SAÚDE MERECIDA, DEVIDA E RECEBIDA NO BRASIL        COM MÉTRICAS INFERIDAS E DETERMINANTES           DEMANDAS E OFERTAS DE ...
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Orlando Cândido dos Passos      SAÚDE MERECIDA, DEVIDA E RECEBIDA NO BRASIL         COM MÉTRICAS INFERIDAS E DETERMINANTES...
Copyright © 2011 by Orlando Cândido dos Passos            Todos os direitos reservados e protegidos pela Lei 5.988 de 14/1...
À   memória de meus pais, com amor e gratidão,                                                  Manoel Cândido dos Passos...
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O Item 2METODOLOGIA-SIATOEF/Pg.45(SISTEMA INTEGRADOR DE ADMINISTRAÇÃO TÉCNICO-OPERACIONAL COM ECONÔMICO-FINANCEIRO PARA IN...
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DEMANDAS E OFERTAS DE AÇÕES INTEGRAIS DE SAÚDE DO BRASIL *PROGRAMAS-AIS ARTICULADOS COM *RECURSOS-AIS, *CUSTOS POR PROCESS...
1-Indicações BásicasParece claro que o setor de saúde, a exemplo dos demais setores, deve conhecer as DEMANDAS e OFERTAS d...
Observe que o Universal é porque contempla todos os Programas/Tipo de Atenção que compõem AIS. Com leis-de-formação de rat...
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Voltando aos três relatos referenciados, devo dizer que eles são a regra, sem exceção registrada. É a constataçãoda aplica...
surpreenderia se o leitor perguntasse: para que tudo isso? A resposta mais educada seria dizer que é para sairmosda barbár...
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1-Trata-se de livro que disponibiliza um novo olhar sobre o setor de saúde com cenários numerológicos de Ações Integrais de Saúde por Linhas de Cuidados Assistenciais(AIS/LCA) equalizadas e articuladas com Recursos-AIS/LCA, Custos por Processos-AIS/LCA, Receitas por Fontes-AIS/LCA e Desempenhos-AIS/LCA(Resultados, Valor Agregado e Níveis-RDID\Recursos Desbalanceados, Inadequados e Desarticulados). Contempla as leis-de-formação dos processos dos protocolos de AIS/LCA conforme perfis epidemiológicos das populações pediátrica, gestante, adulta e terceira idade. Assim, sinaliza as Demandas-AIS/LCA, Ofertas-AIS/LCA, Exclusões de Vidas com AIS(Demandas Reprimidas), Custo-Saúde no Custo-Brasil e Proposta de Readequações e Revitalizações do SUS ou modelagens de transformação dos Distritos de Saúde-RDID em Distritos de Saúde com Recursos Otimizados no momento de Qualidade Máxima com Custos Médios Mínimos e Remunerações Dignas.
2-O eBook "Saúde Merecida, Devida e Recebida no Brasil com Métricas Inferidas e Determinantes" por Orlando Cândido dos Passos já está disponível na Biblioteca de Referência do Ministério da Saúde:

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/saude_merecida_recebida_brasil.pdf

3-A opção de compra do livro em questão também pode ser recomendável porque dá direito ao recebimento dos sumários numerológicos de São Paulo\Estado e de São Paulo\Capital previsto para até o final de Abr2011. Logo, se poderá comparar com os cenários do Brasil, do livro em questão. Assim, ter-se-á os cenários de 190, 41 e 11 milhões de vidas. Observe que essa gradação parte de menos para mais recursos alocados por vida.

Dessa forma, teremos a atualização da “Visão Holística dos Perfis dos Cenários-AIS.RO x AIS.RDID de São Paulo\Capital(SPc), São Paulo\Estado(ESP) e Brasil de 2008”. Vide: www.stf.jus.br\Processos^Audiências Públicas^Saúde^ Contribuições da Sociedade Civil para a Audiência. Este é um dos três trabalhos de minha participação na Audiência Pública – Saúde do STF. Para mim representa uma advertência do tipo: “parem de jogar areia em nossos olhos com numerologia heterogênea e fragmentada”.

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  1. 1. SAÚDE MERECIDA, DEVIDA E RECEBIDA NO BRASIL COM MÉTRICAS INFERIDAS E DETERMINANTES DEMANDAS E OFERTAS DE AÇÕES INTEGRAIS DE SAÚDE DO BRASIL *PROGRAMAS-AIS ARTICULADOS COM *RECURSOS-AIS, *CUSTOS POR PROCESSOS-AIS, *RECEITAS-AIS, *DESEMPENHOS-AIS por Orlando Cândido dos Passos* USANDO FERRAMENTAS E BDs DA SIATOEF passos@siatoef.com.br1-ARTICULAÇÕES BÁSICAS - COM VISÃO OPERACIONAL PROGRAMAS DE PROGRAMAS DE PROCEDIMENTOS PROCEDIMENTOS RECURSOS RECURSOS HUMANOS HUMANOS INVESTIMENTOS INVESTIMENTOS DESPESAS DIRETAS DESPESAS DIRETAS DESPESAS INDIRETAS DESPESAS INDIRETAS C U S T O S C U S T O S R E C E I T A S R E C E I T A S INDICAÇÕES INDICAÇÕES BÁSICAS BÁSICAS2-DE ANÁLISES, SISTEMATIZAÇÕES E CONSOLIDAÇÕES DE: Aspectos Técnicos QUE PROCEDIMENTOS-AIS SÃO DISPONIBILIZADOS E NECESSÁRIOS, PARA QUAIS VIDAS, ONDE E COMO Aspectos Operacionais RECURSOS HUMANOS, INVESTIMENTOS, DESPESAS DIRETAS E DESPESAS INDIRETAS DISPONÍVEIS E NECESSÁRIOS AOS PROGRAMAS- AIS Aspectos Administrativos FERRAMENTAS ADMINISTRATIVAS DISPONÍVEIS E NECESSÁRIAS AOS PROGRAMAS-AIS Aspectos Econômico-Financeiros DEMANDAS, OFERTAS, RECURSOS, CUSTOS POR PROCESSOS, RECEITAS E DESEMPENHOS DOS PROGRAMAS-AIS – NO TEMPO3-PARA A NAVEGAÇÃO ORÇAMENTÁRIA POR PROCESSOS-AIS – INTEGRADOS E INTEGRADORES: DIAGNÓSTICO-AIS.RDID0 PROGNÓSTICO-AIS.RON SITUAÇÃO ATUAL PARAMETRIZADA BENCHMARKN TRATAMENTOS DE RDID1 A RON-1 BENCHMARKINGS1aN-1Eliminando as lacunas ainda ignoradas na situação atual - disponibilizando:Leis-de-Formação de AIS/LCA ou Métricas Inferidas e Determinantes - aplicáveis no que se entende por Administração e, portanto,válidas nos mercados de fatores de serviços;Valor Agregado de AIS/LCA - em nível de procedimento;Demandas ou Prognóstico-AIS/LCA.RONBenchmark;Ofertas ou Diagnóstico-AIS.RDID09Recursos Desbalanceados, Inadequados e Desarticulados - parametrizados;Tratamentos de RDID à ROBenchmarkings - Eventos que compõem Metas e Objetivos na direção de AIS.RO;Navegador Orçamentário por Processos ou Ferramenta de Monitoramento das Conformidades-AIS/LCA(processos dos protocolos deAIS/LCA aplicáveis aos perfis epidemiológicos das populações pediátrica, gestante, adulta e terceira idade);Exclusões de Vidas com AIS – por gestões-RDID(problemas estruturais) e por Falta de Recursos;Custo-Saúde no Custo-Brasil ou deseconomias do setor de saúde contabilizadas nos demais setores- referenciais importantes nasinescapáveis agendas positivas do setor;Modelagem de agenda positiva com demonstrações do quanto se agrega DA e NA sociedade. OPERACIONALIZAÇÃO DA SAÚDE COM QUALIDADE MÁXIMA, CUSTOS MÉDIOS MÍNIMOS E REMUNERAÇÕES DIGNAS .PROCESSOS DE ELIMINAÇÕES DOS DESBALANCEAMENTOS, INADEQUAÇÕES E DESARTICULAÇÕES DOS RECURSOS DAS INSTITUIÇÕES DE SAÚDE
  2. 2. SAÚDE MERECIDA, DEVIDA E RECEBIDA NO BRASIL COM MÉTRICAS INFERIDAS E DETERMINANTESOrlando Cândido dos Passos* Experiência de mais de quatro décadas em administração executiva eou formuladora de soluções integradas e integradoras – nas fasesde planejamento, implantação, operação, readequações e mistas - de INSTITUIÇÕES DE SAÚDE(IS) de qualquer porte(pública, filantrópica,privada e mista). Pesquisador independente, especialista em entrelaçamentos equalizados dos aspectos TÉCNICOS-IS comOPERACIONAIS-IS – usando adequadas FERRAMENTAS ADMINISTRATIVAS que, simultaneamente, fazem as explicitações ECONÔMICO-FINANCEIRAS respectivas. Com esse MODELO OPERACIONAL PARA INSTITUIÇÕES DE SAÚDEMOIS assegura-se a integridade dasInformações-IS PÚBLICAS, FILANTRÓPICAS, PRIVADAS e MISTAS. Neste, os processamentos ocorrem sem renomenclaturarizações eoumutilações de conceitos universais validados. Trata-se de modelagens que internalizam as leis-de-formação dos processos dosprotocolos das LINHAS DE CUIDADOS ASSISTENCIAIS-IS - aplicáveis aos perfis epidemiológicos de suas populações pediátrica, gestante,adulta e terceira idade, conforme seus perfis epidemiológicos.Na década de 1970 lecionou Micro-Economia, Econometria, Economia de Empresas em várias faculdades, tais como: São LuizSP,AnchietaJundiaí, FGV.EAESPConvênio com HCFMUSP. Palestrante convidado em Cursos de Especialização em AdministraçãoHospitalar e Sistemas de Saúde e no Mestrado em Administração em Saúde do PROAHSA da FGV.Professor convidado para ministrar,esporadicamente em outros estados, a Disciplinas de Custos e Orçamento nos Cursos de Especialização em Administração Hospitalar eSistemas de Saúde do PROAHSA da FGV. passos@siatoef.com.br OPERACIONALIZAÇÃO DA SAÚDE COM QUALIDADE MÁXIMA, CUSTOS MÉDIOS MÍNIMOS E REMUNERAÇÕES DIGNAS 0PROCESSOS DE ELIMINAÇÕES DOS DESBALANCEAMENTOS, INADEQUAÇÕES E DESARTICULAÇÕES DOS RECURSOS DAS INSTITUIÇÕES DE SAÚDE
  3. 3. Orlando Cândido dos Passos SAÚDE MERECIDA, DEVIDA E RECEBIDA NO BRASIL COM MÉTRICAS INFERIDAS E DETERMINANTES 1ª edição São Paulo Edição do Autor 2011
  4. 4. Copyright © 2011 by Orlando Cândido dos Passos Todos os direitos reservados e protegidos pela Lei 5.988 de 14/12/73. Nenhuma parte deste livro, sem autorização prévia por escrito do autor, poderá ser reproduzida ou transmitida sejam quais forem os meios empregados: eletrônicos, mecânicos, fotográficos, gravação ou quaisquer outros.Dados Internacionais de Catalogação na Publicação(CIP)(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) PASSOS, ORLANDO CÂNDIDO DOS SAÚDE MERECIDA, DEVIDA E RECEBIDA NO BRASIL COM MÉTRICAS INFERIDAS E DETERMINANTES / ORLANDO CÂNDIDO DOS PASSOS. -- 1. ED. -- SÃO PAULO: ED. DO AUTOR, 2011. Bibliografia: ISBN 978-85-911971-0-1 1.ECONOMIA DA SAÚDE 2.INSTITUIÇÕES DE SAÚDE – ADMINISTRAÇÃO 3.INSTITUIÇÕES DE SAÚDE – BRASIL 4.INSTITUIÇÕES DE SAÚDE – CUSTOS 5.INSTITUIÇÕES DE SAÚDE – ORÇAMENTO 6.INSTITUIÇÕES DE SAÚDE – PLANEJAMENTO I.TÍTULO. 11-02544 CDD-362.10981Índices para catálogo sistemático:1.BRASIL: SAÚDE: ADMINISTRAÇÃO: ECONOMIA DA SAÚDE - 362.109812.BRASIL: SAÚDE: PLANEJAMENTO: BEM ESTAR SOCIAL - 362.10981 Orlando Cândido dos Passos passos@siatoef.com.br 11 3804-85059520-3263
