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GÊNEROS TEXTUAIS
Unidade 05
Parte I
Camila Ribeiro
ANO 01
Os diferentes textos em salas de alfabetização.
ANO 02
O trabalho com os gêneros textuais na sala
de aula.
ANO 03
Trabalho com gêneros textuais em sala de aula
-diversidade e progressão escolar andando juntas.
UNIDADE 05
Objetivos
• Entender a concepção de alfabetização na perspectiva do letramento;
• Analisar e planejar sequências didáticas para turmas de alfabetização,
integrando diferentes componentes curriculares, e atividades voltadas
para o desenvolvimento da oralidade, leitura e escrita;
• Conhecer os recursos didáticos distribuídos pelo Ministério da
Educação e planejar situações didáticas em que tais materiais sejam
usados.
O que são gêneros textuais ou
discursivos?
Produção textual com diferentes
gêneros
Micro entrevista
Nome:_________________________________________
Atua há quanto tempo no magistério:_________________
Formação superior:_______________________________
Estado civil:_____________________________________
Tem filhos? _________ Quantos? ______________
Características físicas: ____________________________
______________________________________________
Cada professora irá apresentar o
entrevistado.
:
Para refletir:
Como eu faria estas perguntas se fosse
uma entrevista de verdade?
Como é feito uma entrevista de fato?
Que outros gêneros eu poderia utilizar a
partir desta entrevista?
BIOGRAFIA
BIOGRAFIA
AUTOBIOGRAFIA
AUTOBIOGRAFIA
POEMA COLETIVO
Cada participante deverá escrever dois versos,
utilizando rimas sobre sua(seu) colega.
Dica: pode-se utilizar o sujeito “esta pessoa” para
ficar genérico.
Sugestão para sala de aula: Após a escrita
individual, todos os versos serão organizados
coletivamente e depois colados em papel bobina.
GÊNEROS
- Cada esfera de troca social elabora tipos relativamente
estáveis de enunciados, os gêneros.
-Três elementos os caracterizam: conteúdo temático – estilo –
construção composicional.
- A escolha de um gênero se determina pela esfera, as
necessidades da temática, o conjunto dos participantes e a
vontade enunciativa ou intenção do locutor.
(Schneuwly, 2004)
Qual a diferença
entre tipos textuais
e gêneros textuais?
GÊNEROS TEXTUAIS
• Instrumentos culturais disponíveis nas
interações sociais.
• Instrumento para agir linguisticamente.
• Historicamente mutáveis e relativamente
estáveis.
• Formas verbais de ação definidos por
propriedades sociocomunicativas.
• Predominam os critérios de ação
sociocomunicativas.
• Conjunto aberto de designações
concretas
TIPOS TEXTUAIS
• Sequências teoricamente definidas
pela natureza linguística da sua
composição: narração, exposição,
argumentação, descrição e injunção.
• Não têm função social definida.
• Constructos teóricos definidos por
propriedades linguísticas
• Predomina a identificação de
sequências linguísticas típicas.
• Conjunto limitado de categorias
teóricas
(MARCUSCHI, 2008) (SCHNEUWLY e DOLZ, 2004)
É uma criação mental, simples, que serve de
exemplificação na descrição de uma teoria.
Vídeo: Gêneros Textuais
http://www.youtube.com/watch?v=OQPw-xUK_tk
Casamento
Fazer compras
PRÁTICAS
SOCIAIS
Alugar /
vender um
imóvel
Ir ao médico
Festa junina
Práticas de
linguagem
Gêneros
Práticas de
linguagem
Gêneros
Práticas de
linguagem
Gêneros
Práticas de
linguagem
Gêneros
Práticas de
linguagem
Gêneros
Práticas sociais:
atividades mediadas pela linguagem
CENPEC
CENPEC
Gêneros orais
“Na concepção dos atuais PCNs, o ensino de língua
oral deve ir além da interação dialogal de sala de
aula. Reconhece-se que o aluno em idade escolar já
dispõe de competência discursiva e linguística para
uso cotidiano, no entanto, assume que essas
interações não dão conta do amplo espectro de usos
linguísticos que as situações sociais do cidadão
contemporâneo demandam do campo da língua
oral, ou seja, não dão conta da "fala pública" e de
seus campos discursivos. Assim, propõem objetivos,
estratégias e sugestões de abordagem embasados
na diversidade de gêneros do oral e das situações de
uso público da fala.“ (BELINTANE,
2000)
Gêneros orais
“É preciso criar contextos de produção também para os
gêneros orais em que se determinam quem é o público, o
que será dito e como. É isso que permite aos alunos se
apropriarem das noções, das técnicas e dos instrumentos
necessários ao desenvolvimento de suas capacidades de
expressão em situações de comunicação”.
Bernard Schneuwly
Telefonema falso
- Sim... A sala esta cheia... Sim... São as aulas do PNAIC que eu te contei..
