CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE TRANSPORTES
CURSO TÉCNICO EM TRANSPOR...
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 Sistema de transporte de ônibus
 Alta qualidade
 Rápido
 Eficiente

 Frequente
 Segregado
 Prioridade de passagem
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 Sistemas de ônibus de alta capacidade
 Sistemas de ônibus de alta qualidade
 Metro-ônibus
 Metrô de superfície

 Sis...
 Para ser considerado como BRT, o sistema deve ao menos
possuir a característica sublinhada e duas em negrito.
 Infraest...
 Operacionais
 Serviços rápidos e frequentes
 Ampla capacidade
 Embarques e desembarques rápidos

 Pré-embarque
 Int...
 Estrutura institucional e de negócios
 Entrada no sistema restrita a operadores prescritos, sob uma estrutura
administr...
 Tecnologia
 Tecnologias veiculares de baixas emissões (Euro 3 ou maior)
 Tecnologias veiculares de baixos ruídos
 Cob...
 Marketing e serviço ao usuário
 Identidade de mercado distinta
 Excelência em serviços ao usuário e oferecimento de ut...
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 Pouco em comum com serviços convencionais de
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 Muitas vezes orientado de forma a obterem apoio político
 Identificação dos principais corredores de transporte público...
 Análise custo-benefício é uma das principais ferramentas
 Tamanho aproximado do projeto (comprimento dos corredores)
 ...
 Aceitação destas influências abala a credibilidade do projeto de transporte
 Processo honesto e aberto é a melhor manei...
 Desenvolvimento de estratégia de comunicação com para grupos
estratégicos

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 Recursos de planejamento para detalhar projetos antes de estabelecer o
perfil conceitual básico
 Termo de referência
 ...
 Objetivo de frequência de serviço
 Objetivo de níveis de tarifa para usuários
 Potenciais estruturas administrativas e...
 Potenciais características de desenhos do projeto (estações, vias,
terminais, veículos, sistemas de cobrança)

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 Cobertura de todos os aspectos de desenvolvimento do projeto
 Abrangência do desenho operacional, do desenho físico e d...
 Natureza contratual e estrutural do relacionamento entre os setores
público e privado
 Exame detalhado dos custos opera...
 Desenho em detalhe cada aspecto físico do sistema
 Mais tarde usado como a base para os documentos de licitação para os...
 Custo acessível para a maioria das cidades
 Fontes externas de financiamento

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 Uma das decisões mais importantes
 Nome e a imagem do sistema
 Influência na percepção que o público tem do sistema

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 Econômico
 Nos níveis de tráfego
 Ambientais
 Na equidade social
 Desenvolvimento urbano
 Após a finalização de tod...
 Preparo do processo de construção, um plano de implementação
englobando prazos, planos de construção e procedimentos de ...
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 Bus Rapid Transit
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 Flexibilidade do sistema
 BRT é desenvolvido em cidades com populações que variam desde 200.000 habitantes
ate megacida...
 Diversidade versus homogeneidade
 Ampla diversidade de tecnologias de transporte público
 Cada tecnologia de transport...
 Diversidade versus homogeneidade
 Diferentes agências públicas para cada serviço
 Infraestruturas mais caras em áreas ...
 Capacidade
 Tamanho do veiculo (passageiros por veículo)
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 Encorajamento de investimentos
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 Acesso aos corredores
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 Definição
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 Eficiência operacional
 Qualidade

 Maior capilaridade de destinos
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 Vantagens
 Economia de tempo
 Custo de infraestrutura
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 Eficiência operacional
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Usuários não
cativos tendem a
não entender a
complexidade das
linhas diretas
Fonte: BHTrans

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transferência do BRT de
Belo Horizonte (Move)
Imagem: Tiago Aredes

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 Rede de linhas

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 Rede de linhas

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 Sublinhas (linha encurtada)
 Fatores de decisão na seleção das linhas
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 Parâmetros básicos
 Capacidade de sistema suficiente para manejar a demanda de passageiros esperada
 Velocidades de se...
 Definição
 Avaliação
 Restrição de movimentos de conversão
 Locação de estações em relação à interseção
 Rotatórias
...
 Informações
 Mapas
 Sinalização
 Anúncios comerciais
 Mensagens de serviços públicos
 Sistemas de informação visual...
 Profissionalismo
 Equipe
 Limpeza
 Comidas e bebidas
 Segurança

