1. INTRODUÇÃO AOS SISTEMAS DE
TRANSPORTES
27/05/2016
SOBRINHO, Samuel Rodrigues Lopes
ssobrinhoo@gmail.com
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Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho
Formação Acadêmica:
Pós-Graduação em Lean Manufacture
Univille – Universidade da Região de...
ARTIGO
Mayara Souza Gomes1*, Jose Carlos Silva Filho2 , Filipe Souza de Jesus³
1 UNDB, Rua Pará nº 112, Turu, 6500000, São...
Introdução
• De maneira geral, o pavimento baseia-se numa camada compactada,
constituído de material que possui resistênci...
Trilhos como vigas contínuas
• Em virtude da evidente necessidade de antever o comportamento do pavimento
ferroviário, for...
Sistemas em camadas
• Os primeiros estudos de analise das camadas do pavimento ferroviário,
considerando separadamente as ...
Módulo de Resiliência
• O modulo de resiliência pode ser entendido como a capacidade do
material de armazenar energia, qua...
Ensaio triaxial de carga repetida
• Tem como objetivo reproduzir as condições reais de
solicitações que o solo é submetid...
• Os principais componentes do equipamento para ensaio triaxial são: câmara
triaxial, sistema de controle e registro das d...
Estudo de CBR
• O objetivo do referido ensaio é analisar a capacidade de suporte dos
pavimentos em termos de ruptura plás...
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13 Arthur Miozzo Bonato FERROVIAS Eng. Civil - FERROVIAS - ARTIGO Análise do comportamento mecânico do pavimento ferroviário através do estudo de CBR e Módulo de Resiliência

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Eng. Civil - FERROVIAS - ARTIGO
Análise do comportamento mecânico do pavimento ferroviário
através do estudo de CBR e Módulo de Resiliência
Mayara Souza Gomes1*, Jose Carlos Silva Filho2 , Filipe Souza de Jesus³
1 UNDB, Rua Pará nº 112, Turu, 6500000, São Luís, Maranhão
2 UNDB, Rua Patativas nº 10, Ponta do Farol, 65077220, São Luís, Maranhão
³ UNDB, Rua das Mitras,Ed. Ferrat, Jardim Renascença,65075770, São Luís, Maranhão
E-mail: mayarabless@hotmail.com, jose.carlos.filho@vli-logistica.com.br, fsouza@imengenharia.com.br

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13 Arthur Miozzo Bonato FERROVIAS Eng. Civil - FERROVIAS - ARTIGO Análise do comportamento mecânico do pavimento ferroviário através do estudo de CBR e Módulo de Resiliência

