Unidades de análise em
imagem em movimento
Prof. Dr. Rodrigo Esteves de Lima Lopes
Universidade Federal da Paraíba
Pressupostos
• tica Sistêmico-Funcional (Halliday, 1985, 1994;
Halliday & Matthiessen, 2004)
• Linguagem vista como um co...
O problema
• Unidades de análise em Linguística (tanto aplicada
como teórica) são elementos discretos e
artificialmente mo...
Contexto
• Valorização de outros códigos semióticos que competem
com a escrita (Flusser, 2002; Kress 2005)
• Sistemas imag...
Imagem
• É um elemento contínuo:
• Ela não se divide em unidades estruturais
• Representa uma composição subjetiva
• Graus...
Imagem em movimento
• A imagem não está realmente em movimento:
• Acúmulo de imagens projetadas sequencialmente
• Cinema: ...
Constatações
• A ação pode ser maior que uma unidade
matemática de frames
• As unidades narrativas são maiores do que as
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Possibilidades de solução
• Existem diversos estudos sobre a definição de
unidades de análise em vídeo:
• Baldry (2004), O...
Narrativa
(Plot)
Estágios/P
adrões
Ações
(verbais e
não
verbais)
Key-
Frames
Considerações (não) finais
• Necessidade de ampliação do escopo semiótico da
LA
• Natureza multidisciplinar da LA pode ser...
Obrigado!
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Palestra “Unidades de análise em imagem em movimento” no primeiro encontro do grupo de pesquisa E-Lang, intitulado Tecnologia e sociedade no século XXI: mudanças possíveis e desejáveis nas formas de organização social, expressão e comunicação, realizado na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), no Centro Cultural do Instituto de Estudos da Linguagem, no dia 10 de maio de 2013.

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  1. 1. Unidades de análise em imagem em movimento Prof. Dr. Rodrigo Esteves de Lima Lopes Universidade Federal da Paraíba
  2. 2. Pressupostos • tica Sistêmico-Funcional (Halliday, 1985, 1994; Halliday & Matthiessen, 2004) • Linguagem vista como um conjunto de escolhas significativas em um dado contexto • Multimodalidade (Kress, 2010; Kress & van Leeuwen, 1996; van Leeuwen, 2005; Baldry & Thibault, 2006; Norris, 2006, 2004; Lemke, 2002, 2006a,b) • Qualquer o ocorre devido a um conjunto de modos de linguagem, cada um servindo-se de um diferente sistema semiótico. Todos de igual importância. • Filosofia da tecnologia (Manovich, 2001; vy, 1996; 1998; Mcluhan, 1994; Flusser, 2002; 2007a; b • Efeitos das tecnologias (em um sentido amplo) na sociedade e na o humana
  3. 3. O problema • Unidades de análise em Linguística (tanto aplicada como teórica) são elementos discretos e artificialmente modelados • Fonética / Fonologia: fonema • Morfologia: elementos que compõe léxico • Sintaxe: oração (simples ou complexa) • Linguística do corpus: palavra • Linguística funcional: relações paradigmáticas / semânticas • Gênero do discurso: o texto enquanto exemplar, uma manifestação prototípica e reconhecida • Tema e Rema: Unidade T
  4. 4. Contexto • Valorização de outros códigos semióticos que competem com a escrita (Flusser, 2002; Kress 2005) • Sistemas imagéticos de representação • Representação objetiva vs. subjetiva • Consequência tecnológica • Simplificação e vulgarização tecnológica • Miniaturização • Início nos anos 80 • Barateamento progressivo • Tecnologia como elemento definidor do humano – McLuhan (1969), Eco (1969) Lemos (1998), Lévy (1998), Flusser (2007). • Convergência (Manovich, 2001; 2005) • Expressão numérica / unificação de suporte / modularidade / equivalência de demandas cognitivas e motoras
  5. 5. Imagem • É um elemento contínuo: • Ela não se divide em unidades estruturais • Representa uma composição subjetiva • Graus de subjetividade variam de acordo com a forma de produção • Naturalizada: • Diferentes grupos sociais tem relações próprias com a imagem • Pode ser cotidianizada
  6. 6. Imagem em movimento • A imagem não está realmente em movimento: • Acúmulo de imagens projetadas sequencialmente • Cinema: 24 / vídeo digital 29.95 / mínimo 15 imagens/seg • Mudanças seguem uma lógica narrativa: • Roteiro é um gênero da linguagem verbal e trazido em imagens • Ou é espontâneo, a narrativa surge na gravação • Formas mais subjetivas
  7. 7. Constatações • A ação pode ser maior que uma unidade matemática de frames • As unidades narrativas são maiores do que as unidades “estruturais” do vídeo • O acúmulo de pequenas mudanças que garantem a nossa compreensão: estabelece-se coesão / coerência • A nossa percepção não nos permite uma clara observação das divisões “estruturais” dos vídeos
  8. 8. Possibilidades de solução • Existem diversos estudos sobre a definição de unidades de análise em vídeo: • Baldry (2004), O'Halloran (2004), Iedema (2001) • Estabelecem uma relação entre o frame e a estrutura narrativa. • Essa relação solucionaria parte do problema • Não traz uma reflexão sobre as ações e sua relação com a fala e imagem • É necessária uma abordagem mista que una: • Elementos técnicos + Narrativos + Atitudinais + Verbais
  9. 9. Narrativa (Plot) Estágios/P adrões Ações (verbais e não verbais) Key- Frames
  10. 10. Considerações (não) finais • Necessidade de ampliação do escopo semiótico da LA • Natureza multidisciplinar da LA pode ser um elemento facilitador • Necessidade de reconhecimento do papel da linguagem verbal em novos contextos tecnológicos • Necessidade de letramento tecnológico- instrumentalizante na formação docente •
  11. 11. Obrigado! http://rll307.net talk2me@rll307.net rll307@gmail.com

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