Diretrizes Gerais da Evangelização da Igreja no Brasil 2011-2015 (Visão Geral)

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Visão Geral das Diretrizes Gerais da Evangelização da Igreja no Brasil 2011-2015

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Diretrizes Gerais da Evangelização da Igreja no Brasil 2011-2015 (Visão Geral)

  1. 1. DIRETRIZES GERAIS DA AÇÃO EVANGELIZADORA DA IGREJA NO BRASIL 2011 – 20151 Jesus Cristo, “Caminho, Verdade e Vida” (Jo 14, 6)
  2. 2. INTRODUÇÃO2
  3. 3. A Igreja no Brasil reafirma a importânciade conhecer a realidade e de traçarmetas para a ação evangelizadora. Desde o Plano de Emergência (1962), a Igreja no Brasil nunca interrompeu o rico processo de planejamento pastoral, elaborando diretrizes e planos. 3
  4. 4. As atuais Diretrizes indicam caminhos, rumos norteadores e urgências irrenunciáveis.As Igrejas Locais aterrizam asDGAE, através de planos de pastoral.A Igreja no Brasil clama pela superação 4
  5. 5. PARTIR DE JESUS CRISTO5
  6. 6. Não há como planejar a açãopastoral, sem antes pararmos e noscolocarmos diante de Jesus Cristo. Toda ação eclesial se volta para Ele e para o Reino do Deus. Nosso olhar, nosso ser e agir cristão precisam ser reflexos do seguimento de Jesus. 6
  7. 7. Através de nós, Jesus precisa ir pelo mundo inteiro, para anunciar e edificar o Reino de Deus. A missão consiste em sair de si e ir ao encontro dos outros, na gratuidade,superando toda atitude mercantilista. . 7
  8. 8. Por isso, a missão não temdestinatários, mas interlocutores. Só é autêntica em uma relação de alteridade, na acolhida das diferenças, no diálogo. 8
  9. 9. O seguimento de Jesus e a missãosó se dão no seio de uma comunidadede fé, na Igreja.No mistério doDeus-comunhão,o discípulo-missionárioé sempre um irmão entre irmãos. 9
  10. 10. Não há verdadeiro cristão, sem Igreja.É a Igreja queé missionáriae é sempreela quem enviamissionários. 10
  11. 11. MARCAS DO NOSSO TEMPO11
  12. 12. Para evangelizar, encarnar oEvangelho, o discípulo missionárioprecisa conhecer a realidade.Dada a complexidadeda realidade,conhecê-la implicavisão crítica,condição para uma ação eclesialassentada em fundamentos sólidos. 12
  13. 13. Característica marcante de nosso temposão mudanças profundas, de caráterglobal, atingindo tudo e todos. A crise de referenciais de sentido, critérios de juízo, de valores, deixa as pessoas estressadas e desnorteadas. 13
  14. 14. Daí o surgimento do relativismoe do fundamentalismo,bem comode umlaicismomilitante. 14
  15. 15. Há uma mercantilização das relações, incluídas as relações humanas, familiares e sociais, até a religião.Há oferta de propostas de felicidademe realização pessoal, em detrimentodo bem comum, comprometendo 15
  16. 16. No campo religioso, preocupa o surgimento de práticas religiosas emocionalistas, s entimentalistas e individualistas.Oportunistas manipulam a mensagem doEvangelho, apresentando a salvação deJesus Cristo como prosperidadematerial, saúde física e realização afetiva.16
  17. 17. Com isso, a prática religiosa é desvincu-lada do compromisso comunitário edirecionada para interesses pessoais. A situação de carência de condições de vida da grande maioria da população fortalece este tipo de experiência religiosa. 17
  18. 18. Em meio a essas transformações, é preciso discernir, n o Espírito, os novos sinais dos tempos. 18
  19. 19. URGÊNCIAS NA AÇÃO EVANGELIZADORA E PERSPECTIVAS19 DE AÇÃO
