O slideshow foi denunciado.
Seu SlideShare está sendo baixado. ×

Qualidade total oficial

Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Próximos SlideShares
Reengenharia de sistemas
Reengenharia de sistemas
Carregando em…3
×

Confira estes a seguir

1 de 62 Anúncio

Mais Conteúdo rRelacionado

Diapositivos para si (20)

Semelhante a Qualidade total oficial (20)

Anúncio

Mais recentes (20)

Qualidade total oficial

  1. 1. Qualidade Total Reengenharia Benchmarking A nova Logica Das Organizações
  2. 2. 1. Ana Cristina 2. Janaina 3. Luciene Rezende 4. Luciano 5. Tatyele 6. Raillaine De Oliveira 7. Rodrigo Paulino Apresentação: Professora: Lilian Zaidan Curso de Administração: Teoria Organizacional
  3. 3. Qualidade Total
  4. 4.  A qualidade total é uma decorrência da aplicação da melhoria contínua. Qualidade Total
  5. 5.  Significados da palavra Qualidade Total . 1. Para Deming "a qualidade deve ter como objetivo as necessidades do usuário, presentes e futuras“ Qualidade Total
  6. 6.  Significados da palavra Qualidade Total . 2. Para Crosby "conformidade com as exigências". Qualidade Total
  7. 7.  Significados da palavra Qualidade Total . 3. Para Feigenbaum "o total das características de um produto ou serviço referentes a marketing, engenharia, manufatura e manutenção, pelas quais o produto ou serviço, quando em uso, atenderá às expectativas do cliente". Qualidade Total
  8. 8. Empresa Qualidade Total Cliente
  9. 9. Qualidade Total  Conceito de qualidade para toda a organização: Abrangendo todos os níveis organizacionais, desde o pessoal de escritório e do chão da fábrica até a cúpula em um envolvimento total.
  10. 10. Qualidade Total  Conceito de qualidade para toda a organização: A melhoria contínua e a qualidade total são abordagens incrementais para obter excelência em qualidade dos produtos e processos.
  11. 11. Qualidade Total  Conceito de qualidade para toda a organização: O objetivo é fazer acréscimos de valor continuamente. Ambas seguem um processo composto das segul·lltes.
  12. 12. Qualidade Total  O gerenciamento da TQM (Total Quality Management): 1. Escolher uma área de trabalho 2. Organizar equipe de melhoria de Qualidade 3. Identificar benchmarks 4.Analisa o desempe- nho do método atual 5. Desenvolver um estudo piloto 6.Administrar a implantação da melhoria
  13. 13. Qualidade Total  O controle Burocrático e o controle Adhocrático Aspecto Controle Burocrático Controle Pelas Pessoas Propósito Funcionários devem seguirem as regras regulamentos Funcionários devem estar comprometidos com a Qualidade Técnicas Sistema formais de controle regras hierarquias inspetores de CQ e, tecnologia Cultura corporativa , equipes . autocontrole socialização das pessoas Desempenho Padrões Mensuráveis definem o desempenho mínimo indicadores prefixados Ênfase no alto desempenho e orientação dinâmica para o mercado Estrutura Organizacional Estrutura de verticalidade, controle de cima para baixo Estrutura horizontal , objetivos compartilhados Valores e tradição Todos controlam a Qualidade Recompensa Baseado no resultado do funcionário no seu cargo Baseado no resultado do grupo na equipe Participação Formalizada e estreita Informal e ampla
  14. 14.  Quem resolve os problemas de qualidade na organização? Qualidade Total
  15. 15.  Como resolve os problemas de qualidade na organização? Qualidade Total • A qualidade total muda o foco do controle externo para o interior de cada indivíduo. • O objetivo é fazer com que cada pessoa seja responsável por seu próprio desempenho