  5. 5. À memória de meus pais, com amor e gratidão, Manoel Cândido dos Passos e Julieta Pereira dos Santos  Aos saudosos amigos, é inescapável dizer que permanece a minha profunda gratidão: *por terem disponibilizado momentos mágicos que me fizeram consolidar enorme amor pela educação e cultura: AURO DE MOURA ANDRADE, CARLOS ALBERTO ALVES DE CARVALHO PINTO, PEDRO TUCCURI, VALDECY VALENÇA e VICTOR GIALUISI NETO e *pela parceria na crença de que administrar saúde é uma boa forma de promover o desenvolvimento - desde que operacionalizada sistemicamente: ANTONIO SALLES LEITE e OSCAR CEZAR LEITE. Aos meus filhos Orlando, Athayde e Ademar - registro minha imensa gratidão, com muito amor e carinho, por terem me liberado paraessa jornada de busca do setor de saúde que todos merecem. Também quero estender esses agradecimentos aos demais entesqueridos - que entenderam que essa missão restringe meu tempo para agenda social.  Acreditoque minha vida foi iluminada e elevada a melhores níveis -de várias formas- por profissionais eou amigos(as), aos quais devo agradecer de coração – consignando minha amizade incondicional: Ademar Kyotoshi Sato, Albino Borini Filho, Alfredo Manoel da Silva Fernandes, Athayde Rosa, Angelo Atalla, Carlos Roberto Catelli, Cristovam Wanderley Picanço Diniz, Ernani Calbucci Junior Fúlvio Pileggi, Giuseppina Raineri, José Manoel de Camargo Teixeira, Luiz Alberto Tavares, Maria Emília Dias e Nadir Trivellato. OPERACIONALIZAÇÃO DA SAÚDE COM QUALIDADE MÁXIMA, CUSTOS MÉDIOS MÍNIMOS E REMUNERAÇÕES DIGNAS . 2PROCESSOS DE ELIMINAÇÕES DOS DESBALANCEAMENTOS, INADEQUAÇÕES E DESARTICULAÇÕES DOS RECURSOS DAS INSTITUIÇÕES DE SAÚDE
  6. 6. SAÚDE MERECIDA, DEVIDA E RECEBIDA NO BRASIL COM MÉTRICAS INFERIDAS E DETERMINANTES DEMANDAS E OFERTAS DE AÇÕES INTEGRAIS DE SAÚDE DO BRASIL *PROGRAMAS-AIS ARTICULADOS COM *RECURSOS-AIS, *CUSTOS POR PROCESSOS-AIS, *RECEITAS-AIS, *DESEMPENHOS-AIS DIAGNÓSTICO-AIS.RDID0 PROGNÓSTICO-AIS.RON SITUAÇÃO ATUAL PARAMETRIZADA BENCHMARKN TRATAMENTOS DE RDID1 A RON-1 BENCHMARKINGS1aN-1Sumário Geral:0-Apresentação Pág071-Indicações Básicas-AIS^Brasil-2009 – Incluindo Simulações do Período 2010-2030 Pág122-Metodologia-SIATOEF(Sistema Integrador de Administração Técnico-Operacional com Econômico- Financeiro para Instituições de Saúde)Aplicação com Visão Operacional Pág453-Programas-AIS/LCA.RO^Brasil-2009Parametrização Pág814-Recursos Humanos por Processos-AIS/LCA.RO^Brasil-2009Parametrização Pág1145-Despesas Diretas^Indiretas por Processos-AIS/LCA.RO^Brasil-2009Parametrização Pág1576-Investimentos por Processos-AIS/LCA.RO^Brasil-2009Parametrização Pág1707-Custos por Processos-AIS/LCA.RO^Brasil-2009Parametrização Pág2098-Referenciais de Preços de Venda-AIS/LCA.RO^Brasil-2009Parametrização Pág2289-Alguns Referenciais das Ofertas-AIS.RDID^Brasil-2009 Pág23910-Elucidações Complementares Pág24610a-Símbolos, Siglas e Conceituação Aplicada Pág24710b-Sumário das Demandas-AIS.RO e Ofertas-AIS.RDIDBrasil-2009 e DST-Br2009 Pág26610c-Cenários-AIS/LCA do DST.RO-Br2009 – PROGRAMAS articulados com RECURSOS, CUSTOS POR PROCESSOS e RECEITAS POR FONTES Pág26910d-Numerologia da Política SalarialPolítica de Recursos Humanos-AIS/LCA.RO^Br2009 por Equipe e Cargo-Função – em Carreira Profissional Pág32410e-Sumário dos Efeitos das Ofertas-AIS.RDID do Brasil^2010-2030 Pág40310f-Evolução das Exclusões de Vidas com AIS do Brasil^2011-2030 Pág405 OPERACIONALIZAÇÃO DA SAÚDE COM QUALIDADE MÁXIMA, CUSTOS MÉDIOS MÍNIMOS E REMUNERAÇÕES DIGNAS 6PROCESSOS DE ELIMINAÇÕES DOS DESBALANCEAMENTOS, INADEQUAÇÕES E DESARTICULAÇÕES DOS RECURSOS DAS INSTITUIÇÕES DE SAÚDE
  7. 7. DEMANDAS E OFERTAS DE AÇÕES INTEGRAIS DE SAÚDE DO BRASIL *PROGRAMAS-AIS ARTICULADOS COM *RECURSOS-AIS, *CUSTOS POR PROCESSOS-AIS, *RECEITAS-AIS, *DESEMPENHOS-AIS DIAGNÓSTICO-AIS.RDID0 PROGNÓSTICO-AIS.RON SITUAÇÃO ATUAL PARAMETRIZADA BENCHMARKN TRATAMENTOS DE RDID1 A RON-1 BENCHMARKINGS1aN-10-ApresentaçãoEste item é uma visão de conjunto das DEMANDAS e OFERTAS de ações integrais de saúde(AIS) na escala do Brasil-2009. A partir daí têm-se as CAPACIDADES DE ATENDIMENTOS com recursos alocados no mercado de fatores - peloSUS e sistemas AMS e Particular.Como corolário direto têm-se as Exclusões de Vidas com AIS(DEMANDAS REPRIMIDAS), explicitadas por problemasestruturais ou GESTÕES-RDID(RECURSOS DESBALANCEADOS, INADEQUADOS E DESARTICULADOS) e por FALTA DE RECURSOS – queIndiretamente podem ser atribuídas às gestões-RDID.O fechamento desse cenário se dá com a sinalização das externalidades do setor de saúde como CUSTO-SAÚDE NOCUSTO-BRASIL.Trata-se de explanação que demonstra a gravidade dos problemas estruturais do setor de saúde brasileiro epretende evidenciar, já nesse primeiro passo, a existência de proposta de operacionalização de círculo virtuosocapaz de eliminar amigavelmente essa situação extremamente desconfortável. OPERACIONALIZAÇÃO DA SAÚDE COM QUALIDADE MÁXIMA, CUSTOS MÉDIOS MÍNIMOS E REMUNERAÇÕES DIGNAS 7.PROCESSOS DE ELIMINAÇÕES DOS DESBALANCEAMENTOS, INADEQUAÇÕES E DESARTICULAÇÕES DOS RECURSOS DAS INSTITUIÇÕES DE SAÚDE
  8. 8. 0-Apresentação“A teoria faz a estranha afirmação de que cada observador em movimento relativo tem uma percepção diferente dasdistâncias e do tempo. Isso significa, como veremos, que os ponteiros de dois relógios idênticos usados por doisindivíduos em movimento relativo avançarão a ritmos diferentes e, portanto, não estarão de acordo quanto ao tempotranscorrido entre dois eventos determinados. A relatividade especial demonstra que essa afirmação não é umadenúncia quanto à falta de precisão dos relógios, e sim que ela reflete uma característica do próprio tempo. Domesmo modo, dois observadores em movimento relativo não concordarão quanto ao comprimento das distânci asque medem. Também aqui, isso não se deve à imprecisão dos instrumentos de medida nem a erros cometidos emseu uso. ...Já faz quase um século que Einstein revelou ao mundo a sua descoberta sensacional e, no entanto,praticamente todos nós continuamos a pensar no espaço e tempo em termos absolutos. A relatividade especial nãoexiste dentro de nós; nós não a sentimos. As suas implicações não formam parte da nossa intuição.”Brian Greeneem “O Universo elegante”Editora Schwarcz-2001.Acredito na máxima que surgiu com advento da ONU: ADMINISTRAR SAÚDE É UMA BOA FORMA DE SE PROMOVER ODESENVOLVIMENTO. Logo, devo usar essa crença como motivação maior para realizar este livro. Mas, ao que parece,o que se entende por Administração passa ao largo do setor de saúde brasileiro – sem gerar desconfortos aos seusadministradoresgestores. A situação atual, que vem de longe, explicita desorbitamento incomum que tornainescapável a percepção de que - o que se entende por Administração inexiste dentro deles. É inexplicável comonão se dão conta que somar unidades heterogêneas como hemograma com m2 de área limpa e cirurgia, porexemplo, é inaceitável em qualquer cultura. E, por falar em cultura, a de desculpas também. Com essas somas,geram vistosos relatórios que resultam em reuniões, livros, palestras, matérias para as mídias e consubstanciam asgrades que lecionam. Ao final, têm-se os mesmos discutindo o mesmo e ampliando o círculo com seus discípulos –que entram nessa armadilha e não sabem como sair. Como culpá-los? É o que podem fazer e recebem bem porisso. Trata-se de um setor muito sistêmico e importante que está sendo operacionalizado com gestões-RDID(RECURSOSDESBALANCEADOS, INADEQUADOS E DESARTICULADOS) – que só acentuam seus problemas estruturais. Mas, por conta dessas posturas,O SETOR DE SAÚDE QUE TODOS MERECEM - fica excluído de agenda positiva.Nesse cenário, foi inevitável deixar de observar as lacunas básicas das gestões-RDID e focar a inicialização de suaseliminações - com a internalização de novos conhecimentos, tecnologias e ferramentas próprias para instituições desaúde como instituições de conhecimentos, que são. É esse o alvo deste livro.O que veremos em “Saúde Merecida, Devida e Recebida do BrasilMétricas Inferidas e Determinantes” não é umadenúncia sobre os processos dos protocolos técnico-operacionais aplicáveis aos perfis epidemiológicosdas populações pediátrica, gestante, adulta e terceira idade do Brasil-2009. Trata-se de evidências dos níveisde desbalanceamentos, inadequações e desarticulações dos recursos alocados ou problemas estruturais do setorde saúde brasileiro – que estão gerando desorbitamentos nos níveis aceitáveis de eficiência e eficácia econômicaou custos e preços. Ocorre que ao longo do tempo, esse desempenho insatisfatório impacta os aspectos técnicos eoperacionais e seus respectivos níveis de eficiência e eficácia.Se pararmos para ver e enxergar a saúde da população, parece inescapável a percepção de que isso já vemocorrendo. Os que aceitam essa realidade como já em curso e estão interessados na reversão - perguntam: o queestá errado e como consertar? Ao que tudo indica, o que está errado é ignorar a disciplina Administração focada nosprocessos dos protocolos de AIS/LCA(AÇÕES INTEGRAIS DE SAÚDE/LINHAS DE CUIDADOS ASSISTENCIAIS). Em outras palavras, Administrarsaúde sistemicamente. Por isso, o setor de saúde acumulou os atuais níveis estratosféricos de problemasestruturais – que chamo de gestões-RDID. E o como consertar, no tempo, é a proposta deste livro.No momento, o setor de saúde continua sendo tocado por “administração com modelo operacional de indústria ecomércio” onde o mais importante é o resultado financeiro – evidenciada pela quase inexistente atenção dada aosproblemas estruturais de grande monta e crescentes. Além disso, preponderantemente, é um ambiente hostil àsdiscussões de modelos aderentes às especificidades das IS (INSTITUIÇÕES DE SAÚDE) como instituições de conhecimentos.Estou falando de modelo que capture e processe sistemicamente as complexidades de detalhes e dinâmicas das IS.Trata-se de seus aspectos técnico-operacionais integrados com os econômico-financeiros respectivos. É esse ogrande diferencial que, sistematicamente, têm sido desperdiçado.É inaceitável que se continue a tratar fragmentariamente as linhas de cuidados assistenciais das instituições desaúde – que compõem AIS ou setor de saúde. O que deve ser feito é processar as LCA/IS sistemicamente - com aspropriedades sinérgicas das modelagens integradas e integradoras. Se o alvo é operacionalizar o SETOR DE SAÚDEQUE TODOS MERECEM é inescapável vê-lo se auto-organizando de forma integrativa e cooperativa, no espaço e notempo. Para isso, o setor de saúde, em nível de tipo de atenção, deve contar com ferramentas adequadas paraviabilizar a Administração das Conformidades-IS, em tempo real.Para visualizarmos esse aspecto recorro ao raciocínio de Fritjof Capra que em seu livro “O Ponto deMutação”Ed.Cultrix-1982^Pg275 têm-se a “Árvore sistêmica representando vários níveis de complexidade dentro deum organismo vivo individual.” Através dessa árvore, ele ilustra a existência de “interligações e interdependênciasentre todos os níveis sistêmicos; cada nível interage e comunica-se com seu meio ambiente total. O tronco daárvore sistêmica indica que o organismo individual está ligado a sistemas sociais e ecológicos mais vastos, que, porsua vez, têm a mesma estrutura da árvore.” OPERACIONALIZAÇÃO DA SAÚDE COM QUALIDADE MÁXIMA, CUSTOS MÉDIOS MÍNIMOS E REMUNERAÇÕES DIGNAS 8.PROCESSOS DE ELIMINAÇÕES DOS DESBALANCEAMENTOS, INADEQUAÇÕES E DESARTICULAÇÕES DOS RECURSOS DAS INSTITUIÇÕES DE SAÚDE
