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World Class Maintenance
      Best Practices
Manutenção Classe Mundial
    Melhores Práticas


  Eng. Sergio Kimimassa NAGAO – MSc. Poli - USP
                                  MSc.
                 Excellence Consulting & Services
   T: (0xx19) 3213 8100 - Cel: (019) 8171 5059
  E-Mail: sergio.nagao@excellenceconsult.com.br
                        sergio.nagao@uol.com.br
INÍCIO APRESENTAÇÃO




         Boa Tarde!!!

EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES   - NAGAO   2
OBJETIVOS E ESCOPO



OBJETIVOS
 Identificar Melhores Práticas de Gestão da
 Manutenção: Processos de Gerenciamento,
 Metodologias e Ferramentas
 Experiências Práticas na Implementação
 Processo Estruturado para Avaliação e
 Diagnóstico Manutenção
 Propor Ações Melhorias




     EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES   - NAGAO   3
Evolução Manutenção


  Histórico Manutenção
                                                           4a. Geração
                                   3a. Geração
                                                           Manutenção
                                     Manutenção            Pró-
                                                           Pró-Ativa
                                     Preditiva             RCFA – Análise
                                     Confiabilidade        Causa Raiz da
                                     Segurança e           Falha
                 2a. Geração
                                     Meio Ambiente         Pro-
                                                           Pro-Active RCM3
                  Manutenção         TPM                   Internet e Redes
                  Preventiva         Redes Micros          Gestão Estratégica
                                     Sistemas              da Manutenção
1a. Geração                          Informatização        Expert Systems
            Planejamento
 Manutenção   e Controle             Manutenção            World Class
 Acidental    Main Frames            RCM                   Maintenance


              EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES   - NAGAO                        4
World Class Maintenance


MANUTENÇÃO: missão
 Manter equipamentos e instalações
 Consertar
 Disponibilizar
 Prevenção: evitar a falha
 Confiabilidade
 Ações de Melhoria
 Pró-
 Pró-atividade: antecipar-se ao problema
                antecipar-
 Otimização dos recursos


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World Class Maintenance


DESAFIOS
 Competitividade: Custo
 Adoção Inovações Tecnológicas
 Qualidade dos Serviços
 Tempo de Atendimento
 Disponibilidade Operacional
 Flexibilidade
 Gestão de Contratação de Serviços
 Criatividade e Inovação


    EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES   - NAGAO   6
World Class Maintenance


 Ser reconhecida como uma área de
Manutenção Classe Mundial, buscando
os melhores níveis de performance no
atendimento às demandas de nossos
clientes:
 Alta Disponibilidade
 Rápido Atendimento
 Serviços de Alta Qualidade
 Custos Competitivos
 Instalações Confiáveis
    EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES   - NAGAO   7
World Class Maintenance


Performance




                                                               Source: Cardoso - Rhodia
                  Tradicional



                                             WCM


                                                       Tempo

          EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES   - NAGAO           8
Processo de Mudança



          Querer Mudar                               Ação




                             Crença



Nível Atual             Ação                   Nível Desejado
                       GAP
       EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES   - NAGAO               9
EXCELÊNCIA EM MANUTENÇÃO




    MANUTENÇÃO EXCELÊNCIA
                                        R             P
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    CULTURA ORGANIZACIONAL
     EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES   - NAGAO           10
World Class Maintenance


BEST PRACTICES
 Políticas e Práticas Gestão:
   5 S e Gerenciamento Qualidade Total
 Planejamento Estratégico
 Indicadores de Performance
 Sistema Gerenciamento Manutenção
 Programa Inspeção de Equipamentos
 Manutenção Preditiva
 TPM - Manutenção Produtiva Total


    EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES   - NAGAO   11
World Class Maintenance


BEST PRACTICES...
 Lubrificação Avançada
 Inovação Tecnológica
 Atendimento e Satisfação Clientes
 Gestão Recursos Humanos
 Segurança Industrial e Meio Ambiente
 Benchmarking
 RCM - Manutenção Centrada em
 Confiabilidade

    EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES   - NAGAO   12
CRITÉRIOS DE ANÁLISE MANUTENÇÃO

Gestão de Recursos Humanos
Estrutura Organizacional
Infra-
Infra-Estrutura
Sistema de Gerenciamento de
Manutenção
Recursos Tecnológicos
Políticas de Intervenção
Planejamento, Programação e Controle
Serviços
Gestão de Custos

    EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES   - NAGAO   13
CRITÉRIOS DE ANÁLISE MANUTENÇÃO


Gestão de Materiais
Gestão de Contratação de Serviços
Análise do Estado Físico Instalação
Cultura Organizacional
Segurança Industrial e Meio Ambiente
Indicadores de Performance
Entrevistas com Clientes e Equipe
Manutenção



    EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES   - NAGAO   14
Metodologia Avaliação Estágios Manutenção

          Início: Apresentação Processo


Análise Macro-Grade
        Macro-
                                         Dados e Indicadores
   Questionário                            Benchmarking
 Campos de Análise


                   Análise Sistema
                   Organizacional


                      Metas e Ações


                Conclusão e Sugestões
      EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES
                                - NAGAO                        15
Dados e Indicadores


Nome Empresa, Setor
Efetivo: Manutenção, Operação, Outros, Efetivo
Manutenção/Total Usina
Prioridades Serviços: Emergências, Urgências e
Serviços Programados
Estoque Manutenção: Valor, No. Ítens,
                                  Ítens,
Rotatividade, Valor Estoque/Custo Manutenção
Tipo Intervenção: Corretiva, Preventiva
Sistemática, Preditiva, Detetiva, Melhorias e
                        Detetiva,
Apoio à Produção
Dados Segurança: pessoal próprio e
empreiteiras

     EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES   - NAGAO   16
Dados e Indicadores


Indicadores por Unidade de Produção
  Custo de Manutenção / Produção
  Disponibilidade devido a falhas de equipamentos
  OEE – Eficiência Global do Equipamento)
  OPE – Eficiência Global da Planta)
  Valor de Reposição da Planta
Dados de Custo de Manutenção
  Custo de Manutenção / Valor de Reposição da Planta
  Custo de Manutenção / Faturamento
  Distribuição dos Custos de Manutenção: mão de obra,
  materiais e serviços




      EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES   - NAGAO        17
Análise Macro- Grade Estágio Manutenção
                Macro-

Característ.         Estágio de Excelência Manutenção
                Tópicos     Conserv. Seguid. Inovad. Líder
1. Gestão       Seleção
Recursos        Treinam.
Humanos         Desemp.
                Remuner.

2. Estrutura Atuação
Organizac. Eng. Manut.
             Plan. Progr.

3. Infra-
   Infra-       Máquinas
Estrutura       Teste/calib.
Oficinas        Ferramen.
                Org. Limp.
                Informatiz.
            EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES   - NAGAO   18
Questionário Campos de Análise
 SISTEMA GERENCIAMENTO MANUTENÇÃO
ÍTEM                                 0% 25% 50% 75% 100%
1. Gestão Equipamentos
2. Planejamento e Programação
3. Módulo Gestão Materiais
4. Gestão de Custos
5. Equipamentos: dados técnicos
6. Histórico Falhas e Confiabilidade
7. Exploração Custos: redução
8. Gerenciamento Lubrificação
9. Procedimentos Intervenção
10. Alocação Automática M. Obra
11. Módulo Parada
12. Integração Módulos
13. Navegabilidade
          EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES   - NAGAO   19
Processo de Planejamento para Melhoria de Performance
 Análise Sistema
                                                           PDCA
 Organizacional


Hipótese de Base


     Metas                Indicadores Chave
                           ndicadores
   Estratégicas             Performance


    Plano Ação            Indicadores Chave
                           ndicadores
                            Performance

                           Indicadores Chave            Gerenciamento
 Trabalho Times              Performance                Implementação


                                Medição
Implantação Ações
                             Performance
           EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES   - NAGAO               20
MPT – Manutenção Produtiva Total


JIPM: Japan Institute of Plant Maintenance
  Início Conceitos MPT: Japão - 1971
     Maximizar eficiência sistema produtivo
     Implementação da Gestão de Manutenção e
     de Ativos: Toda Vida Útil Equipamento
     Envolvimento da Produção + Manutenção
     Utilização da metodologia MPT no chão de
     fábrica através de atividade de
     equipes


      EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES   - NAGAO   21
MELHORIA FOCADA



                                          MANUTENÇÃO AUTÔNOMA



                                          MANUTENÇÃO PLANEJADA



                                         EDUCAÇÃO E TREINAMENTO



                                               CONTROLE INICIAL



                                         GERENCIAMENTO QUALIDADE




   EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES
                                          ÁREA ADMINISTRATIVA


