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CÍRCULOS DE CONTROLE DE QUALIDADE

1 de 1

http://www.sato.adm.br/rh/circulos_de_controle_de_qualidad.htm

CÍ CULOS DE CONTRO DE QUALIDADE - CCQ
R
LE
INTRODUÇÃO:
Com o fen
ômeno da globali ação da economia, aliado ao código doconsumidor, as exigências do merca consumidor, coloca às empre
z
do
sas em desafio frente aos novos p
adrões de qualidade e produtividade, n mercado altame competitivo.
o
nte
A solução p estes novos de
ara
safios poderá ser en
contrada no desenvolv
imento dos CCQs, integra
ndo os funcionári s à empresa, num verdadeiro esp
o
írito de parceria.

ORIGEM:
Os Círculos de Controles de Qualidade tiveram orgem no Japão, po volta de 1962, cr
i
r
iada pelo Profes Kaoru Ishikawa, comoresultado de um impu dado a qualidade na i ndúst ia japonesa, e os co
sor
lso
r
nseqüentes contatos entre as univ
ersidades e o operadores de fábricas.
s
No Brasil, o movimento foi inic
iado em 1972, nos setores de qualida e produção da Johnson & J
de
ohnson, como uma c
onseqüência da ne
cessidade de um prog
rama motivac
ional de apoio a qualidade, ap o deslocame da fábrica da c
ós
nto
idade São Paulo para a cidade de São Jos dos Campos, passando por todos o tipos de dificulda
é
s
des com os nov empregados. Logo a idéia se e
os
xpandiu para vária empresas em todoestado. Até o iníc de 1981, já s somavam 100 empr sas que implemen
s
io
e
e
taram os CCQs.

DEFINIÇÃO
:
Pode ser definido como sendo umpequeno gru voluntário de fu
po
ncionários pertencen ou não à me
tes
sma área de tra
balho, treinados da m
esma maneira, com compreensão damesma filosofia e os mesmos ob
jetivos, e que te
ntam melhorar o desempe
nho, reduzir os custos, aumentar a eficiência, etc, esp
ecialmente no qu se refere à qu
e
alidade dos seu produtos ou de s trabalho.
s
eu

OBJETIVO:
aumentar a motivação e auto-realiz
ação dos func
ionários, através da oportunidade de participação na s
olução dos problema da empresa;
s
concorrer para a formação de uma mentalid
ade de qualidade dis
seminando a filosofa de auto-co
i
ntrole e prevenção defalhas;
garantir a qualidade do produ
to;
consegui novas idéias;
r
aumentar a produtividade do traba
lho;
reduzir custos e diminuir pe
rdas;
melhora a comunicação e o relacionamento huma tanto no se
r
no,
ntido horizontal quanto vertical.

PROBLEMAS QUE PODEM SE SOLUCION
R
ADOS:
melhoria de qualidade;
melhoria de produtividade;
redução de custos;
ambiente fís de trabalho, tais c
ico
omo: iluminação, ventilação, limpeza,ruído, etc);
racionaliz
ação dos processos defabricação;
condiçõe de trabalho;
s
seguran do trabalho;
ça
problem em áreas adminis
as
trativas;
análise d refugos, retrabalho reclamaçõe de defeitos;
e
s,
s
desenvol imento e integraçãode funcionários;
v
etc.

ESTRUTURA BÁSICA DO CCQ:

GRUPOS:
Normalme são pequenos grupos, composto de 5 até 12 partcipantes que per
nte
i
tençam ou não à mesma área de trabalho.

TIPOS D GRUPOS:
E
GRUPO HO
MOGÊNEO: é aque formado exclus
le
ivamente por funcioná
rios do mesm setor e que atuam em pr blemas de sua ár
o
o
ea;
GRUPO HETE
ROGÊNEO: é aquele formado por funcionários d diferentes setoresque atuam em proble
e
mas de qualquer ár a que perten
ea
cem os membr sempre respeit ndo e informando a hier
os,
a
arquia formal;
GRUPO E
SPECIAL: é aque formado para r
le
esolver determinado pr
oblema, este grupo tem como particip
antes elementos env
olvidos com o pro
blema.

REUNIÕES
:
As reuniões po
dem ser feitas no pr prio local de trabalh desde que as c
ó
o
ondições assim o perm
itam. Caso necess
ário deverá ser provid
enciado um local ade
quado. As reuni es costumam dur no máximo 1 hor e se repetem c um freqüência semanal ou quin
õ
ar
a
om
zenal, devendo ser cuida
dosamente planeja
das.
As reuniões po
dem ser realizadas dentro do horário de ex
pediente ou em horas extraordinárias, conforme orentação das gerênc
i
ias.

REGISTRO DE REUNIÕES:
Os assuntos tratados devem se anotados em a e os resultados d
r
tas
evem ser aprese
ntados em relatóros, que são sem seguida encami hados aos setore competentes par avaliação e implantaç
i
n
s
a
ão.

COMPOSIÇ
ÃO:
O CCQ é fo
rmado por: membr líder, s
os,
ecretário e coorden
ador.
MEMBROS: A função do membr é a participação atva e volu
o
i
ntária no estudo d projetos por ele mesmo escolh
os
s
idos, contribuindo pa a análise das c
ra
ausas dos proble
mas, sugerindo modificações e melhoramentos
.
LÍDER: Cada gr po deverá ter um l der, pref rivelmente esc
u
í
e
olhido pelos próp
rios participantes. Sua função é provi enciar as condiçõespara a reunião do grupo, fornecer conceitos da me
d
todologia CCQ aos memb
ros, conduzir as re
uniões estimulando a participação de todos, mant ndo o entusiasmodo grupo e perm
e
itindo que cada me
mbro se sinta realizado. Deve t mbém tomar provi ências para apro
a
d
veitar ao máx
imo o tempo disp
onível. Sua função c
ompreende tam
bém a representaçãodo grupo junto à dire
ção e a outros CCQ internos ou externos à em
s
presa.
SECRETÁR Tem a função de anotar registrar relatar e arquiv todos os assuntos tratados em reuniões. O secr
IO:
,
,
ar
etário também d
everá ser escolhido pe grupo, podendoeste substituir o líd eventualmente no caso de fa
lo
er
lta.
COORDENADO Cada empresa deve ter um coorden
R:
ador geral com a fin
alidade de congrega todas as infor ações relativas ao pr grama, proporciona treinamento em metodologia CCQ, encami har os projetos aos setores enca
r
m
o
r
n
rregados de sua implan
tação, promover con curso e congressos, divulga os resultados obtidos, etc.
s
r
HIERARQUIA
:
Dentro dos CC não há hie
Qs
rarquia, todos tem o m
esmo grau de importânci .
a
NOMES DO GRUPOS:
S
Os grupos devem batizar um nome, para sua ide
ntificação. São exe
mplos de nomes:
Motivaçã
o
Boa idéi
a
Duro na qued
a
Vai qu é mole
e
"Nóis res
orve"
Fiel
etc.

