Boas Práticas na Produção de Alimentos 2009

59.524 visualizações

Publicada em

Publicada em: Educação, Negócios, Tecnologia
1 comentário
8 gostaram
Estatísticas
Notas
Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
59.524
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
349
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
1.209
Comentários
1
Gostaram
8
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide
  • -Importante salientar que as palestras gerenciais tem por objetivo nortear o empresário na montagem e/ou reforma de seu estabelecimento (neste caso, da área de alimentação). -Neste caso específico, a palestra de Boas Práticas na Produção de Alimentos, tem por objetivo ajudar os estabelecimentos a se adequarem para seguir a legislação vigente (RDC 216)
  • Cada uma das 02 fases apresentadas seguem este fluxo: Fase 1: 1º. Atendimento Inicial – quando o cliente vem até o Sebrae buscando informações e é direcionado para o Projeto Nascer Bem 2º. Palestras – São 05 temas de palestras englobando os temas: - “Empreendedorismo” – Que fala dos Comportamentos e Competências do Empreendedor - “Comece Certo” – Aborda a importância de desenvolver um Plano de Negócios e como. - “Planejando a Abertura de sua empresa” – Como, onde, com quais instrumentos o empreendedor busca suas informações no mercado, para entender melhor seu negócio e tomar decisões. - “Buscando Recursos Financeiros” – Com a presença de parceiros de instituições financeiras, aborda a necessidade e a forma de preparar-se antes de buscar recursos de terceiros. - “Boas Práticas na Produção de Alimentos” – Higiene e manipulação dos alimentos. 3º. Treinamento – Aborda a prática dos Comportamentos Empreendedores, o estudo do Mercado, da Viabilidade Financeira, com tarefas diárias para colaborar na confecção do seu Plano de Negócios. 4º. Aconselhamento – 01 hora disponível com Consultor credenciado do Sebrae para aconselhamento e tirar suas dúvidas sobre seu empreendimento e o Plano de Negócios. Fase 2: 1º. Visita do Consultor – Consultor vai ate a empresa. 2º. Plano de Ação – Busca informações e elabora um Plano de Ação especifico. 3º. Consultoria / Capacitação – Este Plano de Ação pode englobar soluções de Consultoria e/ou Capacitação 4º. Monitoramento do Sebrae – Todo o processo e monitorado pelo Sebrae.
  • Esclarecer que nesta palestra, não será falado sobre assuntos técnicos, nem é um curso de higiene e manipulação. Lembrar que pra quem vai iniciar um negócio, no ramo alimentício, deve fazer o curso de Higiene e Manipulação de Alimentos, pois esta palestra não o substitui.
  • Objetivo: -Interagir com aos participantes, verificando com eles as expectativas de cada um quanto ao que é ser empresário da área de alimentos . -Jogar no ar a pergunta sobre o que eles entendem por Boas Práticas, sobre a importância da qualidade. - Será que alguém já tem boas práticas (tem conhecimento)? - Mostrar que a implantação das boas práticas pode não ser onerosa e ao mesmo tempo dar um retorno financeiro bom, pela diminuição dos desperdícios, por exemplo. Dica: Procure interagir com o público, verificando qual é o ramo que desejam atuar e o que acham que é ser empresário do setor de alimentação, o que poderá criar “ganchos” para exemplos futuros, no decorrer da apresentação
  • -Mostrar que uma empresas bem planejada e organizada, tem os custos operacionais diminuídos.
  • Objetivo: -Iniciar a apresentação, apresentando os tópicos que irá abordar. Conteúdo: - Informar que a palestra abordara os pontos acima, quanto ao perfil do empreendedor, o empreendimento (como planejar a empresa antes de sua abertura, propriamente dita) de acordo com o que vai realizar. Dica: -Procure interagir com o público, verificando qual é o ramo que desejam atuar, o que poderá criar “ganchos” para exemplos futuros, no decorrer da apresentação.
  • Objetivo: -Interagir com aos participantes, verificando com eles em qual desses, cada um se enquadra Dica: Procure interagir com o público, verificando qual é o ramo que desejam atuar.
