que atingem os seus objetivos pessoais 13. Difusão da informação 14. Repetir continuamente os 13 pontos anteriores 14 PRINCÍPIOS DE CROSBY 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 91
  92. 92. • A Qualidade vem primeiro que o lucro. • Orientação voltada primeiro para o cliente, depois para o produto. • O próximo no processo é seu cliente. • Quebra de barreiras entre áreas. • Uso de fatos, dados e estatística. • Participação gerencial plena • Respeito à humanidade como filosofia gerencial. • Gerenciamento das interfaces do processo. ISHIKAWA 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 92
  93. 93. • Controle de Qualidade Total - controle da qualidade aplicado a toda empresa • Definição do cliente por atividade • Descrição de fatos através de dados • Educação para utilização das técnicas de controle de qualidade • Incentivo ao trabalho em equipe • Introduziu a ideia dos Círculos de Controle de Qualidade 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 93 ISHIKAWA
  94. 94. 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 94
  95. 95. Armand Feigenbaum Controle de Qualidade Total (TQC) A qualidade quem estabelece são os clientes e não os profissionais de engenharia, marketing ou a alta administração. • A qualidade de um produto ou serviço pode ser definida como um conjunto total das características de marketing, engenharia, fabricação e manutenção que satisfazem as expectativas dos clientes 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 95
  96. 96. • É considerada sua a primeira proposta sistemática de divisão dos custos da qualidade em prevenção, avaliação, falhas internas e externas. • É o idealizador do conceito de TQC (Total Quality Control) FEIGENBAUM • Considera quatro as tarefas do controle da qualidade: - Controle de novos projetos. - Controle do material recebido. - Controle do produto e - Controle de processos especiais 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 96
  97. 97. TQC é um sistema efetivo para integrar os esforços para desenvolver, manter e melhorar a qualidade de vários grupos na organização, e assim tornar possível os mais econômicos níveis de produção e serviços permitindo a plena satisfação do cliente. 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 97 FEIGENBAUM
  98. 98. Visões de Qualidade Taylor Administração científica / Instruções Deming Necessidade atuais e futuras / Ferramentas e controle de processo Juran Adequação ao uso Planeja  Controla  Aperfeiçoa (trilogia) Feigenbaum CQT Satisfação do cliente Crosby Educação Mudar Cultura  Motivar  Solucionar Problemas  Reconhecimento 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 98
  99. 99. Controle Estatístico de Processo (Statistical Process Control): Conjunto de métodos para avaliar e monitorar a qualidade de produtos manufaturados. Desvios (estatisticamente significativos) da especificação podem requerer uma intervenção no processo de fabricação. 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 99 CONTROLE ESTATÍSTICO DA QUALIDADE
  100. 100. Origem Bell Telephone e Western Electric (~1930) Necessidade: Aprimorar a uniformidade de peças manufaturadas em uma linha de produção. Walter Andrew Shewhart Cartas de Controle 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 100
  101. 101. Carta de controle • Gráfico temporal de estatísticas do processo calculadas com base em valores medidos. • Exemplos: • Média • Desvio-padrão • Faixa de variação • Média móvel 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 101
  102. 102. CEP: Controle Estatístico de Processos O Controle Estatístico de Processo, bastante conhecido no ambiente industrial pelas suas iniciais CEP (ou SPC, do original em inglês Statistical Process Control) é uma técnica estatística para verificar a qualidade um produto (produto = bens + serviços) durante o processo de produção. Controle Estatístico do Processo → → → manter algo dentro de limites estabelecidos (padrões) obter conclusões com base matemática (dados e números) conjunto formado por máquinas, material, mão de obra, meio de medição, métodos e meio ambiente 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 102
