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06 herpes

  1. 1. CENTRO UNIVERSITÁRIO NILTON LINS Tema: Herpes genital
  2. 2. Herpes genitalConceito: é uma virose transmitida predominantemente pelocontato sexual (oro-genital). Com período de incubação de 3 a14 dias, no caso de primo-infecção sintomática; a transmissãopode-se dar, também, pelo contato direto com lesõesvesiculosas que, em poucos dias, transformam-se em pequenasúlceras. (Manual de controle das DST’S, 2004) Ana Paula Santana
  3. 3. Etiologia O agente etiológico é o Herpes simplex vírus (HSV), tipos I (peri-oral) e II (genital). Pertencem à família Herpesviridae. www.abcpedia.com
  4. 4. Classificação Herpes simples Tipo- I: região labial; Herpes simples Tipo – II: órgãos genitais (vagina, colo, pênis, nádegas). Existem casos raros de infecção até dentro dos olhos.
  5. 5. Fisiopatologia O vírus penetra na região labial – latente até receber estímulo; Infecção recorrente – latente nos gânglios da raiz dorsal dosnervos espinhais entre os surtos; e Na célula do músculo o vírus se reproduz rapidamente,destruindo as fibras nervosas. Fonte:www.geocities.com
  6. 6. Transmissão – Contato oral Fonte:www.geocities.com
  7. 7. Transmissão – Relação sexual
  8. 8. Transmissão - Infecção neonatal
  9. 9. Fatores predisponentes  Infecções com febre;  Problemas emocionais (morte, separação etc);  Estresse (muito trabalho, má alimentação);  Imunossupressores (pacientes oncológicos e aidéticos);  Traumas na pele (solução de continuidade);  Sol – bloqueiam a ação das células de defesa doorganismo.
  10. 10. Sinais e sintomas Formigamento, Prurido,  Edema, Ardor,  Vesículas, Eritema,  Ulcerações dolorosas (crostas),  Secreção aquosa, disúria e dispareunia.
  11. 11. Diagnóstico – Clínico e laboratorial Cultura viral – identifica o HSV; Esfregaço de Papanicolaou – pode mostrar alterações celulares características; Esfregaço de Tzanck – o líquido da vesícula ou o raspado da base da úlcera é corado, para mostrar as alterações características; Exames de anticorpos nas lesões genitais para rastreamento e diagnóstico.
  12. 12. Complicações Meningite; Infecção neonatal; Infecções oportunistas (HIV).
  13. 13. Tratamento Antivirais: aciclovir, fanciclovir e vasaciclovir – ↓ duração, gravidade e disseminação; - Aciclovir (tópico): é menos eficaz; - Terapia oral pode ser episódica, sempre que os primeiros sinais de recidiva são identificados, ou contínua, para suprimir a infecção recorrente; - Aciclovir (IV): infecções graves ou imunossupressão. Fármacos para dor: acetaminofeno e agentes antiinflamatórios não-esteróides até narcóticos orais;
  14. 14.  Medidas de conforto locais: lidocaína em gel, banhos de assento e compressas; Medidas de Higiene: rigorosas e constantes; e Imunização: ainda está sob pesquisa para as pessoas de alto risco (múltiplos ou um parceiro com herpes genital).
  15. 15. Regiões infectadas pelo: HSV-II Fonte:www.geocities.com
  16. 16. Fonte:www.geocities.com
  17. 17. Região externa dagenitália feminina. Região externa da genitália masculina. Fonte:www.geocities.com
  18. 18. Regiões infectadas pelo: HSV-I Fonte: Clinical: herpes simplex
  19. 19. Infecção herpética em locais diferentes Fonte: Clinical: herpes simplex
  20. 20. Crianças infectadas Fonte: Clinical: herpes simplex
  21. 21. Prevenção Abstenção de contato sexual***; Relacionamento monogâmico*; Preservativo (↓); *** Higiene rigorosa das mãos e do corpo; Alimentação; Sol (cuidados); Pessoas infectadas, não devem manter relações sexuais com parceiros não infectados; Ana Paula Santana
  22. 22.  Usar luvas descartáveis para aplicar a medicação evitando- se a propagação da infecção a outras partes do corpo através das mãos; Conscientizar de que mesmo sem sintomas pode-se transmitir o vírus a outros; Uso abusivo de medicações; e Procurar ajuda profissional nos primeiros sintomas.
  23. 23. Referências bibliográficas BRASIL, Ministério da Saúde. Manual de controle pré-natal e puerpério. Brasília, 2006. CUNHA, Sérgio Pereira; DUARTE, Geraldo. Gestação de Alto Risco. São Paulo: Medsi,1998.• MINISTÉRIO DA SAÚDE (BR). Coordenadoria das Ações de Saúde da Mulher. Assistência Pré-Natal. Normas e Manuais Técnicos. 3. ed. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 1999. NETTINA, S. M. Prática de enfermagem. 7a ed., Rio de Janeiro: Guanabara, 2003. Ana Paula Santana

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