  • Objetivo: -A RDC tem por objetivo uniformizar e nortear as empresas do ramo de alimentação para a produção de alimentos seguros, para isso são colocadas exigências que o empreendedor tem que seguir. - Deve ser explicado o que é uma RDC e pra que serve. Conteúdo: -Falar sobre a RDC 216, que foi editada em 16 de setembro de 2004 e que os estabelecimentos tiveram 180 dias para a adequação. Que esse prazo já se esgotou. -E que após esta data, o não cumprimento das exigências tornaria o empresário em infrator e estaria sujeito as penalidades previstas na RDC.
  • - Mostrar “o porque” da resolução, quais as preocupações.
  • Informar que todos estes itens são citados pela Resolução e que a empresas deve seguir, para esta de acordo com exigências da RDC 216 e obter alimentos seguros. Explanar o que deve ser feito dentro de uma empresa para se adequar em cada um destes itens.
  • - Falar sobre o programa, um breve histórico.
  • Objetivo: -O que é um Manual de Boas Práticas? -Pra que serve esse Manual? - Quais os pré requisitos para a obtenção de um Manual de Boas Práticas? Conteúdo:   1.3.1.1- O “quê” é o Manual de Boas Práticas –  documento que descreve as operações realizadas pelo estabelecimento. 1.3.1.2- O “porque” da implantação de um Manual de Boas Práticas – para a garantia da qualidade do alimento produzido por aquele estabelecimento. 1.3.1.3-    O “como” montar o Manual de Boas Práticas – com a ajuda de um profissional capacitado para tal execução, iniciar realizando o diagnóstico da empresa. O que necessita mudar?  Dica: Mostrar, através de exemplos práticos, pedir ” palpites ou sugestões” de terceiros. - Aqui é importante esclarecer bem que, os procedimentos de boas práticas são pré-requisitos para a implantação do Manual de Boas Práticas. -E que para chegar ao Manual de Boas Práticas, antes será necessário a implementação de mudanças dentro do estabelecimento, que vai desde a adequação do prédio até o treinamento e conscientização dos manipuladores -A importância de se ter e seguir um MBP, diminuição de custos, desperdícios, qualidade do produto final, segurança no que ta sendo produzido. -Os procedimentos de boas práticas vão desde cuidados e adequações da edificação, das instalações, equipamentos até móveis e utensílios; - ainda, a higienização de instalações, equipamentos, móveis e utensílios - controle integrado de pragas e vetores; - abastecimento de água - manejo de resíduos; - controle da saúde dos manipuladores; - controle de fornecedores (transporte e distribuição); - controle na produção (temperatura na conservação, produção e distribuição); - treinamento dos colaboradores (minimização de custos / diminuição do desperdício);
  • Descrever brevemente cada um dos requisitos. O que deve ser feito. Objetivo: Mostrar a necessidade e a importância de se promover as modificações para se ter qualidade. Conteúdo : - O Manual de Boas Práticas tem por objetivo, descrever as reais condições de funcionamento e formas de manipulação dentro do estabelecimento. - Não deve ser considerado como apenas um encarte que fica muitas vezes engavetado. - É no Manual que se encontra descrito todo o procedimento, desde o recebimento da matéria-prima, até o produto final, sendo que para isso deve haver comprometimento e conhecimento de todos, desde a faxineira até o proprietário da empresa. - Esses controles são pré-requisitos para a implantação do MBP, sem eles não há condições de se obter as Boas Práticas e consequentemente o MBP.   Dicas: Incentive a participação das pessoas , atuando interativamente com a platéia. Pergunte quem já realiza algum desses controles. Se acham que isso vai encarecer seu processo. Ou vai viabilizar seu produto.
  • O que são... Para que serve Quais são os exigidos pela RDC 216.
  • -Explicar em cada um deles, o que deve ser descrito e como deve ser seguido.
  • - Dar bastante ênfase na importância do manipulador no processo de implantação das boas práticas.
  • Lembrar sobre a necessidade de serem capacitados através do curso de Higiene e Manipulação, com duração mínima de 9 horas. -Dizer que é uma exigência municipal, e que todos os manipuladores e proprietários devem fazer. Informar o tempo de validade – 2 anos.
