7º PPO – Encontro de Espiritualidade: Padre Nadai

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7º PPO – Encontro de Espiritualidade: Padre José Arlindo de Nadai

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7º PPO – Encontro de Espiritualidade: Padre Nadai

  1. 2. ENCONTRO DE ESPIRITUALIDADE 7. PPO
  2. 3. <ul><li>OBJETIVO GERAL </li></ul><ul><li>“ Evangelizar a partir do encontro com Jesus Cristo, como discípulos missionários, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, promovendo a dignidade da pessoa, renovando a comunidade, participando da construção de uma sociedade justa e solidária, para que todos tenham vida e a tenham em abundância (Jo 10, 10)”. </li></ul>
  3. 4. INTRODUÇÃO
  4. 5. A Pastoral consiste no agir da Igreja
  5. 6. <ul><ul><li>Conhecer </li></ul></ul><ul><ul><li>Organizar e coordenar </li></ul></ul><ul><ul><li>Unir recursos </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>humanos e materiais </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Partilhar </li></ul></ul><ul><ul><li>Planejar </li></ul></ul>
  6. 7. <ul><ul><li>O processo de planejamento resulta no Plano de Pastoral </li></ul></ul><ul><ul><li>“ Agir pastoralmente é projetar e executar ações.” </li></ul></ul>
  7. 8. 1. PLANO DE PASTORAL
  8. 9. Todo Plano supõe um Objetivo Geral como horizonte a ser atingido e marca o ponto de chegada.
  9. 10. Os projetos pastorais indicam os caminhos concretos a serem percorridos
  10. 11. <ul><li>Farol que ilumina, orienta </li></ul><ul><li>Garante a unidade pastoral </li></ul>O Objetivo Geral é:
  11. 12. <ul><li>Tem um horizonte amplo e abrangente </li></ul><ul><li>É um vínculo de articulação orgânica </li></ul><ul><li>que assegura </li></ul><ul><li>a eficácia pastoral </li></ul>
  12. 13. <ul><li>Estreita os laços de comunhão de nossa Igreja Particular com as Diretrizes Gerais da Igreja no Brasil </li></ul>
  13. 14. <ul><li>PALAVRAS CHAVE </li></ul><ul><li>Evangelizar </li></ul><ul><li>Participação e Comunhão </li></ul><ul><li>Missão </li></ul>
  14. 15. <ul><li>Alegria e Mística do </li></ul><ul><li>Discípulo Missionário </li></ul><ul><li>Planejamento participativo = colegialidade e </li></ul><ul><li>corresponsabilidade </li></ul>
  15. 16. 2. PÉS NO CHÃO
  16. 17. <ul><li>Ponto de partida – </li></ul><ul><li>A Realidade </li></ul><ul><li>O Plano quer chamar atenção para a Realidade onde acontece a </li></ul><ul><li>missão da Igreja – Evangelizar </li></ul>
  17. 18. <ul><li>RMC: caracterizada por </li></ul><ul><li>Zonas luminosas </li></ul><ul><li>habitadas por: </li></ul><ul><li>Gente “rica e ligeira” </li></ul><ul><li>Alta qualidade de vida </li></ul><ul><li>Maior número de católicos </li></ul>
  18. 19. <ul><li>Zonas Opacas </li></ul><ul><li> habitadas por: </li></ul><ul><li>Gente “pobre e lenta”. </li></ul><ul><li>Baixa escolaridade. </li></ul><ul><li>Maior número de evangélicos. </li></ul>
  19. 20. <ul><li>População residente em 2009 </li></ul><ul><ul><li>Total = 2.752.991 </li></ul></ul><ul><ul><li>Homens = 1.355.703 </li></ul></ul><ul><ul><li>Mulheres = 1.397.288 </li></ul></ul>Fonte: Projeções Fundação SEADE QUANTOS SOMOS?
  20. 21. <ul><li>Uma configuração urbana de chocantes contrastes sociais de desigualdade e exclusão </li></ul>CONSEQUÊNCIAS
  21. 22. Globalização garante conforto e bem estar para uns, desigualdade e exclusão de outros
  22. 23. <ul><li>Violência - insegurança e medo </li></ul><ul><li>Individualismo e isolamento das pessoas </li></ul>
  23. 24. <ul><li>Nova configuração familiar </li></ul>
  24. 25. <ul><li>Pluralismo religioso </li></ul>
  25. 26. <ul><li>Divórcio entre fé e vida </li></ul><ul><li>Privatização da fé. </li></ul>
  26. 27. 3. OLHOS NO HORIZONTE
  27. 28. Toda ação Pastoral supõe uma iluminação; Teologia na qual se fundamenta: permeia o 7º. PPO uma Eclesiologia de Povo de Deus e de Mistério de Comunhão.