EFICIÊNCIA DAS REUNIÕES
:
Para atin o maior rend
gir
imento possível, na reuniões de C
s
CQ o líder deve conduzi-las de m
odo objetivo e demo
crático.
Alguns pon básicos, à se
tos
rem observados:
1. É o prepa de uma agenda de re
ro
uniões abrangend no mínimo um mês de atividad Todos o participantes de
o
es.
s
vem ser comunicado com a devida antecedência de realização de reun
s
iões ou altera
ções.
2. É a prov
idência de um local adequado para as reuniões, onde haja acomodações p
ara todos po
derem sentar e tomar anotações. É sempre neces
sário dispor de um quadro-negro ou flip-char para confecção d ilustrações ou anotações. O local deve ser limpo, se possível sem estímulos qu possam atrapalh a atenção dosparticipantes. É d
t
e
e
ar
esejável que seja bem ar jado, iluminado e se ruídos.
e
m
3. É a utiliza
ção de uma técni a de condução de re
c
uniões, a fim de estmular a participação de todos e assegurar oportunidades iguais. Nestas reun
i
iões devem ser a
dotados alguns proced
imentos básicos, t is como:
a
Cada deta discutido deve ser anotado para que não seja esqu
lhe
ecido. Muitas vezes ó mas su
ti
gestões são perdid porque depois dareunião ninguém consegue ma se lembrar dos detalhes.
as
is
O líder deve aproveitar para ir trein
ando os membros na metodologia cie
ntífica de CCQ, explicando cad tipo de gráfico us
a
ado no momento queele estiver sendo feito.
O líder deve sempre procurar ressaltar o valor d idéia em si, e não se preocupar mu com a eloquência ou construção de f ases elegant s.
a
ito
r
e

LIDERANÇA DE REUNIÃO - TWI / 5ª FA
SE
De origem norte-american o método Train Within Indu
a,
ing
stry - TWI surgiu no Brasil em 1952, pela ComissãoBrasileiro-American de Educação I dustrial (CBAI). Em São Paulo, é dif ndido pela Secre
a
n
u
taria do Trabalh e para outros estados é minis
o,
trado pelos órgãos do SENAI.
A sua 5ª fase, do método ensina como estar preparado para liderar uma reunião, então vejamos
,
:
FAÇA UM RESUMO:
Prepare um resumo detalh
ado dos tópicos a s
erem discutidos
.
Determine os objetivos a sere alcançados. Faça uma lista dos pontos a sere salientados
m
m
.

PLANEJE A DI EÇÃO DA REU
R
NIÃO:
Determine qual a aproximaçã a ser usada o que dizer, como diz como int oduzir tópicos e idéias, como c
o
er,
r
ontrolar a discuss Estabeleça um ho
ão.
rário: qual a dur
ação da reunião Estabeleça um h
.
orário qual a dura
ção da reunião qual o tempo nec
,
essário à discussão de cada tó
pico e de cada pr blema.
o

TENHA PRO
NTO TODO O MATERIA
L:
Os panfletos as folhas de in
,
formação, os mater
iais de referênc que deverão ser us
ia
ados.
Cartões, d
iagramas, gráficos, cartazes, suficien espaço de quad
te
ro-negro, giz, apa
gador, flip-chart, vídeo e ftas e todo o materia necessário às de
i
l
monstrações.

MANTEN O LOCAL DA REU
HA
NIÃO CONVEN
IENTEMENTE ARR
UMADO:
Certifique- de que todos pod ver e ouvir bem.
se
em
Certifique- de que todos sesentem confortáveis mesa, cadeiras em número sufici nte, cinzeiros, temperatura, luz e ventilação adequa
se
:
e
das, ausência d ruídos, etc.
e

COMO LIDERA UMA REUNIÃO
R
N
I ICIE AREUN
IÃO
Cu
mprimenteo gru
po.
Façaobser ações d intro
v
e
dução.

PONT 1
O

Co
loque ogrup à von
o
tade.
Mostrequal oobj
etivo dareun
ião, qu o pr blemaa serdiscuti e q
al
o
do uais os o
bjetiv quese dese alcança
os
ja
r.
Indiqueo mé
todo aser u
sado.

ORI NTE ADISCUS
E
SÃO
Ini ie a discussã
c
o:
ex
ponhaos fato
s;
faça pe
rgunt s dire ougerais;
a
tas
PONT 2
O

dê um opiniã
a
o;
use de
monstrações,filmes ou
auxíli visuais dequal
os
quer espéci
e.
Enco
raje apartcipação -trocade idé e deex
i
ias
periên
cias; façacom qu todo partcipem
e
s
i
Contro a discussã - e ressenti entos quepo
le
o vite
m
ssam surgir d arg
os umen apresent dos evite q ummembro d gru mo
tos
a ;
ue
o po nopolizea di
scussão.
M
anten a d
ha iscussão de do assu -resuma comfreq
ntro
nto
üência,anali o de
se
senvolvi entoda discu
m
ssão.

CONS ACEI AÇÃ DOS RES
IGA
T
O
ULTA
DOS
PONT 3
O

Re
ajuste a idéias eas opi
s
niões demodoque amaiorparte do g
rupoas aceite Pe constan
. ça
temen queas opin
te
iões e a id
s éias apr senta
e
das sejamexpre
ssas nova
mente
.
Faça muitas t ntati atéque a conclusõe sej m aceias pelamaiora do g .
e vas
s
s a
t
i
rupo

RESUM A DI
A
SCUSSÃ
O
M
ostre os pon a da r união Façauma av
tos ltos
e
.
aliação d id
as éias, da opiniõe das sugestõ e da ex
s
s,
es
s periên
cias apr senta
e
das.
PONT 4
O
Cheguea conclu
sões oua sol
uções -indiqueo quefoi conse do com a re o.
gui
uniã
De
termine umplanode açã a sertoma
o
do.

FERRAM
ENTAS DO CC
Q
As ferramen utilizadas pelo CCQ para soluçõe de problemas, sã
tas
s
o:
Brainstor
ming (tempestade de idéias);
Check list (lista de verificaçã
o);
Histograma;
Diagrama de Pareto;
Espinha de peixe;
4 M.

BRAINSTOR
MING
É uma té
cnica desinibidora para gerar o mai r número possí el de soluções e encorajar o pe
o
v
nsamento positi o.
v
Atribui-se a A Osborn a au
lex
toria deste método c estudo teve iníc nos anos 30 e até hoje qu
ujo
io
ase nada foi acresce
ntado.
Como em toda reunião, para umbom funciona
mento deve existir umcoordenador e um núme limitado de participantes. Natu
ro
ralmente no caso dereunião de CCQ, o limite é o próprio nú
mero de partici antes deste.
p
Em outras circunstâncias o limit pode variar de 10 a 15 podendo tole um pequeno desvio.
e
rar

VANT
AGENS DO USO:
todos pensa na solução do problema;
m
muitas soluçõe estão incubad na mente do home à espera de um estmulo para exterioriz
s
as
m
í
á-las;
é um proce
sso criativo que é auto-realizador e estimula a me
lhoria da qualidade.

QUEM USA ?
Equipe cien
tífica, CCQs e toda as equipes de estudo para solução deproblemas.
s

PONTOS ESSENCIAIS:
adiamento dacrítica ou julgamento;
não fugir do ob
jetivo;
todas as id
éias são importantes
;
registrar t das as idéias (
o
secretário);
todos os me
mbros tem a mesma c
hance;
não falar to
dos ao mesm tempo;
o
não é uma sessão de bobag
em.