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 Instalações de conforto
 Conforto e conveniência
 Horário de operação
 Estética do sistema
 Notícias a bordo e entre...
 Infraestrutura viária do corredor
 Infraestrutura alimentadora
 Estações
 Garagens
 Centro de Controle
 Sinais de c...
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 Pedestres
 Retidão e conectividade
 Mapeamento da movimentação
 Segurança viária
 Mapeamento e estatísticas
 Medida...
 Bicicletas
 Estacionamento
 Infraestrutura cicloviária
 Outros sistemas de transporte público
 Táxis
 Estacionament...
 Desincentivo ao uso de automóveis
 Regulamentação de estacionamento
 Preços
 Redução da oferta

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 Desincentivo ao uso de automóveis
 Restrições
 Número da placa
 Cobrança do uso da via/taxa de congestionamento
 Tra...
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 Características do TOD
 Agrupamento
 Combinação de usos do solo
 Conectividade
 Caminhabilidade
 Desenho local
 Ge...
 Institute for Transportation & Development Policy; William and Flora Hewlett
Foundation; Ministério das Cidades. In: Llo...
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Resumo do Manual de BRT (Projeto Operacional, Físico e Integração).

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  1. 1. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE TRANSPORTES CURSO TÉCNICO EM TRANSPORTES E TRÂNSITO BRT – Bus Rapid Transit Rodrigo de França Cunha Agosto de 2013
  2. 2. 23/10/2013 CEFET-MG 2
  3. 3.  Sistema de transporte de ônibus  Alta qualidade  Rápido  Eficiente  Frequente  Segregado  Prioridade de passagem  Excelência em marketing e serviço ao usuário  Semelhança ao sistemas de transporte sobre trilhos 23/10/2013 CEFET-MG 3
  4. 4.  Sistemas de ônibus de alta capacidade  Sistemas de ônibus de alta qualidade  Metro-ônibus  Metrô de superfície  Sistemas de ônibus expressos  Sistemas de corredores de ônibus  Transporte Rápido por Ônibus (TRO) 23/10/2013 CEFET-MG 4
  5. 5.  Para ser considerado como BRT, o sistema deve ao menos possuir a característica sublinhada e duas em negrito.  Infraestrutura física  Vias de ônibus segregadas ou faixas exclusivas  Localização das vias junto ao canteiro central  Rede integrada de corredores e linhas  Estações modernas  Estações de transferência que propiciam acesso em nível  Estações de integração e terminais  Melhoramentos no espaço público próximo ao sistema 23/10/2013 CEFET-MG 5
  6. 6.  Operacionais  Serviços rápidos e frequentes  Ampla capacidade  Embarques e desembarques rápidos  Pré-embarque  Integração física e tarifária entre linhas e corredores 23/10/2013 CEFET-MG 6
  7. 7.  Estrutura institucional e de negócios  Entrada no sistema restrita a operadores prescritos, sob uma estrutura administrativa e de negócios reformada  Licitação competitiva e processos completamente transparentes na premiação de contratos e concessões  Gerenciamento eficiente resultando na eliminação ou minimização de subsídios do setor público para a operação do sistema  Sistema de cobrança de tarifas operado e gerenciado por entidade independente;  Fiscalização do controle de qualidade por uma entidade/agência independente. 23/10/2013 CEFET-MG 7
  8. 8.  Tecnologia  Tecnologias veiculares de baixas emissões (Euro 3 ou maior)  Tecnologias veiculares de baixos ruídos  Cobrança e verificação de tarifas automatizada  Sistema de gerenciamento por controle centralizado, utilizando aplicações de Sistemas de Trafego Inteligentes (ITS)  Prioridade semafórica ou separação física nas interseções 23/10/2013 CEFET-MG 8
