Artigos da
Resolução SEE/MG
2197/12, não
evidenciados nos
estudos de casos.
PIP II
IMPLEMENTAÇÃO CBC
Anos Finais do EF
SEC...
Artigo – 67
Os Ciclos Intermediário e da Consolidação do Ensino
Fundamental, com o objetivo de consolidar e aprofundar
os ...
II - Matemática:
-comparar, ordenar e operar com números naturais,
inteiros, racionais, interpretando e resolvendo situaçõ...
NOVIDADES DA SÉRIE –
A passagem entre séries pode ser bem
tranquila. Para tanto, vale organizar
visitas monitoradas e bate...
Artigo – 66
A passagem dos alunos dos ciclos dos anos iniciais para
os ciclos dos anos finais do Ensino Fundamental deverá...
Algumas ações que podem ajudar os
alunos:
Mostrar as salas de aula, os laboratórios e outros
espaços comuns;
Ensinar o u...
Igualdade x Equidade
Artigo – 73
As Escolas e os professores, com o apoio das famílias e da
comunidade, devem envidar esforços para assegurar o...
II - organizando agrupamento temporário para alunos de
níveis equivalentes de dificuldades, com a garantia de
aprendizagem...
O que é mesmo ser professor?
Mensagem recebida de um professor (publicada com
autorização):
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  • Parabens Ruanna A Educação no Brasil precisa da cooperação de todos para que entendamos realmente o seu verdadeiro valor
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Artigos da Resolução SEE/MG, não evidenciado nos estudos de casos

  1. 1. Artigos da Resolução SEE/MG 2197/12, não evidenciados nos estudos de casos. PIP II IMPLEMENTAÇÃO CBC Anos Finais do EF SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE CAXAMBU ANALISTAS RESPONSÁVEIS: RUANNA REIS GUIDO ISABELA FORASTIERI DE CARVALHO
  2. 2. Artigo – 67 Os Ciclos Intermediário e da Consolidação do Ensino Fundamental, com o objetivo de consolidar e aprofundar os conhecimentos, competências e habilidades adquiridos nos Ciclos da Alfabetização e Complementar, terão suas atividades pedagógicas organizadas de forma gradativa e crescente em complexidade, considerando os Conteúdos Básicos Comuns – CBC, de modo a assegurar que, ao final desta etapa, todos os alunos tenham garantidos, pelo menos, os seguintes direitos de aprendizagem:
  3. 3. II - Matemática: -comparar, ordenar e operar com números naturais, inteiros, racionais, interpretando e resolvendo situações- problema; -Identificar e resolver situações-problema que envolvam proporcionalidade direta e inversa; porcentagem e juros; equações de primeiro e segundo graus; sistemas de equações de primeira grau; conversão de medidas; cálculo de perímetro, de área, de volume e capacidade; probabilidade; utilização de linguagem algébrica; - reconhecer as principais relações geométricas entre as figuras planas; - interpretar e utilizar informações apresentadas em tabelas e gráficos.
  4. 4. NOVIDADES DA SÉRIE – A passagem entre séries pode ser bem tranquila. Para tanto, vale organizar visitas monitoradas e bate-papos entre alunos e professores. (Nova Escola)
  5. 5. Artigo – 66 A passagem dos alunos dos ciclos dos anos iniciais para os ciclos dos anos finais do Ensino Fundamental deverá receber atenção especial da Escola, a fim de se garantir a articulação sequencial necessária, especialmente entre o Ciclo Complementar e o Ciclo Intermediário, em face das demandas diversificadas exigidas dos alunos, pelos diferentes professores, em contraponto à unidocência dos anos iniciais.
  6. 6. Algumas ações que podem ajudar os alunos: Mostrar as salas de aula, os laboratórios e outros espaços comuns; Ensinar o uso do horário de aulas e de uma agenda individual; Adotar uma agenda coletiva (cartaz, blog, entre outros); Evitar pedir muitas tarefas para o mesmo dia; Diálogo com os professores para que expliquem o conteúdo e as formas de avaliação; Preparar dinâmicas entre os alunos que já cursaram o 6º ano.
  7. 7. Igualdade x Equidade
  8. 8. Artigo – 73 As Escolas e os professores, com o apoio das famílias e da comunidade, devem envidar esforços para assegurar o progresso contínuo dos alunos no que se refere ao seu desenvolvimento pleno e à aquisição de aprendizagens significativas, lançando mão de todos os recursos disponíveis, e ainda: I - criando, ao longo do ano letivo, novas oportunidades de aprendizagem para os alunos que apresentem baixo desempenho escolar;
  9. 9. II - organizando agrupamento temporário para alunos de níveis equivalentes de dificuldades, com a garantia de aprendizagem e de sua integração nas atividades cotidianas de sua turma; III - adotando as providências necessárias para que a operacionalização do princípio da continuidade não seja traduzida como “promoção automática” de alunos de um ano ou ciclo para o seguinte, e para que o combate à repetência não se transforme em descompromisso com o ensino-aprendizagem.
  10. 10. O que é mesmo ser professor? Mensagem recebida de um professor (publicada com autorização): “Por muitos anos, dediquei-me a identificar entre meus alunos quem podia e quem não podia aprender. Era rigoroso nisto, e me orgulhava de ser um professor justo, que não deixava passar quem não soubesse. Confesso que grande parte de minha energia era canalizada para isto. De uns tempos para cá é que percebi que justiça, efetivamente, é fazer com que todos aprendam. Não foi fácil, pois tive de ‘correr atrás do prejuízo’ e buscar me qualificar para ensinar a todos. Todavia, sinceramente, hoje me sinto Professor com ‘P’ maiúsculo!” (Hermano Célio, Londrina) Fonte: Facebook Celso Vasconcelos

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