QUANDO US ?
AR
há ocasião em que os nossos r
ecursos técnicos experiências, f rmulas e método não resolvem o prob
,
ó
s
lema;
quando os es
forços individ
uais não produzire resultados satisfatóros.
m
i

AS 3 FASE DE UM BRAINSTOR
S
MING:
exposição de ab
ertura - apresentaç do problema;
ão
exposição de idé - fase produtiva do brainstorming;
ias
fase de es
crutínio - seleção das idéias emitidasou escolha das idéias obtidas.

COMPOSIÇ
ÃO:
animador (co
ordenador);
grupo (par
ticipantes);
observador (secretário qu anotam as idéias).
es
e

LOCAL:
sala com espaço necessáro para o conforto d participantes
i
os
;
cadeiras d
evem ser confortá
veis;
atmosfera de
scontraída é bom para uma sessãocriativa produtiva o qu permite ao participante verba
e
lizar suas idéias lvremente.
i

REGRAS
:
a imaginaç livre será bem re
ão
cebida, mesmo q as idéias pare
ue
çam absurdas;
grande númer de idéias é deseja - a quantidade d
o
da
eve prevalecer sob a qualidade;
re
a crítica e auto-crítica são pr
oibidas;
é permitdo embarcar nas idéias dos outros.
i

CHECK LI TA (LIST DE VERIFICA
S
A
ÇÃO):
Objetivo:
Uma lista d verificação serve para a obser
e
vação sistemática de fenômenos, pe
rmitindo uma visualização da ex
istência dos divers fatores envolvidose seus padrões de comportamen
os
to.
Exemplo:

DEFEIT
OS
fal a depintur
h
a

DEFEIT DE P
OS
INTU NAPEÇA"A
RA
"
DIA02
00

DIA01
01

DIA03
03

DI 0
A 4
01

TOT
AL
05

pintur rugosa
a
pi turacom bol as
n
h
pintur escorrida
a

00
02
03

05
00
02

00
02
04

00
03
05

05
07
14

pintur riscad
a
a
pi turacom suje
n
ira

00
02

00
03

01
01

00
03

01
09

Descrição do método:
Existem vár tipos de listas de verificação, cada qual melhor ad
ios
aptada para as fin
alidades a que se destinam, por a idéia bá
ém
sica é sempre a mes
ma: agrupar os fatos em classes
.
De modo ge pode-se distin
ral
guir 4 tipos de listas de verificação:
a) Lista de v
erificação da ex
istência de determinad condições. Gera
as
lmente a respo final que no interessa é do tpo SIM/NÃO.
sta
s
i
b) Lista de v
erificação de co
ntagem de quantida
des. Neste tipo de lista,além de verificarmos a existência ou nãodas condições ex
igidas, interessa
-nos saber as qua
ntidades ou freqüências com que aparecem. Exemplo lista de verificaçã de defeitos de ac
:
o
abamento da peça.
c) Lista de verificação de cla
ssificação de me
didas. Neste tipo de lista, verificamos o modo de distribuição de características mensuráveis. Exe
mplo: distribuiçã das medidas dos diâmet os de uma determinada peça.
o
r
d) Lista de v
erificação de localzação de defeit s. Esta lista se para estudarmos a localização d defeitos ou determina
i
o
rve
e
das característica em corpos ou ob
s
jetos definidos com a finalidade de percebermos algu padrão de ocorrênci . Exemplo Lista de verificaç de defeitos de ac
,
m
a
:
ão
abamento na parte externa da peç
a.

HISTOGRA
MA:
Objetivo:
Os histogramas ou gráficos de barras servem p
ara a visualização de dados agrup
ados ou classificad permitindo per
os,
ceber o fenômeno c
omo um todo e as relações entre os fatores estudado
s.
Descrição do método:
Geralmente os histogramas s representações gr ficas de dados observados. Este dados podem s de 2 tipos distintos
ão
á
s
er
:
a) contagem de defeitos ou atribu
tos;
b) classifica
ção de medidas.

No primeir caso, normalmente é costume de
o
ixar-se uma folga en as colunas, par permitir melh visualização. Já no segundo caso,quando as escalas de classificação s contínuas, de
tre
a
or
ão
ve-se construir o h
istograma com as c
olunas encostadas.
Exemplo: Def itos de pintura na peça "A":
e

DEFEIT
OS

TOT
AL

TIPO

falh de p
a
intura
pi turarugosa
n
pi tura com b
n
olhas

05
05
07

A
B
C

pi turaescorrida
n
pintur riscad
a
a
pi tura com su
n
jeira

14
01
09

D
E
F

DIAGRAMA DE PA
RETO:
Objetivo:
É um mé
todo de análise d dados que, tenh entre si qualqu relação de c
e
am
er
orrespondência, visa
ndo estabelecer prio
ridade na tomad de providências ou em pesquisas ap
a
rofundadas.
Descrição do método:
Baseia-se nu princípio enuncia pelo pesquisador Pareto, que verifcou que num classific
m
do
i
a
ação de causa e efe o maior volume de efeitos é atribu
ito,
ível a um peq
ueno conjunto de causas, enq
uanto que existe uma grande quan
tidade de causas que c
ontribui com pequen volume de efeit s. Desse modo, pod
o
o
e-se distinguir qu são as "pou
ais
cas causas impor antes" e as "muitas causas ins
t
ignificantes".
Construç do gráfico de Par
ão
eto:
O dados d
evem ser colocad em duas colunas (x e y) com as c
os
ausas na coluna X e os efeitos na coluna Y.
Exemplo:
X

Y

TOTAL
14
09

TIPO
D
F

DEFEIT
OS
pi tura escor ida
n
r
pintur comsujeira
a

07
05
05

C
A
B

pintur combolhas
a
falha d pi
e ntura
pi tura rug
n
osa

01

E

pintur riscad
a
a

Interpretação dográfico:

Ao dividirmos em 3 classe os problemas aci a, temos:
s,
m

Classes D e F
Classes C e A

De
feitos comalta pa
rticipação porantodeve se dad a proridad emsua pe
, t
r
a
i
e
squisa e elminação
i
.
De
feitos commeno partici ação,porém aind mer cedor s de a
r
p
a
e
e
tenção
.

Classes Be E

De
feitos comínfimapartcipação, cu eliminaçã pou afet rá oresulta glob , não sen po o prio
i
ja
o
co
a
do
al
do rtant
ritários.

ESPINHA DEPEIXE:
Objetivo:
O digrama s
eqüencial tem c
omo finalidade a apre
sentação ordena da seqüência de operações ou f ses de um proces ou sistema.
da
a
so
Este diagrama permite a visualiz
ação instantânea do processo, mostrando todas as etapas componen
tes, sua seqüência e interrelações.
Descrição do método:
O diagrama seqüencial tem a forma básica de uma "espinha de peixe". Tod as fases ou opera
as
ções vão concorr
endo para uma espinha dorsal, u após a outra, emseqüência lógica.
ma
4 M (DIAGR
AMA DE CAUSA E EFEITO):

Objetivo:
Este diagrama também conh
,
ecido como diagr
ama de Ishikawa, e homenagem ao s idealizador, Dr. Ka Ishikawa, serve para a percepção da relações entre ca
m
eu
oru
s
usas e efeitos que intervém em qualquer process Este diagrama rec
o.
ebe também o n
ome de diagrama "
espinha de peixe" devido ao seuformato similar
.

