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  17. 17. Resultados 1. Mudança comportamental Prochaska et al., 1994.
  18. 18. Resultados 2. Desenvolvimento de parcerias e redes – Fase de negociação AGCALC – 3 Protocolos de Intenções; 1 Plano de ação. HTLV – 1 Protocolo de Intenções; 2 Planos de ação. CardGame Infecção - 1 Protocolo de Intenções. SISPLAN – 1 Plano de ação. HIV – 2 Planos de ação.
  19. 19. Resultados 3. Construção de capacidades 4. Aprendizagem organizacional
  20. 20. Obrigada!

Notas

  • Atualmente somo 17 (12 multiplicadores)
    6 em capacitação (Rede Inova e MBA Butantan)
  • Atualmente somo 17 (12 multiplicadores)
    6 em capacitação (Rede Inova e MBA Butantan)
  • Comentar sobre o processo de escolha (IAL e CCTIES)– Outubro de 2016.
  • Escolha: IAL, CCTIS , Critérios apontados pela NESTA em reunião de Outubro de 2016.
  • Desenvolvimento de produto e processo de diagnóstico molecular que permite a detecção simultânea dos vírus linfotrópicos de células T humanas dos tipos 1 e 2 (HTLV-1 e HTLV-2) e pesquisar o DNA proviral desses vírus em células do sangue periférico.
  • Software para análise de ácidos graxos com objetivo de padronizar o procedimento e facilitar o cálculo destes componentes nos alimentos, de maneira simplificada e otimizada, com confiabilidade, podendo fornecer ao consumidor uma informação nutricional fidedigna.
  • Ferramenta para o gerenciamento do Plano Estadual de Saúde e seu monitoramento em todas as instâncias.
  • Desenvolvido a princípio para o controle de vetores, mas pode ser aplicado para o monitoramento de outras ações em saúde pública.
  • Jogo destinado a alunos do ensino fundamental, médio e superior que instrui de forma lúdica conceitos básicos de microbiologia, parasitologia e imunologia contribuindo assim, com a aprendizagem e dinâmica no ensino científico.
  • Conversa com parceiros: empresas consolidadas, start ups, instituições governamentais, associações de empresas, pesquisadores das áreas afins.
  • Os terapeutas James Prochaska e Di Clemente desenvolveram um modelo transteórico que explica os estágios de mudança de comportamento pelas quais uma pessoa passa até se libertar definitivamente de seu vício ou dificuldade.
    Segundo eles, uma mudança bem-sucedida depende unicamente da aplicação imediata de estratégias nos momentos e estágios determinados para cada uma delas. Neste contexto, as pessoas só decidem realmente mudar de atitude quando estão em um nível no qual realmente percebem esta real necessidade.
    Pré-contemplação
    Neste estágio, a pessoa ainda não vê necessidade de mudar seu comportamento e suas atitudes. Há muita resistência, pois ela acredita que não existe uma motivação real para a mudança.
    Uma vez que esta etapa é caracterizada pela negação da existência de qualquer problema, evita-se o confronto e são utilizadas estratégias para sensibilizar e conscientizar a pessoa sobre o problema enfrentado e as possíveis soluções para ele.
    Contemplação
    Nesta fase, o indivíduo começa a perceber seu problema, mas ainda não se mobiliza para tomar uma atitude de mudança. Ele procura motivos e justificativas para se defender e negar sua dificuldade e, embora comece a considerar possíveis mudanças, as dúvidas, inseguranças e incertezas o faz desistir.
    Planejamento ou preparação
    O indivíduo já tem uma visão mais clara e precisa sobre seu problema e começa a pensar em possíveis ações que podem ajudá-lo a se recuperar e superar suas limitações.
    Ação
    Na fase da ação, o indivíduo começa a colocar em prática seus esforços de mudança. Trata-se de um estágio que necessita de muita perseverança, comprometimento e disciplina para que as ações de mudança sejam efetivamente cumpridas.
    Manutenção
    Este é o estágio mais complexo e desafiador de todo o processo. Isso porque é a manutenção que permite verificar se as atitudes tomadas no estágio anterior realmente levaram à mudança.
    Além disso, a fase de manutenção exige o máximo esforço do indivíduo para que não ocorra nenhum tipo de recaída e ele continue firme em busca da mudança e dos resultados almejados.
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  • 3. adquirir conhecimentos e desenvolver habilidades necessárias para a realização de parcerias e comercialização das tecnologias desenvolvidas; Fortalecimento da rede com atores externos; aprendizagem em modelagem de negócios; adição de novos atores na rede.

    4. Trabalho em equipe; aplicação da política de PI; fortalecimento interno das diferentes áreas técnicas do IAL.
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