  20. 20. A mudança da realidade leva a Igreja a mudar o modo de levar a cabo sua ação. Consciente disso, Aparecida nos convocou a uma conversão pastoral.A passar de uma “pastoral de conservação”(de cristandade) a uma “pastoraldecididamente missionária”(no contexto da renovação do Vat. II). 20
  21. 21. Isso exige auto-avaliação e coragemde mudar estruturas ultrapassadas emtodos osníveis, serviços, organismos, movimentose associações.Estão implicados anecessidade demudança de mentalidade,mudança na ação 21
  22. 22. De nosso novo contextoglobalizado, à luz deAparecida, emergem pelo menos cincourgências na evangelização.As cinco urgências não são cincoiniciativas avulsas. Elas conformamum todo, uma está imbricada na outrae compõem um modelo de Igreja e depastoral. 22
  23. 23. Elas precisam estar presentes em todosos processos de planejamento e planosde pastoral, independente do local ondea evangelização aconteça. Assumir estas urgências mostra uma Igreja em comunhão com as conclusõesde Aparecida, com as demais Igrejas e coma realidade sofrida de nossos. 23
  24. 24. 1ª Urgência:Igreja em estadopermanente de missãoDiagnósticoA missão do discípulo derivado encontro com a pessoa deJesus Cristo. Ela consiste emanunciar e edificar o Reino de Deus, no encontrocom as pessoas, famílias, comunidades e povos. 24
  25. 25. Por natureza, a Igrejaé missionária. Fechar-seà missão, é fechar-se aochamado e envio deJesus Cristo, na forçado Espírito.Missão não éproselitismo, concorrênciareligiosa, competição por maior número defiéis.O discípulo missionário sabe que não lhe cabe 25
  26. 26. O primeiro ato evangelizador é otestemunho, base para a explicitaçãodo anúncio.Na sequência, em atitude de diálogo, cabeanunciar a pessoa e a mensagem deJesus, conclamando toda ahumanidade àcomunhão, buscada cultura davida, acaminho do Reino 26
  27. 27. A missionariedade precisa impregnartodas as estruturas eclesiais e todosos planos pastorais.Uma verdadeira conversão pastoralse faz necessária para passar de uma“pastoral deconservação parauma pastoralmissionária”. 27
  28. 28. Perspectivas de açãoA missão, respaldada pelotestemunho, implica o anúncioexplícito, nas mais variadas formas queo ministério da Palavra pode assumir.Na ação pastoral, cabe a cada comunidadeeclesial priorizar osgrupos humanos ou ascategorias sociais quemerecem atenção especial. 28
  29. 29. Entre eles estão os que vivem nasperiferias das cidades, os jovens, ostrabalhadores, os formadores deopinião, etc.Atenção especial merecem os jovens, através de iniciativas pastorais que garantam a animação e organização da juventude na Igreja. 29
  30. 30. O anúncio missionário precisa tambémter presente os povos indígenas e osafro-brasileiros. É preciso ir ao encontro das pessoas, nas residências, nos ambientes: locais de trabalho, favelas, assent amentos, prisões, mora dores de rua...A Pastoral da Visitação pode dar maioreficácia a este serviço. 30
  31. 31. Contradiz a dinâmica do Reino de Deuse uma Igreja missionária, a existênciade comunidades eclesiais fechadassobre si mesmas.Faz parte da missão estar à serviço da sociedade, em diálogo com as culturas e com as demais Igrejas e religiões. 31
  32. 32. Na missão, como o testemunho de unidade dos cristãos é fundamental, um grande desafio é o ecumenismo. Outro desafio é o diálogo inter-religioso.A uma Igreja toda ela missionáriainterpela, igualmente, a missão Adgentes, dando “de nossa pobreza”. 32
  33. 33. 2ª Urgência:Igreja, casa da iniciação à vida cristãDiagnóstico “Não se começa a ser cristão por uma decisão ética, mas pelo encontro com um acontecimento, com a pessoa de Jesus Cristo”, que é sempre mediado por pessoas de fé, pela ação da Igreja. 33