  16. 16.  Técnicas conhecidas do gerenciamento Qualidade Total Qualidade Total 1. Enxugamento (downsizing). A qualidade total representa uma revolução na gestão da qualidade 2. Terceirização (outsourcing). É uma decorrência da filosofia de qualidade total. A terceirização ocorre quando uma operação interna da organização é transferida para outra organização que consiga fazê-la 3. Redução do tempo do ciclo de produção. O tempo de ciclo refere-se às etapas seguidas para completar um processo, como ensinar o programa a uma classe, fabricar um carro ou atender a um cliente.
  17. 17.  Os dez mandamentos da qualidade total Qualidade Total 1) Satisfação do cliente 2) Delegação. 3) Gerência. 4) Melhoria contínua. 5) Desenvolvimento das pessoas. 6) Disseminação de informações. 7) Não aceitação de erros. 8) Constância de propósitos. 9) Garantia de qualidade. 10) Gerência de processos.
  18. 18. Reengenharia .
  19. 19. Reengenharia .
  20. 20. Reengenharia .
  21. 21. Reengenharia Para alguns autores, a reengenharia é o reprojeto dos processos de trabalho e a implementação de novos projetos, enquanto para outros e' o repensar fundamental e a reestruturação radical dos processos empresariais visando alcançar enormes melhorias no desempenho de custos, qualidade, atendimento e velocidade. .
  22. 22.  A reengenharia foi uma reação ao colossal abismo existente entre as mudanças ambientais velozes e intensas e a total inabilidade das organizações em ajustar-se a essas mudanças. Reengenharia .
  23. 23.  A reengenharia se fundamenta em quatro palavras- chave: 1. Fundamental. 2. Radical. 3. Drástica. 4. Processos. Reengenharia .
  24. 24. Reengenharia .
  25. 25. Reengenharia .
  26. 26. Reengenharia .
  27. 27. Reengenharia .
  28. 28. Reengenharia . PROCESSOS
  29. 29. Reengenharia .
  30. 30. Reengenharia .
  31. 31. Reengenharia .
  32. 32. Reengenharia .
  33. 33. Reengenharia .
  34. 34. Reengenharia .
  35. 35. Qualidade Total X Reengenharia . Mudanças Incremental (Qualidade Total ) Mudança Radical (Reengenharia ) Avanço continuo e progresso Surto de ruptura de paradigmas Afeta uma parte da organização Transforma a organização como todo Ocorre pelo meio da estrutura normal dos processos gerenciais Cria uma nova estrutura e uma nova administração Melhorias na tecnologia Tecnologia inovadora Melhoria no produto Novos produtos para criar novos mercados
  36. 36. Benchmarking .
  37. 37. Benchmarking .
  38. 38. Benchmarking .  Benchmarking foi introduzido em 1979 pela Xerox, como um "processo contínuo de avaliar produtos, serviços e práticas dos concorrentes mais fortes e daquelas empresas que são reconhecidas como líderes empresariais“
  39. 39. Benchmarking .  Spendolini agrega que o benchmarking é um processo contínuo e sistemático de pesquisa para avaliar produtos, serviços
  40. 40. Benchmarking .  O benchmarking encoraja as organizações a pesquisar os fatores-chave que influenciam a produtividade e a qualidade.
  41. 41. Benchmarking .  Digital
  42. 42. Benchmarking .
  43. 43. Benchmarking .  Objetivos 1. Competitividade 2. Melhores pratica empresarial 3. Definição dos Requisitos do Cliente 4. Fixação de metas e de objetivos 5. Medidas de Produtividade
  44. 44. Benchmarking .  O benchmarking exige três objetivos que a organização precisa definir: 1. Conhecer suas operações e avaliar seus pontos fortes e fracos. Para tanto, deve documentar os passos e práticas dos processos de trabalho, definir medidas de desempenho e diagnosticar suas fragilidades.
  45. 45. Benchmarking . . 2. Localizar e conhecer os concorrentes ou organizações líderes do mercado, para poder diferenciar as habilidades, conhecendo seus pontos fortes e fracos e compará-los com seus próprios pontos fortes e fracos. 3. Incorporar o melhor do melhor adotando os pontos fortes dos concorrentes e, se possível, excedendo-os e ultrapassando-os.
  46. 46. Benchmarking .
  47. 47. Benchmarking .