- Isso, na Escola de Gestão.
- Esta formação acontece na hora-atividade e a noite.
- Sim, as professoras são do 2º ano.
- Isso, as formações estão acontecendo no Brasil todo.
- A formação é baseada nos cadernos do PNAIC, do MEC. São 8 cadernos para cada ano do
ciclo I, fora os cadernos da Educação do Campo e o da Educação Especial.
- Hoje estamos conversando sobre gêneros textuais.
- Olha, entre no site do MEC, lá você consegue baixar os cadernos do PNAIC, ou então, me
mande um e-mail só para eu não esquecer e eu mando pra você.
- O material é muito bom, sim. Com certeza irá ampliar seu olhar sobre as questões de
alfabetização.
-Até mais. Depois nos falamos. Beijos.
Narração Argumentação Injunção Descrição Exposição
INJUNÇÃO:
Quando você
chama o leitor
• Alguns gêneros orais:
• Parlenda,
• Trava-língua,
• Quadrinha,
• Cantiga,
• Piada,
• Apresentação oral,
• Telefonema,
• Exposição Oral;
• Júri simulado;
• Debate;
• Entrevista;
• Notícia;
• Reportagem.
Você sabe reconhecer estes gêneros orais?
Você sabe reconhecer estes gêneros orais?
• PARLENDA
• são versinhos com temática infantil que são recitados em
brincadeiras de crianças. São usadas por adultos também para
embalar, entreter e distrair as crianças.
• TRAVA-LÍNGUA
• frases folclóricas criadas pelo povo com objetivo lúdico
(brincadeira). Apresentam-se como um desafio de pronúncia, ou
seja, uma pessoa passa uma frase díficil para um outro indíviduo
falar.
• QUADRINHA
• é uma espécie de trova popular, cuja letra é formada por quatro
versos, normalmente de sete sílabas cada um, muito usada para
desafios, provérbios populares e adivinhas.
• CANTIGA
• é um tipo de canção infantil popular relacionada às brincadeiras
de roda.
• PIADA
• é uma breve história, de final engraçado e às vezes
surpreendente, cujo objetivo é provocar risos ou gargalhadas em
quem a ouve ou lê.
• APRESENTAÇÃO ORAL
• é uma exposição, feita oralmente, sobre um tema, por exemplo,
arte, ciência, política, religião, para um público mais ou menos
restrito.
• TELEFONEMA
• Conversa ou comunicação pelo telefone
• EXPOSIÇÃO ORAL
• Discurso em que se desenvolve um assunto (conteúdo
referencial), ou transmitindo-se informações, ou descrevendo-se
ou, ainda, explicando-se algum conteúdo a um auditório de
maneira bem estruturada.
• JÚRI SIMULADO
• Estudar e debater um tema, levando todos os participantes do
grupo se envolverem e tomar uma posição.
• DEBATE
• é uma discussão entre duas ou mais pessoas que queiram apenas
colocar suas ideias em questão ou discordar das demais, sempre
tentando prevalecer a sua própria opinião ou sendo convencido
pelas opiniões opostas.
• ENTREVISTA
• é uma conversação entre duas ou mais pessoas) em que
perguntas são feitas para obter informação do entrevistado.
• NOTÍCIA
• é uma conversação entre duas ou mais pessoas (o entrevistador
e o entrevistado) em que perguntas são feitas pelo entrevistador
para obter informação do entrevistado.
• REPORTAGEM
• é um conteúdo jornalístico, escrito ou falado, baseado no
testemunho direto dos fatos e situações explicadas em palavras
e, numa perspectiva atual, em histórias vividas por pessoas,
relacionadas com o seu contexto.
Textos
orais.
Situações
planejadas
de ensino
Participar de
interações
orais em sala
de aula
(questionando,
sugerindo, etc)
Escutar textos de
diferentes
gêneros, os mais
formais, comuns
em situações
públicas,
analisando-os .
Planejar
intervenções orais
em situações
públicas:
exposição oral,
debate, contação
de história.
Produzir textos
orais de diferentes
gêneros, com
diferentes
propósitos
(entrevistas,
notícias, etc).
Analisar a pertinência
e a consistência de
textos orais,
considerando as
finalidades e
características dos
gêneros seguintes.
Reconhecer a
diversidade linguística,
valorizando as
diferenças culturais
entre variedades
regionais, sociais, de
faixa etária, de gênero,
dentre outras
Relacionar fala e
escrita, tendo em
vista a apropriação
do sistema de
escrita, as variantes
linguísticas e os
diferentes gêneros
textuais.
Valorizar os textos
de tradição oral,
reconhecendo-os
como
manifestações
culturais.
GÊNEROS DIGITAIS
São gêneros textuais que emergem no contexto
da tecnologia digital em ambientes virtuais.