Descrição do método:
As causas ou fatores são repre
sentados como setasque concorrem para o efeito que es á sen estudado. As c
t
do
ausas ou fatores comple
xos podem ser dec
ompostos em seus mínimo detalhes, sem como isso perdermos a visão de conjun Normalmente o processos industriais são ana
s
to.
s
lisados a partir de 4 grandes grupo de fatores:
s
Máquina;
Método;
Material; e
Mão-de-Ob
ra.
Em geral as CAUSAS são levantadas em reun
iões do tipo "brai storming". As ca
n
usas mais prováveis podem en ser discutidas e pesquisadas co maior profundida
tão
m
de.

EXEMPLO - REVENDO OS P
ASSOS ANTERIORES
Vamo fazer um ca
s
fezinho ?
Imagine você fazendo um c
afezinho para o se grupo de CCQ. Saiu demorado e r
u
uim. É um problema ? Sim.
Então é uma t refa para o CCQ re
a
solver este pr
oblema.
O 1º passo para elaborar um espinha de peixe, é anotar toda as operações d como fazer um c
a
s
e
afé. Então vejamos:
1ª o ção
pera
2ª o ção
pera

pe o bul no a
gar
e
rmário dacopa;
ab a torne pa colo aáguano bu
rir
ira ra
car
le;

3ª o ção
pera
4ª o ção
pera
5ª o ção
pera

ac
ender o fo
gão p e
ara squent r aágua;
a
pe o pó d cafée mistur r coma águ fer endodo bu
gar
e
a
a v
le;
pe o açúcare coloca nobule;
gar
r

6ª o ção
pera
7ª o ção
pera

pe o coado noarmá e
gar
r
rio;
co quandoesti fe
ar
ver rvend
o.

Pronto ! ... o cafezinho já está saindo.
Você já experimentou o se cafezinho ?
u
Está mal, n está ? ...
ão
Então vamos chamar o CCQ para resolver o problema
.

VEJA COMO FI A NA ESPINHA DE PEIXE:
C
op. 1- peg obule noarmá dacopa
ar
rio

op. 3- acen o fogã par esqu
der
o a
entara águ
a

op. 5- pegar oaçúcare coloca nobule
r

op. 2- abrir a t rne pa colo aáguano bu
o ira ra
car
le

op. 4- peg opó decafé emistur r com águ fer endo.
ar
a
a v

Op. 6 -pega o co
r
ador no ar ário;e
m

op. 7- coarquan estive fer endo.
do
r v

O 2º passo é você e seu gr po analisar a "caus
u
a-efeito" do pro
blema, isto é, por qu o cafez
ê
inho saiu tão ru
im.
Dessa mane vamos an
ira,
alisar e detectar o problema através da metodologia 4M.
4M porque o problema ou os problemas devem estar localizados s
omente nas:
máquinas
matérias pr
imas
mão-de-ob
ra
método
Você já notou que para localização dos pr
oblemas, todas a situações começ com a letra M ?
s
am
Pois é, com existem 4 "emes", o método ficou sendo chamado d 4M.
o
e
Mãos à obr !
a
Vamo então anotar e agrupar o que se en
s
quadra nas 4 hipó
teses acima segundo o exemplo dado.
PROBLEMAS COM:
MÁQUINAS:
São todo os equipamentos e máquinas qu auxiliam de m
s
e
aneira direta ou in
direta na fabricaçã de um determ
o
inado produto.
armário;
fogão;
bule;
torneira; e
coador.
MATÉRIA PRIMA:
São todo os materiais n
s
ecessários para elab
orar um deter
minado produto.
água;
pó de café;
açúcar
.
MÃO-DE-OBRA:
São os pro
fissionais (homens e m
ulheres) de
stinados à execuç de um trabalho espe lizado ou não.
ão
cia
No exem
plo, é você, quem es fazendo o café.
tá
MÉTOD
O:
São toda as maneiras de como se faz um determinado tra
s
balho.
localizar e peg o bule no armá
ar
rio;
por e co
locar água no bule
;
esquentar ág ligando o fogão;
ua,
colocar o pó de café e o açúc na água fervendo;
ar
coar o café.
Agora o passo seguinte, isto é o 3º passo, é voc e seu grupo es
,
ê
tudar a cada um do itens das hip
s
óteses (4M) par tentar detectar um determinado prob
a
lema e sugerir nov idéias, para que o próximo cafezinho saia m gosto e mais rápido.
as
ais
so
T
ente você imagi ar os problemas das 4 hipóteses e dar uma sugest o para modificar o atual método e que você fez o café.
n
ã
m
Máquinas e equipamentos:
armário
fogão
bule
torneira
coador
Você se capaz de imagin alguns problem nas máquinas e equipamentos ac
ria
ar
as
ima ?
Veja
mos:
ARMÁRIO:
efeito: demor na localizaçã do bule;
a
o
causa: armáro distante do fog e desarruma
i
ão
do;
solução: trazer o armário pr
óximo do fogão.
FOGÃO:
efeito: demor para acender o fogo;
a
causa: fog com botões engu
ão
içados;
solução: reparar a peça ve
lha.
BULE: (s problemas)
em
TORNEIRA: (sem problemas)
COADOR:
efeito: pó de c no fundo do bule;
afé
causa: coa velho com va
dor
zão maior que o n
ormal;
solução: trocar o coador.
Você já imaginava, quant s problemas poderiam haver c máquinas e eq
o
om
uipamentos ?
Pois é, o es
tudo minucioso de cada uma das hipó
teses (máquina matéria-prima, m
s,
ão-de-obra e método) trará até vo problemas que você nunca haviaimaginado.
cê,
Vamo analisar agora, a MATÉRIA PRIMA.
s
Matéria prima:
água
pó de café
açúcar
.
Veja
mos:
ÁGUA:
efeito: gos ruim no café;
to
causa: água com cloro;
solução: filtrar a água.
PÓ DE CAFÉ
:
efeito: gos amofado;
to
causa: pó estocado há mais de 4 meses;
solução: diminuir o estoqu de café.
e
AÇÚCAR (sem problemas).
:
Mão-de-ob
ra:
VOCÊ !!!
efeito: prep
aração do café muito demorado;
causa: nunca fez um cafezinh antes;
o
solução: treinar.
Métodos:
localizar e peg o bule no armá
ar
rio;
por e co
locar água no bule
;
esquentar ág ligando o fogão;
ua,
colocar o pó de café e o açúc na água fervendo;
ar
coar o café.
Veja
mos:
LOCALIZA E PEGAR O BULENO ARMÁRIO:
R
efeito: demor na localizaçã
a
o;
causa: di tanciamento e d
s
esarrumação;
solução: deixar o bule próxim do fogão e torneira (com filtração).
o
POR E COL
OCAR ÁGUA N BULE: (sem pr
O
oblemas)
ESQUEN
TAR ÁGUA, L
IGANDO O FOGÃO: (sem problemas)
COLOCAR O PÓ DE CAFÉ EO AÇÚCAR NA ÁGU FERVENDO: (se problemas)
A
m
COAR O CA
FÉ: (sem problemas
)