  9. 9. Similarmente, podemos visualizar uma INSTITUIÇÃO DE SAÚDE(ORGANISMO) composta por *UNIDADES DE ADMINISTRAÇÃOGERAL(SISTEMA DE ÓRGÃOS OU DIREÇÃO GERAL, DIREÇÃO DE ASSISTÊNCIA MÉDICO-HOSPITALAR, DIREÇÃO DE ENSINO E PESQUISA E DIREÇÃO DE PLANEJAMENTO E GESTÃO),*UNIDADES DE GESTÃO(ÓRGÃOS OU UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE, AMBULATÓRIO DE ESPECIALIDADES, PROGRAMAS ESPECIAIS, EMERGÊNCIA^URGÊNCIA, INTERNAÇÕES EMENFERMARIAS, INTERNAÇÕES ESPECIAISUTIS, CENTRO CIRÚRGICO, CENTRO GINECO-OBSTÉTRICO, SERVIÇOS AUXILIARES AOS DIAGNÓSTICOS E TERAPÊUTICOS, UNIDADES DE APOIO que contemplam as *LINHAS DE CUIDADOS ASSISTENCIAISDIRETO, UNIDADES DE APOIO INDIRETO, ENSINO E PESQUISA NOS AMBIENTES DE ASSISTÊNCIA)COM OS PROCESSOS DE SEUS PROTOCOLOS(TECIDOS) e que, por sua vez, atendem as populações(PEDIÁTRICA, GESTANTE, ADULTA ETERCEIRA IDADE – CONFORME PERFIS EPIDEMIOLÓGICO RESPECTIVOS) pelos *PROFISSIONAIS/EQUIPE(CÉLULAS OU EQUIPES MÉDICA, ENFERMAGEM,MULTIPROFISSIONAL DIRETA e MULTIPROFISSIONAL INDIRETA).Observe que as LCA contemplam as interações dos Processos de seus Protocolos interagindo com as populaçõesusuárias(PEDIÁTRICA, GESTANTE, ADULTA E TERCEIRA IDADE) de acordo com seus perfis epidemiológicos e, simultaneamente, matemsuas interdependências para sustentar o funcionamento satisfatório das IS – conforme os determinismos edeterminantes de suas metas e objetivos, no tempo.Cada LCA está ligada às demais pelos perfis epidemiológicos e delas dependem mutuamente para seadaptarem e evoluírem. Os processos dos protocolos de cada LCA lhes dão identidade e autonomia noâmbito de suas inter-relações. Mas, no todo ou âmbito da IS, são suas interdependências com as demaisLCA que lhes assegura adaptação com evolução e, simultaneamente, com sua influência auto-organizadorapromove o equilíbrio dinâmico do todo ou IS.Acreditando nesses processos sistêmicos –integrados e integradores- julguei indispensável pensar em atuardiretamente na eliminação de lacunas básicas, ainda ignoradas pelas inaceitáveis gestões-RDID, disponibilizandoas ferramentas que viabilizam as melhores posturas proativas e propositivas de Administração por gestões dedesempenho sustentável, ou seja:  Leis-de-Formação de AIS/LCA ou Métricas Inferidas e Determinantes - válidas nos mercados de fatores de serviços;  Valor Agregado de AIS/LCA - em nível de procedimento;  Demandas ou Prognóstico-AIS/LCA.RONBenchmark(RECURSOS OTIMIZADOS NO MOMENTO DE QUALIDADE MÁXIMA COM CUSTOS MÉDIOS MÍNIMOS E REMUNERAÇÕES DIGNAS OU EFICIÊNCIA E EFICÁCIA DOS PROCESSOS DOS PROTOCOLOS TÉCNICO-OPERACIONAIS DE SAÚDE ECONÔMICO-FINANCEIRA DE PERENIDADE) – em UnEsp(HEMOGRAMA, CONSULTA, M2 DE ÁREA LIMPA, M3 DE OXIGÊNIO, CIRURGIA, INTERNAÇÃO) equalizadas com UnEqv(neste livro a UnEqv é a consulta médica sem procedimentos, devidamente contextualizada – que pode ser substituída por qualquer outro Procedimento-AIS);  Ofertas ou Diagnóstico-AIS.RDID0(RECURSOS DESBALANCEADOS, INADEQUADOS E DESARTICULADOS – PARAMETRIZADOS) – em UnEsp equalizadas com UnEqv; Tratamentos de RDID1 à RON-1Benchmarkings – com eventos que compõem METAS e OBJETIVOS na direção de AIS.RON – em UnEsp equalizada com UnEqv;  Navegador Orçamentário por Processos ou Ferramenta de Monitoramento das Conformidades- AIS/LCA0aN(PROCESSOS DOS PROTOCOLOS DE AIS/LCA APLICÁVEIS AOS PERFIS EPIDEMIOLÓGICOS DAS POPULAÇÕES PEDIÁTRICA, GESTANTE, ADULTA E TERCEIRA IDADE), em UnEsp equalizadas com UnEqv;  Exclusões de Vidas com AIS por gestões-RDID(PROBLEMAS ESTRUTURAIS) - em Vidas, UnEsp e UnEqv e R$;  Exclusões de Vidas com AIS por Falta de Recursos (DECORRENTES DAS GESTÕES-RDID) - em Vidas, UnEsp e UnEqv e R$;  Custo-Saúde no Custo-Brasil ou deseconomias do setor de saúde contabilizadas nos demais setores, referenciais importantes nas inescapáveis agendas positivas do setor - em Vidas, UnEsp e UnEqv e R$;  Agenda positiva com demonstrações do quanto se agrega DA e NA sociedade - em Vidas, UnEsp e UnEqv e R$.Com essas ferramentas o setor de saúde poderá economizar a energia gasta com explicações fragmentárias epredatórias atuando sistemicamente - porque números são números e ao discordar é só trocá-los. Mas, terá deverificar se a resultante sinaliza informações consistentes e factíveis. Se for o caso, é só agir - focando o dever dosetor de saúde em relação à sociedade. Dessa forma, pode manter atualizados os indicadores de eficiência eeficácia técnico-operacionais de saúde econômico-financeira de perenidade.Antes de apresentar as ferramentas em questão, ressalto que no Item-1INDICAÇÕES BÁSICAS/Pg12 - têm-se umsumário dos cenários numerológicos das Ofertas-AIS/LCA.RDID^Brasil-2009 comparados com as Demandas-AIS/LCA.RO ou ponto onde deveríamos está. Aí, espero, o leitor verá que o novo ferramental está disponível comvisão operacional e aplicado em AIS/LCA do Brasil-2009. Também, observará que está diante de um livro queindepende de consulta bibliográfica adicional – porque suas demonstrações são feitas com o uso do BD-SIATOEF(QUE CONTEMPLA DADOS PRIMÁRIOS E DERIVADOS PRÓPRIOS MAIS DADOS DOS DEMAIS) - que para se manter atualizado internaliza dadosprimários das demais fontes que são acessáveis via web, tais como: *IBGE; *DataSUS; *ANSAgência Nacional deSaúde Suplementar; *SIOPSSistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde; *SenadoOrçamentoda União; *CNESCadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde; *Secretarias Estaduais de Saúde; *SecretariasMunicipais de Saúde; *Ministério da Fazenda; *Secretarias Estaduais de Finanças, *Secretarias Municipais deFazenda; *Ministério do Planejamento; *Secretarias Estaduais de Planejamento; *Secretarias Municipais dePlanejamento; *FGV-Dados; *IPEAInstituto de Pesquisa Econômica Aplicada; *Banco Central; *Outros(ABRAFARMA,ANAHP, BIREME, CEBES, FEBRAPAR, FIOCRUZ, FIPE, IESS, IESCUFRJ, NESP, INDICADORES-PROAHSA). Assim, conta com as informaçõesnecessárias e suficientes para perceber eou testar as consistências respectivas. Também, conta com referenciaisabsolutos e relativos. Além disso, têm-se uma nanosíntese do que deve ser feito para a reversão indispensável. OPERACIONALIZAÇÃO DA SAÚDE COM QUALIDADE MÁXIMA, CUSTOS MÉDIOS MÍNIMOS E REMUNERAÇÕES DIGNAS 9.PROCESSOS DE ELIMINAÇÕES DOS DESBALANCEAMENTOS, INADEQUAÇÕES E DESARTICULAÇÕES DOS RECURSOS DAS INSTITUIÇÕES DE SAÚDE
  10. 10. O Item 2METODOLOGIA-SIATOEF/Pg.45(SISTEMA INTEGRADOR DE ADMINISTRAÇÃO TÉCNICO-OPERACIONAL COM ECONÔMICO-FINANCEIRO PARA INSTITUIÇÕESDE SAÚDE), apresenta suas modelagens integradas e integradoras de processamentos de complexidades dinâmicas ede detalhes em diagramas que contemplam a numerologia processada.A partir daí o leitor terá as decodificações eou elaboração das leis-de-formação agrupadas nos “tijolos” dasDemandas-AIS/LCA^Brasil-2009Benchmark. Em outras palavras, tem os *Programas-AIS/LCA.RO sinergicamentearticulados com *Recursos-AIS/LCA.RO, *Custos por Processos-AIS/LCA, *Receitas por Fontes-AIS/LCA.RO e*Desempenhos-AIS/LCA.RO.No Item-3PROGRAMAS-AIS/LCA^BRASIL-2009PARAMETRIZAÇÃO/Pg81, o leitor terá as MÉTRICAS que determinam asDemandas-AIS/LCA.RO ou Programas-AIS/LCA.RO. Trata-se das LEIS-DE-FORMAÇÃO ou métricas dos processosdos protocolos aplicáveis aos programas de procedimentos necessários e suficientes para atender plenamente asnecessidades das populações pediátrica, gestante adulta e terceira idade - conforme perfis epidemiológicosrespectivos. As numerologias estão agregadas por LCA. As informações respectivas em nível de procedimentoestão no anexo 10c.1(Programas-AIS/LCA do DST.RO^Brasil-2009Pg271a277) e 10c.2(Ambientes de Internações de 10c.2Pg278).O Item-4RECURSOS HUMANOS-AIS/LCA^BRASIL-2009/Pg114 consiste nas métricas que determinam os RecursosHumanos/Equipe e Cargo-Função necessários e suficientes às Demandas-AIS/LCA.RO constantes no Item-3. Trata-se da captura das propriedades dos Programas-AIS/LCA.RO constantes no Item 3 e conversão nas suas LEIS-DE-FORMAÇÃO ou métricas de alocação de RECURSOS HUMANOS/EQUIPE e CARGO-FUNÇÃO - para as disponibilizações dasdemandas em questão. Aqui, também, as numerologias estão agregadas por LCA e as informações respectivas emnível de procedimento estão no anexo 10c.3(Recursos Humanos-AIS/LCA do DST.RO^Brasil-2009Pg279a285).No Item-5DESPESAS DIRETAS E INDIRETAS-AIS/LCA^BRASIL-2009PARAMETRIZAÇÃO-Pg157, o leitor terá as DESPESASDIRETAS E INDIRETAS necessárias e suficientes às disponibilizações das demandas referenciadas no Item-3, conformeas MÉTRICAS decorrentes das propriedades dos programas em questão. Os valores são os sintéticos por LCA comos em nível de procedimento no anexo 10c.4(Despesas Diretas e Indiretas-AIS/LCA do DST.RO^Brasil-2009Pg286a290).Ao se chegar no Item-6INVESTIMETOS-AIS/LCA^BRASIL-2009PARAMETRIZAÇÃO-Pg170, têm-se as propriedades dosProgramas-AIS/LCA constantes no Item 3 convertidas nas LEIS-DE-FORMAÇÃO aplicáveis - na alocação deINVESTIMENTOS necessários e suficientes às disponibilizações das demandas em questão. Lembrando que essesINVESTIMENTOS compreendem: *Edificações, *Equipamentos(CLÍNICOS, CIRÚRGICOS, LABORATORIAIS, MECÂNICOS, DEMAIS), *Veículos,*Informática, *Requalificações, *Especializações