   - NAGAO
                                                                                                                                                10 PILARES MPT




                                      SEGURANÇA, HIGIENE E MEIO AMBIENTE




                                            CONFIABILIDADE
                                                                           MPT - Manufatura Produtiva Total




CULTURA ORGANIZACIONAL
                                                                                                              WCM – World Class Manufacturing




        22




                                        LOGÍSTICA - SUPPLY CHAIN
RENDIMENTO GLOBAL DOS EQUIPAMENTOS
                                         OEE - Overall Equipment Efficiency




                   Programadas
                                                                                     TAXA DE DESEMPENHO
                                                   DISPONIBILIDADE
                     Paradas                  Tempo de Carga - Tempo de Parada   Tempo Padrão * Unidades
                                                                                   de Ciclo    Processadas
                                                                                                             * 100
                                                        Tempo de Carga             Tempo de Operação
Tempo Calendário




                                       Falhas em                                 TAXA PRODUTOS APROVADOS
                                      Equipamentos                                 Unidades _ Unidades
                   Tempo de Carga



                                                              Perdas por         Processadas  Defeituosas
                                     Set Ups & Ajustes                                                      * 100
                                                               Paradas             Unidades Processadas
                                    Troca Ferramentas
                                       Acionamento
                                                          Pequenas Paradas
                                                                                    Perdas de Performance
                                        Tempo             Queda Velocidade
                                                                                      Perda por
                                          de                 Tempo                    Defeitos
                                                            Efetivo de
                                       Operação                                     Tempo de Operação
                                                            Operação                 C/ Valor Agregado


            OEE = Disponibilidade * Taxa Desempenho * Taxa Produtos Aprovados
                   EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO                                                    23
MELHORIA DA EFICIÊNCIA DA PRODUÇÃO
                      As Grandes Perdas do Sistema Produtivo
                 1      Perdas por Falhas em Equipamentos
                 2      Perdas por Set Ups
EQUIPAMENTO      3      Perdas por Troca de Ferramentas
                 4      Perdas nas Partidas
PERDAS



                 5      Perdas por Pequenas Paradas
                 6      Perdas por Queda Velocidade
                 7      Perdas por Defeitos e Retrabalhos
                 8      Perdas por Paradas Programadas
                 9      Perdas por Gerenciamento
  MÃO DE OBRA




                 10     Perdas por Movimento
                 11     Perdas por Organização da Linha
  PERDAS




                 12     Perdas por Deficiência Logística
                 13     Perdas por Medições e Ajustes
Material         14     Perdas de Rendimento Material
Energia
 Material        15     Perdas por Desperdício de Energia
Moldes           16     Perdas por Moldes, Ferramentas e Gabaritos
                                 24
MPT – Manutenção Produtiva Total

RESULTADOS DE IMPLEMENTAÇÃO MPT : JAPÃO
 ♦ Nissan Motors – Unidade de Yokohama
      Falhas Equipamentos/mês: 8.999 para 200 falhas/mês
      OEE (Eficiência Global Equipamento):
       65 % para 84 %
      Saída / Hh: aumento de 54 %
      Casos de Melhoria Individual: 664 para 8.424 no ano
      Defeitos nos Motores: redução de 72 %
     Taxa Redução Hh: redução de 34,5 %
 ♦ Idemitsu Petróleo – Refinaria de Hyogo
      Aumento produtividade: 51 % em relação a 1991
      11 % diminuição panes
      250 sugestões/pessoa
      Melhorias implementadas: 2304 casos/ano
      Paradas Planta no ano: 0
      Otimização Hh: 49.200 Hh economia
      OEE: 99,9 % sem Paradas
        EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES   - NAGAO          25
MPT – Manutenção Produtiva Total

RESULTADOS DE IMPLEMENTAÇÃO MPT : JAPÃO
♦ Toto – Shiga Plant
     Número de Análise PM: 1995: 60/semestre
    OEE: Melhoria de 14,4 %
    Produtividade Mão de Obra: aumento de 58 %
    Índice de Qualidade: melhoria de 4,6 pontos
    Ganhos obtidos devido a Kaizen: US$ 400.000/mês
    Número quebras: 7,2 para 0,5 quebras/mês
    No. Sugestão/homem/ano: 9 (melhorou 2 x)
    Número quebras: de 274 para 28 quebras / ano
    Tempo parada: de 130 h para 9 h
    Ganhos devidos a Kaizens: US$ 400.000/mês
    TOTO: “Padrão de Excelência em MPT”




      EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES   - NAGAO      26
MPT – Manutenção Produtiva Total

RESULTADOS IMPLEMENTAÇÃO MPT : BRASIL
♦ 1985: Prof. Seichi Nakajima - Seminários Internacionais
MPT no Brasil
♦ Temos diversos cases de sucesso de implementação
MPT em empresas brasileiras.
♦ Algumas empresas brasileiras são referências
mundiais na implementação MPT como a Tetrapak, a
Unilever e a SKF Rolamentos.
♦ Empresa Metalurgia:
      Indisponibilidade:
        Linha 1: de 5,8 % para 2,2 %
        Linha 2: de 5,1 % para 1,5 %
        Linha 3: de 8,3 % para 3,4 %



        EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES   - NAGAO     27
MPT – Manutenção Produtiva Total

RESULTADOS IMPLEMENTAÇÃO MPT : BRASIL
♦ Empresa Processos:
    Aumento OPE de 28 %
    Redução de Paradas de Máquinas L-1: 89 %
    Redução de Paradas Máquinas L-2: 86 %
♦ Empresa Bebidas:
    Indisponibilidade Linha: de 11 % para 4,1 %
    Diminuição de índice de Quebra: 50 %
    Aumento OEE : de 28 %
         Linha 01: de 83 % para 88 %
         Linha 02: de 87 % para 92 %
♦ Empresa Processos:
    Aumento OEE : 48 %
    Aumento capacidade produtiva: 28 %
    Redução de Quebra para 1/16
    Indisponibilidade por quebra: 15 % para 7,7 %
    Diminuição porcentagem defeitos: 1,3 % para 0,7
    % Reclamações: 3,5 ppm para 1,3 ppm
       EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES   - NAGAO     28
World Class Reliability Management



CONFIABILIDADE
  É a probabilidade de que um equipamento
  opere com sucesso por um período de tempo
  especificado e sob condições de operação
  previamente especificados.


 T=0                                    T=t
                                    Probabilidade de
                                    chegar ao destino



       EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES   - NAGAO       29
World Class Reliability Management


FALHA
 O sistema falha quando o sistema não cumpre a sua missão
 MTBF: Tempo médio entre falhas
   O cálculo simplificado poderia ser realizado, tomando-se em conta o período
                                                 tomando-
   considerado o tempo de operação (por exemplo se o tempo de operação for
   700 h), dividido pelo número de falhas no período. Se tivermos 10 falhas
   neste período, teríamos o MTBF de 70 horas. Isto quer dizer que em média a
   cada 70 horas tivemos uma parada com perda de produção.
 MTTR: Tempo médio para reparos
   Operação   Manut.        Operação         Man.   Operação




     EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES      - NAGAO                        30
ÁRVORE DE FALHAS




PORTÃO “e”
                         TOPO
                                PORTÃO “e”




Falha 1               Falha 2                     Falha 3


P (Topo) = P (1) * P (2) * P (3)

     EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES   - NAGAO             31
HAZOP - Eliminação dos Riscos Oriundos do Processo


HAZOP
 Utilização no Projeto ou Alteração Instalações
 HAZOP: método para identificar perigos e prevenir
 problemas operacionais em uma instalação de processo.
 Avaliação não quantificada de riscos envolvidos.
 Oportunidade de liberar imaginação, pensando em todos os
 modos pelos quais um evento possa ocorrer ou
 um problema operacional possa surgir.
 Reflexão sistematizada.
 Cada circuito é analisado, linha a linha, para
 cada tipo desvio, passível de ocorrer nos
 parâmetros funcionamento.




     EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES   - NAGAO        32
HAZOP


PALAVRA GUIA           DESVIO

Nenhum           Ausência de fluxo ou fluxo reverso

Mais             Mais, em relação a um parâmetro importante.
                 Ex: maior vazão, maior temperatura, maior pressão, etc.
Menos            Menos em relação a um parâmetro importante.
                 Ex: menor vazão, etc.

Mudança na      Alguns componentes em maior ou menor proporção ou
Composição      faltando.