  • Apartir desse slide descrever como é o processo de implantação das boas práticas até a implementação do manual de boas práticas. Informar que é um processo que necessita da colaboração de todos os envolvidos, funcionários e proprietário. - Dizer que essa metodologia é do PAS.
  • Objetivo : -Mostrar a necessidade de pesquisar sobre o empreendimento que vai montar. -O que fazer primeiro? -Onde ir? - Antes de abrir um negócio, procurar VISA municipal para levantamento das necessidades, e obrigatoriedades na montagem de um estabelecimento do ramo de alimentos. Conteúdo : -Falar sobre a importância da aprovação do croqui pela VISA, antes da construção ou reforma.   Dicas: - Mostre a necessidade de escrever tudo o que precisa. Uma boa comparação é com uma reforma de uma casa, ou planejando para se casar. Coloque exemplos práticos do dia a dia, dificuldades encontradas em outros estabelecimentos. - deverá ser mostrado o que deve ser feito para adequação do prédio:   1- Edficações projetadas evitando o cruzamento nas etapas de produção; Piso, parede, e teto de material de fácil lavagem;; - Portas com sistema de fechamento automático (mola); - Telas nas janelas (removível); - Banheiros e vestiários sem comunicação com a produção   2. - Piso, parede, e teto de material de fácil lavagem; - deve haver procedimentos escritos de como é realizado a limpeza e higienização, sua periodicidade, os produtos utilizados; - equipamentos e utensílios de fácil higienização.   3. Com relação à água: - Se for utilizada da concessionária, apenas se preocupar com a dosagem do cloro e a periodicidade da limpeza dos reservatórios. - Se for de poço, deve haver o tratamento através de filtro e deve ser colocado dosador de cloro (mantendo a dosagem de cloro de no mínimo 0,2ppm). - As análises deverão ser realizadas a 6 meses, e laudo deve ser arquivado em pasta.   4. O controle integrado de pragas e vetores não deve ser feito apenas pela dedetização, por exemplo. - O controle deve consistir de colocação de telas nas janelas, eliminação de materiais ociosos que se encontram dentro da área de produção ou até mesmo nos arredores da área de produção. Não deve haver acúmulo de sujeiras, deverá manter ralos sifonados e fechados, portas de acesso com tela ou sempre fechadas e a contratação de empresa especializada na execução da dedetização e desratização, solicitando a eles, laudo de realização do serviço.   5. Os colaboradores deverão realizar periodicamente o curso de Higiene e Manipulação de Alimentos, manterem o comprovante de realização sempre dentro do prazo de validade. - Deve haver treinamentos, reuniões de conscientização dos colaboradores. -Todo treinamento deve ser registrado e comprovado e arquivado em pasta.   6. Deverá todos os colaboradores ter, no mínimo, Carteira Sanitária. - A empresa deve ter um controle da saúde dos manipuladores, caso haja alteração, ou um corte, o funcionário deve ser afastado das atividades que obrigam contato com o alimento manipulado. -Deve haver sistematicamente a avaliação de cada funcionário, no que diz respeito a higiene pessoal.   7. A empresa deve utilizar lixeiras com pedal, os recipientes de armazenamento dos resíduos devem ser de material liso e de fácil lavagem e em quantidade suficiente. -Os resíduos devem ser captados sempre que necessário de dentro da área de produção, se possível por um funcionário que não esteja manipulando.   8. A empresa tem a responsabilidade de assegurar a qualidade do produto que está comercializando. - Para isso, é importante a implantação das Boas Práticas e consequentemente a implantação do Manual de Boas Práticas. - O proprietário deve estar ciente e aprovando as modificações que estarão sendo desenvolvidas.
  • Objetivo: - Mostrar os pontos necessários para a obtenção de um Alvará Sanitário. - Mostrar a importância deste documento, e a necessidade de obtê-lo assim como a Licença Sanitária. Conteúdo : -Para a primeira solicitação ou solicitação de renovação são necessarios todos os documentos acima descritos, assim como o Manual de Boas Práticas e POP`s (Procedimentos Operacionais Padrão). Dicas: - Antes de abrir um estabelecimento que vá comercializar alimentos, deverá consultar a prefeitura para a aprovação do local; - Antes de realizar um reforma ou adequação, procurar a VISA municipal, de posse de croqui/lay-out para uma vistoria prévia.
