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Regulação do Sistema Bancário
REGULAÇÃO DO SISTEMA FINANCEIRO II
INTRODUÇÃO À ATIVIDADE BANCÁRIA

PROF. DOUTOR RUI TEIXEIR...
Pressupostos
 Macro: curva LM IS
 Micro: curva de Irving Fisher

História do Pesamento dos Bancos Centrais:

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USA: Yu...
Os Bancos Centrais são necessários?
 Esta é a questão que está hoje em cima da mesa.
 Tal como a questão da regulação do...
O Que é um banco tradicional
BALANÇO DE UM BANCO
 Activo: emprestimos, securities, cash
 Passivo: depositos, outros (obr...
Shadow banks / bancos irreais
 Ativo: Registos de hipotecas, IR swaps, CDS,
 Passivo: Money market, empréstimos: Repo, E...
Os Bancos como sistema de pagamentos
 Os sistemas bancários são sistemas de pagamentos
 Os Bancos são operadores do merc...
Os 4 preços do dinheiro
 Preço da Taxa de juros : preço de hoje do

dinheiro em termos de amanha
 Preço PAR . Preço do d...
Globalização Financeira





O mundo mudou
Hoje é um mundo complexo
Um mundo de globalização financeira
Integração fin...
A ascensão do dinheiro

 The Ascent of Money: A Financial History of The

World by Niall Ferguson
 http://www.youtube.co...
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Regulação do Sistema Bancário: introdução à actividade bancária, prof. Doutor Rui Teixeira Santos; Pós-graduação em Administração Pública e Direito Publico Económico (ISG 2013)

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Publicada em

moeda e bancos
caracterização da actual actividade bancária

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http://www.slideshare.net/Ruiteixeirasantos/regulao-do-sistema-bancrio-i-prof-2013?qid=80564568-ce97-46a3-8062-ff845a740b4f&v=qf1&b=&from_search=1

Publicada em: Economia e finanças
  • Directiva 2014/59/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 15 de maio de 2014 - Estabelece um enquadramento para a recuperação e a resolução de instituições de crédito e de empresas de investimento e que altera a Diretiva 82/891/CEE do Conselho, e as Diretivas 2001/24/CE, 2002/47/CE, 2004/25/CE, 2005/56/CE, 2007/36/CE, 2011/35/CE, 2012/30/UE e 2013/36/UE e os Regulamentos (UE) n.º 1093/2010 e (UE) n.º 648/2012 do Parlamento Europeu e do Conselho (Texto relevante para efeitos do EEE) - Consultar em: http://www.bportugal.pt/pt-PT/Legislacaoenormas/Documents/Directiva2014n59UE.pdf
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  • Desde 1 de Janeiro de 2016 , os depositantes acima de 100 mil euros podem ser chamados a assumir perdas quando um banco for resgatado. O que está em jogo com as novas regras europeias? Quinze respostas sobre o mecanismo único de resolução. http://www.publico.pt/economia/noticia/o-que-muda-para-os-depositantes-com-as-novas-regras-de-resgate-dos-bancos-1718833
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  • Concluídas as audições da comissão parlamentar de inquérito aos protagonistas da intervenção e falência do BES/GES há uma conclusão a tirar: a supervisão do Banco de Portugal é hoje mais minuciosa do que a que vigorava em 2008 quando o BPN e o BPP colapsaram. Mas as diferenças esbatem-se pois, seis anos depois da crise internacional ter eclodido, o BdP voltou a não ser eficaz e não evitou o fim do segundo maior banco privado português. E tal como Vítor Constâncio, também Carlos Costa não detectou as grandes irregularidades que contaminaram as contas dos dois bancos. Em Setembro de 2008, o colapso do Lehman Brother precipitou uma crise bancária com consequências devastadoras: nas horas seguintes, centenas de instituições declararam-se insolventes em todos os continentes. Para travar a queda de outro gigante, o grupo AIG, o governo conservador norte-americano interveio com 78 mil milhões de euros: quase metade do PIB português. Mas não travou o “efeito dominó” que, daí a semanas, desaguou em Portugal: o BPN foi nacionalizado, o BPP decretou falência, a CGD ajudou a salvar a Finantia emprestando, numa primeira fase, 200 milhões. Passaram entretanto seis anos e o governo de Passos Coelho foi de novo colocado perante incidentes graves: a 31 de Dezembro de 2012 o Estado recapitalizou o Banif em 1100 milhões tornando-se accionista de controlo e, a 3 de Agosto de 2014, o BES desabou à vista de todos e foi salvo com uma injecção (via Fundo de Resolução) de 3900 milhões. O que legitima a questão: a supervisão bancária funciona em Portugal? A resposta tem dois sentidos. Sim, pois por força das novas regras europeias mais estritas, no pós-BPN o modelo de fiscalização tornou-se intrusivo e Carlos Costa tem hoje equipas em permanência nas instituições que supervisiona e para onde envia recomendações e avisos em ritmo quase diário. Não, porque a supervisão voltou a falhar, ao não ter antecipado a falência do BES e tomado medidas para a evitar. Qualquer que seja a análise que se possa fazer há uma conclusão a tirar: nos anos que antecederam as falências do BPN e do BES, o BdP “remexeu” nas suas contas, convocou os principais gestores (Oliveira Costa e Ricardo Salgado) e os accionistas e deu recomendações para que saneassem as deficiências. Existia no regulador muita informação. Nesse período o BdP teve dois rostos, o actual vice-presidente do BCE Vítor Constâncio (de 2000 a 2010) e Carlos Costa que o substituiu e que tem sido o protagonista da transição para a União Bancária Europeia. .
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Regulação do Sistema Bancário: introdução à actividade bancária, prof. Doutor Rui Teixeira Santos; Pós-graduação em Administração Pública e Direito Publico Económico (ISG 2013)