  28. 29. Esta iluminação Teológica transparece sempre que todos os membros da Igreja são chamados, no Plano, a exercer sua corresponsabilidade na vida das Comunidades nos vários ministérios da Palavra, Liturgia e Caridade.
  29. 30. A Metodologia Participativa supõe corresponsabilidade e colegialidade, características de uma Igreja Povo de Deus em Comunhão.
  30. 31. <ul><li>CONCLUSÃO TEOLÓGICO PASTORAL </li></ul><ul><li>Toda a Igreja, Povo de Deus, em comunhão e participação é responsável pela Evangelização e pela Pastoral na Vida da Igreja </li></ul><ul><li>de forma planejada, </li></ul><ul><li>organicamente articulada. </li></ul>
  31. 32. Concílio Vaticano II: “Toda a Igreja é missionária e a obra da Evangelização é um dever fundamental do Povo de Deus”
  32. 33. “ A Missão da Igreja consiste em reconhecer os ‘sinais dos tempos’ e interpretá-los à luz do Evangelho.” Doc 62 da CNBB – Missão e Ministérios dos cristãos leigos(as)
  33. 34. <ul><li>É necessário conhecer e compreender o mundo em que vivemos, </li></ul><ul><li>as suas esperanças e aspirações, o seu caráter tantas vezes dramático. </li></ul>
  34. 35. Esta teologia de Igreja Povo de Deus e Mistério de Comunhão é o fio condutor que perpassa todo o 7º. PPO.
  35. 36. “ No Povo de Deus a comunhão e a missão estão profundamente unidas entre si. A comunhão é missionária e a missão é para a comunhão...
  36. 37. ... Nas Igrejas particulares todos os membros do Povo de Deus, segundo suas vocações, somos convocados à santidade na comunhão e na missão.”
  37. 38. MÃOS NA MASSA
  38. 39. <ul><li>Muito importante a interpenetração dos três eixos: </li></ul><ul><li>Igreja que acolhe, </li></ul><ul><li>Igreja que se renova, </li></ul><ul><li>Igreja do serviço solidário. </li></ul>
  39. 40. Acolher- atitude humana e pastoral em relação aos membros da comunidade e em relação àqueles que se encontram afastados.
  40. 41. Quem acolhe precisa ser criativo e conhecer os trabalhos pastorais a fim de sugerir possibilidades de inclusão, engajamento e participação.
  41. 42. É preciso ir ao encontro com disposição de diálogo e abertura.
  42. 43. “ Jesus percorria todas as cidades e aldeias... ia às casas e sinagogas para levar sua Palavra e a Misericórdia de Deus” (Mt 9,35)
  43. 44. Nos Atos dos Apóstolos Paulo reafirma com veemência “...nunca deixei de anunciar publicamente e também de casa em casa ”. (At 20,20)
  44. 45. É preciso cuidar com zelo e carinho da chama que ainda fumega.
  45. 46. Preservar e reavivar os vínculos que afloram em ocasiões especiais:
  46. 47. IGREJA QUE ACOLHE
  47. 48. Acolher a Pessoa como é, com disposição fraterna e pastoral de dialogar.
  48. 49. Quais os sujeitos de nosso acolhimento pastoral?
