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Pegadas...
ObjetivosI.   Observar a relação entre aprendizagem/colaboração/tecnologia;III.Verificar as possibilidades de aproximação ...
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Ler em companhia, mesmoquando em silêncio, éestabelecer cumplicidade”(Chartier, 1998, p. 129)                            A...
texto eletrônico: uma revolução?
O castelo da informática
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emoções
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Roitberg, Julio Cesar, 1957-
“O que levo do Barão: a alegria do estarjunto e as juventudes multiplicando saberes nos tecidos da educação” / Julio Cesar Roitberg. – 2011.
142 f. : il.
Orientador: Marcelo Almeida Bairral.
Dissertação (mestrado) – Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Programa de Pós-Graduação em Educação, Contextos Contemporâneos e Demandas Populares.
Inclui bibliografia.
In: http://www.ufrrj.br/posgrad/ppgeduc/paginas/home.php?id=Dissertacoes

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  • O tribalismo e o assalto ao privado enquanto perigo e desafio pela juventude As representações e o simulacro “ O que faz nascer um jovem grraffiter (...)? A pobreza? O subúrbio? O tag (...)? O risco? O visual? (Pais; Blass, 2004, p. 13) protesto latente > cultura da pixação Pixadores encarnam o ‘noema’ (Husserl, em linguagem fenomenológica), “ou sentido noêmico, aquela camada de sentido que se intercala entre a palavra e a coisa = interessa a relação, a ponte, a mediação “ O desafio é desfilar palavras, emblemas, estilos, com a pressão do risco de ser apanhado pela polícia. Impõem-se uma actuação rápida, ter o instito do instante” (Pais; Blass, 2004, p. 13)
  • “ Pode, inclusive, auxiliar a construir impressões de popularidade que transpassem ao espaço off-line” (Recuero, 2010 p. 107) “ Como a aranha cujo mundo inteiro está enfeixado na teia que ela tece a partir de seu próprio abdome, o único apio com que estranhos que se encontrm podem contar deverá ser tecido do fio fino e solto de sua aparêncaia, palavras e gestos. (...) O que se segue é que a vida urbana requer um tipo de atividade muito especial e sofisticada, de fato um grupo de habilidades que Senett listou sob a rubrica “civilidade”, i.e, a atividade que protege as pessoas umas das outras, permitindo, contudo, que possam estar juntas. Usar uma máscara é a essência da civilidade (...)” (Bauman, 2001, pp. 111-112)
  • Que influência essas mudanças trazem a dinâmica da escola? E a formação do professor? Todo mundo sabe da importância de uma formação continuada, mas só isso dá conta dessa demanda de novidades e mudanças no comportamento, no modo de aprender, no modo de ver o mundo que nossos alunos trazem para a escola? 4) Autoria coletiva; democratismo tecnológico; clivagem social 5) Alterações sociotécnicas: Liberação do pólo de emissão (...) 6) Nova configuração psicossocial
  • Biblioteca: entre o reunir e o dispersar “ Um bom leitor é alguém que evita um certo número de livros, um bom bibliotecário é um jardineiro que poda sua biblioteca, um bom arquivista seleciona aquilo que se deve refugar ao invés de armazenar. Eia aí temas inéditos de nossa época” (Chartier, 1998, p. 127)
  • Ler em companhia, mesmo quando em silêncio, é estabelecer cumplicidade” (Chartier, 1998, p. 129. Auguste Renoier, Les deux soeurs , 1889)
  • “ Apresentam-nos o texto eletrônico como uma revolução: a história do livro já viu outras” Volumen (Pompéia, séc. I) > livro (séc. XVI) = libertação das mãos (Chartier, 1998, pp. 14-15)
  • Laboratórios = “castelos” da informática x lans, mídias locativas... 2) Tecnologias e “máquinas” pensantes 3) Cibercultura 4) Novo regime de vigilância na era da mobilidade: panóptico > escópico> rastreamento
  • 1) Multirreferencialidade 2) Celular (mp3, sms, foto) > cresce à medida que o tamanho diminui 3) Presença constante em todos os lugares 4) Alteração no comportamente psicossocial > levar à utilização com criticidade (Santaella, 2007, p. 233) 5) Ubiquidade > em que espacotempo se encontram os estudantes consultando sms e ouvindo mp3?! (André Lemos)
  • Real e virtual > as narrativas que requerem um novo estatuto do corpo “ Toda imagem representada tem o caráter de duplo. No caso das imagens figurativas, isto é, imagens que duplicam, de alguma maneira, coisas perceptivamente visíveis no mundo, esse caráter de duplo é evidente, como, por exemplo, na imagem representada de uma paisagem existente ou na de um rosto (Santaella, 2001 Apud Santaella, 2010, p. 355)
  • “ Essas redes [de filiação] podem (...) mostrar laços já estabelecidos pelos atores envolvidos em outros espaços, mas não necessariamente através da Internet” (Recuero, 2010, p. 98) “ no Orkut um determinado ator pode ter rapidamente 300 ou 400 amigos. Essa quantidade de conexões, que dificilmente o ator terá na vida off-line influencia várias coisas. Pode, assim, torná-lo mais visível na rede social. Pode, inclusive...