  48. 48. Planejar Benchmarking .  O benchmarking é constituído de 15 estágios 1. Selecionar órgãos ou processos para avaliar 2. Identificar o melhor concorrente 3. Identificar os benchmarks 4. Organizar o grupo de avaliação 5. Escolher a metodologia de colheita de dados 6. Agendar visitas 7. Utilizar a metodologia de colheita dedados 8. Comparar a organização com seus concorrentes 9. Catalogar as informações e criar um "centro de competência"Analisar
  49. 49. Desenvolver Benchmarking .  O benchmarking é constituído de 15 estágios 10. Compreender os processos eas medidas de desempenho 11. Estabelecer objetivos ou padrões do novo nível de desempenho 12. Desenvolver planos de ação para atingir as metas integrá-los na organização 13. Implementar ações específicas e integrá-las nos processos da organização 14. Monitorar os resultados e os melhoramentos 15. Revisar os benchmarks eas relações atuais com a organização-alvo Revisar Melhorar
  50. 50. Tipos De Benchmarking . 1.Benchmarking competitivo
  51. 51. Tipos De Benchmarking . 1.Benchmarking competitivo 2.Benchmarking interno 3.Benchmarking genérico 4.Benchmarking funcional
  52. 52. Benchmarking .  Digital
  53. 53. Benchmarking .  Digital
  54. 54. Benchmarking .  Digital
  55. 55. A Nova Lógica das Organizações .
  56. 56. A Nova Lógica das Organizações . A velocidade da mudança e os desafios do mundo globalizado estão conduzindo a um sentido de emergência quanto ao ajustamento e à adaptabilidade das organizações, como condição para que sobrevivam no novo ambiente de negócios
  57. 57. A Nova Lógica das Organizações .  As tendências organizacionais no mundo moderno se caracterizam por: 1. Cadeias de comando mais curtas. 2. 2. Menos unidade de comando. 3. 3. Amplitudes de controle mais amplas. 4. Mais participação e empowerment 5. Staff como consultor e não como executor 6. Ênfase nas equipes de trabalho. 7. A organização como um sistema de unidades de negócios interdependentes. 8. Infraestrutura. A nova arquitetura organizacional está interligada por meio da TI. 9. Abrandamento dos controles externos às pessoas 10. Foco no negócio básico e essencial 11. Consolidação da economia do conhecimento
  58. 58. Pessoas Fonte do poder gerencial Luta de Poder Responsabilidade da gerência Informação Produção Fluxo de Informação Gargalos da produção Fluxo de Produção Efeito do tamanho Relações com clientes Conhecimento Propósito do aprendizado Valor de Mercado (das ações) Os Princípios Da Organização Baseada No Conhecimento
  59. 59. A Nova Lógica das Organizações . Gestão do conhecimento e capital intelectual Na era da informação, o recurso mais importante deixou de ser o capital financeiro para ser o capital intelectual, baseado no conhecimento
  60. 60. A Nova Lógica das Organizações . Contudo, o conhecimento é um recurso diferente. Ele não ocupa espaço físico. Ele é um ativo intangível. Em uma organização do conhecimento, os assuntos financeiros não representam necessariamente o verdadeiro valor do negócio
  61. 61. A Nova Lógica das Organizações . Contudo, o conhecimento é um recurso diferente. Ele não ocupa espaço físico. Ele é um ativo intangível. Em uma organização do conhecimento, os assuntos financeiros não representam necessariamente o verdadeiro valor do negócio
  62. 62. Obrigado! .

Notas do Editor

  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total
  • No fundo, os vários conceitos de qualidade falam o mesmo idioma por meio de vários dialetos. Por trás dos conceitos de qualidade está a figura do cliente. Que pode ser interno ou externo. Na organização existe uma infinidade de cadeias de fornecedores e clientes: cada empregado é um cliente do anterior (do qual recebe suas entradas) e um fornecedor para o seguinte (para o qual entrega suas saídas). A ideia de fornecedores/ clientes internos e externos constitui o núcleo da qualidade total

×