SOLUÇÕES PROPOSTAS
Portanto, as solu
ções propostas são:
trazer o a
rmário próximo do f gão (problema
o
/máquina);
reparar a pe velha dos bo
ça
tões (problema/máqu
ina);
trocar o coad (problema/máqu
or
ina);
filtrar a águ (problema/ma
a
téria prima);
diminuir o estoque de café (pr
oblema/matéria prma);
i
treinar v
ocê (problema/mão de obra);
deixar o bule próximo do fog e torneira comfiltração (problema/mét do).
ão
o

Como ficar a nova Espinha de Peixe, após no
á
vas soluções p
ropostas?
op. 1.Pegar obule p co
ara locar aáguafitrada
l

op. 3- peg o pó fr sco decafé emistura comáguaferven
ar
e
r
do

op. 5- peg onovo co
ar
adorno armáro
i

Op. 2 -acend o fogãoparaesque a águ
er
ntar
a

op. 4- peg o açúcare col
ar
ocar no bul
e

op. 6- coar q
uandoestiverferven
do.

O seu obje
tivo foi cumprido?
melhor qua
lidade do café;
rapidez na pr paração.
e
Se:
sim, missão c
umprida !
não, então volte a estudar nov
amente o problema
.
" No CCQ não há problemas, sem soluções. Es
tude as causas e efeitos dos problemas ! "

Depto. P
essoal

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cursos Hu
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o
visos

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Círculos de controle de qualidade (CCQ