Componentes     Componentes a mais em relação ao que deveria existir.
a mais          Fase extra, impurezas, contaminação, etc.

Outras           Partida, parada, funcionamento pico, meia carga,
Condições        manutenção, modo alternativo operação, etc.
Operacionais

         EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES   - NAGAO                     33
PROACTIVE MAINTENANCE




          PROACTIVE: Root Causes of Failure
            Eliminação Causa Raiz da Falha
                                                    PRÓ ATIVO

          DETECTIVE: Hidden Failure
           Detecção Falhas Ocultas



      PREDICTIVE: Condition Based
      Monitoramento Tendência Falha


    PREVENTIVE: Time Based
Troco ou recupero antes da quebra

                                              REATIVO
 BREAK DOWN: Pós Falha
  Conserto o que quebra
EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES      - NAGAO                   34
MANUTENÇÃO PLANEJADA
                    Atividades da Manutenção

                                                     Emergência
                                    Acidental
                                    Corretiva
                                                      Programada

                                                      Sistemática
                                                      (no tempo)
Manutenção                          Preventiva
                                                       Preditiva
                                                      (condição)

                                                        Detectiva
                                                    (falhas ocultas)



               Melhorias          Melhoria Confiabilidade
             Equipamentos         Equipamentos e Processos


       EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES   - NAGAO                  35
Análise “Porque-Porque”
                                  “Porque-




Modo Falha              Causa


                     Modo Falha             Causa


                                          Modo Falha                Causa
Exemplo: O pistão não opera.

Porque?                        Resposta                      Ação

Porque o pistão não opera? A válvula travou                Revisar a válvula
Porque a válvula travou?   O óleo estava sujo              Filtrar o óleo
Porque o óleo está sujo?   Sujeira entra no tanque         Evite entrada sujeira
                           Fornecimento óleo contaminado   Aquisição óleo limpo
                           Partículas de desgaste          Instalar filtro absoluto
Porque a sujeira entra?    Entra pelo respiro              Instale filtro respiro
             EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES   - NAGAO                           36
PARETO



  GRÁFICO PARETO: Estratificação e Priorização

No. Falhas                                     Quebra rolamento
                                               Desbalanceamento
                                               Falha lubrificação
                                               Desalinhamento
                                               Quebra acoplamento




                      Tipos de Falhas
         EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES   - NAGAO                 37
ESPINHA DE PEIXE - ISHIKAWA
                         Diagrama Causa e Efeito




 Man                 Machine           Method
Homem                Máquina           Método




                                                        EFEITO




Material            Ambiente         Processo




           EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES   - NAGAO            38
MCC - Manutenção Centrada em Confiabilidade

INTRODUÇÃO
 Tivemos grande evolução nos conceitos e técnicas de
 manutenção nos últimos anos
 Indústria aeronáutica: década de 60, altos custos de
 manutenção
 Reliability-
 Reliability-Centred Maintenance - Stanley Nowlan &
 Howard Heap - United Airlines - DEZ/78
 RCMII - John Moubray - 1991
 RCM – Smith - 1993
 Effective MCC: New Approach – RCM3 - Nagao
 Total Plant Reliability Management
RCM / MCC
 Consideração sistemática funções sistema, modos
 falha e critérios priorização para definição de uma
 Política de Manutenção.
     EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES   - NAGAO    39
MCC - Falhas em Aeronaves (1978)


A                                                4%

                                                 2%
B

C                                                5%

D                                                7%

E
                                                 14 %
F
    EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES   - NAGAO
                                                 68 %   40
CONSEQÜÊNCIAS               CONSEQÜÊNCIAS                   CONSEQÜÊNCIAS
                                      FALHA OCULTA                                   SEGURANÇA E MEIO              OPERACIONAIS                        NÃO
                                                                                        AMBIENTE                                                  OPERACIONAIS
                                                                                                                                                  OPERACIONAIS


                                     Falha é oculta?                          Não     Segurança ou         Não        Produção ou       Não
                                                                                                                                                Conseqüências
                                     (Não é evidente                                  Meio Ambiente                    Qualidade
                                      para o operador )                                                                                        Não Operacionais
                                          Sim                                               Sim                         Sim

                                                                                                          F1: FILTRO DETECTIVO
                                           TAXA DE FALHA/RISCO É ACEITÁVEL?

                                                                                                   Tarefas de Detecção de Falhas Ocultas
ANÁLISE DA CAUSA RAIZ DA FALHA
 Elimine as Causa s Raiz da Falha.




                                                                              Tarefa        Sim           Tarefa        Sim              Tarefa         Sim
                                                                              Detectiva            Não    Detectiva            Não       Detectiva              Não

                                                                                                          F2: FILTRO PREDITIVO sob Sim
                                                                                                                            Tarefa
                                                                                                                            Condição                          Não
                                                   Se não: reprojeto.




                                                                                                   Tarefas de Manutenção sob Condição
                                                                              Tarefa       Sim            Tarefa        Sim             Tarefa        Sim
                                                                              Preditiva            Não    Preditiva            Não      Preditiva              Não

                                                                                                      F3: FILTRO PREVENTIVO
                                                                                          Tarefa Preventiva de Recuperação ou de Descarte
                                                                                Tarefa       Sim         Tarefa        Sim            Tarefa      Sim
                                                                               Preventiva           Não Preventiva            Não    Preventiva          Não

                                                                                          Reprojeto                    Nenhuma Manutenção
                                                                                          Mandatório                       Programada
                                                                                                                                                     DIAGRAMA MCC
                                                                                                                                                     SIMPLIFICADO
                                                                                                                                                      Adaptação
                                                                                                                              Reprojeto deve
                                                     EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES                                 - NAGAO justificado
                                                                                                                            ser
                                                                                                                                                      Moubray e41
                                                                                                                                                    Nowlan & Heap
PLAN-
PLAN-A          Processo: Transfer. Propano         Planilha No.: 01A     Coord: Nagao        Data:
Planilha de     Sistema: Bombeamento                Revisão: 0            Equipe:              21/03/2000
Análise         Equipamento: Bomba BA01                                                       Folha: 1/3
MCC    MCC - Manutenção Centrada em Confiabilidade
Descrição do Ítem: O sistema de transferência do Propano consiste em transferir o propano do reservatório
de propano mantido a - 45o C 50 cm H20 para o reservatório intermediário a 15 km. Ele é bombeado e aquecido
por um sistema de trocador de glicol para evitar temperaturas criogênicas na tubulação transferência.

FUNÇÃO             FALHA FUNCIONAL             MODO FALHA                CONSEQÜÊNCIA DA FALHA
                                                                         Descrição           S    MA    O
I Bombear          A Nenhuma Vazão 1 Falha Sistema                    Não bombeamento N           N     S
  Propano com                        Acionam. Elétrico                 propano.
  vazão mín.                          a) Falta energia                Não preenchimento N         N    S
  25 t/h e                            b) Curto cabo                    reservatório
    pressão                                aliment. Elétr.             Imtermediário
  mínima de                           c) Falha Caixa                  Falta produto     N         N    S
   20 bar.                                Conexão                      no cliente.
                                      d) Queima fusível
                                      e) Atuação Relé
                                          Proteção
                                      f) Curto Painel
                                           2   Falha no Motor          Idem acima            N    N    S
                                               a) Queima estator
                                                  1. Sobrecarga
                                                   a. excesso
                                                      partida.
                                                   b. Sub dimens.
                                                  2. Verniz
                                                     Envelhecido.
                                               b) Quebra barra
                                                      rotor
                 EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES                - NAGAO                                42
PLAN-
PLAN-B
Planilha de  Processo:Transfer.
             Processo:Transfer. Propano                                                       Planilha No.: 01B       Coord: Nagao      Data:
Decisão MCC Equipamento: Bomba - BA01                                                                                                   Folha:01/03
         MCC - Manutenção Centrada em Confiabilidade


                                      Preventiva



                                                               Freqüência
              Detectiva




                                                   Reprojeto
Referência
                          Preditiva




                                                                            Conseq.

                                                                                      Risco
Informação                                                                                         Tarefa Proposta          Freqüência Respon-
                                                                                                                                       Respon-




                                                               Falha
                                                                                                                               da       sável
F   FF   MF                                                                                                                  Tarefa

I   A    1a     N         N           N            N             1            8        8      Falta energia elétrica               -
                                                                                              Será analisada a parte.

         1b     N         S           N            N             1           8        8       Verificar condição cabo.        Sem.         Elét.

         1c    N          S           N            N            1            8        8       Verificar condição caixa.        Anual        Elétr.
                                                                                                                                            Elétr.