  9. 9.  Marketing e serviço ao usuário  Identidade de mercado distinta  Excelência em serviços ao usuário e oferecimento de utilidades essenciais aos usuários  Facilidade de acesso entre o sistema e demais opções de mobilidade urbana (tais como caminhadas, bicicletas, taxis, transportes alternativos, motorizado particular, etc.)  Providências especiais para facilitar o acesso para portadores de necessidades especiais  Mapas de linhas, sinalização e/ou painéis de informação em tempo real, claros e visíveis dentro das estações e/ou veículos 23/10/2013 CEFET-MG 9
  10. 10. 23/10/2013 CEFET-MG 10
  11. 11. 23/10/2013 CEFET-MG 11
  12. 12. 23/10/2013 CEFET-MG 12
  13. 13.  Pouco em comum com serviços convencionais de ônibus  Lento  Frequência baixa  Desconfortáveis  Irregulares  Carência de serviços e status  Estigma negativo  Péssimo desempenho operacional  Serviço inadequado ao usuário 23/10/2013 CEFET-MG 13
  14. 14. 23/10/2013 CEFET-MG 14
  15. 15.  Muitas vezes orientado de forma a obterem apoio político  Identificação dos principais corredores de transporte público  Resumo de estudos anteriores de transporte públicos de massa e estimativas de demanda  Estimativas genéricas dos potenciais benefícios de um novo sistema de transporte público (impacto sobre o tráfego, economia, ambiente, igualdade social e desenvolvimento urbano)  Missões e visitas técnicas a sistemas existentes em outras cidades  Produção de vídeos de simulação ou modelos para mostrar como um novo sistema poderia se comportar no contexto local. 23/10/2013 CEFET-MG 15
  16. 16.  Análise custo-benefício é uma das principais ferramentas  Tamanho aproximado do projeto (comprimento dos corredores)  Demanda projetada de passageiros usando o novo sistema  Estimativas iniciais de custo  Estimativas de economias do sistema (economia de tempo, redução no consumo de combustíveis, redução de emissões e benefícios para a saúde pública, etc.)  Objetiva determinar se o projeto é promissor sob as condições locais: operação, exigências de projeto físico e capacidade financeira  Pode envolver outros modos 23/10/2013 CEFET-MG 16
  17. 17.  Aceitação destas influências abala a credibilidade do projeto de transporte  Processo honesto e aberto é a melhor maneira de instigar a confiança de longo prazo e assegurar que os fundos públicos sejam usados da maneira mais adequada  Um plano de BRT completo deve incluir toda a informação necessária para implementar o sistema 23/10/2013 CEFET-MG 17
  18. 18.  Desenvolvimento de estratégia de comunicação com para grupos estratégicos 23/10/2013 CEFET-MG 18
  19. 19.  Recursos de planejamento para detalhar projetos antes de estabelecer o perfil conceitual básico  Termo de referência  Visão geral do planejamento  Fornecimento de detalhes suficientes para permitir que tomadores de decisões, técnicos e políticos definam grandes variáveis do sistema  Corredores mais adequados para operações de transporte público de massa  Melhores corredores para a fase inicial do projeto  Serviços tronco-alimentadores ou serviços diretos 23/10/2013 CEFET-MG 19
  20. 20.  Objetivo de frequência de serviço  Objetivo de níveis de tarifa para usuários  Potenciais estruturas administrativas e de negócios para o sistema  Estimativa de investimentos  Estimativa de custos de operação  Entendimento de potenciais fontes de financiamento  Nível de cooperação esperado de operadores do setor privado  Lista dos principais agentes participantes: grupos, organizações e indivíduos 23/10/2013 CEFET-MG 20
  21. 21.  Potenciais características de desenhos do projeto (estações, vias, terminais, veículos, sistemas de cobrança) 23/10/2013 CEFET-MG 21