(Marcuschi, 2005)
Gêneros digitais
Segundo Marcuschi, os gêneros textuais precisam ser
compreendidos como “artefatos culturais construídos
historicamente pelo ser humano”. Sob esse aspecto, diante do
contexto dinâmico da cultura digital, o debate sobre os gêneros
são redimensionados para os novos suportes de comunicação,
percebendo-se o ciberespaço e os ambientes virtuais de
aprendizagem como novos domínios para as relações sociais entre
os sujeitos, bem como para novas estratégias comunicativas
usadas nos gêneros digitais (SILVA, 2011, p. 130).
• Alguns gêneros digitais:
E-mail Fórum
• Alguns gêneros digitais:
Chat Blog
Quiz
• Alguns gêneros digitais:
Perfil do usuário Wiki
Por que trabalhar com gêneros textuais?
 As práticas de linguagem são mediadas por instrumentos culturais e
históricos, ou seja, por gêneros textuais. Se a escola investe no ensino dos
gêneros estará facilitando, portanto, a apropriação dos usos da língua.
 Não é preciso criar uma espécie de graduação dos gêneros e começar a
estabelecer uma hierarquia entre eles, determinando quais devem ser
explorados em cada ano. A proposta de Dolz e Schneuwly (2004) é que esta
progressão seja garantida por meio do aprofundamento dos objetivos
didáticos. Assim, um mesmo gênero pode ser trabalhado em
anos/ciclos/séries diferentes, mas com o passar dos anos essa abordagem
deve ser cada vez mais complexa (aprendizagem em espiral).
Bronckart (1999) e Schneuwly e Dolz (2004)
Unidade 5 - Ano 2
 Segundo Machado (2005, p. 251), “a apropriação dos
gêneros é um mecanismo fundamental de socialização, de
possibilidade de inserção prática dos indivíduos nas
atividades comunicativas humanas”.
 Na nossa sociedade, para que haja realmente a
apropriação dos gêneros é preciso que sejam mobilizadas
instituições educacionais formalizadas, ou seja, essa é uma
tarefa que compete, sobretudo, às escolas (SCHNEUWLY,
1995).
Papel fundamental da escola na
apropriação dos gêneros
GRUPO DE 4 – ESCREVER EM CADA PAPEL
UMA RESPOSTA PARA CADA PERGUNTA:
DONA DE
CASA
RONCA
NO CONSULTÓRIO
DO DENTISTA
À MEIA-NOITE
EX:
“Dona de casa ronca no consultório do
dentista à meia-noite.”
Para turmas mais avançadas,
poderiamos agora, criar
uma reportagem em cima
desta manchete.
Quais gêneros trabalhar em sala de aula?
• “... Textos interessantes, que tenham significado para
seu grupo de alunos, assim como proporcionar um
bom trabalho de exploração e compreensão desses
textos.” (BRANDÃO, 2006)
• “O texto a ser refletido em classe é o texto
significativo. Aquele que circula socialmente, que é
escrito por alguém, com alguma intenção e é
destinado a determinado interlocutor, seja ele real
ou virtual.” (BOZZA, 2008, p.24)
Unidade 5 - Ano 2
 Escolher gêneros com características composicionais, sociodiscursivas e
linguísticas relativamente diferentes entre si, pois, assim, estará
contribuindo para que seus alunos realizem diferentes operações de
linguagem e se apropriem de diversas práticas de letramento.
 Oportunizar ao aluno a possibilidade de refletir sistematicamente sobre
gêneros semelhantes e gêneros diferentes entre si no decorrer de sua
escolaridade.
 Pensando nesta progressão e nas semelhanças (e diferenças) entre os
gêneros, conseguimos organizá-los em onze grupos.
 Em todas as etapas de escolaridade, sejam realizados estudos
sistemáticos, por meio de diferentes formas de organização do trabalho
pedagógico (projetos didáticos, sequências didáticas, entre outras) de
gêneros pertencentes a estes onze agrupamentos.
Dolz e Schneuwly (2004)
Classificando gêneros
textuais.
1) Textos literários ficcionais
• Narrativa de fatos e episódios do mundo imaginário. Entre estes: contos, lendas,
fábulas, crônicas, obras, teatrais, novelas e causos.
2) Textos do patrimônio oral, poemas e letras de músicas
• Os textos do patrimônio oral, logo que são produzidos têm autoria, mas, depois,
sem um registro escrito, tornam-se anônimos, passando a ser patrimônio das
comunidades. São exemplos: as travalínguas, parlendas, quadrinhas, adivinhas,
provérbios, poemas e as letras de músicas.
3) Textos com a finalidade de registrar e analisar as ações humanas individuais e
coletivas e contribuir para que as experiências sejam guardadas na memória das
pessoas.
• Tais textos analisam e narram situações vivenciadas pelas sociedades, tais como as
biografias, testemunhos orais e escritos, obras historiográficas e noticiários.