e *Capital de Giro. As numerologias estão agregadas por LCA comas em nível de procedimento no anexo 10c.5(Investimentos,Custos de Capital e Capital de Giro do DST.RO^Brasil-2009Pg291a296).No Item-7CUSTOS POR PROCESSOS-AIS/LCA^BRASIL-2009PARAMETRIZAÇÃO-Pg209, têm-se a captura do conjunto depropriedades dos *PROGRAMAS-AIS/LCA.RO articulados com os de *RECURSOS HUMANOS-AIS/LCA.RO, *DESPESASDIRETAS E INDIRETAS-AIS/LCA.RO e *INVESTIMENTOS-AIS/LCA.RO – que são convertidas nas LEIS-DE-FORMAÇÃO deCUSTOS POR PROCESSOS-AIS/LCA.RO(IS-Públicas, IS-Filantrópicas, IS-Privadas e IS-Mistas). Logo, têm-se MÉTRICAS processadasinternalizando eficiência e eficácia técnico-operacionais. Assim, têm-se os CUSTOS que representam indicadores deeficiência econômica válidos no mercado de fatores. Como nos itens anteriores, as numerologias estão agregadaspor LCA com as em nível de procedimento no anexo 10c.6(Custos Totais e Médios do DST.RO^Brasil-2009Pg297a316).Já o Item 8REFERENCIAIS DE PREÇOS DE VENDA-AIS/LCA^BRASIL-2009-Pg228 consiste nos referenciais de RECEITASPOR FONTES-AIS/LCA.RO(Clientes-SUS, Clientes-AMS e Clientes-Particular) e corresponde aos indicadores de eficácia econômicaporque são embasados nos CUSTOS POR PROCESSOS respectivos. As MÉTRICAS de Preços de Venda por Fontes-AIS/LCA são dadas pela captura de CUSTOS POR PROCESSOS e internalização dos protocolos aplicáveis às MARGENSDE LUCRO(sistemas AMSParticular) e dos ENCARGOS SOBRE FATURAMENTOS. Também aqui, as numerologias estãoagregadas por LCA com as em nível de procedimento no anexo 10c.7 (Preços de Venda do DST.RO^Brasil-2009Pg317a323).No Item 9Alguns Referenciais das Ofertas-AIS.RDID^Brasil-2009-Pg239 - têm-se algumas sinalizações dosdesorbitamentos nos equipamentos, leitos, internações, recursos humanos e sucateamento.As elucidações complementares estão no Item 10 -Pg246 e corresponde ao analítico dos demais itens, ou seja:aSímbolos, Siglas e Conceituação Aplicada; bSumário das Demandas-AIS e Ofertas-AIS do Brasil-2009 comexplicitação das Exclusões de Vidas com AIS e Custo Saúde no Custo-Brasil com valores nominais da ANS eequalizados pelo SIATOEF; cProgramas-AIS/LCA.RO articulados com Recursos-AIS/LCA, Custos por Processos-AIS/LCA, Receitas por Fontes-AIS/LCA e Desempenhos-AIS/LCA – em nível de procedimento; dReferenciais dePolítica de Recursos Humanos^Política Salarial - por Equipe e Cargo-Função com remunerações consideradascomo dignas. Os valores percebidos acima desses referenciais são computados como LUCRO; eSumário dosCenários-AIS.RDIDBrasil^2010-2030 e fSumário dos Cenários-AIS.ROBrasil ^2010-2030.Quero finalizar esta apresentação destacando os dados que motivaram o título deste livro - “SAÚDE MERECIDA,DEVIDA E RECEBIDA NO BRASIL COM MÉTRICAS INFERIDAS E DETERMINANTES”.O Brasil-2009 contava com 188,643 milhões de vidas e tinha recursos alocados que poderiam ter atendido 142,288milhões de vidas com ações integrais de saúde (AIS). Mas, só atendeu até 79,53 milhões. Logo, as métricas deAIS/LCA sinalizam Exclusões de 109,114 milhões de Vidas com AIS. Além disso, essas EXCLUSÕES geram R$091,022 TRILHÃO/ANO - de deseconomias que são contabilizadas nos demais setores da sociedade. Trata-se do CUSTO-SAÚDE NO CUSTO-BRASIL.Nessa condição, de devedor em níveis estratosféricos, não faz sentido olhar para traz. O mais recomendável é focaras melhores posturas proativas e propositivas da Administração e partir para a reversão. Estou falando das OPERACIONALIZAÇÃO DA SAÚDE COM QUALIDADE MÁXIMA, CUSTOS MÉDIOS MÍNIMOS E REMUNERAÇÕES DIGNAS 10.PROCESSOS DE ELIMINAÇÕES DOS DESBALANCEAMENTOS, INADEQUAÇÕES E DESARTICULAÇÕES DOS RECURSOS DAS INSTITUIÇÕES DE SAÚDE
  11. 11. eliminações dos problemas estruturais do setor de saúde ou gestões-RDID – refletidas como deseconomias geradaspelo setor de saúde.Com esse status, nada bom, o setor de saúde deve seduzir os demais setores propondo agenda positiva compleitos que demonstrem o quanto agregam DA e NA sociedade. Em outras palavras, quanto de APOIO FINANCEIROnecessita para converter em RECURSOS para eliminar seus problemas estruturais. Evidentemente, está implícito queessa solicitação de apoio financeiro deve ser explicitada – devidamente casada com a inescapável contraprestaçãoda eliminação das deseconomias geradas pelo setor ou CUSTO-SAÚDE NO CUSTO-BRASIL.Como no Item 1 veremos esses aspectos com mais detalhes, vamos para uma visão de conjunto explicitando oentendimento do que se chama de saúde “merecida”, “devida” e “recebida”. Quadro-1a: Demandas x Capacidade x Ofertas DisponibilizadasBrasil-2009 1 2 3 4 Discriminação DemandasMerecida DemandasMerecida CapacidadeDevida Ofertas.RDIDRecebidas 5 5 5 5 Vidas No. % s/Tot-Br Vidas No. % s/Tot-Br Vidas No. % s/Tot-Br Vidas No.. % s/Tot-BrSUS 133.329.707 70,678% 165.809.022 87,896% 105.719.835 56,042% 58.680.151 31,106% 6Sistema-AMS 53.427.174 28,322% 21.899.024 11,609% 35.070.140 18,591% 19.949.009 10,575%Particular 1.886.433 1,000% 935.267 0,496% 1.497.781 0,794% 900.581 0,477% Brasil-2009 188.643.313 100,00% 188.643.313 100,00% 142.287.756 75,43% 79.529.741 42,16% 1 2Notas: Corresponde ao atendimento pleno das Demandas-AIS/LCA da população por cobertura com Dados Nominais da ANS; Corresponde ao 3atendimento pleno das Demandas-AIS/LCA das população por cobertura com Dados-ANSEqualizados; Corresponde a Capacidade deAtendimento de Vidas com AIS - equalizadas pelo SIATOEF(Sistema Integrador de Administração Técnico-Operacional com Econômico-Financeiro para 4 5Instituições de Saúde); Corresponde às Ofertas-AIS.RDID. Trata-se do atendimento do setor de saúde quantificado em Vidas com AIS; Vidas com 6AIS - equalizadas pelo SIATOEF; AMS=Assistência Médica Suplementar que é composta por: Medicina de Grupo, Cooperativas Médicas,Planos Próprios das Empresas, CIEFAS, Seguradoras. Quadro-1b: Exclusões de Vidas com AIS com Dados Nominais da ANS e EqualizadosBrasil-2009 DISCRIMINAÇÃO COM DADOS NOMINAIS-ANS COM DADOS-ANSEQUALIZADOS VIDASNO. % S/TOT-BR VIDASNO. % S/TOT-BR 1-S U S 74.649.556 39,572% 107.128.871 98,181% 2-Sistema-AMS 33.478.165 30,682% 1.950.016 1,787% 3-Particular 985.852 0,904% 34.686 0,032% Exclusões de Vidas com AIS no Brasil-2009 109.113.573 100,00% 109.113.573 100,00% >Exclusões por Gestões-RDID 62.758.016 57,52% 49.024.386 44,93% >Exclusões por Falta de Recursos 46.355.557 42,48% 60.089.187 55,07%As MÉTRICAS de AIS/LCA sinalizam que as Exclusões são devidas às gestões-RDID e contam com dois tipos deExclusões. Para calcular esses dois tipos com os dados nominais da ANS considere: POR GESTÕES-RDID(DIRETAMENTE) as CAPACIDADES menos OFERTAS e POR FALTA DE RECURSOS as DEMANDAS menos CAPACIDADE.Estas, indiretamente, são por gestões-RDID porque não contam com planejamento com as propriedades do setor desaúde - que viabiliza agenda positiva para interagir com os demais setores da sociedade. Os dados equalizadosconsideram as médias contratadas pelos sistemas AMS e Particular. Logo, inexiste FALTA DE RECURSOS. Mas, porgestões-RDID existe e se aplica o mínimo das amostragens do BD-SIATOEF. Assim, ao se calcular a diferençaentre DEMANDAS-SUSEQUALIZADA menos CAPACIDADE-SUS tem-se as EXCLUSÕES POR FALTA DE RECURSOS. A parcelapor GESTÕES-RDID é a diferença entre esta e o TOTAL DE EXCLUSÕES.Parece claro a existência de grande interesse dos DEMAIS SETORES DA SOCIEDADE para discutir mais apoiofinanceiro para o SETOR DE SAÚDE. Mas, para isso carecem de agenda positiva – contemplando “o que”, “paraquem”, “como”, “quando”, “com quem”, “com o que” e “quem é quem”. Ao final, querem visualizar tudoisso - em termos de valor agregada DA e NA sociedade. Gráfico-1Custo-Saúde no Custo-Brasil Com Dados Nominais da ANS: R$09 1,218 Trilhão/Ano Com Dados-ANSEqualizados: R$09 1,022 Trilhão/Ano 5,662% 2,996% 40,609% 0,413% SUS SUS AMS AMS Particular Particular 93,925% 56,395% OPERACIONALIZAÇÃO DA SAÚDE COM QUALIDADE MÁXIMA, CUSTOS MÉDIOS MÍNIMOS E REMUNERAÇÕES DIGNAS 11.PROCESSOS DE ELIMINAÇÕES DOS DESBALANCEAMENTOS, INADEQUAÇÕES E DESARTICULAÇÕES DOS RECURSOS DAS INSTITUIÇÕES DE SAÚDE
  12. 12. DEMANDAS E OFERTAS DE AÇÕES INTEGRAIS DE SAÚDE DO BRASIL *PROGRAMAS-AIS ARTICULADOS COM *RECURSOS-AIS, *CUSTOS POR PROCESSOS-AIS, *RECEITAS-AIS, *DESEMPENHOS-AIS DIAGNÓSTICO-AIS.RDID0 PROGNÓSTICO-AIS.RON SITUAÇÃO ATUAL PARAMETRIZADA BENCHMARKN TRATAMENTOS DE RDID1 A RON-1 BENCHMARKINGS1aN-11-Indicações Básicas-AIS^Brasil-2009Este item também é uma visão de conjunto e corresponde ao detalhamento do anterior. Mas, é uma síntese dosseguintes. A idéia é avançar da forma mais amigável possível.1.1-Demandas-AIS/LCA do Brasil-2009 Pág13 a-Demandas-AIS.RONominais b-Demandas-AIS.ROEqualizadas1.2-Ofertas-AIS/LCA do Brasil-2009 Pág15 a-Ofertas-AIS.RDID^Factíveis b-Ofertas-AIS.RDID^Realizadas1.3-Capacidade de Atendimentos de Vida com AIS^Brasil-2009 Pág191.4-Exclusões de Vidas com AIS^Brasil-2009 Pág201.5-Custo-Saúde no Custo-Brasil do Brasil-2009 Pág21 a-Custo-Saúde no Custo-Brasil do BrasilCom Exclusões b-Custo-Saúde no Custo-Brasil do BrasilSem Exclusões1.6-Visão Holística do Setor de Saúde do Brasil no Período 2010-2030 Pág24 a-Demanda-AIS.RO do Brasil no Período 2010-2030 b-Ofertas-AIS.RDID do Brasil no Período 2010-2030 c-Capacidade de Atendimento do Brasil no Período 2010-2030 d-Exclusões de Vidas com AIS do Brasil no Período 2010-2030 e-Custo-Saúde no Custo-Brasil no Período 2010-20301.7-Indicação Básica ou Proposta do Que Deve Ser Feito Pág30 a-Quanto do Apoio Financeiro à Saúde é Convertido em Recursos Diretos? b-Operacionalizar o Círculo Virtuoso é o Que Deve Ser Feito na Saúde c-Uma Visão Textual da Implementação do Círculo Virtuoso da Saúde d-Cenário Receptivo ao Que Deve Ser Feito e-Qual Custo Anual de Saúde Econômico-Financeira de Perenidade do DST i? f-Recursos Materiais Necessários e Suficientes no DST i-AIS/LCA.RO g-Recursos Humanos Necessários e Suficientes no DST i-AIS/LCA.RO h-Como se Transforma os Cenários das Oferta-AIS/LCA.RDID nos das Demandas-AIS/LCA.RO? i-Substituição Gradativa dos DST i-AIS.RDID pelo DST i-AIS.RO e Quanto Agrega DA e NA Sociedade j-Sugestão dos Três Primeiros DST i-AIS/LCA.RO. k-Diagrama do Protocolo de Implantação dos DSTi-AIS/LCA.RO. OPERACIONALIZAÇÃO DA SAÚDE COM QUALIDADE MÁXIMA, CUSTOS MÉDIOS MÍNIMOS E REMUNERAÇÕES DIGNAS 12.PROCESSOS DE ELIMINAÇÕES DOS DESBALANCEAMENTOS, INADEQUAÇÕES E DESARTICULAÇÕES DOS RECURSOS DAS INSTITUIÇÕES DE SAÚDE