  22. 22.  Cobertura de todos os aspectos de desenvolvimento do projeto  Abrangência do desenho operacional, do desenho físico e da integração com outros modos de transporte 23/10/2013 CEFET-MG 22
  23. 23.  Natureza contratual e estrutural do relacionamento entre os setores público e privado  Exame detalhado dos custos operacionais esperados e os níveis de tarifa  Necessidade ou não de subsídios operacionais 23/10/2013 CEFET-MG 23
  24. 24.  Desenho em detalhe cada aspecto físico do sistema  Mais tarde usado como a base para os documentos de licitação para os vários componentes da infraestrutura 23/10/2013 CEFET-MG 24
  25. 25.  Custo acessível para a maioria das cidades  Fontes externas de financiamento 23/10/2013 CEFET-MG 25
  26. 26.  Uma das decisões mais importantes  Nome e a imagem do sistema  Influência na percepção que o público tem do sistema 23/10/2013 CEFET-MG 26
  27. 27.  Econômico  Nos níveis de tráfego  Ambientais  Na equidade social  Desenvolvimento urbano  Após a finalização de todo o desenho é possível um conjunto mais preciso de impactos  Análise de impactos detalhada possibilita que os tomadores de decisão tenham confiança para se comprometerem totalmente com a construção  Um plano de avaliação é útil para conhecer o seu desempenho e para identificar áreas para melhorias 23/10/2013 CEFET-MG 27
  28. 28.  Preparo do processo de construção, um plano de implementação englobando prazos, planos de construção e procedimentos de contratação devem ser desenvolvidos 23/10/2013 CEFET-MG 28
  29. 29. 23/10/2013 CEFET-MG 29
  30. 30.  Catalisador do projeto  Comprometimento político  Formalização de visão 23/10/2013 CEFET-MG 30
  31. 31. 23/10/2013 CEFET-MG 31
  32. 32. 23/10/2013 CEFET-MG 32
  33. 33.  Bus Rapid Transit  Light Rail Transit (LRT/VLT,)  Bondes  Metrô subterrâneo  Linhas de trilhos elevadas  Trens suburbanos  Personal Rapid Transit 23/10/2013 CEFET-MG 33
  34. 34. 23/10/2013 CEFET-MG 34
  35. 35. 23/10/2013 CEFET-MG 35
  36. 36. 23/10/2013 CEFET-MG 36
  37. 37. 23/10/2013 CEFET-MG 37
  38. 38. 23/10/2013 CEFET-MG 38
  39. 39. 23/10/2013 CEFET-MG 39
  40. 40. 23/10/2013 CEFET-MG 40
  41. 41.  Capacidade de expansão (expansibilidade)  Sistemas mais caros tendem a requerer uma escala relativamente maior para operar economicamente  Maiores custos implicam em maiores números de passageiros  Esses sistemas devem necessitar de uma rede maior de forma a operar com eficiência  Sistemas que requeiram conhecimentos de técnicas específicas e equipamentos caros de construção tem maior eficiência de custos, quando construídos com maiores economias de escala 23/10/2013 CEFET-MG 41
  42. 42. 23/10/2013 CEFET-MG 42
  43. 43.  Flexibilidade do sistema  BRT é desenvolvido em cidades com populações que variam desde 200.000 habitantes ate megacidades com mais de 10 milhões de habitantes  As linhas segregadas de ônibus e as estações de alta qualidade podem ser diretamente transferidas para outra tecnologia  Senso de permanência  Diversidade versus homogeneidade 23/10/2013 CEFET-MG 43
  44. 44.  Diversidade versus homogeneidade  Ampla diversidade de tecnologias de transporte público  Cada tecnologia de transporte publico pode ser aplicada ao corredor que se ajusta as características operacionais ótimas de cada tecnologia  Na pratica geralmente são serviços que não são integrados uns com os outros e não são entendidos pela maioria da população  Difícil integração física e tarifária  Demanda por diferentes capacidades e pessoal 23/10/2013 CEFET-MG 44