  • Objetivo : mostrar ao empresário que os “S” estão juntos no programa PAS e que poderão ajudar a montagem e adequação da empresa.
  • -Terminar dando espaço para perguntas.
  • Boas Práticas na Produção de Alimentos 2009

    1. 1. Orientação às Boas Práticas na Produção de Alimentos
    2. 2. NASCER BEM <ul><li>OBJETIVOS: </li></ul><ul><li>Fase 1: </li></ul><ul><ul><li>Fornecer informações e orientações para empreendedores que pretendem iniciar um negócio, sobretudo na elaboração do Plano de Negócio. </li></ul></ul><ul><li>Fase 2: </li></ul><ul><ul><li>Identificar a necessidade de melhorias nos processos de gestão e produção, construindo conjuntamente, soluções que visem o crescimento e sustentabilidade dos pequenos empreendimentos . </li></ul></ul>
    3. 3. Aconselhamento Monitoramento do Sebrae Nascer Bem – FASE 1 Nascer Bem – FASE 2 Consultoria/ Capacitação Atendimento Inicial Palestras Treinamento Visita Consultor (diagnóstico) Plano de Ação
    4. 4. Palestra: Orientação às Boas Práticas na Produção de Alimentos
    5. 5. OBJETIVO Esclarecer : - sobre a importância e os conceitos da legislação sanitária vigente, Resolução – RDC ANVISA n ° 216 de 15 de setembro 2004; - as normas e exigências para os empreendimentos do setor de alimentação que passarão por reformas/adequação ou construção; Sensibilizar: - Sobre a importância da análise prévia de um empreendimento; - Sobre planejamento adequado antes de constituir a empresa.
    6. 6. O QUE SÃO AS BOAS PRÁTICAS PARA O SETOR DE ALIMENTOS ? Procedimentos que devem ser adotados por serviços de alimentação a fim de garantir a qualidade higiênico-sanitária e a conformidade dos alimentos com a legislação sanitária.  Devem ser obedecidas pelos manipuladores desde a escolha e compra dos produtos a serem utilizados no preparo do alimento até a vendo para o consumidor.
    7. 7. Visíveis: 5 a 15% dos custos totais CUSTOS DA FALTA DE QUALIDADE Retrabalho Perdas Devoluções Consertos Horas extras Reclamações Ociosidade Esperas Atrasos Reprogramação Inspeção Burocracia Estoques excessivos Erros nas entregas Movimentações excessivas Erros no faturamento Rotatividade de pessoal
    8. 8. A QUEM SE APLICA ? <ul><li>Aos serviços de alimentação que realizam algumas das seguintes atividades: </li></ul><ul><li>manipulação; </li></ul><ul><li>preparação; </li></ul><ul><li>fracionamento; </li></ul><ul><li>armazenamento; </li></ul><ul><li>distribuição; </li></ul><ul><li>transporte; </li></ul><ul><li>exposição à venda de alimentos preparados ao consumo. </li></ul>
    9. 9. QUEM SÃO ESTAS EMPRESAS ? <ul><ul><li>Cantinas, </li></ul></ul><ul><ul><li>Bufês, </li></ul></ul><ul><ul><li>Congêneres, </li></ul></ul><ul><ul><li>Confeitarias, </li></ul></ul><ul><ul><li>Cozinhas Industriais, </li></ul></ul><ul><ul><li>Cozinhas Institucionais, </li></ul></ul><ul><ul><li>Lanchonetes, </li></ul></ul><ul><ul><li>Bares, </li></ul></ul><ul><ul><li>Padarias, </li></ul></ul><ul><ul><li>Pastelarias, </li></ul></ul><ul><ul><li>Restaurantes, </li></ul></ul><ul><ul><li>Rotisserias, </li></ul></ul>
    10. 10. O QUE É UMA RDC ... <ul><ul><li>É uma resolução técnica da Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA, que estabelece os procedimentos de Boas Práticas em alimentação para garantir as condições higiênico-sanitários gerais do alimento preparado para o consumo. </li></ul></ul>
    11. 11. <ul><li>RESOLUÇÃO – RDC ANVISA N° 216, DE 15 DE SETEMBRO DE 2004. </li></ul><ul><ul><li>Dispõe sobre Regulamento Técnico de Boas Práticas para Serviços de Alimentação.  </li></ul></ul>QUAL É A RDC PARA SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO ?