  13. 13. 1-Indicações BásicasParece claro que o setor de saúde, a exemplo dos demais setores, deve conhecer as DEMANDAS e OFERTAS de suaspopulações(PEDIÁTRICA, GESTANTE, ADULTA E TERCEIRA IDADE), por LINHA DE CUIDADOS ASSISTENCIAIS(LCA) e INSTITUIÇÃO DE SAÚDE, deacordo com perfis epidemiológicos respectivos. Lembrando que no entendimento de Administração, está implícitoque essas demandas e ofertas devem ser processadas com MÉTRICAS que as tornem comparáveis econtextualizáveis.Em outras palavras, as melhores posturas proativas e propositivas de Administração por gestões de desempenhosustentável das LCA/IS - só ocorrem quando as leis-de-formação dos processos de seus protocolos disponibilizam: Tamanho das DEMANDAS e OFERTAS(EM UNIDADES ESPECÍFICAS EQUALIZADAS COM UNIDADE HOMOGÊNEA) - com as participações das populações pediátrica, gestante, adulta e terceira idade; 1 2  Participações dessas populações nos TIPOS DE ATENÇÃO /LCA 1 TIPOS DE ATENÇÃO=Unidade Básica de Saúde, Ambulatório de Especialidades, Unidade de Programas Especiais, EmergênciaUrgência, Internação em Enfermaria, Internação Especial, Centro Cirúrgico, Centro Gineco-Obstétrico, Serviços Auxiliares aos Diagnósticos e Terapêuticos, Apoio Direto, Apoio Indireto e Ensino e Pesquisa na Assistência. 2 LCA=Atenção Médica, Atenção Odontológica, Atenção de Enfermagem, Atenção Multiprofissional Direta e Atenção Multiprofissional Indireta.  Participações dessas populações no MERCADO DE FATORES/TIPO DE INSTITUIÇÃO DE SAÚDE(IS-PÚBLICA, IS-PRIVADA SEM FINS LUCRATIVOS, IS-PRIVADA COM FINS LUCRATIVOS e IS-MISTAS);  Participações dessas populações no MERCADO DE SERVIÇOS/TIPO DE FONTE(CLIENTES-SUS, CLIENTES-AMS e CLIENTES- PARTICULAR);  Recursos por Processos-AIS(AÇÕES INTEGRAIS SAÚDE). Lembrando que RECURSOS compreende: *Investimentos DE (Edificações, Equipamentos, Veículos, Informática, Requalificações, Especializações, Ferramentas Administrativas e Capital de Giro); *Recursos Humanos/Equipe e Cargo-Função, *Despesas Diretas e Despesas Indiretas - alocados em AIS/LCA;  Custos por Processos-AIS(INDICADORES DE EFICIÊNCIA ECONÔMICA) dos Procedimentos/LCA de IS-Públicas, IS-Privadas Sem Fins Lucrativos, IS-Privadas Com Fins Lucrativos e IS-Mistas;  Receitas-AIS(INDICADORAS DE EFICÁCIA ECONÔMICA) dos Procedimentos/LCA de Clientes-SUS, Clientes-AMS e Clientes- Particulares.  Desempenhos-LCA(RESULTADOS“ENTRADAS”-“SAÍDAS”; VALOR AGREGADORECEITAS-FORNECEDORES EXTERNOS e NÍVEIS-RDID) e  Navegador Orçamentário por Processos-IS como ferramenta de monitoramentos integrados e integradores das Conformidades-ISTécnico-Operacionais e Econômico-Financeiras, no tempo. Trata-se de ferramenta que sumaria seus aspectos técnico-operacionais integrados com os econômico-financeiros respectivos – a partir de capturas sistêmicas de suas ferramentas referenciais, ou seja: a-DIAGNÓSTICO-IS.RDID0 ou situação atual com recursos desbalanceados, inadequados e desarticulados parametrizados; b-PROGNÓSTICO-IS.RON ou recursos otimizados no momento de qualidade máxima com custos médios mínimos e remunerações dignas(BENCHMARK) e c-TRATAMENTOS-IS1aN-1Benchmarkings ou trajetória com rede de precedência dos pontos de estrangulamentos técnicos, operacionais, administrativos, econômicos e financeiros – devidamente especificados, quantificados, equalizados e entrelaçados com modelagens integradas e integradoras. Como corolário, têm-se as Metas-ISi e os Objetivos-IS na direção das IS.RON.Nesse cenário, inexistem administrador/gestor “andando a reboque” do ontem eou “apagando incêndio do hoje”.Têm-se todos os aspectos institucionais sendo administrados e gerenciados. Por isso, podem assegurar qualidademáxima com custos médios mínimos e remunerações dignas - factíveis para cada momento. Assim, seduzem etornam os demais setores da sociedade seus parceiros – em agenda positiva.1.1-Demandas-AIS do Brasil-2009No setor de saúde é crônico o hábito de se somar unidades heterogêneas – sem se dá conta do quanto issocontribui para potencializar imperfeições nos seus mercados. Com essas posturas, passam ao largo o que seentende por Administração e comprometem o diálogo com os demais setores. Até o momento, a saúde atua com asposturas de um planeta à parte e assume que as Demandas-AIS podem ser dadas em vidas. Até podem, seestiverem devidamente equalizadas e contextualizadas sistemicamente. Para isso, como ponto de partida, éindispensável fazer os processamentos dos perfis epidemiológicos com consolidações do tipo Vida/Ano com AISdas populações pediátrica, gestante, adulta e terceira. Além disso, deve explicitar as participações dessaspopulações nas LCA que compõem AIS. Mas, isso inexiste.Nessa linha, a ANS(Agência Nacional de Saúde Suplementar) processa os planos de saúde de assistência médica eodontológico somando seus beneficiários com contratos de coberturas diferentes. Ela não conhece as leis-de-formação que sinalizam as Demandas-AIS/Vida-Ano como equivalente a 31,328355 UnEqv(UNIDADE EQUIVALENTE A UMACONSULTA MÉDICA – CONTEXTUALIZADA/IS) ou 2,610696 UnEqv/Vida-Mês. Também não sabe o quanto cada plano de assistênciamédica representa dessa necessidade média e muito menos que a sua média corresponde a 16,34964 UnEqv/Vida-Ano ou 52,188% de AIS. Também não sabe a média dos planos de assistência odontológica - que corresponde acerca de 0,79868 UnEqv/Vida-Ano ou 2,549% de AIS.Parece claro, que as IS ainda estão por internalizar as competências que lhes darão as demandas e ofertas de suasLCA em UnEqv e sua composição nos mercados de fatores e de serviços. Por exemplo, as 31,328355 UnEqv/Vida-Ano é a média das Demandas-AIS.RO do Brasil-2009 e contempla as seguintes participações. OPERACIONALIZAÇÃO DA SAÚDE COM QUALIDADE MÁXIMA, CUSTOS MÉDIOS MÍNIMOS E REMUNERAÇÕES DIGNAS 13.PROCESSOS DE ELIMINAÇÕES DOS DESBALANCEAMENTOS, INADEQUAÇÕES E DESARTICULAÇÕES DOS RECURSOS DAS INSTITUIÇÕES DE SAÚDE
  14. 14. Observe que o Universal é porque contempla todos os Programas/Tipo de Atenção que compõem AIS. Com leis-de-formação de rateios e apropriações, têm-se os recursos alocados nas unidades que produzem procedimentos não-faturáveis internalizados nas que produzem os faturáveis diretamente.Na medida em que o leitor avançar neste livro, terá o passo a passo das métricas referenciadas. Nesse estágio,acho necessário saber que suas aplicações são muitos confiáveis e correspondem ao um sistema de equaçõesfundamentais de AIS/LCA ou LEIS-DE-FORMAÇÃO de *PROGRAMAS-AIS/LCA(EM UNIDADES ESPECÍFICAS EQUALIZADAS COM UNIDADEHOMOGÊNEA), articulados com *RECURSOS-AIS/LCA(RECURSOS HUMANOS/EQUIPE E CARGO-FUNÇÃO, TERRENOS, EDIFICAÇÕES, EQUIPAMENTOS, VEÍCULOS,INFORMÁTICA, FERRAMENTAS ADMINISTRATIVAS, REQUALIFICAÇÕES, ESPECIALIZAÇÕES, CAPITAL DE GIRO), *CUSTOS POR PROCESSOS-AIS/LCA(INDICADORES DEEFICIÊNCIA ECONÔMICA – PORQUE INTERNALIZAM OS DE EFICIÊNCIA E EFICÁCIA TÉCNICO-OPERACIONAIS RESPECTIVOS DAS IS-PÚBLICAS, IS-PRIVADAS S/FINS LUCRATIVOS, IS-PRIVADAS C/FINS LUCRATIVOS e IS-MISTAS), *RECEITAS POR FONTES-AIS/LCA(INDICADORAS DE EFICÁCIA ECONÔMICA – PORQUE SÃO BALIZADAS POR CUSTOS PORPROCESSOS DOS CLIENTES-SUS, CLIENTES-AMS e CLIENTES-PARTICULAR) e *DESEMPENHOS-AIS/LCA(RESULTADOS, VALOR AGREGADO E NÍVEIS-RDIDRECURSOSDESBALANCEADOS, INADEQUADOS E DESARTICULADOS).Trata-se de banco de dados primários e derivados com 2.164 IS com 654hospitais de médio e grande porte - que são mantidos atualizados com internalizações de DADOS PRIMÁRIOS dosbancos de dados disponíveis, tais como: IBGE, DataSUS, ANS, SIOPS(SISTEMA DE INFORMAÇÕES SOBRE ORÇAMENTOS PÚBLICOS EMSAÚDE), CNES(CADASTRO NACIONAL DE ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE) e outros aplicáveis. Vide Fontes no Item 10a. Quadro-2: Demandas-AIS.ROParticipação % dos Tipos de Atenção s/Total das UnEqv^Brasil-2009 DISCRIMINAÇÃO UNIVERSAL PREÇO DE VENDA a-ATENÇÃO BÁSICA 11,522% 14,260% b-ATENÇÃO EM AMBULATÓRIO DE ESPECIALIDADES 12,226% 15,372% c-ATENÇÃO EM PROGRAMAS ESPECIAIS 10,678% 13,167% d-ATENÇÃO DE EMERGÊNCIAS E URGÊNCIAS 3,573% 4,620% e-ATENÇÃO NAS INTERNAÇÕES EM ENFERMARIAS 9,039% 13,285% f-ATENÇÃO NAS INTERNAÇÕES ESPECIAISUTIS 7,996% 11,751% g-ATENÇÃO EM CENTRO CIRÚRGICO 3,823% 5,138% h-ATENÇÃO EM CENTRO GINECO-OBSTÉTRICO 1,808% 2,634% i-ATENÇÃO NOS SERVIÇOS AUXILIARES AOS DIAG.E TERAPÊUTICOS 16,103% 19,772% j-ENSINO E PESQUISA NOS AMBIENTES DE ASSISTÊNCIA 3,033% *** k-ATENÇÃO NAS UNIDADES DE APOIO DIRETO 4,676% *** l-ATENÇÃO NAS UNIDADES DE APOIO INDIRETO 15,524% *** TOTAL 100,00% 100,00% Fonte: BD-SIATOEFCom a Metodologia-SIATOEF -que contempla modelagens integrada e integradoras de AIS/LCA- faz-se asabstrações das áreas de intersecções, que são muitas. A final, a vida que está no ambulatório certamente nãoestará em nenhum outro ambiente do setor. Da mesma forma, há que se ter cuidado ao se computar taxas médiasde prevalências de patologias. Logo, há que se contar referenciais médios de patologias/doente. Sem isso, onúmero de doentes ficará potencializado - indicando população doente muitas vezes mais que a real, de cadamomento. Assim, é importante que a Administração não seja impactada por esses tipos de distorções. Mas, comtodos esses cuidados, é inevitável ter que lidar com dados primários estranhos. Para esses casos têm-se a riquezada matemática como as funções de interpolaçãoextrapolação1 e assintóticas2 - diretamente eou em conjunto com 3 4engenharia reversa . Quando se tem várias alternativas, aplica-se o princípio de Occam . Nas modelagens deotimizações a matemática disponibiliza muitas ferramentas, tais como: TEORIA DA DECISÃO, TEORIA DOS JOGOS, LEI DEBENDFORD, DIAGRAMA DE VORONOI, TEORIA DOS GRAFOS, etc. 1 São funções linear, polinomial e trigonométricas que geram dados intra e extra série conhecida. Mas, aqui a mais usada é a linear que ajusta uma reta a dois pontos conhecidos ou f(x)=a+bx; 2 São funções aplicáveis na simulação e testes de limites – em distribuições extremas e limites dos quantis empíricos. Mas, freqüentemente, pode-se usar fórmula assintótica simples do tipo geratriz ordinária – onde se têm o somatório de f(n)xn Assim, conta-se com formas simples de se testar limites com funções assintóticas equivalentes. 