Unidade 5 - Ano 3
4) Textos com a finalidade de construir e fazer circular entre as pessoas o
conhecimento escolar/científico
• São textos mais expositivos, que socializam informações, por exemplo, as notas de
enciclopédia, os verbetes de dicionário, os seminários orais, os textos didáticos, os
textos de divulgação científica, etc.
5) Textos com a finalidade de debater temas que suscitam pontos de vista diferentes,
buscando o convencimento do outro
• Os sujeitos exercitam suas capacidades argumentativas. Cartas de reclamação,
cartas de leitores, artigos de opinião, editoriais, debates regrados, reportagens, etc.
6) Textos com a finalidade de divulgar produtos e/ou serviços - e promover campanhas
educativas no setor da publicidade
• A persuasão está presente, mas com a finalidade de fazer o outro adquirir produtos
e/ou serviços ou mudar determinados comportamentos. São exemplos: cartazes
educativos, anúncios publicitários, placas e faixas.
Unidade 5 - Ano 3
7) Textos com a finalidade de orientar e prescrever formas de realizar atividades
diversas ou formas de agir em determinados eventos
• São os textos instrucionais, tais como as receitas, os manuais de uso de
eletrodomésticos, as instruções de jogos, de montagem e os regulamentos.
8) Textos com a finalidade de orientar a organização do tempo e do espaço nas
atividades individuais e coletivas necessárias à vida em sociedade.
• São eles: as agendas, os cronogramas, os calendários, os quadros de horários, as
folhinhas e os mapas.
9) Textos com a finalidade de mediar as ações institucionais.
• São textos que fazem parte, principalmente, dos espaços de trabalho:
os requerimentos, os formulários, os ofícios, os currículos e os avisos.
Unidade 5 - Ano 3
10) Textos epistolares utilizados para as mais diversas finalidades
• As cartas pessoais, os bilhetes, os e-mails, os telegramas medeiam as relações
entre as pessoas, em diferentes tipos de situações de interação.
11) Textos não verbais
• Os textos que não veiculam a linguagem verbal, escrita, tendo, portanto, foco
na linguagem não verbal, tais como as histórias em quadrinhos só com imagens, as
charges, pinturas, esculturas e algumas placas de trânsito compõem tal
agrupamento.
Unidade 5 - Ano 3
AGORA, VAMOS
CLASSIFICAR ALGUNS
MODELOS DE GÊNEROS
TEXTUAIS:
Mas, por que escolher, em cada ano, exemplares de gêneros de
diferentes agrupamentos?
Unidade 5 - Ano 3
Finalizando:
Próximo encontro: 13 de agosto (noite).
Referências
• BAKHTIN, Mikhail. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 1997, 2003.
• BELINTANE, C. Linguagem oral na escola em tempo de redes, 2000. Disponível em
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-97022000000100004&lng=e
Acesso em 01/06/2013.
• BOZZA, S. Ensinar a ler e escrever: uma possibilidade de inclusão social. Org. Rogério
Bozza. Pinhais: Editora Melo, 2008, 148 p.
• BRANDÃO, Ana Carolina Perrusi. O ensino da compreensão e a formação do leitor:
explorando as estratégias de leitura. In: SOUZA, Ivane Pedrosa e BARBOSA, Maria Lúcia
Ferreira de Figueiredo. Práticas de leitura no ensino fundamental. Belo Horizonte:
Autêntica, 2006.
• BRONCKART, Jean-Paul. Atividade de linguagem, textos e discursos: por um
interacionismo sócio-discursivo. Trad. Anna Rachel Machado, Péricles Cunha. São Paulo:
EDUC, 1999.
Referências
• CENPEC. Curso Olimpíada de Língua Portuguesa. 2012.
• DOLZ, J; SCHNEUWLY, B. Os gêneros escolares – das práticas de linguagem aos objetos
de ensino. In: SCHNEUWLY, Bernard; DOLZ, Joaquim. Gêneros orais e escritos na escola.
Campinas, São Paulo: Mercado das Letras, 2004, p. 71 a 94.
• DOLZ, J.; NOVERRAZ, M.; SCHNEUWLY, B. Sequências didáticas para o oral e a escrita:
apresentação de um procedimento. In: SCHNEUWLY, Bernard e DOLZ, Joaquim. Gêneros
orais e escritos na escola. Campinas, São Paulo: Mercado das Letras, 2004.
• MARCUSCHI, L. A. Gêneros textuais: definição e funcionalidade. In: DIONÍSIO, Angela
Paiva; MACHADO, Anna Rachel e BEZERRA, Maria Auxiliadora. Gêneros textuais &
ensino. Rio de Janeiro: Lucerna, 2005.
• MARCUSCHI, L. A. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo:
Parábola, 2008.
• MACHADO, D. Z. A infraestrutura textual do gênero ombudsman: um estudo
interacionista sociodiscursivo. Disponível em
http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/workingpapers/article/viewFile/1984-8420.2009v
Referências
• SILVA, I. M. M. Gêneros digitais: navegando rumo aos desafios da educação a distância.