  1. 1. 1. INTRODUÇÃO AOS SISTEMAS DE TRANSPORTES 27/05/2016 SOBRINHO, Samuel Rodrigues Lopes ssobrinhoo@gmail.com 1
  2. 2. Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho Formação Acadêmica: Pós-Graduação em Lean Manufacture Univille – Universidade da Região de Joinville Pós-Graduação Gestão da Qualidade Six-Sigma FAE Business School Graduação em Administração Industrial Univille – Universidade da Região de Joinville Técnico em Processamento de Dados / Técnico em Mecânica E-mail: ssobrinhoo@gmail.com 27/05/2016 SOBRINHO, Samuel Rodrigues Lopes ssobrinhoo@gmail.com 2
  3. 3. ARTIGO Mayara Souza Gomes1*, Jose Carlos Silva Filho2 , Filipe Souza de Jesus³ 1 UNDB, Rua Pará nº 112, Turu, 6500000, São Luís, Maranhão 2 UNDB, Rua Patativas nº 10, Ponta do Farol, 65077220, São Luís, Maranhão ³ UNDB, Rua das Mitras,Ed. Ferrat, Jardim Renascença,65075770, São Luís, Maranhão E-mail: mayarabless@hotmail.com, jose.carlos.filho@vli-logistica.com.br, fsouza@imengenharia.com.br Análise do comportamento mecânico do pavimento ferroviário através do estudo de CBR e Modulo de Resiliência 27/05/2016 SOBRINHO, Samuel Rodrigues Lopes ssobrinhoo@gmail.com 3 Acadêmico: Arthur M. Bonato Curso: Engenharia Civil - 9ª Fase Professor: Samuel Rodrigues Lopes Sobrinho
  4. 4. Introdução • De maneira geral, o pavimento baseia-se numa camada compactada, constituído de material que possui resistência a deformação, assentado sobre um solo natural, o subleito, sendo este de inferior rigidez e com maior vulnerabilidade a deformações permanentes. • O pavimento é destinado a resistir e propagar ao subleito os esforços provenientes das cargas dos veículos, proporcionando boas condições de rolamento tanto no que diz respeito ao conforto e a segurança da via. 27/05/2016 SOBRINHO, Samuel Rodrigues Lopes ssobrinhoo@gmail.com 4
  5. 5. Trilhos como vigas contínuas • Em virtude da evidente necessidade de antever o comportamento do pavimento ferroviário, formulou-se um modelo para o entendimento do funcionamento da propagação de cargas nos componentes da via, determinando que a ferrovia poderia ser compreendida como um sistema de vigas continua que corresponde aos trilhos, com um numero muito elevado do vão. p =Cy Sendo: p = Força por unidade de área y = Deflexão C = coeficiente de Winkler • a fragilidade da formulação está no fato de considerar toda a estrutura abaixo dos dormentes como uma camada continua e totalmente homogênea. 27/05/2016 SOBRINHO, Samuel Rodrigues Lopes ssobrinhoo@gmail.com 5
  6. 6. Sistemas em camadas • Os primeiros estudos de analise das camadas do pavimento ferroviário, considerando separadamente as características de cada material empregado através de uma serie de medições de tensões e distribuições de cargas sob varias combinações de todos os componentes da via férrea. • Essa metodologia de entendimento para comportamento do pavimento ferroviário contribui significativamente para nortear uma previsão de desempenho da linha, possibilita uma escolha mais racional quanto aos aspectos técnicos e econômico num projeto. 27/05/2016 SOBRINHO, Samuel Rodrigues Lopes ssobrinhoo@gmail.com 6
  7. 7. Módulo de Resiliência • O modulo de resiliência pode ser entendido como a capacidade do material de armazenar energia, quando submetido a esforços, sofrendo uma deformação elástica, e retornar ao seu estado natural quando cessa as tensões responsáveis pela deformação, de forma a liberar a energia retida sem prejuízos de sua capacidade de suporte. • O modulo de resiliência é obtido atrás do ensaio triaxial de carga repetida. 27/05/2016 SOBRINHO, Samuel Rodrigues Lopes ssobrinhoo@gmail.com 7
  8. 8. Ensaio triaxial de carga repetida • Tem como objetivo reproduzir as condições reais de solicitações que o solo é submetido em campo. • O ensaio pode ser realizado com corpo de prova obtido de bloco de amostra indeformada com dimensões de 30cm x30cm x 30cm, que deve ser aplicada uma sequencia de cargas para reduzir a influencia das deformações permanentes que ocorrem nas primeiras aplicações da tensão desvio, caso não ocorra o condicionamento, essas deformações podem interferir no resultado do modulo de resiliência. 27/05/2016 SOBRINHO, Samuel Rodrigues Lopes ssobrinhoo@gmail.com 8
  9. 9. • Os principais componentes do equipamento para ensaio triaxial são: câmara triaxial, sistema de controle e registro das deformações que compreende o elemento de medição do deslocamento vertical (LVDT) e um sistema pneumático de carregamento. 27/05/2016 SOBRINHO, Samuel Rodrigues Lopes ssobrinhoo@gmail.com 9
  10. 10. Estudo de CBR • O objetivo do referido ensaio é analisar a capacidade de suporte dos pavimentos em termos de ruptura plástica. • O ensaio de CBR consiste na determinação da relação entre a pressão necessária para produzir uma penetração de um pistão num corpo de prova de solo e a pressão necessária para produzir a mesma penetração numa brita padronizada • O ensaio é composto por três etapas distintas: a compactação do corpo de prova, aferição da medida de expansão e a medida da resistência à penetração. 27/05/2016 SOBRINHO, Samuel Rodrigues Lopes ssobrinhoo@gmail.com 10

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