         1d     N         N           N            N            1           8         8       Queima fusível                   -
                                                                                               se aleatória. Nada fazer.

                N         N           N            S            2            8        16      Se mal dimensionamento            Ação        Elétr.
                                                                                               redimensionar/substituir         única

         1e     N         N           N            N             2            8 16            Se fora calibração,                Ação        Elétr.
                                                                                                recalibrar.                    corretiva

                S         N           N            N              2          8        16       Verificar calibração            Anual       Elétr.
                                                                                                                                           Elétr.

         1f      N        S           N            N
                                                Termografia        3            8      24                                     Semestral Elétr.
                                                                                                                                        Elétr.
                                                 Infrared                                                                     Mensal
                      EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO                                                                               43
Lubrificação
     de Alta Performance
      Diminuindo a Quebra, o Custo de
       Manutenção e Proporcionando
           Economia de Energia




EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES   - NAGAO   44
Lubrificação de Alta Performance

   CAUSA DE FALHA DE ROLAMENTOS
                         Outros
                         18,6 %             Lubrificação Inadequada
 Erros Estocagem
    & Manuseio                                         34,4 %
       2,8 %

Sobrecarga
  6,9 %



       Erros de Montagem                                  Falhas Lubrificação
                                      Contaminação
             17,7 %                                            54,0 %
                                         19,6 %


             EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES   - NAGAO                   45
Lubrificação de Alta Performance


CARACTERÍSTICAS PERFORMANCE
  Alto Coeficiente de Filme
  Teste Carga ASTM D-2782 Timkem O.K.
                   D-
         100
Carga
Tinkem    80

O.K.      60
Libras    40

          20

          0
              Óleo         Óleo      Royal
            Sintético    Mineral    Purple
 A resistência de filme da Royal Purple é 400 por cento maior que
 outros óleos minerais ou sintéticos, o que diminui em muito o
 desgaste e aumenta a vida útil do equipamento.
         EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES   - NAGAO             46
Lubrificação de Alta Performance


  CARACTERÍSTICAS PERFORMANCE
    Alto Poder Separação da Água
        ASTM D-1401 - Teste Demulsividade
             D-
             80   _




                                                                                          Após somente 20
                           Emulsão Óleo/Água




                                                   Após 60 minutos




                                                                        Após 60 minutos
Mililitros                                                                                                  Emulsão Óleo/Água
             60   _
                                                                                                            Água
             40   _




                                                                                          minutos
                                                                                                            Óleo
             20   _
                                                                                                            Royal Purple

                      Início                    Óleo                  Óleo     Royal
                      Teste                    Mineral               Sintético Purple
O Óleo Sintético Royal Purple com Synerlec separa rapidamente da água.
Óleos sem umidade estendem a vida do rolamento. A água é facilmente
drenada do dreno do cárter. A contaminação com água oxida o lubrificante,
diminuindo a vida útil dos rolamentos, mancais e engrenagens.
                  EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES                                        - NAGAO                          47
Lubrificação de Alta Performance

  EFEITO DA UMIDADE NA VIDA DA MÁQUINA
Nível de umidade no óleo ppm

                          Fator de Extensão de Vida (LEV)
           2x       3x        4x       5x       6x        7x       8x       9x     10x
50.000   12.500   6.500     4.500    3.125    2.500     2.000     1.500   1.000    782

25.000    6.250   3.250     2.250    1.563    1.250     1.000     750      500     391
10.000    2.500   1.300      900      635      500       400      300      200     156
 5.000    1.200    650       450      313       250      200       150    100      78
 2.500     625     325       225      156      125       100       75      50       39

 1.000     250     130       90       63        50       40        30       20     16
  500      125      65       45       31        25        20       15      10       8

  250      63       33       23       16        13       10        8        5       4

  100      25       13        9       6         5         4        3        2       2

Reduzindo a quantidade de água no óleo de 500 ppm para 45 ppm, aumentamos a vida útil
              EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO                                48
   em 400 %
Lubrificação de Alta Performance


  CARACTERÍSTICAS PERFORMANCE
                                               Royal Purple é 10 vezes mais
        Vida Longa da Vida Óleo                estável à oxidação neste teste.
         US Bureau Standards “TFOUT”           No teste laboratório na
        Teste de Oxidação Severa a 182 o C     US/Steel - ASTM D-2893, tem
                                               um intervalo de troca
                                               equivalente a 20 anos em
         25 _
                                               serviço ( 271dias de teste com
Horas    20 _                                  0 % alteração de viscosidade).
para     15 _                                  Desprezando a contaminação
Falha                                          do óleo, a oxidação é o
         10 _
                                               parâmetro da vida do óleo.
          5 _                                  Clientes também no Brasil
                                               comprovam uso de mais de 4
                 Óleo       Óleo    Royal      anos sem troca de óleo.
                Mineral   Sintético Purple     Evitando a contaminação, o
                                               óleo sintético da Royal Purple
                                               tem uma vida muito longa.
                EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES   - NAGAO                   49
Lubrificação de Alta Performance


 CARACTERÍSTICAS PERFORMANCE
    Economiza Energia
    Reduz o Atrito: Teste          Atrito Falex No. 1
                        - 17,5 %        Royal Purple x Óleo Premium
                                            5 _
           5 _

Atrito                              Atrito  4     _
           4 _
Estático                            Dinâmico
                                            3     _
Libras
           3 _                      Libras
           2 _                                  2 _

                                                1 _
                                                           - 78,7 %
           1 _


                 Atrito Estático
                 (Início Teste)
 Óleo Sintético Royal Purple com Synerlec reduz o atrito dinâmico
 em até 78,7 %, economizando energia e dinheiro. Economia de
 energia somente paga o investimento no óleo.
             EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES    - NAGAO              50
Lubrificação de Alta Performance


  CARACTERÍSTICAS PERFORMANCE
      Propriedade de “Micro-Polimento” da Superfície
                     “Micro-
O aditivo especial Synerlec da Royal Purple faz um micro-polimento da
superfície metálica, eliminando as irregularidades superficiais do material,
reduzindo o atrito superficial (as irregularidades da superfície do rolamento
evitam a separação plena dos componentes pelo filme lubrificante,
provocando o desgaste).




Superfície nova da pista do A mesma superfície do        A mesma superfície do
rolamento com aumento de    rolamento desgastada após    rolamento após micro por
1.500 x                     a utilização de um óleo      Synerlec da Royal Purple
                            sintético de um concorrente.
               EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO                             51
Lubrificação de Alta Performance

IMPACTO DA REDUÇÃO DO NÍVEL DE VIBRAÇÃO NA
VIDA ÚTIL DO ROLAMENTO
 Assumindo que a carga dinâmica é o maior componente de força

                              % de Aumento de Vida Útil
% de Redução                       do Rolamento
 de Vibração            Rolamento Tipo             Outros Tipos de
                             Esfera                  Rolamentos
      5                        17                         19
     10                        37                         42
     15                        63                         72
     20                        95                         110
     25                       137                         161
     30                       192                         228
     40                       363                         449
          EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES   - NAGAO                 52
Lubrificação de Alta Performance


   CARACTERÍSTICAS PERFORMANCE
     Alto Nível de Limpeza do Óleo
Os lubrificantes sintéticos industriais da Royal Purple líder em venda são
filtrados a um nível de 150 a 200 vezes mais limpos que os óleos
lubrificantes convencionais. Óleos limpos reduzem em muito o desgaste e
aumentam a vida útil dos componentes e dos equipamentos.
O nível de limpeza típico dos lubrificantes Royal Purple é 14 / 13 / 11.




                             Aumento
                             de 100 x




Nível de limpeza convencional dos         Nível de limpeza dos lubrificantes
lubrificantes do mercado: ISO 20/18/16    da Royal Purple: ISO 14/13/11
             EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES   - NAGAO                      53
Lubrificação de Alta Performance


 Efeito do Nível de Limpeza na Vida de Sistemas Hidráulicos
Nível de Limpeza do Óleo ISO 4406

                                  Fator de Extensão de Vida

           2x      3x      4x       5x     6x        7x      8x      9x      10x


 23/20   20/17    19/16   18/15   17/14   17/13     16/13   16/12   15/12   15/11


 22/19   19/16    18/15   17/14   16/13   16/12     15/12   14/11   14/10   14/10


 21/18   18/15    17/14   16/13   15/12   15/11     14/11   14/10   14/10   13/10


 20/17   17/14    16/13   15/12   14/11   13/11     13/10   13/9    12/9    12/8



Aumentando o Nível de Limpeza ISO 4406:99 de um Óleo Hidráulico de 20/17
para 13/11 aumentará a vida do sistema hidráulico em 6 vezes (500 por cento).
           EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES       - NAGAO                     54
Lubrificação de Alta Performance

RELATOS DOS USUÁRIOS
   Neste compressor de ar conseguimos
  uma redução de consumo de energia
  de 6 % e redução de 12 % na temperatura de operação.
  A economia média foi de 2,5 % o que pagou a diferença
   do preço do óleo em 19 dias.
   Desde 1991 que iniciamos a sua utilização, não tivemos
   que trocar o seu óleo... que monitoramos pelo programa
   de análise de óleo. Não tivemos nenhuma falha em
   rolamentos há 35.000 horas operação.
   Tínhamos em média 8 a 10 falhas de redutores / ano,
   com custo unitário de US$ 10.000/cada. Após a
   substituição com o óleo Royal Purple, tivemos somente 1
                                  Purple,
   quebra no último ano.



      EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES   - NAGAO             55
CONCLUSÃO


Tendências e Visão de Futuro
 Utilização maior monitoração on line: preditiva
 Maior integração entre equipe produção e manutenção
 Polivalência operacional
 Lubrificação de Alta Performance
 Crescimento Utilização de Trabalhos em Times com
 equipes multidisciplinares : TPM, Confiabilidade, Análise
 de Falhas
 Tecnologia da informação: coletores portáteis com coleta
 de dados e consulta on-line
                      on-
 Equipamentos e sistemas experts
 Diagnóstico e instrução para reparo emitido pelo sistema




      EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES   - NAGAO         56
CONCLUSÃO

Estas propostas de melhoria tem que nascer
de uma visão comum da equipe através
planejamento estratégico.
Ter a participação e apoio da alta direção.
Precisamos ter a confiança de que a nossa
tripulação tem a competência para enfrentar
tempestades e alcançar o porto de destino.
Isto nos dá a certeza de estarmos em um
barco vencedor.




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EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES

AGRADECIMENTOS
 Muito obrigado pela atenção de todos!!!!
 Rede Familia Manutenção:
 manutencao@yahoogroups.com
 Consultoria:
   Análise, Diagnóstico e Propostas de Melhoria Manutenção
   Planejamento Estratégico
   5 S e MPT: Manutenção Produtiva Total
         MPT:
   World Class Maintenance: Workshop & Coaching
               Maintenance:
   RCM: Manutenção Centrada em Confiabilidade
   Planejamento e Engenharia Manutenção
   Manutenção Preditiva
   Animação Grupo Discussão: Família Manutenção



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EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES



CONTATOS
Excellence Consulting & Services
Eng. Sergio Kimimassa NAGAO – MSc. Poli - USP
                                 MSc.
Tel/Fax: (0xx19) 3213 8100 - Campinas
          (0xx19)
Celular: (0xx19) 8171 5059
         (0xx19)
E-Mail: sergio.nagao@uol.com.br
  Mail:
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WCM 2009-TT20-EXCELLENCE - WORLD CLASS MAINTENANCE-MANUTENÇÃO CLASSE MUNDIAL