3 A partir de determinadas informações agregadas do setor de saúde pode se decodificá-las e validá-las ou não - como coerentes. Para isso usa-se como guia o sistema de equações fundamentais da Metodologia-SIATOEF. 4 Ou navalha de Ockham. Diante de várias alternativas que se equivalem escolhe-se a mais amigável de se aplicar.Agora vejamos o significado dessa discussão ou melhor dizendo, o impacto das somas heterogêneas levadas atermo pela ANS. Se o Brasil-2009 têm 188,643 milhões de vidas, é esse o tamanho de suas Demandas-AIS/LCA.Sim e Não. Sim, se essas vidas estiverem com suas necessidades de AIS especificadas e quantificadas por unidadede tempo, sem esquecer as indispensáveis equalizações contextualizadas. Que é o que não se faz. Vejamos isso,em cenários numerológicos – em dois estágios: o nominal e o equalizado. Ambos como benchmark ou Cenário-AIS/LCA.RO^Brasil-2009 – com leitura de RECURSOS OTIMIZADOS NO MOMENTO DE QUALIDADE MÁXIMA COM CUSTOSMÉDIOS MÍNIMOS E REMUNERAÇÕES DIGNAS. Em outras palavras, o setor de saúde com eficiência e eficácia técnico-operacionais de saúde econômico-financeira de perenidade.1.1a-Demandas-AIS.RONominaisAqui têm-se as informações básicas das demandas das Vidas do Brasil-2009 a partir dos Dados-ANS. O número devidas para 2009 corresponde à média dos trimestres de 2009 constantes nos seus “Caderno de Informação da OPERACIONALIZAÇÃO DA SAÚDE COM QUALIDADE MÁXIMA, CUSTOS MÉDIOS MÍNIMOS E REMUNERAÇÕES DIGNAS 14.PROCESSOS DE ELIMINAÇÕES DOS DESBALANCEAMENTOS, INADEQUAÇÕES E DESARTICULAÇÕES DOS RECURSOS DAS INSTITUIÇÕES DE SAÚDE
  15. 15. Saúde ComplementarTabela 2^Beneficiários de Jun2010 e Set2010”. Os demais valares são calculados peloSIATOEF com as médias dos Cenários-AIS/LCA – constante no quadro seguinte. Quadro-3: Demandas-AIS.RONecessárias e Suficientes^Brasil-2009 - Nominal DISCRIMINAÇÃO TOTAL SUS AMS PARTICULAR I-Demandas-AIS.ROSinalizadas com Dados-ANS: - % 100,00% 70,678% 28,322% 1,000% >Em VidasNo. 188.643.313 133.329.707 53.427.174 1.886.433 II-Receitas Necessárias e Suficientes à "IR$09 255.004.784.716 146.021.811.264 99.742.979.165 9.239.994.286 >R$09/Vida-Ano 1.351,78 1.095,19 1.866,90 4.898,13 III-Custos dos Recursos Necessários e Suficientes à "I"R$09 210.280.475.641 146.021.811.264 61.877.588.927 2.381.075.451 >R$09/Vida-Ano 1.114,70 1.095,19 1.158,17 1.262,21 IV-Receitas menos Custos("II"-"III"R$09 44.724.309.074 0 37.865.390.239 6.858.918.836 Fonte: BD-SIATOEFObserve que o Quadro-3 sinaliza que a cobertura do Sistema-AMS corresponde a 28,322% da população brasileira.Ao assumir o Sistema-Particular como 1%, cabe ao SUS 70,678%. Certo. Não é tão simples assim.1.1b-Demandas-AIS.ROEqualizadasO Quadro-4 corresponde ao Quadro-3 com as coberturas dos sistemas AMS e Particular processadas com UnEqv edepois convertidas em Vidas com AIS. Quadro-4: Demandas-AIS.RONecessárias e Suficientes^Brasil-2009 – Equalizadas com UnEqv DISCRIMINAÇÃO TOTAL SUS AMS PARTICULAR I-Demandas-AIS.ROEqualizadas c/Metodologia-SIATOEF: %: 100,00% 87,896% 11,609% 0,496% >Em UnEqvNo. 5.909.884.633 5.194.523.861 686.060.396 29.300.376 >Em VidasNo. 188.643.313 165.809.022 21.899.024 935.267 II-Receitas Necessárias e Suficientes à "IR$09 227.057.203.107 181.592.942.453 40.883.201.638 4.581.059.016 >R$09/Vida-Ano 1.203,63 1.095,19 1.866,90 4.898,13 III-Custos dos Recursos Necessários e Suficientes à "I"R$09 208.136.173.065 181.592.942.453 25.362.726.942 1.180.503.669 >R$09/Vida-Ano 1.103,33 1.095,19 1.158,17 1.262,21 IV-Receitas menos Custos("II"-"III"R$09 18.921.030.042 0,00% 15.520.474.696 3.400.555.346 Fonte: BD-SIATOEFRessalte-se que os processamentos dos dois cenários mantém as margens de lucro médias praticadas (35%AMS e225%Particular) e 16,25% de encargos sobre faturamentos.Faça uma pausa e compare os dois Quadros e observe as distorções sinalizadas. A cobertura do SUS passou de133,33 milhões de Vidas com AIS para 165,809 – aumentou 32,479 milhões de vidas. Em termos monetários adistorção total é de 12,31% a mais no preço médio ou R$09 27,9476 bilhões/ano adicionais. Essa diferença pode servista como uma bolha no mercado de serviços ou como inchaço para o setor de saúde. Olha-se para unidadesmonetárias que não se convertem em recursos alocados na saúde. É uma espécie de profecia auto-realizável: se épara gastar, gasta-se. São referenciais que sinalizam a contramão – porque é fundamental que o setor de saúderepresente investimento. Trata-se de setor indutor do desenvolvimento.Com tanta numerologia o leitor pode não ter se dado conta do quanto representa R$09 27,95 bilhões/ano, para oBrasil atual. Provavelmente, oito vezes essa quantia daria para universalizar o saneamento básico, um dos parceirosdireto da saúde. Sobre essa área a OMS têm um olhar especial e jura que cada unidade monetária nele investidogera retorno de até 34 vezes. Acentuando a importância dessa parceira da saúde, veja como Eduardo Giannetti emseu livro “A Ilusão da Alma” nos chama atenção, de forma indireta, sobre custos de oportunidades em políticaspúblicas. Ao exemplificar, com as descobertas recentes da neurociência, que o cérebro da criança na primeirainfância consome quase 90% da energia metabólica do organismo e que essa proporção baixa para cerca 20 nafase adulta. Logo, a criança ao adoecer nessa fase vai desviar energia em detrimento da formação cerebral. Assim,têm-se seqüelas cognitivas, pelo menos.1.2-Ofertas-AIS/LCA.RDID do Brasil-2009Até aqui vimos as necessidades da população brasileira em Vidas, UnEqv, UnEqv/Vida-Ano e participação dosTipos de Atenção nessas necessidades. Também vimos os custos dos recursos e respectivas receitas necessárias.Neste item vamos avançar com a visualização do que foi ofertado – em UnEqv e em Vidas com AIS.1.2a-Ofertas-AISFactíveisO leitor lembra-se do Artigo 196 da Constituição Federal-1988? É nele que consta: “A saúde é direito de todos edever do Estado”. Logo, podemos visualizar o atendimento das demandas de saúde da população brasileira peloângulo contratual. Para isso, assume-se que quem fez a opção pelos sistemas AMS Particular renunciaram a essedireito, até os limites do que foi contratado. Assim, o entendimento de Cobertura-SUS corresponde às demais vidasmais as demandas não atendidas pelos sistemas AMS e Particular. Por isso, o quadro a seguir mantém os mesmosnúmeros de Vidas com AIS - para esses dois sistemas. Além disso, que o que foi contratado foi disponibilizadoconforme Quadro 5.No Quadro-4, têm-se que nossa população carece de 5,91 bilhões de UnEqv/ano. Mas, as Ofertas-RDID sinalizamatender até 2,7835 bilhões ou 47,1% do total necessário, sendo: 35%SUS, 11,61%AMS e 0,496Particular. OPERACIONALIZAÇÃO DA SAÚDE COM QUALIDADE MÁXIMA, CUSTOS MÉDIOS MÍNIMOS E REMUNERAÇÕES DIGNAS 15.PROCESSOS DE ELIMINAÇÕES DOS DESBALANCEAMENTOS, INADEQUAÇÕES E DESARTICULAÇÕES DOS RECURSOS DAS INSTITUIÇÕES DE SAÚDE
  16. 16. Quadro-5: Ofertas-AIS.RDIDFactíveis^Brasil-2009 DISCRIMINAÇÃO TOTAL SUS AMS PARTICULAR I-Ofertas-AIS.RDIDCalculadas c/Metodologia-SIATOEF: %: 47,099% 34,995% 11,609% 0,496% >Em UnEqvNo. 2.783.507.427 2.068.146.655 686.060.396 29.300.376 >Em VidasNo. 88.849.461 66.015.170 21.899.024 935.267 II-Receitas Observadas no Mercado de ServiçosR$09 188.592.294.721 115.783.663.381 65.472.305.351 7.336.325.989 >R$09/Vida-Ano 2.122,605 1.753,895 2.989,736 7.844,098 III-Despesas SinalizadasR$09 158.291.256.474 115.783.663.381 40.617.078.320 1.890.514.774 >R$09/Vida-Ano 1.781,567 1.753,895 1.854,744 2.021,364 IV-Receitas menos Custos("II"-"III"R$09 30.301.038.246 0 24.855.227.031 5.445.811.215 >R$09/Vida-Ano 160,626 0,000 1.134,992 5.822,734 IV1-LucroR$09’ 18.469.635.654 0 14.215.977.412 4.253.658.242 >R$09/Vida-Ano 207,876 0,000 649,160 4.548,068 IV2-Encargos sobre FaturamentosR$09 11.831.402.593 0 10.639.249.620 1.192.152.973 >R$09/Vida-Ano 133,162 0,000 485,832 1.274,666 Fonte: BD-SIATOEFAs Receitas-AMS é a constante no seu Caderno de Informação ao da Saúde Suplementar de Set2010Tabela-13^Receita-2009. As Receitas-Particular são dadas pelo SIATOEF e são calculadas a partir de amostragens nosentrelaçamentos AMSParticular - bem como os seus demais valores.As Receitas-SUS são compostas pelas três esferas de governo, sendo dadas por: *SUS-União43,392% - valores doAcompanhamento-SIAFI(SISTEMA INTEGRADO DE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DO GOVERNO FEDERAL)Dotação Autorizada Até Dez2009;*SUS-Estados27,557% - valores do Demonstrativo-LRF(LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL) das Despesas liquidadas comRecursos Próprios por UF(UNIDADE FEDERATIVA) de 2008 reajustado com IPCA-IBGE(ÍNDICE GERAL DE PREÇOS AO CONSUMIDOR DO INSTITUTOBRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA) para 2009. São os valores sem aplicação da Resolução 322CNS(CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE)e *SUS-Municípios29,051% - valores do SIOPSArquivo por Município para Acompanhamento da STN (SECRETARIA DOTESOURO NACIONAL) de 2008 reajustado com IPCA-IBGE para 2009. São os valores sem aplicação da Resolução322CNS.Ao se assumir o SUS com serviço pelo custo respectivo têm-se PVSUS=CSUS. Sabe-se que os custos adicionais,margem de lucro e encargos sobre faturamentos tornam o PV AMS 70,463% maior que o do SUS. Logo, tudo o maispermanecendo constante, obtém-se o PVSUS=CSUS. Como as Receitas-SUS são conhecidas, têm-se o número limitede Vidas com AIS atendidas pelo SUS. Assim, ao se fazer a consolidação, observa-se que em cada 100 Vidas comAIS da Cobertura-SUS- até 35,4 foram atendidas e 64,6 foram excluídas, pelo menos. E isso, não é tudo.Até o momento, as analises sistêmicas das IS demonstram reduções nas suas ofertas. Falo das que são factíveispelo recursos alocados