  103. 103. Fontes de Variações (relação a nominal expecificada) Exato & preciso Preciso mas não exato Não exato e não preciso Exato mas não preciso 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 103
  104. 104. SUMÁRIO • A Administração da Qualidade • O Controle da Qualidade • CEP – Origem e história • Outros conceitos relacionados ao CEP • Média • Exercícios 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 104
  105. 105. Responsabilidade da alta direção Responsabilidade das chefias do setor Administração da Qualidade Política da Qualidade Objetivos da Qualidade Sistema da Qualidade Organização da Qualidade Garantia da Qualidade 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 105 Planejamento da Qualidade Controle da Qualidade Auditoria da Qualidade
  106. 106. O Controle Estatístico da Qualidade se faz através de uma das ferramentas da Qualidade que chamamos de CEP – Controle Estatístico do Processo e de algumas outras ferramentas como folhas de verificação, gráficos de controle e histogramas. 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 106
  107. 107. “Não se gerencia o que não se mede, não se mede o que não se define, não se define o que não se entende, não há sucesso no que não se gerencia.” Deming 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 107
  108. 108. Controle de Qualidade - Estabelecer padrões de qualidade - Checar se produtos e serviços estão conforme o padrão; - Onde checar? - Checar cada produto ou amostra? - Como checar? 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 108
  109. 109. Checar cada produto e serviço ou usar uma amostra*? Perigo na checagem da amostra total; - Checagem total pode destruir a amostra ou interferir no serviço; - Consumo excessivo de tempo para checagem total. *Amostra (n) é o conjunto de elementos extraídos de uma população aleatoriamente. Ex: um conjunto de parafusos retirados de uma caixa. 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 109
  110. 110. Como as checagens devem ser feitas? - Amostragem: - CEP (Controle Estatístico do Processo) 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 110 ** Amostragem (N) é o número de amostras consideradas para um estudo. Ex: 5 grupos de 30 elementos cada N=5 x 30 (n) = 150
  111. 111. História do CEP 1924 Dr. Walter Shewhart Gráficos de Controle 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 111
  112. 112. Após 1944 EUA – Europa e Japão (produção em larga escala) Método: Eficiente: Matemática aplicada; Seguro: Aplicado no dia a dia; Rápido: pequenas amostras. 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 112
  113. 113. Correção x Prevenção Custos da Produção (qualidade / produtividade / competitividade) 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 113
  114. 114. Conceitos: Controle: manter algo dentro dos limites (padrões/especificações) ou fazer algo se comportar de maneira adequada; Estatística: obter conclusões com base em dados e números; Processo: é a combinação necessária entre o homem, e os recursos disponívies para fabricar um produto qualquer. Mais especificamente um processo é um conjunto de operações simultâneas, utilizando os recursos disponíveis, para produzir um determinado resultado. 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 114
  115. 115. Controle Estatístico do Processo é então… Um método preventivo de se comparar continuamente, os resultados de um processo com os padrões/especificações identificados, a partir de dados estatísticos, as tendências para variações significativas, a fim de eliminar/controlar essas variações, com o objetivo de reduzí-las cada vez mais. 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 115
  116. 116. CEP – Controle Estatístico do Processo (SPC – Statistical Process Control) - Checagem do produto ou serviço durante o processo; - Evita eliminação de lotes defeituosos; - Gráficos de controle; - Desvios corrigidos antes que haja problema; - Investigação de tendências. 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 116
  117. 117. CEP – Controle Estatístico do Processo Variação na qualidade de processo: - Todos os processos variam em alguma medida; - Máquina - Operador - Ambiente - Variação pode ser reduzida, nunca eliminada. 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 117
