2015 02-26-Palestra-O Cristo Consolador Rosana De Rosa - KSSF

442 visualizações

Publicada em

Esta palestra se refere ao capitulo 6 do Evangelho Segundo o Espiritismo. Neste capitulo Cristo vai trazer o entendimento do seu consolo com uma nova visao do que representa o sofrimento e os desafios que passamos na vida.

Publicada em: Espiritual
0 comentários
1 gostou
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
442
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
3
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
29
Comentários
0
Gostaram
1
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

2015 02-26-Palestra-O Cristo Consolador Rosana De Rosa - KSSF

  1. 1. 4 – Jesus promete outro consolador: é o Espírito da Verdade, que o mundo ainda não conhece, pois que não está suficientemente maduro para compreendê-lo, e que o Pai enviará para ensinar todas as coisas e para fazer lembrar o que Cristo disse. Se, pois, o Espírito da Verdade deve vir mais tarde, ensinar todas as coisas, é que o Cristo não pode dizer tudo. Se ele vem fazer lembrar o que o Cristo disse, é que o seu ensino foi esquecido ou mal compreendido. (João, XIV: 15 a 17 e 26)
  2. 2. Palavra consolar em grego Alguém chamado ou enviado para prestar auxílio.
  3. 3. Jesus é o consolador nāo por que ele vem tirar a dor, mais por que Ele veio para resignifica-la. Haroldo Dutra
  4. 4. Jesus veio consolar dizendo nāo se desespere esta dor vai te regenerar. Haroldo Dutra
  5. 5. Jesus nāo veio tirar as nossa responsabilidade, nosso dever, ou que devemos ser felizes e abandonar nossos compromissos e buscar só curtir a vida…. Nāo é esta a consolaçāo de Jesus.
  6. 6. Sua consolaçāo é ligar-nos ao dever, as nossas responsabilidades, com a consciência que este sofrimento passa nos purifica e ilumina.
  7. 7. Haroldo Dutra
  8. 8. A dor nāo tem o papel de punir, tem o papel de educar.
  9. 9. A dor bem compreendida gera ao Espírito experiência, maturidade e evoluçāo.
  10. 10. Somente maduros, temos a oportunidade e entender que os desafios sedimentam nossas conquistas morais.
  11. 11. Se eu quero aprender a virtude da paciência, nāo vai ser onde todos concordam comigo, vai ser onde as pessoas pisam no meu calo.
  12. 12. Se eu quero aprender a belevolência, vai ser onde, as pessoas nāo reconhecem o que eu faço, para que possa aprender a dar sem esperar. É neste momento de dificuldade que as virtudes sedimentam no nosso coraçāo.
  13. 13. • Muitos espíritas acham que toda dor é o carma ou expiaçāo. • A dor pode ser expiaçāo, pode ser prova, desafios, auxilio, missāo. A dor ensina
  14. 14. Haroldo Dutra Muitas filosofias e religiões tem medo e se paralizam diante da dor. Acreditam que… Se você servir a Deus sua vida será de muito dinheiro, muita saúde, nada de ruim lhe acontecerá….
  15. 15. Disse o Cristo: “Bem-aventurados os aflitos, porque eles serão consolados”. Cap 5 Mas como se pode ser feliz por sofrer, se não se sabe por que se sofre? Cap 6 (João, XIV: 15 a 17 e 26)
  16. 16. A doutrina Espírita não vê a dor desta forma. Estes dois capítulos do Evangelho nos aconselham a ter coragem diante da dor, Por que a dor é um processo de aprimoramento espiritual.
  17. 17. Será que Deus faria seres de cristal que nāo suportassem nenhuma pressāo ? ou será que como Emmanuel diz : Somos um diamante bruto que Deus vai lapidando, pois o diamante se forma com muita pressāo.
  18. 18. Israel - Monte Carmel Esforço para depuraçāo Haroldo Dutra Marisa Libório
  19. 19. 74 - NOSSA CRUZ “Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me” - JESUS (MARCOS, 8:34) Emmanuel Ninguém se queixe inutilmente. A dor é processo - A perfeição é fim Assim sendo, caminheiros da evolução ou da redenção têm, cada qual, a sua cruz. Enquanto a criatura não adquire consciência da própria responsabilidade, movimenta-se no mundo à feição de semi-racional, amontoando problemas sobre a própria cabeça. Entretanto, acordando para a necessidade da paz consigo mesma, descobre de imediato a cruz que lhe cabe ao próprio burilamento.
  20. 20. • A mensagem da cruz é dolorosa, mas o Cristo usa o fracasso aparente para ensinar o caminho da ressureiçāo eterna. Mostrando que o “ eu” nunca se dirigirá para Deus sem seu aprimoramento e sem a sublimaçāo de si próprio. Emmanuel
  21. 21. • Eu é a sentelha divina, é a essencia espiritual, a força cristica que dormita na criatura. • Ego é a personalidade a roupagem que o envolve. Nós viemos a terra e precisamos negar a nos mesmos, a personalidade , para verticalizar na consciência cristica. • No capítulo 6 o Espírito Verdade vai definir: 1- amai-vos 2- instruir-vos • O Amor verticaliza a criatura na conexāo com o criador, é a viga mestra, o eixo da terra ao infinito.
  22. 22. Kardec nos facilita entender através do Evangelho: “meu reino nāo é deste mundo”, “há muitas moradas na casa de meu pai”, por que sem esta perspectiva espiritual como vamos ter esta visāo da dor?
  23. 23. Muitos ainda estamos a várias reencarnações andando em círculos, preocupados em juntar tesouros, dominar a muitos, ainda presos nas paixões….
  24. 24. Porém, quando chega o momento de abandonarmos tudo isso, experimentar a escasses material, viver o jejum emocional, nāo podendo atender as paixões, achamos ser um processo de sofrimento.
  25. 25. Nos sentindo abandonados, castigados, esquecidos por Deus. Quando na verdade chegamos neste processo é por que Jesus está num amplo trabalho de Acrisolamento conosco. Acrisolamento -Purificação, reforçamento de qualidades.
  26. 26. É assim que nos salvamos de nós mesmos.
  27. 27. Jesus vem nos consolar que os desafios bem vividos, vāo sedimentar dentro de nós as virtudes aprendidas, que nos conduzirá na direçāo da verdadeira felicidade.

×