  1. 1. Regulação do Sistema Bancário REGULAÇÃO DO SISTEMA FINANCEIRO II INTRODUÇÃO À ATIVIDADE BANCÁRIA PROF. DOUTOR RUI TEIXEIRA SANTOS PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E DIREITO PÚBLICO ECONÓMICO ISG 2013
  2. 2. Pressupostos  Macro: curva LM IS  Micro: curva de Irving Fisher História do Pesamento dos Bancos Centrais:   USA: Yuong, Hansey, Shaw, Minsky UK: Bangehot, Hawtrey, Sayers, Goodhart
  3. 3. Os Bancos Centrais são necessários?  Esta é a questão que está hoje em cima da mesa.  Tal como a questão da regulação dos sistema bancário.  Mas de que regulação estamos a falar?
  4. 4. O Que é um banco tradicional BALANÇO DE UM BANCO  Activo: emprestimos, securities, cash  Passivo: depositos, outros (obrigações etç) + situação líquida. São solventes se tiverem um activo maior que o passivo Os bancos tem uma problema especifio: a liquidez; os bancos para a maneter vão ao banco central ou tem que vender activos e por isso existe uma ligação entre solvabilidade e liquidez
  5. 5. Shadow banks / bancos irreais  Ativo: Registos de hipotecas, IR swaps, CDS,  Passivo: Money market, empréstimos: Repo, ED, ABCP  Liquidez: conseguir rolar a divida e estes instrumentos – é este o problema – o sistema regulatório que temos é sobre este tipo de bancos  Solvabilidade: capacidade de equilibrar estes tipos de instrumentos.
  6. 6. Os Bancos como sistema de pagamentos  Os sistemas bancários são sistemas de pagamentos  Os Bancos são operadores do mercado monetário (intermediação)  O Sistema Monetário Internacional é a internacionalização desses dois níveis;  O sistema bancário como intermediário de futuro e criativo de novos produtos financeiros: swaps, futuros, etc. – é aqui que decorre o debate sobre regulação
  7. 7. Os 4 preços do dinheiro  Preço da Taxa de juros : preço de hoje do dinheiro em termos de amanha  Preço PAR . Preço do dinheiro actual (dinheiro em depósitos é par com o cash em reservas)  Mas este cash das reservas é privado mas tb é dinheiro do Banco Central  Preço da Taxa de Câmbio: preço do dinheiro para com o estrangeiro (o Euro nacional e euro internacional)  Preço do Nível de Preços – inflação das comodities
  8. 8. Globalização Financeira     O mundo mudou Hoje é um mundo complexo Um mundo de globalização financeira Integração financeira  A história do dinheiro (moeda) não é a história das finanças (derivados): mas, como vimos na crise de 20082014 estão ligados, pela liquidez e pela solvabilidade.  Mas todo o sistema bancário é um swap (troca) de valores (em empréstimo, um CDS, um derivado etc. são swaps/trocas)
  9. 9. A ascensão do dinheiro  The Ascent of Money: A Financial History of The World by Niall Ferguson  http://www.youtube.com/watch?v=4Xx_5PuLIzc&li st=FLBuseect-WFIhEsZco9TxMQ

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