  118. 118. CEP – Controle Estatístico do Processo Conceitos e Tipos de Variações Variações Aleatórias (comuns): Fazem parte da natureza do processo, podem ser controladas e seguem padrões normais de comportamento. Ex: uma usinagem dentro de uma determinada medida. Variações causais ( especiais): São de certa forma imprevisíveis. Quando detectadas devem ser eliminadas rapidamente para não prejudicarem o desempenho do processo. Ex: Quebra de uma ferramenta de corte. 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 118
  119. 119. DEFINIÇÕES ELEMENTO (x): É a unidade considerada para o estudo estatístico. Ex. objeto, peça, indivíduo, conjunto... POPULAÇÃO: É o conjunto de todos os elementos (ou itens) extraídos de uma população. Ex. todos os veículos Gol, Ano/Modelo 2009,; todas peças produzidas em um torno... 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 119
  120. 120. AMOSTRA (n): É o conjunto de elementos extraídos de uma população aleatoriamente. Ex: um conjunto de parafusos retirados de uma caixa. TAMANHO DA AMOSTRA É o número de elementos ( ou itens), existentes na amostra 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 120 DEFINIÇÕES
  121. 121. AMOSTRAGEM (N): É o número de amostras consideradas para um estudo. Ex: 5 grupos de 30 elementos cada N=5 x 30 (n) = 150 Tipos de amostragem a) Instantânea: refere-se a amostragem composta de amostras, cujos elementos foram obtidos num mesmo momento Ex. 5 peças consecutivas produzidas por uma máquina 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 121 DEFINIÇÕES
  122. 122. AMOSTRAGEM (N): É o número de amostras consideradas para um estudo. Ex: 5 grupos de 30 elementos cada N=5 x 30 (n) = 150 Tipos de amostragem b) Periódica: refere-se às retiradas, durante um certo período, em intervalos de tempo pré-estabelecidos. Tende a representar melhor o tamanho da população. Ex. 5 peças retiradas aleatoriamente a cada 5 horas 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 122 DEFINIÇÕES
  123. 123. Distribuição Normal É a distribuição de valores que representa uma maior concentração em torno de um valor médio, representado por uma curva contínua, denominada como curva do sino ou curva de Gauss. 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 123
  124. 124. DESVIO PADRÃO: É a medida de dispersão em relação a média, identificada pela letra grega sigma ( ou pela letra “s”). DADOS MENSURÁVEIS: São os que podem ser expressos em unidade básica de medidas. Ex. kg, cm, ml... 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 124 DEFINIÇÕES
  125. 125. DESVIO PADRÃO: É a medida de dispersão em relação a média, identificada pela letra grega sigma ( ou pela letra “s”). DADOS ATRIBUTIVOS: São os dados enumeráveis ou contáveis que estabelecem presença ou ausência de um atributo. Ex. número de peças defeituosas 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 125 DEFINIÇÕES
  126. 126. AMPLITUDE (R): É a diferença entre o maior e o menor valor de uma amostra. É uma medida de dispersão. MÉDIA: A Média aritmética simples é uma medida de posição. 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 126 DEFINIÇÕES
  127. 127. CÁLCULO DA MÉDIA (x Barra) DA AMOSTRA Vamos calcular a média da amostra de 9 elementos numa produção de parafusos cujo comprimento em mm estão relacionados abaixo: 37 36 33 34 35 34 37 35 35 x1 x2 x3 x4 x5 x6 x7 x8 x9 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 127
  128. 128. X = somatório de todos os elementos número de elementos X = 37+36+33+34+35+34+37+35+35 9 X = 35,1 CÁLCULO DA MÉDIA (x Barra) DA AMOSTRA 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 128
  129. 129. MEDIANA: É o valor central ou o valor do meio de uma sequencia crescente ou decrecente. É uma medida de projeção. Ex. Passo 1 – Ordenar as amostras : 37, 37, 36, 35, 35, 35, 34, 34, 33 33, 34, 34, 35, 35, 35, 36, 37, 37 Passo – Determinar o elemento central: 35 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 129 37 36 33 34 35 34 37 35 35 x1 x2 x3 x4 x5 x6 x7 x8 x9
  130. 130. EXERCÍCIOS CALCULE A AMPLITUDE, A MÉDIA (x barra) E MEDIANA DAS AMOSTRAS DA FOLHA DE EXERCÍCIO ABAIXO: 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 130 370 360 330 340 350 340 370 350 350 x1 x2 x3 x4 x5 x6 x7 x8 x9