• SCHNEUWLY, B.; DOLZ, J e colaboradores. Gêneros orais e escritos na escola. Campinas,
São Paulo: Mercado das Letras, 2004.
• VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos
psicológicos superiores. São Paulo: Martins Fontes, 1994.
• VYGOTSKY, L. S. Pensamento e linguagem. 2 ed. São Paulo: Martins Fontes, 1989.

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Gêneros textuais na alfabetização

  • 3. ANO 01 Os diferentes textos em salas de alfabetização. ANO 02 O trabalho com os gêneros textuais na sala de aula. ANO 03 Trabalho com gêneros textuais em sala de aula -diversidade e progressão escolar andando juntas. UNIDADE 05
  • 4. Objetivos • Entender a concepção de alfabetização na perspectiva do letramento; • Analisar e planejar sequências didáticas para turmas de alfabetização, integrando diferentes componentes curriculares, e atividades voltadas para o desenvolvimento da oralidade, leitura e escrita; • Conhecer os recursos didáticos distribuídos pelo Ministério da Educação e planejar situações didáticas em que tais materiais sejam usados.
  • 5. O que são gêneros textuais ou discursivos?
  • 6. Produção textual com diferentes gêneros Micro entrevista Nome:_________________________________________ Atua há quanto tempo no magistério:_________________ Formação superior:_______________________________ Estado civil:_____________________________________ Tem filhos? _________ Quantos? ______________ Características físicas: ____________________________ ______________________________________________
  • 7. Cada professora irá apresentar o entrevistado.
  • 8. : Para refletir: Como eu faria estas perguntas se fosse uma entrevista de verdade? Como é feito uma entrevista de fato? Que outros gêneros eu poderia utilizar a partir desta entrevista?
  • 11. POEMA COLETIVO Cada participante deverá escrever dois versos, utilizando rimas sobre sua(seu) colega. Dica: pode-se utilizar o sujeito “esta pessoa” para ficar genérico. Sugestão para sala de aula: Após a escrita individual, todos os versos serão organizados coletivamente e depois colados em papel bobina.
  • 12. GÊNEROS - Cada esfera de troca social elabora tipos relativamente estáveis de enunciados, os gêneros. -Três elementos os caracterizam: conteúdo temático – estilo – construção composicional. - A escolha de um gênero se determina pela esfera, as necessidades da temática, o conjunto dos participantes e a vontade enunciativa ou intenção do locutor. (Schneuwly, 2004)
  • 13. Qual a diferença entre tipos textuais e gêneros textuais?
  • 14. GÊNEROS TEXTUAIS • Instrumentos culturais disponíveis nas interações sociais. • Instrumento para agir linguisticamente. • Historicamente mutáveis e relativamente estáveis. • Formas verbais de ação definidos por propriedades sociocomunicativas. • Predominam os critérios de ação sociocomunicativas. • Conjunto aberto de designações concretas TIPOS TEXTUAIS • Sequências teoricamente definidas pela natureza linguística da sua composição: narração, exposição, argumentação, descrição e injunção. • Não têm função social definida. • Constructos teóricos definidos por propriedades linguísticas • Predomina a identificação de sequências linguísticas típicas. • Conjunto limitado de categorias teóricas (MARCUSCHI, 2008) (SCHNEUWLY e DOLZ, 2004) É uma criação mental, simples, que serve de exemplificação na descrição de uma teoria.
  • 15.
  • 17. Casamento Fazer compras PRÁTICAS SOCIAIS Alugar / vender um imóvel Ir ao médico Festa junina Práticas de linguagem Gêneros Práticas de linguagem Gêneros Práticas de linguagem Gêneros Práticas de linguagem Gêneros Práticas de linguagem Gêneros Práticas sociais: atividades mediadas pela linguagem CENPEC
  • 19. Gêneros orais “Na concepção dos atuais PCNs, o ensino de língua oral deve ir além da interação dialogal de sala de aula. Reconhece-se que o aluno em idade escolar já dispõe de competência discursiva e linguística para uso cotidiano, no entanto, assume que essas interações não dão conta do amplo espectro de usos linguísticos que as situações sociais do cidadão contemporâneo demandam do campo da língua oral, ou seja, não dão conta da "fala pública" e de seus campos discursivos. Assim, propõem objetivos, estratégias e sugestões de abordagem embasados na diversidade de gêneros do oral e das situações de uso público da fala.“ (BELINTANE, 2000)
  • 20. Gêneros orais “É preciso criar contextos de produção também para os gêneros orais em que se determinam quem é o público, o que será dito e como. É isso que permite aos alunos se apropriarem das noções, das técnicas e dos instrumentos necessários ao desenvolvimento de suas capacidades de expressão em situações de comunicação”. Bernard Schneuwly
  • 21. Telefonema falso - Sim... A sala esta cheia... Sim... São as aulas do PNAIC que eu te contei.. - Isso, na Escola de Gestão. - Esta formação acontece na hora-atividade e a noite. - Sim, as professoras são do 2º ano. - Isso, as formações estão acontecendo no Brasil todo. - A formação é baseada nos cadernos do PNAIC, do MEC. São 8 cadernos para cada ano do ciclo I, fora os cadernos da Educação do Campo e o da Educação Especial. - Hoje estamos conversando sobre gêneros textuais. - Olha, entre no site do MEC, lá você consegue baixar os cadernos do PNAIC, ou então, me mande um e-mail só para eu não esquecer e eu mando pra você. - O material é muito bom, sim. Com certeza irá ampliar seu olhar sobre as questões de alfabetização. -Até mais. Depois nos falamos. Beijos. Narração Argumentação Injunção Descrição Exposição INJUNÇÃO: Quando você chama o leitor
  • 22. • Alguns gêneros orais: • Parlenda, • Trava-língua, • Quadrinha, • Cantiga, • Piada, • Apresentação oral, • Telefonema, • Exposição Oral; • Júri simulado; • Debate; • Entrevista; • Notícia; • Reportagem. Você sabe reconhecer estes gêneros orais? Você sabe reconhecer estes gêneros orais?