  • 1. World Class Maintenance Best Practices Manutenção Classe Mundial Melhores Práticas Eng. Sergio Kimimassa NAGAO – MSc. Poli - USP MSc. Excellence Consulting & Services T: (0xx19) 3213 8100 - Cel: (019) 8171 5059 E-Mail: sergio.nagao@excellenceconsult.com.br sergio.nagao@uol.com.br
  • 2. INÍCIO APRESENTAÇÃO Boa Tarde!!! EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 2
  • 3. OBJETIVOS E ESCOPO OBJETIVOS Identificar Melhores Práticas de Gestão da Manutenção: Processos de Gerenciamento, Metodologias e Ferramentas Experiências Práticas na Implementação Processo Estruturado para Avaliação e Diagnóstico Manutenção Propor Ações Melhorias EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 3
  • 4. Evolução Manutenção Histórico Manutenção 4a. Geração 3a. Geração Manutenção Manutenção Pró- Pró-Ativa Preditiva RCFA – Análise Confiabilidade Causa Raiz da Segurança e Falha 2a. Geração Meio Ambiente Pro- Pro-Active RCM3 Manutenção TPM Internet e Redes Preventiva Redes Micros Gestão Estratégica Sistemas da Manutenção 1a. Geração Informatização Expert Systems Planejamento Manutenção e Controle Manutenção World Class Acidental Main Frames RCM Maintenance EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 4
  • 5. World Class Maintenance MANUTENÇÃO: missão Manter equipamentos e instalações Consertar Disponibilizar Prevenção: evitar a falha Confiabilidade Ações de Melhoria Pró- Pró-atividade: antecipar-se ao problema antecipar- Otimização dos recursos EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 5
  • 6. World Class Maintenance DESAFIOS Competitividade: Custo Adoção Inovações Tecnológicas Qualidade dos Serviços Tempo de Atendimento Disponibilidade Operacional Flexibilidade Gestão de Contratação de Serviços Criatividade e Inovação EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 6
  • 7. World Class Maintenance Ser reconhecida como uma área de Manutenção Classe Mundial, buscando os melhores níveis de performance no atendimento às demandas de nossos clientes: Alta Disponibilidade Rápido Atendimento Serviços de Alta Qualidade Custos Competitivos Instalações Confiáveis EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 7
  • 8. World Class Maintenance Performance Source: Cardoso - Rhodia Tradicional WCM Tempo EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 8
  • 9. Processo de Mudança Querer Mudar Ação Crença Nível Atual Ação Nível Desejado GAP EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 9
  • 10. EXCELÊNCIA EM MANUTENÇÃO MANUTENÇÃO EXCELÊNCIA R P S T P S E L T R L E M R A I I I 5 P A T N G E A B M D I N S T E G I M I L E T I I N G A I T S V C N Y A CULTURA ORGANIZACIONAL EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 10
  • 11. World Class Maintenance BEST PRACTICES Políticas e Práticas Gestão: 5 S e Gerenciamento Qualidade Total Planejamento Estratégico Indicadores de Performance Sistema Gerenciamento Manutenção Programa Inspeção de Equipamentos Manutenção Preditiva TPM - Manutenção Produtiva Total EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 11
  • 12. World Class Maintenance BEST PRACTICES... Lubrificação Avançada Inovação Tecnológica Atendimento e Satisfação Clientes Gestão Recursos Humanos Segurança Industrial e Meio Ambiente Benchmarking RCM - Manutenção Centrada em Confiabilidade EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 12
  • 13. CRITÉRIOS DE ANÁLISE MANUTENÇÃO Gestão de Recursos Humanos Estrutura Organizacional Infra- Infra-Estrutura Sistema de Gerenciamento de Manutenção Recursos Tecnológicos Políticas de Intervenção Planejamento, Programação e Controle Serviços Gestão de Custos EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 13
  • 14. CRITÉRIOS DE ANÁLISE MANUTENÇÃO Gestão de Materiais Gestão de Contratação de Serviços Análise do Estado Físico Instalação Cultura Organizacional Segurança Industrial e Meio Ambiente Indicadores de Performance Entrevistas com Clientes e Equipe Manutenção EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 14
  • 15. Metodologia Avaliação Estágios Manutenção Início: Apresentação Processo Análise Macro-Grade Macro- Dados e Indicadores Questionário Benchmarking Campos de Análise Análise Sistema Organizacional Metas e Ações Conclusão e Sugestões EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 15
  • 16. Dados e Indicadores Nome Empresa, Setor Efetivo: Manutenção, Operação, Outros, Efetivo Manutenção/Total Usina Prioridades Serviços: Emergências, Urgências e Serviços Programados Estoque Manutenção: Valor, No. Ítens, Ítens, Rotatividade, Valor Estoque/Custo Manutenção Tipo Intervenção: Corretiva, Preventiva Sistemática, Preditiva, Detetiva, Melhorias e Detetiva, Apoio à Produção Dados Segurança: pessoal próprio e empreiteiras EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 16
  • 17. Dados e Indicadores Indicadores por Unidade de Produção Custo de Manutenção / Produção Disponibilidade devido a falhas de equipamentos OEE – Eficiência Global do Equipamento) OPE – Eficiência Global da Planta) Valor de Reposição da Planta Dados de Custo de Manutenção Custo de Manutenção / Valor de Reposição da Planta Custo de Manutenção / Faturamento Distribuição dos Custos de Manutenção: mão de obra, materiais e serviços EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 17
  • 18. Análise Macro- Grade Estágio Manutenção Macro- Característ. Estágio de Excelência Manutenção Tópicos Conserv. Seguid. Inovad. Líder 1. Gestão Seleção Recursos Treinam. Humanos Desemp. Remuner. 2. Estrutura Atuação Organizac. Eng. Manut. Plan. Progr. 3. Infra- Infra- Máquinas Estrutura Teste/calib. Oficinas Ferramen. Org. Limp. Informatiz. EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 18
  • 19. Questionário Campos de Análise SISTEMA GERENCIAMENTO MANUTENÇÃO ÍTEM 0% 25% 50% 75% 100% 1. Gestão Equipamentos 2. Planejamento e Programação 3. Módulo Gestão Materiais 4. Gestão de Custos 5. Equipamentos: dados técnicos 6. Histórico Falhas e Confiabilidade 7. Exploração Custos: redução 8. Gerenciamento Lubrificação 9. Procedimentos Intervenção 10. Alocação Automática M. Obra 11. Módulo Parada 12. Integração Módulos 13. Navegabilidade EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 19
  • 20. Processo de Planejamento para Melhoria de Performance Análise Sistema PDCA Organizacional Hipótese de Base Metas Indicadores Chave ndicadores Estratégicas Performance Plano Ação Indicadores Chave ndicadores Performance Indicadores Chave Gerenciamento Trabalho Times Performance Implementação Medição Implantação Ações Performance EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 20
  • 21. MPT – Manutenção Produtiva Total JIPM: Japan Institute of Plant Maintenance Início Conceitos MPT: Japão - 1971 Maximizar eficiência sistema produtivo Implementação da Gestão de Manutenção e de Ativos: Toda Vida Útil Equipamento Envolvimento da Produção + Manutenção Utilização da metodologia MPT no chão de fábrica através de atividade de equipes EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 21
  • 22. MELHORIA FOCADA MANUTENÇÃO AUTÔNOMA MANUTENÇÃO PLANEJADA EDUCAÇÃO E TREINAMENTO CONTROLE INICIAL GERENCIAMENTO QUALIDADE EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES ÁREA ADMINISTRATIVA - NAGAO 10 PILARES MPT SEGURANÇA, HIGIENE E MEIO AMBIENTE CONFIABILIDADE MPT - Manufatura Produtiva Total CULTURA ORGANIZACIONAL WCM – World Class Manufacturing 22 LOGÍSTICA - SUPPLY CHAIN
  • 23. RENDIMENTO GLOBAL DOS EQUIPAMENTOS OEE - Overall Equipment Efficiency Programadas TAXA DE DESEMPENHO DISPONIBILIDADE Paradas Tempo de Carga - Tempo de Parada Tempo Padrão * Unidades de Ciclo Processadas * 100 Tempo de Carga Tempo de Operação Tempo Calendário Falhas em TAXA PRODUTOS APROVADOS Equipamentos Unidades _ Unidades Tempo de Carga Perdas por Processadas Defeituosas Set Ups & Ajustes * 100 Paradas Unidades Processadas Troca Ferramentas Acionamento Pequenas Paradas Perdas de Performance Tempo Queda Velocidade Perda por de Tempo Defeitos Efetivo de Operação Tempo de Operação Operação C/ Valor Agregado OEE = Disponibilidade * Taxa Desempenho * Taxa Produtos Aprovados EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 23
  • 24. MELHORIA DA EFICIÊNCIA DA PRODUÇÃO As Grandes Perdas do Sistema Produtivo 1 Perdas por Falhas em Equipamentos 2 Perdas por Set Ups EQUIPAMENTO 3 Perdas por Troca de Ferramentas 4 Perdas nas Partidas PERDAS 5 Perdas por Pequenas Paradas 6 Perdas por Queda Velocidade 7 Perdas por Defeitos e Retrabalhos 8 Perdas por Paradas Programadas 9 Perdas por Gerenciamento MÃO DE OBRA 10 Perdas por Movimento 11 Perdas por Organização da Linha PERDAS 12 Perdas por Deficiência Logística 13 Perdas por Medições e Ajustes Material 14 Perdas de Rendimento Material Energia Material 15 Perdas por Desperdício de Energia Moldes 16 Perdas por Moldes, Ferramentas e Gabaritos 24
  • 25. MPT – Manutenção Produtiva Total RESULTADOS DE IMPLEMENTAÇÃO MPT : JAPÃO ♦ Nissan Motors – Unidade de Yokohama Falhas Equipamentos/mês: 8.999 para 200 falhas/mês OEE (Eficiência Global Equipamento): 65 % para 84 % Saída / Hh: aumento de 54 % Casos de Melhoria Individual: 664 para 8.424 no ano Defeitos nos Motores: redução de 72 % Taxa Redução Hh: redução de 34,5 % ♦ Idemitsu Petróleo – Refinaria de Hyogo Aumento produtividade: 51 % em relação a 1991 11 % diminuição panes 250 sugestões/pessoa Melhorias implementadas: 2304 casos/ano Paradas Planta no ano: 0 Otimização Hh: 49.200 Hh economia OEE: 99,9 % sem Paradas EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 25