  49. 50. Os que vêm em busca dos serviços religiosos, especialmente dos Sacramentos... Os que procuram atendimento pessoal, aconselhamento e orientação espiritual
  50. 51. <ul><li>Quais são os sujeitos, cujos rostos nos interpelam mais, hoje? Rostos sofredores que doem em nós? </li></ul>
  51. 52. <ul><li>Pessoas que vivem nas ruas nas grandes cidades, inclusive meninos e meninas </li></ul>
  52. 53. <ul><li>Migrantes – por conta da mobilidade humana e social </li></ul>
  53. 54. <ul><li>Enfermos: </li></ul><ul><li>Dependentes de Drogas: </li></ul><ul><li>Detidos em prisões: </li></ul>
  54. 55. <ul><li>O acolhimento se prolonga no acompanhamento: </li></ul><ul><li>Como dar continuidade e seguimento? </li></ul>
  55. 56. <ul><li>Poderia, concretizar-se no processo de iniciação à vida cristã. </li></ul><ul><li>Catequese permanente. </li></ul>
  56. 57. <ul><li>Pastoral da Saúde -acompanha o enfermo criando um vínculo afetivo com ele e também com os cuidadores e familiares... </li></ul>
  57. 58. <ul><li>Destaques </li></ul>Igreja que acolhe
  58. 59. A Palavra de Deus gera uma comunidade acolhedora PROPOSTA 1
  59. 60. Intensificar a Espiritualidade Bíblico-Litúrgica OBJETIVO 1
  60. 61. Duas realidades inseparáveis: Ser Igreja e acolher. PROPOSTA 2
  61. 62. <ul><li>  Sair e ir ao encontro </li></ul>
  62. 63. <ul><li>  Pastoral da Visitação </li></ul><ul><li>Reinventar a missão popular urbana </li></ul><ul><li>Atenção pastoral especial aos pobres, idosos, doentes e pessoas com deficiência. </li></ul>
  63. 64. <ul><ul><li>Quantos idosos? </li></ul></ul><ul><ul><li>Maiores de 65 anos = 289.349 </li></ul></ul>Fonte: Projeções Fundação SEADE QUANTOS SOMOS?
  64. 65. Acompanhamento: expressão de acolhida PROPOSTA 3
  65. 66. <ul><li>Reorganizar a preparação aos sacramentos conforme a catequese da iniciação à vida cristã </li></ul>
  66. 67. Acolher e evangelizar o jovem PROPOSTA 4
  67. 68. <ul><li>Quantos jovens ? </li></ul><ul><ul><li>Menores de 15 anos = 589.818 </li></ul></ul><ul><ul><li>De 15 a 24 anos = 454.583 </li></ul></ul>Fonte: Projeções Fundação SEADE QUANTOS SOMOS?
  68. 69. Conhecer a realidade e a cultura do jovem... seus anseios e seus medos.
  69. 70. <ul><li>Capacitação de lideranças para o trabalho com os jovens: </li></ul><ul><li>Agentes, jovens e também sacerdotes e diáconos </li></ul>
  70. 71. <ul><li>Jovens evangelizando jovens por conta da: </li></ul><ul><ul><li>proximidade etária </li></ul></ul><ul><ul><li>cultura jovem </li></ul></ul><ul><ul><li>ideais próprios </li></ul></ul><ul><ul><li>medos comuns </li></ul></ul><ul><ul><li>linguagens </li></ul></ul>
  71. 72. IGREJA QUE SE RENOVA
  72. 73. Insistente interpelação do Plano é a Renovação da Paróquia cujas estruturas são consideradas ultrapassadas, estagnadas e antiquadas, de tal modo que não dão conta da Pastoral Urbana
  73. 74. Esta é a grande questão Renovar sim, mas também inovar . É preciso: uma boa dose de ousadia e coragem
  74. 75. Passos importantes foram dados, contudo não ainda de forma global, abrangente e significativa, de tal modo a criar um novo rosto de Igreja, na cidade, segundo uma nova configuração
  75. 76. Os pastoralistas destacam nas últimas décadas configurações predominantes que a Igreja assumiu na Cidade.
  76. 77. <ul><li>Ação católica (50-60) </li></ul><ul><li>Comunidades Eclesiais de Base (70-80) </li></ul><ul><li>As Pastorais Sociais (80-90...) </li></ul>
  77. 78. Nossos Planos Pastorais sempre tiveram como luz e interpelação constantes a opção preferencial pelos pobres e excluídos, seja no enunciado do Objetivo Geral, seja nos projetos específicos.
  78. 79. O Plano também considera as novas comunidades que se organizam em vista de um determinado carisma, mas que não têm a mesma configuração e identidade das CEBs
  79. 80. Igreja como Rede de Comunidades PROPOSTA 1
  80. 81. 1.     CEBs:
  81. 82. <ul><li>Sinal de vitalidade da Igreja </li></ul><ul><li>Primeiro e fundamental núcleo eclesial </li></ul><ul><li>Fator primordial da promoção humana em lugares como vizinhança, bairros, periferia, favelas </li></ul>
  82. 83. <ul><li>Valoriza as relações de gratuidade e reciprocidade: oferecer – receber – retribuir </li></ul><ul><li>Gente simples, fazendo coisas pequenas em lugares pouco importantes consegue mudanças extraordinárias </li></ul>
  83. 84. <ul><li>Ao surgimento de um novo sujeito social - o sujeito popular – corresponde o surgimento de um novo sujeito eclesial com nova consciência de Igreja - CEBs </li></ul>
  84. 85. <ul><li>Encontros intereclesiais das CEBs </li></ul><ul><li>CEBs ajudam a Igreja a estar mais comprometida com a vida e o sofrimento dos pobres, como fez Jesus. </li></ul>
  85. 86. <ul><li>A paróquia seja uma rede de comunidades, quando possível. </li></ul>
  86. 87. <ul><li>Como viver em comunidade numa realidade globalizada e urbana? </li></ul>DESAFIOS
  87. 88. <ul><li>A lógica do mercado expulsa as relações de cooperação e solidariedade e introduz relações de competição </li></ul><ul><li>Como viabilizar esta proposta nos centros urbanos? </li></ul>
  88. 89. – Igreja toda Ministerial PROPOSTA 2
  89. 90. A Igreja, Povo de Deus é uma realidade histórica, os caminhos da humanidade são os caminhos da Igreja – dos discípulos missionários.