  45. 45.  Diversidade versus homogeneidade  Diferentes agências públicas para cada serviço  Infraestruturas mais caras em áreas comerciais e de negócios em contraste com pouco investimento em áreas mais afastadas 23/10/2013 CEFET-MG 45
  46. 46.  Capacidade  Tamanho do veiculo (passageiros por veículo)  Número de veículos que podem ser agrupados  Headway  Existência e disponibilidade de serviços expressos ou de paradas limitadas  Técnicas de embarque e desembarque. 23/10/2013 CEFET-MG 46
  47. 47. 23/10/2013 CEFET-MG 47
  48. 48. 23/10/2013 CEFET-MG 48
  49. 49.  Modicidade tarifária  Frequência  Confiabilidade  Conforto  Segurança de trânsito  Serviço ao usuário  Integração  Imagem e status 23/10/2013 CEFET-MG 49
  50. 50.  Divisão modal 23/10/2013 CEFET-MG 50
  51. 51.  Divisão modal 23/10/2013 CEFET-MG 51
  52. 52.  Divisão modal 23/10/2013 CEFET-MG 52
  53. 53.  Tempos de viagem 23/10/2013 CEFET-MG 53
  54. 54.  Velocidade comercial 23/10/2013 CEFET-MG 54
  55. 55.  Frequência  Frequência percebida pelo usuário pode ser duas ou três vezes maior que a realidade  Capacidade dos veículos 23/10/2013 CEFET-MG 55
  56. 56.  Econômicos  Capacidade de fomento ao crescimento econômico  Estímulo de empregos  Encorajamento de investimentos  TOD – Transit Oriented Development  Valorização imobiliária  Economia de escala 23/10/2013 CEFET-MG 56
  57. 57. 23/10/2013 CEFET-MG 57
  58. 58.  Ambientais  Combustível: Elétrico, GNP, GNC, Diesel-Elétrico e Diesel Euro 3  Poluição Sonora 23/10/2013 CEFET-MG 58
  59. 59. 23/10/2013 CEFET-MG 59
  60. 60.  Sociais  Busca de igualdade social  Modicidade tarifária  Requalificação urbana  Atratividade de todos os segmentos de renda da sociedade  Redução de crime e insegurança tanto no sistema de transporte quanto no ambiente lindeiro 23/10/2013 CEFET-MG 60
  61. 61.  Urbanos  Qualidade de vida  Separação dos fluxos  Tráfego induzido 23/10/2013 CEFET-MG 61
  62. 62. 23/10/2013 CEFET-MG 62
  63. 63. 23/10/2013 CEFET-MG 63
  64. 64. 23/10/2013 CEFET-MG 64
  65. 65. 23/10/2013 CEFET-MG 65
  66. 66.  Definição  Acesso aos corredores  Integração física  Impactos na operação  Velocidade média  Tempo de viagem 23/10/2013 CEFET-MG 66
  67. 67.  Definição  Vantagens  Eficiência operacional  Qualidade  Maior capilaridade de destinos  Serviços nos terminais  Desvantagens  Perda de tempo em transferências  Distâncias percorridas  Custos de infraestrutura 23/10/2013 CEFET-MG 67
  68. 68. 23/10/2013 CEFET-MG 68
  69. 69. 23/10/2013 CEFET-MG 69
  70. 70.  Definição  Vantagens  Economia de tempo  Custo de infraestrutura  Desvantagens  Eficiência operacional  Velocidades médias e tempo total de viagem  Veículos e infraestrutura  Impacto no congestionamento do tráfego misto  Conforto e qualidade  Menor capilaridade de destinos 23/10/2013 CEFET-MG 70
  71. 71. Usuários não cativos tendem a não entender a complexidade das linhas diretas Fonte: BHTrans 23/10/2013 CEFET-MG 71
  72. 72. 23/10/2013 CEFET-MG 72
  73. 73. 23/10/2013 CEFET-MG 73
  74. 74. Prévia do mapa interno das estações de transferência do BRT de Belo Horizonte (Move) Imagem: Tiago Aredes 23/10/2013 CEFET-MG 74
  75. 75. 23/10/2013 CEFET-MG 75
  76. 76.  Rede de linhas 23/10/2013 CEFET-MG 76
  77. 77.  Rede de linhas 23/10/2013 CEFET-MG 77
  78. 78.  Transferências 23/10/2013 CEFET-MG 78
  79. 79.  Transferências 23/10/2013 CEFET-MG 79
  80. 80.  Serviços 23/10/2013 CEFET-MG 80
  81. 81.  Serviços  Sublinhas (linha encurtada)  Fatores de decisão na seleção das linhas  Congestionamento na via de ônibus  Confusão entre os usuários 23/10/2013 CEFET-MG 81
  82. 82. 23/10/2013 CEFET-MG 82
  83. 83. 23/10/2013 CEFET-MG 83
  84. 84.  Serviço  Alimentador  Seleção  Os perigos de ignorá-lo 23/10/2013 CEFET-MG 84