e usados conforme ótica das gestões-RDID. Para se saber as causas há que se mapear equantificar os pontos de estrangulamentos – para se determinar os níveis-RDID. Ao se fazer isso, observam-sepotencializadores tais como:No SUS têm-se as faltas de profissionais sem justificativas eou por reuniões dispensáveis, falta de materiais emedicamentos de aplicação direta, posturas hostis acompanhadas de ações que dificultam o acesso, inclusive aburocracia cartorial. É um mundo de provações eou constrangimentos. Outro agravante é a percepção de que oSUS(IS-Públicas, IS-Filantrópicas, IS-Privadas e IS-Mistas) faz atendimento gratuito. Passa ao largo de todos que cada Cliente-SUS,atendido com AIS, custa à essa vida-cidadã R$09 1.973,13/Ano ou R$09 164,63/Mês(SEM COMPUTAR MEDICAMENTOS ADQUIRIDOS EMFARMÁCIAS COMERCIAIS) ou 36% da média do salário mínimo de 2009. Lembrando que a demanda típica é de 31,328355UnEqv/Vida-Ano.Fazendo uma pausa, relato minha mais recente experiência direta com o SUS está em curso, com caso concreto. Aidéia é seguir dois caminhos para aquilatar SUS-Fragmentado x SUS-Sistêmico. Nesses dois caminhos internalizotentativas de atalhos com “conhecidos”. É um terror. A informática que se conhece como integradora e que deveriaestá a serviço dos PROFISSIONAIS-CLIENTES na “porta de entrada” continua por vir. É um cenário onde os profissionaise usuários não têm controle e muito menos meios para monitorar condutas eou tratamentos - no ponto eou nafunção vida. É do conhecimento de todos, que em saúde é fundamental se saber que os tratamentos ocorrem deforma correta e em tempo hábil. Os desvios devem ser conhecidos juntamente com as suas causas. São questõesimportantes que devem ser resolvidas rapidamente. Veja que não quis aborrecer o leitor com questões simplescomo banheiros inaceitáveis, falta de bebedouros, impressoras quebradas, impressos em demasia, orientaçõesdúbias e por aí vai. Não esqueça, que estou falando de São PauloCapital - onde os recursos alocados excedem emuito os necessários e suficientes. Além disso, estou usando o SUS em bairros “mais iguais”. Mas, não há dúvidas,os tratamentos deterministicamente são tardios. Do lado dos Usuários-SUS, as causas preponderantes são as dificuldades financeiras para irem e voltarem ás unidades de atendimentos – que são potencializadas pela não racionalização dos agendamentos. Também é grande o número Clientes-SUS que não conseguem se ajustar aos horários e incertezas dos atendimentos do SUS. Aqui adota-se a média mínima de exclusão adicional constatada - que é de 1 uma Vida com AIS em cada 9 atendidas. OPERACIONALIZAÇÃO DA SAÚDE COM QUALIDADE MÁXIMA, CUSTOS MÉDIOS MÍNIMOS E REMUNERAÇÕES DIGNAS 16.PROCESSOS DE ELIMINAÇÕES DOS DESBALANCEAMENTOS, INADEQUAÇÕES E DESARTICULAÇÕES DOS RECURSOS DAS INSTITUIÇÕES DE SAÚDE
  17. 17. No Sistema-AMS, parece que as causas convergem para a burocracia cartorial – com a justificativa de que se trata de cumprir o contratado. Mas, as sinalizações maiores são de controles a serviço do foco financeiro. Por conta disso, são freqüentes os adiamentos de tratamentos. Esses adiamentos não têm sentido porque implicam em tratamentos tardios que custam muito mais, do que os tempo hábil. Todavia, continuam em curso. Também existem os desencontros nas escalas e nos interesses de grupos que resultam em muitos recursos alocados sem uso em níveis satisfatórios. Também é um sistema de incertezas e de situações estranhas - até do ponto de vista do desempenho. Me refiro às atuações simultâneas de profissionais que integram o quadro funcional da OPS(OPERADORA DE PLANOS DE SAÚDE) e, simultaneamente, são sócios de empresa que presta serviços aos Clientes dessa OPS – como empresa terceirizada. A média mínima de exclusão constatada é de 1 uma Vida com AIS em cada 11,25 atendidas e é a que foi adotada. No Sistema-Particular – têm-se grande entrelaçamento com o AMS e, por isso, é impactado por seus aspectos burocráticos. Também ocorrem os desencontros entre as agendas dos profissionais de saúde e dos seus clientes, que culminam em desistências. Estas, são mais freqüentes entre os clientes que se tratam fora de suas cidades de origem. Adotou-se a média mínima de exclusão constatada que é de 1 uma Vida com AIS em cada 27 atendidas.1.2b-Ofertas-AISRealizadasRepassando, vimos no Quadro-4 que a população do Brasil carecia e merecia 5,91 bilhões de UnEqv/ano e quepelo Quadro-5Ofertas-RDID - poderia ter sido de 2,7835 bilhões de UnEqv. Ocorre que o que foi recebido é menor ecorresponde a 291,97 milhões de UnEqv/ano ou 42,159% do merecido ou 10,489% menor que a do Quadro-5. Quadro-6: Ofertas-AIS.RDIDRealizadas^Brasil-2009 DISCRIMINAÇÃO TOTAL SUS AMS PARTICULAR I-Ofertas-AIS.RDIDCalculadas c/Metodologia-SIATOEF: %: 42,159% 31,106% 10,575% 0,477% >Em UnEqvNo. 2.491.535.922 1.838.352.582 624.969.616 28.213.724 >Em VidasNo. 79.529.741 58.680.151 19.949.009 900.581 II-Receitas Observadas no Mercado de ServiçosR$09 188.592.294.721 115.783.663.381 65.472.305.351 7.336.325.989 >R$09/Vida-Ano 2.371,343 1.973,132 3.281,983 8.146,214 III-Despesas SinalizadasR$09 158.291.256.474 115.783.663.381 40.617.078.320 1.890.514.774 >R$09/Vida-Ano 1.990,340 1.973,132 2.036,045 2.099,217 IV-Receitas menos Custos("II"-"III"R$09 30.301.038.246 0 24.855.227.031 5.445.811.215 >R$09/Vida-Ano 381,003 0,000 1.245,938 6.046,997 IV1-LucroR$09’ 18.469.635.654 0 14.215.977.412 4.253.658.242 >R$09/Vida-Ano 232,236 0,000 712,616 4.723,237 IV2-Encargos sobre FaturamentosR$09 11.831.402.593 0 10.639.249.620 1.192.152.973 >R$09/Vida-Ano 148,767 0,000 533,322 1.323,760 Fonte: BD-SIATOEFAgora se visualiza o status numerológico da jornada “A saúde é direito de todos e dever do Estado” - de 1988 até oBrasil-2009. Nele, é inescapável o foco no financeiro – com os sistemas AMS e Particular com fortes preocupaçõescom o lucro que, por sua vez, sinaliza um círculo vicioso de aumento das exclusões. Além disso, o SUS é permeadopor profissionais desses sistemas e a recíproca é verdadeira. Trata-se de entrelaçamento que sinalizam remeter àdiscussão de seus aspectos éticos e morais. Mas, no âmbito deste livro, fica-se com a sinalização maior - de que asexclusões desses sistemas evoluem para casos graves de tratamentos tardios e irão para o SUS.Nesse cenário, a consolidação sinaliza que em cada 1.000 brasileiros demandantes de AIS – 311 são atendidospelo SUS, 106 pelo Sistema-AMS e 5 pelo Sistema-Particular. Assim, as Exclusões de Vidas com AIScorrespondem a 578 ou 57,84% da população brasileira – e são da Cobertura-SUS.Ao que parece, não resta dúvidas de que o SUS está sob o círculo vicioso de recorrências e tratamentos tardioscomandados pelas gestões-RDID que, por sua vez, operacionalizam problemas estruturais crescentes. Em outraspalavras, o sistema de saúde brasileiro tende ao colapso, rapidamente, em decorrência da sua “administraçãofragmentária focada no financeiro” – que é o que se sabe fazer.Para evitar isso, há que se fazer a reversão – fazendo-se o que deve ser feito. Estou falando do inescapávelempenho de todos para se operacionalizar o setor de saúde sistemicamente - como ele o é. Logo, é precisoembarcar, o quanto antes, a ADMINISTRAÇÃO DE GESTÕES DE DESEMPENHO SUSTENTÁVEL COM MODELO OPERACIONAL DEINSTITUIÇÕES DE SAÚDE. Assim, faz-se o que deve ser feito e têm-se o monitoramento das Conformidades-AIS/LCAem nível de IS com modelagens integradas e integradoras - porque os aspectos operacionais estão explicitados emseus termos econômico-financeiros.Para finalizar quero acentuar o que foi visto com os três relatos seguintes. Antes, devo ressaltar que o que foiexplicitado como SAÚDE MERECIDA e RECEBIDA(A SAÚDE DEVIDA ESTÁ NO ITEM-1.3) – têm aspectos importantes ainda nãocomputados. Trata-se do impacto das inaceitáveis recorrências e tratamentos tardios nas VIDAS-USUÁRIAS, PARENTES,AMIGOS e POSTOS DE TRABALHO respectivos. Não se pode esquecer que o que se entende como setor de saúde focaa doença e não o doente que, por sua vez, faz parte e interage com seu meio ambiente - físico e social. OPERACIONALIZAÇÃO DA SAÚDE COM QUALIDADE MÁXIMA, CUSTOS MÉDIOS MÍNIMOS E REMUNERAÇÕES DIGNAS 17.PROCESSOS DE ELIMINAÇÕES DOS DESBALANCEAMENTOS, INADEQUAÇÕES E DESARTICULAÇÕES DOS RECURSOS DAS INSTITUIÇÕES DE SAÚDE
  18. 18. Voltando aos três relatos referenciados, devo dizer que eles são a regra, sem exceção registrada. É a constataçãoda aplicação da Metodologia-SIATOEF, nos últimos 42 anos, em 2.164 instituições de saúde – com 654 hospitais.O primeiro relato nos leva à UFJF(UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA – 19911992) que resolveu focar seu HospitalUniversitário como o Hospital dos Hospitais de 127 municípios da Zona da Mata de Minas Gerais. Para isso, fez-seo PIESPlano Integrado de Educação e Saúde da UFJF. Ao se processar as LCA/AIS desses municípios ficou claroque atuavam fragmentariamente – desperdiçando as vantagens integrativas e cooperativas. Desconheciam asabrangências populacionais de suas LCA e atuavam em superposições predatórias – com soma negativa paratodos. Logo, era indispensável readequar e revitalizar todos os hospitais para atuarem sistemicamente. Mas, antesera necessário priorizar o HU-UFJF porque os programas de suas LCA representavam cerca 40% dos necessários.Além disso, o seu funcionamento com déficits e as substituições de complexidades maiores por menores colocava ohospital em superposição com outras unidades da rede - que deveriam fazer esses procedimentos. Ao final, asinalização era de que o dever de casa estava situado em torno dos 20% - sem contar o de alavancar os demaishospitais da região – que continuavam em ponto de espera.O segundo relato nos leva à UFPA(UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ – 19992000) que contava com dois hospitais articuladoscom outras unidades de menor complexidade. Nesse caso, a UFPA foca um distrito de saúde completo. Queratender as demandas de um bairro de 486 mil vidas – no qual está inserida. Nessa ocasião, a percepção era de quese atendia 40% da população, pelo menos. Para visualizar o tamanho