  • 23. • PARLENDA • são versinhos com temática infantil que são recitados em brincadeiras de crianças. São usadas por adultos também para embalar, entreter e distrair as crianças. • TRAVA-LÍNGUA • frases folclóricas criadas pelo povo com objetivo lúdico (brincadeira). Apresentam-se como um desafio de pronúncia, ou seja, uma pessoa passa uma frase díficil para um outro indíviduo falar. • QUADRINHA • é uma espécie de trova popular, cuja letra é formada por quatro versos, normalmente de sete sílabas cada um, muito usada para desafios, provérbios populares e adivinhas.
  • 24. • CANTIGA • é um tipo de canção infantil popular relacionada às brincadeiras de roda. • PIADA • é uma breve história, de final engraçado e às vezes surpreendente, cujo objetivo é provocar risos ou gargalhadas em quem a ouve ou lê. • APRESENTAÇÃO ORAL • é uma exposição, feita oralmente, sobre um tema, por exemplo, arte, ciência, política, religião, para um público mais ou menos restrito. • TELEFONEMA • Conversa ou comunicação pelo telefone
  • 25. • EXPOSIÇÃO ORAL • Discurso em que se desenvolve um assunto (conteúdo referencial), ou transmitindo-se informações, ou descrevendo-se ou, ainda, explicando-se algum conteúdo a um auditório de maneira bem estruturada. • JÚRI SIMULADO • Estudar e debater um tema, levando todos os participantes do grupo se envolverem e tomar uma posição. • DEBATE • é uma discussão entre duas ou mais pessoas que queiram apenas colocar suas ideias em questão ou discordar das demais, sempre tentando prevalecer a sua própria opinião ou sendo convencido pelas opiniões opostas.
  • 26. • ENTREVISTA • é uma conversação entre duas ou mais pessoas) em que perguntas são feitas para obter informação do entrevistado. • NOTÍCIA • é uma conversação entre duas ou mais pessoas (o entrevistador e o entrevistado) em que perguntas são feitas pelo entrevistador para obter informação do entrevistado. • REPORTAGEM • é um conteúdo jornalístico, escrito ou falado, baseado no testemunho direto dos fatos e situações explicadas em palavras e, numa perspectiva atual, em histórias vividas por pessoas, relacionadas com o seu contexto.
  • 27. Textos orais. Situações planejadas de ensino Participar de interações orais em sala de aula (questionando, sugerindo, etc) Escutar textos de diferentes gêneros, os mais formais, comuns em situações públicas, analisando-os . Planejar intervenções orais em situações públicas: exposição oral, debate, contação de história. Produzir textos orais de diferentes gêneros, com diferentes propósitos (entrevistas, notícias, etc). Analisar a pertinência e a consistência de textos orais, considerando as finalidades e características dos gêneros seguintes. Reconhecer a diversidade linguística, valorizando as diferenças culturais entre variedades regionais, sociais, de faixa etária, de gênero, dentre outras Relacionar fala e escrita, tendo em vista a apropriação do sistema de escrita, as variantes linguísticas e os diferentes gêneros textuais. Valorizar os textos de tradição oral, reconhecendo-os como manifestações culturais.
  • 28. GÊNEROS DIGITAIS São gêneros textuais que emergem no contexto da tecnologia digital em ambientes virtuais. (Marcuschi, 2005)
  • 29. Gêneros digitais Segundo Marcuschi, os gêneros textuais precisam ser compreendidos como “artefatos culturais construídos historicamente pelo ser humano”. Sob esse aspecto, diante do contexto dinâmico da cultura digital, o debate sobre os gêneros são redimensionados para os novos suportes de comunicação, percebendo-se o ciberespaço e os ambientes virtuais de aprendizagem como novos domínios para as relações sociais entre os sujeitos, bem como para novas estratégias comunicativas usadas nos gêneros digitais (SILVA, 2011, p. 130).