  • “ A rede (...) centra-se em atores sociais, ou seja, indivíduos com interesses, desejos e aspirações que têm papel ativo na formação de suas conexões sociais” (Recuero, 2010, p. 143) “ Na comunicação mediada por computador, as pessoas trocam não apenas informações, mas, bens, suporte emocional e companheirismo” (Idem, p. 143) Ela “é capaz de suportar laços especializados e multiplexos, que são essenciais para o surgimento de laços fortes
  • Comunidades virtuais > tendências Utópica > defensores da verdade das comunidades virtuais nas redes. Estas desenvolvem autenticamente suas identidades, interação, sociabilidade e engajamento político, além do conforto emocional superior ao das comunidades presenciais. (Santaella, 2010, pp. 312-313) Distópica >frágeis e falsas, impossibilitadas de manifestarem preocupações morais com o outro, posto que sem interação cara a cara. Comtemporizadora > analisa os modos pelos quais a sociabilidade, a política, as comunidades m si podem se desenvolver nos ambientes virtuais e como as interações ao mesmo tempo virtuais e físicas, crescentemente operativas (...) produzem formas únicas de expressão social”. As duas primeiras convergem na polarização que a última sintetiza e avança para o fato de que “essas comunidades virtuais vêem-se provando realis na pulsação vital com que vibram acima de quaisquer suspeitas sobre sua verdade ou falsidade.” (Idem)
  • Estudo 1 – Capital social e ferramentas de publicização nos sites de redes sociais Julio Roitberg (05/06/2011)     1) Estratégias de construção e manutenção de laços de pertencimento nas interconexões na rede 2) Freqüência em comunidades (p.6)
  • Leitura da imagem: quadro de giz x máquinas (?!) Desinteresse (?!) Máquinas estimulam o individualismo (?!) > processos colaborativos de aprendizagem. (Discussão no fórum do GPDOC)
  • O que levo do Barão: a alegria do estarjunto e as juventudes multiplicando saberes nos tecidos da educação

    1. 1. Exame de Qualificação, em 11/08/2011O que levo do Barão: a alegria do estarjunto e as juventudes multiplicando saberes nos tecidos da educação. Candidato: Julio Cesar Roitberg Orientador: Prof. Dr. Marcelo Almeida Bairral
    2. 2. Dos trilhos urbanos para o ciberespaço• Ao verificar as relações entre o potencial das redes sociaispara a educação, considerando a juventude através de seu trânsitonas páginas de relacionamento social, percebi a necessidade daleitura de seus gestos, expressões e outros elementosinteracionais, perseguindo suas rotas de fuga, tanto nociberespaço quanto em lugares, incluindo, aqui, os outros e osnão-lugares movimentando-me e sendo movimentado pela pesquisa.
    3. 3. Eixos• identidades;• redes de aprendizagem;• juventudes;• Orkut;• redes sociais;• aprendizagem colaborativa;• tecnologias de comunicação e informação;• cibercultura.
    4. 4. Pegadas...
    5. 5. ObjetivosI. Observar a relação entre aprendizagem/colaboração/tecnologia;III.Verificar as possibilidades de aproximação entre as concepções humanísticas freireanas e os usos que as juventudes fazem das redes sociais e a educação;V. Perceber se as propostas tiveram um impacto positivo no processo de socialização;VII.Analisar se houve ganho substancial com a utilização da virtualidade (Wiki, blogs; páginas de relacionamento);IX. Verificar quais os limites e as possibilidades em se trabalhar com projetos, em um ambiente de aprendizagem colaborativo, consoante a uma educação emancipatória;XI. Observar, nos diversos espaços físicos da unidade escolar, o que é (in)conveniente para a educação colaborativa.
    6. 6. ¹__ Kяร ♪ - 21 mar 01) Crodoaldo Máconho - Deixa vim que nois distrooi ♫ 16 mar - ¹__ Kяร ♪ - 20 mar FALA AI LEKE. Não mexe com nois , seus Vermes COMO VC ESTA ? Fudidos ♫ TEM NOTICIAS DA ¹__ Kяร ♪ - 20 mar SUELEN ? Nois tava no Alto do Morrão , é SO TO PERGUNTANDO claro marcando na contenção ♫ POR PERGUNTAR EN. ¹__ Kяร ♪ - 20 mar KKKKK. VLW ABRAÇO Dizem que Não mais Bandido tem PRA VC E PRA SUA coração ♫ FAMILHA. ¹__ Kяร ♪ - 20 mar Quando a Bala tá comendo , nois BANDIDA não arreda o pé ♫03) ω૯รℓ૯y (Caxumba) GFTeam - Nois é FALCÃO , FALCÃO do6 mar morro se nois cair nois levantakoe cara me add ai na mine dinovoo ♫fazenda ja te mandei presente @ SP - 19 marhoje
    7. 7. Tribalismos, pertencimentos e...