  • 26. MPT – Manutenção Produtiva Total RESULTADOS DE IMPLEMENTAÇÃO MPT : JAPÃO ♦ Toto – Shiga Plant Número de Análise PM: 1995: 60/semestre OEE: Melhoria de 14,4 % Produtividade Mão de Obra: aumento de 58 % Índice de Qualidade: melhoria de 4,6 pontos Ganhos obtidos devido a Kaizen: US$ 400.000/mês Número quebras: 7,2 para 0,5 quebras/mês No. Sugestão/homem/ano: 9 (melhorou 2 x) Número quebras: de 274 para 28 quebras / ano Tempo parada: de 130 h para 9 h Ganhos devidos a Kaizens: US$ 400.000/mês TOTO: “Padrão de Excelência em MPT” EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 26
  • 27. MPT – Manutenção Produtiva Total RESULTADOS IMPLEMENTAÇÃO MPT : BRASIL ♦ 1985: Prof. Seichi Nakajima - Seminários Internacionais MPT no Brasil ♦ Temos diversos cases de sucesso de implementação MPT em empresas brasileiras. ♦ Algumas empresas brasileiras são referências mundiais na implementação MPT como a Tetrapak, a Unilever e a SKF Rolamentos. ♦ Empresa Metalurgia: Indisponibilidade: Linha 1: de 5,8 % para 2,2 % Linha 2: de 5,1 % para 1,5 % Linha 3: de 8,3 % para 3,4 % EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 27
  • 28. MPT – Manutenção Produtiva Total RESULTADOS IMPLEMENTAÇÃO MPT : BRASIL ♦ Empresa Processos: Aumento OPE de 28 % Redução de Paradas de Máquinas L-1: 89 % Redução de Paradas Máquinas L-2: 86 % ♦ Empresa Bebidas: Indisponibilidade Linha: de 11 % para 4,1 % Diminuição de índice de Quebra: 50 % Aumento OEE : de 28 % Linha 01: de 83 % para 88 % Linha 02: de 87 % para 92 % ♦ Empresa Processos: Aumento OEE : 48 % Aumento capacidade produtiva: 28 % Redução de Quebra para 1/16 Indisponibilidade por quebra: 15 % para 7,7 % Diminuição porcentagem defeitos: 1,3 % para 0,7 % Reclamações: 3,5 ppm para 1,3 ppm EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 28
  • 29. World Class Reliability Management CONFIABILIDADE É a probabilidade de que um equipamento opere com sucesso por um período de tempo especificado e sob condições de operação previamente especificados. T=0 T=t Probabilidade de chegar ao destino EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 29
  • 30. World Class Reliability Management FALHA O sistema falha quando o sistema não cumpre a sua missão MTBF: Tempo médio entre falhas O cálculo simplificado poderia ser realizado, tomando-se em conta o período tomando- considerado o tempo de operação (por exemplo se o tempo de operação for 700 h), dividido pelo número de falhas no período. Se tivermos 10 falhas neste período, teríamos o MTBF de 70 horas. Isto quer dizer que em média a cada 70 horas tivemos uma parada com perda de produção. MTTR: Tempo médio para reparos Operação Manut. Operação Man. Operação EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 30
  • 31. ÁRVORE DE FALHAS PORTÃO “e” TOPO PORTÃO “e” Falha 1 Falha 2 Falha 3 P (Topo) = P (1) * P (2) * P (3) EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 31
  • 32. HAZOP - Eliminação dos Riscos Oriundos do Processo HAZOP Utilização no Projeto ou Alteração Instalações HAZOP: método para identificar perigos e prevenir problemas operacionais em uma instalação de processo. Avaliação não quantificada de riscos envolvidos. Oportunidade de liberar imaginação, pensando em todos os modos pelos quais um evento possa ocorrer ou um problema operacional possa surgir. Reflexão sistematizada. Cada circuito é analisado, linha a linha, para cada tipo desvio, passível de ocorrer nos parâmetros funcionamento. EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 32
  • 33. HAZOP PALAVRA GUIA DESVIO Nenhum Ausência de fluxo ou fluxo reverso Mais Mais, em relação a um parâmetro importante. Ex: maior vazão, maior temperatura, maior pressão, etc. Menos Menos em relação a um parâmetro importante. Ex: menor vazão, etc. Mudança na Alguns componentes em maior ou menor proporção ou Composição faltando. Componentes Componentes a mais em relação ao que deveria existir. a mais Fase extra, impurezas, contaminação, etc. Outras Partida, parada, funcionamento pico, meia carga, Condições manutenção, modo alternativo operação, etc. Operacionais EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 33
  • 34. PROACTIVE MAINTENANCE PROACTIVE: Root Causes of Failure Eliminação Causa Raiz da Falha PRÓ ATIVO DETECTIVE: Hidden Failure Detecção Falhas Ocultas PREDICTIVE: Condition Based Monitoramento Tendência Falha PREVENTIVE: Time Based Troco ou recupero antes da quebra REATIVO BREAK DOWN: Pós Falha Conserto o que quebra EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 34
  • 35. MANUTENÇÃO PLANEJADA Atividades da Manutenção Emergência Acidental Corretiva Programada Sistemática (no tempo) Manutenção Preventiva Preditiva (condição) Detectiva (falhas ocultas) Melhorias Melhoria Confiabilidade Equipamentos Equipamentos e Processos EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 35
  • 36. Análise “Porque-Porque” “Porque- Modo Falha Causa Modo Falha Causa Modo Falha Causa Exemplo: O pistão não opera. Porque? Resposta Ação Porque o pistão não opera? A válvula travou Revisar a válvula Porque a válvula travou? O óleo estava sujo Filtrar o óleo Porque o óleo está sujo? Sujeira entra no tanque Evite entrada sujeira Fornecimento óleo contaminado Aquisição óleo limpo Partículas de desgaste Instalar filtro absoluto Porque a sujeira entra? Entra pelo respiro Instale filtro respiro EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 36
  • 37. PARETO GRÁFICO PARETO: Estratificação e Priorização No. Falhas Quebra rolamento Desbalanceamento Falha lubrificação Desalinhamento Quebra acoplamento Tipos de Falhas EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 37
  • 38. ESPINHA DE PEIXE - ISHIKAWA Diagrama Causa e Efeito Man Machine Method Homem Máquina Método EFEITO Material Ambiente Processo EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 38
  • 39. MCC - Manutenção Centrada em Confiabilidade INTRODUÇÃO Tivemos grande evolução nos conceitos e técnicas de manutenção nos últimos anos Indústria aeronáutica: década de 60, altos custos de manutenção Reliability- Reliability-Centred Maintenance - Stanley Nowlan & Howard Heap - United Airlines - DEZ/78 RCMII - John Moubray - 1991 RCM – Smith - 1993 Effective MCC: New Approach – RCM3 - Nagao Total Plant Reliability Management RCM / MCC Consideração sistemática funções sistema, modos falha e critérios priorização para definição de uma Política de Manutenção. EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 39
  • 40. MCC - Falhas em Aeronaves (1978) A 4% 2% B C 5% D 7% E 14 % F EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 68 % 40
  • 41. CONSEQÜÊNCIAS CONSEQÜÊNCIAS CONSEQÜÊNCIAS FALHA OCULTA SEGURANÇA E MEIO OPERACIONAIS NÃO AMBIENTE OPERACIONAIS OPERACIONAIS Falha é oculta? Não Segurança ou Não Produção ou Não Conseqüências (Não é evidente Meio Ambiente Qualidade para o operador ) Não Operacionais Sim Sim Sim F1: FILTRO DETECTIVO TAXA DE FALHA/RISCO É ACEITÁVEL? Tarefas de Detecção de Falhas Ocultas ANÁLISE DA CAUSA RAIZ DA FALHA Elimine as Causa s Raiz da Falha. Tarefa Sim Tarefa Sim Tarefa Sim Detectiva Não Detectiva Não Detectiva Não F2: FILTRO PREDITIVO sob Sim Tarefa Condição Não Se não: reprojeto. Tarefas de Manutenção sob Condição Tarefa Sim Tarefa Sim Tarefa Sim Preditiva Não Preditiva Não Preditiva Não F3: FILTRO PREVENTIVO Tarefa Preventiva de Recuperação ou de Descarte Tarefa Sim Tarefa Sim Tarefa Sim Preventiva Não Preventiva Não Preventiva Não Reprojeto Nenhuma Manutenção Mandatório Programada DIAGRAMA MCC SIMPLIFICADO Adaptação Reprojeto deve EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO justificado ser Moubray e41 Nowlan & Heap
  • 42. PLAN- PLAN-A Processo: Transfer. Propano Planilha No.: 01A Coord: Nagao Data: Planilha de Sistema: Bombeamento Revisão: 0 Equipe: 21/03/2000 Análise Equipamento: Bomba BA01 Folha: 1/3 MCC MCC - Manutenção Centrada em Confiabilidade Descrição do Ítem: O sistema de transferência do Propano consiste em transferir o propano do reservatório de propano mantido a - 45o C 50 cm H20 para o reservatório intermediário a 15 km. Ele é bombeado e aquecido por um sistema de trocador de glicol para evitar temperaturas criogênicas na tubulação transferência. FUNÇÃO FALHA FUNCIONAL MODO FALHA CONSEQÜÊNCIA DA FALHA Descrição S MA O I Bombear A Nenhuma Vazão 1 Falha Sistema Não bombeamento N N S Propano com Acionam. Elétrico propano. vazão mín. a) Falta energia Não preenchimento N N S 25 t/h e b) Curto cabo reservatório pressão aliment. Elétr. Imtermediário mínima de c) Falha Caixa Falta produto N N S 20 bar. Conexão no cliente. d) Queima fusível e) Atuação Relé Proteção f) Curto Painel 2 Falha no Motor Idem acima N N S a) Queima estator 1. Sobrecarga a. excesso partida. b. Sub dimens. 2. Verniz Envelhecido. b) Quebra barra rotor EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 42