  • 30. • Alguns gêneros digitais: E-mail Fórum
  • 31. • Alguns gêneros digitais: Chat Blog Quiz
  • 32. • Alguns gêneros digitais: Perfil do usuário Wiki
  • 33. Por que trabalhar com gêneros textuais?  As práticas de linguagem são mediadas por instrumentos culturais e históricos, ou seja, por gêneros textuais. Se a escola investe no ensino dos gêneros estará facilitando, portanto, a apropriação dos usos da língua.  Não é preciso criar uma espécie de graduação dos gêneros e começar a estabelecer uma hierarquia entre eles, determinando quais devem ser explorados em cada ano. A proposta de Dolz e Schneuwly (2004) é que esta progressão seja garantida por meio do aprofundamento dos objetivos didáticos. Assim, um mesmo gênero pode ser trabalhado em anos/ciclos/séries diferentes, mas com o passar dos anos essa abordagem deve ser cada vez mais complexa (aprendizagem em espiral). Bronckart (1999) e Schneuwly e Dolz (2004) Unidade 5 - Ano 2
  • 34.  Segundo Machado (2005, p. 251), “a apropriação dos gêneros é um mecanismo fundamental de socialização, de possibilidade de inserção prática dos indivíduos nas atividades comunicativas humanas”.  Na nossa sociedade, para que haja realmente a apropriação dos gêneros é preciso que sejam mobilizadas instituições educacionais formalizadas, ou seja, essa é uma tarefa que compete, sobretudo, às escolas (SCHNEUWLY, 1995). Papel fundamental da escola na apropriação dos gêneros
  • 35.
  • 36. GRUPO DE 4 – ESCREVER EM CADA PAPEL UMA RESPOSTA PARA CADA PERGUNTA:
  • 37. DONA DE CASA RONCA NO CONSULTÓRIO DO DENTISTA À MEIA-NOITE EX:
  • 38. “Dona de casa ronca no consultório do dentista à meia-noite.”
  • 39. Para turmas mais avançadas, poderiamos agora, criar uma reportagem em cima desta manchete.
  • 40.
  • 41. Quais gêneros trabalhar em sala de aula? • “... Textos interessantes, que tenham significado para seu grupo de alunos, assim como proporcionar um bom trabalho de exploração e compreensão desses textos.” (BRANDÃO, 2006) • “O texto a ser refletido em classe é o texto significativo. Aquele que circula socialmente, que é escrito por alguém, com alguma intenção e é destinado a determinado interlocutor, seja ele real ou virtual.” (BOZZA, 2008, p.24) Unidade 5 - Ano 2
  • 42.  Escolher gêneros com características composicionais, sociodiscursivas e linguísticas relativamente diferentes entre si, pois, assim, estará contribuindo para que seus alunos realizem diferentes operações de linguagem e se apropriem de diversas práticas de letramento.  Oportunizar ao aluno a possibilidade de refletir sistematicamente sobre gêneros semelhantes e gêneros diferentes entre si no decorrer de sua escolaridade.  Pensando nesta progressão e nas semelhanças (e diferenças) entre os gêneros, conseguimos organizá-los em onze grupos.  Em todas as etapas de escolaridade, sejam realizados estudos sistemáticos, por meio de diferentes formas de organização do trabalho pedagógico (projetos didáticos, sequências didáticas, entre outras) de gêneros pertencentes a estes onze agrupamentos. Dolz e Schneuwly (2004)
  • 44. 1) Textos literários ficcionais • Narrativa de fatos e episódios do mundo imaginário. Entre estes: contos, lendas, fábulas, crônicas, obras, teatrais, novelas e causos. 2) Textos do patrimônio oral, poemas e letras de músicas • Os textos do patrimônio oral, logo que são produzidos têm autoria, mas, depois, sem um registro escrito, tornam-se anônimos, passando a ser patrimônio das comunidades. São exemplos: as travalínguas, parlendas, quadrinhas, adivinhas, provérbios, poemas e as letras de músicas. 3) Textos com a finalidade de registrar e analisar as ações humanas individuais e coletivas e contribuir para que as experiências sejam guardadas na memória das pessoas. • Tais textos analisam e narram situações vivenciadas pelas sociedades, tais como as biografias, testemunhos orais e escritos, obras historiográficas e noticiários. Unidade 5 - Ano 3
