Secas

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Trabalho realizado por António e Bruno.

Publicada em: Educação, Tecnologia
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Secas

  1. 1. SECAS Disciplina: Ciências Naturais Professora: Patrícia Santos Escola Secundária Júlio Dinis Ano lectivo: 2008/09 ; 8ºD
  2. 2. O que é? <ul><li>A seca é uma catástrofe natural com propriedades bam características e distintas dos restantes tipos de catástrofes. De uma maneira geral é entendida como uma condição física transitória caracterizada pela escassez de água, associada a períodos extremos de reduzida precipitação mais ou menos longos, com repercussões negativas significativas nos ecossistemas e nas actividades sócio - económicas. Existe uma pequena diferença entre seca e estiagem pois estiagem é o fenómeno que ocorre num intervalo de tempo ou seja a estiagem não é permanente, já a seca é permanente. </li></ul>
  3. 3. Causas de uma seca <ul><li>As secas iniciam-se sem que nenhum fenómeno climático ou hidrológico as anuncie, e só se tornam perceptíveis quando está efectivamente instalada, ou seja, quando as suas consequências são já visíveis. As causas das secas enquadram-se nas anomalias da circulação geral da atmosfera, a que correspondem flutuações do clima numa escala local ou regional, gerando condições meteorológicas desfavoráveis, com situações de nula ou fraca pluviosidade, durante períodos mais ou menos prolongados. </li></ul>
  4. 4. Podemos prever uma seca? <ul><li>A previsão de uma seca é essencialmente climatológica. Existem dois métodos reconhecidos para a previsão de secas: </li></ul>-Estatísticos, baseados no estudo da interacção oceano-atmosfera; -Dinâmicos, baseados em modelos de circulação global da atmosfera.
  5. 5. ‘ Notícia ‘ “Es tudo lançado hoje em Lisboa prevê mais secas para Portugal ”   O clima mediterrânico e ameno do território continental português está a mudar e quase nem seriam necessários estudos para dizê-lo, face à acumulação de sinais recentes. Mas os estudos confirmam os sinais. Mais secas e ondas de calor mais prolongadas, risco de erosão costeira em 67% do território continental, quebra nas reservas de água na generalidade dos aquíferos, diminuição drástica da precipitação no Inverno e perda de biodiversidade. In Diário de Nóticias, Segunda , 30 de Janeiro de 2006  
  6. 6. <ul><li>Trabalho realizado por: </li></ul><ul><li>António Santos, Nº3 </li></ul><ul><li>- Bruno Nunes, Nº5 </li></ul>

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