  90. 91. <ul><li>A noção de Povo de Deus exprime: </li></ul><ul><li>A profunda e radical unidade entre seus membros </li></ul><ul><li>A comum dignidade </li></ul>
  91. 92. <ul><li>A fundamental habilitação de todos. </li></ul><ul><li>A participação corresponsável na vida e missão da Igreja </li></ul>
  92. 93. Raiz comum é a condição cristã.“Um é, pois, o povo eleito:um só Senhor uma só fé um só batismo”
  93. 94. <ul><li>O Doc 62 da CNBB – apresenta a missão e ministérios dos leigos segundo os três múnus (ofícios): </li></ul><ul><li>profético </li></ul><ul><li>sacerdotal </li></ul><ul><li>e real </li></ul><ul><li>(pastoral) </li></ul>
  94. 95. <ul><li>O povo de Deus participa da função profética de Jesus Cristo </li></ul>
  95. 96. <ul><li>O Sacerdócio comum pertence e abrange todos os fiéis </li></ul>
  96. 97. <ul><li>Todos os fiéis cristãos participam também da função real , pastoral, de Jesus Cristo enquanto Igreja </li></ul>
  97. 98. <ul><li>O ministério é um dom que torna a pessoa habilitada a desempenhar determinadas atividades e serviços na vida da Comunidade que atendem às necessidades de sua vida e missão. </li></ul>
  98. 99. O Batismo é a fonte de todas as vocações e desta fonte emanam os Ministérios na Igreja.
  99. 100. reconhecer, confirmar e valorizar a presença e ministérios das Mulheres DESTAQUE
  100. 101. na Evangelização, Pastorais e tantos outros serviços em nossas Comunidades. DESTAQUE
  101. 102. <ul><li>Igreja de Comunhão e Partilha </li></ul>PROPOSTA 3
  102. 103. Expressão de uma Igreja Povo de Deus, onde todos são chamados a participar e se corresponsabilizar por toda a Vida e Missão da Igreja.
  103. 104. <ul><li>Os ministros ordenados são os primeiros corresponsáveis com o </li></ul><ul><li>Bispo, </li></ul><ul><li>Agentes das Pastorais </li></ul><ul><li>Organismos </li></ul><ul><li>Movimentos </li></ul><ul><li>pela vida e missão da Igreja </li></ul>
  104. 105. Urge ultrapassar uma visão piramidal e autoritária de Igreja por outra de circularidade – comunhão – participação e colegialidade.
  105. 106. <ul><li>Na organização e funcionamento da </li></ul><ul><ul><li>Arquidiocese, </li></ul></ul><ul><ul><li>Paróquias e </li></ul></ul><ul><ul><li>Comunidades : </li></ul></ul>
  106. 107. <ul><li>corresponsabilidade dos </li></ul><ul><li>Conselhos </li></ul><ul><li>Coordenações </li></ul><ul><li>Socialização e Partilha dos bens materiais de toda a Igreja </li></ul>
  107. 108. Formação e Espiritualidade PROPOSTA 4
  108. 109. A formação é um requisito fundamental para uma presença e atuação competentes dos cristãos na Igreja e na Sociedade
  109. 110. Formação humana, bíblica, teológico-pastoral e espiritual
  110. 111. <ul><li>Escolas da Fé </li></ul><ul><li>Curso de Teologia para </li></ul><ul><li>leigos </li></ul><ul><li>Escola de Fé e Política </li></ul><ul><li>Itinerário de formação </li></ul><ul><li>catequética permanente. </li></ul>
  111. 112. Evangelização pela Comunicação PROPOSTA 5
  112. 113. Existem muitas iniciativas nesta direção. Longo caminho a percorrer em tecnologia dos meios, em conteúdos e qualidade da própria Comunicação.