    12. 12. <ul><li>Para proteger a saúde da população contra doenças provocadas pelo consumo de alimentos contaminados. </li></ul><ul><li>As regras são voltadas aos serviços de alimentação em geral e irão auxiliar os comerciantes e manipuladores a prepararem, armazenarem e a venderem os alimentos de forma adequada, higiênica e segura, com o objetivo de oferecer alimentos saudáveis aos consumidores. </li></ul>Para que serve a Resolução RDC-ANVISA n ° 216/04 ?
    13. 13. O QUE A RDC 216 EXIGE ? <ul><li>BOAS PRÁTICAS PARA SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO  </li></ul><ul><li>Edificação, instalações, equipamentos, móveis e utensílios </li></ul><ul><li>Higienização de instalações, equipamentos, móveis e utensílios  </li></ul><ul><li>Controle Integrado de Vetores e Pragas Urbanas  </li></ul><ul><li>Abastecimento de água  </li></ul><ul><li>Manejo dos resíduos  </li></ul><ul><li>Manipuladores  </li></ul><ul><li>Matérias-primas, ingredientes e embalagens. </li></ul><ul><li>Preparação do alimento  </li></ul><ul><li>Armazenamento e Transporte do Alimento preparado  </li></ul><ul><li>Exposição ao consumo do Alimento preparado  </li></ul><ul><li>Documentação e Registro  </li></ul><ul><li>Responsabilidades  </li></ul>
    14. 14. Como resolver isso ?
    15. 16. MANUAL DE BOAS PRÁTICAS Documento que descreve as operações realizadas pelo estabelecimento, incluindo, no mínimo, os requisitos higiênico-sanitários dos edifícios, a manutenção e higienização das instalações, dos equipamentos e dos utensílios, o controle da água de abastecimento, o controle integrado de vetores e pragas urbanas, a capacitação profissional, o controle da higiene e saúde dos manipuladores, o manejo de resíduos e o controle e garantia de qualidade do alimento preparado.
    16. 17. Resumindo... ...Manual de Boas Práticas é o Documento que descreve o passo a passo das ações realizadas pelos estabelecimentos.
    17. 18. REQUISITOS OBRIGATÓRIOS EXIGIDOS PARA AS BOAS PRÁTICAS <ul><li>Higiênico-sanitários da estrutura física (edifício); </li></ul><ul><li>Manutenção e higienização das instalações, equipamentos e utensílios; </li></ul><ul><li>Controle da água de abastecimento; </li></ul><ul><li>Controle integrado de vetores e pragas urbanas; </li></ul><ul><li>Capacitação profissional (Curso de Higiene e Manipulação de Alimentos (Lei Municipal n °3643 de 01/09/1999) ; </li></ul><ul><li>Controle da higiene e saúde dos manipuladores; </li></ul><ul><li>Manejo de resíduos; </li></ul><ul><li>Controle e garantia da qualidade do alimento preparado; </li></ul><ul><li>Implementação de Procedimentos Operacionais Padrão. </li></ul>
    18. 19. POP-PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PADRÃO: O POP – Procedimento Operacional Padronizado é um documento que descreve passo-a-passo como executar as tarefas no estabelecimento. É como uma receita de bolo, que deve ser seguida rigorosamente, para que tudo vá bem. O POP destaca as etapas da tarefa, os responsáveis por fazê-la, os materiais necessários e a freqüência em que deve ser feita. Como os POP são documentos aprovados pelo estabelecimento, por meio do responsável, é dever de cada manipulador seguí-los.