  • 45. 4) Textos com a finalidade de construir e fazer circular entre as pessoas o conhecimento escolar/científico • São textos mais expositivos, que socializam informações, por exemplo, as notas de enciclopédia, os verbetes de dicionário, os seminários orais, os textos didáticos, os textos de divulgação científica, etc. 5) Textos com a finalidade de debater temas que suscitam pontos de vista diferentes, buscando o convencimento do outro • Os sujeitos exercitam suas capacidades argumentativas. Cartas de reclamação, cartas de leitores, artigos de opinião, editoriais, debates regrados, reportagens, etc. 6) Textos com a finalidade de divulgar produtos e/ou serviços - e promover campanhas educativas no setor da publicidade • A persuasão está presente, mas com a finalidade de fazer o outro adquirir produtos e/ou serviços ou mudar determinados comportamentos. São exemplos: cartazes educativos, anúncios publicitários, placas e faixas. Unidade 5 - Ano 3
  • 46. 7) Textos com a finalidade de orientar e prescrever formas de realizar atividades diversas ou formas de agir em determinados eventos • São os textos instrucionais, tais como as receitas, os manuais de uso de eletrodomésticos, as instruções de jogos, de montagem e os regulamentos. 8) Textos com a finalidade de orientar a organização do tempo e do espaço nas atividades individuais e coletivas necessárias à vida em sociedade. • São eles: as agendas, os cronogramas, os calendários, os quadros de horários, as folhinhas e os mapas. 9) Textos com a finalidade de mediar as ações institucionais. • São textos que fazem parte, principalmente, dos espaços de trabalho: os requerimentos, os formulários, os ofícios, os currículos e os avisos. Unidade 5 - Ano 3
  • 47. 10) Textos epistolares utilizados para as mais diversas finalidades • As cartas pessoais, os bilhetes, os e-mails, os telegramas medeiam as relações entre as pessoas, em diferentes tipos de situações de interação. 11) Textos não verbais • Os textos que não veiculam a linguagem verbal, escrita, tendo, portanto, foco na linguagem não verbal, tais como as histórias em quadrinhos só com imagens, as charges, pinturas, esculturas e algumas placas de trânsito compõem tal agrupamento. Unidade 5 - Ano 3
  • 49. Mas, por que escolher, em cada ano, exemplares de gêneros de diferentes agrupamentos? Unidade 5 - Ano 3
  • 51.
  • 52. Próximo encontro: 13 de agosto (noite).
  • 53. Referências • BAKHTIN, Mikhail. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 1997, 2003. • BELINTANE, C. Linguagem oral na escola em tempo de redes, 2000. Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-97022000000100004&lng=e Acesso em 01/06/2013. • BOZZA, S. Ensinar a ler e escrever: uma possibilidade de inclusão social. Org. Rogério Bozza. Pinhais: Editora Melo, 2008, 148 p. • BRANDÃO, Ana Carolina Perrusi. O ensino da compreensão e a formação do leitor: explorando as estratégias de leitura. In: SOUZA, Ivane Pedrosa e BARBOSA, Maria Lúcia Ferreira de Figueiredo. Práticas de leitura no ensino fundamental. Belo Horizonte: Autêntica, 2006. • BRONCKART, Jean-Paul. Atividade de linguagem, textos e discursos: por um interacionismo sócio-discursivo. Trad. Anna Rachel Machado, Péricles Cunha. São Paulo: EDUC, 1999.
  • 54. Referências • CENPEC. Curso Olimpíada de Língua Portuguesa. 2012. • DOLZ, J; SCHNEUWLY, B. Os gêneros escolares – das práticas de linguagem aos objetos de ensino. In: SCHNEUWLY, Bernard; DOLZ, Joaquim. Gêneros orais e escritos na escola. Campinas, São Paulo: Mercado das Letras, 2004, p. 71 a 94. • DOLZ, J.; NOVERRAZ, M.; SCHNEUWLY, B. Sequências didáticas para o oral e a escrita: apresentação de um procedimento. In: SCHNEUWLY, Bernard e DOLZ, Joaquim. Gêneros orais e escritos na escola. Campinas, São Paulo: Mercado das Letras, 2004. • MARCUSCHI, L. A. Gêneros textuais: definição e funcionalidade. In: DIONÍSIO, Angela Paiva; MACHADO, Anna Rachel e BEZERRA, Maria Auxiliadora. Gêneros textuais & ensino. Rio de Janeiro: Lucerna, 2005. • MARCUSCHI, L. A. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola, 2008. • MACHADO, D. Z. A infraestrutura textual do gênero ombudsman: um estudo interacionista sociodiscursivo. Disponível em http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/workingpapers/article/viewFile/1984-8420.2009v
  • 55. Referências • SILVA, I. M. M. Gêneros digitais: navegando rumo aos desafios da educação a distância. • SCHNEUWLY, B.; DOLZ, J e colaboradores. Gêneros orais e escritos na escola. Campinas, São Paulo: Mercado das Letras, 2004. • VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. São Paulo: Martins Fontes, 1994. • VYGOTSKY, L. S. Pensamento e linguagem. 2 ed. São Paulo: Martins Fontes, 1989.