  113. 114. Metodologia Participativa PROPOSTA 6
  114. 115. Metodologia do Planejamento Participativo - processo pedagógico envolvendo todos, de forma progressiva e cumulativa, na participação e responsabilidade na Igreja, povo de Deus.
  115. 116. IGREJA DO SERVIÇO SOLIDÁRIO
  116. 117. É profundamente evangélica e eclesial: Pés na dura realidade social da pobreza, miséria, exclusão e marginalização
  117. 118. Confirma a “opção pelos pobres” não só como uma interpelação da realidade social e econômica, mas como uma interpelação do Evangelho.
  118. 119. Contemplamos no rosto de nossos irmãos sofredores o rosto de Jesus crucificado que nos convoca a servi-los.
  119. 120. O serviço solidário da Igreja é um sinal e testemunho para sua credibilidade.
  120. 121. “ Os discípulos que outrora na fé acolheram Jesus de Nazaré, na carne humilde e pobre, hoje devem acolhê-lo, no amor, na carne desprezada e descartada:
  121. 122. <ul><li>dos famintos </li></ul><ul><li>sedentos, </li></ul><ul><li>migrantes, </li></ul><ul><li>despojados, </li></ul><ul><li>doentes e </li></ul><ul><li>encarcerados”, “esperando contra toda a esperança”. </li></ul>
  122. 123. Opção Preferencial pelos Pobres DESTAQUES PROPOSTA 1
  123. 124. <ul><li>Quando propõe uma Pastoral Social organizada e descentralizada, que se sustente por uma espiritualidade encarnada de todos os Agentes de Pastoral </li></ul>
  124. 125. que deve provocar um estilo de vida sóbrio, simples e samaritano como foi o de Jesus de Nazaré.
  125. 126. Rede de solidariedade DESTAQUES PROPOSTA 2
  126. 127. Compromisso sócio-transformador - de toda a Igreja. Os leigos cristãos têm neste âmbito sua missão própria, são chamados a tornar presente e operante a Igreja nos lugares e circunstâncias, onde ela só por meio deles pode vir a ser sal da terra”.
  127. 128. <ul><li>No mundo do: </li></ul><ul><li>Trabalho e Saúde </li></ul><ul><li>Cultura, Ciência e Economia </li></ul><ul><li>Comunicação </li></ul><ul><li>Sindicatos e movimentos </li></ul><ul><li>populares... </li></ul><ul><li>Política </li></ul>
  128. 129. <ul><li>Para uma presença que faça a diferença em tarefas tão desafiadoras: </li></ul><ul><li>Formação cristã </li></ul><ul><li>profunda e específica. </li></ul><ul><li>Não basta só boa </li></ul><ul><li>vontade e amadorismo. </li></ul>
  129. 130. Pastoral da Saúde: expressão da misericórdia de Deus DESTAQUES PROPOSTA 3
  130. 131. A Pastoral da Saúde é uma resposta à interpelação do Evangelho da Vida.
  131. 132. É o rosto misericordioso de Deus pelo ministério da Igreja que “enxuga toda lágrima dos olhos e todo o suor das faces sofredoras”.
  132. 133. <ul><li>Criar e dinamizar as Capelanias dos hospitais </li></ul><ul><li>Vazio Pastoral no que diz respeito à </li></ul><ul><li>situação do luto </li></ul>
  133. 134. <ul><li>Pastoral da Educação presença profética da Igreja: </li></ul><ul><li>palavra </li></ul><ul><li>testemunho </li></ul>DESTAQUES PROPOSTA 4
  134. 135. A urgente necessidade da presença e missão dos educadores cristãos no mundo da Educação
  135. 136. Permanece ainda sem perspectiva o Ensino Religioso nas Escolas...
  136. 137. Pastoral Carcerária: presença de Jesus libertador DESTAQUES PROPOSTA 5
  137. 138. “ Estive preso e viestes ver-me” (Mt 25,35) “ Por acaso não consiste nisso o jejum que escolhi” (I s 58,7)
  138. 139. <ul><li>Urgência de nucleação de Agentes da Pastoral Carcerária: </li></ul><ul><li>formação específica e conhecimento do sistema prisional </li></ul><ul><li>Prisão, desemprego e violência são situações correlacionadas. </li></ul>
  139. 140. Consciência Ecológica: sinal de amor pela criação DESTAQUES PROPOSTA 6
  140. 141. Trata-se da preservação da integridade da criação e de seus cuidados, como casa de todos.