  34. 34. Em outros tempos, a família, a escola eo meio social ajudavam a pessoa a seinserir na cultura e também na religião.Hoje, isso já não acontece, o que exigeuma radical transformação no modo dese levar a cabo a ação evangelizadora. O anúncio de Jesus Cristo não pode ser encarado como algo já dado. 34
  35. 35. Isto exige, um efetivo processo deiniciação à vida cristã dos batizandos ebatizados, em cada comunidade eclesial.É um processo permanente de conversão que exige familiaridade com a Palavra de Deus e vida em comunidade, no qual os catequistas têm importante papel. 35
  36. 36. Perspectivas de açãoNa iniciação cristã, precisa haver relaçãointerpessoal, no seio de uma comunidadeeclesial. O cristão crê com os outros e naquiloque os outros crêem. As pessoas não buscam em primeiro lugar doutrinas, mas acolhida pessoal e relacionamento fraterno. 36
  37. 37. Iniciação cristã implica uma catequesepermanente, não limitada à formaçãodoutrinal, mas abarcando a vida cristãcomo um todo. Ela se expressa na oração pessoal, na frequência à liturgia, na vida comunitária e no compromisso apostólico, mediante no serviço aos demais. 37
  38. 38. As pessoas, hoje, ciosas de suasubjetividade autonomia, interpelamuma catequese respeitosa da liberdadedos interlocutores.A pedagogia evangélica consistena persuasão do interlocutor pelotestemunho de vida e pela argumentaçãosincera e rigorosa, que estimula a buscada verdade. 38
  39. 39. É parte integrante do processo de iniciação cristã a formação de cristãos adultos na fé, que precisa ser uma das prioridades na Igreja Local. Ele precisa estar integrado em um projeto orgânico de formação, com formação básica para todos e formação especializada para aqueles que atuam na sociedade. 39
  40. 40. 3ª Urgência: Igreja, lugar de animaçãobíblica da vida e da pastoralDiagnósticoDeus se dá a conhecer nodiálogo que estabelececonosco pela sua Palavra.Um contato profundo e vivencial comas Escrituras é condição para o encontrocom Jesus e a adesão ao Reino de Deus. 40
  41. 41. Daí a importância do contato pessoale comunitário com a Palavra de Deus. Infelizmente, a Bíblia nem sempre é tratada como luz para a vida. Muitas vezes, é instrumentalizada e usada até mesmo como engodo.O discípulo é, antes de tudo, um ouvinte daPalavra, acolhendo-a na gratuidade, deixando-se interpelar por ela. 41
  42. 42. Tanto o contato com a Palavra como suaacolhida, não se dão isoladamente, masem comunidade, tal como nos CírculosBíblicos, nos Grupos de Reflexão, etc. Tem especial importância a Leitura Orante, sobretudo na Liturgia, lugar privilegiado onde Deus fala a seu povo. 42
  43. 43. A animação bíblica de toda a pastoralvai além de uma pastoral bíblica, poisconduz a uma animação bíblica de todaa vida cristã.Perspectivas de açãoA vida cristã e todos os serviçoseclesiais precisam estar alicerçadosna Palavra de Deus e serem por elailuminados. 43
  44. 44. Para isso, estimulem-se as iniciativasque permitam colocar a Bíblia nas mãosde todos, em especial dos mais pobres.Depois, propicie-se os meios para quese possa ler corretamente as Escriturase chegar à uma interpretação adequada.É premente a capacitação, tanto noconteúdo quanto na pedagogia bíblica. 44
  45. 45. Para isso, são importantes as equipes deanimação bíblica da pastoral, que podemproporcionar retiros, cursos, encontros esubsídios de estudo sobre a Palavra deDeus. Merecem destaque, também, o s cursos e escolas bíblicas. 45