    8. 8. 1 – INTRODUÇÃO• Um pouco de narrativas: da Academia ao botequim ou“Eu caçador de mim...• O que eu pensara buscar...: no encontro com o outro,mudanças de perspectivas e de rumos entre pesquisador epesquisado
    9. 9. 1 – GALOS, FORMIGAS E... ARTISTAS ou NÃO DÁ PRA SER FELIZ SOZINHO3 - NÓS É CRIA”: UM ESTUDO SOBRE IDENTIDADESEM REDES DE APRENDIZAGEM4 - SOCIEDADE DE INFORMAÇÃO: ESTRATÉGIAS DERESISTÊNCIAS NOS FAZERES E USOS COTIDIANOS
    10. 10. Tecnologia digital, cibercultura e educação Acesso leitura à informação linear hipertextualcomandos cliquesjanelas abasarmazenagem uploadprogramas On line E a educação ?!
    11. 11. Reunir Dispersar
    12. 12. Ler em companhia, mesmoquando em silêncio, éestabelecer cumplicidade”(Chartier, 1998, p. 129) Auguste Renoier, Les deux soeurs, 1889
    13. 13. texto eletrônico: uma revolução?
    14. 14. O castelo da informática
    15. 15. !!!
    16. 16. Orkut - Fotomania e saudades antecipadas Pode ser que um diα o tempo pαsse. Mαs, se α αmizαde permαnecer, um do outro hα de se lembrαr. Pode ser que um diα nos αfαstemos. mαs ,se formos sinceroos de verdαde, α αmizαde nos reαproximαrα. Pode ser que um diα nαo mαis existαmos. Mαs se αinda sobrαr αmizαde , nαsceremos de novo, (...)”
    17. 17. emoções
    18. 18. ComunidadesSinto falta do meu gato NÓIS É CRIA!!!Eu odeio fofocas!!!! Eu odeio injustiças Não suporto cheiro de cigarroNão vivo sem PERFUME Nelson mandelaToca sinal. Toca! Eu sou contra o preconceito Santa Cruz RJVai pra aula? Ñ. Pro hospício GatinhosVc tem vida? Cuida da sua! RESPEITO: passe adiante!Eu ñ compro cd. Eu baixo!Fala sério, pai!Fala sério, mãe!
    19. 19. Ator Amigos Amigos Vídeos Vídeos Fotos Fotos (3/3) (5/6) (3/3) (5/6) (3/3) (5/6)Geovane 456 487 01 01 49 509Plínio 606 604 68 73 361 261Mari 366 480 08 08 02 226Wellington 216 216 19 15 115 114Raysla 508 941 39 70 23 23 1000 800 600 Plínio 400 Igor Raysla 200 0 Amigos Vídeos Fotos (3/3) (3/3) (3/3)
    20. 20. Ator Comunidades Comunidades Amigos Amigos Vídeos Vídeos (3/3) (5/6) (3/3) (5/6) (3/3) (5/6)Plínio 262 262 606 604 68 73Mari 37 37 366 480 08 08Raysla 56 56 508 941 39 70 1000 900 800 700 600 500 Plínio 400 Mari 300 Raysla 200 100 0 Comunidades Amigos (3/3) Vídeos (3/3) (3/3)
    21. 21. blog byte que eu gosto
    22. 22. Considerações finais• Uma proposta de reestruturação que vise práticas deaprendizagens colaborativas não pode conviver - sem baixas - com umensino verticalizado e fascista, comum em nossas instituiçõesde ensino.• Não se trata, simplesmente, de planejar atividades em grupos ouum trabalho interdisciplinar, através de projetos.• Se não se discutir os aspectos políticos, como decidir pelaorganização do currículo em séries ou em ciclos? Como organizaras salas de aula tendo em vista a formação de grupos ?• O ato pedagógico não se concretiza sem as ferramentaspolíticas, ou seja, o ato educacional, apropriado pelo Estado, éum ato político, por ser um direito do cidadão.
    23. 23. O QUE LEVO DO BARÃOA ALEGRIA DO ESTARJUNTO E AS JUVENTUDESINTERMINÁVEIS MULTIPLICANDO SABERES NOS TECIDOS DA EDUCAÇÃO Agradecimentos a tod@s os presentes; aos colegas do GEPETICEM (Grupo de Pesquisas em Tecnologia da Informação e Comunicação em Educação Matemática – UFRRJ); GPIdentiDoc (Grupo de Pesquisa de Formação e Identidade Docente – UFRRJ); GPDOC (Grupo de Pesquisas Docência e Cibercultura - UERJ); Grupo de Estudos Culturais em Educação e Arte – UFRRJ/UERJ; Prof. Márcia Fátima (Diretora do Colégio Estadual Barão do Rio Branco); aos meus professores/alunos; ao colegas da Banca; a quem eu amo e por quem sou amado... Julio Roitberg profroit@gmail.com

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