  • 1. CÍRCULOS DE CONTROLE DE QUALIDADE 1 de 1 http://www.sato.adm.br/rh/circulos_de_controle_de_qualidad.htm CÍ CULOS DE CONTRO DE QUALIDADE - CCQ R LE INTRODUÇÃO: Com o fen ômeno da globali ação da economia, aliado ao código doconsumidor, as exigências do merca consumidor, coloca às empre z do sas em desafio frente aos novos p adrões de qualidade e produtividade, n mercado altame competitivo. o nte A solução p estes novos de ara safios poderá ser en contrada no desenvolv imento dos CCQs, integra ndo os funcionári s à empresa, num verdadeiro esp o írito de parceria. ORIGEM: Os Círculos de Controles de Qualidade tiveram orgem no Japão, po volta de 1962, cr i r iada pelo Profes Kaoru Ishikawa, comoresultado de um impu dado a qualidade na i ndúst ia japonesa, e os co sor lso r nseqüentes contatos entre as univ ersidades e o operadores de fábricas. s No Brasil, o movimento foi inic iado em 1972, nos setores de qualida e produção da Johnson & J de ohnson, como uma c onseqüência da ne cessidade de um prog rama motivac ional de apoio a qualidade, ap o deslocame da fábrica da c ós nto idade São Paulo para a cidade de São Jos dos Campos, passando por todos o tipos de dificulda é s des com os nov empregados. Logo a idéia se e os xpandiu para vária empresas em todoestado. Até o iníc de 1981, já s somavam 100 empr sas que implemen s io e e taram os CCQs. DEFINIÇÃO : Pode ser definido como sendo umpequeno gru voluntário de fu po ncionários pertencen ou não à me tes sma área de tra balho, treinados da m esma maneira, com compreensão damesma filosofia e os mesmos ob jetivos, e que te ntam melhorar o desempe nho, reduzir os custos, aumentar a eficiência, etc, esp ecialmente no qu se refere à qu e alidade dos seu produtos ou de s trabalho. s eu OBJETIVO: aumentar a motivação e auto-realiz ação dos func ionários, através da oportunidade de participação na s olução dos problema da empresa; s concorrer para a formação de uma mentalid ade de qualidade dis seminando a filosofa de auto-co i ntrole e prevenção defalhas; garantir a qualidade do produ to; consegui novas idéias; r aumentar a produtividade do traba lho; reduzir custos e diminuir pe rdas; melhora a comunicação e o relacionamento huma tanto no se r no, ntido horizontal quanto vertical. PROBLEMAS QUE PODEM SE SOLUCION R ADOS: melhoria de qualidade; melhoria de produtividade; redução de custos; ambiente fís de trabalho, tais c ico omo: iluminação, ventilação, limpeza,ruído, etc); racionaliz ação dos processos defabricação; condiçõe de trabalho; s seguran do trabalho; ça problem em áreas adminis as trativas; análise d refugos, retrabalho reclamaçõe de defeitos; e s, s desenvol imento e integraçãode funcionários; v etc. ESTRUTURA BÁSICA DO CCQ: GRUPOS: Normalme são pequenos grupos, composto de 5 até 12 partcipantes que per nte i tençam ou não à mesma área de trabalho. TIPOS D GRUPOS: E GRUPO HO MOGÊNEO: é aque formado exclus le ivamente por funcioná rios do mesm setor e que atuam em pr blemas de sua ár o o ea; GRUPO HETE ROGÊNEO: é aquele formado por funcionários d diferentes setoresque atuam em proble e mas de qualquer ár a que perten ea cem os membr sempre respeit ndo e informando a hier os, a arquia formal; GRUPO E SPECIAL: é aque formado para r le esolver determinado pr oblema, este grupo tem como particip antes elementos env olvidos com o pro blema. REUNIÕES : As reuniões po dem ser feitas no pr prio local de trabalh desde que as c ó o ondições assim o perm itam. Caso necess ário deverá ser provid enciado um local ade quado. As reuni es costumam dur no máximo 1 hor e se repetem c um freqüência semanal ou quin õ ar a om zenal, devendo ser cuida dosamente planeja das. As reuniões po dem ser realizadas dentro do horário de ex pediente ou em horas extraordinárias, conforme orentação das gerênc i ias. REGISTRO DE REUNIÕES: Os assuntos tratados devem se anotados em a e os resultados d r tas evem ser aprese ntados em relatóros, que são sem seguida encami hados aos setore competentes par avaliação e implantaç i n s a ão. COMPOSIÇ ÃO: O CCQ é fo rmado por: membr líder, s os, ecretário e coorden ador. MEMBROS: A função do membr é a participação atva e volu o i ntária no estudo d projetos por ele mesmo escolh os s idos, contribuindo pa a análise das c ra ausas dos proble mas, sugerindo modificações e melhoramentos . LÍDER: Cada gr po deverá ter um l der, pref rivelmente esc u í e olhido pelos próp rios participantes. Sua função é provi enciar as condiçõespara a reunião do grupo, fornecer conceitos da me d todologia CCQ aos memb ros, conduzir as re uniões estimulando a participação de todos, mant ndo o entusiasmodo grupo e perm e itindo que cada me mbro se sinta realizado. Deve t mbém tomar provi ências para apro a d veitar ao máx imo o tempo disp onível. Sua função c ompreende tam bém a representaçãodo grupo junto à dire ção e a outros CCQ internos ou externos à em s presa. SECRETÁR Tem a função de anotar registrar relatar e arquiv todos os assuntos tratados em reuniões. O secr IO: , , ar etário também d everá ser escolhido pe grupo, podendoeste substituir o líd eventualmente no caso de fa lo er lta. COORDENADO Cada empresa deve ter um coorden R: ador geral com a fin alidade de congrega todas as infor ações relativas ao pr grama, proporciona treinamento em metodologia CCQ, encami har os projetos aos setores enca r m o r n rregados de sua implan tação, promover con curso e congressos, divulga os resultados obtidos, etc. s r HIERARQUIA : Dentro dos CC não há hie Qs rarquia, todos tem o m esmo grau de importânci . a NOMES DO GRUPOS: S Os grupos devem batizar um nome, para sua ide ntificação. São exe mplos de nomes: Motivaçã o Boa idéi a Duro na qued a Vai qu é mole e "Nóis res orve" Fiel etc. EFICIÊNCIA DAS REUNIÕES : Para atin o maior rend gir imento possível, na reuniões de C s CQ o líder deve conduzi-las de m odo objetivo e demo crático. Alguns pon básicos, à se tos rem observados: 1. É o prepa de uma agenda de re ro uniões abrangend no mínimo um mês de atividad Todos o participantes de o es. s vem ser comunicado com a devida antecedência de realização de reun s iões ou altera ções. 2. É a prov idência de um local adequado para as reuniões, onde haja acomodações p ara todos po derem sentar e tomar anotações. É sempre neces sário dispor de um quadro-negro ou flip-char para confecção d ilustrações ou anotações. O local deve ser limpo, se possível sem estímulos qu possam atrapalh a atenção dosparticipantes. É d t e e ar esejável que seja bem ar jado, iluminado e se ruídos. e m 3. É a utiliza ção de uma técni a de condução de re c uniões, a fim de estmular a participação de todos e assegurar oportunidades iguais. Nestas reun i iões devem ser a dotados alguns proced imentos básicos, t is como: a Cada deta discutido deve ser anotado para que não seja esqu lhe ecido. Muitas vezes ó mas su ti gestões são perdid porque depois dareunião ninguém consegue ma se lembrar dos detalhes. as is O líder deve aproveitar para ir trein ando os membros na metodologia cie ntífica de CCQ, explicando cad tipo de gráfico us a ado no momento queele estiver sendo feito. O líder deve sempre procurar ressaltar o valor d idéia em si, e não se preocupar mu com a eloquência ou construção de f ases elegant s. a ito r e LIDERANÇA DE REUNIÃO - TWI / 5ª FA SE De origem norte-american o método Train Within Indu a, ing stry - TWI surgiu no Brasil em 1952, pela ComissãoBrasileiro-American de Educação I dustrial (CBAI). Em São Paulo, é dif ndido pela Secre a n u taria do Trabalh e para outros estados é minis o, trado pelos órgãos do SENAI. A sua 5ª fase, do método ensina como estar preparado para liderar uma reunião, então vejamos , : FAÇA UM RESUMO: Prepare um resumo detalh ado dos tópicos a s erem discutidos . Determine os objetivos a sere alcançados. Faça uma lista dos pontos a sere salientados m m . PLANEJE A DI EÇÃO DA REU R NIÃO: Determine qual a aproximaçã a ser usada o que dizer, como diz como int oduzir tópicos e idéias, como c o er, r ontrolar a discuss Estabeleça um ho ão. rário: qual a dur ação da reunião Estabeleça