  46. 46. Para além dos espaçoseclesiais, a Bíblica pode estarpresente nas escolas euniversidades, sobretudo através daeducação religiosa. É importante também estimular manifestações artísticas inspiradas nas Escrituras, tanto nas artes figurativas como na arquitetura, na literatura 46
  47. 47. Igualmente é necessário que a Palavra sefaça presente nos meios de comunicaçãosocial, especialmente na internet, comsuas inúmeras redes sociais.Na animação bíblica da pastoral, é importantea instituição e formação continuada dosministros da Palavra.Especial atenção merece ahomilia, espaço privilegiado deatualização da Palavra, no hoje da assembléia 47
  48. 48. 4ª Urgência:Igreja, comunidade de comunidadesDiagnósticoA fé cristã éeclesial, comunitária, pois se fundano mistério da Trindade e na utopia doReino de Deus, que é umarealidade coletiva. 48
  49. 49. A forma de viver em comunidade estásujeita às condições de cada tempoe lugar. Hoje, além de comunidadesterritoriais, surgem comunidadesambientais ou afetivas, por eleição.Também a Paróquia está desafiada serIgreja comunidade decomunidades,, pois, a vivência cristãimplica afeto, convívio, vida fraterna. 49
  50. 50. Neste particular, as CEBs, hoje, são sinalde vitalidade da Igreja, presença eclesialjunto aos mais pobres, comprometidacom uma sociedade justa e solidária. Mas, no contexto atual, também elas precisam se repensar. 50
  51. 51. Para comunidades vivas emissionárias, é importante amultiplicação e diversificação deministérios confiados aos leigos. Estes precisam ter uma afetiva participação nos processos de planejamento e tomada de decisões. 51
  52. 52. Perspectivas de açãoA variedade devocações, carismas, espiritualidades emovimentos na Igreja é umariqueza, mas por vezes, motivo decompetição, rejeição ou discriminação.Grande desafio, portanto, é a vivênciada unidade na diversidade. O diálogo internoé o caminho para uma convivência fraterna. 52
  53. 53. Para ser comunidade de comunidades, a paróquia precisa renovar suas estruturas.Sua setorização em unidades territoriaismenores, com equipes próprias de animaçãoe de coordenação, permite maiorproximidade das pessoas egrupos, que vivem na região. 53
  54. 54. Para a comunidade seja sujeito,é fundamental o funcionamento de assembléias e conselhos de pastoral, assim como de comissões e equipes de coordenação. A pastoral orgânica e de conjunto é o meio para a articulação de todas as ações e iniciativas, no seio da comunidade eclesial. 54
  55. 55. Para isso, instrumento privilegiadoé o planejamento, com a participaçãode todos, tanto na projeção da açãocomo na execução.A efetivação de uma Igreja comunidade de comunidades manifesta- se, também, na experiência de Igrejas- irmãs, seja entre dioceses como 55
  56. 56. 5ª Urgência:Igreja a serviço da vida plenapara todosDiagnósticoO Evangelho da vida está no centro damensagem de Jesus. Emconsequência, a missão dos discípulosmissionários é o serviço à vida. 56
  57. 57. Como afirmou Aparecida, “as condições de vida de muitos abandonados, excluídos e ignorados em sua miséria e dor, contradizem o projeto do Pai e desafiam os discípulos missionários a maior compromisso a favor da cultura da vida”. É através da promoção da cultura da vida que os discípulos missionários de Jesus Cristo testemunham sua fé. 57
  58. 58. Em consequência, urge uma Igrejasamaritana e profética diante de tantos rostos sofredores, da legalização do aborto, dos famintos, sem teto e sem terra, sem trabalho, educação, saúde, lazer, liberdade, esperança e fé.Daí a importância de ratificar e potenciar aopção preferencial pelos pobres, implícita 58