  • 43. PLAN- PLAN-B Planilha de Processo:Transfer. Processo:Transfer. Propano Planilha No.: 01B Coord: Nagao Data: Decisão MCC Equipamento: Bomba - BA01 Folha:01/03 MCC - Manutenção Centrada em Confiabilidade Preventiva Freqüência Detectiva Reprojeto Referência Preditiva Conseq. Risco Informação Tarefa Proposta Freqüência Respon- Respon- Falha da sável F FF MF Tarefa I A 1a N N N N 1 8 8 Falta energia elétrica - Será analisada a parte. 1b N S N N 1 8 8 Verificar condição cabo. Sem. Elét. 1c N S N N 1 8 8 Verificar condição caixa. Anual Elétr. Elétr. 1d N N N N 1 8 8 Queima fusível - se aleatória. Nada fazer. N N N S 2 8 16 Se mal dimensionamento Ação Elétr. redimensionar/substituir única 1e N N N N 2 8 16 Se fora calibração, Ação Elétr. recalibrar. corretiva S N N N 2 8 16 Verificar calibração Anual Elétr. Elétr. 1f N S N N Termografia 3 8 24 Semestral Elétr. Elétr. Infrared Mensal EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 43
  • 44. Lubrificação de Alta Performance Diminuindo a Quebra, o Custo de Manutenção e Proporcionando Economia de Energia EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 44
  • 45. Lubrificação de Alta Performance CAUSA DE FALHA DE ROLAMENTOS Outros 18,6 % Lubrificação Inadequada Erros Estocagem & Manuseio 34,4 % 2,8 % Sobrecarga 6,9 % Erros de Montagem Falhas Lubrificação Contaminação 17,7 % 54,0 % 19,6 % EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 45
  • 46. Lubrificação de Alta Performance CARACTERÍSTICAS PERFORMANCE Alto Coeficiente de Filme Teste Carga ASTM D-2782 Timkem O.K. D- 100 Carga Tinkem 80 O.K. 60 Libras 40 20 0 Óleo Óleo Royal Sintético Mineral Purple A resistência de filme da Royal Purple é 400 por cento maior que outros óleos minerais ou sintéticos, o que diminui em muito o desgaste e aumenta a vida útil do equipamento. EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 46
  • 47. Lubrificação de Alta Performance CARACTERÍSTICAS PERFORMANCE Alto Poder Separação da Água ASTM D-1401 - Teste Demulsividade D- 80 _ Após somente 20 Emulsão Óleo/Água Após 60 minutos Após 60 minutos Mililitros Emulsão Óleo/Água 60 _ Água 40 _ minutos Óleo 20 _ Royal Purple Início Óleo Óleo Royal Teste Mineral Sintético Purple O Óleo Sintético Royal Purple com Synerlec separa rapidamente da água. Óleos sem umidade estendem a vida do rolamento. A água é facilmente drenada do dreno do cárter. A contaminação com água oxida o lubrificante, diminuindo a vida útil dos rolamentos, mancais e engrenagens. EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 47
  • 48. Lubrificação de Alta Performance EFEITO DA UMIDADE NA VIDA DA MÁQUINA Nível de umidade no óleo ppm Fator de Extensão de Vida (LEV) 2x 3x 4x 5x 6x 7x 8x 9x 10x 50.000 12.500 6.500 4.500 3.125 2.500 2.000 1.500 1.000 782 25.000 6.250 3.250 2.250 1.563 1.250 1.000 750 500 391 10.000 2.500 1.300 900 635 500 400 300 200 156 5.000 1.200 650 450 313 250 200 150 100 78 2.500 625 325 225 156 125 100 75 50 39 1.000 250 130 90 63 50 40 30 20 16 500 125 65 45 31 25 20 15 10 8 250 63 33 23 16 13 10 8 5 4 100 25 13 9 6 5 4 3 2 2 Reduzindo a quantidade de água no óleo de 500 ppm para 45 ppm, aumentamos a vida útil EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 48 em 400 %
  • 49. Lubrificação de Alta Performance CARACTERÍSTICAS PERFORMANCE Royal Purple é 10 vezes mais Vida Longa da Vida Óleo estável à oxidação neste teste. US Bureau Standards “TFOUT” No teste laboratório na Teste de Oxidação Severa a 182 o C US/Steel - ASTM D-2893, tem um intervalo de troca equivalente a 20 anos em 25 _ serviço ( 271dias de teste com Horas 20 _ 0 % alteração de viscosidade). para 15 _ Desprezando a contaminação Falha do óleo, a oxidação é o 10 _ parâmetro da vida do óleo. 5 _ Clientes também no Brasil comprovam uso de mais de 4 Óleo Óleo Royal anos sem troca de óleo. Mineral Sintético Purple Evitando a contaminação, o óleo sintético da Royal Purple tem uma vida muito longa. EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 49
  • 50. Lubrificação de Alta Performance CARACTERÍSTICAS PERFORMANCE Economiza Energia Reduz o Atrito: Teste Atrito Falex No. 1 - 17,5 % Royal Purple x Óleo Premium 5 _ 5 _ Atrito Atrito 4 _ 4 _ Estático Dinâmico 3 _ Libras 3 _ Libras 2 _ 2 _ 1 _ - 78,7 % 1 _ Atrito Estático (Início Teste) Óleo Sintético Royal Purple com Synerlec reduz o atrito dinâmico em até 78,7 %, economizando energia e dinheiro. Economia de energia somente paga o investimento no óleo. EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 50
  • 51. Lubrificação de Alta Performance CARACTERÍSTICAS PERFORMANCE Propriedade de “Micro-Polimento” da Superfície “Micro- O aditivo especial Synerlec da Royal Purple faz um micro-polimento da superfície metálica, eliminando as irregularidades superficiais do material, reduzindo o atrito superficial (as irregularidades da superfície do rolamento evitam a separação plena dos componentes pelo filme lubrificante, provocando o desgaste). Superfície nova da pista do A mesma superfície do A mesma superfície do rolamento com aumento de rolamento desgastada após rolamento após micro por 1.500 x a utilização de um óleo Synerlec da Royal Purple sintético de um concorrente. EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 51
  • 52. Lubrificação de Alta Performance IMPACTO DA REDUÇÃO DO NÍVEL DE VIBRAÇÃO NA VIDA ÚTIL DO ROLAMENTO Assumindo que a carga dinâmica é o maior componente de força % de Aumento de Vida Útil % de Redução do Rolamento de Vibração Rolamento Tipo Outros Tipos de Esfera Rolamentos 5 17 19 10 37 42 15 63 72 20 95 110 25 137 161 30 192 228 40 363 449 EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 52
  • 53. Lubrificação de Alta Performance CARACTERÍSTICAS PERFORMANCE Alto Nível de Limpeza do Óleo Os lubrificantes sintéticos industriais da Royal Purple líder em venda são filtrados a um nível de 150 a 200 vezes mais limpos que os óleos lubrificantes convencionais. Óleos limpos reduzem em muito o desgaste e aumentam a vida útil dos componentes e dos equipamentos. O nível de limpeza típico dos lubrificantes Royal Purple é 14 / 13 / 11. Aumento de 100 x Nível de limpeza convencional dos Nível de limpeza dos lubrificantes lubrificantes do mercado: ISO 20/18/16 da Royal Purple: ISO 14/13/11 EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 53
  • 54. Lubrificação de Alta Performance Efeito do Nível de Limpeza na Vida de Sistemas Hidráulicos Nível de Limpeza do Óleo ISO 4406 Fator de Extensão de Vida 2x 3x 4x 5x 6x 7x 8x 9x 10x 23/20 20/17 19/16 18/15 17/14 17/13 16/13 16/12 15/12 15/11 22/19 19/16 18/15 17/14 16/13 16/12 15/12 14/11 14/10 14/10 21/18 18/15 17/14 16/13 15/12 15/11 14/11 14/10 14/10 13/10 20/17 17/14 16/13 15/12 14/11 13/11 13/10 13/9 12/9 12/8 Aumentando o Nível de Limpeza ISO 4406:99 de um Óleo Hidráulico de 20/17 para 13/11 aumentará a vida do sistema hidráulico em 6 vezes (500 por cento). EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 54
  • 55. Lubrificação de Alta Performance RELATOS DOS USUÁRIOS Neste compressor de ar conseguimos uma redução de consumo de energia de 6 % e redução de 12 % na temperatura de operação. A economia média foi de 2,5 % o que pagou a diferença do preço do óleo em 19 dias. Desde 1991 que iniciamos a sua utilização, não tivemos que trocar o seu óleo... que monitoramos pelo programa de análise de óleo. Não tivemos nenhuma falha em rolamentos há 35.000 horas operação. Tínhamos em média 8 a 10 falhas de redutores / ano, com custo unitário de US$ 10.000/cada. Após a substituição com o óleo Royal Purple, tivemos somente 1 Purple, quebra no último ano. EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 55
  • 56. CONCLUSÃO Tendências e Visão de Futuro Utilização maior monitoração on line: preditiva Maior integração entre equipe produção e manutenção Polivalência operacional Lubrificação de Alta Performance Crescimento Utilização de Trabalhos em Times com equipes multidisciplinares : TPM, Confiabilidade, Análise de Falhas Tecnologia da informação: coletores portáteis com coleta de dados e consulta on-line on- Equipamentos e sistemas experts Diagnóstico e instrução para reparo emitido pelo sistema EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 56
  • 57. CONCLUSÃO Estas propostas de melhoria tem que nascer de uma visão comum da equipe através planejamento estratégico. Ter a participação e apoio da alta direção. Precisamos ter a confiança de que a nossa tripulação tem a competência para enfrentar tempestades e alcançar o porto de destino. Isto nos dá a certeza de estarmos em um barco vencedor. EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 57
  • 58. EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES AGRADECIMENTOS Muito obrigado pela atenção de todos!!!! Rede Familia Manutenção: manutencao@yahoogroups.com Consultoria: Análise, Diagnóstico e Propostas de Melhoria Manutenção Planejamento Estratégico 5 S e MPT: Manutenção Produtiva Total MPT: World Class Maintenance: Workshop & Coaching Maintenance: RCM: Manutenção Centrada em Confiabilidade Planejamento e Engenharia Manutenção Manutenção Preditiva Animação Grupo Discussão: Família Manutenção EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 58
  • 59. EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES CONTATOS Excellence Consulting & Services Eng. Sergio Kimimassa NAGAO – MSc. Poli - USP MSc. Tel/Fax: (0xx19) 3213 8100 - Campinas (0xx19) Celular: (0xx19) 8171 5059 (0xx19) E-Mail: sergio.nagao@uol.com.br Mail: sergionagao@uol.com.br (Notebook) sergio.nagao@excellenceconsult.com.br http://www.excellenceconsult.com.br http://www.excellencelub.com.br EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES - NAGAO 59