  85. 85. 23/10/2013 CEFET-MG 85
  86. 86. 23/10/2013 CEFET-MG 86
  87. 87.  Parâmetros básicos  Capacidade de sistema suficiente para manejar a demanda de passageiros esperada  Velocidades de serviço que minimizem tempos de viagem  Frequência de serviço que minimize os tempos de espera  Cálculo de capacidade  Objetivos  Atender a demanda atual e projetada de passageiros  Atingir velocidades medias de 25 km/h ou maiores  Minimizar os tempos de viagem de porta a porta para os usuários 23/10/2013 CEFET-MG 87
  88. 88.  Definição  Avaliação  Restrição de movimentos de conversão  Locação de estações em relação à interseção  Rotatórias  Prioridade semafórica  Ativa  Passiva 23/10/2013 CEFET-MG 88
  89. 89.  Informações  Mapas  Sinalização  Anúncios comerciais  Mensagens de serviços públicos  Sistemas de informação visual e voz  Interação com o usuário  Centrais de atendimento  Contatos pela internet  Balcões de atendimento  Formulários de pesquisa  Representação pública 23/10/2013 CEFET-MG 89
  90. 90.  Profissionalismo  Equipe  Limpeza  Comidas e bebidas  Segurança 23/10/2013 CEFET-MG 90
  91. 91.  Instalações de conforto  Conforto e conveniência  Horário de operação  Estética do sistema  Notícias a bordo e entretenimento  Veículos e estações  Serviços telefônicos  Materiais de leitura  Serviços públicos  Divisão de serviços 23/10/2013 CEFET-MG 91
  92. 92.  Infraestrutura viária do corredor  Infraestrutura alimentadora  Estações  Garagens  Centro de Controle  Sinais de controle de tráfego  Espaço comercial  Serviços públicos  Paisagismo 23/10/2013 CEFET-MG 92
  93. 93. 23/10/2013 CEFET-MG 93
  94. 94. 23/10/2013 CEFET-MG 94
  95. 95. 23/10/2013 CEFET-MG 95
  96. 96. 23/10/2013 CEFET-MG 96
  97. 97. 23/10/2013 CEFET-MG 97
  98. 98. 23/10/2013 CEFET-MG 98
  99. 99. 23/10/2013 CEFET-MG 99
  100. 100. 23/10/2013 CEFET-MG 100
  101. 101. 23/10/2013 CEFET-MG 101
  102. 102.  CCO  Controle Semafórico  PMVs 23/10/2013 CEFET-MG 102
  103. 103.  Corredores  Pedestres 23/10/2013 CEFET-MG 103
  104. 104. 23/10/2013 CEFET-MG 104
  105. 105.  Pedestres  Condições comuns  Inspeção 23/10/2013 CEFET-MG 105
  106. 106. 23/10/2013 CEFET-MG 106
  107. 107.  Pedestres  Retidão e conectividade  Mapeamento da movimentação  Segurança viária  Mapeamento e estatísticas  Medidas de traffic calming 23/10/2013 CEFET-MG 107
  108. 108.  Bicicletas  Estacionamento  Infraestrutura cicloviária  Outros sistemas de transporte público  Táxis  Estacionamentos de Integração 23/10/2013 CEFET-MG 108
  109. 109.  Desincentivo ao uso de automóveis  Regulamentação de estacionamento  Preços  Redução da oferta 23/10/2013 CEFET-MG 109
  110. 110. 23/10/2013 CEFET-MG 110
  111. 111. 23/10/2013 CEFET-MG 111
  112. 112. 23/10/2013 CEFET-MG 112
  113. 113.  Desincentivo ao uso de automóveis  Restrições  Número da placa  Cobrança do uso da via/taxa de congestionamento  Transit Oriented Development (TOD) 23/10/2013 CEFET-MG 113
  114. 114. 23/10/2013 CEFET-MG 114
  115. 115. 23/10/2013 CEFET-MG 115
  116. 116. 23/10/2013 CEFET-MG 116
  117. 117. 23/10/2013 CEFET-MG 117
  118. 118.  Características do TOD  Agrupamento  Combinação de usos do solo  Conectividade  Caminhabilidade  Desenho local  Gerenciamento de estacionamento 23/10/2013 CEFET-MG 118
  119. 119.  Institute for Transportation & Development Policy; William and Flora Hewlett Foundation; Ministério das Cidades. In: Lloyd Wright; Walter Hook. Manual de BRT: Guia de Planejamento (em Português). 3ª ed. [S.l.: s.n.], 2008. 898 p. Visitado em 21 de julho de 2013. 23/10/2013 CEFET-MG 119

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