  59. 59. A opção pelos pobres precisa “atravessar todas as estruturas e prioridades pastorais, e traduzir-se em opções e gestos concretos”.Optar pelos pobres não é fazer deles um objeto de caridade, mas sujeitos de um mundo justo e fraterno. Para isso, a atuação no mundo da política é 59
  60. 60. No cuidado e promoção da vida, estáa preocupação com a ecologia, numplaneta degradado, ameaça à viabilidadeda vida e de seus ecossistemas.Perspectivas de açãoA missão primordial da Igreja de cuidare promover a vida em todas as suasexpressões e da natureza como suacasa. 60
  61. 61. O serviço à vida começa pelo respeitoe defesa da dignidadehumana, em todas as etapas daexistência, desde a fecundação até amorte natural.A Pastoral Social -estruturada, orgânica e integral – é aforma atual de dar eficacidade à açãoda Igreja no social. 61
  62. 62. Olhar especial merece afamília, lugar e escola de fé, queprecisa ser considerada um dos eixostransversais de toda a açãoevangelizadora. Urge respaldar a família com uma pastoral familiar intensa, vigorosa e 62
  63. 63. As crianças, adolescentes ejovens, os mais expostos aperigos, precisam de maior atenção. Apastoral da juventude e uma pastoralinfanto-juvenil podem dar importantecontribuição . Faz-se necessário uma presença mais efetiva da Igreja no mundo do trabalho, junto aos trabalhadores, nos sindicatos 63
  64. 64. Cabe à Igreja associar-se à luta contrao desemprego e o subemprego, criandoou apoiando alternativas de geração derenda.É preciso apoiar: a economia solidária, a agricultura familiar, aagroecologia, o consumo solidário, a segurançaalimentar, as redes de trocas, o aceso a créditopopular, o trabalho coletivo e busca dodesenvolvimento local sustentável e solidário. 64
  65. 65. No serviço à vida, cabe promover umasociedade que respeite as legítimasdiferenças, combatendo toda espéciede preconceito e discriminação. Cabe aos cristãos apoiar as iniciativas em prol da inclusão social e o reconhecimento das populações indígenas e africana. 65
  66. 66. É preciso denunciar a discriminação e oracismo, apoiar reivindicações de defesade seus territórios, afirmação de seusdireitos, cidadania. Importante campo de ação da Igreja é educar para a preservação da natureza e o cuidado com a ecologia humana. 66
  67. 67. Incentive-se a participação social e política dos cristãos, especialmente nos Conselhos de Direitos.Com a crise da democraciarepresentativa, cresce a importância ea necessidade de colaboração da Igreja 67
  68. 68. Como cidadãos-cristãos, cabe-nosbuscar de políticas públicas inclusivasde todos, em parceria com instituiçõesprivadas ou públicas e com osmovimentos populares. Merecem especial atenção as regiões suburbanas e a população carcerária. 68
  69. 69. O empenho da Igreja na promoçãohumana e da justiça social exige educara comunidade eclesial no conhecimento ena aplicação da Doutrina Social da Igreja. É condição para os cristãos tornarem-se verdadeiros missionários da caridade, no seio da sociedade secular. 69
  70. 70. CONCLUSÃO COMPROMISSO DE UNIDADE NA MISSÃO70
  71. 71. As atuais DGAE apontam para o compromisso evangelizador da Igreja no Brasil para o início da segunda década do século XXI.Manifestam, através das cincourgências, o caminho discernido, à luzdo Espírito Santo, como resposta a estetempo de profundas transformações. 71
  72. 72. Em continuidade com as orientações de toda a Igreja, elas assumem: ►o mais profundo espírito do Concílio Vaticano II ► e acolhem, de modo especial, as Conclusões da Conferência de Aparecida.As DGAE representam um forteapelo à efetiva unidade. 72

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