    19. 20. QUAIS OS POP´S EXIGIDOS PELA RDC N °216? : POP-1: Higienização de instalações, equipamentos e móveis; POP-2: Controle integrado de vetores e pragas urbanas; POP-3:Higienização do reservatório; POP-4: Higiene e saúde dos manipuladores
    20. 21. QUEM SÃO OS MANIPULADORES ? <ul><li>São todos os indivíduos que, pela sua atividade profissional, entram em contato direto com alimentos. Esta definição inclui o pessoal empregado na preparação e embalagem de produtos alimentares, na distribuição e venda de produtos não embalados e na preparação culinária de alimentos, em estabelecimentos onde se confeccionam e servem refeições ao público em geral ou a coletividades – setores público e privado, cooperativo ou social. </li></ul><ul><li>Para todos os efeitos legais, os responsáveis pelos referidos estabelecimentos também são considerados manipuladores de alimentos. </li></ul>
    21. 22. RESPONSABILIDADES DO MANIPULADOR: <ul><li>O responsável pelas atividades de manipulação dos alimentos deve ser o proprietário ou funcionário designado, devidamente capacitado, sem prejuízo dos casos onde há previsão legal para responsabilidade técnica.  </li></ul><ul><li>O responsável pelas atividades de manipulação dos alimentos deve ser comprovadamente submetido a curso de capacitação, abordando, no mínimo, os seguintes temas:  </li></ul><ul><li>a) Contaminantes alimentares;  </li></ul><ul><li>b) Doenças transmitidas por alimentos;  </li></ul><ul><li>c) Manipulação higiênica dos alimentos;  </li></ul><ul><li>d) Boas Práticas </li></ul>
    22. 23. PASSO A PASSO PARA A IMPLANTAÇÃO <ul><li>Procedimentos Preliminares </li></ul><ul><li>1.1 Montagem do cronograma (data) de visitas; </li></ul><ul><li>1.2. Comprometimento da direção da empresa; </li></ul><ul><li>1.3. Avaliação da documentação da empresa; </li></ul><ul><li>1.4. Aplicação do check-list inicial ; </li></ul><ul><li>1.5. Realização de relatório fotográfico ressaltando as irregularidades encontradas; </li></ul><ul><li>1.6. À cada visita o consultor entrega um relatório parcial das atividades executadas; </li></ul><ul><li>1.7. Conscientização e mobilização dos colaboradores. </li></ul>
    23. 24. PASSO A PASSO PARA A IMPLANTAÇÃO... 2. Implantação das Boas Práticas: 2.1. Levantamento dos aspectos gerais de recursos humanos; 2.2. dos aspectos gerais de condições ambientais; 2.3. dos aspectos gerais de instalações, edificações e saneamento; 2.4. Levantamento das condições gerais de equipamentos; 2.5. Verificação das condições de sanitização; 2.6. Levantamento dos aspectos gerais de produção; 2.7. Montagem de planilhas de controle.
    24. 25. PASSO A PASSO PARA A IMPLANTAÇÃO... 3.Procedimentos Finais: 3.1. Montagem das Instruções de Trabalho; 3.2. Descrição dos Procedimentos Operacionais Padrão (POP’s) ; 3.3. Orientação na Montagem do Manual de Boas Práticas; 3.4.Orientação para melhoria contínua do processo.