  141. 142. <ul><li>O 7o. PPO assume claramente, com palavras corajosas e firmes, que o sistema paroquial está ultrapassado, estagnado e antiquado, exigindo uma conversão pastoral que provoque mudança de mentalidade de todos os responsáveis e uma transformação institucional. </li></ul>ENFIM...
  142. 143. <ul><li>Ultrapassar uma pastoral de mera conservação para uma pastoral decididamente missionária e evangelizadora. </li></ul>
  143. 144. <ul><li>A obediência ao Espírito passa pela atenção aos “sinais dos tempos” e pela fidelidade ao que pede a </li></ul><ul><li>realidade. </li></ul>
  144. 145. <ul><li>Escutar e discernir o que o Espírito está dizendo à nossa Igreja: </li></ul><ul><li>Abertura para o novo </li></ul><ul><li>Liberdade frente ao tradicional </li></ul><ul><li>Busca de novas formas para evangelizar de acordo com as culturas e circunstâncias </li></ul><ul><li>Abandonar estruturas que já não favorecem a transmissão e vivência da fé </li></ul>
  145. 146. <ul><li>Por força da tradição ou pela falta de imaginação criativa, ou até pela lei da inércia, quanto tempo em reuniões, quanta energia e vigor de nossos jovens padres e recursos materiais temos gasto na criação de novas paróquias que reproduzem o modelo que nós mesmos, há tanto tempo, avaliamos superado. </li></ul>
  146. 147. <ul><li>Por que não avançar para </li></ul><ul><li>águas mais profundas, </li></ul><ul><li>com coragem e ousadia </li></ul><ul><li>lançar as redes confiantes </li></ul><ul><li>nas palavras do Senhor? </li></ul>
  147. 148. <ul><li>“ Não tenham medo, eu estou com vocês” </li></ul>
  148. 149. <ul><li>Por que não buscar novos caminhos, novos modelos, novas configurações eclesiais na desafiadora realidade urbana? </li></ul>
  149. 150. <ul><li>Deve passar por uma Igreja de místicos – profunda espiritualidade – a partir do encontro pessoal com Jesus Cristo que provoca conversão e seguimento – discípulo. </li></ul>NOVA FIGURAÇÃO DA IGREJA
  150. 151. <ul><li>Uma Igreja de cristãos(ãs) missionários(as). Pois a Igreja é comunidade de salvação e o será somente quando viver profundamente a vida cristã. </li></ul>NOVA FIGURAÇÃO DA IGREJA
  151. 152. <ul><li>Uma Igreja dos pobres que tem seu fundamento na revelação. </li></ul><ul><li>Não se trata de compaixão. Nem que os pobres sejam mais virtuosos. </li></ul><ul><li>Mas de predileção de Deus revelada em Jesus Cristo. </li></ul>NOVA FIGURAÇÃO DA IGREJA
  152. 153. <ul><li>Não se trata de nenhuma aventura, pois temos desde o início da elaboração do 7o. PPO a carta pastoral de nosso Bispo e Pastor, </li></ul>
  153. 154. <ul><li>que desencadeou o processo, acompanhou-o passo a passo, promulgou-o solenemente na 5a. feira santa, na Catedral Metropolitana e o entregou a toda a Igreja. </li></ul>
  154. 155. <ul><li>Na confiança e na humildade da fé também podemos dizer: pareceu bem ao Espírito e a nós. (At 15,28) </li></ul>
  155. 156. <ul><li>Esta é a Igreja: </li></ul><ul><li>nós, a comunidade dos </li></ul><ul><li>fiéis, o povo de Deus </li></ul><ul><li>com seus pastores </li></ul><ul><li>chamados a percorrer os </li></ul><ul><li>caminhos da história. </li></ul>
  156. 157. <ul><li>entre as alegrias e as </li></ul><ul><li>esperanças, as tristezas </li></ul><ul><li>e as angústias dos homens </li></ul><ul><li>e mulheres de hoje . </li></ul>
  157. 158. <ul><li>QUE NOSOS PASSOS </li></ul><ul><li>SE TORNEM MEMÓRIA </li></ul><ul><li>DO AMOR FIEL </li></ul><ul><li>QUE MARIA GEROU, </li></ul><ul><li>REINO DE DEUS </li></ul><ul><li>ATUANDO NA HISTÓRIA. </li></ul>

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