do empreendimento, se fez o SISESistemaIntegrado de Saúde e Educação da UFPA. Ao final do estudo têm-se a sinalização de que o sistema em operaçãoatende até 13,98% de Vidas com AIS. Mas, as análises dos pontos de estrangulamentos sinalizaram muitarecorrência e inviabilidade de se encaminhar as complexidades maiores. Apesar dos profissionais trabalharem mais,ao final a população atendida com AIS correspondia a 8%. Sumariando, em Vidas com AIS, têm-se:486.000Demanda; 194.400Percepção de Oferta(40%); 67.936Capacidade dos Recursos Alocados(13,98%) e39.083Oferta Efetiva(8,04%). Moral da história, operacionalizar instituições de saúde com soma de unidadesheterogêneas corresponde às posturas de tentativas e erros balizados por intuições. Só acentua os problemasestruturais.Com o terceiro relato vamos à SMSPMSP(SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DA PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO-1996)que resolveu usar as MÉTRICAS da Metodologia-SIATOEF para quantificar as Demandas-AIS/LCA de 15%(5,1%RegiãoNoroeste e 9,9%Região Sul) da população de São PauloCapital – através de sua parceria com a FESP(FUNDAÇÃO DA ESCOLA DESOCIOLOGIA E POLÍTICA) e FIPE(FUNDAÇÃO INSTITUTO DE PESQUISAS ECONÔMICAS). Desse estudo, no quadro a seguir, destaco as LCA-Médicas na Atenção Básica, Ambulatório de Especialidades e de EmergênciaUrgência – para cada mil UnEqv. Quadro-7: LCAMÉD.RDID x LCAMÉD.RO em São PauloCapital-1996 DISCRIMINAÇÃO SITUAÇÃO ATUAL - EM % S/TOTAL VALOR AGRE- SITUAÇÃO ATUAL100 UNEQV OFERTAS-RDID DEMANDAS-AIS GADOKi OFERTAS-RDID DEMANDAS-AIS I-ATENÇÃO BÁSICA *** *** *** 65,986 96,790 1-Consulta Médica 49,631% 31,796% 1,000 49,631 31,796 2-Pequena Cirurgia 6,396% 25,418% 2,557 16,355 64,994 II-AT.EM AMBULATÓRIO DE ESPECIALIDADES *** *** *** 36,702 275,812 1-Consulta Médica 8,029% 63,425% 1,243 9,980 78,837 2-Pequena Cirurgia 8,937% 65,878% 2,990 26,722 196,975 III-ATENÇÃO DE EMERGÊNCIAURGÊNCIA *** *** *** 522,579 54,675 1-Consulta Médica 42,340% 4,779% 2,234 94,588 10,676 2-Pequena Cirurgia 84,667% 8,704% 5,055 427,992 43,999 IV-TOTAL - EM UNESPNO. *** *** 1,4634 625,266 427,277 1-Consulta Médica 100,00% 100,00% 1,2711 154,199 121,310 2-Pequena Cirurgia 100,00% 100,00% 1,5396 471,068 305,968 Fonte: BD-SIATOEFPercebeu os desbalanceamentos das OFERTAS-RDID em relação à sua distribuição normal conforme perfisepidemiológicos ou DEMANDAS?Lembre-se que os procedimentos, em média, agregam mais recursos e, portanto, custam mais no Ambulatório deEspecialidades em relação à Atenção Básica e na EmergênciaUrgência em relação aos do Ambulatório deEspecialidades. Observe que na Atenção Básica se faz 56,1% mais consultas médicas do que as necessárias e quesó realiza 25,2% das pequenas cirurgias. Ao se focar o Ambulatório de Especialidades a situação parece muitohostil. Veja que, em relação às necessidades, realiza 12,6% e 13,6% de consultas e de pequenas cirurgias,respectivamente. Esses desempenhos impactam a EmergênciaUrgência que realizam 8,86 e 9,73 vezes maisconsultas e pequenas cirurgias, respectivamente. Mas, ao que parece, fica o espaço para as discussões do tipo “émuito”, “é pouco”, “talvez”,”quem sabe” e por aí a fora. Para sair dessas posturas precisamos das métricasaplicáveis. Nesse exemplo, considerando a Consulta Médica da Atenção Básica como nossa moeda de troca ouUnEqv - podemos representar o valor agregado pela alocação de recursos, procedimento a procedimento. Logo,uma consulta médica no Ambulatório agrega 24,3% mais recursos do que na Atenção Básica – enquanto que essarelação é de 122,3% na EmergênciaUrgência. Com relação às pequenas cirurgias, ela vale 2,557 UnEqv naAtenção Básica, 2,99 UnEqv no Ambulatório de Especialidades e 5,06 na EmergênciaUrgência. Não me OPERACIONALIZAÇÃO DA SAÚDE COM QUALIDADE MÁXIMA, CUSTOS MÉDIOS MÍNIMOS E REMUNERAÇÕES DIGNAS 18.PROCESSOS DE ELIMINAÇÕES DOS DESBALANCEAMENTOS, INADEQUAÇÕES E DESARTICULAÇÕES DOS RECURSOS DAS INSTITUIÇÕES DE SAÚDE
  19. 19. surpreenderia se o leitor perguntasse: para que tudo isso? A resposta mais educada seria dizer que é para sairmosda barbárie de se somar unidades heterogêneas – e viabilizar o que se entende por Administração.Agora vá para as duas últimas colunas e observe que os atendimentos respectivos convertidos em UnEqv - sãosomáveis e comparáveis. Além disso, estão equalizadas e contextualizadas. Logo, têm-se as sinalizaçõescomparativas para fins decisoriais. Nesse momento, pode se dizer que os recursos alocados permitem atender46,34%{[(625,266/427,277)-1]*100} mais que o necessário e suficiente, sendo: 27,11%Consulta Médias e53,96%Pequenas Cirurgias e Outros Procedimentos Médicos. Em outras palavras, têm-se os indicadores para asações de reversões eliminadoras das gestões-RDID.1.3-Capacidade de Atendimentos de Vida com AIS do Brasil-2009Certamente o leitor já se deu conta que estamos num estágio em que se conhece as Demandas-AIS da população eque elas podem ser atendidas, no mercado de serviços, aos níveis de PV de: R$ 09 1.095,19/Vida-Ano paraCobertura-SUS; R$09 1.866,90/Vida-Ano para Cobertura-AMS e R$09 4.898,13/Vida-Ano para Cobertura-Particular(QUADRO-4). Também sabe que nesse mercado as Receitas-SUS foram de R$09 115.783.663.381; as doSistema-AMS foram de R$09 65.472.305.351 e a do Sistema-Particular de R$09 7.336.325.989(QUADRO-5).Com essas informações conhecidas, ao se dividir as receitas sinalizadas no mercado de fatores pelos PV factíveisou de eficiência e eficácia técnico-operacionais de saúde econômico-financeira de perenidade ou benchmark - têm-se as CAPACIDADES DE ATENDIMENTOS DE VIDAS COM AIS, com recursos já disponíveis. Vide Quadro-8. Quadro-8: Capacidades de Atendimentos de Vidas com AIS^Brasil-2009 DISCRIMINAÇÃO TOTAL SUS AMS PARTICULAR I-Capacidade de Atendimento com AIS - % 75,427% 56,042% 18,591% 0,794% 1-Em UnEqvNo. 4.457.641.302 3.312.028.508 1.098.689.778 46.923.016 2-Em VidasNo. 142.287.756 105.719.835 35.070.140 1.497.781 Fonte: BD-SIATOEFQuando se chega nesse momento realizou-se uma caminhada que, freqüentemente, as pessoas não se dão contado quanto não sabem que sabem. Pare um momento e pergunte: por que o preço de venda corresponde aoindicador de eficácia econômica? Porque, na reta final, o bem econômico com esse preço é validado comosatisfatório – pelo consumidor. Ocorre que para isso têm-se uma caminhada e tanto.Raciocine com a lógica de engenharia reversa. Nesse caso se faz uma caminhada inversa, sem mutilar suaspropriedades. Quando se fala em preço de venda, se está no âmbito do mercado de serviços e trata-se do custo doconsumidor. Este, por sua vez, é composto pela MARGEM DE LUCRO, ENCARGOS SOBRE FATURAMENTOS e CUSTO TOTAL.Lembrando, que MARGEM DE LUCRO não é livre. É balizada por regras de mercado. Da mesma forma, os ENCARGOSSOBRE FATURAMENTOS - que têm suas regras balizadas pela legislação vigente.MAS, POR QUE A VALIDAÇÃO DO PV PELO CONSUMIDOR REPRESENTA EFICÁCIA ECONÔMICA? VIMOS QUE PV=ML+EF+CT.Na caminhada inversa chegamos ao CT onde se encontra a resposta a essa pergunta. Ocorre que o PV em questãofoi balizado por Custos por Processos-AIS/LCA, dado por CT=RH+DD+DI+CC. Trata-se de custo que capturaeficiência e eficácia dos processos dos protocolos dos Procedimentos-LCA que, por sua vez, são aplicáveis aosperfis epidemiológicos de suas populações. Por isso, esse custo é considerado indicador de eficiência econômica.Em outras, palavras, Custos por Processos-AIS/LCA são as expressões econômicas dos aspectos técnico-operacionais dos procedimentos de saúde respectivos. Se ao final, tudo isso é validado pelo consumidor comosatisfatório – têm-se o PV indicador de eficácia econômica.Que loucura! Como é que isso acontece? Observe que as LCA são compostas por procedimentos que contemplamprotocolos que são articulados com outros e formam os processos dos protocolos dessas LCA. As LCA, por sua vez,formam os grupos de atenção do tipo UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE, AMBULATÓRIO DE ESPECIALIDADES,EMERGÊNCIAURGÊNCIA, INTERNAÇÕES e assim por diante. Tudo isso, devidamente regido pelos perfis epidemiológicosdas populações(PEDIÁTRICA, GESTANTE, ADULTA E TERCEIRA IDADE) em questão. Para se atender as Demandas-AIS/LCA dessaspopulações têm-se as propriedades dos processos dos protocolos para balizar a alocação dos recursos necessáriose suficientes. Estes, ao receberem valores monetários do mercado de fatores - são seus custos.Repassando. Cada procedimento conta com propriedades nativas e, para ser disponibilizado, carece agregarRECURSOS HUMANOS, INVESTIMENTOS, DESPESAS DIRETAS e DESPESAS INDIRETAS. As articulações se dão entreprocedimentos a serem realizados com recursos necessários e suficientes - determinados pelos processos dosprotocolos respectivos. Assim, cada procedimento se correlaciona com certo aporte de recursos – em unidadesespecíficas. Perceba que nesse estágio do processamento está implícito que a eficiência e eficácia técnico-operacionais já estão computadas. Sem se falar em unidades monetárias.É nesse momento que se embarca as leis-de-formação de custos que captura esses processos -sem mutilação dequalquer natureza- por procedimento e os explicita em termos monetários como Custos por Processos-AIS/LCA.Lembrando que os investimentos são capturados como CUSTOS DE CAPITAL compostos por DEPRECIAÇÃO PARAREPOSIÇÕES e REMUNERAÇÃO DE INVESTIMENTOS PARA AMORTIZAÇÕES E JUROS. Daí, a fórmula geral ser dada por:CT=RH+DD+DI+DR+RI. Como resultante, têm-se CUSTOS POR PROCESSOS-AIS/LCA como suas expressõeseconômicas e correspondem aos seus indicadores de eficiência econômica.Resumindo, os Custos por Processos-AIS/LCA são os indicadores de eficiência econômica porque internalizaeficiência e eficácia técnico-operacionais dos procedimentos respectivos. Contempla leis-de-formação articuladas e OPERACIONALIZAÇÃO DA SAÚDE COM QUALIDADE MÁXIMA, CUSTOS MÉDIOS MÍNIMOS E REMUNERAÇÕES DIGNAS 19.PROCESSOS DE ELIMINAÇÕES DOS DESBALANCEAMENTOS, INADEQUAÇÕES E DESARTICULAÇÕES DOS RECURSOS DAS INSTITUIÇÕES DE SAÚDE

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