    25. 26. FIQUE ATENTO ! <ul><li>Verificar se a localização do estabelecimento pretendido tem aprovação da Prefeitura Municipal para o ramo de atividade (GUIA BRANCA) . </li></ul><ul><li>Apresentar croqui/layout para vistoria prévia, junto a Secretaria de Saúde do Município / Vigilância Sanitária. </li></ul><ul><li>Em caso de indústrias as normas vigentes são: Portaria 326, de 30/07/1997, Portaria 1428, de 26/11/1993, Resolução RDC nº23, de 15/03//2000; Resolução nº275, de 21/10/2002, Resolução RDC nº267, de 25/09/2003 (sorveterias) e regulamentos técnicos conforme o produto produzido; </li></ul><ul><li>Apenas e exclusivamente em caso de produção de produtos de origem animal o proprietário deverá solicitar registro junto ao SIM (Serviço de Inspeção Municipal), após estar de posse da licença sanitária (Resolução SESAU nº8, de 04/07/2000); </li></ul>
    26. 27. Documentos para abertura de Inscrição Municipal: <ul><ul><li>1. Requerimento solicitando abertura da inscrição municipal assinado pelo sócio/proprietário. </li></ul></ul><ul><ul><li>2. BAE (Boletim de Atividade Econômica - Vermelho) preenchido e assinado por um dos sócios/proprietário. </li></ul></ul><ul><ul><li>3. Guia de Consulta aprovada pela SEMUR. </li></ul></ul><ul><ul><li>4. Cartão do CNPJ atualizado. </li></ul></ul><ul><ul><li>5. Contrato Social ou Requerimento empresarial registrado na JUCEMS, ou no caso de Associação, Fundações, S/C: Ata de Constituição, Ato publicado em Diário Oficial, Estatuto e Certidão do Cartório, Ata da Diretoria. </li></ul></ul><ul><ul><li>6. Xerox dos RG, CPF, comprovante de residência dos sócios, caso um dos sócios seja casado trazer cópia da certidão de casamento e CPF do cônjuge. </li></ul></ul><ul><ul><li>7. Contrato de locação ou Termo de cedência do imóvel. </li></ul></ul><ul><ul><li>8. Certificado de Regularidade do Conselho do Contador responsável/alvará do CRC </li></ul></ul>
    27. 28. ALVARÁ SANITÁRIO / LICENÇA SANITARIA <ul><li>Deverá ser requerido junto ao Protocolo Geral da prefeitura municipal – Paço Municipal – Av. Afonso Pena n ° 3297 ; </li></ul><ul><li>Os documentos necessários para a expedição da Licença Sanitária variam de acordo com o tipo de empresa, sendo que o documento comum a todas as empresas é o requerimento e comprovante da constituição da empresa o instituição </li></ul><ul><li>Documentos necessários para solicitação: </li></ul><ul><ul><li>cópia do contrato social e alterações; </li></ul></ul><ul><ul><li>alvará de localização e funcionamento atualizado; </li></ul></ul><ul><ul><li>croqui (caso não o tenha apresentado anteriormente); </li></ul></ul><ul><ul><li>cópia do C.N.P.J.; </li></ul></ul><ul><ul><li>requerimento assinado pelo responsável solicitando a licença sanitária; </li></ul></ul><ul><ul><li>comprovante do responsável técnico (especialmente para produtos de origem animal); </li></ul></ul><ul><ul><li>Manual de Boas Práticas e procedimentos operacionais padrão da empresa (pode ser apresentado diretamente no distrito sanitário ) </li></ul></ul>
    28. 29. ENDEREÇOS EM CAMPO GRANDE <ul><li>Caso não saiba em qual distrito sua empresas está localizada, poderá se informar na SESAU 3314-3073, 3314-3075 ou 137 </li></ul><ul><li>Caso saiba onde está localizado, ligar e encaminhar a documentação para: </li></ul><ul><li>Distrito Central : 3314-3139/3314-3140  (Travessa Guia Lopes, 19. 2ºandar. São Francisco e-mail: [email_address] ) </li></ul><ul><li>Distrito Norte : 3314-8293/3314-8294 (Ao lado do posto de saúde do Nova Bahia e-mail: [email_address] ) </li></ul><ul><li>Distrito Sul : 3314-5023/3314-5024 (Junto ao Centro de Controle de Zoonoses, Rua Senador Felinto Muler,e-mail: [email_address] ) </li></ul><ul><li>Distrito Leste : 3314-5080/3314-5070/3314-5071(Rua São Cosme e Damião esquina com a Rua Senador Ponce, e-mail: [email_address] ) </li></ul><ul><li>Distrito Oeste : 3314-7454/3314-7455(Travessa dos Narcisos- Praça Lar do Trabalhador, e-mail: [email_address] ) </li></ul>
    29. 30. MAIS INFORMAÇÕES... PAS – PROGRAMA DE ALIMENTOS SEGUROS: www.pas.senai.br SEBRAE/MS – www.ms.sebrae.com.br SENAC/DR/MS – www.ms.senac.br SENAI/MS – www.ms.senai.br SESI/MS – www.ms.sesi.br SESC/MS – www.ms.sesc.br
    30. 31. OBRIGADO!!!

    ×