um h . orário qual a dura ção da reunião qual o tempo nec , essário à discussão de cada tó pico e de cada pr blema. o TENHA PRO NTO TODO O MATERIA L: Os panfletos as folhas de in , formação, os mater iais de referênc que deverão ser us ia ados. Cartões, d iagramas, gráficos, cartazes, suficien espaço de quad te ro-negro, giz, apa gador, flip-chart, vídeo e ftas e todo o materia necessário às de i l monstrações. MANTEN O LOCAL DA REU HA NIÃO CONVEN IENTEMENTE ARR UMADO: Certifique- de que todos pod ver e ouvir bem. se em Certifique- de que todos sesentem confortáveis mesa, cadeiras em número sufici nte, cinzeiros, temperatura, luz e ventilação adequa se : e das, ausência d ruídos, etc. e COMO LIDERA UMA REUNIÃO R N I ICIE AREUN IÃO Cu mprimenteo gru po. Façaobser ações d intro v e dução. PONT 1 O Co loque ogrup à von o tade. Mostrequal oobj etivo dareun ião, qu o pr blemaa serdiscuti e q al o do uais os o bjetiv quese dese alcança os ja r. Indiqueo mé todo aser u sado. ORI NTE ADISCUS E SÃO Ini ie a discussã c o: ex ponhaos fato s; faça pe rgunt s dire ougerais; a tas PONT 2 O dê um opiniã a o; use de monstrações,filmes ou auxíli visuais dequal os quer espéci e. Enco raje apartcipação -trocade idé e deex i ias periên cias; façacom qu todo partcipem e s i Contro a discussã - e ressenti entos quepo le o vite m ssam surgir d arg os umen apresent dos evite q ummembro d gru mo tos a ; ue o po nopolizea di scussão. M anten a d ha iscussão de do assu -resuma comfreq ntro nto üência,anali o de se senvolvi entoda discu m ssão. CONS ACEI AÇÃ DOS RES IGA T O ULTA DOS PONT 3 O Re ajuste a idéias eas opi s niões demodoque amaiorparte do g rupoas aceite Pe constan . ça temen queas opin te iões e a id s éias apr senta e das sejamexpre ssas nova mente . Faça muitas t ntati atéque a conclusõe sej m aceias pelamaiora do g . e vas s s a t i rupo RESUM A DI A SCUSSÃ O M ostre os pon a da r união Façauma av tos ltos e . aliação d id as éias, da opiniõe das sugestõ e da ex s s, es s periên cias apr senta e das. PONT 4 O Cheguea conclu sões oua sol uções -indiqueo quefoi conse do com a re o. gui uniã De termine umplanode açã a sertoma o do. FERRAM ENTAS DO CC Q As ferramen utilizadas pelo CCQ para soluçõe de problemas, sã tas s o: Brainstor ming (tempestade de idéias); Check list (lista de verificaçã o); Histograma; Diagrama de Pareto; Espinha de peixe; 4 M. BRAINSTOR MING É uma té cnica desinibidora para gerar o mai r número possí el de soluções e encorajar o pe o v nsamento positi o. v Atribui-se a A Osborn a au lex toria deste método c estudo teve iníc nos anos 30 e até hoje qu ujo io ase nada foi acresce ntado. Como em toda reunião, para umbom funciona mento deve existir umcoordenador e um núme limitado de participantes. Natu ro ralmente no caso dereunião de CCQ, o limite é o próprio nú mero de partici antes deste. p Em outras circunstâncias o limit pode variar de 10 a 15 podendo tole um pequeno desvio. e rar VANT AGENS DO USO: todos pensa na solução do problema; m muitas soluçõe estão incubad na mente do home à espera de um estmulo para exterioriz s as m í á-las; é um proce sso criativo que é auto-realizador e estimula a me lhoria da qualidade. QUEM USA ? Equipe cien tífica, CCQs e toda as equipes de estudo para solução deproblemas. s PONTOS ESSENCIAIS: adiamento dacrítica ou julgamento; não fugir do ob jetivo; todas as id éias são importantes ; registrar t das as idéias ( o secretário); todos os me mbros tem a mesma c hance; não falar to dos ao mesm tempo; o não é uma sessão de bobag em. QUANDO US ? AR há ocasião em que os nossos r ecursos técnicos experiências, f rmulas e método não resolvem o prob , ó s lema; quando os es forços individ uais não produzire resultados satisfatóros. m i AS 3 FASE DE UM BRAINSTOR S MING: exposição de ab ertura - apresentaç do problema; ão exposição de idé - fase produtiva do brainstorming; ias fase de es crutínio - seleção das idéias emitidasou escolha das idéias obtidas. COMPOSIÇ ÃO: animador (co ordenador); grupo (par ticipantes); observador (secretário qu anotam as idéias). es e LOCAL: sala com espaço necessáro para o conforto d participantes i os ; cadeiras d evem ser confortá veis; atmosfera de scontraída é bom para uma sessãocriativa produtiva o qu permite ao participante verba e lizar suas idéias lvremente. i REGRAS : a imaginaç livre será bem re ão cebida, mesmo q as idéias pare ue çam absurdas; grande númer de idéias é deseja - a quantidade d o da eve prevalecer sob a qualidade; re a crítica e auto-crítica são pr oibidas; é permitdo embarcar nas idéias dos outros. i CHECK LI TA (LIST DE VERIFICA S A ÇÃO): Objetivo: Uma lista d verificação serve para a obser e vação sistemática de fenômenos, pe rmitindo uma visualização da ex istência dos divers fatores envolvidose seus padrões de comportamen os to. Exemplo: DEFEIT OS fal a depintur h a DEFEIT DE P OS INTU NAPEÇA"A RA " DIA02 00 DIA01 01 DIA03 03 DI 0 A 4 01 TOT AL 05 pintur rugosa a pi turacom bol as n h pintur escorrida a 00 02 03 05 00 02 00 02 04 00 03 05 05 07 14 pintur riscad a a pi turacom suje n ira 00 02 00 03 01 01 00 03 01 09 Descrição do método: Existem vár tipos de listas de verificação, cada qual melhor ad ios aptada para as fin alidades a que se destinam, por a idéia bá ém sica é sempre a mes ma: agrupar os fatos em classes . De modo ge pode-se distin ral guir 4 tipos de listas de verificação: a) Lista de v erificação da ex istência de determinad condições. Gera as lmente a respo final que no interessa é do tpo SIM/NÃO. sta s i b) Lista de v erificação de co ntagem de quantida des. Neste tipo de lista,além de verificarmos a existência ou nãodas condições ex igidas, interessa -nos saber as qua ntidades ou freqüências com que aparecem. Exemplo lista de verificaçã de defeitos de ac : o abamento da peça. c) Lista de verificação de cla ssificação de me didas. Neste tipo de lista, verificamos o modo de distribuição de características mensuráveis. Exe mplo: distribuiçã das medidas dos diâmet os de uma determinada peça. o r d) Lista de v erificação de localzação de defeit s. Esta lista se para estudarmos a localização d defeitos ou determina i o rve e das característica em corpos ou ob s jetos definidos com a finalidade de percebermos algu padrão de ocorrênci . Exemplo Lista de verificaç de defeitos de ac , m a : ão abamento na parte externa da peç a. HISTOGRA MA: Objetivo: Os histogramas ou gráficos de barras servem p ara a visualização de dados agrup ados ou classificad permitindo per os, ceber o fenômeno c omo um todo e as relações entre os fatores estudado s. Descrição do método: Geralmente os histogramas s representações gr ficas de dados observados. Este dados podem s de 2 tipos distintos ão á s er : a) contagem de defeitos ou atribu tos; b) classifica ção de medidas. No primeir caso, normalmente é costume de o ixar-se uma folga en as colunas, par permitir melh visualização. Já no segundo caso,quando as escalas de classificação s contínuas, de tre a or ão ve-se construir o h istograma com as c olunas encostadas. Exemplo: Def itos de pintura na peça "A": e DEFEIT OS TOT AL TIPO falh de p a intura pi turarugosa n pi tura com b n olhas 05 05 07 A B C pi turaescorrida n pintur riscad a a pi tura com su n jeira 14 01 09 D E F DIAGRAMA DE PA RETO: Objetivo: É um mé todo de análise d dados que, tenh entre si qualqu relação de c e am er orrespondência, visa ndo estabelecer prio ridade na tomad de providências ou em pesquisas ap a rofundadas. Descrição do método: Baseia-se nu princípio enuncia pelo pesquisador Pareto, que verifcou que num classific m do i a ação de causa e efe o maior volume de efeitos é atribu ito, ível a um peq ueno conjunto de causas, enq uanto que existe uma grande quan tidade de causas que c ontribui com pequen volume de efeit s. Desse modo, pod o o e-se distinguir qu são as "pou ais cas causas impor antes" e as "muitas causas ins t ignificantes". Construç do gráfico de Par ão eto: O dados d evem ser colocad em duas colunas (x e y) com as c os ausas na coluna X e os efeitos na coluna Y. Exemplo: X Y TOTAL 14 09 TIPO D F