  131. 131. AMPLITUDE (R): É a diferença entre o maior e o menor valor de uma amostra. É uma medida de dispersão. 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 131 DEFINIÇÕES 330, 340, 340, 350, 350, 350, 360, 370, 370 370 – 330= 40
  132. 132. X = somatório de todos os elementos número de elementos X = 370+360+330+340+350+340+370+350+350 9 X = 351,1 CÁLCULO DA MÉDIA (x Barra) DA AMOSTRA 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 132
  133. 133. MEDIANA: É o valor central ou o valor do meio de uma sequencia crescente ou decrecente. É uma medida de projeção. Ex. Passo 1 – Ordenar as amostras : 370, 370, 360, 350, 350, 350, 340, 340, 330 330, 340, 340, 350, 350, 350, 360, 370, 370 Passo – Determinar o elemento central: 350 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 133 370 360 330 340 350 340 370 350 350 x1 x2 x3 x4 x5 x6 x7 x8 x9
  134. 134. MAIS ALGUNS CONCEITOS... DISCREPÂNCIA: É o ponto de discordância de um elemento com relação a uma dada característica da qualidade. DEFEITO: É uma discrepância de tal grau que torna uma unidade inaceitável. DEFEITUOSO: É uma unidade que contém defeitos, ou seja, não atende aos padrões requeridos, tornando toda unidade inaceitável. Um iten defeituoso, pode, portanto, ter um ou mais defeitos. 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 134
  135. 135. MAIS ALGUNS CONCEITOS... GRÁFICO DE CONTROLE: É uma projeção gráfica, no tempo, do comportamento do processo. LIMITES DE CONTROLE: São fronteiras da região onde estão compreendidas 99,74% das variações aleatórias de um processo. TOLERÂNCIA: É o campo de variação permitida numa característica da qualidade. 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 135
  136. 136. MAIS ALGUNS CONCEITOS... LIMITES DE ESPECIFICAÇÃO: São os limites de tolerância, dentro dos quais um processo pode variar. CAPACIDADE DO PROCESSO: É a condição de produzir continuamente dentro das exigências. ÍNDICE DE CAPACIDADE DO PROCESSO (Icp): É um número obtido a partir da comparação da tolerância do produto com a variação aleatória do processo. 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 136
  137. 137. Gráficos de Controle  São empregados para evitar, reduzir ou eliminar não conformidades em tempo real (durante o processo de produção);  Utiliza os dados de uma série de amostras pequenas chamadas de “grupos racionais”, para estimar onde o processo está centralizado e quanto ele está variando em torno desse centro;  Os parâmetros estatísticos a serem utilizados são a Média Estimada e a Variabilidade do processo; 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 137
  138. 138. Gráficos de Controle  Média do Processo: é um valor desconhecido estimado pela média da amostra;  Variação do Processo: todo o processo seja natural ou artificial sofre variações;  Variação Admissível: consiste no valor nominal do parâmetro a ser controlado, mais ou menos a tolerância aceitável. Ex. Umidade = 4,0% + 0,2%; - valor nominal: 4,0%; variação admissível: 3,8% a 4,2% 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 138
  139. 139. Gráfico de controle com linha central e com limites de controle Gráfico de Controle padrão 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 139 4,2% 3,8% 4,0%
  140. 140. CEP – Controle Estatístico do Processo Capabilidade de Processo: - Medida da aceitabilidade da variação do processo. - Razão entre a faixa de especificação e a variação “natural” do processo (± 3 desvios-padrão); - Cp = LST – LIT 6s Cp >1 = Processo capaz Cp <1 = Processo não capaz 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 140
  141. 141. 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 141
  142. 142. 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 142
  143. 143. 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 143
  144. 144. CEP – Controle Estatístico do Processo Qualidade Seis Sigmas - Motorola - Especificações mais apertadas - 3 = 99,73% dentro – 2,7 erros por 1000 peças - 6 = 99,99966% dentro – 2 erros por 1.000.000.000 peças 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 144
  145. 145. 18/06/2015 Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 145

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