DEFEIT OS pi tura escor ida n r pintur comsujeira a 07 05 05 C A B pintur combolhas a falha d pi e ntura pi tura rug n osa 01 E pintur riscad a a Interpretação dográfico: Ao dividirmos em 3 classe os problemas aci a, temos: s, m Classes D e F Classes C e A De feitos comalta pa rticipação porantodeve se dad a proridad emsua pe , t r a i e squisa e elminação i . De feitos commeno partici ação,porém aind mer cedor s de a r p a e e tenção . Classes Be E De feitos comínfimapartcipação, cu eliminaçã pou afet rá oresulta glob , não sen po o prio i ja o co a do al do rtant ritários. ESPINHA DEPEIXE: Objetivo: O digrama s eqüencial tem c omo finalidade a apre sentação ordena da seqüência de operações ou f ses de um proces ou sistema. da a so Este diagrama permite a visualiz ação instantânea do processo, mostrando todas as etapas componen tes, sua seqüência e interrelações. Descrição do método: O diagrama seqüencial tem a forma básica de uma "espinha de peixe". Tod as fases ou opera as ções vão concorr endo para uma espinha dorsal, u após a outra, emseqüência lógica. ma 4 M (DIAGR AMA DE CAUSA E EFEITO): Objetivo: Este diagrama também conh , ecido como diagr ama de Ishikawa, e homenagem ao s idealizador, Dr. Ka Ishikawa, serve para a percepção da relações entre ca m eu oru s usas e efeitos que intervém em qualquer process Este diagrama rec o. ebe também o n ome de diagrama " espinha de peixe" devido ao seuformato similar . Descrição do método: As causas ou fatores são repre sentados como setasque concorrem para o efeito que es á sen estudado. As c t do ausas ou fatores comple xos podem ser dec ompostos em seus mínimo detalhes, sem como isso perdermos a visão de conjun Normalmente o processos industriais são ana s to. s lisados a partir de 4 grandes grupo de fatores: s Máquina; Método; Material; e Mão-de-Ob ra. Em geral as CAUSAS são levantadas em reun iões do tipo "brai storming". As ca n usas mais prováveis podem en ser discutidas e pesquisadas co maior profundida tão m de. EXEMPLO - REVENDO OS P ASSOS ANTERIORES Vamo fazer um ca s fezinho ? Imagine você fazendo um c afezinho para o se grupo de CCQ. Saiu demorado e r u uim. É um problema ? Sim. Então é uma t refa para o CCQ re a solver este pr oblema. O 1º passo para elaborar um espinha de peixe, é anotar toda as operações d como fazer um c a s e afé. Então vejamos: 1ª o ção pera 2ª o ção pera pe o bul no a gar e rmário dacopa; ab a torne pa colo aáguano bu rir ira ra car le; 3ª o ção pera 4ª o ção pera 5ª o ção pera ac ender o fo gão p e ara squent r aágua; a pe o pó d cafée mistur r coma águ fer endodo bu gar e a a v le; pe o açúcare coloca nobule; gar r 6ª o ção pera 7ª o ção pera pe o coado noarmá e gar r rio; co quandoesti fe ar ver rvend o. Pronto ! ... o cafezinho já está saindo. Você já experimentou o se cafezinho ? u Está mal, n está ? ... ão Então vamos chamar o CCQ para resolver o problema . VEJA COMO FI A NA ESPINHA DE PEIXE: C op. 1- peg obule noarmá dacopa ar rio op. 3- acen o fogã par esqu der o a entara águ a op. 5- pegar oaçúcare coloca nobule r op. 2- abrir a t rne pa colo aáguano bu o ira ra car le op. 4- peg opó decafé emistur r com águ fer endo. ar a a v Op. 6 -pega o co r ador no ar ário;e m op. 7- coarquan estive fer endo. do r v O 2º passo é você e seu gr po analisar a "caus u a-efeito" do pro blema, isto é, por qu o cafez ê inho saiu tão ru im. Dessa mane vamos an ira, alisar e detectar o problema através da metodologia 4M. 4M porque o problema ou os problemas devem estar localizados s omente nas: máquinas matérias pr imas mão-de-ob ra método Você já notou que para localização dos pr oblemas, todas a situações começ com a letra M ? s am Pois é, com existem 4 "emes", o método ficou sendo chamado d 4M. o e Mãos à obr ! a Vamo então anotar e agrupar o que se en s quadra nas 4 hipó teses acima segundo o exemplo dado. PROBLEMAS COM: MÁQUINAS: São todo os equipamentos e máquinas qu auxiliam de m s e aneira direta ou in direta na fabricaçã de um determ o inado produto. armário; fogão; bule; torneira; e coador. MATÉRIA PRIMA: São todo os materiais n s ecessários para elab orar um deter minado produto. água; pó de café; açúcar . MÃO-DE-OBRA: São os pro fissionais (homens e m ulheres) de stinados à execuç de um trabalho espe lizado ou não. ão cia No exem plo, é você, quem es fazendo o café. tá MÉTOD O: São toda as maneiras de como se faz um determinado tra s balho. localizar e peg o bule no armá ar rio; por e co locar água no bule ; esquentar ág ligando o fogão; ua, colocar o pó de café e o açúc na água fervendo; ar coar o café. Agora o passo seguinte, isto é o 3º passo, é voc e seu grupo es , ê tudar a cada um do itens das hip s óteses (4M) par tentar detectar um determinado prob a lema e sugerir nov idéias, para que o próximo cafezinho saia m gosto e mais rápido. as ais so T ente você imagi ar os problemas das 4 hipóteses e dar uma sugest o para modificar o atual método e que você fez o café. n ã m Máquinas e equipamentos: armário fogão bule torneira coador Você se capaz de imagin alguns problem nas máquinas e equipamentos ac ria ar as ima ? Veja mos: ARMÁRIO: efeito: demor na localizaçã do bule; a o causa: armáro distante do fog e desarruma i ão do; solução: trazer o armário pr óximo do fogão. FOGÃO: efeito: demor para acender o fogo; a causa: fog com botões engu ão içados; solução: reparar a peça ve lha. BULE: (s problemas) em TORNEIRA: (sem problemas) COADOR: efeito: pó de c no fundo do bule; afé causa: coa velho com va dor zão maior que o n ormal; solução: trocar o coador. Você já imaginava, quant s problemas poderiam haver c máquinas e eq o om uipamentos ? Pois é, o es tudo minucioso de cada uma das hipó teses (máquina matéria-prima, m s, ão-de-obra e método) trará até vo problemas que você nunca haviaimaginado. cê, Vamo analisar agora, a MATÉRIA PRIMA. s Matéria prima: água pó de café açúcar . Veja mos: ÁGUA: efeito: gos ruim no café; to causa: água com cloro; solução: filtrar a água. PÓ DE CAFÉ : efeito: gos amofado; to causa: pó estocado há mais de 4 meses; solução: diminuir o estoqu de café. e AÇÚCAR (sem problemas). : Mão-de-ob ra: VOCÊ !!! efeito: prep aração do café muito demorado; causa: nunca fez um cafezinh antes; o solução: treinar. Métodos: localizar e peg o bule no armá ar rio; por e co locar água no bule ; esquentar ág ligando o fogão; ua, colocar o pó de café e o açúc na água fervendo; ar coar o café. Veja mos: LOCALIZA E PEGAR O BULENO ARMÁRIO: R efeito: demor na localizaçã a o; causa: di tanciamento e d s esarrumação; solução: deixar o bule próxim do fogão e torneira (com filtração). o POR E COL OCAR ÁGUA N BULE: (sem pr O oblemas) ESQUEN TAR ÁGUA, L IGANDO O FOGÃO: (sem problemas) COLOCAR O PÓ DE CAFÉ EO AÇÚCAR NA ÁGU FERVENDO: (se problemas) A m COAR O CA FÉ: (sem problemas ) SOLUÇÕES PROPOSTAS Portanto, as solu ções propostas são: trazer o a rmário próximo do f gão (problema o /máquina); reparar a pe velha dos bo ça tões (problema/máqu ina); trocar o coad (problema/máqu or ina); filtrar a águ (problema/ma a téria prima); diminuir o estoque de café (pr oblema/matéria prma); i treinar v ocê (problema/mão de obra); deixar o bule próximo do fog e torneira comfiltração (problema/mét do). ão o Como ficar a nova Espinha de Peixe, após no á vas soluções p ropostas? op. 1.Pegar obule p co ara locar aáguafitrada l op. 3- peg o pó fr sco decafé emistura comáguaferven ar e r do op. 5- peg onovo co ar adorno armáro i Op. 2 -acend o fogãoparaesque a águ er ntar a op. 4- peg o açúcare col ar ocar no bul e op. 6- coar q uandoestiverferven do. O seu obje tivo foi cumprido? melhor qua lidade do café; rapidez na pr paração. e Se: sim, missão c umprida ! não, então volte a estudar nov amente o problema . " No CCQ não há problemas, sem soluções. Es tude as causas e efeitos dos problemas ! " Depto. P essoal Re cursos Hu mano s Legislação Teste s Artgos i Quadr de A o visos Infor ativos m CD-Rom T lhista raba Supl mentos e Cursos Servi os ç Chat DP /RH Co nsulta Assina tura Chefia &Lider nça a Jurispru dência Ne gócios &Parceria s Principal 10/11/2013 17:52